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#ReleaseTheSnyderCut | Tudo o que está por trás do sonho da versão de Zack Snyder de Liga da Justiça

Era uma vez um sonho: A LIGA DA JUSTIÇA. Todo e qualquer DCnauta sempre sonhou em um live action com os maiores heróis do universo. Embora, ninguém teria imaginado que seria um caminho repleto de obstáculos. 

Quando Snyder assumiu o Homem de Aço, a Warner não tinha nenhum planejamento para um universo estendido. O estúdio tem o célebre histórico de confiar nos diretores para estabelecer suas próprias histórias. Foi assim com a trilogia do Cavaleiro das Trevas dirigido por Christopher Nolan. Quando Batman Begins nasceu, junto com ele, existia um planejamento. Seria uma trilogia que usaria os quadrinhos como base, mas com o desejo de ir além. Nolan havia concebido um universo para o Batman, usando muito bem os vilões para contar uma história que dialogava com alguns gêneros do cinema. A Warner confiou no projeto e o resultado todos nós sabemos.

Assim como o Nolan obteve liberdade para criar o seu universo, Zack Snyder também obteve carta branca. Com o direito de ser o arquiteto da DC, Snyder, fã de quadrinhos, começou a construir sua história. Infelizmente, a tranquilidade para criar dada ao Nolan foi sucumbida diante um estúdio desesperado para ter o seu mar de dinheiro. Com a concorrência atingindo números de bilheteria absurdos, a Warner não queria perder tempo, apesar de já ter perdido o timing.

Diante de tudo isso, após o Homem de Aço, Snyder anunciou o seu novo projeto. Um filme que seria um prelúdio para a vindoura Liga da Justiça. Batman Vs Superman – A ORIGEM DA JUSTIÇA era com certeza uma ideia ousada e bastante perigosa. Como era suspeito, inserir toda a mitologia da Liga em um único filme, acabaria se tornando um sério problema.

Sou do time que amou BvS, mas estou longe de ignorar suas falhas. O maior crime foi justamente ser praticamente um prólogo de um filme que uniria todos os heróis. Claramente faltou tempo e espaço para os personagens. Algumas motivações soam forçadas e os inúmeros cortes do filme não contribui para a sua coesão.

Infelizmente, a Warner meteu a mão e diminuiu a liberdade dada a Snyder. O filme lançado no cinema foi diferente da versão estendida, essa que seria a visão que o Snyder queria para o filme. Na versão estendida, compreendemos melhor as motivações dos personagens e o embate dos heróis é mais plausível. A Warner encurtou o filme e esse seria apenas o início de um embate com o diretor. A crítica especializada não gostou do filme e a bilheteria não fez jus a uma produção protagonizada por dois dos maiores heróis da terra.

O que aconteceria então? Mudanças. Mudar era realmente preciso, mas as mudanças drásticas propostas pelo estúdio resultou em um outro filme ainda mais picotado, o Esquadrão Suicida. O diretor David Ayer afirmou que o filme visto no cinema, não era exatamente aquilo que o diretor propôs. Ele alegou, cortes e alterações em algumas cenas, para tornar o filme menos denso e um pouco mais colorido. Na prática, o que vimos foi um filme que sempre tenta chegar a um lugar, mesmo sem saber exatamente onde.

Todo o desejo da Warner era de fato, alcançar o sucesso que a Marvel conseguiu com seus filmes. Entretanto, agora que o trem estava andando, não houve uma boa direção e várias estações acabaram se passando. A DC perdeu o timing, muitos filmes de quadrinhos lotavam cinemas do mundo enquanto seu universo praticamente desmoronava. O Snyder não merece a culpa pela falta de planejamento da Warner, mas leva o crédito por não ter ouvido outras vozes que poderiam criar histórias diversas onde não se buscaria grandeza sem necessidade. Em seus filmes, é fácil perceber quando o equilíbrio é perdido, característica de alguém que deseja contar muito e ao mesmo tempo, sem um controle maior, ou até mesmo alguém que lhe forneça um certo controle.

Se você já me xingou mentalmente, saiba que sou fã do Zack. Amei BvS e Watchmen. E o Homem de Aço conseguiu uma enorme façanha: me fez admirar o personagem. Como nerd, me identifico fácil com Snyder e sua paixão por quadrinhos e videogames (as cenas de lutas do Super). Apesar disso, críticas são necessárias  e um bom diretor sempre busca aprimorar a sua forma de contar histórias.

Agora, Snyder Cut. Vamos aos fatos. O The Hollywood Reporter ouviu fontes da Warner que alegam não estar nos planos da Warner lançar o corte. Alguns até informaram que não existe uma versão alternativa de Liga da Justiça. Independente disso, Zack Snyder, seguiu postando fotos e alimentando rumores sobre a sua suposta versão. Quanto mais o tempo passou, artistas se manifestaram a favor da Snyder Cut. O assunto explodiu de vez quando Jason Momoa afirmou ter assistido a versão do Snyder.

Na prática, é bem possível que essa versão realmente exista – vamos tratar como rumor até uma confirmação oficial da Warner. Supostamente, a versão teria cerca de três horas e mudanças bruscas no tom e no roteiro. Darkseid iria aparecer, o Batman continuaria espancando criminosos, outros heróis possivelmente apareceriam junto com outros personagens importantes e daria mais forma a história. Além de tudo isso, o Superman vestiria sua roupa preta e possivelmente daria uma boa surra na Liga, quer dizer, uma outra grande surra.

Tudo muito lindo não é mesmo? A grande questão é: Seria o corte do Snyder economicamente viável para a Warner? Com investimentos pesados em séries da HBO Max, valores absurdos para ter exclusividade com criadores, investimentos em outros filmes do estúdio, inclusive outras produções da DC e um possível novo selo adulto de filmes (ainda não confirmado), a Warner investiria dinheiro para o corte do Snyder ser finalizado? 

Outro ponto importante é o quanto olhar para o passado pode trazer um efeito dúbio para os fãs. Da mesma forma como muitos, talvez por amarem o projeto e pelo desejo de esquecer aquela coisa dos cinemas, outros possivelmente podem lamentar o que não vivemos ainda. Isso seria ainda mais preocupante para o Batman que já está com um ator diferente da versão do Snyder.

Pelo que tudo indica, no momento, a Warner decidiu investir em projetos diversos sem uma ligação muito grande entre si e possivelmente, uma nova leva de filmes sob um selo semelhante ao DC Black Label dos quadrinhos. Nesse momento atual, a Warner abriria espaço para o Snyder Cut que na prática é um tiro no escuro? É sempre bom lembrar que o objetivo desses filmes é atingir o máximo possível de público, muitos dos quais não acompanham esses filmes com afinco e até mesmo gostaram da versão dos cinemas.

Pensando em todos esses fatores, não me surpreenderia se a Warner decidiu engavetar o projeto. Eu gostaria muito de assistir essa versão e seria uma boa forma de mostrar respeito ao diretor que não foi só criticado, como ainda é perseguido por uma parte da imprensa. Gostaria de ver um ciclo se fechando que começou com um questionamento sobre o que realmente significa a esperança.

Durante as filmagens da Liga da Justiça, Zack Snyder perdeu sua filha, vítima de um suicídio. Muitos não respeitaram a sua dor e pelo o que tudo indica, a Warner usou essa tragédia para dispensá-lo, o que pelo visto, já estava nos planos do estúdio. O Snyder Cut seria mais que um filme, seria uma forma da Warner se redimir com seu diretor, que errando ou não, deu início a um universo que nos deu boas lembranças no final.

De todas as formas, agradeço Zack por ter nos dado a oportunidade de voar tão perto do sol, mesmo que no final, todos acabássemos queimados. O que vale, é a jornada.

Raio Negro | Por que devemos assistir?

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20 de novembro marca o Dia da Consciência Negra e com ele, uma série de discussões sobre o tema são levantadas. Entre elas, em especial o racismo, que em pleno século XXI se faz presente em nosso cotidiano, mesmo que tentemos disfarçar sua existência. Com base neste ponto, o Terraverso preparou uma matéria especial sobre a série Raio Negro, exibida pela CW.

Mas por que falar desta série em especial?

Bom, um dos motivos para isto é que ela traz personagens negros como protagonistas e é ambientada em uma comunidade negra dos EUA. Esta série pode ser encarada como um marco da representatividade negra na DC, porque a cultura afro nas HQs começou a ser explorada de maneira recorrente no início dos anos 70 e a DC Comics, em 1971 começou a criar e lançar heróis negros para suas histórias. Sendo que o primeiro era conhecido como Vykin, lançado em 1971. No mesmo ano, Jack Kirby idealizou o segundo personagem negro da DC, o Corredor Negro, fazendo sua primeira aparição na revista New Gods 3. Este personagem era uma entidade cósmica que representava a morte, porém eles não eram protagonistas de suas histórias, fato que só veio a ocorrer posteriormente, seis anos depois, em 1977, quando surgiram as primeiras HQs do Raio Negro, que conhecemos hoje em dia.

Já a sua série de TV, conta que Jefferson Pierce há nove anos se aposentou de sua vida de super-herói, depois da mesma abalar estruturalmente seu casamento e sua família como um todo. Porém, em decorrência de diversas situações ele se vê obrigado a se tornar um vigilante novamente.

Mas você deve estar se perguntando qual a ligação da série com as questões sociais? Afinal, estamos falando de uma série de super-heróis. Devemos abordar alguns conceitos científicos para explicar esta questão, o primeiro diz respeito ao racismo aberto, aquele que relaciona-se com as questões individuais, e que é facilmente notado, manifestando-se em atos de violência contra indivíduos negros. Já o segundo, é chamado de racismo encoberto, que se dá através de violências simbólicas e questões estruturais. Por isso ele é menos identificável. Ele tem sua origem no meio social, principalmente em seu caráter histórico e é fruto da reprodução deste modo de pensar. A isto, damos o nome de racismo encoberto, institucional ou institucionalizado, aquele que é atrelado aos mecanismos de discriminação enraizados na estrutura social.

Respondendo à questão central deste texto: “Por que assistir Raio Negro?” podemos dizer que série apresenta em seu enredo algumas formas de alertar seu público para as questões que envolvem o racismo e a discriminação, principalmente quando diz respeito à violência e vulnerabilidade social enfrentada pela população negra do bairro Freeland. Seja pela violência física e/ou simbólica praticada pelas instituições, como a polícia, que já no primeiro episódio da primeira temporada obriga brutalmente Jefferson Pierce a parar seu carro, sendo suspeito de um assalto, apenas pelo fato de ser negro; ou pela vulnerabilidade social e diferenças econômicas entre a população, denunciando assim a dificuldade de acesso deste grupo às camadas mais altas da sociedade; ou pelo envolvimento com a criminalidade, decorrente destas diferenciações.

Além disso, Raio Negro também deve ser celebrada por incluir outras duas heroínas negras, tratam-se de Jennifer Pierce, a Rajada e Anissa Pierce, a Tormenta, ambas filhas de Jefferson, sendo a última uma mulher e lésbica , mas esta é uma questão para outra matéria. Caso tenha ficado interessada ou interessado sobre a diversidade na DC Comics, o podcast mais recente do Ramal 52 trata deste tema e pode ser acessado aqui.

Raio Negro é exibida pelo canal CW e pela Netflix.

Lanterna Verde | John Stewart, você salvou a minha infância!

NOTA DO AUTOR:

“Antes de iniciar este texto, gostaria de agradecer a toda a equipe do Terraverso que me acolheu desde os testes e ao longo deste primeiro ano como parte de um grupo que considero tão qualificado. A relação de fraternidade, carinho, dignidade e acima de tudo respeito e igualdade são de valor inestimável e incrivelmente inspirador. Por isso, dedico estas palavras a esta equipe e a todos os leitores que tem sua inspiração em personagens diversificados, tendo encontrado a sua identidade nestes heróis que amamos tanto”.

Para os adultos lembrar da infância é um esforço diferenciado por sublimarmos boa parte das nossas lembranças, principalmente do período entre os 4 aos 7 anos, mas existe uma lembrança viva na memória deste adulto que hoje escreve sobre DC Comics e divide a sua paixão por quadrinhos com tantos outros leitores: a animação da Liga da Justiça.

A equipe composta por Superman, Mulher-Maravilha, Caçador de Marte, Flash, Lanterna Verde e Mulher Gavião tinha consigo um ingrediente diferente das formações mais comuns nos quadrinhos, o representante da tropa esmeralda era John Stewart e, para um garoto só conhecia como um herói da mesma etnia que a sua Al Simons, o Spawn, foi um momento incrivelmente especial na minha infância.

O sucesso da animação todos conhecemos, inclusive para algumas pessoas que não são tão envolvidas em quadrinhos, se credita o posto de Lanterna Verde titular para John e posteriormente para Hal Jordan, o que na verdade é o contrário, com Stewart sendo o sucessor de Jordan mediante o escolhido do anel Guy Gardner estar hospitalizado.

Ele surge nos quadrinhos em Green Lantern #87 entre dezembro 1971 e janeiro de 1972 para ser o sucessor de Hal Jordan como o Lanterna Verde da Terra. Criado por Dennis O’Neil e Neal Adams os criadores basearam o design original no ator Sidney Poitier, um dos atores negros mais conhecidos na época e muito premiado na profissão, a sua origem é de um ex-militar altamente condecorado que passa a exercer a profissão de arquiteto na Ferris Aviações.

John fez parte dos arcos mais famosos da Tropa como a Noite Mais Densa, Odisseia Cósmica e a partir da fase dos Novos 52 ele ganha um grande destaque sendo parceiro de Guy Gardner em Tropa dos Lanternas Verdes, tornando-se se um dos membros mais respeitados da Tropa. Nos arcos mais recentes, ele havia se tornando o líder dos guardiões esmeralda, o que para alguém que admira tanto este personagem é um momento muito especial e um orgulho ser tão bem representado.

Dentre tantas virtudes que identifiquei procurando conhecer mais sobre o personagem que me encantou na infância, uma das que mais me admira é a forma como ele consegue lidar com as situações mais difíceis.

Ele consegue perseverar diante da dificuldade e, assim como os outros Lanternas, a sua característica, a força de vontade, se torna uma arma poderosa aliada a um senso estratégico sobrepujando qualquer desafio. Posso dizer que assim como Hal Jordan é a cara da Tropa, Jonh Stewart é a personificação do orgulho do Lanterna Verde . Ele não apenas se destaca por seus acertos, mas a forma como ele também lida com os fracassos e se torna um personagem mais maduro a medida que ele entende sobre a responsabilidade de suas ações.

Um arco nos quadrinhos que exemplifica essa personalidade é Lanterna Verde: Exército Perdido. A história conta sobre um período em que a Tropa acaba por viajar no tempo para um época antes do atual universo existir, aonde existe uma guerra pelo uso do espectro emocional, Krona e o Primeiro Lanterna eram apenas cientistas buscando salvar o seu universo além de outras civilizações extintas que procuravam sobrevivência. Em todo o arco vemos John Stewart agindo como um líder ponderado, pensando que a suas escolhas não podem prejudicar ninguém da Tropa, mostrando que toda a decisão pensada para o bem comum sempre é a mais difícil.

Além destas qualidades heroicas que citei, existe algo crucial que deixou esta marca tão viva na minha infância e relaciona-se totalmente a origem do personagem. Para um garoto sem referência de personagens negros como ele e com um estereótipo extremamente preconceituoso que existe na nossa sociedade, ver um negro que não é apenas um peão no jogo de xadrez da vida ser alguém com grande importância, com uma profissão tão incrível como o arquiteto e fazendo parte da equipe dos maiores heróis da Terra, não existe palavras para expressar como isto é inspirador e como se tornou importante para que eu olhasse para mim e não pensasse que lá no futuro eu pudesse alcançar grandes feitos.

Hoje como um adulto, penso na minha infância relembrando de onde surgiu essa pessoa que aqui escreve, neste dia tão importante percebo como ter tido um herói negro na infância foi importante e como a partir disto procurei na minha realidade outras pessoas inspiradoras baseadas neste modelo. Atualmente, temos mais referências de diversidade para os nossos garotos e garotas mas ainda sim, a luta para derrubar os estereótipos e preconceitos vai continuar. Acredito que um dia ela será vencida, porque como diz no lema do exército esmeralda: “Todo aquele que venera o mal há de penar “. Não me formei como arquiteto, tenho uma profissão um pouco diferente, mas o ponto de partida de toda a minha trajetória começou em um ponto bem longínquo do passado, como um garoto que não tirava os olhos da TV quando via um herói negro em um desenho animado.

Superman & Lois | Nova série pode introduzir Robin e Superboy, aponta site

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A série Superman & Loisnova produção da CW que focará no Homem de Aço de Tyler Hoechlin e na Lois Lane de  Elizabeth Tulloch, poderá introduzir Jonathan Kent, o Superboy, e Damian Wayne, o Robin. A informação foi publicada pelo portal GWW.

Conforme o site, o bebê de Superman e Lois já será introduzido no crossover do Arrowverse, Crise nas Infinitas Terras e aparecerá já um jovem na nova série do Homem de Aço. A informação, segundo eles, surge através da chamada de elenco para a nova série, que parece descrever os dois personagens. 

A emissora descreve para o primeiro papel um garoto de 14 anos, causasiano, começando a se tornar um jovem adulto. Intitulado de Matthew (um codinome), ele é bondoso, gracioso e tem uma atitude envergonhada. Já o segundo papel, intitulado Ethan, também é um garoto caucasiano de 14 anos, mas semelhante à um jovem Leonardo DiCaprio, que tem uma qualidade sombria, além de ser profundamente inteligente e com um temperamento e ansiedade social. 

A série Superman & Lois deve ser lançado entre 2020 e 2021.

Superman | Henry Cavill fala sobre o seu futuro e passado como o icônico personagem

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Faz cerca de dois anos que vimos Henry Cavill usando a capa pela última vez, e ”Liga da Justiça” de 2017, não é o último projeto do ator britânico pela DC, pelo menos é o que ele afirma em entrevista para a Men’s Health Magazine. O ator, que estampa a capa da edição de Novembro, afirma que tem muitos planos para a próxima aventura de Clark Kent:

A capa está no meu armário. E ainda é minha!

Não vou ficar sentado quieto no escuro enquanto tudo isso acontece. Eu não desisti do papel, tenho muito para dar pelo Superman ainda. Muitas histórias para contar, tem muita profundidade na honestidade do personagem que eu ainda quero explorar. Quero que reflita nos quadrinhos, isso é muito importante para mim. Tem muita justiça para ser feita pelo Superman.

O status é: Vocês vão ver.

Henry também comentou sobre a oportunidade de reprisar seu papel em “Shazam!“, que foi lançado no início de 2019, o ator afirma que seus compromissos com as regravações de ”Missão Impossível” e as preparações para ”The Witcher” o impediram de gravar a cena. Já sobre os filme anteriores da franquia, Cavill deu uma pequena descrição sobre cada longa:

Man of Steel: “Um início ótimo. Se pudesse voltar no tempo, não mudaria nada.”

Batman vs Superman: “É praticamente um filme do Batman. E eu penso que o tom pesado é ótimo para um filme do Batman.

Liga da Justiça: Não deu muito certo.

Em recentes rumores, o cineasta J.J. Abrams estaria sendo sondado pela Warner Bros. para assumir uma grande produção da DC para o estúdio, curiosamente, Abrams quase comandou uma produção do Azulão em 2004, intitulada Superman: Flyby, que não foi para frente por diferenças criativas com o estúdio.

Mulher-Maravilha 1984 | Armadura Dourada é revelada em novo brinquedo

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Faltando muito para o lançamento do filme, os fãs de ”Mulher-Maravilha 1984” vasculham todos os cantos da internet em busca de qualquer informação sobre um dos próximos lançamentos da DC nos cinemas em 2020. Dessa vez, uma imagem vazada de um futuro colecionável revela o capacete para a famosa armadura “The Golden Eagle“.

Não existem mais informações sobre a origem do colecionável até o momento, apenas que fará parte do merchandise para o longa de Patty Jenkins e Gal Gadot. A primeira prévia da armadura completa foi divulgada pelas redes sociais do filme no seu primeiro pôster oficial, e um trailer é esperado para dezembro, com lançamento exclusivo no Brasil pela CCXP.

Mulher-Maravilha 1984 chega aos cinemas dia 5 de Junho de 2020.

Watchmen | Confira o teaser e a sinopse do sexto episódio da série

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A HBO divulgou o teaser do episódio #6 da série Watchmen, com o título “This Extraordinary Being . Confira:

Leia a sinopse do episódio:

Tomada profundamente sob a influência da nostalgia, Angela obtém um relato em primeira mão da jornada de seu avô.

Para quem anda perdido na série, a HBO lançou a Peteypedia, um site paralelo que expõe alguns dos acontecimentos ocorridos entre 1985, data do final da HQ, e 2019, início do primeiro episódio. Clique e confira: https://hbo.com/peteypedia

Watchmen segue em exibição todos os domingos na HBO.

Esquadrão Suicida | DC apresenta nova equipe nas HQ’s

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O portal The Hollywood Reporter informou que a DC vai lançar uma nova HQ do Esquadrão Suicida, com uma nova formação da equipe vilões da editora.

O roteirista da nova edição será Tom Taylor e o ilustrador Bruno Redondo. A arte da capa foi revelada, e é de autoria de Ivan Reis. Confira abaixo:

Leia a sinopse oficial:

“A nova missão do Esquadrão é neutralizar um novo grupo de super-terroristas internacionais conhecidos como os Revolucionários – e nem todos sairão dessa vivos! Mas quando o time de anti-heróis mais reprovável do governo dos EUA percebe que os Revolucionários sobreviventes se juntarão ao Esquadrão, é quando os fogos de artifício começam de verdade.”

Suicide Squad #1 chega às lojas de quadrinhos nos Estados Unidos em 18 de dezembro, e terá 40 páginas pelo preço de US$4.99.

Adão Negro | Diretor de fotografia de “Coringa” é confirmado na nova produção

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O ator Dwayne Johnson através do seu perfil no Twitter, anunciou que Lawrence Sher será o diretor de fotografia de Adão Negro. Ambos já trabalharam juntos no ainda inédito “Jungle Cruise“.

Sher foi recentemente o responsável pela direção de fotografia do “Coringa“, onde possivelmente poderá ganhar uma indicação ao Oscar de Melhor Fotografia.

“Larry Sher é um diretor de fotografia brilhante, e um cara incrível! Nós trabalhamos juntos em Jungle Cruise e ele também vai gravar Adão Negro.”

Adão Negro tem a direção de Jaume Collet-Serra, e chegará aos cinemas em 22 de dezembro de 2021.

Flash | HQ comemorativa reúne diversos artistas e iniciará um novo arco para o herói

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Em fevereiro de 2020, o Flash alcançará o número de 750 edições de sua revista, para comemorar o marco a DC está preparando uma edição especial de 80 páginas encabeçada pelo escritor Joshua Williamson e que reunirá artistas de diferentes épocas da história do velocista nas HQ’s, como Geoff Johns, Francis Manapul, Scott Kolins, Michael Moreci, Marv Wolfman, entre outros.

A edição comemorativa também será responsável por introduzir o novo arco do herói, “The Flash Age”, que traduzido pode ser “A Era Flash”. Outro destaque de Flash #750 será o trabalho de diferentes artistas escalados para destacar diversas décadas do Flash nas histórias em quadrinhos em uma série de capas variantes. Confira a escalação:

  • 1940 por Nicola Scott;
  • 1950 por Gary Frank;
  • 1960 por Nick Derington;
  • 1970 por José Luis García-López;
  • 1980 por Gabriele Dell’Otto;
  • 1990 por Francesco Mattina;
  • 2000 por Jim Lee & Scott Williams;
  • 2010 por Francis Manapul;

Além disso, no ano em que o Flash completa 80 anos de sua primeira aparição nos quadrinhos, Joshua Williamson deixou no ar que outras surpresas do universo do herói podem surgir no horizonte. “O Flash é um dos meus personagens favoritos da DC. Por isso, é uma honra trabalhar no Flash #750 com tantas lendas do Flash! É uma mostra de talentos incríveis, cada um contando uma história que celebra o que amamos sobre o Flash e a família Flash. E que lugar perfeito para começar nossa próxima história épica ‘The Flash Age‘. 2020 será um grande ano para o Flash. Tudo começa nesta enorme edição”, disse o escritor.

A equipe criativa de Flash #750 será formada pelo escritor Joshua Williamson e os artistas Rafa Sandoval e Jordi Tarragona. A edição tem data de lançamento marcada para 26 de fevereiro de 2020, nos Estados Unidos.