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    Justice League: No Justice | Scott Snyder revela detalhes sobre confronto entre Superman e Starro

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    O escritor Scott Snyder comentou sobre o que planeja fazer em Justice League: No Justice, a nova minissérie da Liga da Justiça que marcará a reunião dele com nomes com Joshua Williamson James Tynion IV.

    Na obra, os heróis estarão juntos com os vilões do Universo e ele promete aventuras absurdas.Confira a declaração:

    “Por que não criar uma história onde Starro é atirado como uma estrela [ninja] pelo Superman no Brainiac. Isso é literalmente o que acontece. E o Starro fala, tipo, ‘Vá em frente, Superman, eu te dou a permissão’. Isso é loucura”.

    Na minissérie, que sai semanalmente nos EUA, Brainiac chega à Terra para avisar os heróis de uma ameaça extraterrestre que a Liga seria incapaz de derrotar, o que forçaria o grupo a se aliar a alguns dos vilões mais poderosos do universo.

    A partir de junho, após a minissérie, Scott Snyder passa a escrever a série mensal Justice League. No comunicado, a DC diz que isso será o início de uma nova família de títulos da Liga e uma delas é a Liga da Justiça do Espaço, encabeçada por Darkseid  -Leia mais aqui-

    Batman: Cavaleiro das Trevas | Sean Penn nega rumores que apontavam sua indicação como Coringa

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    O ator Sean Penn negou que o diretor Christopher Nolan o considerou para interpretar o Coringa no longa Batman: O Cavaleiro das Trevas. A informação é do portal Happy Sad Confused).

    “Não lembro disso. Se ele pensou, nunca me contou. Jack [Nicholson] fez uma performance indelével e Heath Ledger veio e trouxe uma nova abordagem. Olha, sim, com o passar dos anos, me ofereceram algumas coisas que se tornaram grandes sucessos do gênero. Na maioria dos casos, quando me imagino nelas, não acredito que teriam ido tão bem.”

    Antes de Nolan anunciar que Heath Ledger seria o responsável por dar vida ao vilão, há rumores que Penn seria uma das principais escolhas do diretor para o papel, assim como o ator Adrian BrodyPaul Bettany.

    Mulher-Maravilha | Heroína e amazonas têm Barbies incríveis inspiradas no filme

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    Você sabia que as personagens mais girl power do filme Mulher-Maravilha têm Barbies incríveis? A própria heroína, a rainha Hipólita e a general Antíope têm suas próprias bonecas!

    Além das feições serem lindas, e elas terem articulações nos braços e pernas, as roupas das bonecas são incrivelmente cheias de detalhes! Botas, escudos, as armas, casacos… Tudo está muito maravilhoso!

    Nos EUA as bonecas tem são vendidas por 45 dólares. Vale o investimento, ein, são itens de colecionador!

    Piada Mortal Especial 30 anos | A criação da graphic novel

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    “É essa a distância que me separa do mundo. Apenas um dia ruim.

    Você teve um dia ruim uma vez, não é?

    Eu sei como é. A gente tem um dia ruim e tudo muda.

    Seu dia ruim o deixou tão louco quanto qualquer um.

    Só que você não admite…”

    29 de março de 1988. Chegava nas bancas americanas, depois de mais de 2 anos de desenvolvimento, a graphic novel A Piada Mortal, The Killing Joke. Sucesso de público e crítica, vencedora do Prêmio Eisner, as edições de A Piada Mortal entraram pra lista de Mais Vendidos do New York Times e conquistaram uma legião de fãs ao longo dos anos. A graphic novel sempre figura nas listas de melhores histórias do Homem-Morcego e forma com The Dark Knight Returns e Year One uma tríade das histórias fundamentais e necessárias do cânone do herói, que alavancaram a febre Batman dos anos 80 e serviram de base pra construção das novas cores e tons das histórias do Vigilante de Gotham. Cores e tons que continuam presentes e ressoando até hoje. A Piada Mortal serviu de base para Tim Burton em Batman (1989) e Batman Returns (1992), sendo, nas palavras do próprio cineasta, seu gibi favorito e o primeiro que realmente gostou. Também é vital na construção de Batman: O Cavaleiro das Trevas (2011) de Nolan, que incluiu a história no material de estudo de Heath Ledger. Ledger manteve sua pesquisa distante dos quadrinhos, preferindo buscar outras referências para a criação do seu Coringa, mas A Piada Mortal foi uma de suas principais fontes e um de seus principais contatos com o Príncipe Palhaço do Crime. Além de se fazer presente em todas as plataformas, como animações, jogos e action figures, os eventos daquele dia em que o Comissário Gordon recebeu uma visita inesperada em seu apartamento ainda são sentidos até hoje no Universo DC. E, mesmo após 30 anos, ainda se discute sobre A Piada Mortal. Seu final. Suas polêmicas. Seus significados. Sua piada.

    E o que faz com que A Piada Mortal, uma graphic novel de apenas 46 páginas, seja tão memorável e importante para a história do Coringa, do Batman, da DC Comics e da nona arte? Para entender melhor A Piada Mortal, precisamos primeiro conhecer o contexto histórico em que estava inserida e como estava o mercado de quadrinhos da época. E entender como foi sua criação, que é cheia de lacunas e ambiguidade. Exatamente como a própria graphic novel.

    No início dos anos 80 o universo dos quadrinhos passava por uma importante transição. A fase final da Era de Bronze vinha carregada de temas sociais e de questionamentos políticos, e tinha como público uma juventude desesperançosa e sarcástica. Esta geração se via representada por uma nova leva de artistas, principalmente britânicos, que conseguiam se comunicar muito bem com o novo consumidor de comics. As histórias, desde o fim da Era de Prata, buscavam humanizar seus heróis, retratá-los não mais como seres divinos, mas como homens e mulheres passíveis de erros. Os leitores receberam muito bem essa abordagem e anti-heróis começavam a ter uma atenção maior. Na Marvel, Justiceiro e Wolverine se tornavam os principais nomes da editora. Na DC Comics, Crise nas Infinitas Terras revolucionava a história dos quadrinhos e abria multiversos de novas possibilidades para os personagens, enquanto que Watchmen e Dark Knight Returns marcavam o início de uma nova era, que para alguns será a Era de Ferro, também chamada de Era Sombria, e para outros será a Era Moderna, esta última abrangendo até os dias atuais. Para o Batman, as Eras de Ouro e de Prata trouxeram poucas mudanças na história do personagem, sendo a maior delas a apresentação do Batman da Terra-2, que foi apagado nos eventos da Crise. As mudanças ocorridas foram no tom e na comunicação do personagem com o seu leitor. O personagem tinha incorporado leveza e humor em suas aventuras, especialmente depois da série The Batman de 66, protagonizada pelos eternos Adam West e Burt Ward. O mesmo pode-se dizer do Coringa, que não era a ameaça imprevisível que conhecemos hoje. É durante a Era de Bronze que se começa um resgate da essência dos personagens da linha editorial do Batman. É durante esse momento de efervescência na DC Comics, na metade da década de 80, que o projeto Piada Mortal começou a ser desenvolvido.

    Apesar do nome de Alan Moore ser o mais lembrado quando se fala na Piada Mortal, a verdade é que tudo só foi possível graças a seu desenhista, Brian Bolland. Brian Bolland, um dos maiores desenhistas e capistas de quadrinhos, havia acabado a excelente maxi-série Camelot 3000, e como reconhecimento por seu trabalho recebeu carta branca do editor Dick Giordano para trabalhar com o título, o personagem e o escritor que quisesse. A resposta foi imediata: Batman, Coringa e Alan Moore. Bolland e Moore possuíam profundo interesse um no outro, e haviam perdido oportunidades de criarem algo juntos quando estavam no início de suas carreiras, ainda no Reino Unido. Moore e Bolland não gostam do resultado final de A Piada Mortal, mas sempre se trocam elogios quando falam sobre a graphic novel, exaltando o orgulho que sentem dos traços e da escrita do parceiro.

    Alan Moore já era um dos melhores artistas de quadrinhos (e não apenas de sua geração, diga-se de passagem), já tinha lançado V de Vingança e trabalhado toda a série do Monstro do Pântano, atraindo atenção novamente para o personagem. Foi em algum momento durante a reta final de Watchmen, entre 1984 e 1985, que o convite de Bolland surgiu. Em outro momento, já entre 85 e 86, Moore entregou o roteiro de A Piada Mortal: 128 páginas de falas, descrições detalhadas de cada um dos quadros, comentários, piadas e conversas pessoais com Bolland. O próprio script se faz uma leitura necessária pra quem gosta de quadrinhos, para entender um pouco (só um pouco) de como funciona a mente de Alan Moore e poder comparar com a graphic novel final, vendo as mudanças que Brian Bolland realizou na obra e o que acabou nascendo do encontro entre estes dois mestres.

    De início, já podemos destacar uma grande informação do script de A Piada Mortal. No alto da primeira página, encontramos escrito “Joker Graphic Novel“. Diferente do que dizem algumas lendas, de que a história seria do Batman e que o Coringa no foco principal teria sido um improviso, A Piada Mortal sempre foi uma história sobre o Coringa. Desde o momento que Bolland teve a ideia até o momento em que Moore sentou em sua poltrona para escrever. Entender que a intenção da dupla era contar sobre o Coringa e desvendar (ou não) um pouco mais sobre sua psicologia é importante para derrubarmos outra grande lenda em torno de A Piada Mortal: não, essa não é a última história do Batman e do Coringa. Não há indícios ou citações de que a dupla pretendia escrever uma história que encerrasse a história do herói e do vilão, mas sim escrever mais uma história sobre o herói e o vilão.

    Também não se pode afirmar que inicialmente A Piada Mortal seria una história Elsewords, isto é, uma história que se passa fora do cânone principal da DC Comics. Ela pode ter sido em algum momento, mesmo que brevemente, mas tudo aponta que durante o longo tempo de finalização da graphic novel a DC Comics esteve sempre presente, acompanhando Moore e dando liberdade artística para o escritor, ao mesmo tempo que preparava o terreno para as mudanças que a história traria, inclusive, no status quo de alguns personagens. O próprio Moore se reportava para editores como Len Wein para receber permissão nas suas escolhas de roteiro. E isto não retira a ambiguidade e todos os possíveis caminhos de A Piada Mortal, muito pelo contrário, apenas reforça que a obra é, intencionalmente, aberta a interpretações e que seus criadores pensaram previamente nos caminhos psicológicos e filosóficos indicados ali, em “apenas” 46 páginas.

    A demora na produção da Piada Mortal é, em boa parte, culpa de Brian Bolland. A criação da arte da graphic novel demorou pouco mais de 2 anos pra ser concluída, foi quando decidiu-se escalar John Higgins para fazer a colorização e agilizar sua finalização. Essa foi uma das dores pessoais de Bolland, que desejava dar as suas cores para a história. Isso foi corrigido anos mais tarde, em 2008, quando o artista teve a oportunidade de relançar a Piada Mortal em edição de luxo, agora com as cores originais. A colorização de Brian Bolland é mais sombria e escura, e deixa a história muito mais fria, o que realça cores vibrantes e mais marcantes como o cabelo verde do Coringa, a blusa amarela de Bárbara e as diversas luzes, lanternas e faróis espalhados pela história. Os flashbacks são muito mais destacados do resto da narrativa, sendo registrados em preto e branco e com alguns poucos elementos coloridos, conduzindo o olhar e interpretação do leitor.

     

    Cabe aqui, também, falar sobre o trabalho magnífico que John Higgins realizou e que pouco é lembrado. A verdade é que é necessário fazer justiça com a visão que John Higgins trouxe para A Piada Mortal, e que colaborou para que a obra fosse única. Higgins pinta os quadros da história com coloridos lisérgicos e tóxicos, onde passado e presente parecem se confundir e uma aura de loucura iminente é presente em toda a história. É um trabalho muito mais oitentista e mais chamativo que as cores de Bolland, que se assemelham mais com obras da época, como as já citadas obras de Frank Miller sobre o Homem-Morcego. A preferência por cada artista vai do gosto pessoal do leitor, mas todo fã de histórias em quadrinho precisa se pôr na experiência de ler cada uma das versões. A colorização de Bolland é fácil de encontrar, pois está em todas as edições de A Piada Mortal relançadas. Já as cores de Higgins só podem ser encontradas nos primeiros prints de 88, ou na primeira edição brasileira, a Graphic Novel Número 5. Há também a edição Noir, toda em preto e branco, para aqueles que desejam ter uma maior atenção aos traços de Bolland.

    Entendendo um pouco mais do cenário e da criação de A Piada Mortal, o próximo passo será mergulharmos em toda a acidez e locura da graphic novel. Na próxima parte deste especial iremos passar página a página e encontrar as simbologias e significados deixados por Moore e Bolland. Então… até logo e smile!

    Esquadrão Suicida | Novo teaser da animação destaca diálogo entre Pistoleiro e Capitão Bumerangue

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    Warner Bros. divulgou novo clipe da animação Suicide Squad: Hell To Pay. Confira:

    Na animação Suicide Squad: Hell To Pay, Amanda Waller reúne a Task Force X para recuperar um objeto místico e poderoso, mas o grupo rapidamente percebe que existem outros vilões atrás do artefato.

    Tara StrongChristian SlaterBilly Brown e Liam McIntyre são alguns dos nomes que compõem a equipe de dubladores.

    A animação será lançada diretamente em Blu-ray e DVD e é esperada para 10 de abril, nos Estados Unidos.

    Mulher-Maravilha 2 | Pedro Pascal entra para o elenco do filme

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    Conforme informação da Variety, Pedro Pascal entrou para o elenco de Mulher-Maravilha 2. O ator, conhecido por seu trabalho em Narcos Game of Thrones, interpretará um papel importante no longa, mas ainda não foram revelados detalhes de sua participação.

    Ainda não há muitos detalhes sobre a trama de Mulher-Maravilha 2, mas foi divulgado anteriormente que a história pode acontecer durante a Guerra Fria. Kristen Wiig será a vilã Mulher-Leopardo. -Leia mais aqui-

    Mulher-Maravilha 2 chega aos cinemas em 1º de novembro de 2019.

    Crush | Como o “último” dos czariano pode ter tido uma filha?

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    Uma das primeiras coisas que pensamos ao saber que Crush, a nova integrante dos Jovens Titãs que é uma Czariana e filha do Lobo é, COMO ISSO É POSSÍVEL? Afinal, o Lobo se encarregou de exterminar os Czarianos do universo. Então surgiram algumas teorias.

    Uma das explicações mais prováveis é que Crush seria um clone criado a partir de uma gota do sangue do Lobo matriz. Czarnianos têm a capacidade genética de regenerar o tecido dos menores pedaços de sua matéria, e “autocriar” clones,  um poder usado por Lobo muitas vezes.  Normalmente esses clones tendem a ser idênticos ao seu progenitor, mas Peter David e Todd Nauck introduziram nas HQs uma precedência para que esses clones ganhem uma consciência independente do original. Na série de quadrinhos Justiça Jovem (2001), Lobo estava aparentemente morto, e seu sangue produziu dezenas de clones. Enquanto esses seres lutavam entre si pelo domínio, um clone menor e mais fraco conhecido como Slobo decidiu se salvar, e mais tarde, integrou a equipe Justiça Jovem. Mas não por muito tempo, devido à sua biologia instável, ele começou a quebrar, ficou mais fraco e perdeu a visão antes de finalmente encontrar seu destino final. Se Crush tiver a mesma origem, o tempo dela como uma Titã poderá ser curto, podendo ser alterado conforme a popularidade da personagem.

    A segunda possibilidade e a mais complicada por incrível que pareça é de que Crush seja sua filha biológica. Por mais óbvio que isso possa parecer, é um feito bastante difícil, considerando que Lobo deveria ser o último czarniano. Porém, no universo DC Comics uma czarniana chamada Sheba foi criada por Rob Liefeld na HQ Deathstroke # 11 em Os Novos 52.

    Outro membro de sua raça, Gusano Tribb, foi revelado vivo no recente número #1 de Liga da Justiça da América de Steve Orlando e Kelley Jones, não sabemos se duas espécimes de Czarianos do mesmo gênero podem se reproduzir, mas considerando o histórico não podemos descartar a hipótese.

    Esta não seria a primeira vez que encontramos um dos filhos biológicos de Lobo, é claro. Em 1992, Alan Grant e Keith Giffen lançaram a minissérie Lobo: Infanticide, que tratava das crianças bastardas de Lobo saindo da toca, unificando e encarando seu pai. Nesse caso, as crianças eram todas meio czarnianas, já que ele viajava pelo universo, fazendo sexo em todos os planetas que ele visitava. Mesmo que Crush se pareça muito com um Czarnain pura, pelo que sabemos, há possibilidade de ter outro DNA de raça alienígena em sua composição biológica.

    Outra possibilidade é que Lobo Faux-bo pode ser seu pai, o personagem era o protagonista da série Lobo de Cullen Bunn e Reilly Brown de 2014, a DC decidiu relançar o personagem como um assassino elegante e sexy, o que foge completamente da essência do personagem, e com isso a insatisfação dos fãs fez com que a série durasse apenas 13 edições. A existência de Faux-bo foi em grande parte esquecida, mas em Green Lantern Corps # 12 estabeleceram que essa versão do personagem ainda existe, trancada dentro de uma das garrafas de Brainiac. Mas nessa versão, haveria outros czarianos para que ele pudesse se reproduzir?

     

    Agora uma última possibilidade, considerando que o Superboy é um clone do Homem de Aço criado por Lex Luthor via Cadmus, é possível que Crush seja um clone de laboratório também. Como o DNA Kryptoniano era instável e os clones do Superman acabavam se degenerando que depois de doze tentativas foi incluindo a “mistura” DNA humano, DNA este de Lex Luthor que estabilizou a formula resultando no Superboy. E se foi feito o mesmo com Lobo e isso resultou na criação da Crush? Afinal ele é extremamente poderoso e sua capacidade de regeneração é invejável, quem sabe até o DNA da Amanda Waller está no meio dessa vez.

    Vamos ficar atentos com a nova personagem e estamos muito curiosos sobre sua origem.

     

    A Morte do Superman | Animação do clássico arco dos quadrinhos ganha imagens inéditas e sinopse oficial

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    DC Entertainment anunciou que está produzindo um longa animado baseado no arco A Morte do Superman. A saga dos quadrinhos, criada nos anos 90, mostrava o embate do Homem de Aço contra Apocalypse nas ruas de Metrópolis. Confira as primeiras imagens e a sinopse.

    Quando um monstro emerge de um local de repouso subterrâneo e começa uma agitação irracional, a Liga da Justiça é rapidamente chamada para deter a força colossal da natureza. Mas, logo se torna aparente que apenas o Superman pode se opor à monstruosidade que foi apelidada de Apocalypse. Lutando seu caminho por toda a América, os dois lutam freneticamente enquanto atingem o coração de Metrópolis. Caindo no braço, o Superman finalmente termina a ameaça, enquanto ele lança um último soco e desmorona para sempre.

    O elenco de dubladores será o mesmo das últimas animações produzidas pelo estúdio: Jerry O’Connell (Billions) dá voz ao herói do título, enquanto que Rebecca Romijn (X-Men) será Lois Lane e Rainn Wilson interpreta o vilão Lex Luthor no longa.

    Completam o elenco Rosario Dawson (Mulher-Maravilha), Nathan Fillion (Laterna Verde), Christopher Gorham(The Flash), Matt Lanter (Aquaman), Shemar Moore (Cyborg) e Jason O’Mara, mais uma vez dublando Batman.

    A Morte do Superman será lançado para Blu-Ray, DVD e em formato digital no segundo semestre.

    Sala da Justiça | Espaço clássico será o centro de operações dos heróis em nova HQ

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    Após o arco Dark Nights: Metal, o Hall da Justiça (Clássico lar da Liga da Justiça na Terra) tomará o lugar da Torre de Vigilância como o centro de operações dos heróis. O local foi imortalizado graças a série Superamigos e também  tivemos indícios da construção desse espaço no final do filme Liga da Justiça. O anúncio foi feito recentemente pela DC Comics.

    “A partir de No Justice, estamos pensando em uma nova ideologia sobre o que a Liga da Justiça pode ser, agora chamada de Nova Justiça”, afirmou o escritor Scott Snyder.

    Recentemente, a Torre de Vigilância caiu na Terra durante a fase de Christopher Priest Pete Woods e, por isso, precisará de uma nova base de operações.

    Sala da Justiça na série animada Justiça Jovem.

    Na minissérie Justice League: No Justice, que sai semanalmente nos EUA, Brainiac chega à Terra para avisar os heróis de uma ameaça extraterrestre que a Liga seria incapaz de derrotar, o que forçaria o grupo a se aliar a alguns dos vilões mais poderosos do universo.

    A partir de junho, após a minissérie, Scott Snyder passa a escrever a série mensal Justice League. -Leia mais aqui-   Esse será o primeiro trabalho de Snyder após Dark Nights: Metal, onde os heróis tomam conhecimento do Multiverso Sombrio e as criaturas de pesadelo desse mundo desconhecido invadem a nossa realidade.

    Batman Ninja | Novas imagens da animação são divulgadas

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    Warner Bros. Home Entertainment divulgou novas imagens da animação Batman Ninja. Confira:

    O longa é dirigido por Jumpei Mizusaki e tem Kazuki Nakashima assinando o roteiro. O design de personagens é de Takashi Okazaki e a produção de animação de Kamikaze Douga. Além de Batman e Coringa, a história conta personagens como Mulher-Gato, Arlequina, Hera Venenosa, Gorila Grodd, Robin, Asa Noturna, Robin Vermelho, Pinguim, Duas Caras e Alfred.

    A animação será lançada nos EUA em Blu-Ray e DVD em 3 de abril.