Início Site Página 345

Monstro do Pântano | O mistério do verde repleto de suspense e terror

O serviço de streaming DC Universe nos trouxe uma boa quantidade de novidades, conhecemos a versão um pouco mais adulta e sombria de Titãs, depois uma visita ao mundo psicodélico, bizarro e irreverente de Patrulha do Destino, e agora, este universo nos leva ao pântano da Lousiana e seus mistérios.

Já foi a conhecimento do público que assim que seu episódio piloto foi lançado na plataforma, a série Monstro do Pântano foi cancelada, porém, não é um motivo que faria o espectador deixar de acompanhar a história que ocorre ao longo de seus dez episódios lançados entre maio e agosto de 2019.

A trama gira em torno de Abby Arcane, interpretada por Crystal Reed, uma pesquisadora do controle de doenças que foi enviada para a cidade de Marais na Lousiana, para investigar um vírus proveniente do pântano da região. Em suas investigações ela encontra Alec Holland, interpretado por Andy Bean, um cientista com um passado bastante obscuro e que também tem o mesmo objetivo de Abby, porém, ele desaparece misteriosamente ao mesmo tempo que uma criatura monstruosa surge assombrando a região.

Apesar de ter sua vida tragicamente encurtada pelo cancelamento, a série tem um enredo que é sólido se agarrando ao mistério do sumiço de Alec Holland e traz o espectador a acompanhar os passos de Abby Arcane na busca da solução deste mistério e outros que irão surgindo ao longo da narrativa.

A dupla Andy Bean e Derek Mears consegue em seus respectivos momentos darem vida ao Monstro do Pântano de forma inteligente. Por um lado, o cientista atormentado pelos erros do passado e a convicção de um homem apegado aos eventos do processo empírico da ciência, fazem do personagem cativante, e sua relação com a doutora Arcane são momentos atraentes aos olhos de quem acompanha a narrativa em seu começo, a cena que culmina na morte trágica de Alec e a sua transformação na monstruosidade do pântano é uma cena que traz uma energia diferente e define o tom do que vai seguir nos momentos da sequência da temporada.

Neste momento quem assume as ações é o monstro, a forma como ele busca entender o que ele se tornou, e se ele ainda é o homem que ali já existiu anteriormente, é interessante para os fãs do personagem que o seguem nas HQ’s e conhecem esses momentos mais profundos dos pensamentos do personagem, principalmente no período pós-Alan Moore que trouxe uma nova ideia do que seria o Monstro do Pântano e a sua razão de existir neste mundo.

A série segue muito do clima que vimos nas primeiras aparições do herói em House of Secrets em 1971, quando o personagem ainda era Alex Olsen, e por fim a partir de 1972, quando temos a versão que conhecemos atualmente. O clima de mistério, suspense e terror com cenas mais fortes em alguns momentos da série mostram que mesmo que não sigam com fidelidade, um momento da história do personagem, seguem o tom que foi característico que podia ser lido nas páginas do herói.

Os grandes vilões da temporada foram Maria e Avery Sunderland, interpretados por Virginia Madsen e Will Patton, um casal figurões em Marais que tenta se aproveitar das propriedades incomuns que existem no pântano e usam de toda a sua influência, poder aquisitivo e meios ilegais para conquistar seus objetivos. Este ponto da trama é um atrativo especial para série, mostrando que existe uma infinidade de segredos escondidos por toda a cidade em diversas esferas.

Apesar de sua premissa ter sido mostrada mais para um lado da ciência, mais precisamente a biologia, também nos é mostrado que existe um mundo de magia e fantasia no qual o principal elemento é o verde, caracterizado como o elemento da natureza no Universo DC dos quadrinhos e tem como seu guardião o Monstro do Pântano. A aparição de personagens como Madame Xanadú, uma feiticeira capaz de prever o futuro, a introdução do Homem Florônico e até mesmo o Demônio Azul mostram que existe um universo de magia no DC Universe.

A conclusão da temporada apesar de resolver a premissa proposta abre uma infinidade de possibilidades para uma futura sequência da série, o que infelizmente não irá ocorrer por todas as questões burocráticas que interferiram na produção. Porém, mesmo que tenha sido cancelada, o serviço de streaming pode prosseguir trabalhando no seu universo de mistérios. Monstro do Pântano pode ser um ponto de partida para uma infinidade de possibilidades e trazer personagens característicos do mundo da magia, quem sabe uma nova série sobre o Constatine tão desejada pelos fãs ou a tão esperada Liga da Justiça Sombria com o retorno deste mesmo Monstro do Pântano.

O DC Universe mesmo que não siga com essa linha de histórias, mostra que possui a capacidade de produções sólidas e inteligentes, trazendo a perspectiva de coisas incríveis para o futuro.

Nota:

Coringa | Todd Phillips não descarta sequência para o longa

0

Em entrevista para a revista TotalFilmTodd Phillips não descartou a ideia de fazer uma sequência do filme Coringa, com Joaquin Phoenix e que chega aos cinemas em outubro:

“Uma coisa eu te digo: eu faria qualquer coisa com Joaquin, qualquer dia da semana. Não há ninguém como ele e se a Warner chegasse em nós e dissesse ‘quer saber, vocês poderiam pensar em alguma coisa…’. Bom, eu sinto que ele e eu poderíamos pensar em algo bem legal”.

As primeiras projeções de bilheteria apontam que o filme solo do vilão pode arrecadar mais do que Aquaman em sua estreia nos EUA. A estreia de Coringa está marcada para 3 de outubro no Brasil.

#MKX11 | Kombat Pack 1 é divulgado em novo trailer com a presença do Coringa

0

Kombat Pack 1 de Mortal Kombat 11 foi anunciado. O anúncio foi feito através de um trailer, revelando todos os personagens que estarão nesta primeira DLC do game. Confira o trailer:

Shang Tsung e Nightwolf já estão disponíveis. T-800 chega em 8 de outubro, Sindel em 26 de novembro, Coringa em 28 de janeiro de 2020, e Spawn 17 de março de 2020.

Arrow | John Barrowman retorna para a temporada final da série

0

John Barrowman confirmou que estará de volta na temporada final de Arrow. O ator divulgou uma foto em seu Instagram que mostra sua cadeira no set, com o logo do ano final. Confira:

Barrowman esteve em Arrow entre os anos de 2012 e 2017 interpretando Malcolm Merlyn ou Dark Archer, outro arqueiro que é arqui-inimigo de Oliver Queen. O personagem também teve um pequeno retorno em 2018, no crossover Elseworlds.

Arrow será finalizada no oitavo ano, em uma temporada menor com apenas 10 episódios, que começa em 15 de outubro nos EUA. 

Rainhas do Crime | Lugar de mulher é na Cozinha… do Inferno

0

The Kitchen, de Ollie Masters e King Doyle, é um dos títulos mais empolgantes e interessantes da Vertigo pós-2000. Lançada em 2014, a história das esposas que assumem o posto de seus maridos mafiosos após uma operação prender todos os chefões do crime em Hell’s Kitchen parecia anteceder algumas das pautas pertinentes que ganhariam maior destaque anos depois – em especial, em Hollywood, frente e fora das câmeras.

Uma adaptação audiovisual de The Kitchen parecia provável e próxima, especialmente se a obra cruzasse o caminho de algum produtor(a) ou diretor(a) com visão o suficiente para explorar seus temas aproveitando as discussões do tempo presente e a maior flexibilidade nas produções hollywoodianas, que após iniciativas como o #MeToo abriram espaço para as profissionais da indústria. E Andrea Berloff, argumentista de Straight Outta Compton e Herança de Sangue, enxergou o potencial de The Kitchen e decidiu não só assumir o roteiro, mas utilizar a história para estrear na direção.

No auge das adaptações de histórias em quadrinhos, Rainhas do Crime surge com novos tons e abordagem. A trama se mantém a mesma de seu material original, acompanhando a jornada de ascensão e autodescoberta de Kathy (Melissa McCarthy), Ruby (Tiffany Haddish) e Claire (Elisabeth Moss) na cena criminosa de uma Nova York dos anos 70. O filme, dado a sua natureza, não deixa de se inspirar nos longas de máfia e crime que tem a metrópole como cenário – e o mestre Scorcese é referência máxima para qualquer diretor, consciente ou inconscientemente. A dinâmica das personagens, tanto no longa como na hq, evoca ao clássico Os Bons Companheiros. O mesmo acontece com as transições de cena e planos com paisagens ora agitadas, ora melancólicas, ora sombrias da Cidade Que Nunca Dorme.


Rainhas do Crime tem toda essência técnica de um filme de gângster. Porém, o longa acaba apenas na forma, sem alma, se provando formulaico demais e sem identidade. Não há problemas em reproduzir estruturas e clichês, o problema é não encontrar a organicidade necessária para que estes façam sentido na história e na forma como a história está sendo contada ao espectador. Se levarmos em conta todo o potencial da história de The Kitchen, esta falta de identidade se torna ainda mais aparente. E não se trata de uma reclamação sobre a adaptação em si, mas uma análise sobre o filme de forma independente. Ao final dos 102 minutos de reprodução, Rainhas do Crime soa como um filme divertido ao espectador – mas que é um desperdício de sua própria proposta.

Rainhas do Crime não consegue mostrar seu propósito, nem evidenciar o quê, de fato, Berloff e seu trio de superatrizes querem comunicar. O principal inimigo é o tempo. O longa tem 3 atos bem definidos, mas Berloff tem pressa em passar pelo primeiro e resolver o terceiro. A diretora parece ver o início da jornada das protagonistas como um peso, e procura encerrar logo a metamorfose de Kathy/Ruby/Claire para dar mais atenção ao cenário onde seu poder já está estabelecido – talvez por, de fato, achar mais interessante para a narrativa ou pelo medo de um possível desenvolvimento lento entediar o público. A escolha acaba deixando o longa frágil – sem um começo coeso, o espectador tem mais dificuldade em se conectar com as situações das personagens. A agilidade com que as informações são apresentadas dá uma sensação de obrigatoriedade. E se nem a condução parece querer dar atenção ao que é mostrado em tela, por quê o espectador daria? As próprias discussões que o longa poderia explorar acabam sem ter a devida atenção. Reflexões sobre o papel da mulher nas últimas décadas, igualdade entre gêneros, relacionamentos abusivos, violência, sororidade, feminismo e preconceito são reduzidas a pequenos comentários, explícitos demais e que parecem duvidar da inteligência de seu próprio público.



A pressa também acaba por tirar força do próprio elenco. O longa poderia até explorar-se como um estudo de personagem, aproveitando suas personagens interessantes e seu trio de luxo – em especial McCarthy, sedenta por oportunidades de mostrar seu trabalho como atriz dramática. Infelizmente, as intérpretes são reduzidas a falas expositivas e carentes de sutileza, tendo que encontrar poucos espaços para aprofundar suas personagens. Porém, quando estes momentos são encontrados, é gratificante ao público. Um olhar, uma fala um pouco mais comprida, um jogo mais rico entre os atores, já dá possibilidades para que as atrizes resgate a atenção do público. Haddish mostra um excelente trabalho, e apesar de trazer um pouco de seus maneirismos e vícios, entrega muita verdade e prazer de interpretar. Moss, apesar de ver a trajetória de sua personagem sendo ignorada pelo roteiro, aproveita muito bem seu tempo de tela e todos os diversos movimentos de sua personagem ao longo do filme. Margo Martindale também tem uma participação muito interessante no longa – e uma presença cênica bem prazerosa de se ver.

Berloff se perde entre seu roteiro, sua direção e a necessidade de reproduzir as estruturas de um filme de máfia, mas é justamente nos momentos onde se permite mostrar mais de si mesmo que Rainhas do Crime se torna empolgante e tecnicamente interessante. Se foge do primeiro ato, no segundo degusta e se diverte com seu universo fictício. Há um apontamento muito certeiro junto a fotografia de Maryse Alberti (O Lutador, Velvet Goldmine) e ao design de produção de Shane Valentino (Animais Noturnos, Straight Outta Compton), que acompanha o ponto de virada entre os atos e a decisão principal das personagens. A progressão do guarda-roupa escolhido por Sarah Edwards (Oito Mulheres e Um Segredo, Gênios do Crime) também é interessantíssimo – e consegue se aproximar bastante do apontado em The Kitchen nos desenhos de Ming Doyle e capas de Becky Cloonan. Visualmente, Rainhas do Crime valoriza seu material de origem e cria personalidade própria. A movimentação da câmera de Berloff é bem discreta, normalmente realizando apenas o essencial e muitos planos e contraplanos (aquele famoso corta-corta muito comum em diálogos, onde se filma um personagem e, em seguida, o outro), mas na construção dos quadros a diretora mostra sua perspicácia. Em muitos momentos, Berloff busca enquadrar suas três protagonistas mantendo McCarthy no meio (buscando o equilíbrio moral de Kathy e a centralização da principal protagonista), Haddish no lado direito (ocupando o ponto de fuga, o que dá força e peso para Ruby) e Moss no lado esquerdo – deixando Claire mais afastada de suas parceiras de crime (o que ganha diversas camadas de interpretação ao longo do filme). Berloff também brinca movimentando Claire do lado esquerdo para o direito, de acordo com o crescimento da personagem e sua consolidação em assassina – usando de elementos técnicos para fortalecer a personagem.



O segundo ato, com Berloff mais á vontade, também é onde o espectador pode encontrar maior divertimento. Conflitos são estruturados e temos mais interações com personagens secundários. A violência não é explícita, sendo deixada fora da tela na maior parte das vezes, e sempre busca trazer comicidade para as situações. Já o ato final do longa é confuso e mal aproveitado. Revelações importantes são apresentadas de forma banal, utilizando flashbacks pouco inspirados. Um ponto de virada importante do filme perde o impacto, e nem a condução das atrizes nem a montagem é bem realizada. Os últimos minutos, novamente, são corridos – e o clímax, frágil demais.

Rainhas do Crime ainda conta com trilha sonora e montagem que trabalham contra o filme. A montagem do competente Christopher Tellefsen (Um Lugar Silencioso, Moneyball, O Mundo de Andy) não realiza as melhores escolhas para o longa, possivelmente por não ter material gravado que o possibilitasse realizar maiores experimentações ou pelos apontamentos da direção. Ou simplesmente não estava em seus melhores dias. Já a trilha sonora é composta por músicas que, embora busquem retratar a época, não encaixam naturalmente na narrativa. Por vezes, buscam sintetizar literalmente a emoção da cena. Novamente, a armadilha do expositivo.



Enfim…



Rainhas do Crime risca as estruturas dos longas de gângster para adaptar um dos títulos mais relevantes da Vertigo nos últimos anos, The Kitchen. Apesar de ser tecnicamente frágil, o filme que marca a estreia de Andrea Berloff na direção pode ser uma opção divertida e prazerosa ao espectador. De suas qualidades, podemos destacar as construções de quadro de Andrea Berloff, que aliados ao design de produção e guarda-roupa, fazem de Rainhas do Crime uma boa tradução visual da década de 70 e de seu material de origem.

A pressa na condução e apresentação da narrativa acaba por desperdiçar muito do potencial apontado no filme. Em especial, podemos destacar seu trio de protagonistas, atrizes de visibilidade e em momentos muito peculiares de sua carreira, que acabam sem ter material com o qual trabalhar e mostrar seu real potencial. Rainhas do Crime pode ser entretenimento para aqueles que não se preocupam muito com a técnica cinematográfica e querem um filme que traga uma trama menos comum para as adaptações de quadrinhos e filmes de crime. Mas, para aqueles que querem algo com mais conteúdo e reflexão, resta a oportunidade de conhecer The Kitchen – este sim, muito mais pertinente ao tempo presente e mais maduro como projeto.

Esquadrão Suicida 2 | O ator Flula Borg é adicionado ao elenco do filme

0

Flula Borg, ator de A Escolha Perfeita 2, foi adicionado recentemente ao cast do filme. Ainda não há informações sobre qual o papel que Borg interpretará no longa.

O relatório indica que ele será um personagem misterioso e que possa ser o interesse amoroso de um dos vilões da grande equipe, embora não esteja claro quem seja. James Gunn segue trabalhando a todo vapor na produção do filme. Ele já divulgou algumas imagens que confirmam a presença do vilão Tubarão-Rei.

O novo Esquadrão Suicida chega aos cinemas em 6 de agosto de 2021.

Titãs | Michael Mosley será o vilão Doutor Luz na segunda temporada da série

0

A segunda temporada de Titãs escalou o ator Michael Mosley no papel do vilão Doutor Luz, segundo o portal Comic Book. O ator é conhecido por papeis em séries como OzarkCriminal Minds e Seven Seconds

Sobre o personagem, Arthur Light é um cientista que dedicou sua vida a criação de um traje tecnológico capaz de deixá-lo invisível, criar campos de energia e até mesmo voar. Ainda não houve confirmação oficial da escalação de Mosley ou da aparição de Doutor Luz na série da DC, mas o trailer da 2ª temporada revelou uma possível aparição do vilão.

A nova temporada estreia no dia 12 de outubro.

Y: O Último Homem | Macaco de “Friends” estará na série e causa revolta de órgãos protetores dos animais

0

A série de TV de Y: O Último Homem trará o retorno de Katie, a macaca que interpretou Marcel em Friends, à televisão. A informação foi revelada pelo CEO do FXJohn Landgraf

“Eu reconheço Jennifer Anistorn, reconheço Courteney Cox e reconheço aquele macaco! Não há nada como um ator experiente que sabe como acertar suas cenas”, brincou Landgraf.

Na série, a macaca interpretará Ampersand, a companheira do protagonista. Katie já filmou o episódio piloto, mas ainda não é certo se ela continuará na série. 

Porém, a presença da macaca na série causou revolta na PETA ( People for the Ethical Treatment of Animals). A organização não governamental de proteção aos animais emitiu o seguinte comunicado:

“Nós estamos absolutamente chocados. A PETA alertou os produtores e a emissora FX que utilizar um macaco real nesse tipo de situação incentiva a compra de animais de estimação exóticos. Você tira um bebê de sua mãe logo após o nascimento para cria-lo em ambientes privados e fora do seu habitat natural.”

“Numa época onde Aladdin e Dumbo conseguiram criar macacos extremamente realistas através de computação gráfica, não há nenhuma justificativa para essa atitude do FX.” conluiu a entidade.

Publicada pela Vertigo, a HQ pós-apocalíptica de ficção científica conta a história de Yorick Brown, o último homem vivo na Terra que tem o cromossomo Y. Acompanhado de seu macaquinho Ampersand, Yorick sai em uma jornada para descobrir mais sobre a praga misteriosa que acabou com os cromossomos masculinos do mundo. A HQ explora temas como gênero, raça, classe e sobrevivência. 

O elenco conta com Barry Keoghan (Dunkirk), Diane Lane (Divertida Mente), Amber Tamblyn (127 Horas), Imogen Poots (Sala Verde), Lashana Lynch (Capitã Marvel), Juliana Canfield (Succession) e Marin Ireland (A Qualquer Custo).

A estreia de Y: O Último Homem está marcada para 2020.

Krypton | Roteiro do primeiro episódio da 3ª temporada cancelada é revelado

0

Após duas temporadas, a série Krypton foi cancelada na última semana pelo canal SyFy. Decisão essa que não agradou nenhum pouco os produtores.

Um deles, Cameron Welsh, divulgou em seu Twitter parte do roteiro do primeiro episódio que seria exibido na 3ª temporada. Confira:

O último episódio da segunda temporada da série foi exibido na última quarta-feira, 14 de agosto. Nele, tivemos a apresentação do visual clássico de Adam Strange e a chegada dos Omega Men.

Ainda há a possibilidade de uma série solo do personagem “Lobo”, conforme um relatório exclusivo do Deadline, mas nada foi confirmado até o momento.

Harley Quinn | DC Universe divulga vídeo dos bastidores da nova série animada

0

A plataforma de streaming DC Universe divulgou um vídeo de bastidores da série animada da Arlequina, que será lançada ainda este ano.

O featurette traz entrevistas com todo o elenco e equipe da produção, que reforçam um tom adulto e satírico na série. Confira:

https://youtu.be/ZS-xdZIZgII

Na série animada de Arlequina, a protagonista será dublada por Kaley Cuoco. A atriz é sempre lembrada por The Big Bang Theory.

O elenco de Arlequina tem ainda Lake Bell, Diedrich Bader, Alan Tudyk, Rahul Kohli, Christopher Meloni, Tony Hale, Ron Funches, Wanda Sykes, Natalie Morales, Jim Rash, Giancarlo Esposito, Jason Alexander e J.B. Smoove.

A série terá 26 episódios em sua primeira temporada e chega no segundo semestre no DC Universe.