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Titãs | Fã recria trailer da série live-action com cenas da animação Jovens Titãs

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Depois que o trailer de Titãs foi divulgado, um fã muito criativo do grupo de heróis refez o trailer usando cenas da animação Jovens Titãs. O resultado ficou incrível demais!

Confira abaixo:

A série live-action Titãs tem previsão de estreia para o agosto deste ano, junto com o lançamento do serviço de streaming DC Universe.

O elenco de Titãs conta com Brenton Thwaites como Robin, Anna Diop como Estelar, Teagan Croft como Ravena, Ryan Potter como Mutano, Alan Ritchson como Rapina, e Minka Kelly como Columba.

The Death of Superman Lives | Documentário mostra por que você deveria parar de rir do Nicolas Cage vestido de Superman

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Você com certeza já deve ter visto por aí em algum lugar da internet: uma foto de Nicolas Cage, com cabelo na altura dos ombros, olhos semi-cerrados, vestindo o uniforme do Superman. Esse era um dos poucos registros que se tinha de Superman Lives, um projeto de filme cancelado que trazia o ator no papel do Último Filho de Krypton, com direção de Tim Burton e uma abordagem completamente diferente para um filme de super-herói – e não só para a já quase longínqua década de 90, mas até mesmo para os dias atuais. Superman Lives é, no mínimo, curioso. E é por isso que permaneceu vivo até hoje na imaginação do público, que só podia olhar para as fotos e vídeos dos testes de figurino de Cage e imaginar a grande tragédia que o longa seria. Mas… será que Superman Lives seria um fracasso mesmo? Será que uma foto é o suficiente para podermos tirar uma conclusão sobre o filme? Como Superman Lives nasceu? Como Superman Lives morreu? Qual a história por trás da história? O diretor John Schnepp reuniu essas e outras perguntas junto a sua admiração de fã para criar o documentário The Death of Superman Lives: What Happened, que tem a missão de entender mais sobre o famigerado projeto.

Confira algumas imagens conceituais do filme cancelado abaixo:

Em termos técnicos, The Death of Superman Lives não é um bom documentário. Seu formato não é muito bem estabelecido e sua filmagem não é muito inspirada. A direção e roteirização de Schnepp não consegue ser imparcial (e talvez nem queira). Também há uma necessidade muito grande de Schnepp de estar a todo momento em tela, aparecendo lado a lado de seus entrevistados, como se quisesse ter uma importância maior em uma história da qual não fez parte. Mesmo assim, o documentário é um must-see para qualquer fã de quadrinhos e para aqueles que querem entender mais sobre a indústria cinematográfica hollywoodiana. A pesquisa realizada por Schnepp e sua equipe conseguiu levantar novas e esclarecedoras informações sobre o projeto que, até então, era um completo mistério. E, justamente por suas falhas, acaba sendo um documentário acessível até mesmo para o espectador que não tem experiência (ou que tem preconceito) com este tipo de produção. Mas, o mais importante de tudo, The Death of Superman Lives se torna essencial para os fãs da DC Comics, que podem entender melhor passado, presente e futuro da Casa das Lendas no cinema.

E porque todo fã de DC precisa ver The Death of Superman Lives? Porque é um documentário esclarecedor e que nos possibilita entender as escolhas da Warner sobre os projetos da DC que levou ao cinema desde a década de 90 até os dias atuais, na construção do DCEU. E um dos grandes méritos do documentário é apresentar ao espectador o papel da figura do produtor de cinema, que ainda é uma incógnita na cabeça de muitos. Schnepp coloca a narrativa de Jon Peters, produtor responsável pelo projeto e que também esteve por trás de Batman de 1989 e Viagem Insólita, frente a de outros envolvidos no projeto como Kevin Smith, o diretor Tim Burton ou o artista de efeitos especiais Steve Johnson, para tentar extrair as verdades dos bastidores. Essa tentativa, porém, é falsa, já que Schnepp sabe exatamente o que quer mostrar e não se preocupa em deixar o espectador criar seu próprio ponto de vista. Isso fica bem evidente na sua forma de apresentar Jon Peters para o público. O documentário acaba colocando Peters como um antagonista, ressaltando o ridículo de sua forma de pensar, a sua antipatia e suas falhas de caráter. Há inclusive uma cena onde Peters precisa atender o telefone durante a entrevista e o diretor, em vez de cortar a cena, prefere deixá-la no documentário, além de beber água em sinal de “desconforto”. Completamente desnecessário. Algo que só nos faz duvidar do documentarista e acaba desconectando os espectadores mais justos.

E sabe o que é o pior de tudo? Schnepp não precisava ter pesado a mão. Se ele se preocupasse mais em mostrar verdadeiramente o material coletado não precisaria deturpar a narrativa para ridicularizar Peters. Já está tudo ali para o espectador. Logo no início já temos a dualidade das memórias de Peters e do primeiro roteirista do longa Kevin Smith, que conta quais foram as três solicitações feitas pelo produtor e pelos executivos da Warner. 1) Superman não pode usar seu uniforme clássico. 2) Superman não pode voar. 3) Superman precisa enfrentar uma aranha gigante no fim do filme (afinal, “aranhas são as criaturas mais perigosas da Terra”). Depois descobrimos que Superman Lives foi um título dado pelo próprio Smith, que achava o título anterior péssimo: Superman Returns (soa familiar?). Vamos aos poucos assistindo como Peter se apropria das ideias de Smith e o demite, partindo sozinho para o próximo passo já com um roteiro inicial e com a indicação de um nome para diretor: Tim Burton. O resto da equipe e os outros dois roteiristas de Superman Lives vão aparecendo ao longo do documentário, contando os prazeres e os desafios de se criar este novo mundo estabelecido. Principalmente os desafios – sendo Peters o maior deles. E o mais interessante é justamente entender as engrenagens da mente de Peters e dos executivos da Warner, que nos permitem montar uma outra linha de acontecimentos: a da história da DC/Warner nos cinemas. Quando somos apresentados a tudo que foi pensado para Superman Lives conseguimos ver porque o estúdio apostou em Superman Returns, anos mais tarde. Ou mesmo porque Nolan consegue explorar seu universo “sombrio-realista” na trilogia O Cavaleiro das Trevas. E até mesmo a liberdade de desconstrução de Snyder em Man of Stell e Batman Vs Superman. Por incrível que pareça, tudo começou com Superman Lives e seu sucesso (ou fracasso) que nunca se concretizou.

Mas sem dúvida, os grandes nomes aqui são Tim Burton e Nicolas Cage. É muito gratificante e estimulante ver a entrega dos artistas no projeto. Por mais que a ideia geral de Superman Lives pareça absurda, ouvi-la sendo explicada pelo próprio Tim Burton é uma experiência única. A visão do diretor é recheada de sentidos e de inovação, e em muito se parecem com o que Snyder fará mais de uma década depois. A escolha de Nicolas Cage para o papel é, por mais que alguns possam duvidar, certeira. Cage possui a estranheza e a densidade dramática necessárias para viver o Kal-El de Superman Lives. Cage não é só um grande ator. Cage é um dos maiores atores de sua geração. E, além disso, um fã de quadrinhos – em especial do Superman. Seu próprio filho, Kal-El Coppola Cage, é uma prova disso. A mundialmente famosa foto de Nicolas Cage no uniforme do kryptoniano é só um teste de figurino, tirada em um momento de distração do ator e para uso interno da figurinista Collen Atwood. Essa mesma foto, ridicularizada ao redor do mundo, foi usada por Bryan Singer nas reuniões com os executivos da Warner Bros. Toda vez que uma de suas ideias não era aceita, Singer tirava a foto de Cage vestido de Superman para mostrar a eles que coisas piores já haviam sido aprovadas por eles. E no fim das contas, depois de assistir a The Death of Superman Lives, isso parece ser uma grande injustiça – e até perverso.

É possível perceber que Burton, Cage e todos que se envolveram verdadeiramente com o projeto saíram com mágoas. É como se soubessem que algo verdadeiramente relevante e poderoso pudesse ter sido feito. A repercussão de Superman Lives e a grande piada que se tornou mostram que a audiência, muitas vezes, é um monstro de diversas cabeças. Acabamos, sem perceber, comprando narrativas sem ao menos estudar a fundo o que nos é contado. Passamos apenas a repetir discursos e ideias preconcebidas. No frio dos fatos e das meias-verdades acabamos perdendo nossa empatia. Seja a foto de um ator vestido como seu personagem favorito ou um documentário que busca transformar a figura de um produtor em um aproveitador barato – precisamos sempre pensar por nós mesmos, procurar além do que estamos vendo e além do que estão nos apresentando. A verdade e a justiça. Afinal, é isso que o Superman gostaria, não?⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

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Enfim…

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The Death of Superman Lives: What Happened não é um bom documentário. A direção e a linguagem documental possuem diversos problemas e seu formato não é bem estabelecido. Para piorar, a imparcialidade do diretor Jon Schnepp é preocupante. Porém, The Death Of Superman Lives se prova um filme fundamental para os fãs de cinema e da DC Comics, que podem entender melhor a história de um dos projetos mais audaciosos da empresa e os bastidores de Hollywood.

Superman Lives é a prova de que não existe fórmula mágica no cinema. Fazer um filme é um risco! O sucesso e o fracasso não podem ser facilmente previstos. É necessário arriscar, muitas das vezes. Poderia ser um grande filme? Um filme genérico? Um clássico da década de 90? Um fiasco memorável? Nunca saberemos. Mas, sendo bem sincero, esse poderia ser um fracasso muito mais interessante de assistir do que alguns sucessos de bilheteria por aí. A ousadia e estranheza de Superman Lives continuará habitando o imaginário dos fãs, assim como certos filmes de um certo diretor que passou pela DC…

Depois de assistir The Death of Superman Lives talvez você comece a olhar com um pouco mais de carinho quando a foto de Nicolas Cage no traje do Superman passar pela sua timeline. E, só por isso, já vale assistir ao documentário.

Shazam! | Diretor do longa confirma piada com o nome “Capitão Marvel”

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Durante entrevista ao portal Entertainment Weekly, o diretor David F. Sandberg foi questionado se o filme reconhecerá o antigo nome do herói de Shazam!, como Capitão Marvel.

Sandberg respondeu:

“Posso dizer apenas que vamos nos divertir com isso no filme. Mas ele é conhecido apenas como Shazam”.

O herói foi lançado originalmente pela editora Fawcett Comics como Capitão Marvel em 1940, e manteve o título até que a Marvel registrasse a sua própria heroína com o mesmo nome. Quando a DC licenciou o personagem, o nome do quadrinho foi mudado para “Shazam“.

Shazam! chega aos cinemas em abril de 2019.

Heroes in Crisis | Tom King apresenta mais detalhes sobre a trama

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Tom King apresentou mais informações sobre Heroes in Crisis na SDCC 2018. No painel dedicado ao mega-evento da DC Comics, o escritor explicou que o fim do Santuário, espaço que será dedicado para heróis lidarem com seus traumas mentais, é pior que o fim de um mundo ou de um universo.

“Eles olham para esse terror, para esses corpos mortos. E Batman diz: ‘o que aconteceu é o que sempre aconteceu. Nossa tentativa de redenção se tornou uma nova jornada por vingança’. Algo está quebrado no Universo DC, o único lugar que era sagrado, o único lugar que onde você que eles estavam protegidos foi destruído. Isso é maior que um mundo explodindo, é mais que um universo morrendo. É tudo o que eles fizeram de importante desabando”

Confira a sinopse do arco:

“Há uma nova crise para os heróis do Universo DC e o evento mostrará como um super-herói lida com Estresse Pós-Traumático. Conheça o Santuário, um hospital ultra-secerto para heróis que estão traumatizados por conta de batalhas cósmicas e lutas contra o crime. Porém, algo inexplicavelmente dá errado quando diversos pacientes aparecem mortos, com dois conhecidos operadores se destacam como os principais suspeitos: Arlequina e Gladiador Dourado. Agora, cabe a trindade da DC formada pelo Superman, Mulher-Maravilha e Batman investigar”. O lançamento está programado para setembro nos EUA.

O lançamento está programado para setembro nos EUA.

Superman | Nova edição com a presença do pai do Homem de Aço será lançada no Brasil

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Panini lançará esse mês no Brasil a edição #16 de Action Comics: Superman, publicação que apresenta o arco “Efeito Oz”. Na HQ, Jor-El revela ser o Sr. Oz e explica como sobreviveu a explosão de Krypton. Confira a prévia:

Durante a HQ, Jor-El usa os cristais da Fortaleza da Solidão para mostrar ao herói um pedaço de sua história em Krypton. O patriarca revela que antes mesmo de ser rejeitado pelo conselho, Lor-Van, avô materno do Homem de Aço, destruiu a pesquisa do cientista por discordar dos resultados dela.

Leia mais sobre quadrinhos da DC aqui!

Exterminador | Ator afirma que produção do filme ainda está nos planos

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Durante entrevista para a MTV na San Diego Comic-ConJoe Manganiello afirmou que o filme solo do Exterminador ainda está em desenvolvimento na Warner/DC. Confira o que disse o ator:

“Eu vou apenas dizer que ‘está nos planos’, porque realmente está. Tudo o que eu posso dizer, para os fãs mais fanáticos, é que está – está em desenvolvimento. Eles querem que o personagem aconteça, é só uma questão de ‘quando’ vai acontecer. Eles querem fazer da forma certa, todos estão comprometidos com isso”.

Manganiello protagonizará o longa solo do Exterminador, com direção de Gareth Evans (Operação Invasão).

Comic Con RS | Divulgada a programação completa do evento

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Às vésperas de realizar a oitava edição da maior e mais tradicional convenção de quadrinhos e cultura pop do Rio Grande do Sul, a ComicCon RS anuncia sua programação completa. Entre os destaques estão o convidado internacional Glenn Fabry, artista de clássicos da Vertigo como Preacher e Hellblazer, e Daniel Furlan, ator e roteirista do Choque de Cultura.

Glenn Fabry é a atração internacional do evento!

Confira a programação:

SÁBADO, 4 DE AGOSTO

Palco Canini

11h30 Star Wars: Sequências, spin offs e o futuro da franquia – Stephanie Espindola, Adri Amaral, Conselho Jedi RS
12h30 Representatividade, a palavra da discórdia? – Letícia Pusti, Guilherme Smee, Christian Gonzatti, Paulo Daniel Santos
13h30 O melhor e o pior dos super-heróis nos Anos 90 – Émerson Vasconcelos, Marcelo Grisa, Annie O’Reily, Guilherme Moojen
14h30 Capitão América na Hydra e outros heróis vilões – Rod Reis, Ticiano Osório, Nana Walker, JR Weingartner Jr.
15h30 O que estão fazendo com Watchmen? – Christian Farias, Émerson Vasconcelos, Claiton Silva
16h30 Torta na Cara BlogBuster – Quiz sobre cultura pop com os membros do canal e o público
17h30 Os rumos de Game of Thrones e Westworld – Claiton Silva, Ana Bandeira, Leandro Domingos, Marina Pagno
18h30 Superman 80 Anos – Émerson Vasconcelos, Daniel HDR, Larissa Becko, Levi Trindade

Palco Multiverso

13h Painel DC Comics – Felipe Watanabe, Levi Trindade, Claiton Silva
14h Entrevista com Glenn Fabry
15h Masterclass de desenho com Felipe Watanabe
16h Desfile Cosplay Infantil
16h30 Anúncios da Panini com Levi Trindade
17h30 Guerra Infinita e a próxima era dos filmes de super-heróis – Edson Gandolfi, Talita Grass, Ticiano Osório, Lucas Portal
18h30 Concurso Cosplay Temático – Personagens das HQs

DOMINGO, 5 DE AGOSTO

Palco Canini

11h30 Capa dura x Capa cartão e os dilemas do mercado editorial – Levi Trindade, Artur Vecchi, Vinícius 2Quadrinhos
12h30 A atual geração de talentos gaúchos dos quadrinhos – Bruno Seelig, Jonathan Nunes, Gustavo Borges, Letícia Pusti, Fernando Gil
13h30 Quadrinhos digitais – Émerson Vasconcelos, Thiago Krening
14h30 Cinema, o que vem por aí? – Edson Gandolfi, Leandro Domingos, Lucas Portal
15h30 A nova leva de séries adaptadas das HQs – Claiton Silva, Pablo Sarmento, Johanna Pons de Freitas
16h30 Torta na Cara BlogBuster – Quiz sobre cultura pop com os membros do canal e o público
17h30 Vertigo 25 anos – Nana Walker, Fabiano Denardin, Glenn Fabry
18h30 Batman, a eterna discussão – Émerson Vasconcelos, Edson Gandolfi, Talita Grass, Felipe Watanabe

Palco Multiverso

13h O momento da Image Comics – Rafael Scavone, Rod Reis
14h Masterclass com Glenn Fabry
15h Bate-papo com Daniel Furlan
16h Homenagem a Levi Trindade
17h Painel Marvel – Rod Reis, Vinicius 2Quadrinhos, Andriel Giovanella
18h30 Concurso Cosplay Tema Livre

Com cerca de 50 convidados, o evento recebe ainda artistas nacionais como Rod Reis, desenhista da Marvel que participou da polêmica saga Império Secreto, e Felipe Watanabe, artista da DC Comics responsável pelo título da Liga da Justiça da América. O homenageado de 2018 é Levi Trindade, editor sênior da Panini e uma das mais carismáticas personalidades do cenário nacional.

O evento acontece nos dias 4 e 5 de agosto, no campus da Ulbra em Canoas, região metropolitana de Porto Alegre, com ingressos à venda pelo site www.comicconrs.com.br.

 

#SDCC2018 | Confira a descrição do trailer estendido de “Aquaman”

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Além do primeiro trailer divulgado de Aquaman, foi exibido na San Diego Comic-Con um trailer exclusivo para quem estava presente no Hall H. Confira a descrição do vídeo:

A primeira cena mostra uma perseguição no Mediterrâneo. Exibida em plano-sequência, a cena se parece com algo saído de Velozes e Furiosos e mostra uma luta entra o Arraia Negra e o Aquaman por cima dos telhados de uma vila. O vilão leva vantagem com seus raios vermelhos atingindo Aquaman que parece não sofrer muito com isso. Mera também aparece correndo velozmente saltando sobre os telhados e sendo perseguida por soldados de um exército dos mares. Arraia Negra também mira seu raios em Mera, que atingida por baixo gira várias vezes no ar. A cena então troca de Mera para o Aquaman em pontos distantes, mas sem interromper o plano.

Em outro momento, Mera e Aquaman estão em um templo, no meio do deserto. Eles tentam acionar um dispositivo com uma chave, porém não conseguem. Arthur diz que eles não vão conseguir acionar o dispositivo de forma alguma já que o templo está todo empoeirado depois de séculos o oceano ter virado deserto. Mera então responde a Arthur: “você está certo, precisamos de água! É espantoso como você consegue respostas quando seu cérebro não está funcionando”. Usando então seu poder de manipular água, Mera extrai o suor da testa de Arthur e acionam a chave. Em seguida, são exibidas cenas de Atlântida ainda na Antiguidade quando não havido sido submersa. O antigo rei surge e mostra o enorme poder de seu tridente.

Em outra sequência, foi exibida uma batalha que acontece no fundo do oceano, em alguma região das fossas abissais, onde caranguejos gigantes encouraçados participam da luta. E Aquaman surge vestindo o uniforme clássico dos quadrinhos em um momento que a luz da cena valoriza os detalhes da calça verde e do peito dourado com escamas brilhantes do herói.

Aquaman teve sua estreia adiantada no Brasil e chega aos cinemas no dia 13 de dezembro.

#SDCC2018 | Scott Snyder promete grande evento nos quadrinhos da DC em 2019

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O autor Scott Snyder revelou durante o painel da Liga da Justiça na SDCC que haverá um mega crossover na DC Comics em 2019. O roteirista explicou que tudo voltará, desde personagens de Noite de Trevas: Metal até personagens de No Justice.

“Tudo que você leu voltará, pois nosso objetivo é recompensar o leitor. Tudo vai fazer sentido daqui a um ano em um evento igual ao Metal. Não sei se deveria estar falando isso, mas já estou dizendo”, afirmou.

Atualmente, o roteirista é responsável pela HQ da Liga da Justiça e recentemente escreveu o evento No Justice, em que reuniu heróis com vilões para acabar com uma grande ameaça.

#SDCC2018 | “Tropa dos Lanternas Verdes” redefinirá o herói no cinema, afirma Geoff Johns

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Além dos materiais exibidos de Shazam!, Aquaman e Mulher-Maravilha 1984, Geoff Johns falou sobre outra produção da DC, o filme da Tropa dos Lanternas Verdes.

Em entrevista ao portal IGN, Johns comentou que o filme trará uma versão completamente diferente do Lanterna Verde. “Será muito mais profundo. Uma completa reimaginação do personagem. Eu espero entregar um roteiro que celebre a mitologia e a reinvente de um modo diferente”.

Além de confirmar a presença de Hal Jordan e John Stewart como protagonista, o autor ainda comparou o que pretende fazer no cinema com o que fez nos quadrinhos: “Será completamente reimaginado, como eu fiz em Lanterna Verde: Renascimento”.

Tropa dos Lanternas Verdes tem estreia prevista para 19 de julho de 2020.