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Universo Hanna-Barbera | Confira nossa resenha de Os Flintstones Vol. 2

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Neste volume escrito por Mark Russell e desenhado por Steve Pugh, Bedrock foi invadida por alienígenas que desejam estudar a raça humana, assim como seus hábitos e interesses e fazer anotações sobre eles para seus superiores. Em contrapartida Vilma continua buscando um emprego para se tornar uma grande artista, mas sem sucesso e Fred enfrenta alguns problemas na pedreira e, principalmente, com o senhor Pedregulho, fazendo com ele se questione se a civilização realmente foi uma boa ideia, visto que alguns seres-humanos não sabem conviver entre si e cometem inúmeras injustiças em seus julgamentos.

Roteiro: Mark Russell

Desenhos: Steve Pugh, Rick Leonardi

Cores: Chris Chuckry

Tradução: Eric Novello, Mariana Naime, Levi Trindade

Letras: Germana Viana

Editores: Mariana Naime

Número de páginas: 164

Editora: Panini

Volume: 2

Preço de capa: R$ 24,90

Minha Avaliação: ★★★★★

 

Assim como o primeiro volume, o Vol. 2 de Os Flintstones é excelente e traz duras críticas as religiões e a forma robótica e cega que a população as segue, além disso, traz alguns questionamentos sobre a exploração no trabalho e os direitos trabalhistas que todas as pessoas na sociedade deveriam ter acesso.

Este segundo volume aproxima ainda mais o leitor, pois mostra situações que estão presentes em nossas vidas atualmente. Um exemplo forte desta aproximação com a realidade está na substituição de funcionários na Pedreira. Fred e os demais funcionários da organização são demitidos e substituídos por humanos com inteligência inferior as suas, apresentando um corte de custo considerável ao senhor Pedregulho, pois são menos exigentes que seus antigos operários. Diante desta situação, tudo o que Fred precisa é do apoio de seus familiares e amigos.

Vilma por sua vez também enfrenta dificuldades de trabalho, no caso a dificuldade de encontrar um e se estabilizar como uma artista ao vender suas pinturas.

Muitas outras questões são abordadas nesta edição e eu realmente recomendo muito a leitura desta série, ela é com certeza a melhor publicação que estou lendo no ano. Com críticas sociais e políticas bem elaboradas, carga dramática e um humor refinado, Os Flinstones é a obra que você deveria estar lendo!

A edição da Panini segue o padrão das edições em formado americano, com capa cartão, lombada quadrada e papel LWC. A série de Os Flintstones ainda está em publicação nos EUA, então podemos esperar os próximos volumes serem publicados pela Panini.

 

Sobre o Autor

Mark Russell é um autor, escritor e cartunista de quadrinhos americano nascido em 1971. Mark é conhecido por seus trabalhos em God is disappointed in you, Apocrypha Now e por seu recente trabalho para a DC Comics na série The Flintstones. Em 2017 anunciou o quadrinho da Hanna-Barbera do personagem Snagglepuss, conhecido no Brasil como Leão da Montanha.

 

Sobre o Ilustrador

Steve Pugh é um artista de quadrinhos britânico nascido em 24 de março de 1966 em Birmingham. Trabalhou para as editoras DC Comics, Marvel Comics, Dark Horse e para a revista inglesa de ficção cientifica 2000 AD. Atualmente trabalha para a DC Comics na série The Flintstones.

Mas e aí? Já leram Os Flintstones Vol 2? Deixem suas opiniões nos comentários e até a próxima postagem!

Action Comics #1000 | Edição é a mais vendida de abril no mercado americano

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A edição Action Comics #1000 dominou o ranking dos quadrinhos mais vendidos do mês de abril nos EUA. A publicação histórica do Superman vendeu pouco mais de 449 mil edições no período, informam os dados da Diamond Comics Distributors.

 

Os números são estimativas de vendas para revendedores e não inclui, por exemplo, bancas, livrarias e o mercado exterior.

Confira o top 10:

1 – Action Comics #1000 – 449 mil unidades 
2 – Amazing Spider-Man #798 – 233 mil unidades
3 – Amazing Spider-Man #799 – 192 mil unidades
4 – Hunt for Wolverine #1 – 138 mil unidades
5 – Batman #44 – 125 mil unidades
6 – Venomized #1 – 103 mil unidades 
7 – Batman #45 – 96 mil unidades
8 – Domino #1 – 89 mil unidades
9 – Captain America #700 – 77 mil unidades
10 – Walking Dead #178 – 73 mil unidades

Leia mais sobre quadrinhos aqui!

Mulher-Maravilha 2 | Patty Jenkins torna-se a diretora mais bem paga da história de Hollywood

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A diretora Patty Jenkis será responsável pela sequência de Mulher-Maravilha. No primeiro filme, Patty recebeu um salário de US$ 1 milhão. Já para a sequência, intitulada Mulher-Maravilha 2, o cachê de Jenkis será de US$ 9 milhões. O contrato milionário foi assinado no final do ano passado e fez de Jenkis a diretora mais bem paga da indústria cinematográfica.

Anteriormente, Nancy Meyers era a recordista com US$ 5 milhões por longa metragem. Simplesmente Complicado é o filme mais lucrativo de Meyers.

Durante entrevista a Variety, Jenkis diz estar mais preocupada com a qualidade do filme e em fazer um bom trabalho, do que com o dinheiro que embolsará. Entretanto ela não descarta o aspecto político do salário que negociou.

“Eu tinha que ter certeza que estava sendo paga o equivalente ao que um homem receberia”, diz ela.

A diretora ainda comentou sobre a luta das mulheres por melhores salários:

“Se as coisas continuarem como estão, mulheres que não estão em um sistema onde podem crescer nunca vão receber o mesmo que os homens. Você tem que lutar para que essas coisas aconteçam e você precisa saber a hora certa de lutar por isso”.

Patty também receberá o prêmio “Women in Motion” 2018 no Festival de Cinema de Cannes em 13 de maio. O prêmio está na 4ª edição e homenageia a contribuição das mulheres para o cinema na frente e por trás das câmeras. Ela foi escolhida como homenageada em reconhecimento ao seu trabalho e como ela ajudou na discussão e luta por igualdade de gênero no cinema.
A diretora foi a primeira mulher na história a comandar um filme de herói da DC.

Mulher-Maravilha 2 estreia em 31 de outubro de 2019.

Arlequina | Margot Robbie sugere filme solo da personagem com classificação indicativa para maiores

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Durante uma entrevista para o portal ColliderMargot Robbie sugeriu que o filme solo da Arlequina poderia ser focado em uma gangue feminina e sugeriu ter classificação indicativa +18.

Eu dei a ideia de um filme com classificação indicativa para maiores, sobre uma gangue feminina liderada pela Arlequina, porque pensei que ela precisa de amigas. A Arlequina ama interagir com as pessoas, então o filme não pode ser só com ela. Ela precisa estar com outras pessoas, deveria ser uma gangue com várias meninas.

 

Até o momento, há 6 filmes de Coringa e Arlequina em pré-produção na Warner, incluindo o solo da Palhaça do Crime. Os filmes são:

  • Esquadrão Suicida 2 (Coringa e Arlequina já confirmados.)
  • Filme solo do Coringa (Não terá Jared Leto e possivelmente terá Joaquim Phoenix como o palhaço.)
  • Coringa e Arlequina (Será como um filme de romance com drogas.)
  • Flashpoint (Coringa pode aparecer em sua versão feminina se o filme seguir os eventos da HQ)
  • Arlequina (Filme solo desenvolvido por Margot Robbie e que agora contratou a cineasta Cathy Yan)
  • Gotham City Sirens (Coringa e Arlequina já confirmados entre os membros do time.)

O filme solo da Arlequina ainda não tem data prevista de lançamento.

Gotham | Série terá episódio baseado no arco “A Piada Mortal”

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Durante um episódio do DC All Access, o ator David Mazouz (Bruce Wayne) revelou que Gotham terá um episódio baseadona edição Batman: A Piada Mortal, com a finalidade de explorar mais o Coringa na série.

[Um episódio] é um reflexo de A Piada Mortal de diversas maneiras. A animação acompanha o processo do Coringa deixar o Gordon maluco, e isso será refletido em outro personagem, que será realmente testado além de seus limites — tanto física quanto psicologicamente. Mas nós nunca saberemos a história completa, se esses personagens vão ficar bem.

O Warner Channel exibe Gotham no Brasil. Leia nosso especial de 30 anos da Piada Mortal -clique aqui-

Monstro do Pântano | Em nova HQ, personagem reencontra Abby

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Panini publicará neste mês aqui no Brasil o Volume 5 de Monstro do Pântano. A edição intitulada Raízes do Mal, mostra o reencontro do personagem com a sua amada Abby, momento que pode ser a última chance de serem felizes juntos ou o momento de sua despedida. Confira:

O Parlamento das Árvores o tornou senhor do reino vegetal. O Parlamento das Pedras lhe deu o controle da terra, de onde as plantas se nutrem. E o Parlamento das Ondas colocou as águas do mundo sob seu controle. Com tanto poder florescendo de seu ser, o Monstro do Pântano tornou-se quase um deus. E, como tantos deuses que o precederam, pode deixar a ira cegar seu julgamento.

Os novos poderes descomunais do Monstro o tornam um alvo ainda mais tentador para forças sombrias em ação, e o que está em jogo agora é descobrir se ele terá a sabedoria necessária para usar os novos dons da melhor forma para si, e para o mundo.

A edição é assinada por Mark MillarPhil Hester Kim DeMulder. O encadernado conta ainda com uma história desenhada por Curt Swan, uma das lendas da Era de Prata dos quadrinhos.

DC Nation #0 | Nova edição apresenta os grandes vilões de Justice League: No Justice

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Os eventos de Dark Nights: Metal deram novos rumos ao Universo DC, introduzindo novos perigos e ameaças que exigirá a formação de novas equipes e alianças. Essa é a premissa de Justice League: No Justice.

 

A DC Nation #0 ficou responsável pela apresentação dos vilões, quatro monstros cósmicos que são possivelmente o maior obstáculo que a Liga da Justiça enfrentará. A aparição acontece quando Supergirl está realizando uma patrulha no céu, quando deixa a órbita da Terra, ela se depara com os quatro Omega Titans. A proporção dos quatro em comparação Terra torna Supergirl insignificante. Agora cabe a Liga da Justiça detê-los.

 

 

Já foram divulgadas anteriormente as equipes que estarão presentes no quadrinho, e suas formações pouco convencionais. A série contará com o Superman e Brainiac reunindo heróis e vilões de todo o Universo DC em quatro equipes baseadas em quatro assinaturas de energia cósmica, são eles, Team Entropy, Team Mystery, Team Wonder e Team Wisdom. Esse método garante formações pouco convencionais porém que podem mostrar muito em comum. A DC Nation #0 mostra as equipes trabalhando juntas em Colu, planeta natal de Brainiac.

 

Outras equipes também serão formadas na história, uma delas será uma que ficará na Terra e terá em sua liderança Asa Noturna e Amanda Waller segundo o portal CBR o roteirista Scott Snyder sugere que pode haver ainda mais equipes do que as que já foram reveladas.

Clássicos Vertigo | Leia nossa resenha de Orquídea Negra de Neil Gaiman

Orquídea Negra foi uma minissérie em quadrinhos escrita por Neil Gaiman (Sandman, Coraline, Stardust) e desenhada por Dave McKean (Asilo Arkham, Coraline) em 1989. Ela foi responsável pela revolução na forma de se escrever quadrinhos em sua época, apostando em histórias mais adultas e sendo responsável, junto com A Saga do Monstro do Pântano de Alan Moore, pela criação do selo Vertigo Comics. Além disso, aprofundou a personagem criando uma origem explicando sua história.

Roteiro: Neil Gaiman

Desenhos: Dave McKean

Arte-Final e Cores: Dave McKean

Editor Original: Karen Berger

Tradução e Letras: Érico Assis e Daniel de Rosa

Editores: Fabiano Denardin e Daniel Lopes

Número de páginas: 180

Editora: Panini

Volume: Único

Preço de capa: R$ 24,90

Nesse volume nos deparamos com a estória Susan Linden, uma super-heroína que recebe um tiro na cabeça em uma sala de reuniões de uma estranha corporação. Seu corpo é queimado, no entanto, de alguma forma ela acaba voltando como uma ninfa ou um ser elemental, mas não se lembra de Susan Linden e não entende o que exatamente é.

Para descobrir mais sobre si mesma e sua criação, assim como quem é o assassino de Susan Linden, a Orquídea Negra vai contar com a ajuda do Monstro do Pântano, outrora um cientista que trabalhava em uma formula para restaurar os pântanos da Louisiana, mas que após um acidente, tornou-se um elemental da terra.

Apesar de ter sido criada em 1973 na edição 428 de Adventure Comics, a personagem Orquídea Negra nunca havia tido uma origem oficial onde se explicava como e quando a personagem assumiu o seu manto de heroína. Assumindo essa missão, em 1989 Neil Gaiman e Dave McKean criaram uma história totalmente original para a personagem, transformando-a em um ser elemental e fazendo maiores referências ao nome Orquídea Negra.

O que chama a atenção nesse volume, além da ótima história envolvendo os elementais, criaturas poderosíssimas no universo DC Comics, é a arte de Dave McKean, ele faz um excelente trabalho em todas as suas publicações, mas em Orquídea Negra seu trabalho é mais que espetacular.

Só pela capa percebe-se a delicadeza do traço e a magnifica pintura que o artista faz da personagem, dentro do volume não é diferente, a arte é de encher os olhos. Dave utiliza lápis e aquarela para compor sua história e auxiliar o leitor na separação dos tempos.

Material primoroso que vale a pena ser lido. Atualmente este quadrinho se encontra esgotado, mas ainda é possível encontrá-lo em sebos e através de outros meios.

Sobre o Autor

Neil Gaiman é um autor de contos, romances, quadrinhos e roteiros britânico, nascido em 10 de novembro de 1960 em Portchester, Hampshire, Inglaterra. Entre suas obras mais famosas estão Deuses Americanos, O Mistério da Estrela, Coraline, Sandman, Felizmente O Leite, Orquídea Negra, Belas Maldições, O Livro do Cemitério, Os Filhos de Anansi, etc. Atualmente o autor tem 57 anos anos e mora nos Estados Unidos da América, tendo uma casa no estado de Wisconsin.

Sobre o Ilustrador

Dave McKean é um artista e fotógrafo inglês famoso pelo trabalho como designer em livros e capas de CD. Também responde pelas ilustrações de Os Lobos Dentro das Paredes. McKean tem desenhos angulares e traços vitorianos, o que acrescenta toques sinistros aos livros, reforçando a promessa de que sempre serão absolutamente assustadores.

Mas e aí? Já leram Orquídea Negra? Não esqueçam de deixar suas opiniões nos comentários e até a próxima resenha!

Shazam! | Asher Angel se despede das gravações em foto ao lado de Zachary Levi

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Asher Angel finalizou sua participação do longa e se despede do set de Shazam!. Para comemorar o encerramento das filmagens, nosso Billy Batson postou uma foto ao lado de Zachary Levi, agradecendo a todos que estiveram envolvidos na produção. Confira:

“Encerrei as filmagens de Shazam! Que experiência – tive muita sorte em aprender com tantos profissionais talentosos, encorajadores e generosos tanto na frente quanto atrás das câmeras. Realmente é preciso uma aldeia. Mal posso esperar para compartilhar com vocês e vê-los logo!”

Shazam! estreia em 5 de abril de 2019. Confira a sinopse oficial da produção:

“Todos nós temos um super-herói dentro de nós, só precisamos de um pouco de mágica para fazê-lo vir à tona. No caso de Billy Batson (Asher Angel), ao gritar a palavra SHAZAM! esse esperto garoto órfão de 14 anos pode se transformar no herói Shazam (Zachary Levi), cortesia de um antigo mago. Ainda uma criança por dentro de um corpo musculoso, Shazam releva nessa versão adulta dele mesmo o que qualquer adolescente faria com superpoderes: se divertir! Ele pode voar? Ele tem visão de raio-x? Ele pode soltar raios das mãos? Ele pode fugir da prova de estudos sociais? Shazam sai para testar os limites de suas habilidades com o descuido divertido de uma criança. Mas ele precisará dominar esses poderes rapidamente para conseguir lutar contra as mortais forças malignas controladas pelo Dr. Thaddeus Sivana (Mark Strong).”

Nas HQs, toda vez que profere a palavra “Shazam”, o jovem Billy Batson sofre a mais notável das transformações: de um pirralho insignificante, torna-se um adulto, cujo nome é um acróstico formado pelas iniciais de Salomão, Hércules, Atlas, Zeus, Aquiles e Mercúrio.

 

Aquaman | Conheça 11 histórias do herói para ler antes do filme ser lançado

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Arthur Curry, o Aquaman, é um dos personagens mais poderosos das histórias em quadrinhos, membro-fundador da Liga da Justiça da América, rei da nação mais poderosa e avançada tecnologicamente do planeta Terra.

Criado por Mort Weisingier e Paul Norris, Aquaman nasceu em setembro de 1941, na More Fun Comics #73 e, apesar de seus quase 77 anos de existência e do seu nome ser conhecido do grande público, não é fácil encontrar leitores do Rei dos Mares. Com a estreia do primeiro filme solo do herói em 21 dezembro e com a possível chegada de uma nova “Aquamania”, o Terraverso separou algumas leituras para que você possa conhecer mais sobre o personagem e se preparar para sua sessão de cinema. De histórias curtas e grandes sagas até fases inteiras, nossa lista tem hqs para todos os tipos de leitores e para todos os gostos.

 

Confira agora nossa lista e toda a majestade do rei legítimo de Atlântida!

Aquaman: A Busca por Mera

Uma saga clássica de Aquaman Vol. 1 e a primeira grande saga solo do personagem, escrita por Steve Skeates e ilustrada por Jim Aparo, The Search for Mera, traz o mistério do desaparecimento da heroína e a busca de Aquaman por repostas. Porém, ao deixar Atlântida abandonada, uma figura corrupta da realeza aproveita para arquitetar um golpe de Estado. Com a participação de personagens como Vulko, Aqualad, Aquagirl e Aquababy, capas fantásticas de Nick Cardy e com uma história de tom aventuresco e político, The Search for Mera traz um pouco do visual e da energia que certamente queremos ver nos cinemas. The Search For Mera pode ser encontrada nas edições #40 a #47 do primeiro volume do personagem.

Aquaman – Coward-King of the Seas!

Na edição #29 da longínqua Aquaman Vol. 1, Orm Marius, o temível Mestre dos Mares aparece pela primeira vez. Em uma história de 23 páginas, Aquaman e Aqualad precisam impedir que o vilão cause um desastre.

Between Two Dooms!

6 edições depois, em Aquaman Vol. 1 #35, o Mestre dos Mares retorna para enfrentar Aquaman, porém, precisará lutar antes com o… Arraia Negra! Em sua primeira aparição, o arqui-inimigo do Rei de Atlântida e Orm lutam para decidir quem tem o direito de eliminar o Aquaman – enquanto o herói tenta se salvar e proteger o Aquababy. Uma história divertida e com as cores e energia que só a Era de Prata pode proporcionar.

Aquaman Vol. 5 – Edições #0 a #46

Ok, sabemos que essa é uma lista de histórias… Por que então incluir praticamente uma fase inteira do personagem? Simples: são as edições escritas por Peter David, um dos roteiristas mais importantes e visionários do Aquaman. É aqui que Aquaman substitui sua mão perdida pelo famoso gancho. O personagem também ganha novas camadas e conhecemos um herói desiludido, niilista, arrogante, imperfeito. E tudo isso ostentando uma bela e respeitosa barba. Soa familiar? Além de influenciar diretamente a versão vivida por Jason Momoa, esta versão também voltou diversas vezes em HQs futuras e em animações da DC – como nas nossas queridas Liga da Justiça e Liga da Justiça Sem Limites.

Trivia – a capa da edição 47 de Aquaman Vol. 5 vem creditada a Peter David, porém o escritor já não fazia parte do time de criação. A partir deste número o script é de Dan Abnett.

Aquaman: Tempo e Maré

Um dos grandes destaques das histórias do personagem é o reino de Atlântida, e claro que no filme não será diferente. Em O Tempo e a Maré, escrito por (adivinhem só) Peter David, acompanhamos a história de Atlântida desde antes do nascimento de Arthur até sua ascensão ao trono. A última história traz uma história focada no Mestre do Oceano, principal vilão do filme e que será interpretado por Patrick Wilson. A série em 4 edições, de 1993, foi uma importante base para as histórias que viriam a seguir em Aquaman Vol. 5 e em diante. A história também antecede outra grande série de David, a majestosa…

Crônicas de Atlântida

Já que estamos falando de Atlântida e de Peter David, não podemos deixar de citar Atlantis Chronicles. Em 7 edições e com desenhos de Esteban Maroto, conhecemos a nação de Atlântida desde os tempos antediluvianos, desde seus primórdios. Com elementos medievais e de teor bem maduro, tratando de temas como religião, sexo, política, guerra e poder, a história pode não influenciar diretamente o longa, mas é uma história imperdível para aqueles que querem mergulhar – literalmente – em Atlântida.

Aquaman Os Novos 52 – #0 a #25

Depois de anos de histórias tímidas e sem muita relevância nos anos 2000, e de algumas décadas de piadas com peixe, Geoff Johns e alguns excelentes desenhistas como Ivan Reis, tiveram a missão de trazer de volta o Rei de Atlântida em toda sua majestade. Retomando elementos clássicos do personagem, usando do humor e da própria fama de herói inútil construída ao longo dos anos, a primeira metade do personagem no Os Novos 52 foi um sucesso de público e crítica. Com arcos como O Reino de Atlântida e Os Outros, Os Novos 52 é uma excelente opção para aqueles que querem ler mais sobre o personagem e que desejam iniciar a leitura de uma fase do Aquaman.

Aquaman Vol. 8 – Renascimento e DC Universe

Com roteiro de Dan Abnett e com a contribuição de diversos ilustradores e capistas, Aquaman é um título que mantém o bom padrão de qualidade das atuais fases da DC Comics, com histórias dinâmicas e com o desenvolvimento de grandes rivalidades (em especial com o Rei Rath). Os artistas de Rebirth/DC Universe aproveitam bastante do visual do DCEU e de seus atores, o que pode deixar a leitura mais fácil para aqueles que estão começando agora sua vida de dcnauta e desejam fazer a migração das telas para os quadrinhos.

Aquaman – Morte de um Príncipe

Uma das histórias mais marcantes e dramáticas para o personagem, Death of a Prince é uma saga que se passa paralelamente nas edições #435 a #455 de Adventure Comics e #57 a #63 de Aquaman. A dupla David Micheline e Jim Amparo colocam o Rei de Atlântida frente a pior de suas falhas: a morte de seu filho pelas mãos do Arraia Negra. Além do luto, o herói precisa lidar com a reação dos atlantes e de Mera, profundamente abalados com os acontecimentos. Além de alavancar as vendas e trazer uma abordagem humana á Arthur, a história também aprofundou a relação de Aquaman e Arraia Negra, trazendo-a para o campo mais pessoal possível.

Mera: Queen of Atlantis

Finalmente, depois de anos de injustiça, a rainha de Atlântida finalmente ganhou sua primeira revista solo. Na série em 6 edições Mera: Queen of Atlantis conhecemos um pouco mais do lado guerreiro, estrategista e diplomata da heroína. Com roteiro de Dan Abnett, desenhos incríveis de Lan Medina e capas maravilhosas de artistas como Stanley “Artgerm” Lau e Nicolla Scott, a série começou a ser publicada em abril de 2018 e ainda está em andamento. Apesar de só ter sua própria revista agora, Mera sempre recebeu atenção do público e sempre esteve presente nas histórias do Aquaman. Sua popularidade aumentou ainda mais depois de sua trajetória nas histórias da DC Bombshells – aliás, outra leitura recomendadíssima!

Flashpoint

Primordialmente, não é uma história do Aquaman, ok… Mas com a confirmação de que teremos Flashpoint no DCEU essa história se torna indispensável. Na realidade de Flashpoint Aquaman é o líder de uma das grandes frentes de batalha e personagem fundamental para a trama – e com certeza isso não passará em branco no longa. Só nos resta conferir o filme de James Wan e aguardar o futuro do personagem no DCEU!

Qual sua história favorita do Aquaman? Na sua opinião, que história é fundamental para o personagem? Deixe aqui nos comentários! Lembrando que o filme do herói estreia dia 21 de dezembro nas grandes telas.