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Watchmen | Confira o teaser e a sinopse do quarto episódio da temporada

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A HBO divulgou o teaser do episódio #4 da série Watchmen, com o título “If You Don’t Like My Story, Write Your Own“, algo como “Se você não gosta da minha história, escreva sua própria”. Confira:

Confira a sinopse do episódio:

“A trilionária reclusa Lady Trieu finalmente entra no palco com uma oferta misteriosa; Com Blake se aproximando da verdade de um segredo, Angela pede ajuda ao Looking Glass; O Senhor treina dois novos servos.”

Lembrando que no último episódio dua revelações importantes aconteceram: Coruja ao que parece está preso pelo governo americano. Dan Dreiberg foi preso em 1995 por violar a Lei Keene, que proibia “Aventureiros Fantasiados”. A segunda revelação é o personagem de Jeromy Irons. Ele é na verdade Adrian Veidt, o Ozymandias.

Para quem anda perdido na série, a HBO lançou a Peteypedia, um site paralelo que expõe alguns dos acontecimentos ocorridos entre 1985, data do final da HQ, e 2019, início do primeiro episódio. Clique e confira: https://hbo.com/peteypedia

Watchmen segue em exibição todos os domingos na HBO.

Arrow | Importante personagem retornará para o final da série

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Encaminhando-se para o seu encerramento, Arrow ainda nos reserva algumas surpresas. O protagonista Stephen Amell, que dá vida ao Arqueiro, anunciou em seu twitter que a atriz Emily Bett Rickards retornará para a despedida da série. Ela havia deixado o elenco no final da sétima temporada e novamente interpretará Felicity Smoak.

Confira abaixo:

“Muitas notícias sobre o episódio final vão sair nos próximos meses. Eu prefiro que você ouça primeiro de nós. Bem-vinda de volta, Emily.”– disse o ator.

Na última vez em que vimos Felicity, ela entrou em um portal com o Monitor, viajando para um lugar onde ele avisa que ela nunca voltará. No final da última temporada, talvez iremos descobrir para onde ela foi e se Queen está esperando por ela do outro lado.

Aquaman | Jason Momoa fala sobre encontro com Batman de Robert Pattinson nos filmes

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Jason Momoa já começou a quebrar as esperanças dos fãs que pretendem ver o Batman de Robert Pattinson junto com os personagens que já foram apresentados no cinema. Em entrevista ao Entertainment Tonight, o ator disse que eles não devem se encontrar nas telas.

Ao ser perguntado sobre um possível encontro do novo Batman com o Aquaman, Momoa respondeu “Isso seria bem legal, mas não acredito que vão seguir por esse caminho. Eles vão fazer as coisas deles, e nós vamos fazer as nossas coisas”. Então ele completou dizendo “Honestamente estou muito empolgado, pois Robert é um grande ator. Ele é um cara legal”.

Então, fica ainda mais provável que nenhum dos outros personagens já apresentados se encontre com o novo Homem-Morcego dos cinemas. O mais provável é que o filme de Pattinson cria uma nova linha temporal nos filmes da DC.

Enquanto a Warner Bros. não confirma nada, ou nem mesmo o diretor do filme, Matt Reeves, ficamos no aguardo de novidades.

Batwoman | Personagem é apresentada na edição “Batman do Futuro #37” nos EUA

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Sem revelar quem assumiu o manto da Mulher-Morcego do Futuro, a personagem é apresentada na edição #37 de Batman Beyond.

Escrito por Dan Jurgens e com arte de Sean Chen, a edição coloca a misteriosa personagem nas ruas de New Gotham agindo como a famosa vigilante, sendo perseguida pelas câmeras do repórter Jack Ryder. No final da edição #36, presenciamos a figura invadindo a Bat-Caverna em busca do traje de Terry McGinnis, deixando Bruce Wayne e Terry tentando descobrir quem seria a mulher misteriosa.

Sendo primeiramente confundida com o próprio Batman, Batwoman irá ganhar notoriedade após ser flagrada por um drone de Ryder que captura sua primeira imagem oficial:

A pergunta que fica no ar é: Quem seria essa Batwoman?

Bruce e Tim assumem posições de certeza e assumem que conhecem sim quem assume o manto da vigilante, e passam a edição toda tentando descreditar a opinião um do outro.

Bruce afirma que Barbara Gordon estaria nas ruas como Batwoman, ja Matt afirma que na verdade seria Melanie Walker.

Antes de ser revelada, Batwoman precisa se provar forte o suficiente para sobreviver em New Gotham, sendo caçada pelo vilão Blight, a heroína se recusa a usar força bruta (até o momento), tendo táticas mais precisas como se tivesse sido treinada pelo próprio Bruce.

A edição Batman do Futuro #37 está disponível nos EUA.

Crises nas Infinitas Terras | Atrizes formam dupla inédita para o crossover

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O próximo grande crossover do Arrowverso, Crises nas Infinitas Terras promete ser um evento épico.  Além de contar com muitas participações especiais, reunirá o elenco das séries do universo Arrow. 

Recentemente foi divulgada no Instagram de Candice Patton uma foto mostrando que as Iris West (Candice Patton) e Lois Lane (Elizabeth Tulloch), as jornalistas de The Flash e Supergirl, que devem atuar juntas em algum momento do episódio especial.

A atriz, ao publicar a imagem ironizou sobre a parceria: “Iris e Lois. A comédia de amigas que você não sabia que precisava”.

Confira abaixo:

O crossover Crise nas Infinitas Terras será exibido entre dezembro deste ano e janeiro de 2020.

Batman | “O Que Aconteceu Ao Cavaleiro das Trevas?”, uma reflexão sobre a vida e a morte

O Batman, para uma grande parcela de consumidores da cultura pop, entraria facilmente em uma lista sobre os maiores detetives do universo ficcional. Com toda sua disposição, inteligência e artifícios, Bruce Wayne encara o papel de Homem-Morcego, desbrava todos os becos de Gotham City e faz-se presente onde o crime se manifesta.

Mas, e se o mistério da vez for a sua morte?

É justamente essa questão que o Batman tem que desvendar em “O Que Aconteceu Ao Cavaleiro das Trevas?”, publicação de 2013, dividida em duas partes. Sendo assim, muito oportuno é tomar o dia 2 de novembro, Dia de Finados no Brasil e data para lembrar os mortos também em outras culturas, para debruçar-se sobre essa obra de Neil Gaiman (Sandman, Coraline), com desenhos de Andy Kubert, arte-final de Scott Williams e cores de Alex Sinclair.

Logo nos primeiros quadros a leitura é tomada por espanto não pelo fato de um a um os maiores vilões do Cruzado Encapuzado estacionarem seus carros no Beco do Crime, em Gotham, mas sim o que o lugar que eles adentram reserva. Um Batman, vestido no seu traje, em um caixão. Morto!

Antes de prosseguir por essa fúnebre investigação, vale uma menção à chegada do Coringa ao Bat-Funeral. O Palhaço do Crime atordoa um jovem garoto responsável por olhar os carros apenas por pedir que o mesmo faça o seu serviço. Com medo de falhar ou de que mesmo com êxito no seu trabalho ainda assim possa ser morto, desesperado ele ouve:

“Garoto… Eu sou o Coringa, não mato gente por acaso. Mato gente quando é engraçado. Que graça poderia ter em matar você?”

Assim, com uma sequência de alguns poucos quadros e uma empáfia na fala do Coringa, a obra consegue presentificar o seu passado de feitos criminosos, até mesmo atos de outras mídias. Depois disso, o Coringa é mais um entre os muitos presentes no velório do Batman, e lógico que ele não estaria ausente desse evento grotesco que reúne harmoniosamente no mesmo espaço que o vilão a família Gordon com sequelas de “A Piada Mortal”, o que sublinha ainda mais as dúvidas sobre esse suposto ato final.

Desde o início da narrativa, Batman dialoga com uma misteriosa personagem narradora, sim ele está presente de alguma forma em sua própria morte, quase como um jogo, separados corpo e consciência. Entre o fantástico e ávido por encontrar respostas para essa noite, além de não reconhecer a Gotham que assiste, talvez por não estar mais nela, ao final da Parte 1 ele é novamente provocado pela voz a descobrir o que aconteceu a si mesmo, “Bruce, você é o maior detetive do mundo. Por que não descobre?”, e talvez seja esse o principal motivo que faça sua morte não ser um final tranquilo ou completo, ainda lhe resta um enigma.

Lembrado por muitos, heróis e vilões, Batman não parece muito concordar com as diversas versões sobre o que ocasionou sua partida, não se sabe se porque quer ele ser o dono da sua própria história ou se, talvez, pelo fato de suas aparições serem cercadas de tanto mistério que os demais envolvidos são confundidos tamanha a habilidade do morcego em se desvencilhar pela escuridão sem deixar rastros. Ou, ainda, ele próprio não se vê como parte do caos de Gotham, nas palavras do Superman sua ação deveria ser para tornar as pessoas melhores, motivar boas ações e não ser um agente criador do medo, afinal, ser assim “É tão ruim quanto o pior deles”. Para Superman, em seu tradicional traje – vibrante no contexto da obra, ser morto por aqueles que o próprio Cavaleiro das Trevas ajuda a criar diariamente seria inevitável. Uma outra versão, contada por Alfred, é a que mais brinca sobre a forma como o vigilante de Gotham ganha vida, um passeio entre melancolia e piada.

Se o dia dos mortos é para se lembrar de quem partiu, nessa HQ o Batman será lembrado, também com doses de saudade contornadas por até uma espécie de frustração por não ser o narrador da vez o dono da verdade e responsável por aquilo que seria o maior acontecimento da vida (de Gotham), a morte do Batman. De certa forma, um final para muitos, e talvez por isso estão ali, para verem com os próprios olhos morto o que lhes dá vida.

Neil Gaiman propõe em “Batmam – O Que Aconteceu Ao Cavaleiro das Trevas?” um tipo de movimento complexo de duas mãos, que vai desde o personagem entender suas ações quase como uma morte diária, mesmo que em determinadas situações isso não o atravesse de forma consciente. O ápice desse vagar sobre sua própria existência é rememorado pelo leitor e refletido pelo próprio Batmam em um trecho específico com uma sequência de desenhos de Andy Kubert que evocam cenas emblemáticas e dolorosas de sua jornada. Já por outro lado, há momentos dedicados ao nascimento do Batman, seja pelo tom e enquadramento da arte ou o que para muitos pode ser tratado como o já batido final de seu pai e sua mãe assassinados e tal fato funcionar como um auto-prólogo para sua missão como vigilante, até mesmo porque isso é colocado nas palavras de Joe Chill, presente na obra como uma espécie de figura que orienta os que chegam ao velório. Ainda sobre nascer, uma dualidade está no desfecho da HQ, que tanto pode se revelar como um convite à reflexão sobre os mistérios da vida, das trevas à luz, ou apenas uma constatação realista do autor ao que ele e nós sabemos sobre a importância e significado de um personagem como o Batman para os interesses do mercado.

Neil Gaiman recebeu como provocação para criação de “Batmam – O Que Aconteceu Ao Cavaleiro das Trevas?” desenvolver o capítulo final do Homem-Morcego, a última de todas as suas histórias, e o faz maravilhosamente quando evoca passagens conhecidas do personagem, com um reviver de artes dos maiores mestres das histórias em quadrinhos e uma homenagem aos criadores do personagem. Há em seu Batman, nesse processo à véspera da morte, questionamentos sobre sua solidão, incapacidade para superar determinadas passagens da vida e sua jornada ainda desconhecida por esse tipo de sombras, com pontos de luz apenas artificiais, faróis dos carros, postes, velas e lareira. Mas, e se tudo isso for necessário para o Batman acreditar que assim é o seu fim? Se não agora, em algum dia.

“O final da história do Batman é sua morte. Pois, se o Batman não morresse no fim, o que mais iria fazer?”

Haveria outros aspectos inspiradores para esta escrita, como a reunião de Neil Gaiman, Andy Kubert e os demais artistas para a realização da obra ou uma análise em paralelo com o trabalho de Alan Moore com “O Que Aconteceu Ao Homem de Aço?”, sem comparativos, mas com um olhar sobre o papel das narrativas em relação a cada um dos personagens. Mas, como já ficou evidente, o objetivo foi outro, olhar, de certa forma, para uma morte, não trágica e nem as de combate considerando serem os protagonistas Bruce Wayne e Batman, mas sim aquela que é diária, que nos afasta a cada dia de onde tudo começou.

Nota:

Batman | O Homem-Morcego não é um herói!

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Batman não é um herói. Ele é um personagem complicado, acho que nunca poderia ser um herói de verdade. Ele não é o garoto de ouro, ao contrário de quase todos os outros personagens de quadrinhos. Há uma simplicidade em sua visão de mundo, mas onde ela fica é estranha, o que permite que você tenha mais alcance com o personagem”.

Essa afirmação foi dada por Robert Pattinson, o futuro Batman dos cinemas numa entrevista para o The New York Times. É claro que renderia inúmeras polêmicas, ainda mais na geração jornalismo clickbait. Deixando toda a repercussão de lado, o modo como Pattinson definiu o personagem, é a prova clara que ele o compreendeu como poucos. O termo “herói” vem do grego, que significa “proteger e servir”. “Para os Gregos antigos, o herói situava-se na posição intermédia entre os Deuses e os Homens, sendo, em geral, filho de um Deus e de uma Mortal (Hércules, Perseu), ou vice-versa (Aquiles). Portanto, para os gregos antigos, o herói tinha uma dimensão semidivina”.

Essa “dimensão semidivina” está ligada também as virtudes que um ser dito com herói, possui. Nobreza, coragem, sacrifício, lealdade, justiça e moral, estão entre os atributos ligados ao heroísmo. Os quadrinhos se apropriaram do conceito de herói e o reinventou, com o surgimento de super-heróis. Indivíduos dotados de superpoderes ou habilidades (preparo, no caso do Batman) que utilizam para atos em prol da humanidade, como salvá-los de ameaças poderosas e dar um ideal a ser seguido.

Com a evolução dos quadrinhos, a personalidade dos heróis começou a ser explorada. Antes, heróis eram simplificados a pessoas com extrema honra, senso de justiça e moral elevada. Quando guardavam as suas capas, nada se modifica. Suas ações na vida pessoal, refletiam a ideia do seu alter-ego heroico. Tudo muito simplista, mas também, extremamente relacionado ao contexto histórico. Já há um certo tempo, essa conformidade foi modificada. Nos acostumamos com heróis com um passado tenebroso e efeito catastrófico nas suas vidas. O Batman é com certeza o maior exemplo disso, mas longe de ser o único. Basicamente, uma tragédia está ligada a todos os heróis, obviamente, com graus diferentes. O que muda no Homem-Morcego é o fato de sua tragédia ter sido tão cedo e outras terem o acompanhado constantemente.

Junte tudo isso com uma cidade que respira a loucura, injustiça e um crime que nasce e morre a todo instante. O Batman tem que lutar contra os crimes onde em muitos casos ele não é visto como herói, também pela polícia. Não é a toa que os maiores vilões do Batman possuem um perfil psicológico com traços tão complicados. Lembramos logicamente do Coringa, que faz a maior oposição ao herói, quando tudo nele é contraditório, mas também, justifica sua existência na própria existência do Batman. O Coringa não é o único, temos um psiquiatra que adora explorar os medos dos seus pacientes com veneno e um homem com dupla personalidade, sempre em choque. Poderíamos citar outros, mas você já entendeu. Viver na escuridão e não ser contaminado por ela, é o que faz de alguém um herói, não é? Isso acaba se tornando controverso quando a existência do Batman é o luto de Bruce.

Um garotinho que perde os pais de uma forma covarde, quando ainda não descobriu o que realmente é a vida. Nenhum dos seus privilégios, o poupou da dor mais humana, a perda de um ente querido. Essa dor o motiva a lutar contra criminosos, abdicando da sua vida pessoal. Batman vira o personagem principal, colocando Bruce Wayne apenas como uma máscara. É importante destacar que tudo foi movido por escolhas. O Batman não foi picado por uma aranha radioativa ou enviado de outro planeta. Sofreu um grande trauma e por conta própria, decidiu se tornar o morcego.

A própria escolha do uniforme revela muito sobre o personagem. Na sua primeira aparição em Detective Comics #27, Bruce explicou a escolha por um morcego como símbolo: “Os criminosos são muito covardes supersticiosos … então meu disfarce deve ser capaz de causar terror em seus corações. Eu devo ser uma criatura da noite, negra, terrível.” A sua proposta original para lutar contra o crime, era ser algo a ser temido, desencorajando o crime em Gotham. Esse caminho é sempre percorrido pelo encapuzado, transformando o personagem em um símbolo contra o crime, mas não sendo exatamente um exemplo ou alguém digno de exultação.

Bruce escolhe se tornar o Batman para proteger Gotham, mas se abdica de usar o maior poder de um Wayne em favor da cidade – o dinheiro. Em algumas histórias sabemos que Bruce continua o legado de filantropia dos pais, mas no geral, o uso do dinheiro como recurso necessário numa cidade tão desigual, é deixado de lado. Sabemos como a existência do Batman é positiva a Gotham, embora é inegável que numa cidade onde o mal parece brotar em toda esquina, os feitos do mascarado acabam se tornando pequenos para uma solução, de fato. É óbvio que estamos falando de um personagem ficcional que foi criado originalmente para ser um herói. Portanto, usar a máscara seria uma escolha consistente para isso acontecer. O que fica claro, é que a ideia do personagem ser apenas um herói na concepção clássica que temos, seja usando a mitologia por trás dessa palavra, seja usando o progresso das histórias desde a criação do personagem a todas as mídias e formas que ele já teve, acaba sendo o supérfluo.

O Batman não é um herói. Suas escolhas vão além disso. Se o objetivo que o fez vestir a capa foi a morte dos seus pais, facilmente julgaríamos como alguém egoísta. Mas, aqui vemos um garoto que cresce sem o apoio paterno, isolado, tendo como amigo apenas o seu fiel mordomo. Na sua conta bancária, todo o dinheiro do mundo, no seu coração, toda a solidão do universo. Bruce escolhe e escolhe certo e errado. Se transforma em algo a ser temido ao mesmo tempo que impulsiona o surgimento de loucos. Acolhe jovens enquanto os permite estar rodeado de violência. Luta contra o crime a noite, mas não usa todos os seus recursos para melhorar Gotham durante o dia. O Batman é passível de julgamento e em alguns questionamentos ele está totalmente errado. Heróis são criados para serem uma inspiração, muitas vezes inalcançáveis. São deuses desfilando perfeição. Batman, está longe disso, como um garoto que não teve tempo de aprender, Batman é apenas humano, como eu e você.

E claro, não dá pra se esquecer da definição de Batman do Comissário Gordon, em O Cavaleiro das Trevas: “Porque ele é o herói que Gotham merece, mas não o que ela precisa agora. Vamos caçá-lo…porque ele aguenta. Porque ele não é um herói. É um guardião silencioso…um protetor zeloso. Um Cavaleiro das Trevas.”

Supergirl | Vilão de Apokolips chega na 5ª temporada da série

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Nesta quinta-feira (31), foi anunciado que o ator britânico Nick Sagar, da série Shadow Hunters, irá se juntar ao elenco de Supergirl como o vilão Rip Roar (Devastador).

Rip Roar é um dos servos de Darkseid traído por Kalibak, filho do ditador de Apokolips. Ele sabotou o Tubo de Explosão de seu planeta e foi aprisionado dentro de uma montanha na Terra, até que os Jovens Titãs o libertasse acidentalmente. O vilão é capaz de controlar fogo e gelo, além de ter super-força, velocidade e resistência. Ele também tem a capacidade controlar armas de tecnologia avançada.

Supergirl já esta sendo transmitida pelos canais Warner Channel e CW, temporadas anteriores estão disponíveis no serviço de streaming Netflix.

John Constantine: Hellblazer | DC Black Label divulga prévia de nova edição

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Uma nova HQ de John Constantine chegará no selo DC Black Label. Com roteiro de Si Spurrier e ilustrações de Aaron Campbell, “John Constantine: Hellblazer #1” teve sua prévia divulgada pelo selo adulto DC Black Label. Confira:

Na edição, um criminoso chamado K-Mag, envolve-se em uma situação com elementos sobrenaturais. Ele se vê forçado a trabalhar com John Constantine para voltar à sua vida normal. No entanto, um simples exorcismo acaba dando terrivelmente errado, dando início a um novo capítulo da saga Hellblazer.

O lançamento da edição será no dia 27 de novembro nos EUA.

Pennyworth | Série é renovada para a segunda temporada

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O presidente da Epix, Michael Wright, anunciou que o seriado Pennyworth, focado no passado de Alfred e a família Wayne, terá uma segunda temporada.

“Pennyworth se tornou um grande sucesso para nós, sendo abraçada por críticos e público. Foi o melhor desempenho da história do Epix para uma produção original, registrando mais do que o dobro da audiência das anteriores. Bruno Heller, Danny Cannon e a WBTV entregaram uma série realmente brilhante. Mal podemos esperar para trabalhar novamente com essa equipe e elenco fenomenais.” declara o presidente.

O seriado foi muito bem recebido pelo público e crítica, apesar de sua desconfiança inicial sobre qual sua abordagem. As gravações iniciarão no Reino Unido no próximo ano e a série poderá ser lançada ainda em 2020.