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Batman #57 | Homem-Morcego quebra pescoço de vilão e o deixa pra morrer em nova edição

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SPOILERS DE BATMAN #57 À FRENTE

Nova polêmica na mensal do Batman, escrita por Tom King e ilustrada por Tony S. Daniel, após o casamento que não ocorreu na edição #50.

Como se sabe, o confronto do Batman contra o KGBesta que está acontecendo fazem algumas edições, já deixou suas marcas em Dick Grayson, que por pouco não morreu na mão do vilão russo. Agora, na edição 57 do Batman de Tom King, o confronto foi elevado à novos níveis. Batman enfrenta-o no meio do nada, cercado pelo gelo e pela neve, e KGBesta prova que é um dos soldados mais mortíferos do mundo quando ganha vantagem em mais de uma ocasião da luta, destruindo a máscara de Batman e deixando-o sangrando como resultado.

Batman cai no chão em um ponto, com KGBesta de pé sobre ele. Enquanto ele se aproxima para abate-lo, Batman solta seu arpão à queima-roupa no rosto e no queixo dele. Como você pode ver na arte abaixo, a colisão da explosão quebra seu pescoço, enquanto ele cai no chão e uma poça de sangue começa a se formar perto de seu pescoço. Ele pede ajuda de Batman, dizendo: “se você … conseguir ajuda … eu direi a você … quem me contratou … para matar seu garoto” (se referindo à Dick Grayson).

Batman pode ter vencido, mas ele está desgastado e sangrando também, e não está interessado em ajudar KGBesta nem um pouco. Batman diz: “Eu tenho uma bala no meu braço e o corpo dolorido. Há uma caminhada de 300 cliques à minha frente. Através de nada além de neve e gelo”. Ele cospe um pouco de sangue e depois diz: “Sou o maior detetive do mundo. Eu vou descobrir quem te contratou, e vou quebra-lo também”. Após isso se afasta e vai embora.

Batman parece considerar o vilão mais perigoso que o Coringa, visto que já o deixou para morrer em mais de uma ocasião… Essa é a segunda vez que isso ocorre nas HQs, sendo a primeira décadas atrás, no arco “As dez noites da besta“, de Jim Starlin e Jim Aparo. Além da famigerada morte em Batman vs Superman, onde ele é interpretado pelo ator Callan Mulvey.

Batman # 57 é escrito por Tom King e desenhado por Tony S. Daniel, e já está disponível nos EUA.

Titãs | Série da DC Universe apresenta grande potencial na construção de seus personagens e surpreende fãs

Acredito que haviam grandes temores sobre como seria a série dos Titãs lançada pela DC Universe, muito se falou sobre a aparência dos personagens, principalmente da Estelar. Não era para menos, as imagens estavam totalmente fora de contexto, e ver os personagens da forma que vimos em imagens de bastidores, encheu a cabeça de fãs de dúvidas sobre o sucesso da produção e o pior, surgiram muitas criticas racistas sobre Anna Diop. Calma! Nem todos os comentários foram de fato racistas, tiveram questionamentos sobre a aparência de todos os personagens, a diferença de idade dos atores, efeitos especiais, tudo estava muito confuso, mesmo com um trailer que dividiu opiniões e prometia algo diferente do que já conhecíamos da equipe.

Mas o primeiro episódio — esse bendito primeiro episódio —, foi como uma chuva após um longo período se seca. Parece que tudo o que nos enchia de temor agora fazia sentido.

Vamos à parte boa. Começamos o episódio com um sonho, ou melhor, uma visão de Rachel, nossa já conhecida Ravena; temos o clima sombrio, corvos e um circo. Nele se apresentam os incríveis Graysons Voadores. Sim, estamos assistindo a origem do Robin, com a participação especial da mão de Bruce Wayne.

Quando somos levados ao mundo real, vemos que Rachel é criada por uma mãe religiosa que mantém imagens de santos e crucifixos pela casa, tentando manter o mal afastado, ou controlado. As duas sabe que tem algo ruim nela, mas tem muito a ser descoberto. O cenário da casa é bem parecido com a de Carrie a Estranha, livro de Stephen King que foi adaptado para filmes mais vezes do que precisamos. E se for avaliar as duas personagens tem coisas em comum.

Todo o ambiente que envolve Rachel sugere que tem algo maligno dentro dela, o jogo feito com os reflexos, a reação que ela tem quando confrontada ou acuada mostram há duas personalidades.  Ainda há muito o que ser descoberto sobre a origem e o objetivo da personagem, se ela se manterá como foco dessa primeira temporada ou se veremos Trigon. Os efeitos responsáveis pela transição das “personalidades” estão bem interessantes, faz lembrar um pouco do que vemos em Esquadrão Suicida usados com a Magia, personagem de Cara Delevingne.  Entre os poderes que apareceram na série está empatia, visões e uma especie projeção astral da sua segunda personalidade. 

Após alguns acontecimentos, Rachel precisou fugir e algo indicou o caminho para Detroit. Lá Dick Grayson é um detetive da policia que está agindo em paralelo como Robin, algo que ele aparentemente estava querendo se afastar por estar ficando muito violento — e convenhamos que essa versão é bem interessante —, ele é responsável por uma cena de luta muito bem feita e que Robin usa de violência excessiva, algo que deve ter relação com os demônios internos que ele tenta silenciar. A polícia local não gosta de vigilantes mascarados e o que isso traz consigo, provavelmente essa postura da polícia se tornará uma pedra no sapato da equipe que pode estar se formando.

Por falar em demônios, Ravena/Rachel em Detroit, tem uma estranha ligação com Dick, não é explicado o porque disso. Ela teve sonhos com o passado de Dick, foge de casa e acaba parando frente a frete com ele, que começa a investigar o que está acontecendo com Rach e vê que a garota está sendo perseguida. Não sabemos muito sobre essa seita/organização que quer capturar a garota.

Estelar teve uma aparição inicial interessante, a personagem parece perdida ao mesmo tempo que sabe o que tem que fazer, é um pouco confuso. O que sugere ter algum tipo de envolvimento com a máfia, não como uma igual, mas uma talvez infiltrada. A personagem não se lembra ou finge não se lembrar de quem ela é.

Estelar adota identidades, é poliglota (o que já era de se esperar), e deu sinais de um comportamento sexual mais liberal, nada explicito. E de alguma forma ela também está ligada a Ravena.  A forma que a personagem aparece é interessante e o visual ficou muito bom dado o contexto, o efeito especial quando o poder dela se manifesta remete a personagem clássica das HQs, pura energia solar, pele laranja e olhos verdes brilhantes.

O último a aparecer é Mutano, que foi muito rápido, sua primeira cena na série é como um tigre verde roubando jogos (xbox eu acho), o efeito visual ficou muito bom, mas um pouco estranho no momento da transformação de volta para humano. Mesmo que tenha aparecido por pouco minutos, a menor participação do primeiro episódio, percebe-se que o Mutano de Titãs não estará distante do comportamento irreverente que estamos acostumados.

Tanto Mutano quanto Estelar não aparecem em “forma humana” com peles coloridas, compreendo que isso se dê por adaptar os personagens a um mundo um pouco mais real. Poderiam fazer isso com maquiagem e/ou efeitos especiais? Sim. Mas será que funcionaria com a dinâmica dos personagens como pessoas comuns?

No segundo episódio, Rachel e Dick estreitam sua ligação e vemos Columba e Rapina em ação, a dupla tem um passado com Dick, não muito bom por sinal. Tem assuntos mal resolvidos que fazem as coisas esquentarem entre Rapina e Robin.

Novamente temos cenas de ação bem desenvolvidas, algo que pode incomodar um pouco é a mobilidade do traje usado por Columba, o uniforme em si é bonito, porém a capa em alguns momentos causam uma “estranheza visual”.

O segundo episódio tem menos informações, o primeiro foi com uma saraivada, agora ele pega um ritmo menos intenso e se preocupa em desenvolver a trama. Rachel e Dick, Dick e seus antigos “companheiros” Rapina e Columba. Em paralelo a isso vemos que as buscas por Rach aumenta e mais vilões são inseridos.

Muito ainda está por vir, o primeiro episódio deu boas primeiras impressões, porém conhecemos os personagens de forma superficial e ainda tem muito a ser explorado. A sequência mostrou isso, que o ritmo que deve ser seguido é de estreitar os laços entre os personagens e desenvolver as histórias do passado, principalmente de Dick.

A série é transmitida pela DC Universe e tem seus episódios lançados semanalmente ás sextas pela plataforma.

Lanterna Verde | Para resgatar os Guardiões, Hal Jordan forma uma equipe com outros Lanternas

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O arco “Crepúsculo dos Guardiões” (edição #18 dos Lanternas Verdes) lançado recentemente no Brasil pela Panini, traz Hal Jordan comandando uma missão de resgatar os Guardiões e para isso ele reúne uma equipe formada pelos melhores lanternas existentes. Confira a capa da edição:

 

 

Este arco desenvolve-se após um ataque surpresa a Mogo e expõe algumas fraquezas da Tropa dos Lanternas Verdes. Com isso, os Guardiões remanescentes são sequestrados e tudo indica que a equipe formada por Hal, Kyle, John e Guy é a última esperança de salvar suas vidas.

Arrow | Showrunner diz que os flash-forwards serão parte da série até o fim

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Para quem ainda acompanha Arrow, sabe que uma das características narrativas da série, até a quinta temporada, eram os flashbacks que mostravam como Oliver Queen sobreviveu os cinco anos que ficou isolado do mundo,  treinando suas habilidades para se tornar o Arqueiro Verde. Agora, o olhar para o passado tornou-se um olhar para o futuro.

No episódio de estreia da sétima temporada, um flash-forward revelou o filho de Oliver Queen 20 anos no futuro. Segundo a showrruner, Beth Schwartz, essa será uma estratégia narrativa do show de agora em diante:

“Vamos manter isso nessa temporada toda e durante a série. Não sabíamos por quanto tempo a série se estenderia, então sempre pensamos que, depois da 5ªteporada, não teríamos flashbacks. Então pensamos em fazer flashforwards anos atrás. Tipo, ‘é isso o que vamos fazer quando acabarem os flashbacks?’

Acho que expande o mundo imensamente. Para uma série de sete temporadas, com novas histórias, é definitivamente um desafio. Acho que essa é uma ótima forma de contar algumas dessas histórias e acrescentar bastante mistério”, comentou Schwartz.

A sétima temporada de Arrow estreou no última dia 15, nos Estados Unidos. O novo ano da série estreia no Brasil no dia 25 de outubro , no canal pago Warner.

Superman: Brainiac | Confira nossa resenha sobre a clássica edição do Homem de Aço

Superman: Brainiac, de Geoff Johns e Gary Frank.

Superman: Brainiac é um arco de histórias publicado nos EUA, nas edições 866 à 870 da revista Action Comics, e no Brasil em Superman 80 e 81, da Panini (2009), além de um encadernado pela própria em 2015, e outro pela coleção da Eaglemoss em 2016. A história também foi adaptada para uma animação – Superman: Unbound, de 2013.

A história é parte da elogiada fase de Geoff Johns à frente do personagem. Na cronologia da DC comics, essas edições se situam algum tempo depois da Crise Infinita, o que abre algumas possibilidades de retcons por parte dos autores, e Johns sendo um grande fã da era de prata dos quadrinhos (demonstrou isso em sua extensa fase à frente do Lanterna Verde), aproveita o momento cronológico citado para fazer um trabalho de resgate de conceitos com o Superman, trazendo dois importantes elementos antigos para o centro da trama: A cidade engarrafada de Kandor e o vilão Brainiac.

A história se inicia com uma invasão alienígena em Krypton momentos antes de sua destruição, comandada por Brainiac, que logo se revela como o elemento de central importância no desenrolar da trama: a destruição do planeta natal do Superman foi causada pelo vilão, que em sua missão paranóica de assimilar conhecimento e em seguida deixar um rastro de destruição, poupa apenas a cidade de Kandor, mantida intacta em uma garrafa até os dias de hoje como uma forma de Souvenir.

Interessante observar a crescente necessidade de tramas megalomaníacas por parte dos autores de quadrinhos de super-heróis, e em contra-mão dessas histórias, surgem pequenos clássicos como Superman: Brainiac, que apesar de elementos de grandiosidade (invasão alienígena e destruição de Krypton), carrega uma simplicidade notável. Desde as tramas paralelas, sejam no planeta diário com a repaginação de personagens como Steve Lombard e Cat Grant, ou na fazenda de seus pais, existem vários desses momentos que não ficam de forma nenhuma arrastados no enredo: Muito pelo contrário, são bem marcantes, assim como a trama principal. Nos diálogos com Jonathan e Martha, fica bem claro de onde vieram seus traços humanos mais fortes, como a extrema bondade ou a simplicidade de se pedir um conselho aos pais, mesmo carregando o peso do mundo nas costas. E que peso! Temos aqui uma história onde o Superman quer evitar a todo custo que aconteça ao seu lar adotivo o mesmo que ocorreu com seu lar original.

O vilão Brainiac tem aqui a sua possível melhor personificação. Antes sempre representado como um robô / vírus / inteligência artificial, aqui possui uma forma de vida mais humanóide, dando à entender que todos confrontos anteriores com o vilão tinham sido na verdade contra “minions” do mesmo.

O vilão trás consigo o já citado conceito da cidade de Kandor ter sobrevivido, e com isso inúmeras implicações para o futuro de Kal-El. Implicações muito mais impactantes e significativas para seu futuro do que muitos dos mega-eventos que prometem trazer mudanças definitivas em suas propagandas. Mais detalhes da trama entregariam spoilers, mas saibam que é uma ótima história, de rápida leitura e com uma arte incrível. Gary Frank é um dos meus artistas preferidos dos últimos anos, e sua arte neste arco conta com um certo “diferencial”: Ele emula em seu traço de Superman o rosto de Christopher Reeve, que apesar de bem parecido, não soa forçado ou estranho.

Para finalizar, vale uma observação: Aqui, o superman com seu lado “família”, me soa muito mais… Superman. Muito mais Superman do que outras encarnações, como a dos Novos 52, que inicia com seus pais adotivos já falecidos, e não investe no clássico romance com Lois Lane. É algo que me lembra fortemente o Superman do Rebirth, com a bela repaginação de Peter J. Tomasi.

Essa fase, conforme dito antes, desencadeou grandes mudanças na vida de Clark. Mudanças essas vistas na fase Nova Krypton. Além disso, a dupla Johns-Frank atuou em alguns outros arcos marcantes do Homem de Aço, como Origem Secreta e Legião dos Super Heróis. Podemos revisitá-los em breve também.

 

Supergirl | Lex Luthor irá aparecer na 4ª temporada da série

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Depois dos icônicos Superman e Lois Lane, agora é vez de Lex Luthor dar as caras em Supergirl. A informação foi dada pelos produtores da série.

“Nós estamos mais do que empolgados em introduzir o icônico vilão Lex Luthor, em Supergirl, e tê-lo na história da atual temporada. Nós falamos sobre Lex desde o começo da série e estamos animados que ele finalmente está chegando. Nós mal podemos esperar ver ele mexendo tudo em National City e indo contra a Supergirl e a sua irmã, Lena Luthor”, revelaram os produtores executivo Robert Rovner e Jessica Queller em comunicado.

Ainda não foi revelado qual ator interpretará o personagem. A quarta temporada de Supergirl já está em exibição nos Estados Unidos, e no Brasil o novo ano da série estreia no dia 28 de outubro no canal pago Warner.

Legends of Tomorrow | Trailer estendido traz criaturas mágicas e unicórnios assassinos na nova temporada

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A emissora CW divulgou em seu canal oficial no youtube um trailer estendido da nova temporada de Legends of Tomorrow. Confira:

https://www.youtube.com/watch?v=CqRZJgA_IqM

Com unicórnios assassinos e criaturas mágicas, a nova temporada de Legends Of Tomorrow estreia na TV americana em 22 de outubro, e no Brasil a série chega pelo canal Warner em novembro.

Supergirl | Clássico vilão dos quadrinhos pode aparecer na 4ª temporada

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Supergirl estreou sua nova temporada no último dia 14 (domingo) nos Estados Unidos, e trouxe a menção de um dos clássicos vilões do Superman.

Uma das cenas do episódio de estreia da quarta temporada, mostra Lilian Luthor conversando com sua filha, Lena, e revela que um dos culpados por sua queda foi Bruno Mannheim.

Bruno Mannheim (Justiça Jovem)

Para quem não conhece, o personagem foi criado por Jack Kirby e surgiu pela primeira vez em 1971. Nos quadrinhos, Mannheim lidera a Intergang, uma organização criminosa que utiliza armas de Apokolips.

A quarta temporada de Supergirl estreia no Brasil no dia 28 de outubro no canal pago Warner.

The Flash | Série faz referências a personagens da Marvel

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Já é costumeiro para os fãs de The Flash as referências a cultura pop e a outros heróis no decorrer da série, sendo um dos grandes atrativos para a série. Nesta quinta temporada já houve a primeira referência a super heróis, quando a Batwoman, que será interpretada por Ruby Rose, é citada em um artigo de jornal na estreia da nova temporada da série.

Mas nesta temporada, por mais incrível que pareça, a referência foi a dois heróis do universo de quadrinhos Marvel.

No episódio chamado “Blocked” da quinta temporada da série, para explicar os poderes do vilão Cicada, Vibro compara os seus poderes com o martelo Mjonir, do deus do trovão Thor. Outro personagem citado foi o Motoqueiro Fantasma em uma piada feita por Cisco ao vilão do episódio durante a cena de luta.

A quinta temporada de The Flash já esta no ar pela The CW americana, e no Brasil a estreia será no dia 25 de outubro sendo transmitida pelo canal Warner.

Asa Noturna | Dick Grayson muda de identidade em sua mensal

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Dick Grayson já foi um Robin, após separar-se do Cavaleiros das Trevas ele assumiu a identidade do vigilante Asa Noturna. E ele tem diversas fases que são muito interessantes, inclusive uma história solo em que o herói se torna um salvador em uma guerra contra meta humanos chamada Asa Noturna: Nova Ordem.

Porém, após sobreviver a um tiro na cabeça após um confronto com KGBesta em Asa Noturna #51, Dick Grayson sofre mais uma mudança na sua identidade. Após perder parte de suas habilidades e memórias, agora Asa Noturna se enxerga mais como Ric Grayson, pelo menos temporariamente.

A escrita por Scott Lobdell e Fabian Nicieza, a edição Asa Noturna #51 já esta nas bancas americanas.