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    Lanterna Verde | Nova edição será lançada em abril com novos quadrinistas e Lanternas na equipe

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    No mês passado, a DC anunciou que o escritor Geoffrey Thorne (Verdade & Justiça) continuaria com seu trabalho a partir de “Future State: Green Lantern” e lançaria uma nova série do Lanterna Verde em abril, e agora sabemos que Thorne se juntará ao artista Dexter Soy (Batman & the Outsiders).

    A nova série será lançada no dia 6 de abril como parte da nova iniciativa ‘Infinite Frontier’ da DC e será estrelada por John Stewart, mas também contará com novas adições à mitologia do Lanterna Verde, incluindo Sojourner ‘Jo’ Mullein e a Keli Quintela.

    “Os recém-formados Planetas Unidos e os Guardiões do Universo realizam uma cúpula intergaláctica para decidir quem pode melhor servir e proteger o cosmo do perigo”, diz a descrição da DC. “Com a maioria dos Lanternas Verdes chamados de volta a Oa, John Stewart chega ao lado da Lanterna adolescente Keli Quintela, com uma luva que pode ser uma das armas mais poderosas e instáveis do universo. Com toda a paisagem do universo em fluxo, é este o fim da Tropa dos Lanternas Verdes… ou um novo começo…”

    A editora está prometendo a adição da Lanterna de Far Sector mais tarde na série.

    “À medida que a nova série Lanterna Verde progride, Jo Mullein se junta a Tropa para descobrir por que a Bateria Central explodiu. Jo e Keli estão no caso — elas são as melhores Lanternas do mundo?? O que essa dupla dinâmica vai descobrir enquanto investigam!?”

    Criado pelo escritor N.K. Jemisin e pelo artista Jamal Campbell, Jo Mullein é a Lanterna Verde no centro da série limitada Far Sector, lançada como parte do selo ‘Young Animal’ de Gerard Way.

    Jo vai “atravessar” com a DCU mais central primeiro em janeiro e fevereiro do Futuro Estado, onde ela representará o Corpo na futura Liga da Justiça.

    Quanto a Lanterna adolescente, Keli Quintela de 11 anos, ela conseguiu construir uma luva que hackeia a bateria principal de Oa, dando-lhe poderes semelhantes a de um Lanterna Verde sem o conhecimento dos Guardiões – tudo na sala de estar de sua mãe, em La Paz na Bolívia.

    Criado pelo escritor Brian Michael Bendis e pelo artista Patrick Gleason, Keli foi um membro-chave do recente reboot de Justiça Jovem. E um personagem notável não mencionado pela DC ou visto na capa desta edição é Hal Jordan, é claro, devemos ficar de olho pois novidades envolvendo o personagem podem surgir em breve.

    Lanterna Verde #1, com lançamento nos EUA em abril, contará com uma capa de Bernard Chang, além de uma variante de Bryan Hitch.

    Via: [Newsarama]

    Batman & Scooby-Doo Mysteries | DC anuncia nova série do Batman co-estrelada por Scooby-Doo

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    Batman e a Mistérios S.A estão se unindo em uma nova série digital intitulada Batman & Scooby-Doo Mysteries.

    Os escritores Ivan Cohen e Sholly Fisch ao lado dos artistas Dario Brizuela e Randy Elliott serão os responsáveis pelo primeiro capítulo digital, começando no dia 27 de março. O Cavaleiro das Trevas, Scooby-Doo e os membros da Mistério S.A (Salsicha, Velma, Daphne e Fred) vão estrelar 24 capítulos digitais, que serão coletados em 12 edições impressas com lançamento previsto a partir do dia 13 de abril nos EUA.

    Confira a sinopse das duas primeiras histórias:

    • Na história inicial de Ivan Cohen e Dario Brizuela — uma aventura em que Batman descobre que suas luvas roxas originais desapareceram —, Velma, Salsicha e Scooby-Doo viajam de volta no tempo para a era do Ano Um do Batman para resolver o caso! Será que este roubo com viagem temporal terá um final feliz? Batman & Scooby-Doo Mysteries #1, “Glove Story”, escrito por Ivan Cohen com arte e capa de Dario Brizuela, começa com o primeiro de dois capítulos da DC Digital First no dia 27 de março, seguido de uma edição impressa que coleta a mesma história no dia 13 de abril.
    • E para continuar a tradição do Scooby-Doo estabelecida em mais de cem capítulos de Scooby-Doo Team-Up, no segundo capítulo de Batman & Scooby-Doo Mysteries, o escritor Sholly Fisch e o artista Randy Elliott têm Scooby-Doo e Batman se juntando para resolver o mistério de um fantasma que está assombrando a Batcaverna! Mesmo que o fantasma se revele falso, isso ainda não resolve o verdadeiro mistério: como alguém entrou na Batcaverna para encenar esse fantasma falso — e isso significa que os inimigos do Batman descobriram o segredo de sua verdadeira identidade?! Batman & Scooby-Doo Mysteries #2, “Going Bats”, escrito por Sholly Fisch e com arte e capa de Randy Elliott será lançado em formato digital no dia 24 de abril.

    Batman & Scooby-Doo Mysteries #1 será lançado de forma digital no dia 27 de março.

    Via: [DC].

    Batman | Ben Affleck comenta sobre o retorno do personagem nos cinemas e seu combate para vencer o alcoolismo

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    O ator Ben Affleck assumirá mais uma vez o manto de Homem-Morcego no filme “The Flash” para 2022. Em entrevista ao THR, ele revela o seu sentimento sobre esse retorno.

    “Eu fiz o Batman porque queria fazer isso pelos meus filhos.”, explica Affleck, que concordou em vestir o uniforme mais uma vez no The Flash. “Eu queria fazer algo que meus filhos adorariam. Quero dizer, meus filhos não viram Argo. Ele continua, “Zack [Snyder] queria fazer uma versão da graphic novel do Frank Miller, “Dark Knight”, que é uma versão muito boa disso.

    Infelizmente, há muitas razões pelas quais as coisas saem do jeito que fazem no cinema, e só porque seu rosto está no pôster não significa que você está ditando todas essas coisas – e mesmo se estivesse, ficariam bem.” Ele acrescenta: “Usei o uniforme na festa de aniversário do meu filho, algo que valeu cada momento de sofrimento em Liga da Justiça.”

    Affleck continua:

    “Comecei a beber demais na época da Liga da Justiça, e é uma coisa difícil de enfrentar e lidar. Estou sóbrio há algum tempo, e me sinto muito bem – tão saudável e bem como já me senti. E o processo de recuperação do alcoolismo tem sido realmente instrutivo. Eu acho que é ótimo para as pessoas que não são alcoólatras, sabe? Tipo, “Seja honesto. Tenha integridade. Assuma a responsabilidade. Ajude outras pessoas. É um bom conjunto de coisas que eles ensinam a você. Levei um pouco de tempo para perceber – eu tive alguns deslizes, como a maioria das pessoas – mas eu me sinto muito bem. Se você soubesse quantos atores, diretores e escritores eram alcoólatras ou compulsivos de alguma forma – quero dizer, é a coisa mais comum do mundo em Hollywood. Trabalhei com atores que apareceram bêbados! E não fui eu. Eu bebi, tipo, sozinho na minha sala de estar e apenas desmaiei, como, com uísque. Mas eu fiquei sóbrio.”

    Ben Afleck retornará em ‘Liga da Justiça Snyder Cut’, que será lançado em março no streaming HBO Max.

    Robin | Personagem ganhará uma série solo nos quadrinhos

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    Em março, a DC iniciará oficialmente “Infinite Frontier”, uma nova iniciativa editorial que apresentará uma série de diferentes personagens e conceitos envolvendo todo o universo DC. Nesta quinta-feira (14/01), a DC anunciou uma nova série em curso envolvendo Damian Wayne/Robin. A série ‘Robin’ terá a frente o escritor Joshua Williamson (The Flash, Future State: Justice League, Infinite Frontier) e o artista Gleb Melnikov (Mulher Maravilha, Batman/Superman Anual).

    “Agora que Damian Wayne cortou seus laços com o Batman e os Jovens Titãs, ele estará emergindo sob suas sombras para forjar seu próprio caminho.”, diz a descrição da DC.

    “Sendo um grande fã de Damian Wayne, estou muito animado em levá-lo de volta em uma jornada de herói. Gleb é o artista perfeito para contar essa história enquanto mostramos aos leitores o crescimento de Damian, em uma nova aventura que navega em seu legado, suas conexões com Batman, Talia Al Ghul e inicia uma história importante no Universo DC.” disse Williamson em um comunicado.

    Antes do lançamento desta nova série do Robin, Williamson e Melnikov estarão contribuindo com histórias de apoio para as edições de março das principais HQ’s do Batman – ‘Batman #106′ e ‘Detective Comics #1034′. A história de backup “prequel” em duas partes, mostrará Damian ficando cara a cara com sua mãe, Talia al Ghul, depois de deixar o Batman para trás.

    A primeira edição será lançada nos EUA no dia 27 de abril.

    Via: [ComicBook].

    The Next Batman: Second Son | John Ridley continuará escrevendo as aventuras de Tim Fox em uma nova minissérie digital

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    No atual evento da DC, “Future State”, Tim Fox assumiu o manto de Cavaleiro das Trevas. Seu caminho para se tornar o Batman agora será contado em uma minissérie digital em continuidade intitulada ‘The Next Batman: Second Son’.

    Estreando no dia 23 de fevereiro, os 12 capítulos de “The Next Batman: Second Son” será escrito por John Ridley, e acompanhado por uma nova equipe de arte com Tony Akins, Travel Foreman e Mark Morales.

    “Agora que o mundo sabe que Tim Fox está por trás da máscara lutando contra o Magistrado em Gotham City, qual é a verdade por trás de sua origem e sua conexão com o atual Universo DC?”, diz o anúncio da DC. “… esta minissérie responde as perguntas por trás do distanciamento de Tim e Lucius Fox e do resto da família Fox além da sua evolução de um homem misterioso para o mais novo guardião de Gotham.”

    O capítulo #1 de ‘The Next Batman: Second Son’ estará à venda digitalmente no dia 23 de fevereiro, com os 11 capítulos subsequentes lançados de forma semanal. A edição será lançada nas lojas de quadrinhos dos EUA no dia 6 de abril deste ano.

    Via: [Newsarama].

    Mulher-Maravilha 1984 | Atletas profissionais participaram das gravações do filme

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    O filme Mulher-Maravilha 1984, que segue em cartaz nos cinemas brasileiros e é protagonizado pela atriz Gal Gadot, reúne em seu elenco atletas internacionais, responsáveis pelas impressionantes cenas dos jogos entre as amazonas.

    Na sequência de abertura do filme — os Jogos das Amazonas, que acontecem na ilha de Temiscira — foram escaladas 242 profissionais, entre atrizes, dublês, atletas e cavaleiras de todo o mundo para atuarem como amazonas. O grupo passou por um rigoroso processo de treinamento. Ao longo do filme, 38 dublês femininas participaram das muitas sequências de luta e ação coreografadas pelo coordenador de dublês Rob Inch e sua equipe.

    Uma das principais celebridades, especialista em esportes e fitness do Reino Unido, a atleta de classe mundial, especializada em salto em distância, Jenny Pacey integra o elenco do filme. Atualmente, a celebridade personal trainer é embaixadora de marcas, palestrante motivacional, escritora e modelo internacional.

    A britânica Moe Sasegbon, graduada em fisioterapia pela Sheffield Hallam University, no Reino Unido, iniciou sua vida esportiva aos 9 anos. Moe pratica salto em altura e fez sua primeira estreia competitiva pela Nigéria no 11º All African Games, realizado em 2015, em Brazzaville, na República do Congo.

    A saltadora britânica Jade Johnson também é uma das amazonas escaladas. Jade representou a Grã-Bretanha nos Jogos Olímpicos de 2004 e 2008. Ela ficou em quarto lugar no Campeonato Mundial de Atletismo de 2003 e foi medalhista de prata nos Jogos da Commonwealth de 2002 e em sétimo lugar na prova de salto em distância dos Jogos de Pequim 2008.

    Jessie Graff, dublê esportista, também está no elenco das amazonas. A atleta ganhou destaque no programa americano American Ninja Wirror – competição de entretenimento esportivo norte-americana que apresenta centenas de competidores tentando completar uma série de pistas de obstáculos de dificuldade crescente em várias cidades dos Estados Unidos, na esperança de avançar para as finais nacionais na Las Vegas Strip e se tornar o “American Ninja Warrior” da temporada.

    Outra atleta selecionada para o filme foi Dayna Grant. Nascida na Nova Zelândia, Dayna possui diversas habilidades como nado, acrobacia, ginástica, e tem forte domínio com esportes envolvendo cavalos.

    O grupo das fortes amazonas também conta com as atrizes Brontë Lavine, Briony Scarlett e Miranda Chambers. “Tenho compaixão por cada personagem deste filme, pelo que eles estão enfrentando por causa do que sentem que está faltando em suas vidas, porque acho que todos podemos nos identificar com isso. Tantas vezes nossos super-heróis enfrentam dilemas morais que não os conectam à história real do filme, e eu adorei o desafio de fazer isso com a Mulher-Maravilha”, afirma a diretora Patty Jenkins.

    Texto: Assessoria de Imprensa Warner Bros.

    Batman: Três Coringas | Desenhista da edição, Jason Fabok, comenta que atualmente a DC Comics é mal administrada

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    Jason Fabok, o desenhista que trabalhou ao lado de Geoff Johns na edição “Batman: Três Coringas” -a HQ mais vendida de 2020- soltou o verbo sobre a situação atual da DC Comics. Ambos estavam trabalhando em uma sequência desta série do Homem Morcego, mas parece que os fãs terão que esperar.

    “Trabalho para a DC há 10 anos e a maior parte disso foi quando a empresa era administrada como uma máquina bem lubrificada com uma liderança que amava seus criadores e confiava neles. Não era perfeito, mas havia um senso de confiança e uma vontade de ouvir ideias. Quando digo que a empresa está mal administrada, é porque eu a vi correr bem… por anos. Eu amo a DC com uma paixão e quero que ela tenha sucesso. Mas agora, eu não acho que está sendo bem dirigida. E tudo bem dizer isso. Muitas pessoas que trabalham lá estão dizendo o mesmo. Para começar, eles demitiram quase todos para quem trabalhei na empresa, mesmo que muitos deles sejam apaixonados pelos livros e não merecessem ir. Tudo bem ser sincero e falar as coisas. Não sou empregado e nem cego ao fato de que a propriedade pode tomar más decisões. Tive que fazer uma escolha e trabalhar com alguém que queria meus serviços. E está tudo bem. Quando chegar a hora eu volto e produzo mais para DC e darei tudo de mim. Geoff e eu já temos muitas histórias. Mas as coisas vão mudar muito nos quadrinhos e você tem que fazer movimentos para o seu futuro.” disse Fabok, conforme apura o Bleeding Cool.

    O desenhista comentou sobre seus projetos pessoais, revelando que seu trabalho na DC era ‘forçado’.

    “[…] Muitas das coisas anteriores eram trabalhos rápidos e forçados para DC, o que eu odiava. Agora, eu posso fazer o que eu quero com o meu tempo e posso me concentrar em livros que eu realmente quero desenhar.”.

    Depois de todas essas declarações, a continuação de “Batman: Três Coringas” entrou para a geladeira de vez.

    Mulher-Maravilha 1984 | Warner Bros. submete produção para consideração em categorias no Oscar, incluindo melhor filme

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    A Warner Bros. submeteu Mulher-Maravilha 1984 para consideração em todas as categorias da premiação da 93º edição do Oscar, incluindo Melhor Filme e Melhor Atriz para Gal Gadot.

    O estúdio pede aos membros da Academia que considerem da produção para Melhor Filme em nome de vários indicados, incluindo os produtores Deborah e Zack Snyder, Melhor Diretor para Jenkins, e Melhor Roteiro Adaptado para Patty Jenkins, Geoff Johns e Dave Callaham.

    Submetidas a consideração nas categorias de atuação estão Gal Gadot para Melhor Atriz; Kristen Wiig, Robin Wright e Connie Nielsen para Melhor Atriz Coadjuvante; e Chris Pine e Pedro Pascal para Melhor Ator Coadjuvante. Outras campanhas para sua consideração incluem Melhor Fotografia (Matthew Jensen, ASC); Melhor Edição de Filme (Richard Pearson, ACE); Melhor Figurino (Lindy Hemming); e Melhor Trilha Sonora (Hans Zimmer).

    No ano passado, Coringa recebeu a indicação de Melhor Filme, tornando-se o primeiro filme da DC a concorrer ao prêmio máximo da Academia. Coringa liderou as indicações com 11 ao todo, conquistando duas estátuetas; para o protagonista Joaquin Phoenix e a compositora Hildur Guðnadóttir.

    ‘Esquadrão Suicida’ de 2016 é a única produção do Universo Estendido dos Cinemas da DC a ganhar um Oscar, levando para casa o Oscar de Melhor Maquiagem e Penteado.

    Via: [ComicBook].

    Critics Choice Super Awards 2021 | Produções da DC faturam três prêmios no evento

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    Produções da DC Comics faturaram 3 prêmios no Critics Choice Super Awards 2021. A DC marcou presença na premiação com 18 indicações. Confira os vencedores abaixo:

    Ewan McGregor vence o prêmio de “Melhor Ator em Filme de Super-Heróis” por sua participação em Aves de Rapina.

    Melhor Ator em Filme de Super-Herói:

    Skylar Astin – Secret Society of Second-Born Royals (Disney+)
    Jim Carrey – Sonic The Hedgehog (Paramount)
    Chiwetel Ejiofor – The Old Guard (Netflix)
    Ewan McGregor – Birds of Prey (Warner Bros.)
    Ben Schwartz – Sonic The Hedgehog (Paramount)

    Margot Robbie vence o prêmio de “Melhor Atriz em Filme de Super-Heróis” também por sua participação em Aves de Rapina.

    Melhor Atriz em Filme de Super-Herói:

    Kiki Layne – The Old Guard (Netflix)
    Peyton Elizabeth Lee – Secret Society of Second-Born Royals (Disney+)
    Margot Robbie – Birds of Prey (Warner Bros)
    Jurnee Smollett – Birds of Prey (Warner Bros)
    Charlize Theron – The Old Guard (Netflix)

    Kaley Cuoco leva para casa o Critic’s Choice Super Awards de “Melhor Atriz de Voz em Série de Animação” por seu trabalho em ‘Harley Quinn’.

    Melhor Atriz de Voz em Série Animada:

    Kaley Cuoco – Harley Quinn (HBO Max)
    Tawny Newsome – Star Trek: Lower Decks (CBS All Access)
    Maya Rudolph – Big Mouth (Netflix)
    Amy Sedaris – BoJack Horseman (Netflix)
    Aisha Tyler – Archer (FXX)
    Jessica Walter – Archer (FXX)

    Confira a lista completa dos vencedores -neste link-.

    #EspecialCrises | Crise nas Infinitas Terras: O primeiro fim do mundo

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    Inicia hoje um novo especial aqui no Terraverso. Semanalmente vamos revisitar todas as crises da editora até a última, que ocorre nas recentes publicações de ‘Noites de Trevas: Death Metal”.

    Já faz algum tempo que eu acompanho o recente Multiverso Sombrio. As infinitas possibilidades negativas é um conceito novo que me agrada em muitos aspectos, principalmente por ser um entusiasta de sempre evoluir os conceitos que definimos como base do nosso conhecimento como leitores da DC. Desta nova abordagem sobre o multiverso, surgiram duas histórias que atualmente estão ditando os rumos da editora no aspecto criativo, o que me agrada muito pois precisamos finalmente dar um passo em direção ao futuro de ‘Noites de Trevas: Metal’ e sua sequência intitulada ‘Death Metal’.

    Ambas são escritas por Scott Snyder e o roteirista trabalha de forma inteligente o conhecimento prévio que temos sobre os grandes eventos cósmicos, conhecidos pelos leitores como CRISES e, para poder falar do que significa Death Metal, precisamos  falar inicialmente destas Crises que moldaram a atual realidade e, por coincidência, a primeira dela tinha como sua principal missão organizar o universo DC,  que já possuía mais de uma versão com diversos personagens.

    O primeiro contato entre duas versões diferentes do mesmo personagem foi na história “Flash de Dois Mundos”, de 1961,  envolvendo os velocistas Barry Allen e Jay Garrick e assim estabelecendo que haviam duas versões da Terra, uma em que residia os heróis da Era de Ouro e outra para os heróis da Era de Prata. Na história escrita por Gardner Fox, os velocistas eram capazes de fazer a passagem entre estas versões por vibrarem na mesma frequência das Terras paralelas. Este conceito que passou a ser chamado de Multiverso sendo a pedra fundamental para o futuro da DC, tendo ciência de que haviam infinitas versões de mundos que não eram contados apenas em números como a Terra 3 por exemplo. Planetas e realidades que eram dominadas por vilões, também poderiam ser divididas por letras, como por exemplo a Terra X e a Terra Prime.

    Essas versões de diferentes Terras acabam no ano de 1985 quando Marv Wolfman teve a tarefa de unificar tudo em apenas uma única Terra, assim escrevendo ‘Crise nas Infinitas Terras’. O roteirista teve a colaboração de George Perez nas ilustrações e o enredo pode ser considerado como o primeiro fim do mundo do universo DC.

    A história contada pela perspectiva de diversos personagens é sobre a destruição de infinitos universos por uma onda sem fim de anti-matéria. Para o leitor não fica muito claro o início, sobre quem esta fazendo isso e as razões pelas quais o vilão está destruindo tudo, mas na edição é possível ver como é angustiante para todos, tanto heróis como vilões, vendo o mundo acabar sem ter a possibilidade de protege-lo como se deve.

    Um dos protagonistas desta primeira crise é o Monitor, que apareceu pela primeira vez na edição “New Teen Titans”, de 1982,  sendo retratado como um cientista que possui conhecimento e acesso as infinitas Terras, como o responsável por reunir heróis de diferentes mundos e períodos para evitar a onda de destruição.

    Para esta tarefa, ele conta com a ajuda da Precursora, que recebeu seus poderes cósmicos para trafegar de mundo a mundo encontrando os escolhidos. Apesar do papel de heroína, a personagem também acaba  sendo corrompida pelo inimigo e assim sendo a responsável pela morte do Monitor, tomando para si a tarefa de seguir com sua luta ao lado de Alexander Luthor Jr e o Paria.

    Falando em Alexander Luthor Jr ele é um dos últimos sobreviventes da Terra 3, que foi enviado para a primeira Terra sendo salvo pelos seus pais da onda de anti-matéria, se tornando um dos responsáveis em parar o Anti-Monitor em sua jornada de destruição. Em sua viagem, as células de seu corpo se tornaram uma mistura da matéria positiva e anti-matéria, permitindo que pudesse ter muitos poderes, dentre eles abrir portais para outras dimensões como visto na conclusão da história, salvando a si, Lois Lane, o Superman da Terra 2 e o Superboy Prime.

    A figura do Paria considero como uma referência ao mito da caixa de Pandora, mas neste caso, a busca pelo saber supremo libertou o mal infinito e assim se deu a criação tanto do Monitor como do Anti-Monitor e a luta em que um deve destruir o outro. Por seu pecado, ele é condenado a vagar por todas as Terras que foram destruídas e a sua chegada em cada mundo era o sinal de que o fim estava próximo. Se pensarmos de uma forma mais ampla, o seu papel nesta história é muito semelhante ao de um anjo do apocalipse, afinal, este era o fim do multiverso DC como conhecemos, em que sua chegada era o prelúdio do fim. Em seu arco pessoal, ele consegue se libertar de sua maldição se tornando importante para os heróis durante a batalha.

    Crise nas Infinitas Terras é marcada por muitas mortes, mas em especial uma que ficou famosa ao longo dos anos, o sacrifício da Supergirl que existia no pré-crise e lutou com todas as suas forças contra o Anti-Monitor para poder destruir seu corpo o suficiente para que os heróis pudessem vencer.

    A morte de sua prima foi tão devastadora para o Superman da Terra 1, que tudo que o herói símbolo da esperança no universo DC pode fazer foi pega-la em seus braços e lamentar.

    Outro herói querido que se foi nesta crise é Barry Allen, o Flash que surge na trama em alguns momentos para avisar que o fim estava chegando. Podemos considerar ele como a primeira vítima do ataque do Anti-Monitor ao Multiverso de matéria positiva, ao ser sequestrado com a ajuda do Pirata Psíquico, e graças ao seu sacrifício, os planos do vilão são arruinados. O destino do velocista é selado e tudo que é visto na história de fato são reflexos da sua velocidade, que partiu avisando heróis como o Batman. Aliás, nesta história o único que ainda tinha memórias da linha do tempo original sobre Multiverso é o vilão que serviu o destruidor de mundos.

    O fim do evento é o restabelecimento da história com a existência de uma única versão da Terra, com um grande grupo de heróis após uma batalha épica na aurora dos tempos, reescrevendo assim o início do universo.

    Por este motivo, muitos acontecimentos que eram considerados parte oficial da história da DC deixaram de ser relevantes, destacando o Superman como o único sobrevivente de Krypton e apagando a existência da Supergirl,  a história da Mulher-Maravilha ter sido recontada de outra forma, assim como a morte da equipe de soldados conhecida como ‘Os Perdedores’ e a chegada de Braniac como vilão na Terra.

    Essa história é um marco para grandes eventos dos quadrinhos que inspirou outras editoras a fazerem as suas versões deste tipo de jornada, inclusive sendo adaptada para o universo de séries da DC na TV, o Arrowverso, reunindo toda a história emo uma versão live action destas infinitas possibilidades.

    Crise nas Infinitas Terras tinha como o objetivo reestruturar o conjunto de narrativas que formava o universo DC e trazer novos leitores para um universo único e linear, porém o trabalho feito por Mark Wolfman e George Perez foi muito além disso e não se tornou apenas uma história que funciona como um reboot, mas um grande evento que movimentou este universo de grandes heróis e uma base para que outras grandes histórias de grande escala pudessem surgir no futuro. Para que isso acontecesse, muitos mundos caíram para que somente um universo de heróis fosse construído.