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The Next Batman: Second Son | John Ridley continuará escrevendo as aventuras de Tim Fox em uma nova minissérie digital

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No atual evento da DC, “Future State”, Tim Fox assumiu o manto de Cavaleiro das Trevas. Seu caminho para se tornar o Batman agora será contado em uma minissérie digital em continuidade intitulada ‘The Next Batman: Second Son’.

Estreando no dia 23 de fevereiro, os 12 capítulos de “The Next Batman: Second Son” será escrito por John Ridley, e acompanhado por uma nova equipe de arte com Tony Akins, Travel Foreman e Mark Morales.

“Agora que o mundo sabe que Tim Fox está por trás da máscara lutando contra o Magistrado em Gotham City, qual é a verdade por trás de sua origem e sua conexão com o atual Universo DC?”, diz o anúncio da DC. “… esta minissérie responde as perguntas por trás do distanciamento de Tim e Lucius Fox e do resto da família Fox além da sua evolução de um homem misterioso para o mais novo guardião de Gotham.”

O capítulo #1 de ‘The Next Batman: Second Son’ estará à venda digitalmente no dia 23 de fevereiro, com os 11 capítulos subsequentes lançados de forma semanal. A edição será lançada nas lojas de quadrinhos dos EUA no dia 6 de abril deste ano.

Via: [Newsarama].

Mulher-Maravilha 1984 | Atletas profissionais participaram das gravações do filme

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O filme Mulher-Maravilha 1984, que segue em cartaz nos cinemas brasileiros e é protagonizado pela atriz Gal Gadot, reúne em seu elenco atletas internacionais, responsáveis pelas impressionantes cenas dos jogos entre as amazonas.

Na sequência de abertura do filme — os Jogos das Amazonas, que acontecem na ilha de Temiscira — foram escaladas 242 profissionais, entre atrizes, dublês, atletas e cavaleiras de todo o mundo para atuarem como amazonas. O grupo passou por um rigoroso processo de treinamento. Ao longo do filme, 38 dublês femininas participaram das muitas sequências de luta e ação coreografadas pelo coordenador de dublês Rob Inch e sua equipe.

Uma das principais celebridades, especialista em esportes e fitness do Reino Unido, a atleta de classe mundial, especializada em salto em distância, Jenny Pacey integra o elenco do filme. Atualmente, a celebridade personal trainer é embaixadora de marcas, palestrante motivacional, escritora e modelo internacional.

A britânica Moe Sasegbon, graduada em fisioterapia pela Sheffield Hallam University, no Reino Unido, iniciou sua vida esportiva aos 9 anos. Moe pratica salto em altura e fez sua primeira estreia competitiva pela Nigéria no 11º All African Games, realizado em 2015, em Brazzaville, na República do Congo.

A saltadora britânica Jade Johnson também é uma das amazonas escaladas. Jade representou a Grã-Bretanha nos Jogos Olímpicos de 2004 e 2008. Ela ficou em quarto lugar no Campeonato Mundial de Atletismo de 2003 e foi medalhista de prata nos Jogos da Commonwealth de 2002 e em sétimo lugar na prova de salto em distância dos Jogos de Pequim 2008.

Jessie Graff, dublê esportista, também está no elenco das amazonas. A atleta ganhou destaque no programa americano American Ninja Wirror – competição de entretenimento esportivo norte-americana que apresenta centenas de competidores tentando completar uma série de pistas de obstáculos de dificuldade crescente em várias cidades dos Estados Unidos, na esperança de avançar para as finais nacionais na Las Vegas Strip e se tornar o “American Ninja Warrior” da temporada.

Outra atleta selecionada para o filme foi Dayna Grant. Nascida na Nova Zelândia, Dayna possui diversas habilidades como nado, acrobacia, ginástica, e tem forte domínio com esportes envolvendo cavalos.

O grupo das fortes amazonas também conta com as atrizes Brontë Lavine, Briony Scarlett e Miranda Chambers. “Tenho compaixão por cada personagem deste filme, pelo que eles estão enfrentando por causa do que sentem que está faltando em suas vidas, porque acho que todos podemos nos identificar com isso. Tantas vezes nossos super-heróis enfrentam dilemas morais que não os conectam à história real do filme, e eu adorei o desafio de fazer isso com a Mulher-Maravilha”, afirma a diretora Patty Jenkins.

Texto: Assessoria de Imprensa Warner Bros.

Batman: Três Coringas | Desenhista da edição, Jason Fabok, comenta que atualmente a DC Comics é mal administrada

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Jason Fabok, o desenhista que trabalhou ao lado de Geoff Johns na edição “Batman: Três Coringas” -a HQ mais vendida de 2020- soltou o verbo sobre a situação atual da DC Comics. Ambos estavam trabalhando em uma sequência desta série do Homem Morcego, mas parece que os fãs terão que esperar.

“Trabalho para a DC há 10 anos e a maior parte disso foi quando a empresa era administrada como uma máquina bem lubrificada com uma liderança que amava seus criadores e confiava neles. Não era perfeito, mas havia um senso de confiança e uma vontade de ouvir ideias. Quando digo que a empresa está mal administrada, é porque eu a vi correr bem… por anos. Eu amo a DC com uma paixão e quero que ela tenha sucesso. Mas agora, eu não acho que está sendo bem dirigida. E tudo bem dizer isso. Muitas pessoas que trabalham lá estão dizendo o mesmo. Para começar, eles demitiram quase todos para quem trabalhei na empresa, mesmo que muitos deles sejam apaixonados pelos livros e não merecessem ir. Tudo bem ser sincero e falar as coisas. Não sou empregado e nem cego ao fato de que a propriedade pode tomar más decisões. Tive que fazer uma escolha e trabalhar com alguém que queria meus serviços. E está tudo bem. Quando chegar a hora eu volto e produzo mais para DC e darei tudo de mim. Geoff e eu já temos muitas histórias. Mas as coisas vão mudar muito nos quadrinhos e você tem que fazer movimentos para o seu futuro.” disse Fabok, conforme apura o Bleeding Cool.

O desenhista comentou sobre seus projetos pessoais, revelando que seu trabalho na DC era ‘forçado’.

“[…] Muitas das coisas anteriores eram trabalhos rápidos e forçados para DC, o que eu odiava. Agora, eu posso fazer o que eu quero com o meu tempo e posso me concentrar em livros que eu realmente quero desenhar.”.

Depois de todas essas declarações, a continuação de “Batman: Três Coringas” entrou para a geladeira de vez.

Mulher-Maravilha 1984 | Warner Bros. submete produção para consideração em categorias no Oscar, incluindo melhor filme

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A Warner Bros. submeteu Mulher-Maravilha 1984 para consideração em todas as categorias da premiação da 93º edição do Oscar, incluindo Melhor Filme e Melhor Atriz para Gal Gadot.

O estúdio pede aos membros da Academia que considerem da produção para Melhor Filme em nome de vários indicados, incluindo os produtores Deborah e Zack Snyder, Melhor Diretor para Jenkins, e Melhor Roteiro Adaptado para Patty Jenkins, Geoff Johns e Dave Callaham.

Submetidas a consideração nas categorias de atuação estão Gal Gadot para Melhor Atriz; Kristen Wiig, Robin Wright e Connie Nielsen para Melhor Atriz Coadjuvante; e Chris Pine e Pedro Pascal para Melhor Ator Coadjuvante. Outras campanhas para sua consideração incluem Melhor Fotografia (Matthew Jensen, ASC); Melhor Edição de Filme (Richard Pearson, ACE); Melhor Figurino (Lindy Hemming); e Melhor Trilha Sonora (Hans Zimmer).

No ano passado, Coringa recebeu a indicação de Melhor Filme, tornando-se o primeiro filme da DC a concorrer ao prêmio máximo da Academia. Coringa liderou as indicações com 11 ao todo, conquistando duas estátuetas; para o protagonista Joaquin Phoenix e a compositora Hildur Guðnadóttir.

‘Esquadrão Suicida’ de 2016 é a única produção do Universo Estendido dos Cinemas da DC a ganhar um Oscar, levando para casa o Oscar de Melhor Maquiagem e Penteado.

Via: [ComicBook].

Critics Choice Super Awards 2021 | Produções da DC faturam três prêmios no evento

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Produções da DC Comics faturaram 3 prêmios no Critics Choice Super Awards 2021. A DC marcou presença na premiação com 18 indicações. Confira os vencedores abaixo:

Ewan McGregor vence o prêmio de “Melhor Ator em Filme de Super-Heróis” por sua participação em Aves de Rapina.

Melhor Ator em Filme de Super-Herói:

Skylar Astin – Secret Society of Second-Born Royals (Disney+)
Jim Carrey – Sonic The Hedgehog (Paramount)
Chiwetel Ejiofor – The Old Guard (Netflix)
Ewan McGregor – Birds of Prey (Warner Bros.)
Ben Schwartz – Sonic The Hedgehog (Paramount)

Margot Robbie vence o prêmio de “Melhor Atriz em Filme de Super-Heróis” também por sua participação em Aves de Rapina.

Melhor Atriz em Filme de Super-Herói:

Kiki Layne – The Old Guard (Netflix)
Peyton Elizabeth Lee – Secret Society of Second-Born Royals (Disney+)
Margot Robbie – Birds of Prey (Warner Bros)
Jurnee Smollett – Birds of Prey (Warner Bros)
Charlize Theron – The Old Guard (Netflix)

Kaley Cuoco leva para casa o Critic’s Choice Super Awards de “Melhor Atriz de Voz em Série de Animação” por seu trabalho em ‘Harley Quinn’.

Melhor Atriz de Voz em Série Animada:

Kaley Cuoco – Harley Quinn (HBO Max)
Tawny Newsome – Star Trek: Lower Decks (CBS All Access)
Maya Rudolph – Big Mouth (Netflix)
Amy Sedaris – BoJack Horseman (Netflix)
Aisha Tyler – Archer (FXX)
Jessica Walter – Archer (FXX)

Confira a lista completa dos vencedores -neste link-.

#EspecialCrises | Crise nas Infinitas Terras: O primeiro fim do mundo

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Inicia hoje um novo especial aqui no Terraverso. Semanalmente vamos revisitar todas as crises da editora até a última, que ocorre nas recentes publicações de ‘Noites de Trevas: Death Metal”.

Já faz algum tempo que eu acompanho o recente Multiverso Sombrio. As infinitas possibilidades negativas é um conceito novo que me agrada em muitos aspectos, principalmente por ser um entusiasta de sempre evoluir os conceitos que definimos como base do nosso conhecimento como leitores da DC. Desta nova abordagem sobre o multiverso, surgiram duas histórias que atualmente estão ditando os rumos da editora no aspecto criativo, o que me agrada muito pois precisamos finalmente dar um passo em direção ao futuro de ‘Noites de Trevas: Metal’ e sua sequência intitulada ‘Death Metal’.

Ambas são escritas por Scott Snyder e o roteirista trabalha de forma inteligente o conhecimento prévio que temos sobre os grandes eventos cósmicos, conhecidos pelos leitores como CRISES e, para poder falar do que significa Death Metal, precisamos  falar inicialmente destas Crises que moldaram a atual realidade e, por coincidência, a primeira dela tinha como sua principal missão organizar o universo DC,  que já possuía mais de uma versão com diversos personagens.

O primeiro contato entre duas versões diferentes do mesmo personagem foi na história “Flash de Dois Mundos”, de 1961,  envolvendo os velocistas Barry Allen e Jay Garrick e assim estabelecendo que haviam duas versões da Terra, uma em que residia os heróis da Era de Ouro e outra para os heróis da Era de Prata. Na história escrita por Gardner Fox, os velocistas eram capazes de fazer a passagem entre estas versões por vibrarem na mesma frequência das Terras paralelas. Este conceito que passou a ser chamado de Multiverso sendo a pedra fundamental para o futuro da DC, tendo ciência de que haviam infinitas versões de mundos que não eram contados apenas em números como a Terra 3 por exemplo. Planetas e realidades que eram dominadas por vilões, também poderiam ser divididas por letras, como por exemplo a Terra X e a Terra Prime.

Essas versões de diferentes Terras acabam no ano de 1985 quando Marv Wolfman teve a tarefa de unificar tudo em apenas uma única Terra, assim escrevendo ‘Crise nas Infinitas Terras’. O roteirista teve a colaboração de George Perez nas ilustrações e o enredo pode ser considerado como o primeiro fim do mundo do universo DC.

A história contada pela perspectiva de diversos personagens é sobre a destruição de infinitos universos por uma onda sem fim de anti-matéria. Para o leitor não fica muito claro o início, sobre quem esta fazendo isso e as razões pelas quais o vilão está destruindo tudo, mas na edição é possível ver como é angustiante para todos, tanto heróis como vilões, vendo o mundo acabar sem ter a possibilidade de protege-lo como se deve.

Um dos protagonistas desta primeira crise é o Monitor, que apareceu pela primeira vez na edição “New Teen Titans”, de 1982,  sendo retratado como um cientista que possui conhecimento e acesso as infinitas Terras, como o responsável por reunir heróis de diferentes mundos e períodos para evitar a onda de destruição.

Para esta tarefa, ele conta com a ajuda da Precursora, que recebeu seus poderes cósmicos para trafegar de mundo a mundo encontrando os escolhidos. Apesar do papel de heroína, a personagem também acaba  sendo corrompida pelo inimigo e assim sendo a responsável pela morte do Monitor, tomando para si a tarefa de seguir com sua luta ao lado de Alexander Luthor Jr e o Paria.

Falando em Alexander Luthor Jr ele é um dos últimos sobreviventes da Terra 3, que foi enviado para a primeira Terra sendo salvo pelos seus pais da onda de anti-matéria, se tornando um dos responsáveis em parar o Anti-Monitor em sua jornada de destruição. Em sua viagem, as células de seu corpo se tornaram uma mistura da matéria positiva e anti-matéria, permitindo que pudesse ter muitos poderes, dentre eles abrir portais para outras dimensões como visto na conclusão da história, salvando a si, Lois Lane, o Superman da Terra 2 e o Superboy Prime.

A figura do Paria considero como uma referência ao mito da caixa de Pandora, mas neste caso, a busca pelo saber supremo libertou o mal infinito e assim se deu a criação tanto do Monitor como do Anti-Monitor e a luta em que um deve destruir o outro. Por seu pecado, ele é condenado a vagar por todas as Terras que foram destruídas e a sua chegada em cada mundo era o sinal de que o fim estava próximo. Se pensarmos de uma forma mais ampla, o seu papel nesta história é muito semelhante ao de um anjo do apocalipse, afinal, este era o fim do multiverso DC como conhecemos, em que sua chegada era o prelúdio do fim. Em seu arco pessoal, ele consegue se libertar de sua maldição se tornando importante para os heróis durante a batalha.

Crise nas Infinitas Terras é marcada por muitas mortes, mas em especial uma que ficou famosa ao longo dos anos, o sacrifício da Supergirl que existia no pré-crise e lutou com todas as suas forças contra o Anti-Monitor para poder destruir seu corpo o suficiente para que os heróis pudessem vencer.

A morte de sua prima foi tão devastadora para o Superman da Terra 1, que tudo que o herói símbolo da esperança no universo DC pode fazer foi pega-la em seus braços e lamentar.

Outro herói querido que se foi nesta crise é Barry Allen, o Flash que surge na trama em alguns momentos para avisar que o fim estava chegando. Podemos considerar ele como a primeira vítima do ataque do Anti-Monitor ao Multiverso de matéria positiva, ao ser sequestrado com a ajuda do Pirata Psíquico, e graças ao seu sacrifício, os planos do vilão são arruinados. O destino do velocista é selado e tudo que é visto na história de fato são reflexos da sua velocidade, que partiu avisando heróis como o Batman. Aliás, nesta história o único que ainda tinha memórias da linha do tempo original sobre Multiverso é o vilão que serviu o destruidor de mundos.

O fim do evento é o restabelecimento da história com a existência de uma única versão da Terra, com um grande grupo de heróis após uma batalha épica na aurora dos tempos, reescrevendo assim o início do universo.

Por este motivo, muitos acontecimentos que eram considerados parte oficial da história da DC deixaram de ser relevantes, destacando o Superman como o único sobrevivente de Krypton e apagando a existência da Supergirl,  a história da Mulher-Maravilha ter sido recontada de outra forma, assim como a morte da equipe de soldados conhecida como ‘Os Perdedores’ e a chegada de Braniac como vilão na Terra.

Essa história é um marco para grandes eventos dos quadrinhos que inspirou outras editoras a fazerem as suas versões deste tipo de jornada, inclusive sendo adaptada para o universo de séries da DC na TV, o Arrowverso, reunindo toda a história emo uma versão live action destas infinitas possibilidades.

Crise nas Infinitas Terras tinha como o objetivo reestruturar o conjunto de narrativas que formava o universo DC e trazer novos leitores para um universo único e linear, porém o trabalho feito por Mark Wolfman e George Perez foi muito além disso e não se tornou apenas uma história que funciona como um reboot, mas um grande evento que movimentou este universo de grandes heróis e uma base para que outras grandes histórias de grande escala pudessem surgir no futuro. Para que isso acontecesse, muitos mundos caíram para que somente um universo de heróis fosse construído.

Batwoman | Showrunner da série revela detalhes sobre a relação entre Safiyah e o passado de Alice

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Ainda faltam 10 dias para a estreia da segunda temporada de Batwoman, agora protagonizada  pela atriz Javícia Leslie, no papel de Ryan Wilder. Contudo, parte da trama e descrição de alguns episódios e personagens já foram divulgados (leia mais aqui). Dentre rostos já conhecidos, como Alice (Rachel Skarsten), Sophie (Meagan Tandy), Luke Fox (Camrus Johnson), Mary Hamilton (Nicole Kang) e Jacob Kane ( Dougray Scott), teremos a introdução de novos personagens, como a vilã Safiyah Sohail (Shivaani Ghai), que será uma personagem recorrente . 

Shivaani Ghai

Safiyah foi sutilmente citada durante a primeira temporada da série e é uma personagem que nas HQs compartilha um passado com Kate e Beth Kane/Alice e Julia Pennyworth.  Ela é , na verdade, uma personagem criada recentemente e apareceu pela primeira vez em BatwomanRebirth # 1 em 2017, sendo idealizada por Marguerite Bennett, James Tynion IV e Steve Epting 

Batwoman /Dc Comics

Após Kate Kane ser expulsa do exército, ela acaba encontrando-se com Safiyah e presa na ilha de Coryana e as duas tornam-se amantes. A chegada de Kate acidentalmente carregou uma doença fatal para a população isolada da ilha e Safiyah acusou um homem inocente pela epidemia resultante, livrando Kate da culpa. 

Anos mais tarde, ela retorna como a líder da organização “Muitos Braços da Morte”, uma organização terrorista que havia sequestrado Beth Kane, com o intuito de despertar sua personalidade sombria como Alice. Eles obtiveram sucesso e Alice acabou assumindo a liderança do grupo. Essa reviravolta reuniu Kate e Safiyah novamente, embora agora em lados apostos. Para lidar com esta situação, Kate contou com a ajuda de Julia Pennyworth, filha de Alfred. 

Durante a primeira temporada, o enredo de Batwoman foi aos poucos preparando terreno para a introdução da personagem de Shivaani GhaiSafiyah foi a responsável por enviar assassinos e outros inimigos para caçarem e matarem a vigilante de Gotham e seus aliados, além de atrapalhar e amedrontar Alice. 

A descrição de Safiyah para a série diz que ela é:

A governante ferozmente protetora de uma pequena comunidade na ilha de Coryana. Uma mulher com tantos inimigos quanto apelidos, ela é compassiva e carismática com proezas físicas e psicológicas. Ela é amada por seu povo e nada a parará para proteger o que é dela. Ninguém passa despercebido por Safiyah, especificamente quando se trata daqueles que encontraram a Rosa do Deserto. 

Em fevereiro de 2020, a showrunner de Batwoman, Caroline Dries, revelou que sempre esteve nos seus planos trazer a personagem como vilã: 

Nós sabemos que os telespectadores ficam tipo: ‘Só falta uma coisa neste programa, e são piratas lésbicas’” e continuou:  “Eu amo o enredo de Safiyah nos quadrinhos e sabíamos que queríamos trazê-la em algum momento. Mas não queríamos desperdiçá-la ou explodir sua personagem na primeira temporada, quando há todos esses outros truques acontecendo, estamos realmente preparando-a para ser nossa vilã na segunda temporada.- disse ela ao ComicBook. 

Ao que tudo indica, na série será abordado que Safiyah desempenhou um papel fundamental na transformação de Beth Kane em Alice. Caroline Dries, mencionou esta adaptação na história em maio, para o portal EW.

O que eu amo em Safiyah é que ela é apenas uma presença tranquila que tem um monte de seriedade quando entra na sala. O que eu adorei nesta temporada foi ver esse grande pedaço da história de Alice, onde ela passou de uma garota inocente para uma mulher que aprendeu a se defender e enfrentar seu agressor. Mas então vemos Alice nos dias atuais como essa mulher que está no comando dessa gangue do País das Maravilhas e mata sem piedade. Então é como se ela se tornasse essa pessoa? O próximo capítulo da história de Alice que estou ansiosa para explorar, e decidimos fazer Safiyah uma parte íntima disso.

Como a figura de Safiyah está diretamente ligada ao passado de Alice e Kate Kane, nos resta esperar até o dia 17 de janeiro, para vermos como ela reagirá ao desaparecimento da Batwoman e como será sua relação com Ryan Wilder (Javicia Leslie), além de sua interação com Julia Pennyworth (Christina Wolfe).

(Via: Screen Rant, ComicBook e Entertainment Weekly)

Prodígio | Editora Skript anuncia livro jornalístico sobre os 80 anos do Robin

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A Editora Skript anunciou mais uma obra da sua coleção de livros jornalísticos envolvendo o universo DC Comics. Agora é a vez do menino prodígio, o Robin! A obra intitulada “Prodígio – 80 Anos do Robin” foi anunciada recentemente e já se encontra em financiamento coletivo.

Além desse livro, já foram publicados “Os Cavaleiros das Trevas” (sobre todas as versões de Batman nos seus 80 anos de HQ) e “Bill Finger – A História Secreta do Cavaleiro das Trevas” (documentário em quadrinhos sobre a vida do seu criador).

O responsável pela obra será Leonardo Vicente Di Sessa, que atua no mercado nerd desde 2001. Além de jornalista e editor, trabalha também como revisor, exercendo esse posto em livros e revistas das editoras Europa, Skript, Heroica, Panini e Noir.

A edição contará ainda com os editores Carlos Vázquez do site e podcast Mansão Wayne e com o roteirista Diego Moreau, que possui diversos trabalhos reconhecidos na área.

“Prodígio – 80 Anos do Robin” está disponível em pré-venda no Catarse. -Confira neste link-.

Mulher-Maravilha 1984 | Filmagens ocorreram em 4 países diferentes

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Mulher-Maravilha 1984, longa que está em cartaz nos cinemas brasileiros desde o dia 17 de dezembro e trouxe de volta às telonas a atriz Gal Gadot como a super-heroína Diana, foi filmado em quatro diferentes países, sendo eles: Estados Unidos, Inglaterra, País de Gales e Espanha, que abriga também as Ilhas Canárias.

Os produtores do filme precisaram correr atrás de inúmeras aprovações dos governos locais e, para as filmagens, foram utilizadas câmeras em formatos 35mm e IMAX 65mm. A produção viajou para a Espanha para filmar as cenas que abrem o longa, nos Jogos das Amazonas. A cena inicial expõe logo a grandiosidade da produção, que reuniu 242 pessoas, entre atrizes, dublês e atletas envolvidas. Embora em “Mulher-Maravilha” a Costa Amalfitana da Itália tenha substituído Temiscira, o sul da Espanha mostrou-se mais flexível a uma paisagem egípcia, com sua arquitetura moura, bem como as Ilhas Canárias, ao largo da costa do Marrocos.

As filmagens foram divididas entre as duas maiores ilhas, de Tenerife e Fuerteventura, e em Alcazaba de Almería, no sudeste do país. A ilha de Tenerife proporcionou o caminho montanhoso ao longo do qual Diana e as Amazonas competem. As filmagens principais aconteceram no Valle Olvido conhecido como “Vale da Morte”. Providenciar a acomodação para 150 a 200 membros da equipe de produção, assim como os vários cavalos da competição das Amazonas, foi um desafio logístico, maior ainda quando se considera o peso das câmeras IMAX 65mm utilizadas na captação das imagens.

Já em Washington D.C., na sequência do tiroteio na capital, o produtor Stephen Jones reforça os desafios encontrados, “a cidade é um lugar interessante para se filmar. Há várias autoridades diferentes às quais você deve solicitar autorização, dependendo da categoria da locação, se é um prédio, uma trilha, um parque, uma estrada. Mas nosso incrível departamento de locações fez tudo funcionar”.

Para as filmagens da cena externa em que os personagens Diana e Steve estão caminhando em direção ao National Mall, a jurisdição pertencia ao Departamento de Polícia Metropolitana; para sequer tocar a grama, que fosse, do National Mall, o Serviço Nacional de Parques precisava autorizar. Assim, uma área de cerca de doze metros envolveu três instâncias de autoridade sobrepostas.

Assim que as filmagens na Virgínia e Washington D.C foram concluídas, o elenco e a equipe de produção principal foram para os Warner Bros. Studios, em Leavesden, na Inglaterra. Nos estúdios, foram recriados os interiores do Salão Oval da Casa Branca e do Museu Smithsonian. No país, foram filmadas sequências em locações como: o Fórum Geral da cidade de Surrey; o Parque Boston Manor, em Brentford; o Museu da Guerra Imperial, em Duxford; o Campo de Aviação Bovington, o Clube de Campo e de Golfe Heydon Grange, Berry Farm, e a Força Aérea Real de Marsworth, todos em Hertfordshire; a Força Aérea Real, de Londres; a Faculdade Real de Medicina; a sede da Prefeitura de Londres; a Aldermanbury Square; o Hyde Park; o Terraço Adelphi; a Torrington Square; e a Schwartz Wharf.

A complexidade das filmagens seguiu na batalha de comboios nos arredores do Cairo. A equipe de produção se referia a ela como a sequência de estrada aberta, um exemplo típico do desejo de Patty Jenkins de registrar o máximo possível de imagens na câmera, que não seria possível sem a colaboração das autoridades da ilha de Fuerteventura, que permitiram o fechamento de uma estrada local importante da região, por várias semanas, para possibilitar os ensaios e as filmagens.

A complexidade das filmagens seguiu na batalha de comboios nos arredores do Cairo. A equipe de produção se referia a ela como a sequência de estrada aberta, um exemplo típico do desejo de Patty Jenkins de registrar o máximo possível de imagens na câmera, que não seria possível sem a colaboração das autoridades da ilha de Fuerteventura, que permitiram o fechamento de uma estrada local importante da região, por várias semanas, para possibilitar os ensaios e as filmagens.

De fato, a sequência era tão complexa que a equipe de produção fez o mapeamento prévio, tomada a tomada, em uma pista de pouso em desuso na Inglaterra, durante dois meses, antes das filmagens em Fuerteventura. Era preciso que vários veículos capotassem para que a Mulher-Maravilha pudesse correr ao lado de um caminhão em alta velocidade e usar seu laço para impulsioná-la para o céu. “Eu já planejei muitas perseguições de carro, mas nem tantas com alguém realmente correndo ao lado de um veículo. Tínhamos a Gal correndo em uma esteira móvel conectada ao lado do caminhão”, explica o coordenador de dublês Rob Inch.

“Mulher-Maravilha 1984” está em exibição nos cinemas.

Texto: Assessoria de Imprensa Warner Bros.

Mulher-Maravilha | Yara Flor e a origem do “Amazonas”

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Desde que foi anunciada pela DC Comics no final do ano passado, Yara Flor, a nova Mulher-Maravilha, causou um barulho muito grande não só na mídia especializada, mas até mesmo na “grande mídia” nacional que não costuma cobrir notícias relacionada ao universo dos quadrinhos. Motivo: a nova Mulher-Maravilha é brasileira!

Segundo a DC, Yara Flor é oriunda de uma tribo amazona localizada no coração de Floresta Amazônica. A personagem além de ser brasileira, representa o imigrante latino já que nos Estados Unidos a personagem irá integrar uma nova formação da icônica Liga da Justiça.

Posto isso, pergunto: em algum momento da sua vida, você já parou para pensar que talvez exista alguma relação entre a nossa Amazônia com as amazonas, as guerreiras da mitologia grega?

As Amazonas em representação feita por Theodore de Bry, século XVI.

Pois existe! Deixa eu te contar uma História.

Voltemos à época das Grandes Navegações (entre o século XV e início do XVII), onde os reinos europeus patrocinavam expedições pelo mundo em busca de novos territórios e riquezas. Nesse período, o continente americano, que entrou no radar das potências europeias, passou a ser conhecido como “Novo Mundo”.

DICA DO ENEM:  Não esqueça que as Grandes Navegações foram realizadas pelos europeus para terem acesso aos temperos do Oriente.

Por aqui, os colonizadores buscavam encontrar os metais preciosos (ouro e prata), já que o acúmulo desses elementos denotava a riqueza de uma nação. Dessa forma, não só o concreto, mas também o imaginário motivou diversas aventuras em busca dessas riquezas como, por exemplo, os espanhóis que realizaram expedições durante o século XVI em busca de “El Dorado”, a mitológica cidade de ouro.

Em 1541, após ser declarado governador de Quito, no Equador, o espanhol Gonzalo Pizarro usou de seu poder e mandou construir vários barcos, juntou sua tropa e com a ajuda do seu tenente, Francisco de Orellana, partiu com o objetivo de achar a cidade de El Dorado.

Depois de meses de viagem e tendo cruzado praticamente toda a Cordilheira dos Andes, Pizarro percebeu que sua busca não iria render em nada e então mudou de direção voltando para o norte. Enquanto isso, a expedição de Orellana seguiu outro caminho.

Vindo do Peru pelos rios, no dia 13 de fevereiro de 1542, Francisco de Orellana chegou ao Rio Amazonas, que naquela época ele próprio batizou de… Río de Orellana! No entanto esse nome logo mudaria.

Rio Amazonas

No dia 24 de junho daquele ano, os espanhóis entraram em contato com as Icamiabas, índias guerreiras que atacaram e expulsaram os espanhóis. Para estes europeus, as indígenas eram as amazonas, mulheres guerreiras da mitologia grega, e por isso, o rio recebeu o nome que possui até hoje, Amazonas.

“Nós mesmos vimos essas mulheres lutando como líderes femininas na linha de frente de todos os índios. As mulheres são muito claras e altas e usam cabelos compridos que trançaram e enrolaram em torno de suas cabeças. Eles são muito fortes e ficam completamente nuas, mas suas partes púbicas estão cobertas.” (CARVAJAL, 1992.)

Os espanhóis fugiram e no dia 26 de agosto de 1542 chegaram ao delta do Rio Amazonas. Seguiram, posteriormente, a Trinidad, porto espanhol mais próximo localizado na atual Venezuela. Os detalhes dessa aventura foram registradas pelo Frei Gaspar de Carvajal em sua  Relación del nuevo descubrimiento  del famoso Rio Grande de las Amazonas”.

A história das Icamiabas inspirou uma série de curtas-metragens animados feitos no Pará. (Vídeo acima)

Francisco Orellana foi o primeiro europeu a chegar ao Amazonas e essa história nos remete à maneira como os europeus buscavam entender o novo continente e seus habitantes. Partindo de suas referências culturais e de seus anseios econômicos, o continente americano pouco a pouco se tornou o novo lar de antigos mitos e lendas como a da cidade de El Dorado assim como das guerreiras amazonas. Dessa forma, Yara Flor também pode ser lida como uma personagem que nos remete a visão estrangeira que busca compreender a realidade do “Novo Mundo”.

FONTES:

CARVAJAL, Gaspar de. Relatório do novo descobrimento do famoso Rio Grande descoberto pelo capitão Francisco Orellana. Rio de Janeiro: Scritta, 1992.

https://ensinarhistoriajoelza.com.br/linha-do-tempo/francisco-orellana-chega-ao-rio-amazonas/ – Blog: Ensinar História – Joelza Ester Domingues

https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/almanaque/por-uma-mudanca-de-rota-francisco-de-orellana-encontrou-o-rio-amazonas-ha-478-anos.phtml