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Webmostra DCnauta | Mais desenhos e ilustrações na mostra de fãs da DC!

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Mais um dia de Webmostra DCnauta! Seguindo com a mostra de fãs da DC, onde aqui no Terraverso vocês são os protagonistas! Lembrando que participam todos aqueles que se inscreveram dentro do prazo e nos enviaram os materiais, conforme as regras. Vamos mostrar o trabalho de vocês que diariamente nos acompanham e que usam do seu talento para compartilhar conosco a paixão em torno dos personagens DC Comics. Hoje, mais algumas fan-arts incríveis! Confira abaixo:

O Coringa de Joaquin Phoenix, o Duas-Caras e as Aves de Rapian de Jr.Parker / Antônio Arnaldo Borges Rodrigues Junior (Instagram e Twitter):

A Arlequina de Pedro Sperandio Almeida (Instagram e Twitter).

O beijo de Harley e Ivy na série animada e a Mulher-Gavião da Ana Carolina Correia Costa (Twitter)


A Arlequina, Mulher-Maravilha, Batman, Ravena, Mera e Aquaman de Jessé Adriano de Oliveira Pires (Twitter e Instagram).

A Barda, Hera Venenosa e Coringa do Edu. (Twitter)

O Coringa de Yasmim de Oliveira (Twitter e Instagram).

E na próxima terça-feira, mais produções de fãs aqui no Terraverso! Perdeu algum dia da mostra? Clique nos links abaixo e confira:

– Primeira parte –

– Segunda parte –

Comic-Con At Home | Confira as atrações relacionadas a DC no evento

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Confira abaixo as atrações da DC para a convenção online Comic-Con At Home:

QUARTA-FEIRA | 22 de Julho

GeekEd: Watchmen e a Crueldade das Máscaras | 20h30 (Horário de Brasília).

Watchmen, da HBO, apresentou a ideia de que “máscaras são cruéis”. No campi universitário, muitas pessoas, tanto estudantes quanto não-estudantes, têm tomado máscaras virtuais para fazer declarações e tomar ações que não seriam aceitáveis se feitas em público. Bombardeios de zoom, doxing e ameaças anônimas causaram muito desânimo, particularmente à medida que se movem para o aprendizado remoto devido ao COVID-19. Venha ouvir o que os educadores têm a dizer sobre o poder das máscaras e como Watchmen e outros quadrinhos nos mostram um caminho para o heroísmo ou a vilania. Dr. Kalenda Eaton (Universidade de Oklahoma), Dr. David Surratt (Universidade de Oklahoma), Hailey Lopez (UC Berkeley), Robert Hypes (Phoenix Creative Collective) e Alfred Day (UC Berkeley).

QUINTA-FEIRA | 23 de Julho

Fandom Virtual: Fandom de Super-Herói se adapta à Pandemia | 14h – 15h (Horário de Brasília).

Phil LaMarr (ator), Dan Fraga (artista), Sara Katz-Scher (@thatprincessgirl), Rene Amador (ARwall) e Gert Van (Marvel, DC e Everything Nerdy Facebook), moderado por Kevin Winston (Digital LA), compartilham como se adaptaram à pandemia e se envolvem com os fãs virtualmente para falar sobre tudo relacionado a super-heróis, Disney, Marvel, DC, animação e muito mais. Os palestrantes discutem ferramentas digitais para se conectar, incluindo: Zoom, YouTube e outros painéis livestream; Chats ao vivo do Instagram, entrevistas e vídeos ao vivo; campanhas de crowdfunding; realidade aumentada, grupos e comunidades do Facebook e autógrafos virtuais. Os palestrantes também anunciam projetos e lançamentos virtuais futuros, neste painel informativo e inspirador!

Batgirls! | 15h (Horário de Brasília).

Quando a maioria das pessoas ouve o nome “Batgirl”, a primeira personagem a vir à mente é Barbara Gordon, filha do Comissário Gordon. Aparecendo pela primeira vez em 1967, ela tem sido um pilar cômico, primeiro como Batgirl e depois como Oráculo. Mas como é tradição na Bat-família, quando as coisas acontecem, o capuz pode ser passado de herói para herói. De Stephanie Brown a Cassandra Cain, cada uma tendo uma visão muito diferente sobre o papel da personagem. Junte-se a Cecil Castellucci (Batgirl -Barbara Gordon), Sarah Kuhn (Batgirl -Cassandra Cain), Bryan Q. Miller (Batgirl -Stephanie Brown), Nancy Kiu (Batwoman -Kate Kane), Marieke Nijkamp (Oracle -Barbara Gordon) e Dr. Andrea Letamendi (The Arkham Sessions) que trouxeram essas diferentes versões icônicas de Batgirl à vida em uma celebração do que as torna diferentes e o que as torna a Batgirl.

Jimmy Palmiotti e Amanda Conner | 16h – 17h (Horário de Brasília).

Jimmy Palmiotti (escritor de Painkiller Jane, Jonah Hex, Harley Quinn) e Amanda Conner (artista em Vampirella, Harley Quinn, Power Girl) conversam com Londyn Jackson (historiadora, criadora de histórias do Batman) sobre sua empresa, a PaperFilms, reinventando Harley Quinn para a DC Comics apresentando a uma nova geração de fãs, seus projetos inovadores e a importância dos fãs apoiarem tanto as histórias em quadrinhos corporativas quanto independentes.

SEXTA-FEIRA | 24 de Julho

DC@Home Primeiro Dia | 14h – 15h (Horário de Brasília).

Seja o último confronto do Batman com o Coringa, a Mulher-Maravilha assumindo novas aventuras, ou o Homem de Aço enfrentando as ameaças de Metropolis e do outro lado do cosmos, a DC é o lugar para os melhores contadores de histórias emprestando seus talentos para os Maiores Super Heróis do Mundo! Não perca sua chance de ouvir em primeira mão essas lendas dos quadrinhos, pois elas lhe apresentarão novidades sobre o que está reservado para Batman, Superman, Mulher-Maravilha e outros heróis e vilões da DC! Atrações já confirmadas: Vita Ayala, Morgan Beem, Brian Michael Bendis, Kelly Sue DeConnick, Grace Ellis, Mitch Gerads, Clayton Henry, Mikel Janin, Tom King, Jim Lee, Ryan Sook, Maggie Stiefvater, Mariko Tamaki, Tom Taylor, Ram V, e Brittney Williams.

HBO MAX: Painel de Animação Adulta | 19h – 20h (Horário de Brasília).

Uma painel da HBO Max sobre animações adultas e sem nenhuma descrição está marcado para a Comic-Con At Home. Novidades de produções da DC podem ser reveladas.

32º Prêmio Anual da Indústria de Quadrinhos | 23h (Horário de Brasília).

O “Oscar” da indústria de quadrinhos homenageia criadores de quadrinhos e seus trabalhos em 32 categorias, incluindo o Will Eisner Hall of Fame. Apresentado por Phil LaMarr, o ator/dublador/comediante conhecido por papéis em séries animadas como Lanterna Verde/John Stewart e Ed Reiss em Liga da Justiça e Liga da Justiça Sem Limites. Confira as indicações da DC –clicando aqui-.

SÁBADO | 25 de Julho

DC@Home Dia Dois |15h (Horário de Brasília).

Não deixe de aparecer neste painel para ouvir dos criadores da DC sobre seus últimos trabalhos. O talento criativo por trás de alguns dos personagens mais populares da DC estará à disposição para dar detalhes dos bastidores sobre suas histórias e como eles colocam suas próprias vozes únicas para os heróis e vilões que os fãs da DC passaram a conhecer e amar (e odiar)! Criativos da DC que estarão presentes: Greg Capullo, Cecil Castellucci, Katana Collins, Kami Garcia, Jorge Jimenez, Daniel Warren Johnson, Dan Jurgens, Jim Lee, Sean Gordon Murphy, Bruno Redondo, Scott Snyder, James Tynion IV e Brad Walker.

A Arte de Adaptar Quadrinhos à Tela: David S. Goyer Q &A | 15h – 16h (Horário de Brasília).

O escritor por trás de adaptações icônicas de filmes e TV, incluindo Blade, Batman Begins, Constantine (TV), e Man of Steel, David S. Goyer, discute seu processo de escrita criativa e o que foi preciso para trazer personagens e contos das páginas para as telas. Moderado pelo editor da Revista Backstory, Jeff Goldsmith.

Constantine: Reunião do 15º Aniversário | 16h – 17h (Horário de Brasília).

Keanu Reeves, o diretor Francis Lawrence e o produtor Akiva Goldsman se reúnem para refletir sobre a realização da adaptação da DC Comics em 2005. Moderado pelo editor-chefe do Collider, Steven Weintraub.

Tributo a Dennis O’Neil: Além do Batman | 17h (Horário de Brasília).

Nascido na mesma primavera em que o Batman estreou, Dennis O’Neil levaria Batman de volta às suas raízes mais sombrias e teceria a humanidade e a consciência social nas aventuras do Lanterna Verde, Arqueiro Verde, Homem de Ferro e muito mais. Este lendário escritor e editor de quadrinhos colaborou e guiou inúmeros outros como mentor, herói e amigo. Dr. Travis Langley (Batman e Psicologia; A Psicologia do Coringa) modera uma super equipe que se uniram para compartilhar lembranças, lições aprendidas, e apreço sem fim por Denny. Presentes no painel: Jo Duffy ( Power Man e Punhode Ferro), Danny Fingeroth (A Marvelous Life: The Amazing Story of Stan Lee), Mike Gold (ArroganteMGMS), Larry Hama (Dark Horse), Joe Illidge (Heavy Metal), Charles Kochman (Abrams ComicArts), Paul Levitz (ex-editor, DC Comics) e Michael Uslan (produtor executivo, Batman/The Dark Knight).

DOMINGO | 26 de Julho

Jack Kirby 101: Uma Introdução | 15h – 16h (Horário de Brasília).

A lenda da Comic-Con, Mark Evanier (assistente de Jack Kirby e autor de Jack Kirby: King of Comics) e John Morrow (TwoMorrows Publishing) de Jack Kirby Collector, se juntam a Tom Kraft e Rand Hoppe do Museu Jack Kirby para uma discussão que fornecerá uma introdução ao universo de Jack Kirby, o criador dos Novos Deuses na DC; o homem, sua obra e sua influência nos quadrinhos e na cultura em geral.

A Comic-Con At Home reserva ainda inúmeras atrações e debates relacionados ao universo dos quadrinhos e cultura pop. Você pode conferir a programação completa – clicando aqui. –

Patrulha do Destino | Atriz afirma que as gravações da 2ª temporada foram finalizadas com um episódio a menos

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A segunda temporada de “Patrulha do Destino” está atualmente em exibição nos streamings DC Universe e HBO Max. A temporada ao todo tem nove episódios, mas possivelmente poderia ter tido mais se não fosse pela pandemia da Covid-19.

“Estava basicamente tudo acabado.”, disse Abigail Shapiro, que interpreta Dorothy Spinner, ao Insider sobre as filmagens da segunda temporada. “Haveria mais um episódio e só tínhamos algumas cenas, mas nunca terminamos esse episódio.”

“Então, eu não sei se esse episódio vai ao ar ou algo assim.”, acrescentou Shapiro. “Eu não sei muito sobre o que está acontecendo.” concluiu a atriz.

Um representante da WB TV não retornou o pedido do veículo americano para comentar sobre um possível 10º episódio da segunda temporada.

Shapiro se juntou ao programa agora, na segunda temporada interpretando a Dorothy, uma garota poderosa que parece ter apenas 11 anos, mas na verdade tem mais de um século de idade e possui a capacidade de destruir o mundo.

A segunda temporada estreia na HBO Brasil no dia 4 de setembro.

Esquadrão Suicida | David Ayer confirma romance entre membros da equipe no filme de 2016

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O diretor David Ayer, responsável pelo longa focado no Esquadrão Suicida (2016), recentemente confirmou a proposta de que a Arlequina (Margot Robbie) e o Pistoleiro (Will Smith) desenvolveram uma forte conexão durante o filme.

Pistoleiro e Arlequina/ Esquadrão Suicida

Assim como ocorreu com “Liga da Justiça”, a versão de Ayer sofreu diversos cortes e não chegou às telonas. O diretor falou um pouco sobre seus planos originais e recentemente,  confirmou, por meio de seu Twitter o conceito de que haveria um triângulo amoroso em seu filme, formado pela Arlequina, o Pistoleiro e o Coringa.

A teoria sugere que os personagens iniciaram um romance momentos antes do Coringa atacar o Esquadrão Suicida. David Ayer respondeu a um fã com um simples emoji, mas aparentemente isso foi o suficiente para confirmar a história. Este relacionamento corrige algumas pontas soltas também ajuda a explicar o porquê da Arlequina ter se separado do Coringa, interpretado por Jared Leto.

Arlequina e Coringa/ Esquadrão Suicida

Um novo longa focado na equipe tem previsão se estreia para 2021 e será dirigido por James Gunn.

Exterminador: Cavaleiros e Dragões | Trailer dublado da animação é divulgado e gera polêmica entre os fãs

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A animação “Exterminador: Cavaleiros e Dragões”, dirigida por Sung Jin Ahn, ganhará uma versão em longa animado. Originalmente ela foi planejada para ser lançada em 12 episódios pelo streaming CW Seed, porém, o serviço não havia lançado a temporada de forma completa e agora, toda a produção foi compilada em um formato único. Confira o trailer dublado abaixo:

A dublagem da animação sofreu alteração devido a pandemia da Covid-19. O estúdio se pronunciou em uma nota nos comentários do vídeo.

Pessoal, ficamos muito felizes em ter a opinião dos fãs da DC por aqui! Olha, a mudança de dublagem não foi uma decisão fácil. A gente sabe o quanto os fãs brasileiros amam nossos dubladores clássicos, mas com o cenário atual, muitas questões surgiram e ajustes foram necessárias para garantir a segurança e saúde todos os envolvidos. Sentimos muito por todos que não curtiram e esperamos que vocês ainda deem uma chance pra esse novo time de dubladores.” disse a Warner.

Guilherme Briggs, dublador de longa data das produções da DC, comentou o posicionamento do estúdio na sua rede social e alguns fãs apoiaram o dublador e comentaram sobre a dublagem:

https://twitter.com/Vincius05747375/status/1282836122809368576

 
 

Confira a sinopse da animação:

“O mercenário e matador Slade Wilson tem duas vidas: uma como o assassino implacável conhecido como Exterminador e outra como um homem de família dedicado. Quando esses mundos colidem, forçando-o a se unir ao cruel grupo terrorista conhecido como HIVE, é o assassino em Slade que deve lutar para salvar seus entes queridos, bem como o que resta de si. Com sua alma dilacerada e seu jovem filho preso, Exterminador terá que sobreviver aos pecados do seu passado para alimentar as batalhas do seu futuro!”

O formato em longa-metragem da animação será lançado pela Warner Bros. Home Entertainment, em formato digital, DVD e Blu-Ray no verão dos EUA.

#EspecialLigaSombria | Um conto de terror do Monstro do Pântano

A Liga da Justiça Sombria é uma equipe que reúne os personagens do universo DC ligados intrinsecamente a magia e o mistério e, dentre seus membros, o Monstro do Pântano é um dos personagens que podem exemplificar de forma categórica este termo além do elemento clássico do terror.

O herói representa o avatar da natureza e a sua revolta diante de toda a destruição que a humanidade causou ao verde ao longo de sua existência. O personagem possui características de um próprio conto de terror, mas com um significado mais profundo, um ser que questiona a sua própria existência em um conflito entre o que ele era como ser humano, um cientista brilhante, e o que se tornou como uma criatura formada da própria natureza.

O Monstro do Pântano foi criado por Len Wein e Bernie Wrightson tendo sua primeira aparição em House of Secrets #92 lançada em julho de 1971. A HQ começou a ser publicada na década de 50 e tinha como proposta ser uma reunião de contos de fantasia, mistério e terror escrita por diversos artistas e roteiristas. A edição traz os contos Snipe Hunt e Trick or Treat escritas por Gerry Conway, After I Die! de Jack Kirby e Mark Evanier , It’s Better to Give de Mary Skrenes e Swamp Thing onde o personagem principal dava o nome ao título da história.

Diferente do que conhecemos atualmente, a história foi um conto de terror ambientada na Louisiana no início do século XX. Narrando os acontecimentos que levaram o jovem talentoso Alex Olsen, um cientista com um futuro promissor vítima de um assassinato tramado por seu assistente, Damian Ridge que, sabotando seus equipamentos, causou uma explosão que matou o cientista e, por fim, acaba escondendo seu corpo em um pântano.

O assassino então casou-se com Linda, viúva de Alex, e quando estava em vias de planejar o assassinato de sua esposa é surpreendido por uma criatura que surgiu matando-o antes que pudesse concretizar seus planos. Linda foge em desespero sem saber que o seu salvador foi Alex, agora uma monstruosidade criada a partir dos produtos químicos da explosão causadora de sua morte, se tornando a criatura solitária conhecida como Monstro do Pântano.

Uma marca interessante a respeito do personagem é que diversos roteiristas que futuramente ganhariam uma visibilidade muito maior na DC começaram sua trajetória trabalhando com o Monstro do Pântano. Ao todo foram lançadas três séries do avatar da natureza e mais uma outra série lançada no período do reboot ‘Os Novos 52’.

A primeira série

A primeira publicação do Monstro do Pântano foi um run escrito pelo próprio Len Wein e posteriormente passou para as mãos de David Michelinie e Gerry Conway, que finalizaram com o total de 24 edições lançadas entre os anos de 1972 e 1976. Wein foi responsável pelas 13 primeiras edições enquanto Micheline e Conway pelas restantes.

Neste período surgem dois personagens que serão importantes na história do avatar da natureza, Anton e Abigail Arcane, o primeiro por ser o maior vilão do Monstro do Pântano e Abby o seu interesse amoroso. Anton é um cientista louco que procura a vida eterna e acredita que o segredo para o seu objetivo reside na essência daquele que um dia foi Alec Holland. Ele apareceu diversas vezes ao longo desta fase em diferentes formas a medida que morria e retornava, sua aparência variava desde um velho até uma aranha gigante.

Abigail Arcane inicialmente não tem nenhuma ligação com Alec Holland e a sua transformação na criatura que aterroriza o pântano. Ela é esposa do agente do governo Mathew Cable, que investigava o desaparecimento do cientista. O personagem foi morto neste período mas ressurgiu na forma de um corvo no universo de Sandman de Neil Gaiman. Nesta primeira fase, Abigail é casada com Mathew mas possui uma grande empatia tanto por Alec Holland quanto pelo Monstro que se tornou, ajudando-o da melhor forma possível a sobreviver.

A segunda série

Esta segunda fase é a que o personagem mais se desenvolve e muitos conceitos que foram criados neste período estruturaram a origem do Monstro do Pântano para publicações posteriores, além de marcar a chegada do que talvez seja o melhor amigo de Alec Holland (ou não) no universo mágico da DC, John Constatine, o Hellblazer.

Apesar de ser a fase de maior desenvolvimento criativo do personagem as coisas não começaram muito bem. Esta segunda fase do herói iria começar no ano de 1978, durante o evento DC Explosion, o maior fracasso editorial da DC na época causando um cancelamento em massa de mais de 24 títulos e lembrado na história como o DC Implosion. O lançamento acabou ocorrendo em maio de 1982, aproveitando o lançamento do primeiro longa do personagem dirigido por Wes Craven e sendo escrito por Martin Pasko e Dan Mishkin, não alcançado o sucesso que se esperava do lançamento. O período também marca a chegada do personagem ao selo Vertigo, permanecendo por muitos anos até ser trazido novamente ao universo recorrente da DC.

Após a saída de Pasko, o roteirista Alan Moore, até aquele período seu trabalho mais conhecido era nas revistas 2000 A.D. assume o personagem realizando mudanças conceituais que são referência até os dias atuais. Este novo conceito entorno do Monstro do Pântano conecta a origem do personagem com a sua primeira versão que surgiu em House of Secrets, determinando que tanto Alec Holland quanto Alex Olsen fazem parte de uma longa linhagem de homens que foram escolhidos para se tornarem o Monstro do Pântano, um avatar da natureza escolhido pelo Parlamento das Flores para proteger toda vida vegetal na Terra.

Neste período, além de Moore, assumiram também a revista Rick Veitch, Doug Wheeler, a escritora de terror Nancy A. Collins, Grant Morrison e Mark Millar, encerrando a série. Outro momento marcante da segunda série do Monstro do Pântano é primeira aparição de John Constantine, o Hellblazer, que futuramente seria um personagem marcante na história do universo DC além de colega de equipe do próprio Monstro do Pântano na Liga da Justiça Sombria, e um grande amigo, apesar da ambiguidade da relação entre os dois.

A terceira série

A terceira fase lançada em 2001 escrita por Brian K. Vaughan foi marcada por uma grande rejeição dos leitores por colocar o Monstro do Pântano como um personagem secundário dentro da própria revista que é protagonizada por Tefé Holland, filha de Alec e Abby, concebida através de Constantine ao ser possuído pelo Monstro do Pântano. Com uma protagonista diferente nesta fase de histórias, a maior situação problema desta fase gira em torno de Tefé não ter controle sobre os seus poderes que são uma combinação da energia elemental tanto da vida vegetal. quanto da manipulação da carne. graças ao sangue demoníaco de Constantine. O final desta fase é marcado por Tefé comendo o fruto da árvore do conhecimento que é vista na bíblia.

Os Novos 52

Com a chegada do reboot em 2011 chamado Os Novos 52 o avatar da natureza retorna a lista de mensais da DC sendo escrita por Scott Snyder, atualmente o roteirista trabalha no evento Noites de Trevas: Death Metal, e sua origem não foi recontada mas o personagem foi renascido na nova realidade do universo DC.

Nesta fase, Alec Holland renasce após os eventos de “O Dia Mais Claro”, com vagas lembranças a respeito de uma criatura que acreditava ser o cientista. Após ser visitado por alguns heróis, Holland é encontrado por um de seus antecessores relembrando o seu passado e a necessidade de retomar ao seu lugar como o Monstro, porém, ele renega o chamado até ser encontrado por Abby Arcane que pede ajuda para salvar ser irmão William de se tornar o avatar da decadência ou o podre, um elemento ligado diretamente a tudo que esta morto e que já foi utilizado por Anton Arcane.

Durante a jornada, eles se apaixonam e, após o sequestro de Abigail e a quase destruição do Parlamento das Flores, Holland decide retornar ao verde se tornando novamente o Monstro do Pântano. Após o run de Scott Snyder, Charles Soule assume a mensal tendo como o grande inimigo em suas história Jason Woodrow conhecido como The Seeder.

Minissérie 2016

O último título solo do personagem foi escrito por Len Wein e volta a contar uma história do monstro que ele mesmo criou. A minissérie de 6 edições também conta com a arte de Kelley Jones, fazendo parte da iniciativa DC You e apresentando a participação de alguns membros da Liga da Justiça Sombria.

A história envolve uma ameaça ao próprio Monstro do Pântano, que é atacado por forças que utilizam-se de magia negra. A história apesar de relativamente curta conta com a presença de Zatanna, Desafiador, Vingador Fantasma, Constantine e o Espectro e até o momento não foi lançada no Brasil.

Personalidade

O elemento mais atraente do Monstro do Pântano gira em torno das questões da sua própria existência. Em todas as suas reencarnações, aquele que se torna o avatar da natureza sempre questiona se o que existe é o humano que um dia foi ou algo completamente diferente. Alec Holland também vive esta ambivalência em relação a compreensão da sua auto-percepção.

Após as mudanças realizadas por Alan Moore, esta luta interna do herói se torna bem mais nítida do que foi vista na primeira aparição do personagem na encarnação de Alex Olsen, agora passada a encarnação de Alec Holland que inicialmente se mostra muito confuso em relação ao que aconteceu após a sua morte.

A transferência da consciência do homem para o avatar pode ser discutida dentro da definição do que realmente significa existir, afinal, Alec Holland existe por ser um humano biologicamente ou por sua consciência, ou qualquer que seja a definição de alma, ser transportada para uma formação vegetal capaz de reproduzir suas lembranças, sonhos, emoções, medos e sua visão de mundo que foi construída enquanto carne e osso? Ele é apenas Alec Holland ou o próprio homem e algo a mais? O próprio personagem reflete isso em suas histórias quando procura entender o que aconteceu e, se refletirmos de acordo com a frase de René Descartes “Cogito ergo sum“, assim que ele realiza o exercício da sua razão, ele existe.

Talvez a maior prova da sua existência seja os sentimentos que Abigail Arcane tem pela criatura. Abby não enxerga o Monstro do Pântano apenas como um ser vegetal humanoide que em algum momento salvou a sua vida, mas consegue ver a existência em conflito por detrás da criatura, conseguindo nutrir grande afeto e ignorando qualquer questão biológica. Arcane não o ama apenas por ter sido um homem, mas pela beleza da sua própria existência tanto como Alec Holland quanto como o Monstro do Pântano.

Outras mídias

Ao todo foram produzidos dois filmes de TV, dois seriados e uma série animada do Monstro do Pântano, além de aparições esporádicas em longas animados.

Filmes


O primeiro longa metragem adaptando o avatar da natureza foi no ano de 1982 e foi dirigido por Wes Craven. O diretor é conhecido pelos filmes da franquia ‘A Hora do Pesadelo’ e tenta trazer uma atmosfera mais assustadora para o longa dentro das limitações tecnológicas e um orçamento bem modesto. O filme foi estrelado por Ray Wise como Alec Holland e Dick Durock como o Monstro do Pântano, Anton Arcane foi interpretado por Louis Jourdan e Adrienne Barbeau deu vida a Alice Cable. Neste primeiro filme não foi utilizada Abigail Arcane, o longa recebeu críticas positivas sendo uma das razões que impulsionaram a DC a lançar uma nova publicação da HQ do personagem.

Apesar do sucesso do primeiro filme, sua continuação só ocorreu sete anos mais tarde em 1989. Intitulado “A Volta do Monstro do Pântano” o filme não teve o mesmo sucesso do anterior e houveram mudanças tanto na direção quanto no elenco que teve a participação da atriz Heather Lockelear como Abigail Arcane. A mudança no tom em relação ao seu antecessor é uma das grandes diferenças que ficaram evidentes de um filme para o outro.

Após o lançamento do serviço de streaming DC Universe, foi anunciado uma série do Monstro do Pântano produzida pelo diretor James Wan que havia dirigido um filme de outro personagem da DC, o Aquaman. A série foi lançada em maio de 2019 e o elenco contava com Andy Bean como Alec Holland e Derek Mears como o Monstro do Pântano e Crystal Reed interpretou Abby Arcane.

Apesar da série ser muito elogiada pela crítica, a produção foi cancelada antes do lançamento da sua primeira temporada por problemas de orçamento. O clima de terror em torno da misteriosa morte de Alec Holland trouxe a mesma sensação que se tinha ao ler os quadrinhos, principalmente nas suas primeiras fases, e o relacionamento entre a criatura do pântano e Abby Arcane tinham um prognóstico promissor. Realizamos uma análise desta temporada e você pode conferir clicando aqui-

Nas animações, o personagem aparece em duas histórias do universo de filmes animados da DC, que iniciou em Flashpoint sendo a sua primeira aparição em ‘Liga da Justiça Sombria’ de 2017 e ‘Liga da Justiça Sombria: Guerra de Apokolips’. Em ambas as animações as participações do Monstro do Pântano são pequenas e sempre com John Constatine, mas em ambos os casos é demonstrada toda a força do avatar da natureza.

Não importa qual seja a mídia, o Monstro do Pântano sempre será um personagem interessante, seja como um conto de terror ou como as histórias do guerreiro que representa a luta da mãe natureza para manter a sua sobrevivência. Sempre que o verde estiver em perigo, a criatura que um dia foi Alec Holland irá se erguer das águas escuras dos pântanos da Lousiana para defende-lo.

Lucifer | Novo trailer da 5ª temporada é revelado

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Revelado o primeiro trailer da 5ª temporada de Lucifer, que estreia na Netflix no dia 21 de agosto. Confira abaixo:

Lucifer foi “resgatado” pela Netflix em junho de 2018, semanas após o seu cancelamento pela Fox. Na época, Tom Ellis chamou a atenção dos fãs sobre o cancelamento e a campanha #SaveLucifer entrou em ação. A quarta temporada de 10 episódios foi lançada na Netflix em maio de 2019.

O streaming anunciou recentemente que a 6ª e última temporada da série foi confirmada.

Patrulha do Destino | Diane Guerrero responde perguntas de fãs sobre Crazy Jane

Neste domingo (12/07), a atriz Diane Guerrero respondeu perguntas feitas por fãs no perfil da série ‘Patrulha do Destino’ no twitter. Um dos assuntos comentados pelos fãs foi em relação a saúde mental de sua personagem, a Crazy Jane. Revelado na primeira temporada da série, a personagem de Guerrero tem 64 personalidades em sua mente, tudo isto para proteger Kay Challis que sofreu abusos pelo próprio pai quando criança.

O usuário @SkysTheLimit22_ perguntou como Diane se sente sabendo que a personagem dela ajuda pessoas com problemas de saúde mentais. Através de um vídeo, a atriz respondeu “Eu fico contente que minha personagem pode ajudar alguém que esteja lutando com problemas de saúde mentais. Ela certamente me ajudou com meus problemas de saúde mental. Eu amo interpretar personagens que falem algo, e comentem sobre algo tão sério e importante como saúde mental”. Em seguida ela adicionou em um tweet “Como alguém que também valoriza e lida com a saúde mental – é realmente importante para mim que possamos conversar sobre esse assunto amplamente sub-representado”.

A atriz finalizou dizendo que significava muito para ela ser capaz de retratar a dificuldade sobre a saúde mental e que é necessário falar mais sobre como cuidar de nós mesmo e nossas comunidades.

Diane Guerrero também respondeu sobre como ela interpreta sua personagem e suas personalidades bem distintas. O usuário @taylordpatrol questionou se ela, como atriz, acrescentou algum detalhe nas personalidades que não estavam originalmente no roteiro. A atriz disse que ela teve algumas ideias sobre o comportamento e movimentos. Ela também respondeu sobre como era mudar as personalidades “Mudando de personalidade para personalidade é difícil, mas eu preciso lembrar que cada personalidade está enraizada na mesma pessoa, que é a Kay Challis. E a principal missão de todas [as personalidades] é proteger a Kay. Então, eu tenho que pensar nisso quando interpreto cada uma, e só tentar fazer cada uma ter seu próprio mundo e ser individualista o máximo possível”.

Quando questionada se ela podia improvisar durante as cenas, a resposta foi positiva. Porém, ela acrescentou em outro tweet que a maioria de suas falas, até mesmo aquelas piadas que parecem improviso são, na verdade, criadas pelos incríveis escritores da série (@RoomPatrol). Ela também compartilhou que um dos momentos mais difíceis em interpretar Jane são todas as emoções que ela tem e determinados momentos. “Às vezes é cansativo, mas vale a pena, pois a personagem ganha vida ao longo de cada episódio” completou a atriz em seu tweet. No entanto, para a atriz, a melhor coisa sobre interpretar a Crazy Jane é a oportunidade de interpretar tantas personalidades diferentes, “Um sonho para os atores” disse Diane. Ela comentou que o processo de filmagem é todo programado para que ela saiba quantas mudanças [de personalidade/maquiagem] tem que fazer em um dia.

A atriz respondeu sobre personalidades especificas. Como a pergunta feita por @FANtomZonePod sobre qual personalidade ela ainda não foi capaz de explorar ainda. Diane gostaria de se aprofundar na personalidade de Driver 8, por achar que existe uma beleza e mistério. Ela acha que Flit é a personalidade mais divertida para interpretar e está ansiosa para que os fãs conheçam a Miranda. A personalidade Baby Doll foi mencionada quando um usuário perguntou como Diane fazia a voz da personagem, se era editado ou apenas o talento da atriz. Ela respondeu que ela mesma faz a voz, e que adora fazer vozes diferentes (mostrado ao longo de alguns vídeos no twitter, onde a atriz muda a voz durante as respostas). Baby Doll também foi citada como a personagem com um lugar especial no coração de Guerrero, quando perguntado qual era a personagem que ela mais gosta de interpretar.

Na segunda temporada, aconteceu algo bastante significativo com as personalidades de Crazy Jane e a atriz mencionou, depois de ser questionada sobre tal evento, que elas [as personalidades], como um coletivo, terão de trabalhar muito para resolver isto.

Diane Guerrero pode ter confirmado a sexualidade de sua personagem ao responder um tweet que dizia “Jane é lésbica, respire se sim” e a atriz respondeu com um vídeo espirando profundamente. Em seguida respondeu “suspiro” na conta oficial da série.

Um fã perguntou se a atriz pesquisou sobre Transtorno de Múltiplas Personalidades para interpretar Jane, ela respondeu que ela conversou com alguns especialistas e leu o mesmo livro que Grant Morrison leu quando estava escrevendo sobre a Crazy Jane. No entanto, ela não conversou com pessoas com o transtorno, mas assistiu documentários e leu livros. Um dos livros foi “When Rrabbit Howls” sobre Truddi Chase, a pessoa que Jane é baseada. Ela também disse que todas as noites lê The Doom Patrol Omnibus  do Grant Morrison antes de dormir, chamando-a de sua “bíblia de Doom Patrol”.

O usuário @ValentinEstatof perguntou o que ela achava da relação entre Crazy Jane e Robotman. Diane respondeu “Eu amo isso. Eles são um casal tão estranho, mas as melhores amizades são frequentemente formadas por pessoas que têm experiências diferentes”. Ela também respondeu que é Brendan Fraser é incrível, e um ator super generoso. Sobre o colega de elenco favorito em cena, ela disse que ama contracenar com April Bowlby, a Rita Farr. Ainda sobre Rita, esta seria a personagem que Diane Guerrero gostaria de interpretar em Doom Patrol.

Quando questionada sobre qual personagem da DC ela gostaria de interpretar se ela não fosse a Crazy Jane. A resposta foi clara: “Jessica Cruz, Lanterna Verde! Essa é minha próxima personagem da DC”. Vale lembrar que Diane Guerrero dublou a personagem Jessica Cruz na animação Liga da Justiça vs Os Cinco Fatais em 2019.

A atriz encerrou a sessão de perguntas e respostas com um vídeo dizendo “Ei pessoal, obrigada por ficarem comigo no twitter hoje. Eu amei responder todas essas perguntas. Muito, muito bom. Eu queria que eu pudesse digitar mais rápido e pudesse fazer mais vídeos, mas isso foi muito divertido. Eu amo fazer Doom Patrol e estou tão feliz que vocês reagiram tão bem. Eu estou tão agradecida que vocês se tornaram fãs dessa série incrível e linda. Continuem assistindo na HBO Max e DC Universe. O programa só melhora, obrigada pelo amor e suporte”.

Punchline | Tudo o que sabemos sobre a personagem até agora!

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AVISO: O texto a seguir contém spoilers de Batman #93 por James Tynion IV, Guillem March, Javier Fernandez, Tomeu Morey, David Baron e Clayton Cowles, lançado recentemente nos EUA.

Nas páginas da atual HQ do Batman, o Coringa finalmente vai colocar o Homem-Morcego contra a parede. Depois que o Superman revelou sua identidade secreta para o mundo, o Príncipe Palhaço do Crime foi inspirado a fazer a única coisa que nunca fez antes: levar sua batalha com o Cavaleiro das Trevas para um próximo nível usando o conhecimento de sua identidade secreta. Iniciando em Batman #85, o Coringa começou um esquema elaborado para derrotar seu inimigo de uma vez por todas. E, para fazer isso, ele precisa da ajuda de uma nova parceira: A Punchline.

Antes de sua estreia em Batman #89, a Punchline foi apresentada pela DC como uma personagem que tem importância e proximidade com o Coringa. Algo que poderia efetivamente torná-la a próxima Harley Quinn. Demorou um pouco para o personagem ter algum tempo nas páginas da série. Depois de algumas aparições especiais, a nova namorada assassina do Coringa fez um assassinato (literal) quando se juntou oficialmente ao Universo DC para ajudar o Coringa a iniciar uma guerra devastadora contra o Batman.

Agora, antes do início do próximo evento “Guerra do Coringa”, aqui está tudo o que sabemos sobre Punchline até agora.

ORIGEM

A origem da Punchline foi revelada na edição comemorativa de 80 anos do Coringa. O conto “O Que Vem no Fim de uma Piada”, de James Tynion IV e Mikel Janin, revelou que o nome verdadeiro de Punchline é Alexis e que ela era uma estudante universitária já obcecada pelo Coringa. Depois de gerar desconfiança e preocupação ao reitor da escola, Alexis resolveu matá-lo através da sua própria mistura de gás de riso do Coringa, usando uma receita que ela recebeu de forma online.

Antes disso, ela aperfeiçoou a receita do gás do Coringa testando-a primeiro em pessoas sem-teto. Depois de matar o reitor, Alexis mostrou que tinha uma compreensão real de quem era o Coringa, e que ela sabia exatamente o que ele representava para a sociedade. Optando por reconhecer o establishment atual como uma piada, ela assumiu a identidade de Punchline, e oficialmente se tornou a nova namorada/sidekick do Coringa.

PUNCHLINE E HARLEY QUINN

Depois de mergulhar de vez na identidade de Punchline, Alexis tornou-se a segunda na ordem de comando para o Coringa e teve sua própria equipe de bandidos mascarados de palhaços realizando ataques enquanto preparavam tudo para a guerra do Príncipe Palhaço do Crime. Punchline e sua equipe de bandidos visitaram um antigo esconderijo no prelúdio para Batman #92. Na história, vimos que Alexis carregava um machado com o objetivo de acabar de vez com a sua antecessora, Harley Quinn. De fato, Punchline acabou assassinando um dos capangas do Coringa que ousou dizer que sentia falta da Harley. A vilã destruiu todos os pertences de Harley que estavam na antiga casa.

Alexis se vê como o futuro do Coringa, e ela odeia Harley Quinn por tentar mudá-lo e transformá-lo em um homem melhor. Em nítido contraste com Harley, Punchline quer que o Coringa seja o seu eu mais cruel. Punchline finalmente conseguiu seu desejo um pouco mais tarde, quando finalmente conheceu Harley na edição ‘Batman #92’ e provou suas habilidades superiores de luta.

Capa de ‘Harley Quinn #75’ por Frank Cho.

Na edição solo da Arlequina, número #75 e última, ambas devem se encontrar mais uma vez e se confrontarem em uma nova e eletrizante batalha.

PUNCHLINE VS ASA NOTURNA

Na prévia de Nightwing # 73 de Dan Jurgens, Ronan Cliquet, Travis Moore e Alan Quah, a jornada de Dick Grayson de volta a Gotham City será impedida pela Punchline. A assassina de sangue frio, de alguma forma, ganhará o controle do Asa Noturna e fará com que ele lute contra aqueles que estão mais próximos dele, incluindo a Batgirl de Barbara Gordon.

O Coringa e a Punchline têm uma vantagem importante à sua disposição, uma vez que conhecem as identidades reais dos principais membros da Bat-família, incluindo Asa Noturna, Batgirl, Capuz Vermelho e Robin (Damian Wayne e Tim Drake). Considerando que Dick está tendo problemas de memória, possivelmente o Coringa e a Punchline o manipulem para acreditar que seus aliados mais próximos são realmente seus inimigos. Uma grande batalha se aproxima. A edição chegará nos EUA no dia 18 de agosto.

A ARMA SECRETA DO CORINGA

Se suas primeiras aparições não provaram muita coisa, Punchline é definitivamente uma arma extremamente perigosa. Já sabemos que ela matou várias pessoas com o uso do gás do Coringa, e ela também é mortal com facas. Punchline já se provou para o Palhaço do Crime, e é por isso que ele confia nela completamente. Na verdade, ele até recorreu a ela para pedir ajuda ao sequestrar Mercy Graves em “Ano do Vilão: Inferno Ascendente“. Além disso, seu envolvimento foi crucial para roubar a fortuna da família Wayne do Batman e da Mulher-Gato em Batman #93.

E se tudo isso não bastasse, ela também mostrou o quanto era uma ameaça quando cortou a garganta da Harley com uma faca, antes de atirar na Mulher-Gato com uma arma. Embora ambas as personagens pareçam propensas a fazer uma recuperação dado o seu envolvimento anunciado em “Guerra do Coringa”, seu encontro com Alexis provou uma verdade: Punchline certamente não está para brincadeira.

Artigo adaptado: [CBR].

Jovens Titãs: Ravena | Uma HQ para conhecer a personagem mais uma vez!

Ravena é uma personagem já bem conhecido do público da DC Comics, ainda mais agora que a série Titãs foi lançada e já teve duas temporadas. Mas para quem está chegando agora, a HQ Ravena é uma ótima porta de entrada para conhecer a história da heroína.

Escrita por Kami Garcia e com desenhos do brasileiro Gabriel Picolo, a história começa com Ravena e sua mãe sofrendo um acidente de carro, onde a protagonista perde a memória e infelizmente perde sua mentora.

Ravena então é acolhida por sua tia e vai recomeçar a vida, tentando lembrar quem é, ao mesmo tempo que coisas estranhas começam a acontecer. Ao decorrer da história, vemos que sua mãe não era a única a saber da origem da personagem, e isso vai afetar todos ao seu redor, dando um final grandioso à HQ.

Assim como na maioria das histórias em que a heroína aparece, seu pai, Trigon, é um dos grandes problemas em sua vida. Mas por não ter memórias, vamos descobrindo junto com ela o que está acontecendo e quem é esse ser que tanto a assombra. Então é interessante ver como a construção nos apresenta novamente a Ravena, tanto para nós como para ela mesma.

A ideia dessa série de HQs é trazer as histórias dos heróis que conhecemos para o mundo real, onde vemos a Ravena indo para a escola, como uma adolescente comum, e não lutando contra super vilões com seus poderes sobrenaturais. E isso fica nítido em todos os aspectos desse quadrinho.

A escolha de não colorir todos os desenhos dá um tom mais sóbrio e melancólico para a história, o que combina com o humor e sentimentos de Ravena, e também aproxima de uma realidade menos heroica, como é proposto. Picolo colocou poucas cores nas páginas, mas o suficiente para chamar atenção ao que o leitor deve prestar atenção.

O objetivo do selo DC Ink é trazer leitores jovens e reapresentar os personagens já tão famosos ao redor do mundo de um jeito mais leve e que possamos nos identificar com eles. Apesar de toda a questão de poderes, e demônios e vilões, em muitos momentos é possível sentir o que a Ravena sente, entender pelo o que ela está passando, são situações que a maioria dos adolescentes viveram e conseguem se ver ali na história. E “Jovens Titãs: Ravena” entrega exatamente o que é proposto desde o início!

A edição já está em pré-venda na Amazon, com lançamento marcado para a próxima semana e você pode adquiri-la através desse link.