Início Site Página 317

Análise | Watchmen não é político demais

0

O mundo não é um lugar perfeito e algumas pessoas não gostaram de Watchmen. O motivo não está relacionado diretamente a série, mas sim ao contexto atual. No Rotten Tomatoes, a série alcançou uma pontuação de 43% de aprovação por parte do público, enquanto possui 94% por parte dos críticos. Os números revelam uma imaturidade muito bem reconhecida nas redes sociais.

A discrepância das avaliações do público em geral, chega a ser irônico . Em Coringa vimos exatamente o oposto. Uma parte considerável da crítica deu notas baixas ao filme por motivos no mínimo curiosos. A) Glamourização da violência (inexistente), B) Possibilidade de um efeito negativo na sociedade (bola de cristal é requisito para ser crítico. Spoiler: a bola de cristal está quebrada.), C) A mensagem do filme ser considerada controversa. Observe que todas essas análises não são exatamente sobre o filme, mas sim, sobre uma possível interpretação pessoal a respeito da produção.  

Agora, foi o público que avaliou Watchmen por questões meramente pessoais, questões essas que revelam o quanto a sociedade está doente e necessita de obras que possam incomodar. Alguns argumentos são sobre uma possível falta de respeito para com o material original. Muitos ficaram indignados com as mudanças, mas nenhuma mudança incomodou tanto como usar o Rorschach como símbolo e mentor da Sétima Kavalaria, um grupo supremacista branco inspirado na Klu Klux Klan.

Vamos analisar algumas opiniões de certos “fãs” na plataforma Rotten Tomatoes:

“Há uma razão pela qual Alan Moore não colocou seu nome neste projeto. O filme foi horrível. Então, por que se preocupar com outra tentativa esfarrapada? A história em quadrinhos era muito específica quando foi lançada em 1986… O que faz você pensar que pode ser adaptada hoje?”

“Parece que, infelizmente, essa série é politizada.”

“Decisões erradas de roteiro, e uma série politizada demais.” 

Desde o início do projeto, estava claro que Alan Moore não se envolveria. O próprio Damon Lindelof (idealizador da série), mandou um “Foda-se Alan Moore” enquanto esteve na Comic Con San Diego. Ele disse no evento: “Sinto que o espírito do Alan Moore é um espírito punk rock e rebelde”, disse antes de supor que, se alguém tivesse dito ao escritor quando ele era apenas um adolescente para “não fazer isso ou aquilo porque o criador do Superman ou do Monstro do Pântano não querem, ele teria dito ‘Foda-se, vou fazer mesmo assim. Então estou canalizando o espírito de Alan Moore para dizer a ele ‘Foda-se, vou fazer mesmo assim.” 

Watchmen HBO

Mais tarde, infelizmente, Lindelof admitiu que tudo era um clickbait para vender a série. Mesmo sendo algo pensado para popularizar e consequentemente gerar barulho em torno da série. o “Foda-se Alan Moore” é exatamente o espírito necessário para a produção da série. Como Damon apontou, Moore não se guiava com a ideia de fazer aquilo que era esperado dele ou algo feito sob encomenda para agradar. Sabe o que também é assim? A série.

Lindelof deixou bastante claro que não tinha como objetivo recriar os quadrinhos na tela, algo que Snyder optou por fazer. Sua ideia era ir além dos quadrinhos e fazer uma atualização para os nossos tempos. Isso faz todo o sentido, quando o próprio quadrinho abordava alguns temas atuais na época do seu lançamento.  

Watchmen não foi escrito para retratar o bem e o mal como conhecemos, tampouco para criar no público o popular sentimento de identificação com personagens. Watchmen foi criado como um discurso contra o conceito de super-herói, algo que o Sr. Moore detestava. Não é à toa que os heróis são tão imperfeitos, tão próximos do que conhecemos como vilões. Se você se identifica com algum dos heróis apresentado nos quadrinhos, isso diz muito sobre você mesmo e não, não dá para defender nenhum personagem.

Na obra original. Alan Moore não poupava espaço para política, contradizendo as críticas de uma parte do público sobre a série. Os quadrinhos são ambientados nos EUA na década de 1980. Aqui, existe uma realidade paralela onde Richard Nixon não renunciou ao cargo de presidente americano e os EUA acabou vencendo a Guerra do Vietnã com a extrema colaboração do Dr. Manhattan, escrito claramente para fazer um paralelo com Deus, inclusive a ideia de um suposto desprezo pela humanidade. E os “heróis”? Eles existem, mas não são exatamente como imaginaríamos. Na verdade, se comportam como vigilantes usando extrema violência como resposta. A sociedade acaba se revoltando contra os vigilantes e Nixon emite um decreto, tornando o vigilantismo algo ilegal.  Mas, um entre todos, se recusa a tirar a máscara, ele, Rorschach.

Supremacistas na série Watchmen

A escolha do Rorschach ser o condutor da série é uma amostra do quanto Moore queria retratar uma sociedade doente e o quanto heróis podem ser exatamente o oposto do que pretendem. Rorschach é um detetive mascarado que carrega seus traumas literalmente na sua máscara e escolhe tratá-los, com a violência contra os caras maus. Na sua caminhada, Rorschach escreve um diário. No seu diário, fica claro como Rorschach tem ódio por alguns grupos e não poupa palavras para descrever. Veja alguns exemplos:

“A imundice de todo sexo e matanças vai espumar até a cintura e as putas e os políticos vão olhar para cima gritando “salve-nos”… e eu vou olhar para baixo e dizer “não”. Eles tiveram escolha, todos. Podiam ter seguido os passos de homens honrados como meu pai ou o presidente Truman. Homens decentes, que acreditavam no suor do trabalho honesto. Mas seguiram os excrementos de devassos e comunistas sem perceber que a trilha levava a um precipício até ser tarde demais. E não me digam que não tiveram escolha. Agora o mundo todo está na beira do abismo contemplando o inferno e os liberais, intelectuais e sedutores de fala macia… de repente não sabem mais o que dizer.”

“Dormi o dia todo. Acordei às 16:37, com a senhoria reclamando do cheiro. Ela tem cinco filhos de cinco pais diferentes. Deve enganar a previdência social. Logo vai anoitecer. Lá embaixo a cidade grita como um matadouro cheio de crianças retardadas.”

“Encontrar Veidt me deixou um gosto ruim na boca. Ele é mimado e decadente. Traiu até mesmo suas próprias hipocrisias liberais. Talvez homossexual? […] A primeira Espectral é uma puta velha e inchada morrendo num asilo na Califórnia.”

“Rua 42: seios nus se esparramam de todos os outdoors, de todos os cartazes, sujando a  calçada. Me ofereceram amor sueco e amor francês… mas não amor americano. Amor americano; como Coca em garrafas de vidro verde…eles não fazem mais.”

Fica claro como Rorschach nutria um ódio direcionado principalmente as minorias sociais. Suas opiniões registradas, revelam alguém que busca por justiça, ao mesmo tempo que carrega em si um sentimento profundo de desgosto a pessoas que julgam serem inferiores.

Sempre questionam as atitudes dos outros, sem uma possível busca de compreensão. O ódio se estabelece também a grupos políticos que ele não concorda, algo muito natural hoje e evidencia o motivo da suposição de Watchmen ser político demais. As opiniões de Rorschach se misturam com a realidade atual, onde, muitos, principalmente homens, defendem conceitos similares em grupos da internet. Ódio profundo a tudo aquilo que não é visto como natural e assim como Rorschach, compartilham um patriotismo exacerbado, fazendo parecer que tudo aquilo que é americano, é melhor. 

Um detalhe interessante, Snyder preferiu mudar as falas e naturalmente, suavizá-las para o cinema. O personagem Rorschach é excelente, um dos mais bem construídos nos quadrinhos, mas desde o início, fica claro que ele não é feito para ser adorado. A adoração do mesmo, por grupos supremacistas brancos como a Sétima Kavalaria na série, é uma leitura exata de como esses grupos no mundo real, tentam justificar suas ideias através de símbolos tão controversos.

A realidade, naturalmente é mais assustadora. Por isso que a série é exatamente uma distopia atual. A falta de capacidade para um debate político também é um causador de todo esse incômodo da parte de alguns. Se estamos num momento onde não sabemos respeitar opiniões diversas e partimos para agressões verbais (quando não são físicas), é natural que muitos se sintam incomodados.

É preciso maturidade por parte do público para ter suas ideias confrontadas e para que possam ir além de discussões bobas, e assim quem sabe, possa surgir uma provável mudança. Na prática, sabemos que que essa maturidade está cada vez mais distante e a grosseria e a estupidez presente no debate político é como o sonho político em Watchmen, já se realizou.

P.S.: Foda-se Alan Moore. 

Liga da Justiça | Editores de efeitos visuais confirmam a finalização da versão “Snyder Cut”

0

Conforme o ComicBook Movie, surgem novas evidências de que a “Snyder Cut” de Liga da Justiça não só existe, mas que está muito próxima de ser completamente finalizada. Enquanto Jason Momoa (Aquaman) falou recentemente sobre seu desejo para que os fãs vejam logo a versão de Zack Snyder, os supervisores de efeitos visuais John Desjardin e Bryan Hirota também comentaram sobre. Confira:

“Muitas fotos de efeitos visuais estão completas, algumas porcentagens disso foram de vários estágios de conclusão, desde o início do pós-visual até o quase pronto (mas não exatamente)”, revelou Desjardin, com Hirota acrescentando: “Eu concordo”.

Recentemente, o compositor Junkie XL confirmou que havia completado a trilha sonora de Liga da Justiça antes de Joss Whedon substituí-lo por Danny Elfman, enquanto o diretor de fotografia Fabian Wagner continua agradecendo aos fãs pelo apoio nas mídias sociais. Com tudo isso já divulgado por pessoas envolvidas ao projeto, realmente não parece muito difícil para a Warner Bros. comprar a ideia do #ReleaseTheSnyderCut!

Além disso, o próprio Snyder continua sua saga de divulgação de várias artes conceituais e provocações através da sua rede social Vero, e é claro, o discurso em torno do “Snyder Cut” não terminará tão cedo.

The Batman | Colin Farrell e Andy Serkis negociam papéis no filme

0

A semana começa agitada para a nova produção de Matt Reeves, com dois atores entrando em negociações para participar do longa.

De acordo com o Deadline e a Variety, os atores Colin Farrell e Andy Serkis estão em negociações para interpretar dois dos personagens mais importantes na trama de Reeves: Pinguim e o mordomo Alfred.

Andy mantém um relacionamento produtivo com Matt Reeves, tendo participado da ultima trilogia do cineasta, ”Planeta dos Macacos”. Mas as principais fontes afirmam que a participação do ator pode ser pequena, pois o mesmo já está confirmado como diretor da sequência de “Venom“, que já começou sua pré-produção.

Farrell, negociando o papel de Pinguim, retorna para uma produção da Warner após ”Animais Fantásticos” em 2017. Caso consiga o papel, Colin seria a ultima adição ao trio de vilões já confirmados no longa, com Zoe Kravitz como Mulher Gato e Paul Dano como Charada.

The Batman tem data de lançamento marcada para 2021. Conforme a Variety , as filmagens de The Batman devem começar no final de 2019 ou início de 2020.

V de Vingança | Uma análise sobre mídia e política

0

Em outubro deste ano, talvez o filme mais esperado de todos estreou. “Coringa” apresenta aspectos políticos e sociais que contam a história do maior vilão dos quadrinhos e ainda está dando o que falar. No filme, vemos fielmente o aspecto da mídia e da política entrelaçados. A mesma mídia utilizada por Frank Miller na edição Cavaleiro das Trevas está presente em cena, principalmente sobre como os meios de comunicação reproduzem o que eles querem, e como esses elementos podem dialogar com você. Só que desde muito tempo, os quadrinhos gostam de abordar essa relação existente entre mídia e política. Porém, neste texto, escolho um outro personagem bem conhecido e mascarado.  

Isso mesmo! Se você pensou em V de Vingança, acertou! Nesta obra observa-se o escritor Alan Moore e o desenhista David Lloyd utilizando dessa correlação entre mídia e política para tratar diretamente com o leitor sobre regimes autoritários em uma distopia criada em 10 volumes, onde “V”, o personagem principal, luta contra a ascensão do fascismo 10 anos depois de Margaret Thatcher, na Inglaterra. Tudo dentro do personagem V é escolhido perfeitamente pelos seus autores como uma forma de chamar a atenção para a política e mostrar aos leitores elementos do fascismo, já que o personagem se intitula como um “anarquista romântico” e usa a sua sabedoria e experiência política como uma ferramenta para acordar a população e mostrar como o governo utiliza os meios de comunicação para controlar as pessoas. Esse regime também faz uso de policiais e militares, que em teoria é para proteger a população, como um modo de tortura para a favor de sua própria ideologia. E assim é criado o ambiente de supremacia, dentro dos próprios olhos e com pessoas que dizem ser o melhor para família, e para o país.

O próprio personagem V e sua famosa máscara significam até hoje um meio de contrariedade. Recentemente vem acontecendo algo semelhante com o Coringa, onde em muitas manifestações pelo mundo, sua maquiagem é adotada como um símbolo de protesto e revolta contra governos. Para o V, há todo um significado articulado por seus autores que adotaram este homem como um símbolo.  Uma clara crítica ao autoritarismo. A máscara que esconde o rosto de V foi uma homenagem a Guy Fawkes, um homem que fez parte da Revolução da Pólvora em (1600) e que era especialista em explosivos. Observamos todas as semelhanças quando V explode o parlamento, causando uma revolta em todos os líderes superiores daquela sociedade. Fawkes tinha o objetivo de assassinar o Rei Jaime I, colocando barris de pólvora onde ficava o parlamento, mas o plano acabou não dando certo. Diferentemente do que acontece com V, que sempre tinha um cuidado absoluto e todos os seus planos eram bem arquitetados.

Guy Fawkes

Conhecemos um pouco mais desse homem mascarado, quando ele salva uma garota chamada Evey de estupradores na rua, onde a leva pra casa e cuida dela. Lá, ela conta uma história já conhecida por muitos; a personagem tinha tudo e então uma guerra devastou sua vida. Os líderes separaram os homossexuais, os negros e os deficientes, em busca de uma raça pura. Enquanto o leitor entra mais a fundo na história, ele se pergunta a todo instante: “Quem foi V de Vingança?”. Em uma análise podemos entender que o V é todo mundo que teve alguma experiência com guerras, autoritarismo e venceu, mas nem todos tem essa chance. V é todas as pessoas que sofreram em campos de concentração e se veem sem saída. Observamos como isso reflete na Evey, por isso, o V segundo seu próprio autor é um Anarquista Romântico, já que para o mesmo a Anarquia significa que cada um é dono do seu próprio destino, para que cada um consiga fazer o seu próprio futuro.

Só que como todos sabem, nem sempre a revolução vem com rosas, o que soa como uma ironia já que seu personagem tem um grande apreço pelas rosas. O primeiro passo de V é colocar fogo dentro do seu campo de concentração, onde o mesmo sai ileso e busca então libertar as pessoas da mídia, da opressão, e da cegueira imposta por políticos, depois uma série de planos que vão ocorrendo ao longo da trama.

Dentro desse universo criado por Alan Moore, observamos coincidências com regimes políticos, sobre como a mídia influencia e apresenta cada detalhe, não somente como informação, e sim noticiando o que as pessoas precisam saber sobre o governo, como uma fórmula de controle da verdade. O que nos lembra o Brasil com uma semelhança interessante: O programa utilizado na HQ é chamado de “Voz do Destino”, onde a “Boca” como eram chamada as pessoas que controlavam os poderes midiáticos, tinham total controle. Já aqui no Brasil, tínhamos um programa desde 1938 a 1971 que após algumas mudanças de nome se fixou como “Voz do Brasil” e que se passa até hoje, mas durante aquela época era utilizado apenas para falar dos “milagres econômicos” dos presidentes, como um modo de noticiar a população coisas boas, quando na verdade, havia sempre um problema escondido. Observamos esse regime autoritário de controle até hoje na Coreia do Norte com Kim Jon Un, onde o líder controla todo tipo de mídia que o povo consome, sendo a maioria apenas para enaltecer e aclamar o próprio ditador.

V

Em 2004, Moore fala sobre a mídia: “Nós a convidamos para nossas casas todas as noites, certamente alguns a consideram até como amiga.” E isso fica vigente quando o personagem V percebe que o único jeito de falar realmente com as pessoas é indo até a mídia, quando ele finalmente faz as pessoas perceberem a realidade utilizando um dos únicos meios que elas dão atenção: a televisão. Por ela, as pessoas começam a descobrir a verdade e assim, surge o sentimento anarquista do V de Vingança. O estado para o personagem é responsável por toda alienação de forma direta, e acaba corrompendo a população, já que ele alimenta o capitalismo, faz as pessoas morrerem de fome, matarem e assaltarem sem nenhuma alternativa de sobrevivência. Para ele, as pessoas precisam de libertação.

Um exemplo nato sobre essa liberdade é quando a personagem Evey, que foi salva pelo V de Vingança, em um dos momentos mais bonitos de toda a história, finalmente se vê livre. Isso é representado pelas palavras e pela água. Na cena, ela toma um banho de chuva nua, que significa renascer, ela simplesmente conhece a anarquia, ela se liberta de toda a dor que havia em seu passado, e se regenera, tendo como objetivo continuar o legado do V de Vingança em soltar os “presos” pela poeira midiática e política.

“V de Vingança” foi lançada em 1982, criada por Alan Moore e David Lloyd.­­

Mulher-Maravilha | Heroína ganha nova vilã nos quadrinhos

0

Conforme o Comicbook, na edição “Mulher Maravilha nº 3 Anual”, nossa heroína ganha uma nova vilã. É Helen Paul, uma agente da ARGUS. Quando menina, a Mulher-Maravilha resgatou Helen de terroristas durante um ataque contra a ARGUS. Helen perdeu os pais naquele ataque, mas a Mulher-Maravilha a colocou com dois agentes aposentados da ARGUS como sua nova família. Diana permaneceu na vida de Helen até ela crescer e se juntar à ARGUS. Agora, Helen luta ao lado da Mulher-Maravilha quando a heroína participa das missões da ARGUS.

Ou pelo menos essa é a história com a qual Helen cresceu. O vilão Leviathan, no centro da história em andamento deste evento, revelou a verdade para Helen. Os pais dela não foram mortos por terroristas. Eles eram terroristas, líderes de uma célula chamada os Filhos da Liberdade. Mas Helen é apenas filha de nacionalistas brancos. Ela também é descendente de Gudra, uma das Valquírias que já travaram uma longa disputa com as Amazonas.

Leviathan convence Helen que a guerra está em seu sangue e que a Mulher-Maravilha a manipula há anos. O vilão revela o verdadeiro nome de Helen, Paula Van Gunther, e a convence a assumir seu manto como Warmaster.

Já imaginou um combate entre os opostos Mulher-Maravilha, princesa da paz, contra a Mestre da Guerra? Por enquanto, Warmaster são os olhos e ouvidos de Leviathan, mas será uma questão de tempo até ela enfrentar a Mulher-Maravilha.

A edição já está a venda nas bancas americanas.

Superman 1978 | Microsoft testa nova tecnologia de disco rígido usando o clássico filme do Homem de Aço

0

Conforme o portal Newsarama, a Microsoft está lançando uma nova tecnologia de disco de armazenamento digital em vidro nesta semana – e para testar seus limites, eles armazenaram uma cópia do clássico filme “Superman: The Movie” de 1978. A empresa trabalhou em conjunto com a Warner Bros. neste novo projeto.

Os discos medem 7,5 cm x 7,5 cm x 2 mm. Os arquivos do filme ocupam aproximadamente 75,6 gigabytes de dados. Não foi estabelecido nenhum cronograma para a liberação ao público da nova tecnologia.

Watchmen | Confira o teaser e a sinopse do quarto episódio da temporada

0

A HBO divulgou o teaser do episódio #4 da série Watchmen, com o título “If You Don’t Like My Story, Write Your Own“, algo como “Se você não gosta da minha história, escreva sua própria”. Confira:

Confira a sinopse do episódio:

“A trilionária reclusa Lady Trieu finalmente entra no palco com uma oferta misteriosa; Com Blake se aproximando da verdade de um segredo, Angela pede ajuda ao Looking Glass; O Senhor treina dois novos servos.”

Lembrando que no último episódio dua revelações importantes aconteceram: Coruja ao que parece está preso pelo governo americano. Dan Dreiberg foi preso em 1995 por violar a Lei Keene, que proibia “Aventureiros Fantasiados”. A segunda revelação é o personagem de Jeromy Irons. Ele é na verdade Adrian Veidt, o Ozymandias.

Para quem anda perdido na série, a HBO lançou a Peteypedia, um site paralelo que expõe alguns dos acontecimentos ocorridos entre 1985, data do final da HQ, e 2019, início do primeiro episódio. Clique e confira: https://hbo.com/peteypedia

Watchmen segue em exibição todos os domingos na HBO.

Arrow | Importante personagem retornará para o final da série

0

Encaminhando-se para o seu encerramento, Arrow ainda nos reserva algumas surpresas. O protagonista Stephen Amell, que dá vida ao Arqueiro, anunciou em seu twitter que a atriz Emily Bett Rickards retornará para a despedida da série. Ela havia deixado o elenco no final da sétima temporada e novamente interpretará Felicity Smoak.

Confira abaixo:

“Muitas notícias sobre o episódio final vão sair nos próximos meses. Eu prefiro que você ouça primeiro de nós. Bem-vinda de volta, Emily.”– disse o ator.

Na última vez em que vimos Felicity, ela entrou em um portal com o Monitor, viajando para um lugar onde ele avisa que ela nunca voltará. No final da última temporada, talvez iremos descobrir para onde ela foi e se Queen está esperando por ela do outro lado.

Aquaman | Jason Momoa fala sobre encontro com Batman de Robert Pattinson nos filmes

0

Jason Momoa já começou a quebrar as esperanças dos fãs que pretendem ver o Batman de Robert Pattinson junto com os personagens que já foram apresentados no cinema. Em entrevista ao Entertainment Tonight, o ator disse que eles não devem se encontrar nas telas.

Ao ser perguntado sobre um possível encontro do novo Batman com o Aquaman, Momoa respondeu “Isso seria bem legal, mas não acredito que vão seguir por esse caminho. Eles vão fazer as coisas deles, e nós vamos fazer as nossas coisas”. Então ele completou dizendo “Honestamente estou muito empolgado, pois Robert é um grande ator. Ele é um cara legal”.

Então, fica ainda mais provável que nenhum dos outros personagens já apresentados se encontre com o novo Homem-Morcego dos cinemas. O mais provável é que o filme de Pattinson cria uma nova linha temporal nos filmes da DC.

Enquanto a Warner Bros. não confirma nada, ou nem mesmo o diretor do filme, Matt Reeves, ficamos no aguardo de novidades.

Batwoman | Personagem é apresentada na edição “Batman do Futuro #37” nos EUA

0

Sem revelar quem assumiu o manto da Mulher-Morcego do Futuro, a personagem é apresentada na edição #37 de Batman Beyond.

Escrito por Dan Jurgens e com arte de Sean Chen, a edição coloca a misteriosa personagem nas ruas de New Gotham agindo como a famosa vigilante, sendo perseguida pelas câmeras do repórter Jack Ryder. No final da edição #36, presenciamos a figura invadindo a Bat-Caverna em busca do traje de Terry McGinnis, deixando Bruce Wayne e Terry tentando descobrir quem seria a mulher misteriosa.

Sendo primeiramente confundida com o próprio Batman, Batwoman irá ganhar notoriedade após ser flagrada por um drone de Ryder que captura sua primeira imagem oficial:

A pergunta que fica no ar é: Quem seria essa Batwoman?

Bruce e Tim assumem posições de certeza e assumem que conhecem sim quem assume o manto da vigilante, e passam a edição toda tentando descreditar a opinião um do outro.

Bruce afirma que Barbara Gordon estaria nas ruas como Batwoman, ja Matt afirma que na verdade seria Melanie Walker.

Antes de ser revelada, Batwoman precisa se provar forte o suficiente para sobreviver em New Gotham, sendo caçada pelo vilão Blight, a heroína se recusa a usar força bruta (até o momento), tendo táticas mais precisas como se tivesse sido treinada pelo próprio Bruce.

A edição Batman do Futuro #37 está disponível nos EUA.