O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
A DC Comics enfrenta menos uma saturação de super-heróis e mais a perda do privilégio cultural automático, precisando voltar a criar narrativas que justifiquem atenção num ecossistema onde os jovens escolhem por interesse imediato, não por legado.
Sebastian Stan pode interpretar Harvey Dent, o vilão Duas-Caras, em The Batman Parte II, com relatos apontando o ator como escolha ideal para trazer complexidade emocional ao personagem.
A série do Lanterna Verde na HBO pode ser o divisor de águas que o personagem sempre precisou. Entenda por quê esse é o momento mais importante da história do herói nas telas.
A série Batman de 1966 enfrentou um dos piores testes de audiência da história da ABC, mas transformou seu estilo campy e vibrante em um sucesso cultural que resgatou o personagem e influenciou toda a percepção dos super-heróis na TV.
O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
Batman Cruzado Encapuzado é a segunda temporada da animação antológica que estreou em 2024 acompanhando as aventuras do Homem Morcego em um universo noir.
James Gunn confirmou Senhor Milagre como parte do DCU. O herói será um dos mais poderosos do novo universo e pode introduzir personagens centrais dos Novos Deuses, incluindo Darkseid. A série animada ainda não tem data de lançamento.
Os criadores de Aztec Batman: Clash of Empires comentaram sobre a possibilidade de uma sequência do filme animado, afirmando que existem ideias e espaço narrativo para continuar a história do Batman em um universo alternativo.
A vencedora EGOT, Viola Davis, tem seu retorno confirmado no DCU como a protagonista da série spin-off Waller, que ainda não possui previsão de estreia.
O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
A DC Comics enfrenta menos uma saturação de super-heróis e mais a perda do privilégio cultural automático, precisando voltar a criar narrativas que justifiquem atenção num ecossistema onde os jovens escolhem por interesse imediato, não por legado.
Sebastian Stan pode interpretar Harvey Dent, o vilão Duas-Caras, em The Batman Parte II, com relatos apontando o ator como escolha ideal para trazer complexidade emocional ao personagem.
A série do Lanterna Verde na HBO pode ser o divisor de águas que o personagem sempre precisou. Entenda por quê esse é o momento mais importante da história do herói nas telas.
A série Batman de 1966 enfrentou um dos piores testes de audiência da história da ABC, mas transformou seu estilo campy e vibrante em um sucesso cultural que resgatou o personagem e influenciou toda a percepção dos super-heróis na TV.
O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
Batman Cruzado Encapuzado é a segunda temporada da animação antológica que estreou em 2024 acompanhando as aventuras do Homem Morcego em um universo noir.
James Gunn confirmou Senhor Milagre como parte do DCU. O herói será um dos mais poderosos do novo universo e pode introduzir personagens centrais dos Novos Deuses, incluindo Darkseid. A série animada ainda não tem data de lançamento.
Os criadores de Aztec Batman: Clash of Empires comentaram sobre a possibilidade de uma sequência do filme animado, afirmando que existem ideias e espaço narrativo para continuar a história do Batman em um universo alternativo.
A vencedora EGOT, Viola Davis, tem seu retorno confirmado no DCU como a protagonista da série spin-off Waller, que ainda não possui previsão de estreia.
Uma edição clássica da DC está recebendo uma nova camada de tinta em uma versão luxo. A edição “Who’s Who”, um catálogo enciclopédico da editora de todos os seus personagens, locais, conceitos e artefatos – pelo menos aqueles que foram introduzidos antes ou durante a série original de 1985 a 1993 – será lançado em 2021.
A coleção, com 1.328 páginas, reúne Who’s Who: The Definitive Directory of the DC Universe #1-26 (1985), Who’s Who Update 1987 #1-5 (1987), Who’s Who Update 1988 #1-4 (1988), além do material da Action Comics Annual #2 (1987), Annual #13, Blackhawk Annual #1 (1989), Detective Comics Annual #2 (1988), Dr. Fate Annual #1 (1989), Green Arrow Annual #2, Justice League Annual #3 (1987), Secret Origins Annual #3, Swamp Thing Annual #5, The Flash Annual #3 (1987), Secret Origins Annual #3, Swamp Thing Annual #5, The Flash Annual #3 #3 (série de 1987), The New Titans Annual #5 (1995), The Question Annual #2 (1988) e Wonder Woman Annual #2 (1988).
“A série que os fãs exigiram é relançada finalmente! Who’s Who foi uma série que começou em 1985 e percorreu a década de 1990, catalogando cada personagem, bem ou mal, no Universo DC, de Abel a Zyklon e além, com detalhes abundantes sobre poderes, origens e outras personalidades de cada personagem.”, diz a descrição da coleção. “Ilustrado por uma ampla gama de grandes artistas da Era de Ouro dos quadrinhos até a cena dos quadrinhos indie dos anos 1980, Who’s Who foi uma festa para os olhos, além de ser o guia definitivo para os habitantes do Universo DC.”
“Who’s Who Omnibus Vol. 1” edição estará à venda nos EUA no dia 13 de abril de 2021.
Contando com a presença de Zack Snyder, a programação da convenção digital “Justice Con” foi revelada.
O evento terá painéis virtuais com vários envolvidos no movimento #ReleaseTheSnyderCut, incluindo os atores Ray Fisher (Cyborg), Ray Porter (Darkseid), Deborah Snyder (Produtora), Clay Enos (fotógrafo), Fabian Wagner (diretor de fotografia) e Jay Oliva (artista conceitual).
Confira abaixo a programação:
O evento ocorre nos dias 25 e 26 de julho e contará com a participação da brasileira Nashila Nascimento. “Snyder’s Cut Justice League” será disponibilizado em 2021 no streaming HBO Max.
Um dos personagens mais atraentes de uma das séries de quadrinhos mais incríveis da história está prestes a fazer um retorno inesperado no Universo DC. Rorschach, uma série de quadrinhos de 12 edições dos criadores Tom King e Jorge Fornés será lançada ainda este ano.
Ambientada 35 anos após a conclusão da aclamada série de Alan Moore/Dave Gibbons Watchmen, Rorschach segue uma investigação sobre uma tentativa de assassinato contra o primeiro candidato a se posicionar contra o presidente Robert Redford em décadas – um dos quais estava vestido como Rorschach, apesar de ter morrido em 1985 no final da série original. Confira a prévia:
“Assim como o programa da HBO, Watchmen, e muito parecido também com o Watchmen original de 86, este é um trabalho muito político.”disse King sobre o projeto em um comunicado que acompanha o anúncio. “É um trabalho raivoso. Estamos com tanta raiva, o tempo todo agora. Temos que fazer algo com essa raiva. Chama-se Rorschach não por causa do personagem Rorschach, mas porque o que você vê nesses personagens diz mais sobre si mesmo do que sobre eles.” conclui o autor.
Juntando-se a King (Mister Miracle, Batman) e Fornés (Batman, Demolidor) na série estarão o colorista Dave Stewart e o letrista Clayton Cowles. Jae Lee terá uma capa variante para a primeira edição, que acompanha a capa principal de Fornés.
Rorschach #1 será lançado digitalmente e nas lojas de quadrinhos no dia 13 de outubro.
O filme “Mulher-Maravilha 1984” em breve chegará aos cinemas. A Warner Bros. ao que parece que vai manter a data atual de lançamento para o dia 1º de outubro de 2020, devido à crise do COVID-19. Pensando nisso, a DC está lançando uma nova história em quadrinhos, com lançamento previsto para setembro com exclusividade de venda na rede Walmart dos EUA.
“Mulher-Maravilha 1984 #1” de 32 páginas servirá como um prelúdio para a sequência da diretora Patty Jenkins, que sai do universo de ação da Primeira Guerra Mundial e encara a era Reagan, ou como a DC chama de dias totalmente radicais com cores neon, aquecedores de pernas, gravadores portáteis e muitas pessoas passeando no shopping.
A edição é descrita como uma ligação direta para o filme, co-escrita por sua produtora Anna Obropta e pela veterana dos quadrinhos Louise Simonson. A HQ conta com a arte de Bret Blevins. Confira a prévia abaixo:
Sinopse:
“Quando uma tentativa fracassada de roubo causa uma situação com reféns no Museu Smithsonian de História Natural, Diana Prince é forçada a deixar seu grupo de turismo adolescente para trás para que a Mulher-Maravilha possa salvar o dia! Mas será que ela será capaz de trazer 10 atiradores à justiça e voltar para seu grupo de turnê a tempo?”
Uma segunda história será um flashback dos anos 80, do escritor Steve Pugh e da artista Marguerite Sauvage. Confira abaixo a sinopse:
“Nos anos 80, a ganância é boa, especialmente se você tem tudo! Um gênio imprudente fez o último movimento de poder roubando o Laço da Verdade da Mulher-Maravilha, e cabe a Diana e Steve Trevor recuperá-lo antes que o pior aconteça!”
“Mulher-Maravilha 1984 #1” terá uma capa do artista das mensais da heroína, Nicola Scott. A edição única estará à venda pela primeira vez na Walmart dos EUA no domingo, 20 de setembro e, em seguida, estará disponível nas plataformas digitais e lojas de quadrinhos do mercado direto na terça-feira, 29 de setembro.
A edição não possui previsão de ser lançada no Brasil até o momento.
Mais um dia de Webmostra DCnauta! Seguindo com a mostra de fãs da DC, onde aqui no Terraverso vocês são os protagonistas! Lembrando que participam todos aqueles que se inscreveram dentro do prazo e nos enviaram os materiais, conforme as regras. Vamos mostrar o trabalho de vocês que diariamente nos acompanham e que usam do seu talento para compartilhar conosco a paixão em torno dos personagens DC Comics. Hoje, mais algumas fan-arts incríveis! Confira abaixo:
O Coringa de Joaquin Phoenix, o Duas-Caras e as Aves de Rapian de Jr.Parker / Antônio Arnaldo Borges Rodrigues Junior (Instagram e Twitter):
A Arlequina de Pedro Sperandio Almeida (Instagram e Twitter).
O beijo de Harley e Ivy na série animada e a Mulher-Gavião da Ana Carolina Correia Costa (Twitter)
A Arlequina, Mulher-Maravilha, Batman, Ravena, Mera e Aquaman de Jessé Adriano de Oliveira Pires (Twitter e Instagram).
A Barda, Hera Venenosa e Coringa do Edu. (Twitter)
O Coringa de Yasmim de Oliveira (Twitter e Instagram).
E na próxima terça-feira, mais produções de fãs aqui no Terraverso! Perdeu algum dia da mostra? Clique nos links abaixo e confira:
Watchmen, da HBO, apresentou a ideia de que “máscaras são cruéis”. No campi universitário, muitas pessoas, tanto estudantes quanto não-estudantes, têm tomado máscaras virtuais para fazer declarações e tomar ações que não seriam aceitáveis se feitas em público. Bombardeios de zoom, doxing e ameaças anônimas causaram muito desânimo, particularmente à medida que se movem para o aprendizado remoto devido ao COVID-19. Venha ouvir o que os educadores têm a dizer sobre o poder das máscaras e como Watchmen e outros quadrinhos nos mostram um caminho para o heroísmo ou a vilania. Dr. Kalenda Eaton (Universidade de Oklahoma), Dr. David Surratt (Universidade de Oklahoma), Hailey Lopez (UC Berkeley), Robert Hypes (Phoenix Creative Collective) e Alfred Day (UC Berkeley).
Phil LaMarr (ator), Dan Fraga (artista), Sara Katz-Scher (@thatprincessgirl), Rene Amador (ARwall) e Gert Van (Marvel, DC e Everything Nerdy Facebook), moderado por Kevin Winston (Digital LA), compartilham como se adaptaram à pandemia e se envolvem com os fãs virtualmente para falar sobre tudo relacionado a super-heróis, Disney, Marvel, DC, animação e muito mais. Os palestrantes discutem ferramentas digitais para se conectar, incluindo: Zoom, YouTube e outros painéis livestream; Chats ao vivo do Instagram, entrevistas e vídeos ao vivo; campanhas de crowdfunding; realidade aumentada, grupos e comunidades do Facebook e autógrafos virtuais. Os palestrantes também anunciam projetos e lançamentos virtuais futuros, neste painel informativo e inspirador!
Quando a maioria das pessoas ouve o nome “Batgirl”, a primeira personagem a vir à mente é Barbara Gordon, filha do Comissário Gordon. Aparecendo pela primeira vez em 1967, ela tem sido um pilar cômico, primeiro como Batgirl e depois como Oráculo. Mas como é tradição na Bat-família, quando as coisas acontecem, o capuz pode ser passado de herói para herói. De Stephanie Brown a Cassandra Cain, cada uma tendo uma visão muito diferente sobre o papel da personagem. Junte-se a Cecil Castellucci (Batgirl -Barbara Gordon), Sarah Kuhn (Batgirl -Cassandra Cain), Bryan Q. Miller (Batgirl -Stephanie Brown), Nancy Kiu (Batwoman -Kate Kane), Marieke Nijkamp (Oracle -Barbara Gordon) e Dr. Andrea Letamendi (The Arkham Sessions) que trouxeram essas diferentes versões icônicas de Batgirl à vida em uma celebração do que as torna diferentes e o que as torna a Batgirl.
Jimmy Palmiotti (escritor de Painkiller Jane, Jonah Hex, Harley Quinn) e Amanda Conner (artista em Vampirella, Harley Quinn, Power Girl) conversam com Londyn Jackson (historiadora, criadora de histórias do Batman) sobre sua empresa, a PaperFilms, reinventando Harley Quinn para a DC Comics apresentando a uma nova geração de fãs, seus projetos inovadores e a importância dos fãs apoiarem tanto as histórias em quadrinhos corporativas quanto independentes.
Seja o último confronto do Batman com o Coringa, a Mulher-Maravilha assumindo novas aventuras, ou o Homem de Aço enfrentando as ameaças de Metropolis e do outro lado do cosmos, a DC é o lugar para os melhores contadores de histórias emprestando seus talentos para os Maiores Super Heróis do Mundo! Não perca sua chance de ouvir em primeira mão essas lendas dos quadrinhos, pois elas lhe apresentarão novidades sobre o que está reservado para Batman, Superman, Mulher-Maravilha e outros heróis e vilões da DC! Atrações já confirmadas: Vita Ayala, Morgan Beem, Brian Michael Bendis, Kelly Sue DeConnick, Grace Ellis, Mitch Gerads, Clayton Henry, Mikel Janin, Tom King, Jim Lee, Ryan Sook, Maggie Stiefvater, Mariko Tamaki, Tom Taylor, Ram V, e Brittney Williams.
Uma painel da HBO Max sobre animações adultas e sem nenhuma descrição está marcado para a Comic-Con At Home. Novidades de produções da DC podem ser reveladas.
O “Oscar” da indústria de quadrinhos homenageia criadores de quadrinhos e seus trabalhos em 32 categorias, incluindo o Will Eisner Hall of Fame. Apresentado por Phil LaMarr, o ator/dublador/comediante conhecido por papéis em séries animadas como Lanterna Verde/John Stewart e Ed Reiss em Liga da Justiça e Liga da JustiçaSem Limites. Confira as indicações da DC –clicando aqui-.
Não deixe de aparecer neste painel para ouvir dos criadores da DC sobre seus últimos trabalhos. O talento criativo por trás de alguns dos personagens mais populares da DC estará à disposição para dar detalhes dos bastidores sobre suas histórias e como eles colocam suas próprias vozes únicas para os heróis e vilões que os fãs da DC passaram a conhecer e amar (e odiar)! Criativos da DC que estarão presentes: Greg Capullo, Cecil Castellucci, Katana Collins, Kami Garcia, Jorge Jimenez, Daniel Warren Johnson, Dan Jurgens, Jim Lee, Sean Gordon Murphy, Bruno Redondo, Scott Snyder, James Tynion IV e Brad Walker.
O escritor por trás de adaptações icônicas de filmes e TV, incluindo Blade, Batman Begins, Constantine (TV), e Man of Steel,David S. Goyer, discute seu processo de escrita criativa e o que foi preciso para trazer personagens e contos das páginas para as telas. Moderado pelo editor da Revista Backstory,Jeff Goldsmith.
Keanu Reeves, o diretor Francis Lawrence e o produtor Akiva Goldsman se reúnem para refletir sobre a realização da adaptação da DC Comics em 2005. Moderado pelo editor-chefe do Collider, Steven Weintraub.
Nascido na mesma primavera em que o Batman estreou, Dennis O’Neil levaria Batman de volta às suas raízes mais sombrias e teceria a humanidade e a consciência social nas aventuras do Lanterna Verde, Arqueiro Verde, Homem de Ferro e muito mais. Este lendário escritor e editor de quadrinhos colaborou e guiou inúmeros outros como mentor, herói e amigo. Dr. Travis Langley (Batman e Psicologia; A Psicologia do Coringa) modera uma super equipe que se uniram para compartilhar lembranças, lições aprendidas, e apreço sem fim por Denny. Presentes no painel: Jo Duffy ( Power Man e Punhode Ferro),Danny Fingeroth (A Marvelous Life: The Amazing Story of Stan Lee), Mike Gold (ArroganteMGMS), Larry Hama (Dark Horse), Joe Illidge (Heavy Metal), Charles Kochman (Abrams ComicArts), Paul Levitz (ex-editor, DC Comics) e Michael Uslan (produtor executivo, Batman/The Dark Knight).
A lenda da Comic-Con, Mark Evanier (assistente de Jack Kirby e autor de Jack Kirby: King of Comics) e John Morrow (TwoMorrows Publishing) de Jack Kirby Collector, se juntam a Tom Kraft e Rand Hoppe do Museu Jack Kirby para uma discussão que fornecerá uma introdução ao universo de Jack Kirby, o criador dos Novos Deuses na DC; o homem, sua obra e sua influência nos quadrinhos e na cultura em geral.
A Comic-Con At Home reserva ainda inúmeras atrações e debates relacionados ao universo dos quadrinhos e cultura pop. Você pode conferir a programação completa – clicando aqui. –
A segunda temporada de “Patrulha do Destino” está atualmente em exibição nos streamings DC Universe e HBO Max. A temporada ao todo tem nove episódios, mas possivelmente poderia ter tido mais se não fosse pela pandemia da Covid-19.
“Estava basicamente tudo acabado.”, disse Abigail Shapiro, que interpreta Dorothy Spinner, ao Insider sobre as filmagens da segunda temporada. “Haveria mais um episódio e só tínhamos algumas cenas, mas nunca terminamos esse episódio.”
“Então, eu não sei se esse episódio vai ao ar ou algo assim.”, acrescentou Shapiro. “Eu não sei muito sobre o que está acontecendo.” concluiu a atriz.
Um representante da WB TV não retornou o pedido do veículo americano para comentar sobre um possível 10º episódio da segunda temporada.
Shapiro se juntou ao programa agora, na segunda temporada interpretando a Dorothy, uma garota poderosa que parece ter apenas 11 anos, mas na verdade tem mais de um século de idade e possui a capacidade de destruir o mundo.
A segunda temporada estreia na HBO Brasil no dia 4 de setembro.
O diretor David Ayer, responsável pelo longa focado no EsquadrãoSuicida (2016), recentemente confirmou a proposta de que a Arlequina (Margot Robbie) e o Pistoleiro (Will Smith) desenvolveram uma forte conexão durante o filme.
Pistoleiro e Arlequina/ Esquadrão Suicida
Assim como ocorreu com “Liga da Justiça”, a versão de Ayer sofreu diversos cortes e não chegou às telonas. O diretor falou um pouco sobre seus planos originais e recentemente, confirmou, por meio de seu Twitter o conceito de que haveria um triângulo amoroso em seu filme, formado pela Arlequina, o Pistoleiro e o Coringa.
A teoria sugere que os personagens iniciaram um romance momentos antes do Coringa atacar o Esquadrão Suicida. David Ayer respondeu a um fã com um simples emoji, mas aparentemente isso foi o suficiente para confirmar a história. Este relacionamento corrige algumas pontas soltas também ajuda a explicar o porquê da Arlequina ter se separado do Coringa, interpretado por Jared Leto.
Arlequina e Coringa/ Esquadrão Suicida
Um novo longa focado na equipe tem previsão se estreia para 2021 e será dirigido por James Gunn.
A animação “Exterminador: Cavaleiros e Dragões”, dirigida por Sung Jin Ahn, ganhará uma versão em longa animado. Originalmente ela foi planejada para ser lançada em 12 episódios pelo streaming CW Seed, porém, o serviço não havia lançado a temporada de forma completa e agora, toda a produção foi compilada em um formato único. Confira o trailer dublado abaixo:
A dublagem da animação sofreu alteração devido a pandemia da Covid-19. O estúdio se pronunciou em uma nota nos comentários do vídeo.
“Pessoal, ficamos muito felizes em ter a opinião dos fãs da DC por aqui! Olha, a mudança de dublagem não foi uma decisão fácil. A gente sabe o quanto os fãs brasileiros amam nossos dubladores clássicos, mas com o cenário atual, muitas questões surgiram e ajustes foram necessárias para garantir a segurança e saúde todos os envolvidos. Sentimos muito por todos que não curtiram e esperamos que vocês ainda deem uma chance pra esse novo time de dubladores.” disse a Warner.
Guilherme Briggs, dublador de longa data das produções da DC, comentou o posicionamento do estúdio na sua rede social e alguns fãs apoiaram o dublador e comentaram sobre a dublagem:
Sinceramente, me sinto ofendido com a qualidade porca dessas novas dublagens, uma decisão completamente incompreensível por parte da Warner. Ainda não assisti Apokolips War dublado, e se a situação continuar em mais animações, nós, os fãs, vamos ter que fazer algo a respeito.
Se isso continuar vou larga conteúdo de animação da Dc dublado não é o primeiro caso dessa falta de respeito da WB com todo mundo começou em Scooby Doo Mysterios S.A no meio da S02 trocaram tudo, a dublagem de LJ Sombria ficou de péssima qualidade
Essa justificativa da DC não faz sentido, todos os dubladores clássicos como você, tem experiência suficiente pra contornar as dificuldades do atual momento.
“O mercenário e matador Slade Wilson tem duas vidas: uma como o assassino implacável conhecido como Exterminador e outra como um homem de família dedicado. Quando esses mundos colidem, forçando-o a se unir ao cruel grupo terrorista conhecido como HIVE, é o assassino em Slade que deve lutar para salvar seus entes queridos, bem como o que resta de si. Com sua alma dilacerada e seu jovem filho preso, Exterminador terá que sobreviver aos pecados do seu passado para alimentar as batalhas do seu futuro!”
O formato em longa-metragem da animação será lançado pela Warner Bros. Home Entertainment, em formato digital, DVD e Blu-Ray no verão dos EUA.
A Liga da Justiça Sombria é uma equipe que reúne os personagens do universo DC ligados intrinsecamente a magia e o mistério e, dentre seus membros, o Monstro do Pântano é um dos personagens que podem exemplificar de forma categórica este termo além do elemento clássico do terror.
O herói representa o avatar da natureza e a sua revolta diante de toda a destruição que a humanidade causou ao verde ao longo de sua existência. O personagem possui características de um próprio conto de terror, mas com um significado mais profundo, um ser que questiona a sua própria existência em um conflito entre o que ele era como ser humano, um cientista brilhante, e o que se tornou como uma criatura formada da própria natureza.
O Monstro do Pântano foi criado por Len Wein e Bernie Wrightson tendo sua primeira aparição em House of Secrets #92 lançada em julho de 1971. A HQ começou a ser publicada na década de 50 e tinha como proposta ser uma reunião de contos de fantasia, mistério e terror escrita por diversos artistas e roteiristas. A edição traz os contos Snipe Hunt e Trick or Treat escritas por Gerry Conway, After I Die! de Jack Kirby e Mark Evanier , It’s Better to Give de Mary Skrenes e Swamp Thing onde o personagem principal dava o nome ao título da história.
Diferente do que conhecemos atualmente, a história foi um conto de terror ambientada na Louisiana no início do século XX. Narrando os acontecimentos que levaram o jovem talentoso Alex Olsen, um cientista com um futuro promissor vítima de um assassinato tramado por seu assistente, Damian Ridge que, sabotando seus equipamentos, causou uma explosão que matou o cientista e, por fim, acaba escondendo seu corpo em um pântano.
O assassino então casou-se com Linda, viúva de Alex, e quando estava em vias de planejar o assassinato de sua esposa é surpreendido por uma criatura que surgiu matando-o antes que pudesse concretizar seus planos. Linda foge em desespero sem saber que o seu salvador foi Alex, agora uma monstruosidade criada a partir dos produtos químicos da explosão causadora de sua morte, se tornando a criatura solitária conhecida como Monstro do Pântano.
Uma marca interessante a respeito do personagem é que diversos roteiristas que futuramente ganhariam uma visibilidade muito maior na DC começaram sua trajetória trabalhando com o Monstro do Pântano. Ao todo foram lançadas três séries do avatar da natureza e mais uma outra série lançada no período do reboot ‘Os Novos 52’.
A primeira série
A primeira publicação do Monstro do Pântano foi um run escrito pelo próprio Len Wein e posteriormente passou para as mãos de David Michelinie e Gerry Conway, que finalizaram com o total de 24 edições lançadas entre os anos de 1972 e 1976. Wein foi responsável pelas 13 primeiras edições enquanto Micheline e Conway pelas restantes.
Neste período surgem dois personagens que serão importantes na história do avatar da natureza, Anton e Abigail Arcane, o primeiro por ser o maior vilão do Monstro do Pântano e Abby o seu interesse amoroso. Anton é um cientista louco que procura a vida eterna e acredita que o segredo para o seu objetivo reside na essência daquele que um dia foi Alec Holland. Ele apareceu diversas vezes ao longo desta fase em diferentes formas a medida que morria e retornava, sua aparência variava desde um velho até uma aranha gigante.
Abigail Arcane inicialmente não tem nenhuma ligação com Alec Holland e a sua transformação na criatura que aterroriza o pântano. Ela é esposa do agente do governo Mathew Cable, que investigava o desaparecimento do cientista. O personagem foi morto neste período mas ressurgiu na forma de um corvo no universo de Sandman de Neil Gaiman. Nesta primeira fase, Abigail é casada com Mathew mas possui uma grande empatia tanto por Alec Holland quanto pelo Monstro que se tornou, ajudando-o da melhor forma possível a sobreviver.
A segunda série
Esta segunda fase é a que o personagem mais se desenvolve e muitos conceitos que foram criados neste período estruturaram a origem do Monstro do Pântano para publicações posteriores, além de marcar a chegada do que talvez seja o melhor amigo de Alec Holland (ou não) no universo mágico da DC, John Constatine, o Hellblazer.
Apesar de ser a fase de maior desenvolvimento criativo do personagem as coisas não começaram muito bem. Esta segunda fase do herói iria começar no ano de 1978, durante o evento DC Explosion, o maior fracasso editorial da DC na época causando um cancelamento em massa de mais de 24 títulos e lembrado na história como o DC Implosion. O lançamento acabou ocorrendo em maio de 1982, aproveitando o lançamento do primeiro longa do personagem dirigido por Wes Craven e sendo escrito por Martin Pasko e Dan Mishkin, não alcançado o sucesso que se esperava do lançamento. O período também marca a chegada do personagem ao selo Vertigo, permanecendo por muitos anos até ser trazido novamente ao universo recorrente da DC.
Após a saída de Pasko, o roteirista Alan Moore, até aquele período seu trabalho mais conhecido era nas revistas 2000 A.D. assume o personagem realizando mudanças conceituais que são referência até os dias atuais. Este novo conceito entorno do Monstro do Pântano conecta a origem do personagem com a sua primeira versão que surgiu em House of Secrets, determinando que tanto Alec Holland quanto Alex Olsen fazem parte de uma longa linhagem de homens que foram escolhidos para se tornarem o Monstro do Pântano, um avatar da natureza escolhido pelo Parlamento das Flores para proteger toda vida vegetal na Terra.
Neste período, além de Moore, assumiram também a revista Rick Veitch, Doug Wheeler, a escritora de terror Nancy A. Collins, Grant Morrison e Mark Millar, encerrando a série. Outro momento marcante da segunda série do Monstro do Pântano é primeira aparição de John Constantine, o Hellblazer, que futuramente seria um personagem marcante na história do universo DC além de colega de equipe do próprio Monstro do Pântano na Liga da Justiça Sombria, e um grande amigo, apesar da ambiguidade da relação entre os dois.
A terceira série
A terceira fase lançada em 2001 escrita por Brian K. Vaughan foi marcada por uma grande rejeição dos leitores por colocar o Monstro do Pântano como um personagem secundário dentro da própria revista que é protagonizada por Tefé Holland, filha de Alec e Abby, concebida através de Constantine ao ser possuído pelo Monstro do Pântano. Com uma protagonista diferente nesta fase de histórias, a maior situação problema desta fase gira em torno de Tefé não ter controle sobre os seus poderes que são uma combinação da energia elemental tanto da vida vegetal. quanto da manipulação da carne. graças ao sangue demoníaco de Constantine. O final desta fase é marcado por Tefé comendo o fruto da árvore do conhecimento que é vista na bíblia.
Os Novos 52
Com a chegada do reboot em 2011 chamado Os Novos 52 o avatar da natureza retorna a lista de mensais da DC sendo escrita por Scott Snyder, atualmente o roteirista trabalha no evento Noites de Trevas: Death Metal, e sua origem não foi recontada mas o personagem foi renascido na nova realidade do universo DC.
Nesta fase, Alec Holland renasce após os eventos de “O Dia Mais Claro”, com vagas lembranças a respeito de uma criatura que acreditava ser o cientista. Após ser visitado por alguns heróis, Holland é encontrado por um de seus antecessores relembrando o seu passado e a necessidade de retomar ao seu lugar como o Monstro, porém, ele renega o chamado até ser encontrado por Abby Arcane que pede ajuda para salvar ser irmão William de se tornar o avatar da decadência ou o podre, um elemento ligado diretamente a tudo que esta morto e que já foi utilizado por Anton Arcane.
Durante a jornada, eles se apaixonam e, após o sequestro de Abigail e a quase destruição do Parlamento das Flores, Holland decide retornar ao verde se tornando novamente o Monstro do Pântano. Após o run de Scott Snyder, Charles Soule assume a mensal tendo como o grande inimigo em suas história Jason Woodrow conhecido como The Seeder.
Minissérie 2016
O último título solo do personagem foi escrito por Len Wein e volta a contar uma história do monstro que ele mesmo criou. A minissérie de 6 edições também conta com a arte de Kelley Jones, fazendo parte da iniciativa DC You e apresentando a participação de alguns membros da Liga da Justiça Sombria.
A história envolve uma ameaça ao próprio Monstro do Pântano, que é atacado por forças que utilizam-se de magia negra. A história apesar de relativamente curta conta com a presença de Zatanna, Desafiador, Vingador Fantasma, Constantine e o Espectro e até o momento não foi lançada no Brasil.
Personalidade
O elemento mais atraente do Monstro do Pântano gira em torno das questões da sua própria existência. Em todas as suas reencarnações, aquele que se torna o avatar da natureza sempre questiona se o que existe é o humano que um dia foi ou algo completamente diferente. Alec Holland também vive esta ambivalência em relação a compreensão da sua auto-percepção.
Após as mudanças realizadas por Alan Moore, esta luta interna do herói se torna bem mais nítida do que foi vista na primeira aparição do personagem na encarnação de Alex Olsen, agora passada a encarnação de Alec Holland que inicialmente se mostra muito confuso em relação ao que aconteceu após a sua morte.
A transferência da consciência do homem para o avatar pode ser discutida dentro da definição do que realmente significa existir, afinal, Alec Holland existe por ser um humano biologicamente ou por sua consciência, ou qualquer que seja a definição de alma, ser transportada para uma formação vegetal capaz de reproduzir suas lembranças, sonhos, emoções, medos e sua visão de mundo que foi construída enquanto carne e osso? Ele é apenas Alec Holland ou o próprio homem e algo a mais? O próprio personagem reflete isso em suas histórias quando procura entender o que aconteceu e, se refletirmos de acordo com a frase de René Descartes “Cogito ergo sum“, assim que ele realiza o exercício da sua razão, ele existe.
Talvez a maior prova da sua existência seja os sentimentos que Abigail Arcane tem pela criatura. Abby não enxerga o Monstro do Pântano apenas como um ser vegetal humanoide que em algum momento salvou a sua vida, mas consegue ver a existência em conflito por detrás da criatura, conseguindo nutrir grande afeto e ignorando qualquer questão biológica. Arcane não o ama apenas por ter sido um homem, mas pela beleza da sua própria existência tanto como Alec Holland quanto como o Monstro do Pântano.
Outras mídias
Ao todo foram produzidos dois filmes de TV, dois seriados e uma série animada do Monstro do Pântano, além de aparições esporádicas em longas animados.
Filmes
O primeiro longa metragem adaptando o avatar da natureza foi no ano de 1982 e foi dirigido por Wes Craven. O diretor é conhecido pelos filmes da franquia ‘A Hora do Pesadelo’ e tenta trazer uma atmosfera mais assustadora para o longa dentro das limitações tecnológicas e um orçamento bem modesto. O filme foi estrelado por Ray Wise como Alec Holland e Dick Durock como o Monstro do Pântano, Anton Arcane foi interpretado por Louis Jourdan e Adrienne Barbeau deu vida a Alice Cable. Neste primeiro filme não foi utilizada Abigail Arcane, o longa recebeu críticas positivas sendo uma das razões que impulsionaram a DC a lançar uma nova publicação da HQ do personagem.
Apesar do sucesso do primeiro filme, sua continuação só ocorreu sete anos mais tarde em 1989. Intitulado “A Volta do Monstro do Pântano” o filme não teve o mesmo sucesso do anterior e houveram mudanças tanto na direção quanto no elenco que teve a participação da atriz Heather Lockelear como Abigail Arcane. A mudança no tom em relação ao seu antecessor é uma das grandes diferenças que ficaram evidentes de um filme para o outro.
Após o lançamento do serviço de streaming DC Universe, foi anunciado uma série do Monstro do Pântano produzida pelo diretor James Wan que havia dirigido um filme de outro personagem da DC, o Aquaman. A série foi lançada em maio de 2019 e o elenco contava com Andy Bean como Alec Holland e Derek Mears como o Monstro do Pântano e Crystal Reed interpretou Abby Arcane.
Apesar da série ser muito elogiada pela crítica, a produção foi cancelada antes do lançamento da sua primeira temporada por problemas de orçamento. O clima de terror em torno da misteriosa morte de Alec Holland trouxe a mesma sensação que se tinha ao ler os quadrinhos, principalmente nas suas primeiras fases, e o relacionamento entre a criatura do pântano e Abby Arcane tinham um prognóstico promissor. Realizamos uma análise desta temporada e você pode conferir –clicando aqui-
Nas animações, o personagem aparece em duas histórias do universo de filmes animados da DC, que iniciou em Flashpoint sendo a sua primeira aparição em ‘Liga da Justiça Sombria’ de 2017 e ‘Liga da Justiça Sombria: Guerra de Apokolips’. Em ambas as animações as participações do Monstro do Pântano são pequenas e sempre com John Constatine, mas em ambos os casos é demonstrada toda a força do avatar da natureza.
Não importa qual seja a mídia, o Monstro do Pântano sempre será um personagem interessante, seja como um conto de terror ou como as histórias do guerreiro que representa a luta da mãe natureza para manter a sua sobrevivência. Sempre que o verde estiver em perigo, a criatura que um dia foi Alec Holland irá se erguer das águas escuras dos pântanos da Lousiana para defende-lo.