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Batman Begins | A base para o atual cinema de heróis

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Saudações Terraversers! Como parte das homenagens aos 80 anos do Batman, preparamos uma pequena dissertação sobre o primeiro filme da trilogia do cavaleiro das trevas – Batman Begins – comandada por Christopher Nolan e protagonizada por Christian Bale, que trouxe de volta todo o prestígio perdido do homem morcego.

Introdução

No início de Batman Begins, somos levados a revisitar a trágica infância de Bruce Wayne, onde a história do assassinato de seus pais é recontada. Diferente da versão estabelecida nas HQs desde Batman – Ano Um (1987), onde a família Wayne sai de uma sessão de cinema de Zorro, desta vez vemos o jovem Bruce e seus pais saindo da ópera Metistofele.

A trágica ópera não é mostrada à toa na película, pois logo na sequência somos levados à famosa tragédia pessoal de Bruce. Se hoje a origem do Homem Morcego está incrustada no conhecimento geral, sendo conhecida basicamente por todos devido às suas diversas encarnações e adaptações, não quer dizer que era assim na época. Christopher Nolan escolheu acertadamente em mostrar novamente a origem do Batman, e assim como Metistofele, o diretor cria sua própria ópera nos tradicionais três atos, com a apresentação, o desenrolar da trama para estabelecer o vigilante e o background de Gotham à sua volta, e o clímax com uma épica conclusão.

Begins

Conforme citado acima, a origem do Batman é reapresentada ao grande público, o que pode ser considerado um grande acerto, visto que muitas pessoas não conheciam a versão mais próxima do material de origem. Para muitos, um criminoso chamado Jack Napier (que viria a se tornar o Coringa) que havia assassinado os pais de Bruce Wayne, conforme mostrado no Batman de Tim Burton (1989).

A decisão não se mostra um acerto apenas por aproximar a trama aos quadrinhos, porém também pelo significado que aquilo trás para a mitologia do Batman… a do acaso bruto, violento e visceral, que pode atingir a qualquer um, independentemente da posição social, bastando estar no local errado e na hora errada.

E como esperado, isso se mostra como o grande motivador de Bruce Wayne. Ver seus pais morrendo tão de repente, com a violência à qual buscavam combater, foi o grande moldador da mente e alma de Bruce dali pra frente. Porém, o filme não é considerado “sombrio e realista” à toa. Bruce não se torna o Batman do dia pra noite. Na verdade vemos o personagem cometendo erros e se mostrando vulnerável, tendo instintos comuns que vem com a dor do luto combinado ao desejo de vingança proveniente do ódio pelo assassinato dos seus pais – um criminoso comum chamado Joe Chill.

Após tentativas fracassadas de se vingar e de entender o submundo, Bruce confronta o mafioso Carmine Falcone, que foi o responsável por mandar matar Joe Chill. Falcone aqui, assim como nas HQs Batman Ano Um e O Longo dias das Bruxas, é o grande vilão pré Batman da cidade de Gotham. Antes da era dos loucos e das aberrações, os mafiosos dominavam o submundo do crime, e Falcone deixa claro para Bruce Wayne que controla a cidade e à todos nela por meio do medo.

Percebendo o tamanho da podridão que o cerca e que faz sua cidade de refém, Bruce então parte em sua jornada ao redor do mundo, buscando conhecer criminosos e seus modos de agir, além de se infiltrar no meio dos homens comuns. Acima de tudo isso, porém, em uma jornada de auto-conhecimento.

O medo é o principal elemento condutor do filme, com as três figuras antagonistas se utilizando do sentimento de medo que inflingem aos outros como suas principais armas.

Em sua jornada, Bruce Wayne conhece seu mentor e líder da Liga das Sombras, Henri Ducard (Liam Neeson) – posteriormente, revelando ser Ra’s Al Ghul. Ele resgata Bruce de uma prisão e o trás para o caminho da Liga das Sombras, um grupo de guerreiros altamente treinados em situações extremas para combater o mal que aflige o mundo, com fortes inspirações orientais, viste as vestimentas e armamentos típicos de samurais. Bruce ouve os ensinamentos de Ra’s, segue seu caminho e se torna o melhor de seus alunos, até o momento do cisma entre os dois, em que após se confrontarem, seguem direções opostas.

No segundo ato, temos o estabelecimento de Bruce Wayne em seu retorno à Gotham. A aliança com Alfred e Jim Gordon (eternizados por Michael Caine e Gary Oldman, respectivamente) são moldadas, com Alfred sendo seu fiel mordomo e parceiro no planejamento do combate ao crime, e Gordon sendo o bastião da esperança de policiais não-corruptos na cidade.

Porém, como não existem pontas sem nós se tratando desta trilogia, Ra’s Al Ghul e a liga das sombras retornam para assombrar Bruce Wayne e sua cidade; Por intermédio do Doutor Crane (Espantalho), Ra’s Al Ghul se infiltra em Gotham. Enquanto ele fornece a flor azul com compostos alucinógenos ao Dr. Crane, o mesmo o ajuda a infectar o tratamento de água da cidade, culminando no frenético ato final do filme.

Com Falcone inepto graças à uma traição do próprio Crane, o confronto final se desenha com a Liga das Sombras cumprindo a sua promessa, e vindo à Gotham com o objetivo de destruí-la. Ra’s Al Ghul e seus homens aparecem na festa de aniversário de Bruce, e querendo afastar seus convidados da festa, temos um brilhante momento em que Bruce Wayne se incorpora como o playboy mesquinho e mimado que acaba expulsando todos de sua mansão. Após um confronto, a casa desaba em meio às chamas. Bruce, resgatado por Alfred, tem de deixar sua casa caída para trás e ir em busca de Ra’s, que coloca seu plano final em prática: o contágio de toda a população de Gotham por sua toxina do medo, para que a queda da cidade ocorra em meio ao caos iminente.

Dr. Crane

Aqui, a batalha final se dá em belos planos que mostram desde a periferia da cidade em caos, com a toxina se espalhando, até os loucos do Arkham que foram soltos pela Liga das Sombras aterrorizando as ruas, com direito ao Crane assumindo a alcunha de Espantalho. Tudo isso nos leva ao grande confronto final, com Ra’s al Ghul e Batman lutando no trem, que em direção à estação central de tratamento de água, não pode de jeito maneira alcançar o seu destino.

Após a icônica luta ser finalizada com Batman vitorioso, temos a célebre frase “Não vou te matar. Mas também, não preciso de salvar”, em que Batman deixa Ra’s para morrer. Interessante observar, assim como acontece no filme do Aquaman, quando Arthur deixa o pai do Arraia Negra para morrer, os ecos dessa atitude serão sentidos alguns anos depois, em O Cavaleiro das Trevas Ressurge.

Os destaques técnicos ficam, além dos efeitos, para a bela trilha sonora de Hans Zimmer, que cria o tema do Batman que ecoará até o fim da trilogia.

Nolan no comando

Batman Begins construiu um novo modelo para filmes de super heróis que reverbera até hoje, com diretores de Marvel e DC citando as influências do trabalho de Christopher Nolan (e séries também… vide Demolidor e Arrow). Ele estabeleceu a base para a trilogia do Cavaleiro das Trevas, e através de temas como o medo e o terrorismo, continua relevante e atual.

Na época, não foi um sucesso estrondoso de bilheteria, porém as ótimas críticas e o boca a boca fizeram com que a bilheteria fosse o suficiente para garantir uma continuação. E que continuação!

“Aqui está o meu cartão”

Aves de Rapina | Possível participação do Coringa é comentada por Jared Leto

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Jared Leto comentou em entrevista para a Variety, sobre a possibilidade de reprisar o papel de Coringa nos cinemas: “Eu definitivamente faria o Coringa de novo. Tudo depende do roteiro e das circurstâncias, como sempre depende”.

Questionado se o vilão estará em Aves de Rapina, Leto respondeu: “Eu acho que não. Você precisa perguntar para eles. Bom, vamos ver”.

Em março deste ano, foram divulgadas fotos do set do longa, indicando que o Coringa poderia aparecer com um dublê, em uma cena que expulsa a Arlequina de casa, porém, o ator ainda não foi confirmado no casting do filme.

Nos quadrinhos, o grupo Aves de Rapina incluiu, ao longo dos anos, personagens como Batgirl, Hera Venenosa, Mulher-Gato e Katana. O filme chega aos cinemas em 7 de fevereiro de 2020.

Batman/Superman | Batman-Que-Ri enfrentará os heróis em nova HQ

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A DC  anunciou o lançamento de Batman/Superman, edição que reunirá os heróis em uma caçada ao novo Sexteto Secreto. A HQ terá roteiro de Joshua Williamson (Flash) e será a estreia do artista David Marquez na DC, conhecido por desenhar edições como Guerra Civil II e Homem de Ferro na Marvel. Confira a capa do primeiro número e as primeiras páginas abaixo:

Nessa história, Batman e Superman devem se unir para impedir que o vilão Batman-Que-Ri, versão maligna do Homem Morcego apresentado na saga Metal, reúna seus “agentes adormecidos”, que de acordo com Williamson é uma nova versão do Sexteto Secreto:

“Eles estão infectados e estão lentamente se tornando as piores versões de si mesmos. Alguns sabem que estão mudando, outros não. (…) Está acontecendo a seis pessoas – estamos chamando-os de Sexteto Secreto – que estão se transformando. Mas quem eles são? [Batman e Superman] têm de descobrir, mas isso significa espiar outros heróis, amigos e aliados.” salientou o roteirista.

Edição será publicada a partir de agosto nos EUA.

Patrulha do Destino | Flex Mentallo irá aparecer na série

O ator Devan Chandler Long foi escalado para viver o personagem Flex Mentallo na série exclusiva do DC Universe Patrulha do Destino. O ator é conhecido pela sua participação em The Magicians e Dirt.

Flex Mentallo é mais uma das criações de Grant Morrison durante a sua passagem por Doom Patrol, Flex tem a sua primeira aparição na edição #35. Ele era um rapaz magricela que gostava de andar pela praia, mas costumava ser intimidado por valentões e, após encontrar um misterioso homem com uma TV para uma cabeça, ele recebeu um panfleto com instruções sobre como se tornar forte aumentando seu tamanho e se tornando o rei da praia.

Ainda não foi revelado se a sua aparição acontecerá na temporada atual ou na próxima que já foi confirmada antes de sua estreia. A série Patrulha do Destino está sendo lançada no serviço exclusivo de streaming DC Universe.

Lúcifer | Nova temporada ganha trailer inédito

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A nova temporada de “Lúcifer”, que estreia dia 8 de maio no canal de streaming Netflix, nos últimos dias ganhou um trailer inédito.  Nele podemos notar a inclusão e uma nova personagem à trama, trata-se de Eva, o primeiro amor do protagonista, além disso, vemos Chloe tentando assimilar as descobertas da temporada anterior.

Confira o trailer abaixo:

A sinopse oficial conta que Lúcifer Morningstar  ainda estará abalado por Chloe ter visto sua verdadeira face. Além da tensão entre estes dois personagens, Eva a primeira pecadora, voltará. Nos resta saber se ela está atrás de vingança por ter sido expulsa do paraíso ou se ela tem outros planos em mente.

Esquadrão Suicida | David Dastmalchian, de Homem-Formiga, entra para o elenco do longa

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O elenco do novo Esquadrão Suicida tem mais uma contratação: David Dastmalchian, de Homem-Formiga e Blade Runner 2049, se juntou ao longa que será dirigido por James Gunn (Guardiões da Galáxia). A informação é do Hollywood Reporter.

O papel do ator será do vilão Polka-Dot Man, chamado no Brasil de Homem das Bolinhas ou apenas Bolinha. Originalmente apresentado na Detective Comics #300, de 1962, o personagem protagoniza crimes repletos de pequenos pontos e tem uma roupa pontilhada cujas marcas se tornam armas e outros dispositivos.

Segundo o THR, a ideia é que o Homem das Bolinhas seja retratado de forma peculiar “pelas suas habilidades tediosas“.

#CCXP19 | Eduardo Risso é confirmado no evento

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O quadrinista argentino Eduardo Risso é mais uma nome confirmado na CCXP19.

Os trabalhos do quadrinista sempre passam muito pelo clássico selo Vertigo com sua arte no famoso quadrinho da editora 100 balas. Outros de seus trabalhos são Noites de Trevas: Uma história real do Batman contando sobre a vida de Paul Dini, criador da série animada do cruzado encapuzado.

Risso também participou de outras revistas da DC como Mulher Maravilha, Lanterna Verde, Batman, Sociedade da Justiça All Stars e Antes de Watchmen: Comediante.

A CCXP19 acontecerá entre os dias 5 e 8 de dezembro na São Paulo Expo.

Eisner 2019 | Conheça os indicados para o prêmio deste ano

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O prêmio Eisner de 2019 revelou seus indicados. Neste ano Senhor Milagre do roteirista Tom King é um dos destaques da premiação com o maior número de indicações. O Brasil tem a participação de A Terrível Elizabeth Dumn contra os Diabos de Terno na categoria melhor história em edição única e Pétalas de Gustavo Borges como melhor Publicação Infantil. Confira os indicados:

MELHOR HISTÓRIA CURTA

“Get Naked in Barcelona” de Steven T. Seagle e Emei Olivia Burrell, em Get Naked (Image)

“The Ghastlygun Tinies” de Matt Cohen e Marc Palm, em MAD magazine #4 (DC Comics)

“Here I Am” de Shaun Tan em I Feel Machine (SelfMadeHero)

“Life During Interesting Times” de Mike Dawson (The Nib)

“Supply Chains” de Peter e Maria Hoey, em Coin-Op #7 (Coin-Op Books)

“The Talk of the Saints” por Tom King e Jason Fabok, em Swamp Thing Winter Special (DC Comics)

MELHOR HISTÓRIA EM EDIÇÃO ÚNICA

Beneath the Dead Oak Tree, de Emily Carroll (ShortBox)

Black Hammer: Cthu-Louise, de Jeff Lemire e Emi Lenox (Dark Horse)

No Better Words, de Carolyn Nowak (Silver Sprocket)

Peter Parker: The Spectacular Spider-Man #310, de Chip Zdarsky (Marvel)

A Terrível Elizabeth Dumn contra os Diabos de Terno, de Arabson Assis (IHQ Studio/ Image)

MELHOR SÉRIE

Batman, de Tom King e vários artistas (DC Comics)

Black Hammer: Age of Doom, de Jeff Lemire, Dean Ormston, e Rich Tommaso (Dark Horse)

Gasolina, de Sean Mackiewicz e Niko Walter (Skybound/Image)

Giant Days, de John Allison, Max Sarin, e Julaa Madrigal (BOOM! Box)

The Immortal Hulk, de Al Ewing, Joe Bennett, e Ruy José (Marvel)

Fugitivos, de Rainbow Rowell e Kris Anka (Marvel)

MELHOR MINISSÉRIE

Batman: Cavaleiro Branco, de Sean Murphy (DC Comics)

Eternity Girl, de Magdalene Visaggio e Sonny Liew (Vertigo/DC Comics)

Exit Stage Left: The Snagglepuss Chronicles, de Mark Russell, Mike Feehan, e Mark Morales (DC Comics)

Senhor Milagre, de Tom King e Mitch Gerads (DC Comics)

X-Men: Grand Design: Second Genesis, de Ed Piskor (Marvel)

MELHOR SÉRIE ESTREANTE

Bitter Root, de David Walker, Chuck Brown, e Sanford Green (Image)

Crowded, de Christopher Sebela, Ro Stein, e Ted Brandt (Image)

Gideon Falls, de Jeff Lemire e Andrea Sorrentino (Image)

Isola, de Brenden Fletcher e Karl Kerschl (Image)

Man-Eaters, de Chelsea Cain e Kate Niemczyk (Image)

Skyward, de Joe Henderson e Lee Garbett (Image)

MELHOR PUBLICAÇÃO INFANTIL (PARA CRIANÇAS DE ATÉ OITO ANOS)

Johnny Boo and the Ice Cream Computer, de James Kochalka (Top Shelf/IDW)

Pétalas, de Gustavo Borges (KaBOOM!)

Peter & Ernesto: A Tale of Two Sloths, de Graham Annable (First Second)

This Is a Taco! de Andrew Cangelose and Josh Shipley (CubHouse/Lion Forge)

Tiger Vs. Nightmare, de Emily Tetri (First Second)

MELHOR PUBLICAÇÃO INFANTIL (DE 9 A 12 ANOS)

Aquicorn Cove, de Katie O’Neill (Oni)

Be Prepared, de Vera Brosgol (First Second)

The Cardboard Kingdom, de Chad Sell (Knopf/Random House Children’s Books)

Crush, de Svetlana Chmakova (JY/Yen Press)

The Divided Earth, de Faith Erin Hicks (First Second)

MELHOR PUBLICAÇÃO JUVENIL (13 A 17 ANOS)

All Summer Long, de Hope Larson (Farrar Straus Giroux)

Gumballs, de Erin Nations (Top Shelf/IDW)

Middlewest, de Skottie Young and Jorge Corona (Image)

Norroway, Book 1: The Black Bull of Norroway, de Cat Seaton and Kit Seaton (Image)

The Prince and the Dressmaker, de Jen Wang (First Second)

Watersnakes, de Tony Sandoval (Magnetic/Lion Forge)

Capa Mister Miracle – Número #1

MELHOR PUBLICAÇÃO DE HUMOR

Get Naked, de Steven T. Seagle e vários artistas (Image)

Giant Days, de John Allison, Max Sarin, e Julia Madrigal (BOOM! Box)

MAD magazine, editada por Bill Morrison (DC Comics)

A Perfect Failure: Fanta Bukowski 3, de Noah Van Sciver (Fantagraphics)

Woman World, de Aminder Dhaliwal (Drawn & Quarterly)

MELHOR ANTOLOGIA

Femme Magnifique: 50 Magnificent Women Who Changed the World, editada por Shelly Bond (Black Crown/IDW)

Femme Magnifique: 50 Magnificent Women Who Changed the World, editada por Shelly Bond (Black Crown/IDW)

Puerto Rico Strong, editado por Marco Lopez, Desiree Rodriguez, Hazel Newlevant, Derek Ruiz, e Neil Schwartz (Lion Forge)

Twisted Romance, editado por Alex de Campi (Image)

Where We Live: A Benefit for the Survivors in Las Vegas, editado por Will Dennis, com curadoria de J. H. Williams III e Wendy Wright-Williams (Image)

MELHOR NÃO-FICÇÃO


All the Answers: A Graphic Memoir, de Michael Kupperman (Gallery 13)

All the Sad Songs, de Summer Pierre (Retrofit/Big Planet)

Is This Guy For Real? The Unbelievable Andy Kaufman, de Box Brown (First Second)

Monk! de Youssef Daoudi (First Second)

One Dirty Tree, de Noah Van Sciver (Uncivilized Books)

MELHOR ÁLBUM GRÁFICO (INÉDITO)

Bad Girls, de Alex de Campi e Victor Santos (Gallery 13)

Come Again, de Nate Powell (Top Shelf/IDW)

Green Lantern: Earth One Vol. 1, de Corinna Bechko and Gabriel Hardman (DC Comics)

Homunculus, de Joe Sparrow (ShortBox)

My Heroes Have Always Been Junkies, de Ed Brubaker e Sean Phillips (Image)

Sabrina, de Nick Drnaso (Drawn & Quarterly)

MELHOR ÁLBUM GRÁFICO (REPUBLICAÇÃO)

Berlin, de Jason Lutes (Drawn & Quarterly)

Girl Town, de Carolyn Nowak (Top Shelf/IDW)

Upgrade Soul, de Ezra Claytan Daniels (Lion Forge)

The Vision capa dura, de Tom King, Gabriel Hernandez Walta, e Michael Walsh (Marvel)

Young Frances, de Hartley Lin (AdHouse Books)

MELHOR ADAPTAÇÃO DE OUTRA MÍDIA

Anne Frank’s Diary: The Graphic Adaptation, adaptado por Ari Folman e David Polonsky (Pantheon)

“Frankenstein” de Mary Shelley, em Frankenstein: Junji Ito Story Collection, adaptado por Junji Ito (VIZ Media)

Out in the Open de Jesús Carraso, adaptado por Javi Rey (SelfMadeHero)

Speak: The Graphic Novel, de Laurie Halse Anderson e Emily Carroll (Farrar Straus Giroux)

To Build a Fire: Based on Jack London’s Classic Story, de Chabouté (Gallery 13)

MELHOR EDIÇÃO AMERICANA DE MATERIAL ESTRANGEIRO

About Betty’s Boob, de Vero Cazot e Julie Rocheleau (Archaia/BOOM!)

Brazen: Rebel Ladies Who Rocked the World, de Pénélope Bagieu (First Second)

Herakles Book 1, de Edouard Cour, (Magnetic/Lion Forge)

Niourk, de Stefan Wul and Olivier Vatine (Dark Horse)

A Sea of Love, de Wilfrid Lupano e Grégory Panaccione (Magnetic/Lion Forge)

MELHOR EDIÇÃO AMERICANA DE MATERIAL ESTRANGEIRO (ASIÁTICO)

Abara: Complete Deluxe Edition, de Tsutomu Nihei (VIZ Media)

Dead Dead Demon’s Dededede Destruction, de Inio Asano (VIZ Media)

Laid-Back Camp, de Afro (Yen Press)

My Beijing: Four Stories of Everyday Wonder, de Nie Jun (Graphic Universe/Lerner)

Tokyo Tarareba Girls, de Akiko Higashimura (Kodansha)

MELHOR COLEÇÃO DE ARQUIVO (TIRAS)

Pogo, vol. 5: Out of This World At Home, de Walt Kelly, editado por Mark Evanier e Eric Reynolds (Fantagraphics)

Sky Masters of the Space Force: The Complete Sunday Strips in Color (1959–1960), de Jack Kirby, Wally Wood e vários artistas, editado por Ferran Delgado (Amigo Comics)

Star Wars: Classic Newspaper Strips, vol. 3, de Archie Goodwin e Al Williamson, editado por Dean Mullaney (Library of American Comics/IDW)

The Temple of Silence: Forgotten Words and Worlds of Herbert Crowley, de Justin Duerr (Beehive Books)

Thimble Theatre and the Pre-Popeye Comics of E. C. Segar, editado por Peter Maresca (Sunday Press)

MELHOR COLEÇÃO DE ARQUIVO (QUADRINHOS)

Action Comics: 80 Years of Superman Deluxe Edition, editado por Paul Levitz (DC Comics)

Bill Sienkiewicz’s Mutants and Moon Knights… And Assassins… Artifact Edition, editado por Scott Dunbier (IDW)

Dirty Plotte: The Complete Julie Doucet (Drawn & Quarterly)

Madman Quarter Century Shindig, de Mike Allred, editado por Chris Ryall (IDW)

Terry Moore’s Strangers in Paradise Gallery Edition, editado por Joseph Melchior e Bob Chapman (Abstract Studio/Graphitti Designs)

Will Eisner’s A Contract with God: Curator’s Collection, editado por John Lind (Kitchen Sink/Dark Horse)

MELHOR ROTEIRISTA

Alex de Campi por Bad Girls (Gallery 13) e Twisted Romance (Image)

Tom King por Batman, Senhor Milagre, Heroes in Crisis e Swamp Thing Winter Special (DC Comics)

Jeff Lemire por Black Hammer: Age of Doom, Doctor Star & the Kingdom of Lost Tomorrows e Quantum Age (Dark Horse); Descender, Gideon Falls e Royal City (Image)

Mark Russell por Exit Stage Left: The Snagglepuss Chronicles, Green Lantern/Huckleberry Hound e Lex Luthor/Porky Pig (DC Comics); Lone Ranger (Dynamite)

Kelly Thompson por Nancy Drew (Dynamite); Gaviã Arqueira, Jessica Jones, Mr. & Mrs. X, Rogue & Gambit, Fabulosos X-Men, Vingadores da Costa Oeste (Marvel)

Chip Zdarsky por Peter Parker: The Spectacular Spider-Man, Marvel Two-in-One (Marvel)

MELHOR ROTEIRISTA/DESENHISTA

Sophie Campbell por Wet Moon (Oni)

Nick Drnaso por Sabrina (Drawn & Quarterly)

David Lapham por Lodger (Black Crown/IDW); Stray Bullets (Image)

Nate Powell por Come Again (Top Shelf/IDW)

Tony Sandoval por Watersnakes (Magnetic/Lion Forge)

Jen Wang por The Prince and the Dressmaker (First Second)

MELHOR ARTE-FINALISTA OU TIME DE ARTE-FINALISTAS

Matías Bergara por Coda (BOOM!)

Mitch Gerads por Senhor Milagre (DC Comics)

Karl Kerschl por Isola (Image)

Sonny Liew por Eternity Girl (Vertigo/DC Comics)

Sean Phillips por Kill or Be Killed e My Heroes Have Always Been Junkies (Image)

Yanick Paquette por Mulher Maravilha: Terra Um vol. 2 (DC Comics)

MELHOR DESENHISTA/ARTISTA MULTIMÍDIA (PÁGINAS INTERNAS)

Lee Bermejo por Batman: Damned (DC Comics)

Carita Lupatelli por Izuna Book 2 (Humanoids)

Dustin Nguyen por Descender (Image)

Gregory Panaccione por A Sea of Love (Magnetic/Lion Forge)

Tony Sandoval por Watersnakes (Magnetic/Lion Forge)

MELHOR CAPISTA

Jen Bartel por Blackbird (Image); Submerged (Vault)

Nick Derington por Senhor Milagre (DC Comics)

Karl Kerschl por Isola (Image)

Joshua Middleton por capas variantes de Batgirl e Aquaman (DC Comics)

Julian Tedesco por Gaviã Arqueira e A vida da Capitã Marvel (Marvel)

MELHOR COLORISTA

Jordie Bellaire por Batgirl e Batman (DC Comics); The Divided Earth (First Second); Days of Hate, Dead Hand Head Lopper e Redlands (Image); Shuri e Doutor Estranho (Marvel)

Tamra Bonvillain por Alien 3 (Dark Horse); Batman e Patrulha do Destino (DC Comics); Moon Girl and Devil Dinosaur e Multiple Man (Marvel)

Nathan Fairbairn por Batman, Batgirl, Aves de Rapina e Mulher Maravilha Terra Um vol. 2 (DC Comics); Die!Die!Die! (Image)

Matt Hollingsworth por Batman: Cavaleiro Branco (DC Comics): Seven to Eternity, Wytches (Image)

Matt Wilson por Black Cloud, Paper Girls, The Wicked + The Divine (Image); O Poderoso Thor, Fugitivos (Marvel)

MELHOR LETRISTA
David Aja por Seeds (Berger Books/Dark Horse)

Jim Campbell por Breathless, Calexit, Gravetrancers, Snap Flash Hustle, Survival Fetish e The Wilds (Black Mask); Abbott, Alice: Dream to Dream, Black Badge, Clueless, Coda, Fence, Firefly, Giant Days, Grass Kings, Lumberjanes: The Infernal Compass, Low Road West e Sparrowhawk (BOOM); Angelic (Image); Wasted Space (Vault)

Alex de Campi, Bad Girls (Gallery 13); Twisted Romance (Image)

Jared Fletcher por Batman: Damned (DC Comics); The Gravediggers Union, Moonshine, Paper Girls e Southern Bastards (Image)

Todd Klein por Black Hammer: Age of Doom e Neil Gaiman’s A Study in Emerald (Dark Horse); Batman: Cavaleiro Branco (DC Comics); Eternity Girl e Livros da Magia (Vertigo/DC Comics); The League of Extraordinary Gentlemen: The Tempest (Top Shelf/IDW)

MELHOR QUADRINHO RELACIONADO A JORNALISMO

Back Issue editado por Michael Eury (TwoMorrows)

The Columbus Scribbler editado por Brian Canini, columbusscribbler.com

Comicosity, editado por Aaron Long e Matt Santori, www.comicosity.com

LAAB Magazine #0: Dark Matter, editado por Ronald Wimberley e Josh O’Neill (Beehive Books)

PanelxPanel magazine, editado por Hassan Otsmane-Elhaou, panelxpanel.com

MELHOR LIVRO SOBRE QUADRINHOS

Comic Book Implosion: An Oral History of DC Comics Circa 1978, de Keith Dallas e John Wells (TwoMorrows)

Drawn to Purpose: American Women Illustrators and Cartoonists, de Martha H. Kennedy (University Press of Mississippi)

The League of Regrettable Sidekicks, de Jon Morris (Quirk Books)

Mike Grell: Life Is Drawing Without an Eraser, de Dewey Cassell e Jeff Messer (TwoMorrows)

Yoshitaka Amano: The Illustrated Biography—Beyond the Fantasy, de Florent Gorges (Dark Horse)

MELHOR TRABALHO ACADÊMICO

Between Pen and Pixel: Comics, Materiality, and the Book of the Future, de Aaron Kashtan (Ohio State University Press)

Breaking the Frames: Populism and Prestige in Comics Studies, de Marc Singer (University of Texas Press)

The Goat-Getters: Jack Johnson, the Fight of the Century, and How a Bunch of Raucous Cartoonists Reinvented Comics, de Eddie Campbell (Library of American Comics/IDW/Ohio State University Press)

Incorrigibles and Innocents, de Lara Saguisag (Rutgers Univeristy Press)

Sweet Little C*nt: The Graphic Work of Julie Doucet, de Anne Elizabeth Moore (Uncivilized Books)

MELHOR DESIGN DE PUBLICAÇÃO

A Sea of Love, design de Wilfrid Lupano, Grégory Panaccione e Mike Kennedy (Magnetic/Lion Forge)

The Stan Lee Story Collector’s Edition, design de Josh Baker (Taschen)

The Temple of Silence: Forgotten Worlds of Herbert Crowley, design de Paul Kepple e Max Vandenberg (Beehive Books)

Terry Moore’s Strangers in Paradise Gallery Edition, design de Josh Beatman/Brainchild Studios/NYC (Abstract Studio/Graphitti Designs)

Will Eisner’s A Contract with God: Curator’s Collection, design de John Lind (Kitchen Sink/Dark Horse)

MELHOR QUADRINHO DIGITAL

Aztec Empire, de Paul Guinan, Anina Bennett e David Hahn

The Führer and the Tramp, de Sean McArdle, Jon Judy, e Dexter Wee

The Journey, de Pablo Leon (Rewire)

The Stone King, de Kel McDonald e Tyler Crook (comiXology Originals)

Umami, by Ken Niimura (Panel Syndicate)

MELHOR WEBCOMIC

The Contradictions, de Sophie Yanow

Lavender Jack, de Dan Schkade (WEBTOON)

Let’s Play, de Mongie (WEBTOON)

Lore Olympus, de Rachel Smythe, (WEBTOON)

Tiger, Tiger, de Petra Erika Nordlund, (Hiveworks)

A DC tem uma grande quantidade de indicações. Bora torcer!

#CCXP19 | Lee Bermejo é confirmado no evento

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O quadrinista Lee Bermejo confirmou sua presença nos 4 dias da CCXP19 participando dos painéis e outras atividades a serem divulgadas.

Bermejo é conhecido pelos seus trabalhos ao lado de Brian Azzarello, como Coringa, Luthor, a série de quadrinhos da Vertigo, Antes de Watchmen: Rorschach e recentemente mostrou seu trabalho na HQ Batman: Damned.

Em seus trabalhos solo, o artista roteirizou Batman: Noel e Suicidas, além de produzir diversas capas para a DC ao longo de sua carreira.

A CCXP 2019 acontecerá entre os dias 5 e 8 de dezembro na São Paulo Expo.

Gotham | Visual do Batman é revelado no episódio final da série

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A quinta e última temporada de Gotham teve seu episódio de encerramento transmitido no último dia 25 de abril e entre tantas surpresas que ocorreram a maior foi a revelação do visual de Bruce Wayne de David Mazouz como Batman. Confira:

A série foi encerrada na ultima semana nos Estados Unidos. No Brasil seus episódios dublados estão sendo transmitidos pelo canal Warner.