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#Feliz2020 | O melhor da DC nos últimos 10 anos!

O ano está acabando, mas alguns redatores do Terraverso resolveram se reunir para falar sobre quais os momentos mais marcantes da DC na última década. Confira abaixo:

Coringa

“Visceral, incômodo e abjeto, Coringa é uma releitura original e possível do maior vilão da cultura pop. Todd Phillips e Joaquin Phoenix exploram uma faceta do Príncipe Palhaço, até então, nunca explorada – mesmo depois de 79 anos de história do personagem.

Em uma época marcada pelo gênero de super-heróis, não é exagero dizer que Coringa é um dos filmes mais interessantes da década. Uma ruptura nas adaptações de quadrinho para o audiovisual.” – Rodolfo Chagas

“O filme chegou para revolucionar o gênero de adaptação de quadrinhos, trazendo uma visão mais realista dessas histórias tão queridas pelo público. Talvez se fosse a origem de qualquer outro personagem não teria o mesmo impacto na indústria, pois para começar algo assim, é preciso chamar a atenção, e Coringa consegue isso desde os primeiros minutos. Com certeza vai inspirar muitos filmes ainda, principalmente as adaptações de HQ, trazendo esse realismo que choca e discute um assunto tão importante da sociedade.” – Gabi Orsini

Action Comics 1000

“A marca, por si só, é uma grande conquista – que legítima o Superman como o maior super-herói da história. Mas a milionésima Action Comics é mais do que um marco. É uma ode ao Homem de Aço e ao sonho de Jerry Siegel e Joe Shuster, repleta de histórias curtas e de levar lágrimas aos olhos mais rápido que uma bala.

Uma edição imperdível para qualquer apaixonado pelo Superman, pela DC, por quadrinhos e pela história.” – Rodolfo Chagas

Os Novos 52

“O lançamento do Reboot dos Novos 52…. Por mais que a proposta fosse aproximar leitores para a DC, no geral, poucas HQs tiveram uma boa receptividade. Lembro apenas de Aquaman sendo lembrada sempre como uma das melhores e que tinha o ilustrador brasileiro Ivan Reis. Mas por outro lado, ele realmente preparou terreno para a fase da DC atual, que é muito melhor e mais atrativa tanto para a antiga geração de leitores, quanto para a nova geração de leitores. Hoje a proposta dos Novos 52 foi essencial para propor a fusão do universo de Watchmen com o universo DC nos quadrinhos, agora recentemente apresentada em Doomsday Clock.” – Will

Batman vs Superman – A Origem da Justiça

“Por mais que existam críticas negativas, que o filme seja picotado, que a Warner acabou tirando 30 minutos de cenas da edição final, considero o filme um marco com efeito bastante similar aos Novos 52. Há uma duplicidade de sentimentos nesses dois momentos.

Além de BvS mostrar o embate dos 2 maiores heróis da editora, foi a primeira vez que vimos a Mulher-Maravilha, Flash, Aquaman e Cyborg. Mesmo que em cenas curtas, com exceção da Mulher-Maravilha que teve mais tempo de tela, essas aparições foram essenciais para mostrar a capacidade da DC em explorar outros heróis. Além disso, foi a estreia do Ben Affleck como o Homem Morcego, surpreendendo positivamente grande parte do público.” – Will

Mulher-Maravilha

“Acredito que se formos citar os melhores momentos da década, é impossível deixar de falar de produções como Mulher-Maravilha, pois o filme além de ter arrecadado boas cifras nas bilheterias no mundo todo, contribuiu para fomentar discussões que envolvem o protagonismo feminino tanto dentro quanto fora da tela.” – Lucas Nunes

“O filme da Princesa de Themyscira tinha a responsabilidade de carregar o peso de 66 anos de história da Mulher-Maravilha, a personagem apesar de fazer parte da trindade, ainda não tinha aparecido nas telas de cinema, até que em 2016 ela roubou a cena em Batman vs Superman, e em 2017 finalmente tivemos a visão de Patty Jenkins, diretora que sempre foi fã da personagem ganhou a oportunidade de tirar o projeto do papel, o amor dela pela por Diana transparece no filme, já que o amor é o grande tema abordado na história.” – Danilo Leite

“Em um meio dominado por homens, a chegada da Mulher-Maravilha de Gal Gadot em Batman vs Superman já acalentou o coração de muitas pessoas. Mesmo com poucas cenas, ela já mostrou o tanto que ter uma mulher heroína importa e é necessário. Depois que Patty Jenkins se uniu a equação, a dupla de mulheres maravilhas revolucionou o gênero nos cinemas. Mulher-Maravilha mostrou o quanto a representatividade importa, e abriu portas que jamais serão fechadas agora, para novos filmes e personagens terem destaque. Mais uma vez, a DC mostrando como representatividade e inclusão importam e fazem sucesso.” – Gabi Orsini

Séries da CW

“Creio que a década da DC foi marcada pela diversidade, principalmente em suas produções live Action. Incluo aqui as séries da CW, onde temos protagonistas mulheres, como a Supergirl, a Batwoman e Sara Lance de Legends of Tomorrow. Além disso, Supergirl foi responsável por nos apresentar a primeira transexual a interpretar uma super-heroína, trata-se de Nicole Amber Maine, a Sonhadora. Ao falarmos de diversidade, também estamos falando sobre questões raciais, assim não podemos deixar de citar Raio Negro, focada em uma família negra e tendo como integrante uma heroína negra e lésbica. (Anissa Pierce).

É uma tarefa difícil escolher alguma obra específica que retrate este cenário dentro da DC, mas devemos ressaltar alguns elementos que compõem este período, como a abertura para estes temas e a receptividade do público (mesmo sabendo que haverão opiniões contrárias). Acredito que a adaptação live action destes personagens retome uma das características das HQs que é a de gerar debates e indagações.” – Lucas Nunes

“Sim sim, sabemos que as séries da CW não possuem uma produção refinada — mas não podemos negar que são divertidas —, mas que é legal ver tantos heróis juntos, ah isso é isso sim. Claro que o conceito de crossover não é novo, mas era algo que não tinha tanto apelo assim. E nessa década podemos ver o Arqueiro Verde, Flash, Supergirl e entre outros personagens juntos, isso ficou guardado no meu coração.” – Marcelo Coelho

“Sua série favorita foi cancelada? Você se apegou a um personagem secundário que não aparece mais? Calma, isso pode ter solução! As Lendas são capazes de recrutar os personagens mais improváveis e desenvolver as narrativas mais absurdas e divertidas. Constantine é um exemplo disso, a série que nem fazia parte do Arrowverso foi cancelada e agora ele se tornou membro das Lendas para tratar de assuntos mágicos que estão afetando a linha do tempo e o destino da humanidade.” – Rebeca Villas Boas

Batman Akham Knight

“Tivemos o prazer de acompanhar a série Arkham durante essa década. Com um personagem tão popular, era de se esperar que o sucesso seria um companheiro desse game. E não foi diferente. Batman Arkham Knight foi um abraço carinhoso no fã, onde tivemos uma boa jogabilidade, com um cenário rico e legal de jogar. Claro que nem tudo são flores — cof cof Batmóvel demais cof cof —, mas o jogo ficou marcado em nossos corações.” – Marcelo Coelho

Young Justice

“Debutando no final de 2010, a série animada é uma prova viva da dedicação de fãs, que fizeram muito barulho para o retorno do seriado após o final da segunda temporada, e o amor pelo time que trabalha na série e continua voltando, entregando nada mais que excelência durante as 3 temporadas. Um verdadeiro presente pra qualquer fã da DC.” – Juan Almeida

“Justiça Jovem explora muito bem cada esquina do Universo DC, além disso ele foi responsável por colocar nos holofotes diversos personagens da DC Comics que não eram muito populares, como por exemplo o Besouro Azul, Aqualad e Miss Marte. Uma das melhores coisas que o desenho faz, é se preocupar com a diversidade, e consequentemente isso enriquece a história.” – Danilo Leite

Os Jovens Titãs em Ação

“O desenho de maior sucesso da DC na era do estilo CalArts, Os Jovens Titãs em Ação são piadas, easter eggs e waffles condensados em episódios de 10 minutos. A animação teve tanto impacto que ganhou seu próprio longa – algo que não acontecia com um desenho do Cartoon Network e da DC em muito tempo. E Os Jovens Titãs em Ação nos Cinemas fez jus a responsabilidade, competindo com gigantes como Aquaman e Guerra Infinita no gênero de super-herói no seu ano de lançamento.

Goste ou não dos Titãs em Ação, você não pode negar que eles são um sucesso absoluto, com indicações em premiações e episódios especiais com bastante repercussão.

Ah! E nós brasileiros ainda temos um super bônus: a dublagem. Além de contar com os dubladores da série original dos Titãs, a dublagem de Marco Ribeiro é impecável. A versão brasileira das músicas é incrível!” – Rodolfo Chagas

Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge

“No início da década, tivemos o encerramento da trilogia do Batman de Christopher Nolan. Com a inevitável pressão de fazer um filme à altura de seu antecessor, o definitivo filme do Homem Morcego – Batman – O Cavaleiro das Trevas – Nolan cumpriu com maestria a missão de encerrar em grande estilo sua trilogia. Apesar de algumas críticas quanto à decisões criativas e à algumas coreografias desenfreadas, é inegável a grandiosidade do filme, e a era de Nolan e Bale é encerrada em grande estilo.” – Daniel Martins

DC Super Hero Girls

“Essa animação merece ser enaltecida. Em dois formatos, de 2015 um pouco mais infantil e meigo, até a segunda versão de 2019 com mais ação e lições de moral mais desenvolvidas. DC Super Hero Girls foi uma revolução na indústria de brinquedos de heróis para garotas. Tanto em bonecas quanto em acessórios, você pode ter a armadura da Mulher-Maravilha, a marreta da Arlequina ou os aparatos tecnológicos da Batgirl. Eu valorizo muito a diversidade e a representatividade, e é muito bacana ver isso em animações da DC voltadas para o público infantil com qualidade. Eu sou mãe e adoro assistir com a minha filha e brincar com ela.” – Rebeca Villas Boas

Injustice

“Gosto de coisas mirabolantes, e o jogo de 2013 trouxe uma proposta diferente de Batman vs Superman. Heróis e vilões misturados e divididos; Team Batman e Team Super, super lutas e muitas frases de efeito. O jogo (perdi) fez tanto sucesso que foi para as páginas das HQs. A HQ mostra uma realidade que seria adaptada para os cinemas por Zack Snyder, um Superman ditador e um Batman que representa a resistência.” – Rebeca Villas Boas

Arlequina

God bless the Harley Quinn! Se teve uma personagem que se destacou nesses anos foi a Arlequina. Nas animações, HQs e cinema, grande parte desse BOOM se deve a forma como a atriz Margot Robbie abraçou o papel, e já começa a próxima década com lançamento de Aves de Rapina e a Harley a frente do grupo. Nas HQs, fora sua série solo, seu papel em Injustice, já comentado aqui, é especial. A Arlequina rouba a atenção, divertida, comovente e surpreendente. Nas animações nem sei por onde começar; as animações do Esquadrão Suicida, Lego Batman: O Filme, Batman e Arlequina: Pancadas e Risadas, DC Super Hero Girls e sua série solo da DC Universe.” – Rebeca Villas Boas

“Meu momento favorito da DC Comics nesta década é sobre minhas duas personagens favoritas: Harley e Poison Ivy.

Depois de tantos anos de especulação por parte dos fãs, anos de flerte e de pedidos para que isso fosse possível, foi lançada a Harley #15, uma HQ muito importante para a Quinn pelo fato de, além do seu desenvolvimento pessoal e afastamento do Coringa, a DC Comics confirma por meio do seu twitter em uma ask que as duas são “oficialmente namoradas sem todo ciúmes da monogamia”. O que foi incrível para todo mundo que era fã das duas e sabia disso, já que os próprios criadores da Harley queriam desenvolver há muito tempo atrás. Isso significa representatividade na DC Comics, algo que realmente marcou a década, até porque seus personagens vem adquirindo cada vez mais espaços e que a gente tenha isso cada vez mais nos próximos anos.” – Sana

Hanna-Barbera

“Desde o anúncio da série de HQ’s baseadas no universo dos desenhos animados do estúdio Hanna-Barbera, feito em 2016, até o lançamento dos títulos, um a um no Brasil, a curiosidade em saber como cada personagem estava reimaginado e os conflitos que seriam expostos eram atrativos. Se a máxima diz para não julgar um livro pela capa, Os Flintstones, Scooby Apocalipse, Corrida Maluca, Dick Vigarista e Muttley, entre outros, talvez por acessarem uma espécie de inconsciente nostálgico envolveram desde esse momento.

Entre acertos e outros pontos que divergem, não agradam e etc, há qualidades inegáveis como a arte, os temas complexos e sociais que são abordados em alguns títulos, o risco e a liberdade criativa que cada artista investiu para anos depois reinventar aventuras ou origens para determinados personagens famosos e que estão até hoje no imaginário de muitos.” – Leonardo Henrique

Esquadrão Suicida

“Com números significativos em bilheteria e uma estatueta do Oscar muito bem cuidada e exposta na estante da Warner Bros., por si só a soma desses fatos já seriam suficientes para alçarem o filme a um dos mais importantes eventos da década da DC. Mas, a Arlequina de Margot Robbie e tudo o que ela representa desde então como inspiração para uma diversidade de cosplayers, o protagonismo da personagem em outras mídias e a sua fantabulosa emancipação que será apresentada em Aves de Rapina, talvez o principal atrativo que levará o grande público ao cinema, além de ser confirmada em Esquadrão Suicida 2, tudo isso se deu à partir do chute na porta que foi a sua presença no filme no ano de 2016.” – Leonardo Henrique

Doom Patrol

“Doom Patrol, ou… a série de drama, comédia, ficção científica, sobrenatural, e que tem os momentos mais “WTF?” da televisão. A primeira temporada com 15 episódios decide focar bastante na construção de seus personagens, Larry, Rita, Victor, Jane, Cliff e Niles, todos tem o momento de brilhar, porém nenhum deles brilha tanto quanto o Sr. Ninguém, o vilão que merecemos. Doom Patrol te faz rir e chorar, explora coisas reais em que podemos nos conectar, mas também mostra o absurdo, a série é uma das melhores adaptações de quadrinhos, e merece muito mais reconhecimento (quem sabe na próxima década?) – Danilo Leite

“O universo psicodélico da equipe de Niles Caulder e todos os seus membros que são únicos não só pelos seus traumas e poderes diferenciados, mas por juntos trazerem uma história diferente do que se via em relação aos seriados de heróis. Isso abre espaço para que a próxima década não só apenas o clássico e o sombrio tenham oportunidade, mas também mundos psicodélicos como desta que equipe que me apaixonei.” – Ricardo dos Santos

Batman: The Dark Knight Returns – Part 1 e Part 2

“Algumas adaptações que a DC desenvolveu como animação não deram muito certo, mas quando pensamos nas que deram certo, aparece na mente Batman: The Dark Knight Returns – Part 1 e Part 2, a ideia de dividir a história criada por Frank Miller em duas partes foi essencial e permitiu que o quadrinho fosse abordado da forma correta. Ao se adaptar uma obra, se corre o risco de perder algumas algumas coisas pelo caminho, mas esse não foi o caso, as duas partes são ótimas e juntas se tornam uma das melhores animações da DC.” – Danilo Leite

Aquaman

“O meu destaque da década ficaria por conta do trabalho realizado em torno de Aquaman e Mera a partir da mensal do rei dos mares em Os Novos 52 e Renascimento nos quadrinhos, chegando ao seu ápice no incrível filme dirigido por James Wan protagonizado por Jason Momoa e Amber Heard, calando críticos e pessimistas a respeito de todo o trabalho realizado para a produção do longa.” – Ricardo dos Santos

Santuário

“Em pleno século XXI é impossível ignorar doenças como depressão, ansiedade, estresse pós-traumático, e é impossível não pensar que heróis e heroínas não lidem com isso considerando o tanto de violência e pressão que eles sofrem em seus ‘empregos’. A criação do Santuário traz um diálogo necessário de como tratamentos psicológicos e psiquiátricos são importantes, como ter um acompanhamento é necessário para uma vida boa. Mesmo o Superman precisa de alguém para conversar e precisa de ajuda, as vezes, então mostrar esse lado humano de figuras tão heroicas faz refletir porque todos não deveriam cuidar de sua saúde mental também. Para mim, o Santuário foi uma das criações mais importantes da DC na década, é uma questão de saúde pública!” – Gabi Orsini

Novos Heróis e a Representatividade

“Um dos focos da DC nesta década é a grande contribuição da editora na criação de novos personagens que representam, ou, buscam representar os leitores da editora. A começar pela Lanterna Verde Jéssica Cruz, que surgiu em 2014 e que ganhou destaque, em grande estilo, no excelente retorno da Liga da Justiça de Bruce Timm e Paul Dini. Personagem que além de lutar contra o crime, ainda luta contra a ansiedade. Outras personagens femininas como Gotham Girl (Claire Cover) de Tom King e Naomi McDuffie de Brian M. Bendis são heroínas interessantíssimas. Do lado masculino, vale citar Simon Baz, o Lanterna Verde. Nosso amado e querido Aqualad (Jackson Hyde) e também Kid Flash (Wallace West). Todos sendo personagens incríveis. Sem contar o novo agregado da Bat-familia: Luke Fox, o Batwing.

Realmente a DC está criando novas identidades com força e foco na representatividade. Estas novas identidades são muito, mas muito interessantes e agregam ainda mais na qualidade da editora.” – Renan D. C.

Terraverso

“Nasce em 11 de janeiro de 2016 com o nome na época de “Universo DC 52”, uma página no Facebook voltada apenas para conteúdos da DC. Seu criador reuniu fãs da DC dos cantos mais remotos do Brasil para formar sua própria Liga que fundaria o site “udc52.com.br” com matérias autorais e noticias do atual panorama da DC em todos os seus segmentos. Com a mudança de ideias e de formação, o UDC52 morreu, e de suas cinzas a Terraverso se ergueu, exaltando o grande nome da DC Entertainment por todo o Multiverso. Vida longa a Terraverso!” – Rebeca Vilas Boas

#Feliz2020 | Confira 20 histórias da DC Comics para acompanhar em 2020

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Separamos aqui 20 histórias da DC que você deve acompanhar em 2020. Edições que estão finalizando, outras começando…heróis, vilões e grandes comemorações para a DC Comics chegando no ano de 2020.

MULHER MARAVILHA #750

Próxima de completar 80 anos, a edição de Mulher-Maravilha #750, comemora um grande marco da heroína, reunindo nomes consagrados do mercado editorial. A ideia da DC é juntar histórias de alguns dos artistas mais icônicos da editora, que já produziram algumas das narrativas mais famosas da Princesa Amazona.

AMETHIST

A nova edição contará a história da Princesa Ametista de Gemworld, enquanto ela volta ao seu reino mágico, encontrando-o quase destruído nas mãos daqueles que sobrevivem em Gemworld, e que estão contra ela e a casa de sua família. Ao todo, serão 6 edições.

Amethyst apareceu pela primeira vez em 1983, na edição “The Legion of Super-Heroes #298”.

BATMAN: CURSE OF THE WHITE KNIGHT #8

A conclusão da saga dos Cavaleiros Brancos! Batman devastado por sua identidade destruída, com pouco a perder e pode não haver mais nada para impedi-lo de abandonar seu código e recorrer a uma medida desesperada impensável. Lançamento da última edição em março/2020.

BATMAN (Edições mensais)

Agora com roteiro de James Tynion IV no lugar de Tom King. Para salvar Gotham City, a Mulher-Gato terá que cometer o maior assalto da história da cidade. E a pessoa mais perigosa em seu caminho é o homem que ela está tentando salvar: Batman. Destaque para o Homem-Morcego lutando ao lado de Harley Quinn. Em março, a número #91 chegará as bancas.

JOKER: KILLER SMILE #3

Tudo que o Dr. Ben Arnell tinha conhecimento está errado. Para quem ele pode recorrer? O Coringa espera de braços abertos, e tudo o que ele precisa é abrir as portas das celas! A edição final de Jeff Lemire e Andrea Sorrentino chega as bancas em fevereiro.

DCEASED: UNKILLABLES

Com o mundo terminando ao seu redor, Capuz Vermelho e Batgirl se abrigam no lugar mais improvável: um orfanato cheio de crianças! Eles serão capazes de proteger as crianças das hordas iminentes dos infectados de Gotham City e Blüdhaven? Com 3 edições “Dceased: Unkillables” é destaque para 2020.

FAR SECTOR

Os mistérios das origens de Sojourner “Jo” Mullein e seu recrutamento para a Tropa dos Lanternas Verdes serão finalmente revelados. Enquanto isso, a tentativa de Jo de “seguir o dinheiro” é complicada ao descobrir que a forma da criptomoeda da City Enduring é extraída por uma subclasse de formas de vidas artificiais. Far Sector é uma minissérie de 12 edições.

EDIÇÕES GIANT

As edições Giant é uma parceria da DC com a rede Walmart, que detém a venda exclusiva dos exemplares. São novas histórias e reimpressões clássicas. Para 2020, o destaque é para Aquaman, Titãs e a sequência de Superman.

SUPERBOY: A CELEBRATION OF 75 YEARS

O manto heroico de Superboy (O jovem Superman) tem sido usado por vários seres superpoderosos ao longo das décadas. Esta edição comemorativa celebra todos eles, desde o jovem Clark Kent nas histórias de seus tempos de estudante em Smallville, até as aventuras do Superboy dos anos 70, durante o século 30 com a Legião dos Super-Heróis, e também o jovem Jonathan Kent, filho de Clark e Lois Lane.

SAGA HILL HOUSE – DC BLACK LABEL

A Hill House Comics é um selo de HQs de terror chefiado por Joe Hill. A primeira leva dessa linha editorial será composta por cinco minisséries originais que teve seu início de lançamento nos EUA em outubro/2019 para celebrar o Halloween.

HE-MAN AND THE MASTERS OF THE MULTIVERSE

A série de seis números mostra uma desesperada união de diferentes versões do He-Man de todo o Multiverso para enfrentar uma nova ameaça. Com 6 edições, a conclusão está prevista para 2020.

LEGION OF SUPER-HEROES

O maior elenco de heróis dos quadrinhos com histórias novas, modernas e descomplicadas. O futuro distante da DC está acontecendo agora! Com o segredo de Jon Kent revelado, a Legião dos Super-Heróis está unida para salvar a Nova Terra daqueles que a destruiriam. Legião dos Super-Heróis é uma mensal que vale a pena acompanhar em 2020.

METAL MEN

Os homens do metal estão de volta! E repetidamente, enquanto se examina profundamente o laboratório de Doc Magnus, ele experimenta o que significa ser senciente. Enquanto isso, um misterioso metal Nth líquido apareceu no site de ciência em Challengers Mountain, que parece ter vindo do Multiverso das Trevas. A saga de 12 edições deve ser concluída em 2020.

PRIMER SUPERHERO

Uma nova heroína na DC Comics! Quando criança, a nossa heroína Ashley foi usada pelo pai para encobrir um crime que custou a vida de uma pessoa inocente. Agora, ela está no sistema de assistência social enquanto ele está preso por seus crimes. A aventura começa quando Ashley encontra um conjunto de tintas para o corpo que concedem superpoderes a quem utiliza.

WONDER WOMAN: TEMPEST TOSSED

A proposta desta edição é reimaginar as origens da Mulher-Maravilha em uma história oportuna sobre a experiência dos refugiados, o ativismo adolescente e a descoberta do amor e da força para criar mudanças no mundo.

SUPERMAN SMASHES THE KLAN

O ano é 1946, e a família Lee mudou-se de Chinatown para Downtown Metropolis. Enquanto o Dr. Lee está ansioso para começar sua nova posição no Departamento de Saúde de Metropolis, seus dois filhos, Roberta e Tommy, estão mais animados por estar mais perto do famoso Superman! Porém, enquanto os Lees tentam se adaptar às suas novas vidas, um mal está se agitando em Metropolis: a Ku Klux Klan.

THE JOKER: 80 YEARS OF THE CLOWN PRINCE OF CRIME

A DC comemora os 80 anos de história do maior inimigo de Batman, o Coringa! A edição comemorativa inclui as aparições mais memoráveis ​​do Coringa, desde sua estréia em 1940 nas páginas de Batman #1 até capas mais recentes escritas por grandes talentos, incluindo Scott Snyder, Tony S. Daniel, Paul Dini e muito mais.

BATMAN: THREE JOKERS

A história sob o selo Black Label da DC e está conectada na continuidade principal da DC, explicando a presença de três diferentes do Coringa no Universo DC. A 3º e última edição da saga será lançada em 2020.

SUPER SPETACULAR ROBIN 100

A DC comemora o 80º aniversário de Robin com um marco único, lançando a edição “Super Spetacular Robin 100” de 100 páginas. A HQ inclui histórias dos maiores escritores de Robin dos quadrinhos, homenageando o personagem de várias formas, incluindo Dick Grayson, Jason Todd, Tim Drake, Stephanie Brown e Damian Wayne.

STRANGE ADVENTURES

Criado em 1958 por Julius Schwartz e Murphy Anderson, Adam Strange, um herói do planeta Rann, é conhecido pela galáxia com sua honra e bravura. Na versão de King e Gerads, nem tudo é felicidade e alegria como parece, com as decisões de Adam durante a batalha em Rann voltam para assombrar o herói e sua família, assim como ameaçar todo o Universo DC.

Eaí, ansioso por alguma edição em especial? Alguma nova sugestão para a lista? Lembrando que todas as edições acima estarão disponíveis no mercado americano, sem previsão de chegado ao Brasil.

E que venha 2020!

Coringa | Roteiro do filme define o destino de Sophie

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O filme “Coringa” do diretor Todd Phillips e com Joaquin Phoenix no papel principal segue em alta nas discussões, principalmente pelos diversos prêmios que o filme já conquistou.

Recentemente, o roteiro original do filme foi disponibilizado na íntegra na internet. -Confira aqui-

E duas coisas interessantes foram reveladas. A primeira é que o filme do Palhaço do Crime não possui nenhuma conexão com outras produções da DC nos cinemas. No texto, o diretor Todd Phillips deixa um aviso:

Esta história se passa em seu próprio universo. E não tem conexão com nenhum filme da DC que já foi feito. O que vemos é um filme clássico da Warner, sombrio, intimista e estranhamente divertido. Os personagens vivem no mundo real. Ainda que nunca seja mencionado no filme, esta história se passa no passado. Digamos que seja 1981. É um tempo difícil. A taxa de crime de Gotham bate recordes. E a divisão de classes é palpável. Os sonhos estão além do alcance, se tornando desilusões.”

Já a segunda revelação é sobre a Sophie, personagem interpretado pela atriz Zazie Beetz.

No filme, Arthur Fleck deixa o apartamento de Sophie, mostrando que seu relacionamento com ela poderia ser uma grande alucinação da sua mente. Não ficou evidente, contudo, o que o Coringa fez com ela e a filha.

No roteiro revelado recentemente, em uma cena posterior, mostra que Sophie não foi ferida por Arthur. Ele deixa uma nota com dinheiro para a personagem, pedindo que assista ao programa Murray Franklin Tonight. Então Sophie assiste ao momento em que o Coringa atira contra Murray, ao vivo.

“Sophie grita e fica horrorizada com a cena. Sua filha GiGi acorda para ver o que está passando na televisão, que mostra o Coringa encarando a câmera com sangue em seu rosto pintado”, afirma o roteiro.

Ao fim das contas, as cenas foram excluídas para não quebrarem o ritmo e tom do filme.

A versão digital de “Coringa” já foi liberada.

Harleen | Uma história sobre a origem definitiva da Arlequina

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Contando com uma visão mais realista da origem de Arlequina, ”Harleen” serve como versão definitiva para o nascimento da personagem mais popular do selo na ultima década. O responsável pela edição é Stjepan Sejic.

Apresentada como uma profissional dedicada, Harleen é uma mulher decidida a mudar o sistema. Em sua primeira aparição, logo nas primeiras páginas, a loira apresenta para uma sala de homens com pouco interesse sobre seus profundos estudos para presos que possuem anos perdidos no sistema. Harleen conclui que muito pode se aprender observando e estudando psicopatas e sociopatas, apresentando sua conclusão de descobrir maiores informações sobre como indivíduos assim são formados, criados, e como impedi-los.

Atormentada por sonhos com uma figura misteriosa, Harleen se encontra no meio da guerra entre o Coringa e Batman durante uma noite em Gotham, e ali, tem seu primeiro encontro com o Palhaço do Crime, que mesmo de relance, já consegue despertar sua curiosidade. Com sua pesquisa financiada pelas empresas Wayne, Harleen entra com o pé direito no Asilo Arkham, mas não imaginava que aquele local seria palco do início de sua queda.

Eles dizem que a definição de loucura é fazer a mesma coisa de novo e de novo, esperando resultados diferentes.” – Essa é a primeira frase que sai da boca do Coringa ao cruzar com a Doutora Harleen Quinzel, logo no primeiro dia de trabalho da moça, que é pega de surpresa pela presença do palhaço no Asilo. Então ela se apega a ideia de estudar a figura perigosa e o que ela representa.

Logo na primeira edição, Quinzel passa sua tentativa de recomeço, levando a narrativa por momentos que te forçam a simpatizar com seus avanços, afinal, Harleen realmente estava tentando fazer algo bom. Fugindo do seu passado conturbado, a doutora não consegue escapar da sua fama, fazendo de sua ida a Arkham muito bem-vinda, era como se Harleen já estivesse presa do lado de fora, dentro dos corredores do Asilo. Quinzel se sentia em casa.

Victor Zsasz, Pamela Isley e Edward Nygma. A doutora Quinzel teve contato com todos, mas a figura do Coringa ainda marcava seus pesadelos. Aqui, Stjepan Sejic estabelece o medo sentido por Harleen antes mesmo de conhecer o Palhaço do Crime, sua fama, e seus breves encontros anteriores marcaram Quinzel de um modo muito negativo. Ela tem medo, ela te passa esse medo, e você entende, da perspectiva da vítima, como a influência do Coringa funciona e como ele consegue entrar na mente de suas vitimas, sem ao menos tentar.

Motivada pelo medo e pelas falsas ameaças de Harvey Dent (antes do incidente), Harleen decide enfrentar seus pesadelos e começa suas entrevistas com o Coringa, ou como ele pede para ser chamado, Mister J, e é assim que o livro 1 termina, o primeiro real encontro, pelo menos o primeiro em que ela causa certa impressão no palhaço, e honestamente, a antecipação do momento é tão bem construída que a leitura, apesar de tratar de assuntos pesados, passa com leveza. No final do livro 1, você se sente no começo, preparado para mergulhar na mente doentia do maior vilão da cultura pop.

Quando a historia progride para o livro 2, a visão do Coringa fica mais clara, e o paralelo feito com a opinião pública de Gotham, onde mais de 60% de seus moradores não confiam ou acreditam mais na polícia, a política do vilão acaba se tornando uma realidade absoluta, principalmente quando vista do ponto de vista de sua vítima, a Dra. Quinzel. Todos estamos propícios a surtar, todos temos pensamentos ruins, apenas alguns tem a coragem de agir neles.

Eu só quero o seu sorriso” continuou Mister J, em um momento crítico para a Harleen, onde cada palavra do palhaço era analisada por dias, e essa frase se fixou na cabeça da doutora, permeou seus sonhos, e a cada página descritiva sobre ela, somos mais uma vez testemunhas do trabalho cuidadoso que o vilão tem para penetrar na mente de suas vítimas. O sorriso de Harleen foi só o começo, e em suas sessões, Quinzel descobriu um homem machucado e imprevisível, que cuidadosamente plantou a ideia de que precisava de ajuda. Ajuda de alguém que se importa, e infelizmente, Harleen Quinzel se importava, até demais.

Outro grande triunfo do livro 2 foi a origem de outro vilão famoso da DC, o Duas Caras. Aqui, Harvey também pode ser considerado uma vítima, parcial da cidade de Gotham. Stjepan Sejic fez um ótimo paralelo com os dois lados da moeda, dando dois casos extremos a serem analisados pelo leitor. Uma pessoa motivada por paixão a suas crenças, e outra com segundas intenções que definitivamente não a classificariam como totalmente limpa. Ambos sofrem algum tipo de pressão, ambos encontram obstáculos em sua motivação, e ambos acabam em ruínas, independente das boas ações. Em breve, Hervey e Harleen irão voltar para Arkham, só que dessa vez, como pacientes.

Decidida a ser a pessoa que irá salvar o Coringa, Harleen acabou baixando sua guarda, e no início do livro 3, o último dessa saga, encontramos a doutora mais embaraçada do que nunca. Ela entrou em um território jamais explorado por alguém antes, pelo menos para ela, e acreditou que estava tendo progressos dentro da mente do Mr. J, quando na verdade, ela era usada por ele. O livro te mostra angustiantes páginas com Harleen caindo em um espiral que te deixa apreensivo e impotente, pois você sabe o que vai acontecer, mas não pode fazer nada.

Todas as 3 edições apresentam artes incríveis, mas aqui, no livro 3, Stjepan reproduz as melhores cenas da Arlequina que qualquer fã pode imaginar, e de quebra ganhamos belíssimas cenas com Ivy e outros vilões.

Em uma zona de guerra, empatia é um fardo. Reconhecer a humanidade do seu inimigo irá te fazer hesitar. Uma cortesia que seu seu oponente pode não te oferecer em retorno.” – Harleen Quinzel

Harleen” é recheado com momentos intensos, artes de tirar o fôlego, e um olhar mais realista para a história trágica de uma jovem mulher traída pelas próprias vontades, manipulada por decisões duvidosas, e sua incrível motivação. Definitivamente, ao meu olhar, a melhor caracterização da Arlequina nos últimos tempo. Impactante, importante e necessário, Harleen é a representação perfeita de uma das origem mais tristes e conturbadas da DC e merece ser colocada, junto com seu escritor Stjepan Sejic, ao lado de grandes clássicos não só do Batman, mas como de toda a DC Comics.

Nota:

Vixen | Uma minissérie para você maratonar!

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Muitos de vocês devem conhecer a heroína conhecida como Vixen, devido à sua aparição na série animada “Liga da Justiça: Sem Limites”, ou pela sua participação no episódio “Taken” na quarta temporada de Arrow, onde a personagem auxilia Oliver no resgate de seu filho.

Porém, as histórias de Mari McCabe não ficam restritas à estas produções, em 2015, a The CW anunciou uma minissérie que contaria sobre a origem da personagem estava sendo desenvolvida e seu lançamento de fato ocorreu. A série animada, intitulada Vixen, conta com duas temporadas de seis episódios e tem em média de 4 a 7 minutos cada um, contando um pouco sobre a vida de Mari.

Uma curiosidade é a de que a série faz parte do Arrowverso, sim cara leitora e caro leitor, esta animação esta conectada com as séries Live Action, e até mesmo Magalyn Echikunwoke (espero ter escrito corretamente), que interpreta a sua versão em Arrow é a atriz responsável pela voz original da personagem. Além disso, o elenco conta com nomes conhecidos do universo compartilhado de Arrow: Stephen Amell (Oliver Quenn); Grant Gustin (Barry Allen); Emily Bett Rickards (Felicity Smoak); Katie Cassidy (Laurel Lance) e Brandon Routh (Roy Palmer).

Caso não esteja familiarizado ou familiarizada com a personagem, destacamos que Mari Jiwe McCabe é uma super-heroína nascida na África, mas também uma modelo internacional, devido à sua beleza e seu talento com o mundo da moda. A personagem foi idealizada por Curt Swan e Gerry Conway e originalmente ela seria a primeira heroína africana da DC, com lançamento planejado para 1978, porém, ocorreu um adiamento e ela foi apresentada ao público somente em 1981.

Se pudéssemos utilizar um conjunto de palavras para descrever Vixen, certamente “magia” seria uma delas. Isto porque esse elemento está ligado com a origem dos poderes da personagem. De acordo com uma antiga lenda africana, um guerreiro de nome Tantu fez um pedido à Ananse, para que um totem fosse criado. Ele permitiria ao usuário utilizar diversas habilidades de animais conhecidos, como é mostrado nas edições de Homem-Animal. Tal artefato foi então repassado entre as gerações até chegar à Mari.

A série animada então conta a vida de Vixen após ter seus pais assassinados e tornando-se a heroína que conhecemos. a animação ganha destaque por diversas cenas de ação, onde já nos primeiros segundos da primeira temporada vemos uma perseguição entre Vixen, Arrow e Flash. Durante seus 4 minutos e 4 segundos (quando disse que era uma minissérie eu não estava brincando), o episódio nos mostra uma relação um pouco conturbada entre Mari e seu pai adotivo (Chuck), pelo menos nos primeiros diálogos entre eles. Além disso, elementos sobre a vida da personagem também são mencionados, como uma entrevista de emprego na área de design de moda, visto que ela é uma estilista e claro, seu icônico Totem Anansi, que pertencia à sua mãe e é o responsável pelos seus poderes.

Durante à narrativa, assim como uma boa e velha história de origem, vemos a protagonista buscando respostas sobre sua família biológica e descobrindo seus dons, além disso é claro, ela deve enfrentar uma vilã que quer roubar seus poderes. Enquanto a temporada se desenrola, Mari desperta o interesse de Barry Allen, Cisco e de Oliver Queen, pois para eles ela era uma nova meta-humana.

Apesar de contar com episódios curtos e um ritmo rápido, a série cumpre seu papel de apresentar um pouco sobre a história da personagem e sobre seus poderes. Uma hora livre do dia é tempo suficiente para terminar as duas temporadas.

Caso tenha aguçado sua curiosidade, o trailer pode ser conferido abaixo:

Lembrando que uma outra versão da personagem foi apresentada na segunda temporada de Lendas do Amanhã.

Especial | Confira grandes histórias de Natal da DC Comics – Parte 1/2

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Ah o Natal… Aquela época do ano que, além de se empanturrar de comidas boas (exceto uva passa), também nos contagiamos com o espírito natalino da bondade e da esperança na humanidade. E nada melhor para representar isso do que nossos amados heróis da Editora das Lendas vivendo histórias natalinas! Então apresentamos aqui, em duas partes, cinco grandes histórias temáticas do natal para você ler enquanto espera a ceia e não ter que aguentar o seu tio chato perguntando: E as namoradinhas? Confira as 3 primeiras histórias!

1- “Merry Christmas, Justice League… Now Die!” (JLA #60 (jan/2002). Publicada no Brasil em Liga da Justiça (Panini) nº 2 em jan/2003)

Visitando seu amigo Woozy e a família dele, o Homem-Borracha encontra o sobrinho do seu amigo cabisbaixo na noite de Natal. Vendo que o garoto está triste numa noite que todos deveriam estar felizes, o herói decide contar como o Papai Noel entrou para a Liga da Justiça.

Ele entrou logo enfrentando um peso pesado dos vilões da DC. Para roubar o lugar de Papai Noel, Neron decide dar todos os presentes para as crianças antes da noite de Natal, mas com aquele toque de maldade que só o demônio sabe fazer. A Liga da Justiça é chamada, afinal as crianças não podem ficar sem seus merecidos presentes! Mas no meio da batalha todos os heróis foram transformados em carvão, porém, Papai Noel está lá e salva o dia derrotando Neron!

2- “One Perfect Gift” (Flash #73 (fev/1993). Publicada no Brasil em Os Novos Titãs (Abril) nº 116 em nov/1995

Wally West está tão ansioso pela festa de Natal e não consegue parar quieto. Ele e sua namorada Linda Park estão na casa de Jay Garrick (o Flash original) e sua esposa Joan para passar a festa, mas a ansiedade é tanta que Jay se vê obrigado a levar Wally para dar uma volta e relaxar. Assim, os dois vestem seus respectivos uniformes de Flash e vão patrulhar as ruas.

No meio da patrulha, Flash salva uma mulher grávida que parou no meio da rua e quase foi atropelada. Ao deixar a mulher em segurança dentro de uma igreja, ela conta que seu marido estava atrás de emprego mas como não encontrava não teve outra alternativa a não ser participar de um roubo em um depósito de uma loja. Além disso, a mulher entra em trabalho de parto!

No final, Wally consegue impedir o roubo e ainda, o homem que estava desempregado, conseguiu um trabalho de meio período no depósito e Jay consegue levar os médicos até a mulher grávida e o seu bebê nasce são e salvo. Um verdadeiro milagre de Natal!

3- “Should Auld Acquaintance Be Forgot” (Christmas With the Superheroes #2 (1988) e inédita no Brasil)

A história começa com o Desafiador usando seus poderes de possessão para tomar o corpo de um milionário e assim poder usar o dinheiro para distribuir presentes para seus amigos, e um bônus para os funcionários do homem. Porém, ele percebe que isso não preenche o vazio de ser solitário e começa a praguejar contra a deusa que lhe deu seus poderes. Nada acontece, o Desafiador entra em uma espiral de auto-piedade até que uma misteriosa mulher aparece.

O Desafiador começa a dizer o quanto sente falta de estar vivo, de receber os aplausos do público quando era artista de circo e de como é triste para ele fazer o bem e não ser reconhecido por isso. A misteriosa mulher rebate dizendo que o heroísmo é isso, e lhe ensina a lição de que os heróis fazem o que fazem mesmo que ninguém saiba o que eles fazem…mesmo que ninguém saiba que eles existam ou que já existiram. O herói fantasma percebe que seu pensamento era errado e fica encabulado, no que a mulher responde que isso não é motivo para vergonha, pois ele era um humano e seu espírito continuava vivo.

Com a lição recebida, a mulher e o Desafiador se despedem, mas o herói pergunta seu nome e a mulher responde: Kara. Para o Desafiador o nome nada significaria, mas a mulher era ninguém menos que a Supergirl, que havia desaparecido na saga Crise nas Infinitas Terras anos antes.

Estão curtindo esse especial? Esperamos que sim! Aguarde a próxima matéria com as 2 últimas histórias da nossa lista. Prometemos que antes da ceia ela chegará!

Especial | Confira grandes histórias de Natal da DC Comics – Parte 2/2

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Seguindo com o nosso especial de Natal, confira as duas últimas histórias que selecionamos para vocês! Leia a primeira parte -clicando aqui-.

4- “Metropolis Mailbag” (Superman #64 (fev/1992). Publicada no Brasil em Liga da Justiça (Abril) nº 64 em jul/1994

Naquele Natal de 1991, Superman já tinha revelado sua identidade secreta para Lois Lane e os dois já estavam de casamento marcado. Na próxima cena, o casal está nos correios de Metropolis, pois se tem alguém que rivaliza no número de cartas com o Papai Noel, esse alguém é o Homem de Aço. Porém as cartas enviadas são de todo tipo… desde propostas para descoberta de petróleo até as que realmente chamam a atenção do Superman, que contém pedidos de ajuda. A primeira que ele seleciona é de uma senhora que foi separada de sua irmã na Segunda Guerra Mundial e que passou décadas pensando que ela estava morta até descobrir recentemente que ela não só estava viva como também morava na Alemanha. Só que a senhora era muito pobre e não tinha como realizar esse reencontro…

Logo, o Superman consegue alguns contatos na embaixada americana na Alemanha e promove o reencontro entre as duas irmãs em uma cena emocionante.

Porém, nem só de momentos bonitos assim é a vida do Superman no Natal. Muitas coisas o Homem de Aço não tem poder para resolver, como por exemplo a carta de uma mulher que precisa de um transplante de coração. Mas aquilo que estiver ao alcance dele, ele se dedica a fazer, como consolar um garoto que enviou uma carta pedindo para que o Superman fizesse uma cirurgia no cérebro de seu pai onde havia um tumor.

Ainda naquele período, o Planeta Diário enfrentava uma greve dos seus funcionários. Dessa forma a tradicional festa de fim de ano do Planeta não iria acontecer, e os filhos dos funcionários não teriam seus presentes. Mas aí o Superman decide entrar em contato com Bruce Wayne e consegue uma verba para comprar os brinquedos. Mas ainda faltava uma parte importante da festa: o Papai Noel. É nessa hora que o professor Emil Hamilton desenvolve uma réplica do trenó do bom velhinho que é sustentada no ar pelo Superman camuflado com a cor do carro. Uma bela história de como o Natal pode ser triste e ainda assim ser cheio de esperanças.

5- “The Silent Night of the Batman” (Batman #219 (fev/1970). Publicada no Brasil em Batman: Lendas do Cavaleiro das Trevas – Neal Adams em dez/2015.

Batman tem muitas e muitas histórias que apresentam o Natal como cenário, mas esta talvez seja uma das mais significativas por mostrar que até mesmo alguém sisudo e com a vida marcada por tristezas como o Batman pode ser feliz por uma noite.

A história começa com o bat-sinal brilhando em mais uma noite nos céus de Gotham. Mas não é uma noite qualquer, é noite de Natal. Por isso o Comissário Gordon chamou o Homem Morcego para o GCPD. Porém, não há crime, não há violência… Nenhuma chamada foi registrada e por isso Gordon decidiu que nesta noite o Batman está de folga, e não só isso, irá participar do coro dos policiais. Batman entra na delegacia desconfiado, pois não acredita que um combatente do crime possa descansar até mesmo no Natal. Mas logo ele desencana e começa a cantar várias canções clássicas de Natal.

Nisso, os crimes que estavam acontecendo são “magicamente” interrompidos pelas canções, pessoas que estavam tristes e com saudades de parentes amados logo encontra conforto com a música, e Gotham City Está em paz.

Quando o Batman se dá conta, já são seis da manhã e ele passou a noite inteira se divertindo e cantando com seus companheiros da policia. E durante todo esse tempo não houve nenhum crime, nenhum telefonema para a polícia. E então é revelado que a “mágica” que protegia Gotham City era apenas o espírito natalino que contagiou a todos naquela noite.

Em um ano tão difícil como foi esse, esperamos que as histórias aqui apresentadas de alguma forma toquem o coração das pessoas. O mundo vive momentos tensos onde a violência, a intolerância e a falta de empatia crescem assustadoramente. Que todos nos tenhamos nos exemplos dos heróis que nós tanto gostamos um norte a seguir, e que nos leve para tempos muito mais tranquilos, de amor ao próximo e de paz. Feliz Natal, DCnauta!

Crise nas Infinitas Terras | Sinopses dos episódios finais do crossover são reveladas

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O crossover das séries do Arrowverse, Crise Nas Infinitas Terras, ganhou a sinopse final para os últimos dois episódios do evento. Confira:

Arrow | Crise Nas Infinitas Terras – Hora Quatro

Presos no ponto de fuga, os Paragons procuram uma maneira de escapar. A situação é agravada pelo desaparecimento do Flash (Grant Gustin). No entanto, a esperança aparece na forma de Oliver Queen (Stephen Amell), que revela ter se tornado algo superior. Enquanto isso, as histórias de origem do Monitor (LaMonica Garrett) e Anti-Monitor são reveladas.

Legends of Tomorrow | Crise Nas Infinitas Terras – Hora Cinco

Mundos viveram, mundos morreram. Nada será como antes.

As duas partes finais serão exibidas no dia 14 de janeiro na CW, nos EUA. 

Adão Negro | Estúdio procura atrizes para interpretar a Mulher Gavião, Isis e Stargirl no filme

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Segundo o jornalista Charles Murphy, do portal Murphy’s Multiverse, a Mulher Gavião estará no filme do Adão Negro.

Warner estaria em busca de uma atriz entre 20 e 30 anos para a “Mulher Gavião”, além dela, outro perfil de 20 e 30 anos para a Isis, e por fim, mais uma atriz de 20 anos para interpretar a Stargirl.

Esta pode ser a 3ª vez que a personagem aparecerá em produções live-action. As outras duas forma nos seriados Smallville e Legends of Tomorrow.

As filmagens do longa estão marcadas para iniciar em julho de 2020 e sua estreia em 22 de dezembro de 2021.

O possível título do filme deve ser: Adão Negro vs. Gavião Negro. O protagonista será o ator Dwayne Johnson, o The Rock.

Dick Vigarista e Muttley | Ação, espionagem, existencialismo e uma origem para a dupla tão conhecida das animações

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Famosos pelas trapaças desastrosas na série de desenhos animados Corrida Maluca ou pela caça obsessiva e frustrada ao pombo Doodle, a dupla Dick Vigarista e Muttley está, dessa vez, fora dos televisores para ganharem vida em uma versão HQ.

O Tenente Coronel Atcherly e o Capitão Muller, ou Dick e Mutt, oficiais das Forças Aéreas dos EUA, iniciam a história em um voo de reconhecimento sobre o Improvaquistão, uma área completamente devastada após um malsucedido teste com um reator atômico alimentado pelo elemento raro Instabílio 239.

Durante a missão, entre uma acalorada discussão da dupla, afinal Mutt ousou levar a bordo seu gracioso cão vira-lata, encontram-se diante do misterioso drone P-MBO GUERREIRO, que daí em diante, ao disparar um gás radioativo na direção daquilo que encontra pela frente, começa a provocar o caos e uma completa instabilidade em todos os sentidos e instituições.

Como um ponto forte da HQ, toda sua liberdade e criatividade para expor um mundo que flerta com a falta de sentido, para isso o roteiro de Garth Ennis (Preacher, O Justiceiro) não poderia ser mais certeiro quando escolhe ter o ambiente principal da narrativa a política. Presidentes, senadores e outras figuras de poder que, em alguma parcela, já apresentam-se cartunescas e ideologicamente fora de qualquer razão que não apenas a sua própria, na HQ essas personalidades misturam-se com a nova realidade e tem seus discursos e ações realçados quando influenciadas por ela. O momento em que o Presidente dos EUA, em meio a um turbilhão, decide seguir sua agenda e promover o recital de harpa da sua filha no salão oval da Casa Branca é por si só uma boa dose de um realismo absurdo ou absurdo realismo que não deixa de se apresentar como uma referência.

Enquanto isso, Dick e Mutt seguem suas aventuras para se manterem vivos após a exposição ao gás radioativo, numa história que mistura ingredientes de espionagem, existencialismo, surpresas e um quebra-cabeça que vai se montando sobre o que realmente está acontecendo, a parcela de interesse do governo e as peças que se ligam ao misterioso Professor Dúbio, envolvido com o reator atômico e ligado ao efeitos do Instabílio 239.

Responsável pela arte da HQ, Mauricet (Arlequina) é preciso quando consegue chamar a atenção para os detalhes, seja nas respostas faciais sempre expressivas aos acontecimentos durante o desenvolvimento da história ou quando os personagens estão de alguma forma alterados. Os cenários também atuam,  tudo muito bem construído, uma arte que funciona como alicerce para a leitura da narrativa. As cores de John Kalisz não se omitem, são fortes, vivas e belas na construção dos cenários, quadro a quadro o trabalho aparenta uma diversão para o profissional, não é menos para quem lê. Os extras com as capas variantes são presentes, destaque para a de Liam Sharp.

Dick Vigarista e Muttley não deixa escapar a essência do que já é conhecido dos personagens via televisão, assim como se permite, sem medo, criar possibilidades e origens para determinados conflitos ou, por exemplo, para a famosa Esquadrilha Abutre, rompendo nesse momento os próprios limites do quadrinho. Aliás, liberdade é uma identidade que acompanha os demais títulos da série de HQ’s lançada pela DC Comics e que são baseadas no universo dos desenhos animados do estúdio Hanna-Barbera.

“Quando se está combatendo a loucura, os loucos são os caras certos para o trabalho”

Publicada em 2017 nos EUA, Dick Vigarista e Muttley foi lançada pela Panini no último mês no Brasil, reunindo na mesma edição todas as seis edições da série original.