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Batman #50 | Edição lidera número de vendas no mercado americano no mês de julho

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Batman #50, a edição sobre o casamento do Homem-Morcego com a Mulher-Gato, liderou o ranking dos quadrinhos mais vendidos do mês de julho nos EUA. A publicação que conta com texto de Tom King vendeu pouco mais de 440 mil edições no período, informam os dados da Diamond Comics Distributors.

Superman #1, HQ escrita por Brian Michael Bendis, fechou o top 5 com 133 mil unidades.

Os números são estimativas de vendas para revendedores e não inclui, por exemplo, bancas, livrarias e o mercado exterior.

Confira o top 10:

1 – Batman #50 – 440 mil unidades 
2 – Amazing Spider-Man #1 – 289 mil unidades
3 – Captain America #1 – 167 mil unidades
4 – Doomsday Clock #6 – 135 mil unidades
5 – Superman #1 – 133 mil unidades
6 – Catwoman #1 – 121 mil unidades 
7 – Amazing Spider-Man #2 – 113 mil unidades
8 – Batman #51 – 111 mil unidades
9 – X-23 #1 – 93 mil unidades
10 – Cosmic Ghost Rider #1 – 92 mil unidades

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Batman: O Messias | Após 30 anos, minissérie continua atual – e politicamente relevante

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Ao longo dos anos alguns poucos personagens puderam ostentar o mérito de vencer o Batman. E outros pouquíssimos podem dizer, com orgulho, que quebraram o morcego. E falando exatamente dessa forma – quebrar o morcego – o primeiro nome que vem a mente é, claro, Bane. Se Bane quebrou o Batman fisicamente, o Coringa quebrou o Batman emocionalmente e racionalmente em diversas ocasiões. Thomas Elliot, o Silêncio, quebrou a confiança do Homem-Morcego. A tragédia natural que atingiu Gotham na saga Terremoto quebrou sua esperança. Mais recentemente, na fase do Batman escrita por Tom King, Bruce quebrou de um jeito que nunca havíamos imaginado. Mas, antes de tudo isso, no longínquo ano de 1988, os leitores da DC conheceram um inimigo que, de fato, destruiu o Batman. Quebrou o Morcego e tudo que ele representa, de uma forma que ninguém havia visto. Mentalmente, fisicamente, emocionalmente, politicamente.

Batman: O Messias é uma das melhores e mais profundas histórias do Cruzado Encapuzado. Lançada em meio a tantas histórias notórias do personagem, como The Dark Knight Returns, Ano Um, Piada Mortal e Morte em Família, a minissérie em 4 edições acabou por cair no injusto desconhecimento dos leitores. A falta de atenção da DC Comics e das distribuidoras também acabou por colaborar com esta injustiça, que parecem optar por lançar todos os anos novas “Edições Definitivas” das mesmas histórias do que trazer trabalhos como O Messias e tantos outros à luz dos novos leitores. O fato é: O Messias é uma das maiores histórias do Batman, e continua atual mesmo após 30 anos de seu lançamento. É leitura mais do que necessária para os fãs de quadrinhos.

Escrita pelo mestre Jim Starlin (criador do Thanos e que também escreveu no mesmo ano de 1988 a icônica Morte em Família) e com desenhos de Bernie Wrightson (co-criador do Monstro do Pântano), O Messias nos apresenta a trajetória de um Batman capturado, drogado e à beira do colapso mental e emocional. Entregue à inanição e à confusão, Batman perde todos os pilares que permitiram com que Bruce Wayne se tornasse o Batman (ou que permitiram ao Batman continuar sendo Bruce Wayne). A história abre em meio a um devaneio de Bruce, para depois descobrirmos que o Cavaleiro de Gotham está cativo, refém de “homens comuns”. Não há figurinos excêntricos e nem engenhocas, nem moedas gigantes ou tiranossauros-robô, apenas selvageria e rancor humano. Com o avançar da história, entendemos como Batman chegou àquele ponto, e conhecemos também o Diácono Blackfire – o responsável pela desordem que assola Gotham. Batman então precisa salvar a si mesmo e ao povo de sua cidade, travando uma batalha mental e ideológica com o xamã.

O mais interessante em Batman: O Messias é notar a dialética criada por Starlin, que deixam o conflito e o embate moral sempre presente nas páginas da hq. O contraste presente na humanização do Batman e na mistificação de Blackfire desconstroem nossa imagem do herói, trazendo real desesperança e urgência para o leitor. Desta maneira, Starlin nos relembra que o Batman é somente um homem e que, apesar de todo ar conspiratório e “pseudo-sobrenatural” presente na trama, Blackfire também pode ser. E isso é doloroso. Ao percebermos que um homem comum, guiado por sua própria moral e ambição, pode destruir o Batman, somos confrontados com uma verdade ingloriosa. Apesar de seu treinamento e disciplina que o permitem enfrentar figuras divinas como o Superman, o Batman ainda é só um homem por trás de uma máscara. Ver Bruce entregue a descrença, questionando sua cruzada e quebrando seus códigos até então inabaláveis, como utilizar armas de fogo e sentir prazer na violência, é um choque. E isso tudo é potencializado pelos desenhos quase fantasmagóricos de Wrightson e pelas cores alucinógenas e repletas de toxicidade de Bill Wray (que lembram de certo modo a colorização de John Higgins para A Piada Mortal). A decadência é pulsante e os quadros parecem ter propriedades psicotrópicas. Batman: O Messias talvez seja uma visão amarga demais para alguns leitores – que, mesmo que não tenham apreciado a proposta, devem se esforçar pra chegar ao fim das minissérie para ver o que é realizado na história como um todo.

Ainda sobre a dialética proposta por Starlin, temos as ideologias. O debate de idéias. E é justamente aqui que O Messias rompe os limites e se torna uma história política e atemporal. A figura do Diácono Blackfire é a representação do líder manipulador, que utiliza de ferramentas de lavagem cerebral para disseminar o ódio. É escondido atrás de uma ideia, de uma falsa moral, de um sistema, que Blackfire constrói um exército de furiosos e de “injustiçados”, prontos para reaverem aquilo que lhes foi tirado – ou nunca oferecido. Veja que interessante é: mesmo sem fazer ligações com personagens da vida real, você que está lendo este texto com certeza já imaginou algum rosto enquanto lia este parágrafo. Aí reside a genialidade da trama, que não precisa apontar dedos. A história da humanidade é repleta de falsos salvadores, que usam das fraquezas dos homens e mulheres de seu tempo para agir em nome de seus próprios interesses. E são muitas as estruturas que permitem com que figuras apareçam de tempos em tempos para manipular a opinião pública. Em O Messias, Blackfire utiliza da religião, da punição e de promessas de igualdade e redistribuição de poder (não é a toa que estas características podem ser encontradas em lados opostos de posições e pensamentos políticos). De acordo com a evolução dos acontecimentos, vamos vendo a inclusão de novas perspectivas, que vão questionando a polarização, o descontrole, a histeria de Gotham e da figura popular que se tornou o diácono.

Apesar da atenção se concentrar ao redor de Batman e Blackfire, também temos espaço para outros personagens brilharem na trama. O maior destaque, certamente, é Jason Todd. Aqui, o segundo Robin aparece de forma radiante, positivista. A luz que falta ao Batman. Talvez só Para o Homem Que Tem Tudo tenha trazido outra aparição tão gostosa de ler do personagem. O Jason Todd de O Messias em nada lembra o Robin que ganhou a antipatia do público e teve sua sentença de morte declarada. Gordon e outros seguidores do culto de Blackfire também estão a todo momento representando os lados antagônicos da moeda. Os cidadãos de Gotham tem seu espaço de fala, e a mídia também é um importante recurso de contação de história, assim como em The Dark Knight Returns. Todos tem seu papel nesta arena de conflito de ideias. E no fim, é exatamente para onde a dialética O Messias nos leva: uma arena, entregues à fome, fúria, loucura e à selvageria humana – que por si só é igualmente dialética, tão ancestral e tão contemporânea ao mesmo tempo.
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Enfim…
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Batman: O Messias é uma das maiores histórias do Homem-Morcego, uma grande obra de (nona) arte feita por Starlin, Wrightson e Wray – infelizmente, esquecida e desconhecida por muitos. Profundamente política, O Messias nos apresenta uma queda vertiginosa e dolorida do morcego, causada pela toxicidade do Diácono Blackfire. Não é a toa que o ódio e a loucura vivem abaixo de Gotham, nos esgotos, pulsando escondidos na cidade. O radicalismo e o extremismo estão mais próximos do que imaginamos. O Messias nos mostra, parafraseando Alfred Pennyworth no recente Batman Vs Superman, “a febre, a raiva que transforma homens bons em cruéis“. E nem mesmo o Batman esta à salvo do frenesi político e ideológico.

Teen Choice Awards 2018 | Supergirl e The Flash são premiados durante o evento

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Aconteceu no último domingo (12) o Teen Choice Awards 2018, premiação que celebra os melhores do ano em categorias como cinema, TV, música, esportes e internet. No evento deste ano, a DCTV esteve presente em várias indicações e as séries da CW, Supergirl e The Flash, foram premiadas.

Supergirl levou o prêmio de Atriz de Série de Ação pelo trabalho de Melissa Benoist. A série The Flash levou dois prêmios: Série de Ação e Ator de Série de Ação por Grant Gustin.

Lúcifer | Elenco comemora início das filmagens da nova temporada

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Adquirida pela Netflix após ter sido cancelada pela Fox, Lúcifer teve início das filmagens da sua quarta temporada nesta segunda-feira (13). E nas redes sociais, o elenco comemorou o retorno às filmagens:

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No vídeo podemos ver Tom Ellis, o Lúcifer, Lauren German, a Chloe, Kevin Alejandro, o Dan, Rachael Harris, a Dra. Linda, e Aimee Garcia, a Ella, reunidos, e em um segundo vídeo a atriz Lesley-Ann Brandt aparece comemorando no melhor estilo Maze!

E a saída da Fox para a Netflix provavelmente não foi a única mudança da série. É esperado também uma mudança no tom do programa, já que o ator Tom Ellis revelou que a trama deve ser mais “ousada”.

A quarta temporada de Lúcifer ainda não tem data de estreia definida.

Aquaman | Novos Funkos do filme serão lançados, e estão lindíssimos

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Com a ansiedade a mil para poder assistir Aquaman nos cinemas, a Funko lançou uma nova coleção do filme e novos visuais dos personagens foram apresentados ‘oficialmente’.

Tem o herói com o uniforme clássico, laranja e verde, tem a Mera com uma roupa de gala, e muito mais. Confira:

Como dá para ver, tem novos colecionáveis Mystery Minis, Pop! e chaveiros! Qual o seu preferido? Já começa a juntar dinheiro para aumentar sua coleção de Funkos!

A nova coleção de Aquaman será lançada em outubro, enquanto o filme chega aos cinemas aqui no Brasil no dia 13 de dezembro!

Batman Três Coringas | Geoff Johns revela detalhes importantes sobre a nova publicação

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O roteirista Geoff Johns comentou em entrevista ao portal CBR novidades sobre a HQ que revelará o mistério dos Três Coringas. Segundo o autor, ele e o desenhista Jason Fabok tentaram criar a história mais emocional possível. Confira:

“A história foca no Bruce, Barbara e Jason e na dor que o Coringa causou neles como indivíduos. É um mistério como os três Coringas operam ao mesmo tempo e o que isso significa. É uma exploração de cura e dor e cura certa contra cura errada. Acredito que existem diversas maneiras diferentes de se curar… desde que A Piada Mortal foi publicada, houve uma expansão grande da Batfamília e muita coisa aconteceu, então [Fabok] e realmente queríamos fazer a melhor e mais emocional história do Batman que pudéssemos. Vai mudar a relação deles com o Coringa e como você vê o Coringa para sempre”

A minissérie vai continuar a história que começou em 2015 no arco Guerra Darkseid, publicado na edição da Liga da Justiça.

The Flash | Novo uniforme do herói para a 5ª temporada da série é revelado

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Depois de uma polêmica envolvendo uma foto vazada da nova roupa de Barry Allen (Grant Gustin) -Leia mais aqui-, a CW agora divulgou um pôster oficial que mostra o uniforme melhorado do velocista para a 5ª temporada da série. Confira:

https://instagram.com/p/BmUJfcBBKhO/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=embed_loading_state_control

O ator também publicou uma outra imagem declarando seu amor pelo novo uniforme:

https://instagram.com/p/BmUaS1ghtZy/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=embed_loading_state_control

A quinta temporada de The Flash estreia em 9 de outubro nos Estados Unidos.

Lanternas Verdes | Hal Jordan e Superman unem forças para salvar Hector Hammond em nova edição

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Na edição 17 de Lanternas Verdes que a Panini lança este mês, Hal Jordan e Superman se unem para salvar um dos rivais mais antigos do Guerreiro Esmeralda: Hector Hammond.

 

Confira a sinopse da edição:

Lanternas Verdes: de retorno ao planeta Terra, Simon Baz e Jessica Cruz enfrentarão o maior desafio de suas vidas… arrumar um emprego! Hal Jordan e a Tropa dos Lanternas Verdes: Jordan continua ao lado do Superman para encarar um combinado de vilões cósmicos! Mas talvez nem mesmo essa poderosa união seja capaz de deter o mal que se avizinha.

Ciborgue | Ray Fisher desmente rumor de saída das produções cinematográficas do estúdio

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O ator Ray Fisher, através do seu Twitter, desmentiu o rumor de que estaria deixando seu papel no DC Filmes, o Ciborgue.

https://twitter.com/rehsifyar/status/1027985685050019840?ref_src=twsrc%5Etfw

“Eu geralmente não respondo rumores, mas esse ficou um pouco duro. Eu NÃO, ou não tenho QUALQUER intenção de deixar o Ciborgue. Além disso, se/quando chegar a hora para sair, vocês ouvirão isso diretamente de mim.”

Até o momento nada de oficial sobre a produção de Ciborgue foi revelado.

Batwoman | Stephen Amell dá boas vindas a Ruby Rose na sua chegada ao Arrowverse

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Através do Twitter, o ator Stephen Amell, protagonista de Arrow, deu boas-vindas a Ruby Rose, atriz que interpretará a Batwoman no Arrowverso.

“Hey Ruby Rose – Bem-vinda!! São personagens como a Batwoman que carregarão o nosso universo para o futuro. Te vejo em breve!”

Ruby Rose fará sua estreia durante o crossover deste ano entre as séries Arrow, The Flash e Supergirl. Posteriormente, a atriz estará na série solo da personagem que está sendo desenvolvida por Greg Berlanti com produção executiva de Geoff Johns.

Batwoman tem estreia prevista para 2019.