O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
A DC Comics enfrenta menos uma saturação de super-heróis e mais a perda do privilégio cultural automático, precisando voltar a criar narrativas que justifiquem atenção num ecossistema onde os jovens escolhem por interesse imediato, não por legado.
Sebastian Stan pode interpretar Harvey Dent, o vilão Duas-Caras, em The Batman Parte II, com relatos apontando o ator como escolha ideal para trazer complexidade emocional ao personagem.
A série do Lanterna Verde na HBO pode ser o divisor de águas que o personagem sempre precisou. Entenda por quê esse é o momento mais importante da história do herói nas telas.
A série Batman de 1966 enfrentou um dos piores testes de audiência da história da ABC, mas transformou seu estilo campy e vibrante em um sucesso cultural que resgatou o personagem e influenciou toda a percepção dos super-heróis na TV.
O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
Batman Cruzado Encapuzado é a segunda temporada da animação antológica que estreou em 2024 acompanhando as aventuras do Homem Morcego em um universo noir.
James Gunn confirmou Senhor Milagre como parte do DCU. O herói será um dos mais poderosos do novo universo e pode introduzir personagens centrais dos Novos Deuses, incluindo Darkseid. A série animada ainda não tem data de lançamento.
Os criadores de Aztec Batman: Clash of Empires comentaram sobre a possibilidade de uma sequência do filme animado, afirmando que existem ideias e espaço narrativo para continuar a história do Batman em um universo alternativo.
A vencedora EGOT, Viola Davis, tem seu retorno confirmado no DCU como a protagonista da série spin-off Waller, que ainda não possui previsão de estreia.
O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
A DC Comics enfrenta menos uma saturação de super-heróis e mais a perda do privilégio cultural automático, precisando voltar a criar narrativas que justifiquem atenção num ecossistema onde os jovens escolhem por interesse imediato, não por legado.
Sebastian Stan pode interpretar Harvey Dent, o vilão Duas-Caras, em The Batman Parte II, com relatos apontando o ator como escolha ideal para trazer complexidade emocional ao personagem.
A série do Lanterna Verde na HBO pode ser o divisor de águas que o personagem sempre precisou. Entenda por quê esse é o momento mais importante da história do herói nas telas.
A série Batman de 1966 enfrentou um dos piores testes de audiência da história da ABC, mas transformou seu estilo campy e vibrante em um sucesso cultural que resgatou o personagem e influenciou toda a percepção dos super-heróis na TV.
O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
Batman Cruzado Encapuzado é a segunda temporada da animação antológica que estreou em 2024 acompanhando as aventuras do Homem Morcego em um universo noir.
James Gunn confirmou Senhor Milagre como parte do DCU. O herói será um dos mais poderosos do novo universo e pode introduzir personagens centrais dos Novos Deuses, incluindo Darkseid. A série animada ainda não tem data de lançamento.
Os criadores de Aztec Batman: Clash of Empires comentaram sobre a possibilidade de uma sequência do filme animado, afirmando que existem ideias e espaço narrativo para continuar a história do Batman em um universo alternativo.
A vencedora EGOT, Viola Davis, tem seu retorno confirmado no DCU como a protagonista da série spin-off Waller, que ainda não possui previsão de estreia.
O principal apoio da Supergirl, Alex Danvers, será uma vigilante mascarada no final da 5ª temporada da série. Após uma breve provocação no episódio da semana passada, o ator de Kelly Olsen (Azie Tesfai) confirmou que Alex fará sua estréia como uma heroína fantasiada no episódio que vai ao ar neste domingo nos EUA.
“Eu tenho uma cena – o final é amanhã, espero que seja bom dizer – mas eu já disse isso antes quando filmamos, porque Chyler [Leigh] e eu achamos que era tão legal, mas Chyler e eu temos uma cena no final bastante épica. A dublê foi um artista do Cirque du Soleil. Acho que será uma cena favorita dos fãs.”, disse Tesfai ao CBR. “É tudo que posso dizer. Mas é incrível. Kelly verá a vigilante Alex pela primeira vez no final, o que é realmente emocionante.” conclui.
“É legal! Tão legal. Chyler e eu ficamos no set durante o ensaio e nossas bocas estavam no chão e pensávamos: ‘Temos o trabalho mais legal do mundo!’ É uma loucura.”, acrescentou.
Em “The Missing Link“, Kelly foi quem sugeriu que Alex deveria usar uma máscara. Depois que as missões deram errado, o casal se arrependeu de ter entrado. Para Kelly, isso significava que ela perdeu a confiança de Andrea; para Alex, no entanto, isso significava colocar a vida de outra pessoa em perigo. Quando Alex brincou sobre usar uma máscara, Kelly insistiu: “Funcionou para o meu irmão. Se você for um vigilante, é melhor ir até o fim”.
O final da 5ª temporada vai ao ar no dia 17 de maio (amanhã), nos EUA.
Maio é o mês de estreia de Stargirl, a nova série do DC Universe, protagonizada por Brec Bassinger, interpretando a personagem título. Sua sinopse oficial diz que Courtney Whitmore (Stargirl) assume o manto de super-heroína após encontrar entre os pertences de seu padastro um poderoso bastão. Mas afinal, quem foi a primeira pessoa a utilizar este tipo de aparato tecnológico que confere poderes ao usuário?
O objeto foi criado por Theodore Henry Knight, ou simplesmente ” Ted ” Knight. Ele era um astrônomo e cientista, que durante suas tentativas de desenvolver uma nova fonte de energia, acabou criando o Bastão. Inicialmente ele serviria apenas como uma espécie de matriz energética, porém Ted foi convencido por sua prima, Sandra Knight (que atuava como Phantom Lady) a utilizar o cetro de um modo diferente.
O usuário do Bastão Cósmico possui a capacidade de voar, projetar rajadas de energia estelar, luz e calor, criar campos de força e construções simples de energia, além de levitar objetos. Vale mencionar que o uso prolongado da haste cósmica criou um vínculo entre ela e Ted, permitindo que ele a convocasse mentalmente.
Ted possuía um intelecto brilhante, além disso ele tinha o domínio de várias ciências e um dom de invenção. O herói ainda gastou uma enorme quantia de dinheiro em suas pesquisas, até descobrir que as estrelas bombardeavam a Terra com enormes quantidades de energia, as quais, felizmente, ele conseguia fazer uso, por meio de seus aparatos tecnológicos.
Como Starman, ele se tornou o defensor de Opal City e um aliado frequente do FBI. Ele foi membro da Sociedade da Justiça da América por grande parte da década de 1940 e, como outros homens misteriosos da época, serviu no Esquadrão All-Star em tempos de guerra .
Mais tarde seu filho, Jack Knight assumiu seu legado como herói, tornando-se o sétimo Starman. Nas histórias originais, Courtney herda o bastão Cósmico do próprio Jack, para que ela continuasse seu legado.
As histórias de Ted Knight foram escritas por Gardner Fox e pelo artista Jack Burnley, aparecendo pela primeira vez em Adventure Comics #61, de abril de 1941.
Um novo capítulo da saga Sandman começa com uma série totalmente nova, povoada por rostos familiares e diferentes!
Uma das responsabilidades mais pesadas do Sonho é a criação de pesadelos – os seres que assombram nosso sono e direcionam nossos pensamentos para a escuridão. Na forma de Ruin, o pesadelo do fracasso catastrófico, Sonho tinha certeza de que construiu sua próxima obra-prima … mas Ruin não pode deixar de cumprir seu nome, enviando todas as situações para uma espiral de consequências inesperadas. Infelizmente, a estudiosa de Shakespeare (e nova mãe) Lindy, sonhou com Ruin … e, no processo, ela o entregou ao mundo acordado.
O universo de Sandman está mudando – e o escritor premiado G. Willow Wilson (Mulher-Maravilha, Marvel, The Bird King) e o artista Nick Robles (Euthanauts) assinam essa nova jornada. Confira a prévia abaixo:
“The Dreaming: Waking Hours #1”, de G. Willow Wilson, Nick Robles e Mat Lopes chegará nas bancas dos EUA no dia 4 de agosto com capa principal de Nick Robles e uma versão variante de Bill Sienkiewicz.
A edição será lançada pelo selo Black Label da DC.
O co-criador do personagem Raio Negro, Tony Isabella, criticou a DC Comics pela interpretação do personagem em “Batman and the Outsiders.”
No Facebook, Isabella expressou seu desgosto pela falta de conexão de Jefferson e Lynn Pierce na série de quadrinhos. “F**-CE DC COMICS E TODOS OS ENVOLVIDOS EM BATMAN AND THE OUTSIDERS”, escreveu ele. “QUEM COMPREENDE JEFFERSON PIERCE SABE QUE LYNN É SEU VERDADEIRO AMOR.”.
Depois disso, Isabella decidiu se afastar das mídias sociais por um tempo. “Estou tirando alguns dias de folga da internet.”, anunciou ele em outra atualização do Facebook. “Acho que vou sentir falta de pelo menos alguns dos trolls sem noção que acham que o criador de um personagem icônico deveria calar a boca quando ele e o personagem foram desrespeitados por outros.” afirmou Tony.
“Acho que terminei com os quadrinhos e talvez com qualquer tipo de presença online”, acrescentou ele em um comentário. Ele seguiu com outro post, escrevendo: “ATUALIZAÇÃO: Estou aproveitando o fim de semana para pensar no que quero fazer daqui para frente. Agora, estou pensando em jogar a toalha. Tem que haver coisas melhores que eu possa fazer com a minha energia, paixão e talento.”.
Esta não é a primeira vez que Isabella falou sobre o tratamento da DC com o Raio Negro. Em 2012, ele lançou uma declaração em seu blog, expressando seu desgosto pela reintrodução do personagem no atual Universo DC.
Isabella e Trevor Von Eeden criaram o Raio Negro em 1977, como o primeiro super-herói negro da DC Comics. O personagem foi introduzido em sua série solo, com Isabella escrevendo as 10 primeiras edições. Ele retornou ao personagem em 2017 com a série limitada “Black Lightning: Cold Dead Hands”. O personagem icônico ganhou também uma série de televisão na CW.
O novo longa animado da DC, “Liga da Justiça Sombria: Guerra de Apokolips”, foi disponibilizado recentemente através das plataformas digitais no idioma em português/Brasil, porém, o que os fãs não esperavam é que todas as vozes tradicionais das animações anteriores fossem alteradas. O dublador do Superman, Guilherme Brigg, se manifestou nas redes sociais:
— Guilherme Briggs (@GuilhermeBriggs) May 15, 2020
Não fui chamado para dublar o Superman. Assim como todos os dubladores já tradicionais do Ciborgue (Eduardo Borgerth), Batman Duda Ribeiro), Flash (Clécio Souto), Mulher-Maravilha (Priscila Amorim) e Lex Luthor (Luiz Carlos Persy). Tiraram todos nós. Uma pena. https://t.co/ftT42Bjo6k
— Guilherme Briggs (@GuilhermeBriggs) May 15, 2020
Conforme descrição do Google Play, a dublagem do trecho é oficial.
A animação Liga da Justiça Sombria: Guerra de Apokolips reúne os maiores super-heróis do mundo numa batalha contra Darkseid – com o destino de toda a humanidade em risco. O filme apresenta o maior elenco de super-heróis da história dos filmes animados da DC reunidos em uma única produção.
The Flash, o maior velocista dos quadrinhos, foi introduzido no Universo DC na primeira edição de Flash Comics em janeiro de 1940, rapidamente ele se tornou um personagem querido e adorado pelos fãs de quadrinhos.
Sabemos que no universo dos quadrinhos, com a quantidade de reboots, os personagens acabam tendo várias versões de suas origens, além disso, alguns personagens como Lanterna Verde e Robin, lidam com a passagem de manto, esse é o caso do Flash, então para falar do personagem, precisamos falar de Jay Garrick (Flash I), Barry Allen (Flash II), Wally West(Flash III) e Bart Allen (Flash IV).
Flash Comics – Edição 1 (1940)
Jay Garrick, foi criado originalmente por Gardner Fox e Harry Lampert. Jay era um estudante na Universidade de Keystone City e trabalhava em um laboratório, quando um dia acidentalmente ao derrubar um frasco, acabou inalando uma substancia chamada “água pesada”.
Após o acidente no laboratório, Jay desmaiou, quando acordou percebeu que tinha super-velocidade. A primeira coisa que Jay fez ao perceber seus poderes foi virar uma estrela do futebol americano para conseguir um encontro com uma garota chamada Joan Williams, mas sua carreira foi curta e logo decidiu ajudar aqueles que precisam. Utilizando um capacete de metal com asas (inspirado no Deus Mercúrio), e uma camisa vermelha com um raio amarelo, Jay decidiu lutar contra o crime, se tornando o primeiro Flash, também conhecido como o Cometa Carmesim.
As vendas de Flash Comics foram muito boas, e logo o herói de Keystone City se tornou um dos personagens mais populares da editora na época, sendo um dos principais membros da Sociedade da Justiça, o primeiro grupo de heróis da DC.
Showcase – Edição 4 (1956)
Começa então a Era de Prata dos quadrinhos em que vários personagens foram rebotados, e com isso, tivemos um novo Flash e uma nova origem. Gardner Fox, Carmine Infantine e Bob Kanigher criaram o velocista escarlate Barry Allen que em 1956 foi introduzido na edição #4 da Showcase.
O policial forense Barry Allen tinha a reputação de ser muito lento, e ter o hábito de sempre chegar atrasado, então ele sempre tinha que fazer hora extra para compensar seus atrasos. Em uma noite chuvosa, um raio o atingiu diretamente e derrubou uma prateleira com vários produtos químicos que acabaram caindo em cima dele.
Apesar de ter o corpo banhado em produtos químicos, Barry saiu do laboratório sem ferimentos a vista. Ao tentar alcançar um táxi que estava a alguns metros a frente, ele correu e acabou indo muito rápido. achando que estava delirando, até que no dia seguinte ele salvou a repórter Iris West de uma bala, e percebe então que tem super-poderes.
Showcase – Edição #4 (1856)
No universo do Barry, o primeiro Flash (Jay Garrick) é apenas um personagem de quadrinhos no qual Barry é grande fã. Assim, ele decide usar o codinome “The Flash” em tributo aos quadrinhos do velocista que o inspirou e decide usar os poderes para o bem. Barry desenvolve seu uniforme, que ficaria guardado em um anel, dessa forma ele poderia trocar de roupa rapidamente.
Ironicamente, o primeiro vilão do Barry foi o Homem-Tartaruga, também conhecido como o homem mais lento do mundo. Com o passar do tempo, Barry foi aprimorando seus poderes, e assim descobre que além da super-velocidade, ele poderia vibrar suas moléculas e ficar invisível, ganhando também a capacidade de viajar no tempo ao atingir a força de aceleração.
O herói de Central City é um dos personagens mais populares da DC, ocupando a posição 49º na lista do IGN sobre os 100 personagens maiores dos quadrinhos. Ele é o fundador e um dos principais membros da Liga da Justiça.
The Flash – Edição #123 (1961)
Um dos momentos mais icônicos dos quadrinhos ocorreu na edição #123 de The Flash, no capítulo intitulado “Flash de Dois Mundos”, nessa história o velocista Barry Allen vibra em uma frequência que o faz ser levado para outra Terra.
O velocista percebe que as coisas estão diferentes, ele já havia viajado no tempo anteriormente, então inicialmente considera que talvez estivesse em outra época, mas rapidamente descarta essa teoria pois percebe que a data continua a mesma, ele não entende o motivo do mundo estar diferente do que conhece, a Terra-2.
Allen encontra o nome “Jay Garrick” em uma lista telefônica, e o visita. Após uma breve conversa, Barry explica que no seu universo Jay era apenas um super herói no qual ele se inspirou. Jay já estava bem mais velho e aposentado da vida de herói, mas os Flash’s de dois mundos decidem se unir pra derrotar o vilão The Thinker, que era responsável por uma série de assaltos a bancos.
Essa história é muito importante não só para o Flash, como para o universo DC, já que o Multiverso foi e é fundamental até hoje para as histórias da editora.
The Flash – Edição #110 (1959)
Alguns anos antes, a DC introduziu um dos melhores personagens do seu universo, o Wallace Rudolph West, que foi criado John Broome e Carmine Infantino em 1959, tendo sua primeira aparição na edição #110 de The Flash.
Wallace, ou apenas Wally é sobrinho de Iris West, a esposa de Barry Allen, e um grande fã do Flash. Durante uma visita ao laboratório de polícia de Central City, o estranho acidente que deu a Allen seus poderes se repetiu, provando que um raio cai sim duas vezes no mesmo lugar, o raio atingiu Wally e o banhou de produtos químicos, e isso fez com que Wally recebesse os mesmos poderes do Flash, desta forma dando origem ao Kid Flash.
Além da origem idêntica, inicialmente Wally também tinha um uniforme igual ao do Barry, e em muitas histórias era o sidekick do seu tio. Quando não estava com ele, operava sozinho na cidade de Blue Valley em Nebraska.
The Flash – Edição #135 (1963)
Na edição #135 de The Flash, Wally teve seu uniforme alterado, agora o amarelo era predominante, e logo se assemelhava a roupa de Jay Garrick. Essa mudança deu mais personalidade para o personagem.
Depois de um certo tempo, Wally começou a sofrer de uma doença misteriosa, que afetou todo o seu sistema corporal. Quanto mais ele usava seus poderes, mais rápido seu corpo deteriorava. Então durante a famosa mini-série, Crise nas Infinitas Terras, Barry se sacrificou pra salvar a Terra e Wally West mesmo sofrendo da doença participou da batalha final contra o Anti-Monitor, e por sorte, ele foi atingindo por uma explosão de energia anti-matéria que curou sua doença. Depois da batalha, Wally então decidiu tomar o manto de seu falecido tio e mentor, se tornando assim o novo Flash.
Wally está na oitava posição da lista do IGN sobre os 100 maiores personagens de quadrinhos. Ele é conhecido por seu senso de humor, e já participou de diversos grupos da DC, como os Titãs e a Liga da Justiça.
The Flash – Edição 92 (1994)
Para encerrar a lista de velocistas temos que falar de Bart Allen, personagem criado por Mike Wieringo e Mark Waid (Um dos principais roteiristas da história do Flash), ele foi introduzido na edição #91 de “The Flash”, mas sua primeira grande aparição aconteceu apenas na edição seguinte.
Bartholomew Henry Allen II nasceu no século 30, ele é filho de Meloni Thwane e Don Allen, sua mãe é descendente do Professor Zoom (Arqui-inimigo do Flash) e seu pai é descendente de Barry Allen e Iris West Allen. Suaorigem é diferente dos outros velocistas, ele não ganhou os poderes através de um acidente, ele é neto de Barry e Iris, tendo assim herdado os poderes de seus antepassados.
Assim como Wally, os poderes de Bart tinham um efeito colateral, ele sofria de um metabolismo acelerado e envelhecia mais rápido que qualquer outro ser humano, então sua avó, Iris West teve a ideia de o levar para o presente, e assim Wally conseguiu ajudar Bart a controlar seu metabolismo acelerado, tendo uma vida normal.
Bart Allen teve uma passagem como Impulso no grupo Justiça Jovem, e como Kid Flash nos Titãs, mas só foi usar o manto do Flash pela primeira vez na edição #1 de The Flash: The Fastest Man Alive de 2006.
Flash Reverso – Liga da Justiça: Ponto de Ignição (2013)
Falando de outras mídias, o Flash sempre aparece nas animações da DC, apesar que suas únicas histórias de destaque são, um filme Lego lançado diretamente para DVD “LEGO DC Super Heroes: The Flash”, e “Liga da Justiça: Ponto de Ignição”, que apesar de ser uma animação da Liga, tem um grande foco nos conflitos pessoais de Barry Allen.
A história de Flashpoint é uma das mais famosas do Flash, e explora o que aconteceria com a vida do Barry e do Universo DC, caso ele salvasse sua mãe. Além da animação, essa história das HQ’s ganhou uma adaptação na terceira temporada de Flash com o ator Grant Gustin, e segundo alguns rumores, a HQ deve ser usada como inspiração no filme do Flash de 2022 com Ezra Miller.
O Flash sempre tem destaque nos principais eventos da editora, e tem uma das melhores galerias de vilões dos quadrinhos, é com certeza o herói favorito de muitos, então me diz ai, qual seu velocista favorito?
Geoff Johns confirmou que The Killing Zone – seu selo adicional planejada na DC Comics – ainda está em andamento, apesar de pouco ter sido revelado sobre o projeto desde seu anúncio inicial, há dois anos. Via: [CBR].
Para coincidir com a estréia de sua série live-action no DC Universe / The CW, ‘Stargirl’, o ex-presidente e CCO da DC Entertainment participou de uma sessão de perguntas e respostas nos fóruns do DC Universe. Um usuário em particular perguntou sobre o status atual do selo.“Killing Zone” é um projeto pelo qual sou muito apaixonado, pegando alguns personagens obscuros da DC e colocando-os no centro do palco”, respondeu Johns. “Estou esperando que um determinado artista fique disponível antes de iniciá-lo. Tudo dependerá da agenda para tudo.”.
O selo Killing Zone foi anunciado pela primeira vez no verão de 2018 como uma marca da DC que Johns iria supervisar e escrever. Foi revelado ao lado de outros projetos, como Sandman Universe, de Neil Gaiman, e uma misteriosa marca sobre a curadoria de Brian Michael Bendis que se tornaria a Wonder Comics. Killing Zone é descrito como um selo pop-up (não muito diferente do Young Animal de Gerard Way) que visa colocar o foco em propriedades DC menos conhecidas, bem como introduzir novas.
Como mencionado anteriormente, os detalhes pertencentes ao The Killing Zone estão escassos desde 2018 – levando alguns fãs da DC a especularem que a ideia foi descartada. De acordo com Johns, no entanto, a razão do atraso simplesmente parece ser uma questão de horários conflitantes. Dito isto, o escritor não revelou a identidade do artista que ele está esperando para se alistar ao projeto.
Em comemoração aos 80 anos do Tio Sam, o herói que representa a personificação do espirito patriótico americano, iremos falar de algumas aparições do herói tanto nos quadrinhos quanto em outras mídias. Após conhecermos sobre a origem e fatos importantes sobre ele, vamos indicar algumas histórias imperdíveis do Tio Sam, além de suas participações em outras mídias.
Quadrinhos
US Tio Sam (DC/Vertigo) – Alex Ross / Steve Darnall
A história escrita por Darnall no ano de 1997 foi lançada em dois volumes. No Brasil, chegou no ano seguinte publicada no país pela editora Abril. O enredo é sobre um homem chamado Sam que anda pelas ruas de alguma cidade americana na busca de quem ele é, enquanto segue atormentado por memórias de um passado obscuro da América. Dentre seus desafios, o principal é enfrentar uma versão obscura de si, simbolizando um lado muito sombrio do espírito patriota, até que finalmente ele entende muito mais sobre si.
Ela foi publicada no extinto selo Vertigo, um dos selos alternativos da DC mais querido pelos fãs e mostra uma reflexão sobre a história americana através do personagem que mais simboliza este espirito patriótico, aliado a uma ótima combinação da arte realista de Alex Ross.
Tio Sam e os Combatentes da Liberdade – Jimmy Palmiotti / Justin Gray
Lançada entre os anos de 2006 e 2007 como parte do evento “DC: Brave New World”, a minissérie em 8 volumes traz uma nova versão da equipe “Combatentes da Liberdade” liderada por Tio Sam contra um grupo de terroristas, além de inimigos internos do governo americano. Contando com Daniel Acuña para ilustrar as novas aventuras do Tio Sam e sua equipe, o enredo não só aborda uma aventura do grupo em uma missão secreta, mas traz elementos sobre cada membro de forma individual, dentre eles o próprio Tio Sam.
Combatentes da Liberdade – Jimmy Palmiotti / Justin Gray
Palmiotti e Gray novamente trabalham em uma história da equipe lançada em 9 edições no ano de 2010, desta vez contando com a arte de Trevis Moore e Trevor Scott.
Nesta nova aventura, a equipe liderada por Tio Sam está sendo convocada pelo governo dos Estados Unidos para investigar um mistério, uma super arma desenvolvida pelos confederados para vencer a guerra civil enquanto os heróis enfrentam novos e antigos inimigos.
Combatentes da Liberdade: A Ascensão de uma Nação – Robert Venditti
A mais recente aventura do Tio Sam e a sua equipe de Combatentes da Liberdade foi escrita por Robert Venditti entre dezembro de 2018 e 2019, por algum atraso sua última edição foi lançada apenas em janeiro de 2020.
Recentemente toda a história foi compilada no encadernado Freedom Fighters: Rise of a Nation lançado em abril de 2020. A história contada em 12 edições revela um mundo dominado pelo regime nazista, tendo como seu grande trunfo Kal-El, cuja a nave ao invés de cair no Kansas acaba aterrizando na antiga Checoslováquia. Para derrotar este regime mantido por mais de 50 anos, a equipe é reunida na busca por trazer o espírito americano de volta a vida e ressuscitar Tio Sam.
Outras mídias
Apesar de ser um personagem que existe há quase 80 anos, Tio Sam não teve muitas participações em outras mídias como séries, games ou até mesmo filmes, exceto por um episódio de “Batman: Bravos e Destemidos” em que o herói e sua equipe fazem uma participação muito especial. Confira um trecho da animação abaixo:
O episódio é o vigésimo segundo da segunda temporada da animação. Na trama da série, cada episódio o Homem-Morcego tinha uma aventura com alguma participação especial de um personagem ou equipe do Universo DC. Neste episódio uma raça alienígena invade a Terra e Batman conta com a ajuda do Homem Borracha e dos Combatentes da Liberdade para derrotar os invasores.
Segundo o site The Wrap, o canal The CW divulgou que o seu calendário de séries com novas temporadas retorna a partir de janeiro de 2021 devido aos atrasos causados pela pandemia do coronavírus.
De acordo com a nova programação, as temporadas serão encerradas no decorrer de 2020 e algumas tiveram seus episódios encurtados. O CEO do canal, Mark Pedowitz, comentou a respeito das mudanças:
“Movendo nossa nova temporada para janeiro, iremos estar balanceando nosso conteúdo original com as novas aquisições, criando uma programação alternativa e pertinente ao canal The CW.” diz o CEO.
Uma das novidades que preencherá os horários deste fim de temporada na CW é a temporada solo da série Monstro do Pântano, feita pelo serviço de streaming DC Universe.
Pedowitz também se pronunciou a respeito de como as mudanças irão contribuir para gerir a atual crise causada pela pandemia:
“Para gerir a atual crise, desenvolvemos uma programação estratégica para este ano e próximo que acreditamos ser o melhor para a CW, afiliadas e o público tendo em mente a segurança das nossas produções e parceiros criativos.” diz Pedowitz.
Com as mudanças na grade de programação, até o momento teremos apenas um seriado da DC sendo transmitido até o final do ano. Confira:
Para a nova temporada, que iniciará em janeiro de 2021, teremos além dos retornos dos seriados com novas temporadas; Batwoman, The Flash, Raio Negro, haverá também a chegada do seriado inédito Superman & Lois. Supergirl e Legends of Tomorrow não voltarão até a metade da temporada, mas seguem nos planos para retornar em algum momento de 2021.
As temporadas atuais estão programadas para encerrar neste semestre e para o próximo ano, o crossover do universo de séries irá envolver Superman & Lois e Batwoman com duração de duas horas.
Segundo o site Bleeding Cool, Scott Snyder ao lado de Greg Capullo e Jonathan Glapion participaram de um evento da DC e o autor comentou sobre como ‘Dark Nights: Death Metal’, se conecta com a edição anterior.
“É um história do Universo DC que mudou da noite para o dia neste pesadelo. É uma versão quase intransponível de si mesmo em que Perpetua deu ao Batman-Que-Ri o controle sobre a Terra enquanto ela destrói o Multiverso.” diz o roteirista relembrando que a história irá conectar além de Dark Nights: Metal, O Relógio do Juízo Final e os arcos da Liga da Justiça: Ano do Vilão: Hell Arisen.”
Snyder também comentou sobre a necessidade de se fazer algum leitura prévia para entender Death Metal. “Você poderá acompanhar sem ter lido nada do que criamos anteriormente. Tem uma recapitulação divertida feita pelo Sargento Rock na primeira página.” diz Snyder que também revelou que haverá referência a clássicos da DC em Death Metal.
“Se você vem lendo há algum tempo, o lema de toda história é que ‘Tudo importa’. Desde clássicos como ‘Crise nas Infinitas Terras’ até ‘O Relógio do Juízo Final'”. disse o autor.
A prévia da primeira edição já foi divulgada e pode ser conferida clicando aqui. Dark Nights: Death Metal #1 será lançada no dia 16 de junho nos Estados Unidos.