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Legends of Tomorrow | Falk Hentschel e Ciara Renee retornam como Gavião Negro e Mulher-Gavião em curta-metragem

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Legends of Tomorrow foi um série muito diferente na primeira temporada e, no final daquele ano, três personagens que haviam dirigido a maior parte da história – Gavião Negro (Falk Hentschel), Mulher-Gavião (Ciara Renee) e Vandal Savage ( Casper Crump) – deixaram a série, perdendo a oportunidade de fazer parte daquele que se tornou um dos programas mais interessantes do Arrowverso.

Enquanto quase todo mundo no Arrowverso em algum momento aparece de novo – e até Vandal teve uma breve participação especial no inferno na última temporada – Gavião Negro e Mulher-Gavião estiveram ausentes de Legends of Tomorrow desde a primeira temporada. Hentschel, no entanto, se uniu ao diretor de The Last Blockbuster, Taylor Morden, para produzir um curta-metragem filmado em período de quarentena, que traz sua versão de Carter Hall de volta – com alguma reviravolta.

Intitulado “Cooped Up” – que o Comicbook divulgou com exclusividade – vemos Carter lutando com sua identidade depois de ser deixado por Kendra (Ciara Renee). É uma oportunidade divertida e incomum de ver Hentschel e Renee de volta aos seus papéis, e também uma oportunidade de arrecadar fundos para caridade, uma vez que a crise econômica dificultou a busca por recursos em prol da caridade no mundo todo. Confira:

“Foi adorável trazê-lo de volta e fazer uma tomada diferente, uma tomada mais leve, como o que Casper [Crump] fez”, disse Hentschel ao Comicbook, referenciando a participação de Vandal Savage na temporada passada, onde o vilão estava emocionado para ver as Lendas novamente porque ele estava entediado no inferno. “Há um pouco de sensibilidade também porque eu sempre quis trazer um pouco disso para a série, e nós nunca chegamos a isso. Foi realmente adorável, foi muito bom mexer com isso, colocá-lo em um roupão rosa e chinelos fofos e estranhos. Gostei.”

A ideia original era dar a ele uma negação plausível. “Eu não estou interpretando o Gavião Negro! Não há asas, nem maça, e nunca usamos o nome dele!” disse Hentschel. O curta é parte de um projeto maior, em que os fãs recebem vinhetas curtas, principalmente cômicas, ambientadas no mundo de ‘Legends of Tomorrow’. Em 9 de junho, será lançado um pequeno vídeo que contará com várias visões da realidade alternativa dos personagens de Legends, inspiradas em “Legends of To-Meow-Meow” da temporada passada e “The One Where We Trapped on TV” da temporada passada.

Legends of Tomorrow vai ao ar nos EUA todas as noites de terça-feira na CW. “Legends of To-Meow-Meow”, criado por fãs, que incluirá o vídeo de Hentschel e Morden, estará disponível para exibição no YouTube no dia 9 de junho, uma semana após o final da quinta temporada do programa.

#Especial80Anos | Coringa: Um sorriso em muitas faces

Provavelmente ao lado de Darth Vader, o Coringa é um dos maiores vilões da cultura pop. Completando 80 anos em 2020, o Príncipe Palhaço do Crime extrapolou sua mídia original e hoje pode ser visto no cinema, na TV, nos games, nos desenhos animados em diversas interpretações, onde cada uma delas traz elementos diferenciados do vilão.

Primeira aparição do Coringa em Batman #1

Quando surgiu pela primeira vez em Batman #1, publicada em abril de 1940, o Coringa foi apresentado como um gênio do crime e um psicopata cruel. Nos anos posteriores, principalmente entre as décadas de 1950 e 1960, em virtude da censura nos quadrinhos, o vilão virou um ladrão abobalhado. Apenas na década de 70, o personagem retornaria à suas características doentias.

Criado pelas mãos de Bob Kane, Billl Finger e James Robinson, o Coringa seguiu chamando atenção quando aparece representado. Para celebrar oito décadas do personagem, vamos passear por algumas de suas adaptações mais marcantes.

Batman e Robin (1966-1968)

Na icônica série de TV do Batman, o Coringa foi interpretado por Cesar Romero, uma das estrelas de Hollywood na década de 1940. Sua interpretação do personagem marcou época e influenciou a imagem do personagem nos anos posteriores. Uma das curiosidades dessa marcante interpretação foi o fato de Cesar Romero não ter raspado o bigode para viver o personagem.

Batman (1989)

Anos depois do Coringa “galhofa” da série de TV, surgiu uma nova interpretação do vilão, dessa vez nas telas do cinema. Em Batman, filme dirigido por Tim Burton, Jack Nicholson deu vida ao Coringa. Mesmo que hoje o filme não seja muito bem aceito pelos fãs do Morcegão, a interpretação de Nicholson continua sendo bastante elogiada.

Batman: A Série Animada (1992-1995)

Após o sucesso do filme de Tim Burton, o Batman ganhou uma elogiadíssima série animada para a televisão. Nos Estados Unidos, o Coringa foi dublado pelo ator Mark Hamill, o eterno Luke Skywalher da saga Star Wars. Com uma voz esganiçada e uma gargalhada assustadora, Hamill imprimiu personalidade ao Coringa e dublou o personagem em filmes animados e em jogos de vídeo game (trilogia Batman: Arkham) nos anos posteriores. Ainda hoje, a interpretação de Hamill é considerada uma das melhores (se não a melhor) adaptação do Coringa fora dos quadrinhos.

Batman: O Cavaleiro das Trevas (2008)

Bem, aqui não há muito o que falar do que já foi dito desde o lançamento do segundo filme da trilogia comandada por Christopher Nolan. Em 2008, Heath Ledger conquistou o mundo com sua performance arrebatadora do Coringa. Infelizmente, o ator não viveu para ver a repercussão do seu trabalho. Dando vida ao vilão do Batman de uma forma única e assustadora, o ator foi indicado a vários prêmios ganhando até um Oscar póstumo de Melhor Ator Coadjuvante. A forma como Ledger se entregou ao personagem pode ser visto no trabalho marcante e em uma das melhores (se não a melhor para alguns) adaptações do Coringa fora dos quadrinhos.

Gotham (2014-2019)

Ok, uma série do Batman sem o Batman, mas contando a origem de quase todos os seus vilões não deixaria de fora um personagem como o Coringa, por mais que o Coringa não pudesse aparecer na série. Por motivos de estúdios e adaptações, o personagem não poderia aparecer na TV, pois estava sendo usado no cinema (Jared Leto, daqui a pouco falamos sobre ele), porém os criadores da série arrumaram um jeito de fazer referências ao personagem. O cargo de dar vida a uma versão (ou versões) inspiradora do vilão ficou sob a responsabilidade de Cameron Monaghan, que durante as cinco temporadas da série, roubou as cenas com sua interpretação do… é… Coringa! Estava tudo lá: o trejeito, a psicopatia, a gargalhada. Monaghan acabou interpretando dois personagens, os irmãos gêmeos Jerome e Jeremiah Valeska, que juntos deram origem a versão do vilão na série.

Esquadrão Suicida (2016)

Depois de Jack Nicholson e Heath Ledger, o Coringa caiu nas mãos de mais um grande nome de Hollywood: Jared Leto. O ator vencedor do Oscar de Melhor ator Coadjuvante em 2014 teria agora a oportunidade para dar a sua interpretação para o arqui-inimigo do Batman. O que poderia dar errado? A começar pelo visual do personagem a sua participação muito secundária na trama de Esquadrão Suicida, a performance de Leto, apesar de não ser ruim, tornou-se esquecível.

Lego Batman: O Filme (2017)

Não poderíamos deixar de fora uma das adaptações mais queridas do Batman que traz uma versão muito semelhante à de Romero. A voz do Coringa nessa animação é do ator Zach Galifianakis que nos presenteia com um vilão “apaixonado” pelo Batman e capaz de fazer de tudo para chamar a atenção do herói.

Coringa (2019)

Através das décadas, o vilão chamou tanta a atenção em suas mais diversas adaptações que acabou ganhando um filme só pra ele. No filme estrelado por Joaquin Phoenix – que lhe rendeu praticamente todos os prêmios do qual foi indicado – o Coringa ganhou uma nova história de origem nos fazendo refletir sobre diversas questões sociais e políticas.

Após 80 anos com muitas histórias e adaptações, o Coringa segue ainda como um personagem inventivo e de grande potencial narrativo. Seja nos quadrinhos, nos cinemas, na televisão ou nos games, a gargalhada assustadora do vilão ecoará ainda por muitos anos.

The Batman | Paul Dano, o Charada do novo filme do Homem Morcego, comenta detalhes da produção

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‘The Batman’ tem muitos elementos interessantes, incluindo o elenco repleto de estrelas que o diretor Matt Reeves reuniu para o projeto. Espera-se que o Charada seja o principal vilão do filme, com o Pinguim e a Mulher-Gato também envolvidos de alguma forma.

Paul Dano, o Charada em ‘The Batman’, em entrevista ao The Playlist, comentou sobre a situação das gravações:

“De forma legal, nem mesmo eu posso dizer nada sobre isso. Há algo divertido no meu personagem e em todos os personagens. É o tipo de filme que estamos desesperados para compartilhar nos cinemas. Então, espero que todos nós entendamos esse momento [a situação do coronavírus] para ficar animados em ver um filme do Batman. Vai valer a pena. Vai ser muito legal.”

Dano também elogiou o roteiro do diretor Matt Reeves:

“Eu estava filmando. Eu voltei para casa para visitar meu bebê e depois não consegui retornar [por causa do coronavírus], o que é realmente uma coisa estranha. Mas me sinto muito bem com isso. Eu acho que Matt Reeves é o verdadeiro business. Fiquei realmente surpreso com o roteiro dele, ele tem um grande potencial. Vamos voltar a isso em breve? Não tenho certeza.”

‘The Batman’ tem previsão de estreia nos cinemas para 1º de outubro de 2021.

Watchmen | Damon Lindelof explica por que a série da HBO teve que enfrentar o racismo nos EUA

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A série Watchmen da HBO não é apenas uma continuação da icônica série de quadrinhos de mesmo nome do escritor Alan Moore, do artista Dave Gibbons e com as cores de John Higgins. A série é sua própria história, que aborda o tema do racismo nos EUA, enquanto explora um ambiente 30 anos após os eventos da história em quadrinhos. Desde os momentos de abertura da série, centrados no Massacre de Tulsa de 1921, Watchmen não se esquiva da história americana que mostra uma desigualdade brutal. Em uma entrevista recente ao Comicbook, o criador do programa da HBO, Damon Lindelof comenta por que essa é uma história necessária para se contar.

“Acho que tudo remete ao que eu acreditava e ao que muitas pessoas que trabalharam no programa acreditam que Watchmen seja.”, disse Lindelof. “Eu acho que, como um grande fã de histórias em quadrinhos durante toda a minha vida … eu tinha 13 anos e Watchmen era a primeira história em quadrinhos que lidava com o que chamamos de eventos históricos reais do mundo real. Se você usa Superman, Batman, Flash, Lanterna Verde ou qualquer um dos personagens da DC, todos eles ocupam lugares fictícios como Metropolis, Gotham City ou Central City, etc. Por certo, o Universo Marvel incorpora a cidade de Nova York, mas a ideia de lidar com presidentes de verdade, como Nixon, a Guerra do Vietnã ou o assassinato de JFK, são coisas que realmente não existem nos quadrinhos, mas existem em Watchmen.”.

Ele continuou: “Quando eu estava pensando pela primeira vez sobre o que o mundo de Watchmen gostaria de contar 30 anos após os eventos que foram abordados nos anos 80, parecia que era realmente importante reconhecer que, embora o Watchmen fosse uma história alternativa, o que está acontecendo em nossa sociedade? Um história real. Em vez de dizer ‘Aqui está o que está acontecendo em nossa versão de 2019 ou em nossa história contemporânea, vamos olhar para o passado’, porque eu sempre considerei Watchmen a história do século. Ela acontece nos anos 1930 e no início dos anos 40”.

Ele também explicou que contar a história do mundo real de Watchmen com alguma autenticidade tornou a diversidade presente no elenco, a sala dos roteiristas e a produção tão importante.

“Para o seu ponto de vista sobre a diversidade e a inclusão de reconhecer que eu sou um homem branco, eu não vou poder contar essa história com um grau real de autenticidade até que eu: a) me educar, porém… b) permitir que outros me digam”, disse ele. “Não é sobre eles me dizerem como contar. Eu tenho que criar uma plataforma para eles contarem. Isso meio que combinado com a minha recente descoberta do massacre de Greenwood em 1921, a Black Wall Street, isso tinha um sentimento para mim como se estivesse no idioma da linguagem dos quadrinhos.”

‘Watchmen’ será lançada em Blu-ray nos EUA a partir do dia 2 de junho.

Beast Boy Loves Raven | Terceiro volume de Teen Titans ganha data de lançamento nos EUA

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A escritora estadunidense Kami Garcia e o ilustrador brasileiro Gabriel Picolo preparam seu terceiro volume da série Teen Titans, intitulado Teen Titans: Beast Boy Loves Raven. O distribuidor dos livros da DC, Penguin Random House, listou o título da obra em seu site de vendas internacionais. A data prevista de lançamento é de 23 de fevereiro de 2021.

Confira a descrição da obra:

Do autor best-seller nº 1 do New York Times KAMI GARCIA (Beautiful Creatures) e do artista GABRIEL PICOLO, a dupla criativa por trás do best-seller do New York Times, Teen Titans: Raven, é o encontro romântico que todos esperávamos!

Parece anos, mas faz apenas alguns dias que Ravena recuperou suas memórias, prendeu seu pai demônio, Trigon, em seu amuleto e teve seu coração partido pela primeira vez. Mas ela não tem tempo para pensar no passado … ela tem que se concentrar em encontrar uma maneira de se livrar de Trigon para sempre.

Garfield Logan ainda não pode acreditar que ele tem poderes que lhe permitem mudar para diferentes animais, mas o preço de saber que seus pais mantiveram esse segredo escondido dele parece muito alto. Além disso, sua dificuldade em controlar essas habilidades pode ter consequências inesperadas.

Ambos estão buscando respostas da única pessoa que parece ter todos planejado: Slade Wilson.

Quando seus caminhos convergem em Nashville, Ravena e Gar não conseguem deixar de sentir uma conexão, apesar dos segredos que ambos tentam esconder. É preciso muita confiança e coragem para superar as feridas do passado. Mas eles podem encontrar aceitação pela parte mais sombria de si mesmos? Ou talvez até amor?

Teen Titans: Beast Boy Loves Raven segue os bem sucedidos “Raven” e “Beast Boy” de ​​Garcia e Picolo, que serão relançados em novembro, nos EUA, em uma edição especial.

#ReleaseTheAyerCut | Diretor revela novos detalhes sobre sua versão do filme Esquadrão Suicida

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O diretor David Ayer, do filme ‘Esquadrão Suicida’, comentou novos detalhes sobre o seu filme através do seu perfil no Twitter.

Sobre o Coringa de Jared Leto, respondendo a um fã ele revela: “Isso foi refilmado porque o tom era “muito escuro” – meu primeiro ato foi um filme construído. Tirei minha inspiração do Nolan. Havia cenas reais com atuação incrível entre Jared e Margot. Coringa era aterrorizante. Harley era complexa.” disse Ayer.

O diretor revela também no tweet acima que o roteiro foi reescrito para remover elementos dos Novos Deuses. Lembrando que um filme sobre os personagens do Quarto Mundo está atualmente em desenvolvimento pela Ava DuVernay e pelo quadrinista Tom King.

Questionado sobre quanto tempo tem seu corte, Ayer comenta: “Não se preocupe com o tempo de execução – e sim sobre COMO a história é contada.”.

Sobre o primeiro trailer do filme revelado em 2015 na SDCC, que realmente parecia indicar algo completamente diferente do que foi aos cinemas, o diretor comenta: “O primeiro trailer de Esquadrão acertou o tom e a intenção do filme que fiz. Metódico. Com camadas. Complexo, bonito e triste. Depois que as críticas ao BVS chocaram a liderança da época e o sucesso de Deadpool – meu drama comovente foi transformado em uma comédia.” disse Ayer.

O trailer que o diretor se refere é esse:

“Esquadrão Suicida” foi lançado em 2016 e arrecadou US$745 milhões nas bilheterias ao redor do mundo.

DC Comics | Editora cancela algumas publicações nos EUA

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Conforme o Newsarama, a DC informou aos varejistas nos EUA que 22 novas reimpressões – quatro da linha Facsimile e 18 da linha Dollar Comics – foram canceladas.

Os títulos da Facsimile cancelados são:

Green Lantern #76
Batman #321
Man-Bat #1
The Flash #135

As edições da Dollar Comics são:

Batman #13 (2013)
Batman #450
Batman #663
Catwoman #1 (2002)
Catwoman #1 (2011)
Checkmate #1 (2006)
Detective Comics #826
Green Lantern #1 (2011)
Dark Nights: Metal #1
Green Lantern #29 (2008)
Manhunter #1 (2004)
Stars and S.T.R.I.P.E. #1
Wonder Woman #212
Wonder Woman #14 (2005)
Wonder Woman #206 (1987)
DC Classics: Justice League #50
DC Classics: Saga of the Swamp Thing #21
DC Classics: Legion of Super-Heroes #1 (1989)

A editora não revelou os motivos para os cancelamentos, no entanto, eles parecem fazer parte das várias alterações que a DC fez no cronograma de publicação após a pandemia da COVID-19 influenciar no sistema de distribuição das publicações.

Outra edição cancelada pela DC é a série limitada intitulada Manhunters: The Lost History”. A editora não anunciou planos se pretende publicar a série em outras plataformas. A equipe criativa da série de cinco edições era composta pelo escritor Marc Andreyko e o ilustrador Renato Guedes.

“Após a revelação da verdadeira identidade de Leviatã, Kate Spencer – uma Caçadora – deve sair em uma missão para descobrir a profundidade dos planos de Leviatã.” Dizia a sinopse de Manhunters #1. “O que Kate não esperava é encontrar uma conspiração que remonta aos primórdios da história da DC! Desenterrar o passado para salvar o futuro, isto é Manhunters: The Secret History! O escritor vencedor do Eisner, Marc Andreyko, revive o clássico nesta minissérie que reverberará pelo Universo DC!” conclui a descrição.

Superman | Criador da série Watchmen comenta sobre a possibilidade de dirigir um filme do Homem de Aço

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Ainda não há uma resposta definitiva se Henry Cavill está retornando ao universo DC nos cinemas -Leia aqui-, mas o que os fãs do Superman não podem deixar de pensar é que o criador da série Watchmen na HBO, Damon Lindelof e o produtor J.J. Abrams poderiam juntos produzir um filme com o Homem de Aço, afinal, Abrams possui um acordo com a WarnerMedia e os dois produtores são colaboradores frequentes há décadas. O site Comicbook conversou recentemente com Lindelof, e de acordo com o escritor, ele se sente lisonjeado em ser considerado entre os fãs para escrever uma história com um dos maiores heróis de todos os tempos.

“É uma grande honra ser considerado … acho que ele está no topo com o Batman como os dois grandes. É incrivelmente assustador”, diz Lindelof. “Eu acho que o desafio com o Superman é como mostrar o que ele significa na estrutura contemporânea atual? Para um personagem e para uma cultura que é basicamente movida por uma esfera de anti-heróis, como você abre espaço para o Superman, que é uma espécie de super-herói original?”

Lindelof salientou o fato de que Abrams já havia escrito um roteiro para um filme do Superman em 2002. Como o escritor coloca, o estúdio estava procurando colocar o Homem de Aço e o Batman um contra o outro muito antes do DCEU e do diretor Zack Snyder apresentar BvS.

“É interessante que você mencionou JJ, porque, muito antes de trabalhar com ele em Lost, JJ escreveu um roteiro do Superman que nunca foi feito por várias razões, principalmente das quais eu acho que Wolfgang Petersen estava tentando fazer um Superman vs Batman nos cinemas.”, acrescenta o escritor. “Eles também estavam tentando fazer Liga da Justiça. Isso tudo foi antes de Christopher Nolan entrar e basicamente assumir o Batman, etc., mas tudo meio que se perdeu. Ele teve uma obsessão a longo prazo com o Superman. O que eu diria é que adoraria ver um filme de JJ do Superman, mas não tenho uma opinião sobre o personagem que seria melhor do que essa.”

Atualmente, JJ Abrams e sua equipe da produtora Bad Robot estão envolvidos em uma série live-action de Liga da Justiça Sombria para o streaming HBO Max.

House of Whispers | Edições finais da HQ do universo de Sandman serão lançadas pela DC somente no formato digital

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Ao que parece, a DC começa a dar fortes indícios de usará as plataformas digitais para lançamento de quadrinhos de forma mais assídua. A iniciativa de disponibilizar quadrinhos digitais já vem sendo recorrente na editora, ganhando maior força com o lançamento do streaming DC Universe, que também possibilita ao usuário a leitura de quadrinhos digitais.

Agora os leitores terão que preencher algumas coleções com cópias digitais, mais precisamente na edição do universo de Sandman, House of Whispers. Via: [CBR].

As duas últimas edições de The House of Whispers, #21 e #22, não serão publicadas e, formato físico e serão exclusivas para o formato online. House of Whispers # 21 será lançada no dia 2 de junho e #22 será lançada em 27 de julho em todas as plataformas digitais. Até o momento, não houve nenhum anúncio por parte da editora se essas edições em outro momento seriam disponibilizadas no formato físico.

O universo de Sandman que antes era publicado pelo extinto selo Vertigo da DC agora faz parte do selo adulto DC Black Label. The House of Whispers começou em 2018 e é escrita por Nalo Hopkinson e Dan Watters com artes de Dominike “DOMO” Stanton e John Rauch.

Mesmo antes da quarentena, a DC Comics havia anunciado em suas solicitações de junho que a série chegaria ao fim com o número #22. Este não é o único título afetado pela pandemia do COVID-19. A DC também cancelou as edições individuais remanescentes de Lucifer, com as seis edições finais da série sendo lançadas em uma edição única. House of Whispers também não é a primeira série da DC a terminar seu arco em formato digital, recentemente o mesmo aconteceu com Supergirl e The Terrifics.

The Flash | Ex-Diretores do filme comentam sobre a saída da produção e o Snyder Cut

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Os diretores John Francis Daly e Jonathan Goldstein que deixaram o projeto do filme solo do Flash de Ezra Miller, comentaram durante entrevista ao THR, sobre a sua saída da produção e a chegada do Snyder Cut de Liga da Justiça.

“O desafio era abordá-lo como se fosse um filme muito menor e não se deixar levar pelo fato de que você tem mais de US$ 100 milhões para gastar e começar a pensar nos maiores cenários que você pode construir. Em vez disso, nos concentramos nas coisas que poderiam torna-lo especial para o público. Você não precisa de muito dinheiro para fazer o certo. Foi assim que abordamos o Flash.” comentou Goldstein.

Sobre a chegada de Liga da Justiça de Zack Snyder, Jonathan Goldstein comenta: “Já estava na hora. Havia um movimento tentando fazer isso acontecer. Ele também se alinha às novas necessidades corporativas – eles têm uma nova plataforma para promover. Estou curioso para ver qual é a diferença depois de tudo isso.”. Daley disse: “Aparentemente, eles estão gastando US$20 milhões para aperfeiçoar alguns dos efeitos inacabados e outras coisas, o que é meio que incompreensível para mim, porque esse é o custo de um filme de baixo orçamento.”.

“The Flash” será dirigido por Andy Muschietti, com data de lançamento prevista nos cinemas para junho de 2022.