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    32º Glaad Media Awards | DC concorre em seis categorias em reconhecida premiação anual LGBTQ

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    Seis produções da DC foram indicadas no 32º Glaad Media Awards. Desde sua criação, em 1990, o GLAAD Media Awards tornou-se a mais visível premiação anual LGBTQ do mundo, enviando poderosas mensagens de aceitação ao público de forma global. Confira as categorias e concorrentes da DC:

    MELHOR SÉRIE DE DRAMA

    9-1-1: Lone Star (FOX)
    Killing Eve (BBC America)
    P-Valley (Starz)
    Ratched (Netflix)
    Star Trek: Discovery (CBS All Access)
    Supergirl (The CW)
    The Umbrella Academy (Netflix)
    Vida (Starz)
    The Wilds (Amazon)
    Wynonna Earp (Syfy)

    MELHOR HISTÓRIA EM QUADRINHOS

    EmpyreLords of Empyre: Emperor HulklingEmpyre: Aftermath Avengers, written by Al Ewing, Dan Slott, Chip Zdarsky, Anthony Oliveira (Marvel Comics)
    Far Sector, written by N.K. Jemisin (DC Comics)
    Guardians of the Galaxy, written by Al Ewing (Marvel Comics)
    Juliet Takes a Breath, written by Gabby Rivera (BOOM! Studios)
    Lois Lane, written by Greg Rucka (DC Comics)
    The Magic Fish, written by Trung Le Nguyen (Random House Graphic)
    Suicide Squad, written by Tom Taylor (DC Comics)
    Wynd, written by James Tynion IV (BOOM! Studios)
    X-Factor, written by Leah Williams (Marvel Comics)
    You Brought Me the Ocean, written by Alex Sanchez (DC Comics)

    SÉRIE DE COMÉDIA DE DESTAQUE

    Big Mouth (Netflix)
    Dead to Me (Netflix)
    Everything’s Gonna Be Okay (Freeform)
    Harley Quinn (HBO Max)
    Love, Victor (Hulu)
    Saved by the Bell (Peacock)
    Schitt’s Creek (Pop)
    Sex Education (Netflix)
    Superstore (NBC)
    Twenties (BET)

    Confira a lista completa de todos os indicados -neste link-. Os premiados serão anunciados durante uma cerimônia virtual marcada para abril de 2021.

    Batman e Robin e Howard | DC anuncia nova graphic novel para o público infantil

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    As edições para o público jovem tem sido um dos pontos fortes da linha editorial da DC há algum tempo, e a mais nova adição à linha é “Batman e Robin e Howard”, escrita e ilustrada por Jeffrey Brown. Brown é autor best-seller do New York Times com ‘The Academy Jedi’ e da série ‘Darth Vader and Son’.

    A trama apresenta uma história emocionante de um jovem Damian Wayne que está começando em uma nova escola depois de ser salvo pelo Batman quando um patrulhamento de rotina dá errado. Agora, ele deve se adaptar não só a ser o novo garoto da escola, mas também descobrir o que ser um garoto normal realmente significa para alguém que está tão acostumado a combater o crime em tempo integral.

    Ele tentará fazer amigos na Academia de Gotham, embora tenha certeza de que a escola e aqueles que vão lá não têm nada para ensiná-lo. Isso até ele conhecer Howard, o garoto mais inteligente e atlético da escola. A partir daí uma rivalidade começa, e isso pode levar a uma grande amizade para Damian. Confira a prévia:

    “Foi realmente emocionante ter a chance de fazer um livro com o Batman — um personagem do qual gostei de ver em tantas versões diferentes — mas acabou que o que eu gostei ainda mais foi escrever uma história que mostrasse o personagem do Robin, além de um simples ajudante. Eu queria tirar esses super-heróis de seu habitat um pouco, mostrar como eles podem lutar no mundo real como o resto de nós — ou talvez mostrar como o resto de nós pode ter um lado heroico também. E quando Robin conhece Howard, pensei que os leitores poderiam ver que uma rivalidade amigável pode ser melhor do que uma rivalidade, mas às vezes ser apenas amigo é o melhor.” disse Brown.

    Batman, Robin e Howard será lançado nos EUA no dia 9 de novembro deste ano.

    Via: [ComicBook].

    The Sandman | Revelado o elenco principal da série da Netflix

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    E finalmente temos o elenco principal da série ‘The Sandman’, de Neil Gaiman. A produção será lançada no streaming Netflix. Confira os nomes:

    Tom Strurridge será o protagonista da série, Sonho. Gwendoline Christie, de Game of Thrones será Lucifer, governante do Inferno. Charles Dance será Roderick Burgess, descrito como um mago charlatão e chantagista. Vivienne Achempong será Lucienne, uma bibliotecária guardiã de confiança do reino do Sonho. Boyd Holbrook será Corinthian, o pesadelo que escapou. Chaudhry e Sanjev Bhaskar serão Cain e Abel.

    The Sandman será uma série de drama, horror e fantasia. Produzida pela DC Comics e pela Netflix, ela tem a estreia dos seus primeiros 11 episódios programada ainda para 2021.

    Represent! | Nova série digital da DC destaca histórias reais e representatividade

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    A série da DC que aborda histórias reais e elementos de diversidade chamada Represent! retorna no dia 1º de fevereiro com a primeira de cinco novas histórias de 10 páginas sobre (e por) vozes sub representadas, “destacando histórias de pessoas fora do meio regular dos quadrinhos”, de acordo com a editora que tradicionalmente se destaca com narrativas de super-heróis.

    O segundo título de Represent! será uma história semiautobiográfica do apresentador do canal C-SPAN, Jesse J. Holland e ilustrada por Doug Braithwaite intitulada ‘Heritage’.

    “Heritage’ é baseada em uma fazenda do Mississippi de Holland, que está em sua família desde que seu primeiro ancestral foi libertado da escravidão – cuidada por seu avô e seu pai antes dele. Mas à medida que Jesse cresce e se torna um homem, ele fica inseguro se um pedaço de terra em Piney Woods e uma vida de cultivo do solo é seu verdadeiro destino. Mas o destino pode significar muito mais do que a terra e um trator …”

    Confira a prévia abaixo:

    As próximas histórias serão publicadas de forma digital semanalmente às segundas-feiras, até o dia 1º de março e contará com os escritores (as) Nadira Jamerson, Tara Robert, Dominike ‘Domo’ Stanton e ilustradores (as) Brittney Williams e Yancey Labat.

    Via: [Newsarama].

    Superman & Lois | Revelado o primeiro trailer da produção

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    A CW revelou o primeiro trailer da nova série do Universo DC no canal, ‘Superman & Lois’. Confira:

    A série é estrelada por Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch como Superman / Clark Kent e Lois Lane, enquanto criam seus filhos na cidade de Metropolis. Confira a sinopse:

    Em Superman & Lois, depois de anos enfrentando supervilões megalomaníacos, monstros que causaram estragos em Metropolis e invasores alienígenas com a intenção de acabar com a raça humana, o super-herói mais famoso do mundo, O Homem de Aço, conhecido como Clark Kent (Tyler Hoechlin) e a jornalista mais famosa dos quadrinhos, Lois Lane (Elizabeth Tulloch), se defrontam com um de seus maiores desafios de todos os tempos – lidar com todo o estresse, pressões e complexidades decorrentes dos pais que trabalham na sociedade contemporânea . Para complicar, o trabalho assustador de criar dois meninos: Clark e Lois também devem se preocupar se seus filhos Jonathan (Jordan Elsass) e Jordan (Alexander Garfin) poderiam herdar os poderes kryptonianos à medida que envelhecem.

    A série estreia no dia 23 de fevereiro na The CW.

    #EspecialCrises | Crise Infinita: O Multiverso como ele existe

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    E continuamos o caminho para chegar até ‘Noites das Trevas’, agora, encontrando o segundo nó que modificou o universo dos heróis novamente, porém, seguindo um caminho inverso as custas de personagens que haviam se tornado heróis e muitas outras surpresas que tornaram o universo DC novamente um Multiverso.

    O período pós-Crise é marcado por histórias em sua maioria mais sérias, nas quais a moral destes grandes heróis eram questionadas, aliás, se pensarmos bem, até mesmo a questão da mortalidade destes seres poderosos é colocada em cheque ao longo destes 18 anos em que tudo no universo DC acontecia somente em um único universo. Durante este período vimos o retorno da Mulher-Maravilha ao mundo dos homens em ‘Lendas (1986)’  um ano depois de sua história ser reescrita em Crise nas Infinitas Terras; o Homem de Aço caindo diante do Apocalypse em ‘A Morte do Superman (1992)’ e encarando as consequências desta luta; Hal Jordan de frente com a loucura em ‘Crepúsculo Esmeralda (1994)’  se tornando o terrível vilão Parallax até sua morte em ‘Noite Final (1996)’ e seu retorno como o Espectro em ‘Dia do Julgamento (1999)’; enquanto neste período, o mercenário Bane derrota o Batman e Bruce Wayne é substituído por Jean Paul Valley que utiliza de métodos violentos, assumindo o manto do Cavaleiro das Trevas até que o verdadeiro herói tomasse seu lugar de volta.

    Ainda neste período, acontecem os eventos de Zero Hora (1994), que modificou alguns detalhes do universo DC, Justiça Jovem/Titãs: Dia de Formatura (2003), temos a morte da Donna Troy e a equipe é dissolvida diante de tamanha tragédia e logo em seguida a maior crise de heroísmo do período; ‘Crise de Identidade (2004)’, inclusive, em nosso Clube de Leitura da Vovó Bondade debatemos esta obra – clique aqui – para vocês saber o que achamos desta história que caracteriza muito bem o período pós-Crise.

    Então no ano de 2005 se deu o início a segunda grande crise com algumas histórias que preparam para o evento e uma contagem regressiva anunciando a grandeza desta obra. Foram lançadas as minisséries ‘Projeto OMAC’ ( neste caso o acrônimo é Observational Meta-human Activity Construct ) com 6 edições e os tie-ins Action Comics #829; Adventures of Superman #641−643; Aquaman #35; Batgirl #66; Birds of Prey #80 e 82−83; Firestorm #18; JLA #122; JSA #76; Hawkman #46; Manhunter #13−14; Robin #143−144; Superman 217, 219, 220 e 222; e Wonder Woman #218−221, Guerra Rann- Tannagar com o mesmo número de edições, além de Dia de Vingança, Vilões Unidos e Contagem Regressiva para Crise Infinita, formando assim o cenário para que finalmente a Crise Infinita começasse. A saga é escrita por Geoff Johns e desenhada por George Perez.

    O ponto inicial do evento é a partir da morte de Ted Kord, o Besouro Azul, que sozinho investiga e descobre os planos de Max Lord e sua organização Cheque-Mate para vigiar os heróis utilizando o satélite Irmão Olho, desenvolvido pelo Batman. Porém, o vilão não teve um destino muito feliz ao ser assassinado pela Mulher-Maravilha quando tentou controlar o Superman. Este ato é gravado pelo satélite e transmitido para o mundo inteiro colocando toda a população do mundo contra os heróis. Enquanto a Trindade se reúne na estação especial da Liga da Justiça destruída, toda a desconfiança entre eles é exposta e assim, pela primeira vez em muito tempo, Batman, Superman e Mulher-Maravilha se separam. Este começo de Crise mostra como os heróis ainda sofrem com os eventos de Crise de Identidade, que deixou as relações entre os personagens da equipe muito abaladas, abrindo a brecha perfeita para que os grandes vilões da história colocassem seu plano em ação.

    No mundo da magia, o Espectro que no momento não tinha um hospedeiro é envenenado pelo vilão Eclipso, o fazendo acreditar que tudo que existe mágica era maligno. Assim, o anjo da vingança começa uma cruzada contra tudo que era místico no mundo fazendo vítimas como Madame Xanadu e a Família Shazam, matando o mago e destruindo a pedra da eternidade cujo os pedaços caíram em Gotham, espalhando os sete pecados capitais pela cidade. Os vilões são detidos por Nabu que perde sua vida mas consegue chamar a atenção do todo poderoso para os atos da entidade que acaba presa no corpo de Crispus Allen, que assume então o papel de Espectro.

    Em Crise Infinita, o universo inteiro está em completo caos graças aos planos de Alexander Luthor Jr. o único sobrevivente da Terra-3 e o Superboy Primordial que saíram da dimensão paraíso, graças a força do garoto de aço que literalmente quebrou a realidade com seus punhos, e assim moveram todas as peças para que se pudesse recriar uma torre feita dos restos mortais do Antimonitor na Terra. A ação foi capaz de recriar o Multiverso e encontrar a  Terra perfeita, apagando o universo pós-Crise, tudo por acreditarem que o esforço realizado por ambos e o Superman da Terra-2,  foi pela criação de um universo repleto de violência e corrupção. A dinâmica de todo o evento se passa pela crise do heroísmo em si, pois além do descrédito da humanidade, os heróis tem sua autoconfiança gravemente abalada. Nesta crise, o obstáculo não é apenas o inimigo mas também eles mesmos.

    E esta dinâmica não se passa apenas com os heróis de um universo único, mas aqueles que se sacrificaram também estão vivendo isolados em uma dimensão denominada de Paraíso. O Superman da Terra-2 e o Superboy Primordial passam por esta ambivalência, uma crise existencial por terem abdicado do mundo como conheciam por um universo que eles consideram falho diante da concepção de perfeição que existia em seus respectivos universos. Em um contraponto a essa dúvida, existe a Lois Lane da Terra-2  em sua idade avançada, mostrando estar em paz com o que houve e apenas desejando passar os seus últimos dias com seu amado Clark Kent, que não consegue lidar com a possibilidade de sua morte.

    Do meu ponto de vista, o personagem que mais simboliza esta queda para a corrupção e a violência é o Superboy Primordial, que em dado momento da história vai confrontar Conner Kent, o Superboy, por não estar fazendo nada diante de todo o caos que se espalhou pela Terra, levando ao confronto entre dois seres muito poderosos e custando a vida de muitos heróis dos Titãs, brutalmente assassinados pelo garoto de aço da Terra Primordial que perdeu totalmente o senso do que é o certo. Ele consegue ser parado pela união dos Flashs, prendendo o agora vilão na Força de Aceleração e posteriormente retornando com uma armadura inspirada na proteção usada pelo Antimonitor, alimentando seu corpo com energia solar o tempo todo.

    Os heróis se dividem em diversas frentes para que possam defender o que resta, destacando a coragem de Dick Grayson lutando pela sua cidade com todas as suas forças contra um grande grupo de vilões. No universo, Alexander Luthor começa seu experimento pegando as infinitas Terras e as mesclando em outras versões ou as destruindo a medida que procura um universo perfeito. Enquanto isso, na restituída Terra-2, Superman lamenta a morte de Lois Lane e confronta a sua versão do universo único até se dar conta que se uma Terra é perfeita ela não precisa do um Superman e, ao mesmo tempo que tudo isso acontece, uma equipe é reunida pelo Batman a procura pelo Irmão Olho para destrui-lo e colocar um fim no exército OMAC. Outro momento de tensão na história se dá quando o Batman sai de seus limites e ameaça matar Luthor com uma arma, após ferir gravemente Dick Grayson, mas ele acaba recuando graças a Mulher-Maravilha.

    O fim com a vitória dos heróis foi as custas de muitas vidas, e assim como já acontecia nesta nova era de histórias, todos saem feridos de alguma forma. Alexander Luthor Jr. é assassinado pelo Coringa em um ato de ciúmes por não permitirem a sua entrada na sociedade de vilões e o Superboy Primordial preso em um sol vermelho vigiado a todo momento pela Tropa dos Lanternas Verdes. A Trindade se escondeu do mundo seguindo assim suas vidas normais por algum tempo, trilhando caminhos que os tragam de volta ao verdadeiro sentido do heroísmo. O Superman da Terra-2 realiza um último grande ato de heroísmo ao confrontar um incontrolável Superboy Primordial e perder a sua vida na luta, causando muita tristeza principalmente para a Poderosa sendo a última heroína da Terra-2 na época.

    Os desdobramentos deste grande evento de 2005 foram contados na minissérie 52. Estes acontecimentos ocorreram nas 52 semanas que seguiram após a Trindade ter se afastado de suas respectivas carreiras como heróis e as histórias contadas focavam em personagens secundários como Gladiador Dourado, Renee Montoya, Homem Elástico, Homem Animal e Adão Negro, além de apresentar elementos narrativos que confirmam a existência do Multiverso novamente, agora contendo 52 versões diferentes da Terra.

    Crise Infinita não é apenas o retorno do Multiverso, mas um diálogo que os heróis acabam tendo com o próprio heroísmo, uma luta externa e interna moldando a mentalidade destes personagens para o futuro.

    Leia aqui o primeiro texto do especial, sobre ‘Crise nas Infinitas Terras’.

    Batwoman | Gotham tem uma nova heroína, mas ainda se pergunta sobre onde estaria Kate Kane

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    Antes de falar sobre a volta de Batwoman, devemos relembrar que após o fim do seu primeiro ano, a série enfrentou um grande desafio: a saída de Ruby Rose do elenco e com isso a contratação de uma nova atriz e a criação de uma nova personagem.

    Após a escalação de Javicia Leslie para encarnar a nova heroína de Gotham, no papel de Ryan Wilder, este humilde redator confessa que ficou com alguns (ou muitos) questionamentos na cabeça, entre eles: “se Kate e Alice tinham uma relação familiar e ao mesmo tempo de “gato e rato” como Ryan se encaixa nesta história?” e “por ser prima do Bruce, Kate tinha um ligação íntima e um legado de família para continuar, porém quais serão as motivações de Ryan Wilder?”. Apesar das várias perguntas que nós como audiência podemos ter, existe um questionamento que todos em Gotham estão fazendo: “O que aconteceu com Kate Kane?”. É justamente esta questão sem reposta que nomeia o episódio de estreia da segunda temporada.

    A segunda temporada da série estreou sem sabermos o que de fato aconteceu com Kate, mas já temos informações sobre quem é Ryan Wilder e alguns pontos merecem ser mencionados. Em seus primeiros minutos de tela, já somos apresentados à personagem de Javicia Leslie. Ela é uma mulher que passou por diversas dificuldades ao longo da vida e aos poucos tenta de reerguer, mesmo sem muito sucesso.

    Nas primeiras cenas ela prova que tem um lado “Batwoman” quando, antes de vestir o traje, protagoniza um breve momento heróico em uma situação em que muitos de nós certamente fugiriam assustados (eu por exemplo).

    O primeiro episódio cumpre com a função de nos dizer quem é Ryan Wilder e por qual motivo ela merece ser a nova Batwoman. Ela é uma pessoa que sempre lutou com as estatísticas, sendo uma mulher, negra, lésbica, órfã e ex-presidiária. Ryan está em busca de um recomeço, mas por ser ex-presidiária, não consegue um emprego fixo, devido ao preconceito com pessoas nesta situação, porém literalmente um novo propósito em sua vida acaba caindo do céu.

    O ritmo do episódio se mostrou acelerado, pois resolveu em pouco mais de 40 minutos diversos ganchos deixados pela temporada anterior, talvez isso se justifique pelo fato de que a direção esteja retirando do enredo pequenas histórias relacionadas à Kate Kane para introduzir novos desafios, conectados à vida de Ryan Wilder e até mesmo criando situações que justifiquem seu desejo de combater Alice.

    Assistir a volta de Batwoman me fez refletir sobre como alguém se torna e quem pode ser um super-herói. A própria Ryan se pergunta a mesma coisa e chega à conclusão de que ela nunca poderia ser, pois para ela, “usar o traje” não significava a mesma coisa que “assumí-lo”. Ao ler sobre a vida de Kate Kane, Ryan percebe que Kate não era uma heroína apenas quando vestia o traje, mas sem ele também. Esta cena faz um contraponto interessante, pois ao mesmo tempo vemos Mary Hamilton e Luke Fox investigando sobre quem era Ryan Wilder e descobrindo todas dificuldades que a nova vigilante de Gotham enfrentou, chegando à conclusão de que sim, ela pode ser uma heroína e tem motivações e competências para “assumir o traje” e continuar o legado da Batwoman.

    O enredo da série deixa claro que a cidade de Gotham sofre de uma “batdependência” e necessita de um vigilante. Se na primeira temporada Kate tinha o legado de seu primo Bruce Wayne para manter vivo, Ryan se apresenta como algo novo, pois ela não tem uma ligação pessoal nem familiar com a antiga heroína. Ela demonstra uma admiração por Kate e pela Batwoman, mas tem liberdade para agir de uma forma diferente, pois não tem a “obrigação” de agir como o Batman agia.  Como mostrado nos vídeos de divulgação ela definitivamente é “uma nova Batwoman”.

    O primeiro episódio da série cumpre com suas duas funções básicas, a primeira, obviamente é dar continuidade à história apresentada no primeiro ano e a segunda, e talvez a mais difícil de ser feita, apresentar uma nova heroína e fazer com que o público se conecte com ela.

    Gostaria de destacar a atuação de Javicia Leslie, que certamente se encaixou perfeitamente no papel. Além disso, é nítido que a atriz se divertiu ao longo das cenas. Outro ponto positivo foi o modo que Ryan foi introduzida na história e na vida de outros personagens, principalmente Mary e Luke.

    O episódio foi abordado a partir de dois fios condutores, o primeiro é a transformação de Ryan em Batwoman e o segundo é o luto da família Kane sem saber o que de fato aconteceu com Kate. Ele ainda vai dando pequenos detalhes sobre o que podemos esperar da temporada, como a menção sobre Sociedade da Face Falsa e uma nova pista sobre Safiyah Sohail e uma possível guerra chegando em Gotham, ligada à sua figura, como mencionado por Alice.

    O episódio mostrou que podemos esperar muitas referências a outros elementos do Cwverso. Confesso que perdi as contas de quantas vezes o nome de Kara Danvers, a Supergirl, foi citado e isso me deu esperança para um crossover. Some isto ao fato de “Whatever Happened to Kate Kane?  (O que aconteceu com Kate Kane em tradução livre” se encerra justamente deixando um gancho que envolve a kryptonita que está em posse da equipe da Batwoman desde a primeira temporada.

    Em resumo, Batwoman retornou com um episódio dinâmico, em que diversas situações da temporada passada são resolvidas e deixa novas histórias em aberto. Devo ainda mencionar que em alguns momentos ele lembra o primeiro episódio da série, pois se antes vimos Kate assumir sua identidade heróica após o Batman desaparecer, agora a história se repete com Ryan Wilder e o desaparecimento de Kate Kane. Além disso, a nova protagonista consegue se conectar com o público e sua introdução se encaixa perfeitamente no enredo.

    Respondendo às minhas perguntas iniciais, Ryan tem uma ligação com Alice e a motivação para se tornar a nova Batwoman foi muito bem justificada. O único ponto que pode atrapalhar é o fato dela ter que aprender a ser uma heroína, pois vingança e justiça são coisas completamente diferentes, mas isso não será um grande problema, pois temos Mary e Luke para ajudá-la.

    Por fim gostaria de deixar uma menção honrosa para uma “personagem” que nos ajuda a entender sobre a personalidade da protagonista e seus traumas anteriores, estou falando da planta que faz companhia para Ryan. Em diversos momentos a vemos conversando e interagindo com a plantinha, porém percebemos que quando ela troca confidências com ela, na realidade Ryan imagina que está conversando com sua mãe.

    Não digo que a estreia seja perfeita, porque deixa alguns personagens sem muito destaque, como é o caso de Alice, Sophie e Julia,  mas entendo que o foco era apresentar a nova heroína.

    Pelo desafio de trazer algo novo e garantir a continuidade de histórias já apresentadas, tendo como fio condutor o mistério envolvendo Kate Kane a estreia de Batwoman merece 50 Terras.

    Mulher-Maravilha 1984 | De metalúrgicos a alfaiates; Conheça profissionais que trabalharam nos figurinos do filme

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    O longa Mulher-Maravilha 1984, em cartaz nos cinemas brasileiros, é autêntico, rico e desafiador em seu figurino. Para recriar um visual encantador, vívido dos anos 1980 e provocar a sensação de imersão naquele tempo, a diretora Patty Jenkins recorreu à figurinista Lindy Hemming, à designer de produção Aline Bonetto e ao diretor de fotografia Matthew Jensen.

     “Patty decidiu que queria um figurino com mais vermelho, azul e dourado para a super-heroína, mais próximo de seu traje original dos quadrinhos, como se fosse uma joia para espelhar o período em que se passa o filme”, explica a figurinista.

    “Eu tinha 20 anos nos anos 1980, então me lembro da música, das cores, do punk. Encontramos tantas fotos incríveis que se tornaram um tesouro de informações para os sets e para os figurinos, além de ilustrar detalhes sobre como as pessoas estavam se comportando, como comiam, se sentavam, falavam ao telefone. São detalhes tão importantes e necessários”, diz Aline Bonetto.

    Para manter a continuidade com o primeiro filme, os figurinos e as armaduras das amazonas foram reutilizados, sobretudo nas cenas da Rainha Hipólita e da General Antíope. Novos trajes foram criados para a plateia e as competidoras dos Jogos das Amazonas.

    “Criamos um visual festivo para todas as torcedoras, em branco e dourado, para combinar com as cores-mestras do filme, com sete variações dos vestidos brancos e dez variações de couro dourado, o que permitiu diversas trocas e a aparência de individualidade do elenco”, explica Hemming.

    Já para as atletas foi criado figurino único que permitisse todos os movimentos necessários para cavalgar, escalar montanhas, correr pela floresta e nadar no mar.

    “Nossa ideia foi confeccionar um tecido que parecesse com couro, sendo lycra, e com ele, criar um body colado ao corpo, coberto por uma capa com brilho dourado, para novamente manter a sintonia com o tom dourado predominante dos Jogos das Amazonas”, afirma a figurinista.

    Transições para refletir as mudanças de Barbara Minerva, a Mulher- Leopardo, também aconteceram. Para a atriz Kristen Wiig, “Lindy e Patty formam uma grande equipe. Cada pequeno detalhe no guarda-roupa de Barbara é tão pensado, porque cada look é um símbolo de como ela está mudando – até mesmo sua segunda roupa, onde ela meio que tira a saia e faz sua camisa de vestido. De repente, ela parece bem, mas é por acidente”.

    Lindy Hemming não vestiu somente o elenco feminino. A Pedro Pascal coube usar figurinos que também expressassem o desejo de Max Lord de parecer um rico empresário. Numa das sequências mais divertidas do filme, há uma montagem de looks que o Steve Trevor de Chris Pine experimenta, e funciona como uma vitrine de opções de figurinos masculinos dos anos 1980. O ator, inclusive, achou o acessório principal de Steve, a pochete, tão útil, que comprou um para usar. “Na verdade, eu acabei ganhando a minha própria pochete, e usei-a constantemente enquanto estava pedalando por Washington, DC”, conta Chris Pine.

    No entanto, para os fãs, o verdadeiro destaque pode ser a Armadura de Ouro. O supervisor de figurinos, Dan Grace, ficou responsável pela produção da Armadura Dourada, que consumiu mais de um ano, com o trabalho de quarenta pessoas. O corpo do traje foi feito de poliuretano, para ser leve, composto de 93 peças, e 264 ‘penas’ individuais nas asas. Diferentes conjuntos de asas tiveram que ser feitos para diferentes poses, como ficar parado com as asas dobradas ou abertas em voo. Acabamos com cinco modelos e estilos diferentes de asas”. No total, 14 versões da Armadura Dourada tiveram que ser feitas para Gal e suas dublês.

    Ao todo, o departamento de figurinos de Lindy Hemming vestiu cerca de 2.850 figurantes durante as filmagens, com o apoio de mais de 100 equipes de guarda-roupa, e de 48 artistas de cabelo e maquiagem da equipe de Jan Sewell. A equipe contou com alfaiates, modelistas, designers de tecidos, especialistas em couro, metalúrgicos e fabricantes de joias e ainda vários outros especialistas.

    Texto: Assessoria de Imprensa Warner Bros.

    Liga da Justiça | Revelado os visuais da edição crossover com RWBY

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    A DC lançou sete desenhos de personagens dos membros da Liga da Justiça reimaginados para o universo animado de RWBY, como parte do primeiro título crossover “RWBY/Liga da Justiça”. A história contará com uma nova versão do Superman, Mulher-Maravilha e Batman que são residentes do universo da RWBY. Via: [Newsarama].

    RWBY é uma websérie de animação influenciada por animes criada por Monty Oum para a produtora Rooster Teeth Productions. A série é ambientada no mundo ficcional de Remnant, um mundo preenchido com as forças sobrenaturais.

    Veja abaixo os detalhes dos personagens:

    A edição será digital e foi revelada nas solicitações recém-lançadas da DC para abril de 2021.

    Sinopse:

    “O Universo DC e o mundo da RWBY colidem nesta nova minissérie! Descubra Bruce Wayne, Clark Kent e Diana Prince de Remnant e como o time de RWBY vem cara a cara com novas versões dos modelos de justiça da DC. Um novo Grimm está correndo desenfreado ao redor da ilha de Patch, e Ruby e Yang devem se juntar a um jovem fazendeiro para pará-lo! Enquanto isso, Blake conhece uma mulher misteriosa que apareceu em Menagerie, mas qual é o propósito dela? E por que ela age como se não tivesse estado em torno da sociedade moderna?” diz a solicitação da DC para ‘RWBY/Liga da Justiça #1.’

    Marguerite Bennett, que escreveu a série limitada RWBY 2019, retorna nesta edição – com a artista Aneke trabalhando ao seu lado. Mirka Andolfo, artista da RWBY de Bennett, seguiu para desenhar capas para o evento que terá sete edições.

    Isso faz parte de uma parceria mais ampla com a Rooster Teeth e a empresa-mãe da DC,  a WarnerMedia. A DC também produziu uma série de quadrinhos baseada em outro desenho animado, ‘Gen: Lock’.

    RWBY/Liga da Justiça‘ estreia como uma série semanal digital de 7 capítulos, iniciando no dia 9 de março. A partir do dia 27 de abril, a edição será lançada nos EUA no formato impresso e de forma regular, reunindo dois capítulos digitais por vez.

    Batman: The Dark Knight | O Homem Morcego vai a Europa em nova minissérie escrita por Tom Taylor e ilustrada por Andy Kubert

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    Tom Taylor tem provocado uma nova revelação na DC nos últimos dias, e agora finalmente sabemos o que ele está sugerindo, já que a DC acaba de anunciar uma nova minissérie do Batman. “Batman: The Dark Knight” será lançado no dia 13 de abril com o escritor Tom Taylor e o artista Andy Kubert a frente do projeto e será uma série limitada de seis edições que tira o Batman de Gotham City e o coloca em uma aventura no continente europeu.

    Ele também vai conseguir um novo parceiro para essa aventura, que é provocado como Knight ou Squire, e vai precisar de sua ajuda contra um novo vilão conhecido como Equilibrium.

    “Vou aproveitar qualquer chance de contar uma história do Batman a qualquer momento”, disse Taylor, “…mas me juntar a uma lenda como Andy Kubert para um conto do Batman é um sonho e uma honra. Tenho a estátua do Cavaleiro das Trevas de Andy na minha mesa, para que eu possa ver exatamente como seu Batman é maior que a vida.”

    “Essa série é uma visão diferente do personagem do que eu tinha feito antes”, disse Kubert. “Cada história que fiz com o Batman tem sido diferente no tom, e a arte assume uma vida própria como a história. Batman & Filho, O Que Aconteceu com o Cavaleiro das Trevas? e Cavaleiro das Trevas III- A Raça Superior, juntamente com Batman Flashpoint, tinham seu próprio olhar e sentimento para essa história em particular. Batman: The Dark Knight não é diferente.”

    As coisas começam quando um acidente de avião no Reino Unido apresenta as palavras “Batman 147”, e Bruce vai para a Europa para investigar a cena e descobrir o que tudo isso significa, o tempo todo se aproximando de um confronto com seu mais novo inimigo, Equilibrium.

    “O editor Ben Abernathy e Andy vieram até mim com uma ideia para um Batman cansado do mundo e deixando Gotham para ir a Europa.”, Taylor disse: “Eu imediatamente pensei nas grandes histórias que eu tinha lido de um Batman mais velho e cínico. Mas o desafio era encontrar o chamado para a aventura de um Batman que está um pouco mais cansado. Felizmente, eu já tinha algo na manga. Na verdade, apresentei uma ideia do Batman para Ben Abernathy em 2012 e, nove anos depois, conseguimos encontrar um lugar para isso em Batman: The Dark Knight. A ideia era tirar algo do Batman que ninguém nunca tentou tirar antes. E a partir disso, nasceu um novo e único vilão do Batman. É tudo sobre Equilibrium.

    Batman: The Dark Knight #1 chega às lojas de quadrinhos dos EUA no dia 13 de abril.

    Via: [ComicBook].