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Superman & Lois | Jordan Elsass e Alexander Garfin se juntam a nova série como filhos de Lois e Clark

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Conheça os filhos de Clark Kent e Lois Lane. Jordan Elsass e Alexander Garfin irão co-estrelar ao lado de Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch em “Superman & Lois”, nova série da CW sobre o icônico casal da DC.

Conforme o Deadline, Elsass e Garfin interpretarão os filhos adolescentes de Clark / Superman (Hoechlin) e Lois ‘(Tulloch), Jonathan e Jordan, que são gêmeos.

Jonathan, de Elsass, é bem-educado, modesto e bondoso. O Jordan de Garfin é extremamente inteligente, mas seu temperamento mercurial e ansiedade social limitam suas interações com as pessoas e, consequentemente, Jordan prefere passar a maior parte do tempo livre sozinho, jogando videogame.

Conforme o Primetimer, nenhum deles sabe que é filho do Homem de Aço e não é dito se eles têm poderes. o portal também revela que no episódio piloto, Clark será demitido do jornal Planeta Diário. 

Escrito por Helbing e baseado nos personagens da DC criados por Jerry Siegel e Joe Shuster, “Superman & Lois” gira em torno do super-herói Superman e da jornalista Lois, enquanto eles lidam com todo o estresse, pressões e complexidades resultantes dos pais que trabalham na sociedade contemporânea de hoje.

Ainda não há previsão de estreia para Superman & Lois.

Patrulha do Destino | Dorothy Spinner será interpretada pela atriz Abigail Shapiro na nova temporada

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Conforme o TV Line, a atriz Abigail Shapiro retornará na segunda temporada da série do DC Universe como Dorothy Spinner, filha de 11 anos de idade de Niles Caulder (também conhecida como “O Chefe”)

Embora não tenhamos visto o rosto dela, Dorothy foi apresentada no final da primeira temporada da série.

“Niles a ama muito e passou por um grande sacrifício para protegê-la, e ao mundo, de suas habilidades especiais”, de acordo com a descrição oficial de Dorothy. “Agora que ela não está mais escondida, Niles se esforçará ainda mais para protegê-la.”

Além de ser exibida no DC Universe, os novos episódios da segunda temporada de ‘Patrulha do Destino’ também estarão disponíveis para assistir na HBO Max, o próximo serviço de streaming da WarnerMedia.

A data de estréia da nova temporada ainda não foi anunciada.

Generation Zero | Nova edição vincula Wally West ao Dr. Manhattan e nova linha do tempo

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A DC anunciou as suas ofertas para o tradicional evento “Free Comic Book Day 2020“, lançando a HQ “Generation Zero” – uma única edição que se vincula à linha do tempo da DC recém-revisada e que se tornou cânone com a “Wonder Woman #750”, preparando o cenário para o “futuro do Universo DC.”

Apresentando uma nova história escrita por Scott Lobdell e ilustrada por Brett Booth, a Generation Zero também parece amarrar o novo status quo de Wally West ao Dr. Manhattan de Watchmen – evidenciado por seu traje azul e o distinto símbolo de hidrogênio na testa da máscara. A edição também reimprimirá a história “Um Admirável Mundo Novo” da ‘Wonder Woman #750’, que introduziu a nova linha do tempo inicial que segue ainda em desenvolvimento.

Juntamente com ‘Generation Zero’, a DC lançará um flipbook para jovens leitores, apresentando dois contos do jovem Bruce Wayne e amigos em “Batman: Overdrive” e “Batman: Once Upon a Crime”.

O evento “Free Comic Book Day 2020” ocorre no dia 2 de maio nos EUA.

Arlequina | Fortnite terá skin da personagem de Aves de Rapina

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O popular game Fortnite terá um evento especial para o filme ‘Aves de Rapina’, apresentando uma skin especial da Arlequina. Confira a imagem:

Via: Lucas7yoshi – Leaks/News
@Lucas7yoshi

Para liberar a outra skin, o jogador deve completar ao menos 3 desafios acima, que incluem ficar entre o Top 30, 20 e 10 em partidas, acertar 100 pontos fracos, ou causar dano em inimigos com a picareta.

Ainda não foi revelada a data que o evento sobre o filme entrará no jogo. “Aves de Rapina” estreia em todos os cinemas no dia 6 de fevereiro.

Batman | Nova edição apresenta o melhor Bat-gadget de todos os tempos!

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A mensal do Batman de James Tynion IV já está em andamento no mercado americano com uma história que vê Batman focado na reconstrução de Gotham City. No entanto, enquanto Bruce Wayne tem um plano para a cidade, existem forças das trevas com seus próprios projetos para Gotham e eles estão dando ao Cavaleiro das Trevas bastante trabalho.

Então, Lucius Fox decide facilitar a vida do Batman no combate ao crime. Na edição #88 do Homem-Morcego apresenta o”Batgadget” mais legal de todos os tempos.

Escondido no bolso 17 do cinto de utilidades do Batman, existe um dispositivo chamado Echo que é, como Lucius descreve, um último recurso para o transporte. Pode ser colocado no capô de qualquer carro que contenha componentes da Wayne Enterprises. O dispositivo substituirá os controles no motor que limitam a velocidade e criará um holograma que oculta a verdadeira aparência do carro. Ele cria a ilusão de um Batmóvel e pode fazer o carro andar muito, mas muito mais rápido. Confira:

É claro que, embora o Echo seja extremamente legal e útil, não é um dispositivo que realmente faça um verdadeiro Batmóvel. A armadura do carro é apenas uma ilusão; portanto, os carros que usam o Echo sofreriam danos como um carro normal. Essa é uma limitação bastante significativa, mas, apenas um detalhe, o Echo pode ajudar o Batman a fazer uma fuga rápida, o que torna um item muito interessante de se ter no estoque de gadgets.

Batman #88 está a venda nos EUA.

Aves de Rapina | Canário Negro, origem e ascensão

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Para muitos dos novos fãs de quadrinhos o primeiro contato com a Canário Negro foi na animação “Liga da Justiça: Sem Limites” do Bruce Timm. Sem dúvida é uma ótima animação, mas só podemos ter um breve deslumbre de quem essa personagem é.  Vimos que ela é muito boa na luta corpo a corpo, a distância que ela pode usar seu super-poder: “grito da canário”, e que ela aprendeu a lutar com o Pantera. Temos então um vislumbre de Aves de Rapina, quando ela luta ao lado da Caçadora e por último vale mencionar seu interesse romântico no Arqueiro Verde.

É uma ótima animação, sem dúvida, mas esse é apenas um resumo até bem simples da personagem. A Canário Negro é extremamente interessante, e já foi vivida por várias personagens, com diversas versões nos quadrinhos, animações, séries, e agora temos ela nos cinemas interpretada por Jurnee Smollett-Bell em  “Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa”.

Para comemorar o lançamento do filme, criamos uma série de matérias especiais e essa é uma delas. Vamos enaltecer essa personagem poderosa, conhecendo um pouco mais de sua origem e momentos marcantes.

Origem

A primeira Canário Negro foi Dinah Drake, criada por Robert Knigther e Carmine Infantino, estreou em ‘Flash Comics #86’ (agosto de 1947), ela era uma grande lutadora, especialista em artes marciais, mas é importante pontuar que ela não tinha super-poderes. Isso não impediu que futuramente se tornasse membro da Sociedade da Justiça.

Dinah Drake se casou com o policial Larry Lance, tiveram uma filha Dinah Laurel Lance. Dinah Lance por sua vez tem diversas versões, no período pré-crise ela foi amaldiçoada com o grito sônico e mandada para outra Terra, onde teve crescimento acelerado. Em outra versão ela nasce com poderes. Na série “Birds of Prey” de 2013, a Canário volta a ser Dina Drake, nessa história ela é abandonada ainda bebê e criada por Desmond Lamar, que treina Canário até sua morte por câncer.

Aves de Rapina

Mais tarde a Canário participa da equipe Aves de Rapina, onde comandadas pela Oráculo, Canário, Caçadora e outras personagens combatem o crime.

Em 2002 foi lançada a série ‘Birds of Prey’, que no Brasil era chamada de Mulher-Gato (Q?). Dinah era interpretada por Rachel Skarsten, mesma atriz que hoje interpreta Beth Kane na atual série Batwoman. A série trouxe uma nova história onde a Canário Negro original chamada Carolyn Lance, abandona sua filha quando criança para deixa-la em segurança depois que ela não demonstrou nenhum potencial meta-humano, o que mais tarde aflora como poderes telepáticos e telecinéticos.

Quase tivemos a formação da equipe em “Liga da Justiça: Sem Limites”, em alguns episódios podemos ver Canário e Caçadora contracenando, e rendeu um dos melhores episódios da série onde vemos as super-heroínas tendo suas mentes controladas para lutarem entre sí em uma espécie de super-UFC.

https://www.youtube.com/watch?v=86YVeccPIrc

As duas aparecem novamente em “Batman:  Os Bravos e Destemidos” dessa vez de fato como as Aves de Rapina. Nessa formação com a Mulher-Gato, vemos a Canário no visual clássico da personagem em um número musical.

https://www.youtube.com/watch?v=m9H1C1pdk6s

Cantora

Não vemos a Canário cantando com frequência, mas nos quadrinhos, “Canário Negro: O Som e a Fúria”, a personagem tem uma banda e uma voz poderosa, a HQ tem artes marcantes e uma história com pegada indie, um ponto interessante é que foram disponibilizadas músicas da banda que você pode conferir aqui https://blackcanary.bandcamp.com/album/ep-1

No filme “Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa”, Canário aparece como cantora em um clube noturno do Máscara Negra, a atriz que dá vida a personagem não tem uma carreira como cantora, porém, encontrei esse vídeo dela quando pequena em uma cena musical.  

Arrowverso

Arrow é a série que tem a maior quantidade de Canários por metro quadrado, Sara Lance, Laurel Lance, Dinah Drake, Laurel Lance da Terra 2… Provavelmente não tivemos mais Canários por falta de tempo, mas isso deve mudar com a série “Green Arrow na the Canaries”, um spin-off de Arrow.

Sara Lance é uma personagem original da série, após morrer sua irmã se tornou a Canário Negro em seu lugar, Sara é ressuscitada no Poço de Lázaro e se torna a Canário Branco, seguindo seu próprio caminho na equipe das Lendas do Amanhã, que futuramente se tornaria capitã.

O manto da Canário na série passou por mulheres incríveis, Laurel era promotora, Dinah era tenente, Sara com um currículo diverso, contendo Liga dos Assassinos, equipe Arrow e Lendas do Amanhã, é de perder a conta de quantas vezes o mundo foi salvo graças a essa personagem.

Oliver Queen

Canário Negro e Arqueiro Verde formam um dos casais mais amados dos quadrinhos. Entre idas e vindas o casamento dos dois foi memorável, com direito a uma grande luta entre heróis e vilões.

Em ‘Reino do Amanhã’ chegamos a conhecer a filha do casal, Olivia Queen. Que segue como uma Canário Negro, em outras HQs vemos ela com mais detalhes. O traje que usa lhe dá  habilidades de camuflagem e manipulação de tecnologias.

Em “Injustice”, temos um dos acontecimentos mais tristes e emocionantes do casal, Oliver é morto pelo Superman, e a Dinah se vê sozinha e grávida. Surge uma estranha amizade entre ela e Arlequina que acompanha a gestação até o nascimento da criança.

Em um último sacrifício como Canário Negro ela luta de igual para igual com o Superman em rede mundial, e se passa por morta. Dr. Destino a leva junto com seu bebê para uma Terra em que Oliver ainda está vivo e Dinah morreu, para que os dois permaneçam juntos em um reencontro emocionante.

Habilidades

A Canário Negro é muito conhecida pelo Grito da Canário, um grito capaz de quebrar ossos e até mesmo paredes. Ainda controla suas cordas vocais que a permite modular sua voz e imitar sons. Ela se garante na porrada, e é perita em diversas artes marciais, treinou ao lado do Pantera, Mulher-Maravilha, Richard Dragon e Liga dos Assassinos. Suas habilidades lhe garantiram como treinadora da equipe Justiça Jovem.

Durante a recente saga ‘DCeased”, na segunda edição da história, Dinah e Ollie encontram-se com uma versão zumbi de Hal Jordan culminando em desfecho nada agradável para o Lanterna. Naturalmente o anel procura um sucessor de Hal e de forma surpreendente se une a Dinah, tornando-a parte da Tropa dos Lanternas Verdes.

A Canário Negro é uma das fundadoras do universo de super-heróis como conhecemos, e merece todo o reconhecimento. Vamos conhecer uma nova versão da personagem no filme de Aves de Rapina. A produção dará um novo rumo no universo de filmes da DC, e queremos que a personagem ganhe ainda mais notoriedade.

“Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa”, chega aos cinemas dia 6 de fevereiro, com direção de Cathy Yan, estrelando Margot Robbie como Arlequina, Jurnee Smollett-Bell como Canário Negro, Mary Elizabeth Winstead (Caçadora), Ella Jay Basco (Cassandra Cain), Rosie Perez (Renee Montoya) e Ewan McGregor (Máscara Negra).

Aves de Rapina | Afinal, quem é a Caçadora?

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Uma das heroínas mais icônicas da equipe Aves de Rapina, a Caçadora, já foi conhecida por dois nomes, Helena Rosa Bertinelli e também como Helena Wayne, mas essa parte voltamos mais tarde. 

A primeira aparição da personagem nas HQ’s foi em 1989 em sua própria revista. Helena nasceu em uma das mais poderosas famílias mafiosas da cidade de Gotham, e quando tinha apenas oito anos presenciou o assassinato de seus pais e irmão em sua própria casa. Foi enviada para morar com seus tios na Sicília, onde começou um treinamento em combate corpo a corpo e também em diversas armas, apesar de se especializar em usar a besta.

Sua inspiração para se tornar uma vigilante veio quando tinha 16 anos e viu o Batman em ação, lutando contra os membros de sua própria família. Inspirada, ela estudou tudo sobre a máfia, fez um uniforme e voltou para Gotham como Caçadora. Mas, ao contrário do Homem-Morcego, Helena não tem problemas em matar seus inimigos, o que gerou muitos conflitos entre os dois.

Por um período, Helena chegou a usar o manto de ninguém menos que Batgirl, o que causou ainda mais intrigas com o Batman, já que ele não concorda com os métodos da personagem. Então ela voltou a ser a Caçadora.

Ela é uma das membros fundadoras das Aves de Rapina, já que se aliou a Oráculo e a Canário Negro para combater um ataque em Gotham arquitetado pelo Espantalho e o Silêncio. Depois dessa missão em conjunto, elas continuaram trabalhando em equipe por um longo tempo.

As habilidades da Caçadora são frutos de seus treinamentos intensos ao longo da vida. Especialista em usar a besta, a heroína ainda é versada nos mais variados tipo de armas de fogo, e também costuma usar um bastão para lutar contra os inimigos. Ela é extremamente habilidosa no combate corpo a corpo, principalmente em kung fu estilo dragão, e tem vasto conhecimento de criminologia, sendo a principal detetive do grupo, por assim dizer.

Agora vamos voltar a parte em que ela já foi Helena Wayne. A primeira versão da personagem era filha de ninguém menos que Bruce Wayne, o Batman, e de Selina Kyle, a Mulher-Gato! Ela pertence a Terra-2 do Multiverso, mas depois do evento ‘Crise nas Infinitas Terras’, foi dada uma nova história e um novo nome para a heroína, conforme dito acima.

A Caçadora já apareceu em algumas adaptações live-action, como na série Aves de Rapina, de 2002. Interpretada pela atriz Ashley Scott, ela era a versão da personagem filha de Bruce e Selina, e era uma meio-meta-humana, herdando as habilidades ‘de gato’ que sua mãe tinha (já que a Mulher-Gato aqui também era metahumana).

Também vimos a Caçadora em Arrow, interpretada pela atriz Jessica De Gouw, ela apareceu em poucos episódios no começo da série, mas sendo mencionada em vários outros ao longos dos anos.

E agora a heroína está chegando aos cinemas com Mary Elizabeth Winstead dando vida a Helena Bertinelli em ‘Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa‘, que estreia dia 6 de fevereiro no Brasil!

Stargirl | Solomon Grundy será um dos vilões da nova série

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Enquanto os detalhes permanecem em sigilo para a série Stargirl do DC Universe, Geoff Johns confirma que um vilão clássico que aparecerá na produção. Durante entrevista ao Comicbook, Johns confirmou que Solomon Grundy ameaçará os heróis na próxima série. Confira:

“Estou feliz por existir um pouco de mistério nisso; Acho que todo mundo ainda não sabe o que é a série, além de Courtney descobrindo o legado de Starman e essa equipe se unindo”, disse Johns.

“Isso é divertido, sabendo que temos todas essas portas para abrir e cartões para virar e eu mal posso esperar que as pessoas vejam nosso Solomon Grundy. O nosso Solomon Grundy é ridículo! A casa de efeitos visuais que fez todo o trabalho para Stargirl é o Zoic Studios e Andrew Orloff é um dos fundadores. O trabalho que eles colocam lá, sua equipe nos surpreende toda vez que fazemos uma revisão de efeitos visuais. Toda vez que eles entregam algo, todos os diferentes personagens e o mundo que estamos desenvolvendo é um trabalho fenomenal. Mal posso esperar para as pessoas verem, é realmente algo acima da normal”. conclui Geoff Johns.

Solomon Grundy foi criado por Alfred Bester e Paul Reinman e estreou em 1944, na ‘All-American Comics #61’, como inimigo do co-fundador da Sociedade da Justiça e Lanterna Verde da Era de Ouro, Alan Scott. Desde então, ele se tornou um vilão tipicamente associado ao Batman.

As especulações sobre a inclusão de Grundy na série começaram após a visão de algo imenso no pântano em um teaser promocional para a série. Embora não se saiba se Grundy estará trabalhando ao lado da ‘Sociedade da Injustiça’ para enfrentar a ‘Sociedade da Justiça da América’, o vilão estará pronto para fazer uma apresentação memorável na série da heroína.

Chegando na primavera americana deste ano, Stargirl, do streaming DC Universe, estrela Brec Bassinger como Courtney Whitmore (Stargirl), Joel McHale como Sylvester Pemberton (Starman), Brian Stapf como Ted Grant (Wildcat), Lou Ferrigno Jr. como Rex Tyler (Hourman) e Meg DeLacy como Cindy Burman.

Coringa | ‘Joker Live Concert Tour’ é anunciada

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Conforme o Comicbook, a Warner Bros. está lançando o filme “Coringa” para uma turnê mundial de concertos ao vivo. A turnê começa em Londres no dia 30 de abril no Eventim Apollo. Os eventos contarão com uma orquestra completa liderada pelo maestro Jeff Atmajian, que conduziu e orquestrou a trilha sonora. A turnê viajará pelo Reino Unido até julho e depois seguirá para a Europa e outros locais internacionais. A notícia vem após a vitória do filme na música original BAFTA da compositora Hildur Guðnadótti.

“Estou emocionado de ver e ouvir o Coringa nos cinemas com uma orquestra ao vivo.”, afirma Guðnadóttir ao Deadline. “Quando gravamos a música, a orquestra trouxe tanta profundidade e atenção detalhada às performances que estávamos literalmente segurando nossa respiração durante a maioria das sessões de gravação. Foi uma viagem linda. Estou muito feliz.”

O diretor do filme, Todd Phillips, acrescenta: “Falo por toda a equipe do Coringa quando digo como estamos emocionados por trabalhar com Senbla e Ollie Rosenblatt no Joker – Live in Concert. Eu acho que é uma maneira maravilhosa para o público experimentar a produção imersiva e assustadora de Hildur Guðnadóttir, testemunhando a queda de Joaquin Phoenix na loucura como Arthur .”

“Coringa” alcançou recentemente a marca de U$335 milhões de bilheteria nos Estados Unidos. O longa está próximo de passar ‘Aquaman’, que arrecadou $335,06 milhões.

Aves de Rapina | Renee Montoya e o conceito de super-heroína

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“Nem todos os heróis usam capa.”

Cara leitora e caro leitor, certamente você já viu esta frase em algum lugar, mas o que parece ser uma simples constatação pode suscitar um debate ainda mais profundo sobre o conceito de super-herói.  Em um primeiro momento podemos dizer que sim, nem todos heróis usam capas, a Mulher-Maravilha não usa capa, nem o Flash, Mutano? Mulher-Gavião e Lanterna-Verde? Já dizia Edna de os Incríveis: “Nada de capas!”.

Então, já sabemos que não é necessário uma capa para ser um super-herói, ou no caso deste artigo, uma super-heroína. Mas afinal o que é preciso para ser uma super-heroína?

Academicamente, Peter Coogan (2006) diz que o gênero super-herói apareceu em Adventure Comics #247, lançada em abril de 1958, onde utiliza a Legião de Super-Heróis em seu nome e capa. Reparem que a história é um selo DC.

Super-herói, ou super-heroína trata-se de um personagem heroico, altruísta e que realiza missões a favor da sociedade. Ela, ou ele, possui poderes e habilidades extraordinárias, utiliza de uma tecnologia avançada e/ou é  altamente desenvolvida fisicamente ou mentalmente, ou possui habilidades místicas. Além disso, uma super-heroína tem uma identidade secreta e um codinome de super-herói, ou seja, possui sua identidade comum e sua identidade de super-heroína.

Uma super-heroína na maioria das vezes pode ser definida por três características básicas: Missão, poderes e identidade. Porém, existem personagens que não possuem algum desses elementos e nem por isso são menos heroicos, o Batman, por exemplo, tem o poder do dinheiro e do preparo.

Não podemos dizer então que esta fórmula é unanime para a criação de um super-herói ou heroína, um exemplo disso é Renné Montoya, personagem central deste artigo.

Montoya nasceu e cresceu em um distrito da cidade de Gotham, chamado Burnley, perto da avenida Van Buren. Ela é a filha mais velha do casal Hernando e Louisa Montoya, imigrantes vindos República Dominicana.

A personagem fez sua primeira aparição na série animada do Batman, sendo uma oficial e parceira de Harvey Bullock. Com o passar do tempo, ela saiu do departamento policial e tornou-se alcoólatra, mas acabou mudando sua vida quando foi recrutada pelo Questão. Após a morte dele, ela assume sua identidade e passa a atuar como a vigilante Questão. Assim como ele, ela também utiliza uma máscara que esconde seu rosto.

Renne ainda é considerada um exemplo de representatividade, pois além de ser uma imigrante latina, ela é abertamente lésbica, estabelecendo até mesmo um romance com Kate Kane, a Batwoman.

Voltando ao tema inicial deste artigo, alguém precisa de poderes para se tornar uma super-heroína? Renne, tem uma atuação notável tanto como policial tanto como questão, mas não possui nenhuma habilidade super-humana. A personagem é uma excelente combatente corpo a corpo e sabe manusear diversos tipos de armas de fogo. Assim, podemos então afirmar que ele assume uma identidade heroica somente depois que passa a agir sob o manto de Questão. Antes disso, ela não pode ser considerada super-heroína, mas sim uma agente policial ou agente da lei como Coogan define. E não, ela não usa capa.

Montoya era uma personagem da série Gotham, interpretada pela atriz Victoria Cartagena.

Mas esta não será a única adaptação em live-action da personagem. Como sabemos, ela será uma das protagonistas de Aves de Rapina, interpretada por Rosie Perez.

Este texto teve a colaboração da mestranda em comunicação e pesquisadora Marina Vlacic Morais.