Início Site Página 105

    [Artigo] Coringa 2 | Esse filme deveria existir?

    0

    Sequências de filmes atualmente são praticamente um requisito em Hollywood, mas não é algo relativamente novo.

    Foi com O Poderoso Chefão Parte 2 (Francis Ford Coppola) que Hollywood percebeu a fortuna que estava nas suas mãos. Com o passar do tempo, os estúdios faturaram milhões em bilheterias em sequências – nem sempre necessárias. Praticamente, todo blockbuster possui uma sequência, se não logo em seguida, anos depois. Coringa (Todd Phillips) foi para a Warner um diamante surgindo do nada. O maior vilão do universo pop que até então, não havia sido tão explorado sem o Batman, num filme +18 sem um universo compartilhado e com uma visão crua, realista e até mesmo inovadora. Conseguir lucro nas bilheterias seria uma vitória, ter conseguido mais de 1 bilhão de dólares foi com certeza um sucesso.

    E com um sucesso desse em mãos, um estúdio como a Warner dificilmente deixaria passar em branco uma sequência. Na época do lançamento de Coringa, Todd Phillips deu a entender que tudo seria uma possibilidade distante. “Um filme não faz US$1 bilhão na bilheteria e você não conversa sobre uma sequência”, disse o diretor na época. Agora, segundo o THR, Todd Phillips está escrevendo uma sequência do primeiro filme. Por enquanto, a informação não é oficial, visto que a Warner não confirmou, mas também não desmentiu e provavelmente, diante do sucesso da primeira película, podemos dar como certeza um segundo filme.

    Quando entrevistado pelo podcast da IGN UK, Todd confirmou que o estúdio sempre incentivou um segundo filme ou sequências (sim, no plural), “mesmo antes da estreia” e sem o número de bilheteria e as premiações que o filme arrebatou.

    “Joaquin e eu falamos sobre isso lá atrás, quando ainda estávamos filmando o longa”, menciona o diretor. “E, claro, o estúdio também “já tinha falado com a gente sobre isso. Mas honestamente, nunca fomos nem um pouco além disso. Nem mesmo a Warner Bros. Acho que estão nos dando tempo, e caso a gente pense em alguma coisa, e caso o Joaquin esteja disposto, aí então faríamos. Mas nem chegamos perto disso”, relata Phillips.

    Então, um segundo filme seria mesmo necessário?

    Do ponto de vista pragmático de um estúdio que naturalmente está interessado no lucro, uma sequência do filme seria algo óbvio. Agora, com a HBO Max, a produção seria um grande acréscimo, isso num mundo onde pessoas podem escolher não ir para os cinemas e assistir a filmes que chegarão cada vez mais rápido no streaming. O fato de Todd Phillips já ter pensando numa sequência e o mesmo não ter descartado, indica que uma ideia já está estabelecida e isso é bem vindo, já que o primeiro filme veio da mente do diretor. Anula também uma pressão do estúdio para fazer um filme que o diretor não quer, o que causaria um grande desconforto e provavelmente seria um desastre.

    Um outro ponto positivo, é que ao que tudo indica, Joaquin Phoenix tem interesse em atuar numa sequência, desde que o Todd Phillips esteja liderando o projeto.

    “Na segunda ou na terceira semana de filmagens, eu estava pensando, ‘Todd, você pode começar a trabalhar numa sequência? Há muito a ser explorado’”. disse o ator.

    Joaquin Phoenix como sabemos, é um ator que busca papéis originais em filmes bastante ousados. O fato dele ter interesse numa sequência indica que a ideia para um novo filme é muito boa e continuaria a nos surpreender. Mas e os pontos negativos? Basicamente, a Warner ser a Warner. Com um histórico de interferir abruptamente em alguns projetos da DC, o estúdio pode transformar Coringa 2 em algo que ele não deve ser. Coringa não é um filme de ação. Muitos críticos disseram que Coringa não parecia ser um filme de quadrinhos, mas essa opinião é muito supérflua.

    Nos acostumamos nos cinemas a ver apenas um estilo de filmes baseado em quadrinhos. Filmes rasos, com inúmeros efeitos especiais, temas bastante repetitivos e só. O grande problema é que quadrinhos não são só isso. Quadrinhos é uma mídia que engloba bastante histórias. Coringa é um drama tal qual já observamos em algumas HQ’s, embora, nunca com tanta profundidade. Um crime seria transformar uma sequência em um filme com mais “ação”, talvez forçando um Batman ou um excesso de personagens para agradar mais fãs.

    Boa parte do sucesso da película inicial é que o diretor teve a liberdade para trabalhar com o personagem da forma que quisesse. Não houve uma pressão para um roteiro raso com mil e umas piadas ou inúmeras telas verdes, para impedir que adolescentes peguem seus celulares enquanto assistem o filme. Se a produção se permitir ser uma análise de personagem como foi o primeiro, poderemos ver de novo uma perfeição.

    Em resumo, se a essência do primeiro for mantida, dificilmente poderemos questionar Coringa 2 como desnecessário.

    My Adventures with Superman | Executivo da Warner afirma que a atuação de Christopher Reeve inspirou a nova série animada

    0

    A atuação de Christopher Reeve como o Homem de Aço em quatro filmes do herói inspirou a visão da comédia romântica sobre a vida de Clark Kent na série de animada My Adventures With Superman , afirma um executivo da WarnerMedia.

    Tom Ascheim, presidente do departamento da Warner Bros. para crianças e jovens, observou em sua palestra no TV Kids Summer Festival que houve “muitas versões do Superman ao longo dos anos”, e a Warner acrescentou mais delas ao longo da história. A série animada My Adventures with Superman , no entanto, se concentra em Clark Kent e nos seus melhores amigos Lois Lane e Jimmy Olsen em um estágio particular de suas vidas, disse o executivo.

     “Ela é meio que inspirada no filme das histórias de Christopher Reeve, então é uma espécie de comédia romântica de Lois, Clark e Jimmy. Eles são apenas recém-formados e estão no Planeta Diário. Estão passando pelas coisas da vida que você passa quando tem 20 anos. Mas há muito mais – é um romance, você sabe, além de ser uma história de super-heróis. Em nossa versão, Clark é novo com seus poderes, então também é uma história de amadurecimento para todos eles. Essa animação teve uma aceitação maior com as meninas do que qualquer animação que fizemos em muito tempo.” disse ele.

    Reeve, faleceu em 2004 e estrelou como o personagem-título em “Superman” de 1978 e mais três sequências. Ele também esteve na série Smallville como o Dr. Virgil Swann, um mentor do jovem Clark Kent. A data de lançamento de My Adventures With Superman ainda não foi anunciada, mas a série recebeu um pedido de duas temporadas completas na HBO Max e Cartoon Network.

    Via: [CBR].

    Liga da Justiça | Jason Momoa afirma que não participou de gravações adicionais para o Snyder Cut

    0

    Jason Momoa esteve na última quinta-feira no The Tonight Show do apresentador Jimmy Fallon, e falou um pouco sobre a edição de quatro horas de Liga da Justiça de Zack Snyder.

    O ator que interpreta o Aquaman diz que surpreende os fãs quando confirma que não fez nenhuma gravação adicional para a obra lançada neste ano pela HBO Max. Lembrando que ouve algumas novas filmagens para outros membros do elenco, incluindo a inclusão do Coringa de Jared Leto.

    O legal dessa peça de quatro horas é que eu não precisei gravar novamente nada. Tudo isso já estava lá. É engraçado quando as pessoas vêm até mim e dizem: ‘Eu amei isso! Foi tão detalhado e muito explicado’. E eu digo: ‘Sim, é isso que pretendíamos fazer’. Eu amo o Zack e [o filme inteiro] é meio que eu me inscrevi há oito anos; para ter sua visão.

    O ator vai reprisar seu papel no próximo filme solo do herói. James Wan, o diretor do longa, revelou o título da sequência em sua conta do Instagram: “Aquaman e o Reino Perdido” (tradução livre). Amber Heard e Patrick Wilson devem retornar na continuação, reprisando respectivamente os papeis de Mera e Orm.

    Aquaman and the Lost Kingdom tem data de lançamento prevista para 16 de dezembro de 2022.

    Via: [The Hollywood Reporter]

    Harley Quinn | Detalhes sobre a HQ que continua a série animada são revelados

    0

    A série animadaHarley Quinn” ganhará uma sequência nos quadrinhos para o final da sua segunda temporada. O título pretende preencher uma lacuna temporal que antecede a terceira temporada.

    Escrita por Bingo Love e Tee Franklin, com artes de Max Sarin, a série limitada de seis edições será intitulada ‘Harley Quinn: The Animated Series – The Eat, Bang, Kill Tour’. Chegando em setembro, a primeira HQ pode ser lançada nos EUA na mesma época da terceira temporada da série animada, que deve estrear na HBO Max no final deste ano.

    Como implícito no título, “Harley Quinn: The Animated Series – The Eat, Bang, Kill Tour” segue Harley Quinn e Hera Venenosa enquanto elas fogem após os eventos do casamento desastroso entre a Ivy e o Homem-Pipa, se entregando ao romance de longa data com a Palhacinha do Crime, em uma jornada que envolve “comer, bater e matar” no seu caminho para a liberdade. Confira a sinopse abaixo:

    “Harley e Ivy na viagem do século! Após o desastre do casamento da década, Harley Quinn e Hera acabam fugindo do Comissário Gordon e da GCPD. Mas, por mais divertido que tudo isso pareça, Ivy ainda se preocupa em deixar o Homem-Pipa no altar … Felizmente, Harley tem o esquema perfeito para tirá-la de sua tristeza no dia do casamento!” diz a descrição.

    O título foi anunciado no evento virtual da ComicsPro em fevereiro, sem detalhes além da revelação sobre uma HQ sequência da série animada.

    Harley Quinn: A Turnê Comer, Bater e Matar #1″ será lançada nos EUA no dia 14 de setembro.

    Via: [Newsarama].

    Aço | O popular personagem chegou na série Superman & Lois; conheça mais sobre ele!

    Se você não tem acompanhado detalhes ou os episódios de ‘Superman & Lois’, informamos que a matéria a seguir tem possíveis spoilers.

    “Veja Kal-el, você não é o homem de aço…eu sou!”

    E com esse diálogo, que tem um peso similar a “ajoelhe-se perante Zod, filho de Jor-el”, temos a revelação de que o Superman está enfrentando John Henry Irons, mais conhecido pelos fãs da DC Comics como o Aço. O personagem é interpretado pelo ator Wolé Parks e, a  cena ocorre no episódio 7 da 1ª temporada de Superman & Lois (série do canal CW). Paramos por aqui nos detalhes dessa trama para evitar spoilers.

    O episódio, com o sugestivo título de Man of Steel, foi dirigido pelo ator David Hamsey, o Diggle de Arrow, velho conhecido do público dessa e de outras séries do chamado Arrowverso. Mas quem é John Henry Irons?

    O personagem foi criado por Louise Simonson e Jon Bognadove para o arco Reign of Supermen de 1993 (que também ganhou em 2019 uma ótima animação), que sucedia os eventos da morte do Superman, onde surgiam quatro substitutos para o manto do herói. Sua primeira aparição foi breve, saindo de um monte de escombros e clamando por Apocalypse, em Adventures of Superman #500. Sua história começou a ser apresentada em Man of Steel #22, onde vemos Henry Johnson contando uma lenda americana a um grupo de garotos, em um centro comunitário do Beco do Suicídio, um bairro periférico e dos mais perigosos de Metropolis, assolado por guerras de gangues.

    Ao saírem desse encontro, um dos jovens é baleado à queima roupa por membros de uma gangue, que são perseguidos por Johnson que, além de não conseguir detê-los, acaba se ferindo.

    Nesse momento ele tem a revelação aterradora: Uma das armas que estavam nas ruas, havia sido projetada por ele mesmo. John Henry Irons era um brilhante projetista de armas que largou tudo por não concordar com os fins para aos quais as suas criações estavam sendo utilizadas. Ele destruiu os seus projetos e fugiu, assumindo a alcunha de Henry Johnson.

    John foi trabalhar na construção civil e, um dia ao salvar um colega da morte e se colocar em risco, foi salvo pelo Superman. Durante a luta do herói contra o Apocalypse, ele foi pego em uma explosão e acabou soterrado por horas e, ao sair, queria enfrentar o monstro.

    Se inspirando em tudo que o Superman representava e com a intenção de tirar as armas que projetou das ruas, John projetou uma armadura, tendo um martelo como arma e usando a insígnia do S como uma homenagem ao falecido herói, sendo conhecido inicialmente, como Homem de Aço pelo público. Nesse primeiro momento, ele terá na Coelha Branca, uma ex-colega e amante que roubou seus projetos e vem lucrando com a venda das armas, a sua principal nêmese.

    O visual e o nome do personagem, John Henry, foram inspirados na lenda americana que Aço contava para os jovens antes do atentado a um deles. John Henry teria sido um ex-escravo, que devido à sua grande força e resistência, desafiou uma máquina a vapor num desafio para cavar um túnel em uma montanha. Portando duas marretas, ele venceu o desafio, morrendo logo depois, devido ao extremo esforço.

    Ao longo dos anos, o personagem se consolidou como um valioso aliado do Superman, tendo até o seu título próprio, em 1994, e fazendo parte da segunda formação da Liga da Justiça, na fase escrita por Grant Morrison. Com a iniciativa Os Novos 52, John virou um jovem cientista atrelado a projetos governamentais, que se rebela ao saber dos planos de Lex Luthor e do General Sam Lane para o Homem de Aço. Já em Renascimento, ele forma uma equipe com sua sobrinha, Natasha Irons (que também aparece em Superman & Lois) e Lana Lang, para proteger Metropolis.

    Mas a série da CW não é a primeira a mostrar uma versão live action do personagem. Em 1997, a Warner quis aproveitar a popularidade do astro da NBA Shaquille O’Neal e lançou Steel, uma adaptação da origem do Aço nas HQ’s. O filme é de qualidade questionável e baixo orçamento, mantendo apenas a questão da luta do herói contra as gangues para tirar as armas das ruas, como pontos comuns. Foi um verdadeiro fracasso de público e crítica.

    Mesmo assim, John Henry Irons continuou e continua gozando de grande popularidade entre os fãs dos quadrinhos da DC Comics. Raio Negro, John Stewart e Cyborg vieram antes, mas talvez Aço tenha sido o primeiro herói negro da DC preocupado com o que ocorria na sua comunidade e com o futuro que os jovens que lá viviam poderiam ter. É inegável a contribuição e representatividade de um afro-americano que não é mostrado apenas como alguém grande e forte e sim como alguém que, além disso tudo, é um gênio, altruísta e de enorme responsabilidade social.

    A série poderá mostrar o Aço de forma diferente, mas os seus princípios de verdade e justiça ainda estarão lá, de alguma forma.

    Fábulas | Série está retornando oficialmente na DC Comics

    0

    O icônico título da Vertigo, Fábulas, está finalmente voltando a DC, agora no selo DC Black Label.

    A série de Bill Willingham encerrou na número #150 em 2015, mas estará retornando para uma nova minissérie de 12 edições. A DC Comics também revelou que Willingham estará trabalhando em uma minissérie cruzada de seis edições intitulada “Batman vs. Bigby! A Wolf in Gotham”, bem como uma outra série de 48 páginas que será lançada em setembro. Ou seja, TRÊS TÍTULOS do universo Fábulas estão a caminho.

    A série original conquistou os fãs e muitos elogios rendendo quatorze prêmios Eisner, incluindo Melhor Nova Série em 2003, bem como várias vitórias em Melhor História Serializada. A HQ foi adaptada para a popular série de jogos da Telltale, The Wolf Between Us  e terá uma sequência em breve.

    O primeiro entre os novos quadrinhos de Fábulas revelados pela DC Comics é  Batman vs. Bigby! A Wolf in Gotham , a ser publicado sob o Black Label maduro da empresa. Sim, Batman enfrentará o Lobo Mau em uma minissérie de seis edições de Willingham, Brian Level, Jay Leisten e Lee Loughridge. Confira uma prévia do próximo mistério noir, que chega em setembro deste ano.

    Fábulas #151 será lançado em maio de 2022. A série começará exatamente onde a original parou, mas também foi escrita para ser acessível para os novos leitores. O título traz de volta a equipe criativa que lidou com a maior parte da série, já que Willingham escreverá com Mark Buckingham nos desenhos, Steve Leialoha e Lee Loughridge nas cores e as letras serão de Todd Klein. O novo arco terá 12 edições. Confira abaixo a prévia:

    Willingham comenta que a série apresentará um “grande novo personagem” e continuará as aventuras de muitos dos outros que apareceram na série original.

    “Apresentamos um novo personagem excelente e colocamos em dia muitos de nossos personagens mais queridos das edições anteriores. Mark Buckingham concordou em desenhar todas as doze edições deste conto e acredito que ele está fazendo o melhor trabalho de sua carreira. Sim, eu sei que já disse isso várias vezes, mas como posso evitar se ele está cada vez melhor?” diz o escritor e criador Bill Willingham.

    Por fim, Willingham escreverá uma história em quadrinhos autônoma de 48 páginas chamada Cursemas.

    Batman vs. Bigby! A Wolf in Gotham estará nas lojas de quadrinhos dos EUA em setembro. Fábulas #151 em maio de 2022. Enquanto isso, Cursemas  será lançada no início de 2022. Os três títulos farão parte da linha Black Label da DC.

    Via: [ScreenRant].

    Aquaman: The Becoming | Jackson Hyde assume o manto do Rei dos Mares em nova minissérie nos quadrinhos

    0

    Jackson Hyde, conhecido pelos fãs dos Jovens Titãs e da série animada Justiça Jovem como Aqualad, assumirá o manto do Aquaman na minissérie intitulada ‘Aquaman: The Becoming’. Escrita por Brandon Thomas e com artes de Diego Olortegui, Wade von Grawbadger e Adriano Lucas, o novo título marcará a estreia solo de Jackson Hyde em uma minissérie de seis edições.

    Sinopse:

    Jackson Hyde finalmente tem tudo. Mentores que o apoiam, uma comunidade que o ama, um relacionamento honesto com sua mãe, um cara novo e fofo em Amnesty Bay que chamou sua atenção e acesso ao centro de treinamento particular do Aquaman, em Atlantis. Bem, ele tinha tudo – até aquele centro de treinamento e metade do palácio atlante explodir no reino. Agora Jackson é acusado de destruir a vida que ele trabalhou tanto para construir. Aqualad vai precisar de todas as suas habilidades, sagacidade e astúcia apenas para provar sua própria inocência e passar de um ajudante para o novo Aquaman!

    Assim como o Aquaman/Arthur Curry, Jackson Hyde (também conhecido por seu nome ancestral Kaldur’ahm) é parte Atlante, pois sua mãe é do Reino atlante de Xebel – o mesmo lugar de origem da Mera. Isso lhe dá poderes semelhantes aos da Mera, incluindo sua habilidade de manipular a água, auxiliado por um par de luvas Atlantes projetadas para canalizar suas habilidades.

    A DC vincula o anúncio da minissérie, revelado com exclusividade pelo The Hollywood Reporter, ao lançamento da one-shot DC Pride, centrada no universo LGBTQIA + , bem como o atual Mês do Orgulho, já que Jackson Hyde é abertamente gay no Universo DC.

    Aquaman: The Becoming #1 será lançada em setembro nos EUA.

    Via: [Newsarama].

    Eisner 2021 | Confira as indicações da DC Comics na premiação deste ano

    0

    A DC Comics recebeu ao todo 17 indicações (contando categorias individuais e compartilhadas) no Prêmio Eisner 2021, o ‘Oscar’ dos quadrinhos e principal premiação mundial da nona arte. Confira abaixo:

    Melhor Conto

    • “Garden Boys” by Henry McCausland, in Now #8 (Fantagraphics)
    • “I Needed the Discounts” by Connor Willumsen, in The New York Times (January 3, 2020)
    • “Parts of Us,” by Chan Chau, in Elements: Earth, A Comic Anthology by Creators of Color (Ascend Press)
    • “Rookie,” by Greg Rucka and Eduardo Risso, in Detective Comics #1027 (DC)
    • “Soft Lead,” by Chan Chau, https://chanchauart.com/comics#/soft-lead/
    • “When the Menopausal Carnival Comes to Town,” by Mimi Pond, in Menopause: A Comic Treatment (Graphic Medicine/Pennsylvania State University Press)

    Melhor Edição Individual

    • The Burning Hotels, by Thomas Lampion (Birdcage Bottom Books)
    • Hedra, by Jesse Lonergan (Image)
    • The Other History of the DC Universe #1, by John Ridley and Giuseppe Camuncoli (DC)
    • Sports Is Hell, by Ben Passmore (Koyama Press)
    • Stanley’s Ghost: A Halloween Adventure, by Jeff Balke, Paul Storrie, and Dave Alvarez (Storm Kids)

    Melhor Série Limitada

    • Barbalien: Red Planet, by Jeff Lemire, Tate Brombal, and Gabriel Hernandez Walta (Dark Horse)
    • Decorum, by Jonathan Hickman and Mike Huddleston (Image)
    • Far Sector, by N. K. Jemisin and Jamal Campbell (DC)
    • Strange Adventures, by Tom King, Mitch Gerads, and Evan “Doc” Shaner (DC Black Label)
    • Superman’s Pal Jimmy Olsen, by Matt Fraction and Steve Lieber (DC)
    • We Live, by Inaki Miranda and Roy Miranda (AfterShock)

    Melhor Publicação Infantil (De 9 a 12 anos)

    • Doodleville, by Chad Sell (Knopf/BFYR/RH Children’s Books)
    • Go with the Flow, by Lily Williams and Karen Schneemann (First Second/Macmillan)
    • Mister Invincible: Local Hero, by Pascal Jousselin (Magnetic Press)
    • Snapdragon, by Kat Leyh (First Second/Macmillan)
    • Superman Smashes the Klan, by Gene Luen Yang and Gurihiru (DC)
    • Twins, by Varian Johnson and Shannon Wright (Scholastic Graphix)

    Melhor Publicação de Humor

    • The Complete Fante Bukowski, by Noah Van Sciver (Fantagraphics)
    • Department of Mind-Blowing Theories, by Tom Gauld (Drawn & Quarterly)
    • FANGS, by Sarah Andersen (Andrews McMeel)
    • Wendy, Master of Art, by Walter Scott (Drawn & Quarterly)
    • Superman’s Pal Jimmy Olsen, by Matt Fraction and Steve Lieber (DC)
    • What If We Were . . ., by Axelle Lenoir (Top Shelf)

    Melhor Adaptação de Outro Meio

    • Constitution Illustrated, by R. Sikoryak (Drawn & Quarterly)
    • Parable of the Sower: The Graphic Novel Adaptation, by Octavia E. Butler, adapted by Damian Duffy and John Jennings (Abrams)
    • Sapiens: A Graphic History: The Birth of Mankind, vol. 1, by Yuval Noah Harari, adapted by David
    • Vandermeulen and Daniel Casanave (Harper Perennial)
    • Slaughterhouse-Five, by Kurt Vonnegut, adapted by Ryan North and Albert Monteys (Archaia/BOOM!)
    • Superman Smashes the Klan, adapted by Gene Luen Yang and Gurihiru (DC)

    Melhor Escritor

    • Ed Brubaker, Pulp, Reckless (Image); Friday (Panel Syndicate)
    • Matt Fraction, Superman’s Pal Jimmy Olsen (DC); Adventureman, November vols. 2–3, Sex Criminals (Image)
    • Jonathan Hickman, Decorum (Image); Giant-Size X-Men, X-Men OTHERS?? (Marvel)
    • Jeff Lemire, Barbalien, Black Hammer, Colonel Weird: Cosmagog (Dark Horse); The Question: The Deaths of Vic Sage (DC Black Label); Family Tree, Gideon Falls (Image)
    • James Tynion IV, Something Is Killing the Children, Wynd (BOOM! Studios); Batman (DC); The Department of Truth (Image); Razorblades (Tiny Onion)
    • Chip Zdarsky, Stillwater (Image/Skybound), Daredevil, Fantastic Four/X-Men (Marvel)

    Melhor Desenhista/Colorista ou Desenhista/Time de desenho

    • Michael Allred, Bowie: Stardust, Rayguns & Moonage Daydreams (Insight Editions)
    • Marco Chechetto, Daredevil (Marvel)
    • Jorge Corona, Middlewest (Image)
    • Bertrand Gatignol, Pistouvi (Magnetic Press)
    • Mitch Gerads/Evan “Doc” Shaner, Strange Adventures (DC Black Label)
    • Sanford Greene, Bitter Root (Image)

    Melhor Artista de Capa

    • Jamal Campbell, Mighty Morphin Power Rangers (BOOM! Studios); Far Sector (DC)
    • Simone Di Meo, We Only Find Them When They’re Dead (BOOM! Studio)
    • Mike Huddleston, Decorum (Image)
    • Dave Johnson, Butcher of Paris (Dark Horse)
    • Peach Momoko, Buffy the Vampire Slayer #19, Mighty Morphin #2, Something Is Killing the Children #12, Power Rangers #1 (BOOM! Studios); DIE!namite, Vampirella (Dynamite); The Crow: Lethe (IDW); Marvel Variants (Marvel
    • Ramón K. Pérez, Stillwater (Image/Skybound)

    Melhor Letrista

    • Mike Allred, Bowie: Stardust, Rayguns & Moonage Daydreams (Insight Editions)Deron Bennett, Bear, The Sacrifice of Darkness (Archaia); King of Nowhere, Something Is Killing the Children, We Only Find Them When They’re Dead (BOOM! Studios); Far Sector, Harley Quinn: Black + White + Red, Martian Manhunter (DC); Excellence (Image/Skybound); A Dark Interlude, Dark One, Relics of Youth, Resonant, Shadow Service, Vampire: The Masquerade: Winter’s Teeth (Vault); Ping Pong (VIZ Media)
    • Aditya Bidikar, Barbalien: Red Planet, Grafity’s Wall Expanded Edition (Dark Horse); John Constantine, Hellblazer (DC); A Map to the Sun (First Second); The Department of Truth, Lost Soldiers (Image); Giga, The Picture of Everything Else (Vault)
    • Clayton Cowles, Aquaman, Batman, Batman and the Outsiders, Strange Adventures, Superman: Man of Tomorrow, Superman’s Pal Jimmy Olsen (DC); Adventureman, Bitter Root, Bog Bodies, Die (Image); Reaver (Image/Skybound); Morbius, X Of Swords (Marvel)
    • Stan Sakai, Usagi Yojimbo (IDW)
    • Rus Wooton, Wonder Woman: Dead Earth (DC); Decorum, Monstress (Image); Die!Die!Die!, Fire Power, Oblivion Song, Outcast, Stillwater (Image/Skybound)

    A premiação dos vencedores ocorrerá durante a San Diego Comic-Con, que ocorrerá de 23 à 25 de julho deste ano. Confira a lista completa com as demais categorias -neste link-.

    Wonder Girl | O passado de Yara Flor pode representar uma grande ameaça para as Amazonas

    0

    Este ano o universo DC ganhou uma nova heroína, trata-se de Yara Flor, a brasileira que futuramente se tornará a Mulher-Maravilha. Apresentada em ‘Future State’, não se sabia muito sobre sua história de origem até então.

    Em ‘Wonder Girl #1′ vemos a protagonista embarcando em uma viagem ao Brasil para se reconectar com suas origens, levando os leitores a descobrirem mais sobre seu passado, assim como a heroína.

    Nas páginas da HQ vemos Yara viajando para as Cataratas do Iguaçu, em uma simples excursão, porém, eventos adversos acabam fazendo com que ela revele sua habilidades enquanto Amazona. Neste momento já somos apresentados à personalidade de Yara e ao grande poder que ela carrega.

    Apesar de não ser criada como suas “irmãs” guerreiras de Themyscira e Bana-Mighdal, Yara tem habilidades sobre-humanas, assim como Núbia ou Diana, e isso acaba despertando a atenção das outras Amazonas, mas não de forma positiva. Certamente este fato levará a uma série de eventos até Yara assumir o papel de Mulher-Maravilha e ser aceita pelas suas iguais, visto que até o Monte Olimpo está preocupado com a vinda de Yara ao Brasil e o que isso pode desencadear.

    Criada por Joëlle Jones, Wonder Girl # 1 é mais que uma história de origem para Yara Flor, é a porta de entrada do nosso folclore para as páginas da DC Comics. Como fã da editora, confesso que nunca tinha pensado em ver seres da nossa cultura estampando as páginas das HQ’s que tanto amo, dando até mesmo uma esperança de um dia ver nosso cenário cultural sendo retratado nessas produções cinematográficas, agindo ao lado de figuras como a Mulher-Maravilha e o Superman.

    Como pesquisador, vou me abster de mencionar a fundo que retratar uma determinada cultura para o grande público é quase sempre problemático, pois escolhas devem ser feitas para encaixarem na história. Destaco que, por exemplo, ver Cuca, Iara e Boitatá ao lado de deuses gregos provoca um certo estranhamento.

    Se em ‘Future State‘ vimos a personagem já desempenhando suas funções enquanto heroína, ‘Wonder Girl #1′ nos diz que uma grande ameaça está a espreita e ela pode significar um grande desafio para Yara, ou ainda pior, ser a própria Yara Flor. Nos resta aguardar as futuras edições para vermos como a história se desenrolará. A ‘Garota Maravilha’ tem um grande desafio pela frente, especialmente porque ela nem mesmo chegou a se conectar com suas próprias origens. Certamente nas próximas edições seremos levados a conhecer outros elementos de seu passado e poderemos desvendar algumas coisas junto com a protagonista.

    Gostaria de destacar a parte gráfica da publicação, tanto os traços quanto as cores são realmente muito bonitas. O desenho dos personagens e o uso de cores trazem um tom especial à história, em que cada paleta de cor é utilizada para ilustrar os acontecimentos de uma parte diferente do mundo.

    Wonder Girl centra em Yara as atenções de diferentes partes do universo das Amazonas e traz uma protagonista buscando aprender sobre seu passado, assim como seus leitores. Apesar de ser vista como uma história de origem, o diferencial desta edição é que detemos praticamente as mesmas informações que a personagem título, instigando o público a querer saber mais sobre a heroína e principalmente sobre qual a ameaça que ela pode representar, por esses motivos, merece 50 Terras.

    Nota: 50/52 – Ótimo.

    Wonder Girl #1 chegou às bancas dos EUA em 18 de maio e a edição em inglês está disponível por menos de R$ 15,00.

    Wonder Girl #2 será lançada no dia 15 de junho.

    Patrulha do Destino | Conheça a Irmandade do Dadá; a contraparte vilanesca da equipe que promete revirar a 3ª temporada de cabeça para baixo!

    A terceira temporada de Patrulha do Destino está chegando e com ela uma nova equipe de vilões! A Irmandade do Dadá está promete revirar a vida dos moradores da Doom Manor. Mas quem são estes novos  personagens que prometem revolucionar o conceito de vilania em si?

    A Irmandade do Dadá apareceu pela primeira vez em 1987, na edição 26 de Patrulha do Destino, comandada por Grant Morrison. A equipe foi formada pelo Sr. Ninguém, antigo membro da Irmandade do Mal quando este era Erick Morden e vilão da primeira temporada da série, após este, em suas palavras, “cruzar o mundo inteiro coletando os refugos sociais, o detrito humano renegado após a passagem da bomba genética. Toda uma geração de proscritos que tem superpoderes” e reuni-los em um novo grupo.

    Ao ser questionado por um dos colegas de equipe se esta era a nova Irmandade do Mal, o Sr. Ninguém responde que não, que bem e mal são conceitos ultrapassados e que não pertencem mais ao novo mundo. Ele afirma que a nova equipe celebra a falta de lógica, o absurdo da vida, o irracional!

    De hoje em diante vamos celebrar o absurdo da vida, o enorme abracadabra da existência. De hoje em diante, que reine o irracional. A Irmandade do Mal morreu! Vida longa à Irmandade do Dadá!

    A Irmandade do Dadá que será apresentada na série terá algumas diferenças da Irmandade das HQ’s, uma delas são seus integrantes. Nos quadrinhos, a Irmandade é composta por Sr. Ninguém, Bruma,  A Interrogante, Frenesi e Sonâmbula. Já na série, os integrantes serão Agente !, Bruma, Frenesi, Sonâmbula e A Interrogante. Agora vamos destrinchar um pouco quem são esses personagens e seus superpoderes!

    AGENTE !

    Conhecido por Agente !, seu verdadeiro nome é Malcolm. Diferente por natureza, Malcolm, no lugar de seu dorso, possui uma gaiola que abriga uma miniatura de avião com patas de pássaros. Seu corpo possui diversos pontos de exclamação e seu super poder é não ser notado (apesar de todo esse visual!), não importando aonde esteja ou o que faça, o que lhe permite cometer vários crimes e sair ileso. No entanto, tal poder não é controlado, fazendo com que Malcolm levasse uma vida muito solitária e afastada do convívio social.

    BRUMA

    Shelley Byron é a versão feminina de Byron Shelley, e ambos assumem na série e HQ, respectivamente, o manto de Bruma, cujo superpoderes consistem em se transformar em uma névoa psicodélica e brilhante que tem a capacidade de engolir pessoas. As pessoas engolidas pela névoa continuam se manifestando através do pensamento dentro da cabeça de Bruma, que tem que aprender a conviver com essas diversas personalidades, o que pode gerar bons diálogos e embates com a personagem Crazy Jane!

    FRENESI

    Lloyd Jefferson, ou Frenesi é um carismático personagem, marcado por uma infância difícil, já que cresceu sem nenhuma educação e foi abandonado pela mãe. Apesar de seu pouco conhecimento, Lloyd mostra urgência em ser uma pessoa culta e capaz. Não se enganem pela sua aparência, ele é super inteligente. Seus poderes consistem na habilidade de transformar o próprio corpo em um poderoso ciclone.

    SONÂMBULA

    Holly Mackenzie é uma jovem com uma habilidade incomum. Ela possui uma força descomunal e grande resistência física, no entanto, tais poderes só se manifestam quando ela está dormindo, mais especificamente quando ela está em um estado de sonambulismo, o que deu origem a seu codinome: Sonâmbula. Dada a sua condição, Holly sempre carrega consigo pílulas para dormir e um fone de ouvido que estão sempre tocando músicas do cantor Barry Manilow.

    A INTERROGANTE

    A Interrogante, nas HQ’s, possui identidade secreta desconhecida, porém na série, seu verdadeiro nome será Sachiko. De origem japonesa, a personagem surge em um confronto com o herói Rajada Solar. Ela perde a briga e vai parar em um hospital, onde foi resgata por Sonâmbula e Bruma a mando do Sr. Ninguém. Tendo um terrível pavor à sujeira, esta aceita entrar para a Irmandade do Dadá após o Sr. Ninguém lhe oferecer um traje isolante para manter toda a sujeira do “lado de fora”. Seu poder é o possivelmente o mais incrível de toda a equipe, intitulado Todo Poder Que Você Não Pensou, ele funciona exatamente como seu nome. A Interrogante possui o poder desde que este não seja imaginado por seu adversário, a partir do momento que o poder é imaginado, ela o perde. Um pouco confuso né, mas vai um exemplo: numa briga contra Rebis, a fusão de Larry Trainor e Valentina Vostok, A Interrogante conseguiu prender o Espírito Negativo em um frasco, já que seu oponente não pensou no superpoder de criar frascos gigantes para prender espíritos negativos.

    E esta é a Irmandade do Dadá, os “apóstolos do absurdo e discípulos dos disparatados”. Mas o que viria a ser Dadá? Dadá é um movimento de vanguarda artística europeia, que tem por princípio a antiarte, a desordem, o ilógico e o absurdo, tudo aquilo que não seria visto como arte, visto por muitos como um rabisco com tonalidade infantil. A melhor síntese do Dadá, talvez venha do Sr. Ninguém:

    Dadá é um estado de espírito. Dadá aplica-se a tudo, embora seja nada. É o ponto em que sim e não e todos os opostos se encontram. O Dadá é inútil como tudo mais nessa vida. E o Dadá não tem pretensões, assim como a vida não deveria ter.

    (Da esquerda): Micah Joe Parker, Wynn Everett, Miles Mussenden, Anita Kalathara e Gina Hiraizumi.

    Na série de TV, Micah Joe Parker (The Vampire Diaries) será Malcolm/Agent!, Wynn Everett (Agent Carter) será Shelley Byron/Bruma, Miles Mussenden (Cloak & Dagger) será Lloyd Jefferson/Frenesi, Anita Kalathara será Holly McKenzie/Sonâmbula e Gina Hiraizumi (Dynasty) será Sachiko/A Interrogante.