O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
A DC Comics enfrenta menos uma saturação de super-heróis e mais a perda do privilégio cultural automático, precisando voltar a criar narrativas que justifiquem atenção num ecossistema onde os jovens escolhem por interesse imediato, não por legado.
Sebastian Stan pode interpretar Harvey Dent, o vilão Duas-Caras, em The Batman Parte II, com relatos apontando o ator como escolha ideal para trazer complexidade emocional ao personagem.
A série Batman de 1966 enfrentou um dos piores testes de audiência da história da ABC, mas transformou seu estilo campy e vibrante em um sucesso cultural que resgatou o personagem e influenciou toda a percepção dos super-heróis na TV.
O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
52 é considerada a HQ mais ambiciosa da DC Comics por sua publicação semanal, foco em personagens secundários e uma narrativa que redefiniu o conceito de universo compartilhado.
James Gunn confirmou Senhor Milagre como parte do DCU. O herói será um dos mais poderosos do novo universo e pode introduzir personagens centrais dos Novos Deuses, incluindo Darkseid. A série animada ainda não tem data de lançamento.
Os criadores de Aztec Batman: Clash of Empires comentaram sobre a possibilidade de uma sequência do filme animado, afirmando que existem ideias e espaço narrativo para continuar a história do Batman em um universo alternativo.
A vencedora EGOT, Viola Davis, tem seu retorno confirmado no DCU como a protagonista da série spin-off Waller, que ainda não possui previsão de estreia.
O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
A DC Comics enfrenta menos uma saturação de super-heróis e mais a perda do privilégio cultural automático, precisando voltar a criar narrativas que justifiquem atenção num ecossistema onde os jovens escolhem por interesse imediato, não por legado.
Sebastian Stan pode interpretar Harvey Dent, o vilão Duas-Caras, em The Batman Parte II, com relatos apontando o ator como escolha ideal para trazer complexidade emocional ao personagem.
A série Batman de 1966 enfrentou um dos piores testes de audiência da história da ABC, mas transformou seu estilo campy e vibrante em um sucesso cultural que resgatou o personagem e influenciou toda a percepção dos super-heróis na TV.
O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
52 é considerada a HQ mais ambiciosa da DC Comics por sua publicação semanal, foco em personagens secundários e uma narrativa que redefiniu o conceito de universo compartilhado.
James Gunn confirmou Senhor Milagre como parte do DCU. O herói será um dos mais poderosos do novo universo e pode introduzir personagens centrais dos Novos Deuses, incluindo Darkseid. A série animada ainda não tem data de lançamento.
Os criadores de Aztec Batman: Clash of Empires comentaram sobre a possibilidade de uma sequência do filme animado, afirmando que existem ideias e espaço narrativo para continuar a história do Batman em um universo alternativo.
A vencedora EGOT, Viola Davis, tem seu retorno confirmado no DCU como a protagonista da série spin-off Waller, que ainda não possui previsão de estreia.
O novo longa animado da DC, “Liga da Justiça Sombria: Guerra de Apokolips”, foi disponibilizado recentemente através das plataformas digitais no idioma em português/Brasil, porém, o que os fãs não esperavam é que todas as vozes tradicionais das animações anteriores fossem alteradas. O dublador do Superman, Guilherme Brigg, se manifestou nas redes sociais:
— Guilherme Briggs (@GuilhermeBriggs) May 15, 2020
Não fui chamado para dublar o Superman. Assim como todos os dubladores já tradicionais do Ciborgue (Eduardo Borgerth), Batman Duda Ribeiro), Flash (Clécio Souto), Mulher-Maravilha (Priscila Amorim) e Lex Luthor (Luiz Carlos Persy). Tiraram todos nós. Uma pena. https://t.co/ftT42Bjo6k
— Guilherme Briggs (@GuilhermeBriggs) May 15, 2020
Conforme descrição do Google Play, a dublagem do trecho é oficial.
A animação Liga da Justiça Sombria: Guerra de Apokolips reúne os maiores super-heróis do mundo numa batalha contra Darkseid – com o destino de toda a humanidade em risco. O filme apresenta o maior elenco de super-heróis da história dos filmes animados da DC reunidos em uma única produção.
The Flash, o maior velocista dos quadrinhos, foi introduzido no Universo DC na primeira edição de Flash Comics em janeiro de 1940, rapidamente ele se tornou um personagem querido e adorado pelos fãs de quadrinhos.
Sabemos que no universo dos quadrinhos, com a quantidade de reboots, os personagens acabam tendo várias versões de suas origens, além disso, alguns personagens como Lanterna Verde e Robin, lidam com a passagem de manto, esse é o caso do Flash, então para falar do personagem, precisamos falar de Jay Garrick (Flash I), Barry Allen (Flash II), Wally West(Flash III) e Bart Allen (Flash IV).
Flash Comics – Edição 1 (1940)
Jay Garrick, foi criado originalmente por Gardner Fox e Harry Lampert. Jay era um estudante na Universidade de Keystone City e trabalhava em um laboratório, quando um dia acidentalmente ao derrubar um frasco, acabou inalando uma substancia chamada “água pesada”.
Após o acidente no laboratório, Jay desmaiou, quando acordou percebeu que tinha super-velocidade. A primeira coisa que Jay fez ao perceber seus poderes foi virar uma estrela do futebol americano para conseguir um encontro com uma garota chamada Joan Williams, mas sua carreira foi curta e logo decidiu ajudar aqueles que precisam. Utilizando um capacete de metal com asas (inspirado no Deus Mercúrio), e uma camisa vermelha com um raio amarelo, Jay decidiu lutar contra o crime, se tornando o primeiro Flash, também conhecido como o Cometa Carmesim.
As vendas de Flash Comics foram muito boas, e logo o herói de Keystone City se tornou um dos personagens mais populares da editora na época, sendo um dos principais membros da Sociedade da Justiça, o primeiro grupo de heróis da DC.
Showcase – Edição 4 (1956)
Começa então a Era de Prata dos quadrinhos em que vários personagens foram rebotados, e com isso, tivemos um novo Flash e uma nova origem. Gardner Fox, Carmine Infantine e Bob Kanigher criaram o velocista escarlate Barry Allen que em 1956 foi introduzido na edição #4 da Showcase.
O policial forense Barry Allen tinha a reputação de ser muito lento, e ter o hábito de sempre chegar atrasado, então ele sempre tinha que fazer hora extra para compensar seus atrasos. Em uma noite chuvosa, um raio o atingiu diretamente e derrubou uma prateleira com vários produtos químicos que acabaram caindo em cima dele.
Apesar de ter o corpo banhado em produtos químicos, Barry saiu do laboratório sem ferimentos a vista. Ao tentar alcançar um táxi que estava a alguns metros a frente, ele correu e acabou indo muito rápido. achando que estava delirando, até que no dia seguinte ele salvou a repórter Iris West de uma bala, e percebe então que tem super-poderes.
Showcase – Edição #4 (1856)
No universo do Barry, o primeiro Flash (Jay Garrick) é apenas um personagem de quadrinhos no qual Barry é grande fã. Assim, ele decide usar o codinome “The Flash” em tributo aos quadrinhos do velocista que o inspirou e decide usar os poderes para o bem. Barry desenvolve seu uniforme, que ficaria guardado em um anel, dessa forma ele poderia trocar de roupa rapidamente.
Ironicamente, o primeiro vilão do Barry foi o Homem-Tartaruga, também conhecido como o homem mais lento do mundo. Com o passar do tempo, Barry foi aprimorando seus poderes, e assim descobre que além da super-velocidade, ele poderia vibrar suas moléculas e ficar invisível, ganhando também a capacidade de viajar no tempo ao atingir a força de aceleração.
O herói de Central City é um dos personagens mais populares da DC, ocupando a posição 49º na lista do IGN sobre os 100 personagens maiores dos quadrinhos. Ele é o fundador e um dos principais membros da Liga da Justiça.
The Flash – Edição #123 (1961)
Um dos momentos mais icônicos dos quadrinhos ocorreu na edição #123 de The Flash, no capítulo intitulado “Flash de Dois Mundos”, nessa história o velocista Barry Allen vibra em uma frequência que o faz ser levado para outra Terra.
O velocista percebe que as coisas estão diferentes, ele já havia viajado no tempo anteriormente, então inicialmente considera que talvez estivesse em outra época, mas rapidamente descarta essa teoria pois percebe que a data continua a mesma, ele não entende o motivo do mundo estar diferente do que conhece, a Terra-2.
Allen encontra o nome “Jay Garrick” em uma lista telefônica, e o visita. Após uma breve conversa, Barry explica que no seu universo Jay era apenas um super herói no qual ele se inspirou. Jay já estava bem mais velho e aposentado da vida de herói, mas os Flash’s de dois mundos decidem se unir pra derrotar o vilão The Thinker, que era responsável por uma série de assaltos a bancos.
Essa história é muito importante não só para o Flash, como para o universo DC, já que o Multiverso foi e é fundamental até hoje para as histórias da editora.
The Flash – Edição #110 (1959)
Alguns anos antes, a DC introduziu um dos melhores personagens do seu universo, o Wallace Rudolph West, que foi criado John Broome e Carmine Infantino em 1959, tendo sua primeira aparição na edição #110 de The Flash.
Wallace, ou apenas Wally é sobrinho de Iris West, a esposa de Barry Allen, e um grande fã do Flash. Durante uma visita ao laboratório de polícia de Central City, o estranho acidente que deu a Allen seus poderes se repetiu, provando que um raio cai sim duas vezes no mesmo lugar, o raio atingiu Wally e o banhou de produtos químicos, e isso fez com que Wally recebesse os mesmos poderes do Flash, desta forma dando origem ao Kid Flash.
Além da origem idêntica, inicialmente Wally também tinha um uniforme igual ao do Barry, e em muitas histórias era o sidekick do seu tio. Quando não estava com ele, operava sozinho na cidade de Blue Valley em Nebraska.
The Flash – Edição #135 (1963)
Na edição #135 de The Flash, Wally teve seu uniforme alterado, agora o amarelo era predominante, e logo se assemelhava a roupa de Jay Garrick. Essa mudança deu mais personalidade para o personagem.
Depois de um certo tempo, Wally começou a sofrer de uma doença misteriosa, que afetou todo o seu sistema corporal. Quanto mais ele usava seus poderes, mais rápido seu corpo deteriorava. Então durante a famosa mini-série, Crise nas Infinitas Terras, Barry se sacrificou pra salvar a Terra e Wally West mesmo sofrendo da doença participou da batalha final contra o Anti-Monitor, e por sorte, ele foi atingindo por uma explosão de energia anti-matéria que curou sua doença. Depois da batalha, Wally então decidiu tomar o manto de seu falecido tio e mentor, se tornando assim o novo Flash.
Wally está na oitava posição da lista do IGN sobre os 100 maiores personagens de quadrinhos. Ele é conhecido por seu senso de humor, e já participou de diversos grupos da DC, como os Titãs e a Liga da Justiça.
The Flash – Edição 92 (1994)
Para encerrar a lista de velocistas temos que falar de Bart Allen, personagem criado por Mike Wieringo e Mark Waid (Um dos principais roteiristas da história do Flash), ele foi introduzido na edição #91 de “The Flash”, mas sua primeira grande aparição aconteceu apenas na edição seguinte.
Bartholomew Henry Allen II nasceu no século 30, ele é filho de Meloni Thwane e Don Allen, sua mãe é descendente do Professor Zoom (Arqui-inimigo do Flash) e seu pai é descendente de Barry Allen e Iris West Allen. Suaorigem é diferente dos outros velocistas, ele não ganhou os poderes através de um acidente, ele é neto de Barry e Iris, tendo assim herdado os poderes de seus antepassados.
Assim como Wally, os poderes de Bart tinham um efeito colateral, ele sofria de um metabolismo acelerado e envelhecia mais rápido que qualquer outro ser humano, então sua avó, Iris West teve a ideia de o levar para o presente, e assim Wally conseguiu ajudar Bart a controlar seu metabolismo acelerado, tendo uma vida normal.
Bart Allen teve uma passagem como Impulso no grupo Justiça Jovem, e como Kid Flash nos Titãs, mas só foi usar o manto do Flash pela primeira vez na edição #1 de The Flash: The Fastest Man Alive de 2006.
Flash Reverso – Liga da Justiça: Ponto de Ignição (2013)
Falando de outras mídias, o Flash sempre aparece nas animações da DC, apesar que suas únicas histórias de destaque são, um filme Lego lançado diretamente para DVD “LEGO DC Super Heroes: The Flash”, e “Liga da Justiça: Ponto de Ignição”, que apesar de ser uma animação da Liga, tem um grande foco nos conflitos pessoais de Barry Allen.
A história de Flashpoint é uma das mais famosas do Flash, e explora o que aconteceria com a vida do Barry e do Universo DC, caso ele salvasse sua mãe. Além da animação, essa história das HQ’s ganhou uma adaptação na terceira temporada de Flash com o ator Grant Gustin, e segundo alguns rumores, a HQ deve ser usada como inspiração no filme do Flash de 2022 com Ezra Miller.
O Flash sempre tem destaque nos principais eventos da editora, e tem uma das melhores galerias de vilões dos quadrinhos, é com certeza o herói favorito de muitos, então me diz ai, qual seu velocista favorito?
Geoff Johns confirmou que The Killing Zone – seu selo adicional planejada na DC Comics – ainda está em andamento, apesar de pouco ter sido revelado sobre o projeto desde seu anúncio inicial, há dois anos. Via: [CBR].
Para coincidir com a estréia de sua série live-action no DC Universe / The CW, ‘Stargirl’, o ex-presidente e CCO da DC Entertainment participou de uma sessão de perguntas e respostas nos fóruns do DC Universe. Um usuário em particular perguntou sobre o status atual do selo.“Killing Zone” é um projeto pelo qual sou muito apaixonado, pegando alguns personagens obscuros da DC e colocando-os no centro do palco”, respondeu Johns. “Estou esperando que um determinado artista fique disponível antes de iniciá-lo. Tudo dependerá da agenda para tudo.”.
O selo Killing Zone foi anunciado pela primeira vez no verão de 2018 como uma marca da DC que Johns iria supervisar e escrever. Foi revelado ao lado de outros projetos, como Sandman Universe, de Neil Gaiman, e uma misteriosa marca sobre a curadoria de Brian Michael Bendis que se tornaria a Wonder Comics. Killing Zone é descrito como um selo pop-up (não muito diferente do Young Animal de Gerard Way) que visa colocar o foco em propriedades DC menos conhecidas, bem como introduzir novas.
Como mencionado anteriormente, os detalhes pertencentes ao The Killing Zone estão escassos desde 2018 – levando alguns fãs da DC a especularem que a ideia foi descartada. De acordo com Johns, no entanto, a razão do atraso simplesmente parece ser uma questão de horários conflitantes. Dito isto, o escritor não revelou a identidade do artista que ele está esperando para se alistar ao projeto.
Em comemoração aos 80 anos do Tio Sam, o herói que representa a personificação do espirito patriótico americano, iremos falar de algumas aparições do herói tanto nos quadrinhos quanto em outras mídias. Após conhecermos sobre a origem e fatos importantes sobre ele, vamos indicar algumas histórias imperdíveis do Tio Sam, além de suas participações em outras mídias.
Quadrinhos
US Tio Sam (DC/Vertigo) – Alex Ross / Steve Darnall
A história escrita por Darnall no ano de 1997 foi lançada em dois volumes. No Brasil, chegou no ano seguinte publicada no país pela editora Abril. O enredo é sobre um homem chamado Sam que anda pelas ruas de alguma cidade americana na busca de quem ele é, enquanto segue atormentado por memórias de um passado obscuro da América. Dentre seus desafios, o principal é enfrentar uma versão obscura de si, simbolizando um lado muito sombrio do espírito patriota, até que finalmente ele entende muito mais sobre si.
Ela foi publicada no extinto selo Vertigo, um dos selos alternativos da DC mais querido pelos fãs e mostra uma reflexão sobre a história americana através do personagem que mais simboliza este espirito patriótico, aliado a uma ótima combinação da arte realista de Alex Ross.
Tio Sam e os Combatentes da Liberdade – Jimmy Palmiotti / Justin Gray
Lançada entre os anos de 2006 e 2007 como parte do evento “DC: Brave New World”, a minissérie em 8 volumes traz uma nova versão da equipe “Combatentes da Liberdade” liderada por Tio Sam contra um grupo de terroristas, além de inimigos internos do governo americano. Contando com Daniel Acuña para ilustrar as novas aventuras do Tio Sam e sua equipe, o enredo não só aborda uma aventura do grupo em uma missão secreta, mas traz elementos sobre cada membro de forma individual, dentre eles o próprio Tio Sam.
Combatentes da Liberdade – Jimmy Palmiotti / Justin Gray
Palmiotti e Gray novamente trabalham em uma história da equipe lançada em 9 edições no ano de 2010, desta vez contando com a arte de Trevis Moore e Trevor Scott.
Nesta nova aventura, a equipe liderada por Tio Sam está sendo convocada pelo governo dos Estados Unidos para investigar um mistério, uma super arma desenvolvida pelos confederados para vencer a guerra civil enquanto os heróis enfrentam novos e antigos inimigos.
Combatentes da Liberdade: A Ascensão de uma Nação – Robert Venditti
A mais recente aventura do Tio Sam e a sua equipe de Combatentes da Liberdade foi escrita por Robert Venditti entre dezembro de 2018 e 2019, por algum atraso sua última edição foi lançada apenas em janeiro de 2020.
Recentemente toda a história foi compilada no encadernado Freedom Fighters: Rise of a Nation lançado em abril de 2020. A história contada em 12 edições revela um mundo dominado pelo regime nazista, tendo como seu grande trunfo Kal-El, cuja a nave ao invés de cair no Kansas acaba aterrizando na antiga Checoslováquia. Para derrotar este regime mantido por mais de 50 anos, a equipe é reunida na busca por trazer o espírito americano de volta a vida e ressuscitar Tio Sam.
Outras mídias
Apesar de ser um personagem que existe há quase 80 anos, Tio Sam não teve muitas participações em outras mídias como séries, games ou até mesmo filmes, exceto por um episódio de “Batman: Bravos e Destemidos” em que o herói e sua equipe fazem uma participação muito especial. Confira um trecho da animação abaixo:
O episódio é o vigésimo segundo da segunda temporada da animação. Na trama da série, cada episódio o Homem-Morcego tinha uma aventura com alguma participação especial de um personagem ou equipe do Universo DC. Neste episódio uma raça alienígena invade a Terra e Batman conta com a ajuda do Homem Borracha e dos Combatentes da Liberdade para derrotar os invasores.
Segundo o site The Wrap, o canal The CW divulgou que o seu calendário de séries com novas temporadas retorna a partir de janeiro de 2021 devido aos atrasos causados pela pandemia do coronavírus.
De acordo com a nova programação, as temporadas serão encerradas no decorrer de 2020 e algumas tiveram seus episódios encurtados. O CEO do canal, Mark Pedowitz, comentou a respeito das mudanças:
“Movendo nossa nova temporada para janeiro, iremos estar balanceando nosso conteúdo original com as novas aquisições, criando uma programação alternativa e pertinente ao canal The CW.” diz o CEO.
Uma das novidades que preencherá os horários deste fim de temporada na CW é a temporada solo da série Monstro do Pântano, feita pelo serviço de streaming DC Universe.
Pedowitz também se pronunciou a respeito de como as mudanças irão contribuir para gerir a atual crise causada pela pandemia:
“Para gerir a atual crise, desenvolvemos uma programação estratégica para este ano e próximo que acreditamos ser o melhor para a CW, afiliadas e o público tendo em mente a segurança das nossas produções e parceiros criativos.” diz Pedowitz.
Com as mudanças na grade de programação, até o momento teremos apenas um seriado da DC sendo transmitido até o final do ano. Confira:
Para a nova temporada, que iniciará em janeiro de 2021, teremos além dos retornos dos seriados com novas temporadas; Batwoman, The Flash, Raio Negro, haverá também a chegada do seriado inédito Superman & Lois. Supergirl e Legends of Tomorrow não voltarão até a metade da temporada, mas seguem nos planos para retornar em algum momento de 2021.
As temporadas atuais estão programadas para encerrar neste semestre e para o próximo ano, o crossover do universo de séries irá envolver Superman & Lois e Batwoman com duração de duas horas.
Segundo o site Bleeding Cool, Scott Snyder ao lado de Greg Capullo e Jonathan Glapion participaram de um evento da DC e o autor comentou sobre como ‘Dark Nights: Death Metal’, se conecta com a edição anterior.
“É um história do Universo DC que mudou da noite para o dia neste pesadelo. É uma versão quase intransponível de si mesmo em que Perpetua deu ao Batman-Que-Ri o controle sobre a Terra enquanto ela destrói o Multiverso.” diz o roteirista relembrando que a história irá conectar além de Dark Nights: Metal, O Relógio do Juízo Final e os arcos da Liga da Justiça: Ano do Vilão: Hell Arisen.”
Snyder também comentou sobre a necessidade de se fazer algum leitura prévia para entender Death Metal. “Você poderá acompanhar sem ter lido nada do que criamos anteriormente. Tem uma recapitulação divertida feita pelo Sargento Rock na primeira página.” diz Snyder que também revelou que haverá referência a clássicos da DC em Death Metal.
“Se você vem lendo há algum tempo, o lema de toda história é que ‘Tudo importa’. Desde clássicos como ‘Crise nas Infinitas Terras’ até ‘O Relógio do Juízo Final'”. disse o autor.
A prévia da primeira edição já foi divulgada e pode ser conferida clicando aqui. Dark Nights: Death Metal #1 será lançada no dia 16 de junho nos Estados Unidos.
A CW informou que a nova série do Universo DC, ‘Superman & Lois’, estreará em algum momento de janeiro de 2021 e assumirá o horário da terça-feira a noite, que antes pertencia a Arrow, já finalizada. A informação foi revelada pelo presidente e CEO da CW, Mark Pedowitz, em uma chamada de programação do canal, conforme relatado pela Variety.
A série é estrelada por Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch como Superman / Clark Kent e Lois Lane, enquanto criam seus filhos na cidade de Metropolis. Confira a sinopse:
Em Superman & Lois, depois de anos enfrentando supervilões megalomaníacos, monstros que causaram estragos em Metropolis e invasores alienígenas com a intenção de acabar com a raça humana, o super-herói mais famoso do mundo, O Homem de Aço, conhecido como Clark Kent (Tyler Hoechlin) e a jornalista mais famosa dos quadrinhos, Lois Lane (Elizabeth Tulloch), se defrontam com um de seus maiores desafios de todos os tempos – lidar com todo o estresse, pressões e complexidades decorrentes dos pais que trabalham na sociedade contemporânea . Para complicar, o trabalho assustador de criar dois meninos: Clark e Lois também devem se preocupar se seus filhos Jonathan (Jordan Elsass) e Jordan (Alexander Garfin) poderiam herdar os poderes kryptonianos à medida que envelhecem.
Primeiro pôster da série.
Voltando a Smallville para cuidar de alguns negócios da família Kent, Clark e Lois estão familiarizados com Lana Lang (Emmanuelle Chriqui), uma administradora de empréstimos que também é o primeiro amor de Clark e seu marido, chefe de bombeiros Kyle Cushing (Erik Valdez). Os adultos não são os únicos a redescobrir velhas amizades em Smallville, pois os filhos de Kent se familiarizam com a filha rebelde de Lana e Kyle, Sarah (Inde Navarrette). Claro, nunca há um momento de tédio na vida de um super-herói, especialmente com o pai de Lois, o General Samuel Lane (Dylan Walsh), procurando por Superman para derrotar um vilão ou salvar o dia a qualquer momento. Enquanto isso, o retorno de Superman e Lois para Smallville deve virar de ponta cabeça quando um estranho e misterioso homem (Wolé Parks) entra em suas vidas. Baseado nos personagens da DC criados por Jerry Siegel e Joe Shuster, Superman & Lois é escrito e produzido por Todd Helbing (The Flash) e produzido por Greg Berlanti, Sarah Schechter, Geoff Johns. A série é da Berlanti Productions em associação com a Warner Bros. Television.
Calendário 2021 – The CW
Com o anúncio da estréia de Superman & Lois, surgem boas e más notícias. As más notícias, conforme a Variety, é de que a CW atrasou a estreia de toda a sua nova programação para o outono/2020 até janeiro de 2021, que é quando as outras séries da CW: Batwoman, Flash e Raio Negro também retornariam. Supergirl e Legends of Tomorrow não voltarão até a metade da temporada, mas seguem nos planos para retornar em algum momento de 2021.
A boa notícia é que a CW anunciou seus planos para o próximo crossover da DC, um evento de duas partes que juntará as produções ‘Superman & Lois’ com a série ‘Batwoman’, programada para algum momento em 2021.
“Ainda estamos trabalhando nisso. Será um evento menor do que o habitual, estamos apenas planejando um evento de duas horas. Estamos falando de fazer Superman e Batwoman juntos. Existem muitos personagens dos nossos outros programas”, afirmou Mark Pedowitz.
Sobre ‘Arqueira Verde e as Canárias’, série spin-off de Arrow, Mark comentou: “O projeto está em discussão para avaliar o que podemos fazer. Tive muitas conversas com a Warner Bros e temos uma estratégia envolvida.”. A produção ainda não teve sua primeira temporada encomendada pela CW.
A DC divulgou de forma oficial novas edições que expandem o universo “Dark Nights: Death Metal”. As edições devem responder como a Mulher-Maravilha se tornou a Rainha do Inferno, e … como Batman se transformou em um dinossauro.
Confira a nota na íntegra:
A partir do dia 16 de junho, com o lançamento de ‘Dark Nights: Death Metal #1‘, a lendária equipe por trás de ‘Dark Nights: Metal’ e ‘Batman: Last Knight on Earth’ iniciará uma turnê final com sete monstros! E então, em agosto, mais artistas se juntam ao apresentar as edições: ‘Dark Nights: Death Metal Guidebook #1’ e ‘Dark Nights: Death Metal: Legends of the Dark Knights #1’.
Uma semana depois de ‘Dark Nights: Death Metal #3’ ser publicada (no dia 11 de agosto), o mundo de Dark Nights: Metal se expande com ‘Dark Nights: Death Metal Guidebook #1’ com histórias de Scott Snyder, James Tynion IV, Joshua Williamson, Becky Cloonan, Vita Ayala, Chip Zdarsky, Christopher Priest, Doug Mahnke, Dan Panosian, Eduardo Risso e Khary Randolph.
Dark Nights: Death Metal Guidebook # 1 será lançada no dia 18 de agosto, com uma capa de Yasmine Putri. As histórias desta edição mostram as novas facções da Terra e exploram o mistério do que aconteceu com a Liga da Justiça após a batalha com Perpétua.
Enquanto Mulher-Maravilha, Superman, Batman e outros heróis lutam para sobreviver na estranha paisagem de uma Terra virada de cabeça para baixo em um reino de escuridão, uma figura encapuzada tem observado no lado de fora, criando um guia para este novo mundo e seus maus líderes. Descubra como a Mulher-Maravilha se tornou a rainha do inferno! Descubra como o Batman encontra o anel da Lanterna Negro! E veja o que acontece quando a Arlequina se encarrega de Wasteland, encontrando amor durante sua jornada. Tudo isso e muito mais nesta edição que explora a nova ordem mundial.
Então, toda a performance lendária precisa de um segundo ato maior e mais ousado, ‘Dark Nights: Death Metal Legends of the Dark Knights #1’ será lançada no dia 25 de agosto com uma capa de Tony S. Daniel! Este one-shot apresenta histórias do Multiverso Sombrio da DC com Scott Snyder, James Tynion IV, Joshua Williamson, Peter J. Tomasi, Warren Ellis, Garth Ennis, Daniel Warren Johnson, Frank Tieri, Tony S. Daniel, Jim Cheung, Joëlle Jones, Riley Rossmo e Francesco Francavilla.
Nesta coleção de contos em que os demônios habitam e a realidade é invadida por versões monstruosas do Cavaleiro das Trevas, aprenda os segredos aterrorizantes dos novos Morcegos do Inferno e de outras criaturas da noite como o Robin King, cuja origem é inimaginável! Além disso, leia sobre o segredo enterrado no Castle Bat, o sensível Bat-móvel e … como o Batman se transformou em um dinossauro robô assassino?
Dark Nights: Death Metal #3 em 8/11, Dark Nights: Death Metal Guidebook #1 em 18/8, e Dark Nights: Death Metal Legends of the Dark Knights #1 em 25/8. Todos os lançamentos programados para os EUA e sem previsão até o momento de chegar ao Brasil.
John Constantine salvou vidas e corações partidos em todo o Universo DC, mas em Liga da Justiça Sombria: Guerra de Apokolips ele leva seus sentimentos para “águas desconhecidas”.
Em uma entrevista feita pelo CBR com a co-roteirista da animação, Mairghread Scott, ela comenta sobre como começou a explorar a sexualidade de Constantine. Embora isso não seja novidade para as muitas adaptações do personagem, o filme adiciona uma novo e interessante tempero: uma relação entre Constantine e Tubarão Rei.
“Eu não esperava que isso tivesse tanta repercussão.”, disse Scott sobre a revelação. “Eu sabia que o filme teria o Esquadrão Suicida e sempre gostei do trabalho de Gail Simone quando ela trabalhou com o Tubarão Rei na equipe por um tempo … E achei que seria muito engraçado se ele dormisse com alguém do Esquadrão Suicida, já que Constantine é um desastre.”.
Depois que a ideia surgiu, Scott sabia que ela poderia se divertir com a revelação. “Houve um rascunho do texto que deu alusão sobre essa ideia, quando eles estão indo encontrar o Esquadrão Suicida, ele está preocupado porque vai se encontrar o Ex.”, continuou ela. “Então a ideia é que todo mundo assuma que é a Harley, mas então você descobre que é o Tubarão Rei, porque obviamente, Constantine é um pouco louco, mas ele não é tão louco.” disse a roteirista.
Não se tratava apenas de uma comédia entre Constantine e Tubarão Rei, no entanto, Scott queria garantir que a bissexualidade do anti-herói fosse explorada, ela observou o seguinte: “Constantine sempre foi o par da Zatanna, e isso mostraria que ele é bi. As pessoas pensam que ele namorou Harley, mas acontece que ele namorou um dos caras e eu pensei que seria realmente engraçado. Há um rascunho em que entramos no porque o relacionamento deles funcionava, porque Constantine é mágico, ele podia entender o que o Tubarão Rei estava tentando dizer e é por isso que eles tiveram um relacionamento, mas isso meio que foi cortado devido ao tempo.”
Tanto em Legends of Tomorrow, quanto nos quadrinhos, a bissexualidade de Constantine é explorada, os escritores de Apokolips War não se esquivaram de fazer parte dessa história também. E, como Scott menciona, a abrangência de Constantine pelo mundo mortal e mágico significa que ele opera em um campo de jogo totalmente diferente.
‘Justice League Dark: Apokolips War’ foi lançado em formato digital recentemente nos EUA e chegará em Blu-Ray no dia 19 de maio.
AVISO: O artigo a seguir contém spoilers da edição Liga da Justiça #44, de Robert Venditti, Xermanico, Romulo Fajardo Jr. e Tom Napolitano, disponível no mercado americano recentemente. Via [CBR].
Normalmente o Batman está preparado para tudo. Por esse motivo, ele tem planos, dispositivos especiais e roupas específicas, prontas para qualquer situação. De fato, já o vimos usar um traje blindado para combater toda a Liga da Justiça quando eles se tornaram maus, e também um para enfrentar o poder de Darkseid e Apokolips.
Embora o arsenal do Cavaleiro das Trevas seja repleto de várias armas, ternos e roupas, todos eles têm sua aparência icônica e exclusiva. E agora, na edição Liga da Justiça #44, o Batman estreia um novo traje destinado a suportar as temperaturas congelantes da Antártida. Mesmo o traje não sendo volumoso ou mais armado que outros que o Homem Morcego já vestiu, é definitivamente um dos mais legais em seu armário que segue em constante expansão.
Em Liga da Justiça #44, a equipe de super-heróis é convocada para a Antártida pelo Aquaman, quando o Rei da Atlântida começa a lutar contra uma legião de criaturas mitológicas que ele não consegue lidar sozinho. Superman, Flash, Mulher-Maravilha, Lanterna Verde e Batman voam rapidamente para o continente do sul em um jato.
Enquanto todos seguem essa missão com sua roupa de sempre, Batman estreia seu aparato exclusivo para a missão polar. Este novo traje não é uma vestimenta ousada para o Batman. Não é uma armadura pesada e não apresenta nenhum tipo de novo armamento. Em vez disso, substitui somente sua capa por um casaco comprido.
O casaco preto, com seus materiais grossos e a gola alta coberta por sherpa, é claramente destinado a lidar com o clima gelado da Antártida, mas tem um toque distinto que ainda o torna reconhecível como uma roupa comum do Batman. Ele ainda tem detalhes dourados gravados em toda a lateral da franja, que lembra o logotipo do morcego, e seu cinto de utilidades é usado por cima do casaco. Ao misturar a sherpa com uma gola alta, o visual também lembra o uniforme do Batman em “Superman: Entre a Foice e o Martelo”.
Pode não ser o traje mais chamativo de Batman, mas esse é tão legal quanto útil. Lembra um visual steampunk, já que o traje poderia ser comparado aos que o personagem usava em The Doom e Gotham by Gaslight.