Início Site Página 591

    Conheça 4 importantes e poderosos Alienígenas da Tropa dos Lanternas Verdes

    Bom, normalmente ao ler quadrinhos, a tendência é desenvolver um vínculo com personagens de características mais humanas e cotidianas. Porém, existem outros exemplos que podem incluir extraterrestres nessa “regra”. Esses são quatro integrantes alienígenas dos Lanternas Verdes que são fortes, poderosos e importantes:

     

    Sinestro

    Começamos com possivelmente o maior antagonista do universo de Oa. Uma vez Lanterna Verde. Amigo de Abin Sur, viu o anel do colega passar para a mão de um humano sem responsabilidade e completamente imaturo. Além do mais, Parallax sempre rodeia a região. Combater o monstro com a força de vontade não era suficiente para ele. Então, a tentação do poder do medo amarelo, superou em relação à vontade verde. Sinestro virou um dos principais problemas da galáxia pela sua fúria implacável e desejo de propagar o terror por todos os setores universais.

     

    Kilowog

    Parça de Hal Jordan, esse competente rabugento e brincalhão é subestimado por ficar na sombra dos feitos do piloto de caça, mas sua jornada até ser tornar um Lanterna foi árdua e difícil, muito mais que vários líderes de setores. Salvar inocentes de uma invasão do exército de um rival, sendo que havia apenas três Lanternas iniciantes, é suficiente para dar moral.

     

    Laira

    Uma princesa de um reino em constante conflito que simplifica o sentimento de tristeza e perspectiva pessimista. Mas isso não impede ela de mostrar suas habilidades de combate mano-a-mano, com a possibilidade do anel criar armas e ferramentas dependendo da necessidade.

    Abin Sur

    Possivelmente o maior Lanterna Verde já existente. Abin Sur era exemplo para todos os outros Lanternas Verdes por sua índole e força de vontade que se destacava em relação aos outros. Os Guardiões o viam como o responsável pela Tropa. Isso de certa forma, prejudicou a continuidade da unidade da Tropa com a ascensão da vilania de Sinestro, mas ele não desistiu de seus valores e repassou seu legado para que Hal Jordan fosse o novo detentor do anel.

    Evento | Quanta gente no GIBI – Especial BatmanDay

    0

    Este mês temos muito o que comemorar, além da personagem Arlequina completar 25 anos da sua estreia, também temos o Batman Day, oficializado pela DC.

    Em comemoração ao dia do Homem Morcego já tem gente se mobilizando para oferecer alternativas temáticas para o público Geek.

    Um dos eventos anunciados é uma parceria entre o Bar Geek GIBI e a Quanta Acadêmia de Artes, que oferece uma alternativa para a galera de São Paulo que fazem de barzinhos sua praia.

    O evento conta com atrações dedicadas ao Homem Morcego, segundo a página artistas da Quanta, haverá ao vivo todo o processo criativo e uma página do Batman do início ao fim, do roteiro até as cores. A arte original será sorteada através de um número da comanda, escolhido ao final do evento. Quem visitar o Bar GIBI no Batman Day também poderá apreciar uma exposição de arte dos professores e alunos da Quanta especial Batman. Haverá festival de cosplay, comes e bebes especiais e decoração temática.

    O evento é aberto ao público e será realizado na quinta, dia 14, a partir das 19h.

    Mais informações confira no evento do Facebook.

    A nova fase do projeto UDC52

    0

    Nota editorial;

    Uma nova fase nesse projeto inicia-se hoje. Mas jamais devemos esquecer o caminho que nos trás até aqui. E tudo começou no verão de 2015, com apenas 1 like na página Universo DC 52. O que parecia ser um começo tímido, tornou-se hoje 17 mil likes naquela rede. Como fã assíduo da DC, sempre imaginei um portal atrativo, intuitivo e dinâmico sobre a editora azul. Com cobertura ampla de materias sobre os mais diversos segmentos. Games, HQ’s, Cinemas, Críticas…tudo em um único lugar. Hoje ele está aí. Feito de fã para fã e aberto para todos vocês.

    Futuramente estaremos nos principais eventos sobre a editora (entre eles a Comic Con), realizando a cobertura e construindo novos vínculos, além de agregar muita informação. Agradecemos de coração por essa etapa e contamos com o apoio de todos os DCnautas para que esse projeto prossiga e cresça cada vez mais.

    Muito obrigado e sejam bem-vindos 😉

    Sympathy for The Devil | Conheça um pouco mais sobre a série “Lúcifer”

    0

    Qual o seu desejo mais profundo? Ah, não se acanhe. Pode contar pra mim. Eu sei que tem algo que você deseja mais que tudo nesse mundo. Huuuuumm… safadinho você! Relaxa! Eu te entendo.

    Produzida pela FOX  em 2016, a série já está com a terceira temporada com data marcada para 2 de outubro.

    Se você ainda não assistiu e espera por uma série fiel as HQs, esquece. Essa não é a proposta da produção. E para quem deseja fazer o caminho oposto e ler a HQ, não vá esperando um romance policial entre a mocinha e o “Capiroto”.

    Lúcifer é um personagem original da bíblia… o modelo usado para a criação da série de TV pode ser encontrado inicialmente na série de quadrinhos Sandman, escrita por Neil Gaiman, onde o personagem resolve jogar tudo pro alto e tirar férias deixando a chave do inferno para o Senhor dos Sonhos “se virar”. Com seu tempo livre resolve andar entre os mortais usando o nome de Lúcifer Morningstar e abrir seu próprio Piano Bar, o Lux. A trama mudou a forma que o personagem era abordado nos quadrinhos, especialmente em Hellblazer que adaptou suas histórias para que quando citado, fizesse referência ao Morningstar.  A resposta do público pela trama resultou em uma mini série, uma série e um especial de quadrinhos própria escrita por Mike Carey.

    Após seu lançamento na Netflix, o número de espectadores aumentou rapidamente no Brasil e temos agora uma grande leva a espera da terceira temporada que está a caminho.

    A série diferente da trama dos quadrinhos foca em Lúcifer e sua vida na terra. Após presenciar o assassinato de uma amiga, ele se alia a polícia de Los Angeles para resolver crimes. Sua invulnerabilidade, sedução e o poder de extrair das pessoas seus desejos mais profundos, o ajudam nessa nova atividade que tem como passatempo, enquanto seu irmão Amenadiel tenta persuadi-lo a voltar para o inferno e Mazikeen seu braço direito, toma conta do Lux.

    Com uma trilha sonora de peso, já temos de cara The Black Keys, os episódios são cheios de Blues, Rock clássico e contemporâneo, de David Bowie a Cage the Elephant, além de termos músicas como Sinnerman, voz e piano pelo próprio Príncipe das Trevas.

    Mesmo não seguindo a linha dos quadrinhos, temos referências à narrativa, além dos personagens adaptados serem extremamente carismáticos. Lúcifer pode não ter a aparência do David Bowie, Mazikeen não anda por aí desfigurada ou Amenadiel com seus longos cabelos brancos até o joelho, mas suas versões despertam “simpatia pelo demônio”, sacaram a referência?

    Reproduções de Lúcifer e Amenadiel da série de quadrinhos Lúcifer, Mazikeen original de Sandman.

     

    A primeira temporada pode ser conferida na Netflix. Há rumores de que a segunda pode chegar ao catálogo em outubro, juntamente com a estreia da nova temporada nos Estados Unidos.

    Ator de Piratas do Caribe será o Asa Noturna na série dos Jovens Titãs

    O britânico Brenton Thwaites, que recentemente interpretou o personagem Henry Turner na franquia Piratas do Caribe, será o Asa Noturna/Dick Grayson no seriado dos Jovens Titãs.

    Nós conhecemos Dick Grayson como o famoso colega de Batman, e, posteriormente, como o Asa Noturna. Depois que os pais de Dick são assassinados, Bruce Wayne virou o tutor legal de Dick e treina o jovem para combater o crime ao seu lado. Depois de anos juntos, Dick parte em busca de encontrar seu lugar fora da sombra do Batman e alcança seu objetivo quando se torna o líder dos Novos Titãs na história de Marv Wolfman e George Pérez.

    Além de Dick, já foram escolhidos as atrizes que interpretarão Ravena e Estelar: Teagan Croft e Anna Diop (24 Horas), respectivamente.

    Com lançamento previsto para 2018, a série live-action dos Titãs irá inaugurar o serviço de streaming da Warner, junto com o lançamento da terceira temporada do desenho Justiça Jovem.

    Criador de Injustice será atração da BGS10

    0

    Feira de games confirma Ed Boon para a edição de 2017

    Brasil Game Show, a maior feira de games da América Latina, confirmou como uma de suas atrações Ed Boon, responsável pelo desenvolvimento de Injustice: Gods Among Us (2013) e Injustice 2 (2017), jogos lançados nos últimos anos e que reuniram boa parte da galeria de heróis e vilões do Universo DC.

    Ed Boon, famoso no mundo dos games, assina a criação de outro verdadeiro clássico do modo luta, Mortal Kombat, série com uma infinita legião de fãs no Brasil. Outra curiosidade sobre o desenvolvedor de jogos é a sua voz por trás do personagem Scorpion. Em 2008, um crossover entre DC e Mortal Kombat uniu os grupos em um mesmo jogo. Ed Boon, atualmente trabalha para NetherRealm Studios, desenvolvedora da série Injustice.

    A 10a edição da BGS acontece entre os dias 11 e 15 de outubro, em São Paulo. Mais novidades sobre os dias em que Ed Boon estará presente e como será a interação com o público serão divulgados em breve pela organização do evento.

     

    Art Ops será lançada no Brasil

    0

    Obras de arte ganham vida em nova série da Vertigo

    As Artes Plásticas não ficarão restritas apenas as molduras, muito menos quietas e organizadas nas galerias. E não estou falando da capacidade do Grafite em levar cor, poesia e reflexão pelos muros e prédios das cidades.

    Art Ops chega para fazer você não ver mais um quadro com os mesmos olhos. Quem nunca imaginou pinturas clássicas da História da Arte passeando por aí entre ruas, estações de trem e comércios?

    Na nova série da Vertigo, por motivos desconhecidos, personagens de quadros revelam-se com vida e extrapolam seus limites, iminência real de interferência na vida cotidiana da cidade. Caberá a uma agência especializada a função de rastrear e conter qualquer ameaça de confusão.

    Shaun Simon assina o roteiro e sua estreia para a Vertigo. A arte é de Mike Allred (iZombie). O lançamento de Art Ops#1 está previsto para o final de setembro e já está disponível em pré-venda em sites especializados.

     

    Games | 5 ideias que poderiam virar games nos dias atuais

    0

    A Warner Bros. Games tem aproveitado bem os direitos que possui. Batman da franquia Arkham, os novos Batman da Telltale, franquia Injustice e Mortal Kombat estão entre eles. A questão é: como fazer isso? Games são projetos de anos e poderíamos dizer que até mesmo mais longos que filmes. São projetos pra um nicho específico, claro que tem pessoas  que não são especialistas em jogos, e muitas vezes personagens queridos não tem chance de ter um jogo. Aqui vai a lista de personagens que mereciam ter um jogo:

     

    Coringa e Arlequina

    O casal mais louco do DCEU merece ganhar um jogo para chamar de seu. Já tivemos algumas ideias excelentes vindos de outros jogos, mas eles não eram nada mais que vilões da história do Batman. E inclusive a TellTale fez um novo jogo em que o Coringa é um dos vilões. A história central tem a morte do Coringa como pano de fundo. Mas isso já se tornou clichê. Com histórias muito profundas e que merecem um jogo que as conte, Coringa e Arlequina poderia ser um investimento. É, um jogo desse casal bizarro seria bem vindo.

     

    Mulher Maravilha

    Diana Prince fala por si mesma. Como uma semideusa poderosíssima e com uma mitologia completa e bem explorada no último ano, Mulher-Maravilha seria um jogo que eu jogaria. Existem poucos jogos que exploram a ideia de uma mulher com o cacife da nossa Diana. Os estúdios poderíam mostrar que mulher também é boa de porrada, fazendo um belíssimo jogo de ação, com muitos elementos que amamos. Cavalos, super poderes, combos incríveis, muitos golpes em câmera lenta, sangue na tela, palavrões, violência barata e terror. Enriqueceria a história e exploraria um lado da Diana que não poderia ser explorado nas animações e filmes. Aproximaria as HQs das versões animadas. Mulher Maravilha para consoles poderia ser +18. Todo mundo seria feliz com um jogo assim! #girlspower

     

    Jovens Titãs

    Jovens Titãs já possui um game para PS2, mas seria um ótimo jogo em 2D. Seguindo, talvez, a linha de Naruto, Mortal Kombat e Injustice. Inclusive, temos as personas no Injustice. O que já dá uma prévia muito legal. Mas um jogo centrado na equipe e sua inter-relações seria muito satisfatório. Eles já estão formando uma excelente imagem com o desenho animado Teen Titans Go! E isso cria margem pra se fazer uma licença poética e criar um arco para os consoles. Lembrando que Jovens Titãs costumam ser bem sombrios, não só pela presença da rebelde Ravena, mas também pela presença alienígena da Estelar. Talvez isso ajude a formar um jogo com toque mais adulto, que é a bola da vez nos jogos da nova geração.

     

    Liga da Justiça

    Liga da Justiça também  já existe em game, mas estamos falando de terceira pessoa. Injustice é uma série que deu muito certo, tanto que virou HQ. Mas Injustice nada mais é que a versão de Mortal Kombat da DC (na verdade, os estúdios são os mesmos, e Injustice compartilha personagens do Mortal Kombat) . O que queremos é um jogo de aventura. Em que o Superman dá porrada e levanta carros. O Batman investiga. E a Mulher-Maravilha não deixa ninguém passar. A história de Injustice é incrível? Claro que é! Mas um jogo da Liga, nos moldes de Batman Arkham City ou Uncharted, seria simplesmente épico. E eu pagaria o preço que fosse (até R$ 249,90) pra jogar algo assim.

     

    Superman

    Eu já sei que tem inúmeros jogos do Homem de Aço. Mas eu estou falando de algo semelhante a Batman franquia Arkham. Algo com um motor potente. Não o Superman Returns. Foi péssimo. Gráficos estranhos e história deplorável. Estamos falando de filmes em formatos jogáveis. Quando falo de Superman em jogos, eu não penso naquele deus badass insuperável. Eu me lembro de uma fase da série Arkham que o Batman respira o gás do Espantalho e acaba alucinando. Nesse momento acabamos tomando a forma de um Bruce ainda criança andando pela mansão Wayne. E eu vou dizer pra vocês: seria supimpa (!) ver Jonathan e Martha olhando pra dentro da pequena nave e contemplando aquele alienígena de forma humana e você crescendo a cada fase com o pequeno Clark. Descobrindo seus super poderes e aumentando sua capacidade de controlá-los.

     

    São só ideias loucas. Algumas são difíceis. Superman, por exemplo, teve inúmeros games que não deram certo. Dificilmente voltará aos cartazes. Filmes de vilões são difíceis de ser produzidos. Mas quem sabe? Digam nos comentários quais personagens você gostaria de guiar.

    Momentos em que mostram Injustice 2 não apenas como um jogo

    0

    Quando se é mais que um game, ele te aproxima do universo e trata de um mundo não muito distante de nós…

    Para quem acompanhou desde as prévias de Injustice 2, produzido pela NetherRealm, sabia que não se tratava de apenas mais um jogo. Rompe a fronteira de seu segmento. O gráfico é digno da sétima arte. Coisa de cinema. Narrativa e quadros inspiram e evocam a tradição das HQs. Séries e animações também são lembradas com a aparição de personagens. Um produto que integra e absorve o universo DC por completo

    Quer mais?

    No modo história quem constrói o andamento e a ação do jogo, entenda-se os grandes embates entre heróis e vilões e vice-versa, é quem está com o controle nas mãos. Ou seja, um game com roteiro, cenários e que não te deixa afundar no sofá, te lança como coautor(a).

    Ainda quer mais?

    Se liga no combo de momentos em que a história de Injustice 2 deixa a ficção e trata do mundo de quem está do outro lado da TV, na vida real:

     

    • O Irmão Olho“Um centro de comunicações ligado a cada satélite e servidor no planeta. Ele avisa dos problemas que estiverem surgindo, e orienta quando eles chegarem”, como explica Bruce. Isso para o bem, e se fora de controle? Questões como privacidade, liberdade e segurança são aplicáveis sobre a tecnologia usada.

     

    • Arlequina, personagem que se popularizou através do filme “Esquadrão Suicida”, leva consigo uma história abusiva, que ultrapassa os limites de qualquer relação saudável. E isso é ela quem diz: “Nunca mais um malandro num terno barato com um sorrisinho idiota vai me dizer quem eu sou. Era uma vez… O nosso amor louco. Mas ele acabou, senhor C.”

     

    • Brainiac, que devastou Krypton, está com os olhos voltados para a Terra. Com interesse em aprimorar seu intelecto não mede esforços para descartar tudo aquilo que não achar interessante. “Sua espécie (está falando de nós) valoriza metais preciosos. Símbolos arbitrários de status. Eu valorizo conhecimento. E assim como seus adornos de metal, o conhecimento vale mais quando é raro.”

     

    • Qualquer um ou até mesmo o Superman como líder supremo não é a saída, nos diz capítulos recentes da história. “Mas os humanos… Têm se matado uns aos outros há milênios. Eu acabei com a violência. Os humanos precisam de uma liderança forte. Precisamos salvá-los deles mesmos… A esperança não basta para salvar o mundo. Sem mim, eles já estariam mortos”, afirma o filho de Krypton durante os acontecimentos em Injustice 2.

     

    • Quando absoluto, Clark é enfático: “Estou montando um novo exército para proteger a Terra[…] Terei uma legião com poder comparável à Tropa dos Lanternas Verdes. Quero que você a lidere comigo (para Supergirl). Ou você faz a escolha certa, ou eu a farei por você.”

     

    Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência…

     

    Games | Motivos essenciais para conhecer a franquia Injustice

    0

    1º Motivo: História

    A DC Comics resolveu apostar numa história original para o game. E quer saber se deu certo? Bom, surgiu uma HQ baseada na franquia. A história é tão aclamada pela critica quanto Flashpoint, um clássico. A primeira história tem o louco Coringa, como não poderia ser melhor. No segundo jogo, vilões mais clássicos, como Gorila Grodd e Senhor Destino fazem as honras. Para bons entendedores de quadrinhos é uma delícia. Para leigos das revistas é uma grata diversão. Faça uma breve pesquisa no Google com a tag “Injustiça HQ” e veja os comentários de fãs ensandecidos.

     

    2º Motivo: Jogabilidade

    Essa é uma característica da desenvolvedora. Para quem já jogou outros games da marca, a possibilidade de fazer de tudo um pouco nas fases e guiar seu personagem para onde bem entender é normal. Claro que a posição das lutas lembram, e muito, os bons e velhos jogos 2D dos fliperamas. O que remete a uma leve nostalgia com a tecnologia que merecemos. Mas esse estilo não decepciona. Os dois jogos obedecem essas premissas e são elogiados pela critica especializada por serem mais do mesmo. Não apresentam nada de novo (a não ser a já comentada boa história), mas são impecáveis ao que se propõe. E é exatamente o que torna o jogo único. Aqueles monstros (não eu) nos jogos de luta se sentirão em casa. E os patos (como eu) se adaptarão bem.

     

    3º Motivo: Interatividade

    O soco do Superman… sim, esse soco. O jogo passa essa ideia pelo fato do oponente sair da tela e ir parar muito longe. Mas os combos, golpes especiais (como o do Aquaman na terra dele) e arte de fundo são simplesmente incríveis!! A interatividade com as fases se tornou figurinha carimbada da série e você pode experimentar jogar itens do cenário no seu oponente. Se você não curte seguir histórias é o jogo perfeito para ganhar dos seus primos no domingo a tarde.

     

    4º Motivo: Dublagem

    A tradução e dublagem do jogo ficaram sensacionais. A Delart fez algo fora do comum. É bem verdade, que muitos dos jogos de hoje já são dublados. Mas por causa dos dubladores originais terem permanecido, temos a garantia de memória audiovisual. No primeiro jogo, Ettore Zuim (dublador da trilogia de filmes The Dark Knights e dublador de Christian Bale) faz a voz de Batman com a companhia de Guilherme Briggs (dublador de Optimus Prime de Transformers e Rei Julien de Madagascar). No segundo jogo, os Super Amigos voltam dublados pelo Guilherme Briggs como Superman e Marcio Seixas (Famoso dublador do Batman nas animações e desenhos animados) como o Morcegão. Não sou o maior fã de dublagem. Mas é preciso tirar o chapéu para essa. Está simplesmente incrível.

     

    5º Motivo: Estúdios de Mortal Kombat (2011) e Batman Arkham City e Origins (2011 e 2013)

    Bom, não tem Finish Him. Mas os giros de câmera lembram, e muito, os jogos da histórica franquia. A ideia permanece: combos incríveis, socos doloridos (pro agredido) e personagens inteiramente em 3D. A desenvolvedora tem feito games sucesso de critica, como o famoso Mortal Combat X (2015) e alguns da série Arkham.

    É claro que existem mais motivos válidos para jogar a franquia Injustice. Esses são apenas cinco. Sou da era fliperama e me lembro desses crossovers com muito carinho e nostalgia. Se você não é da época fliperama vai gostar dos gráficos e da história. É um jogo pra todos. Jogando de dupla ou sozinho. Curta com moderação e conta nos comentários outros motivos pelos quais você joga.