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#BGS2019 | Ed Boon, Co-criador do Injustice é confirmado no evento

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A WB Games está trazendo para a Brasil Game Show (BGS) Ed Boon, cocriador de Mortal Kombat, uma das maiores franquias de luta de todos os tempos, estabelecida em 1992. Boon também é o diretor criativo responsável pela franquia de jogos de luta Injustice, baseada nos personagens da DC Comics.

Ed Boon estará na feira durante o fim de semana de 12 e 13 de outubro e fará um Meet & Greet com os fãs nos dois dias. No domingo, ele também participará da cerimônia de abertura da feira e de uma sessão do BGS Talks, respondendo às perguntas dos fãs ao vivo.

Durante o evento também ocorrerá a etapa brasileira da Mortal Kombat 11 Pro Kompetition, torneio global que reúne os melhores jogadores de MK11 do mundo. A etapa brasileira do torneio oficial do jogo será disputada no sábado (12/10), no estande da WB Games, com as finais ocorrendo no domingo (13/10), no palco principal da BGS Esports. Nela, os jogadores disputarão a premiação de US$ 15 mil e uma pontuação que poderá levar à grande final Global em Chicago, Illinois, EUA, em março de 2020.

A feira acontece de 9 a 13 de outubro em São Paulo. Mais informações no site: brasilgameshow.com.br/

Coringa | Soundtrack oficial do filme é divulgado

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O soundtrack oficial de Coringa foi divulgado. A composição é da islandesa Hildur Guðnadóttir. O álbum conta com 16 músicas. Confira abaixo:

Leia a sinopse do filme: Arthur Fleck (Joaquin Phoenix) trabalha como palhaço para uma agência de talentos e, toda semana, precisa comparecer a uma agente social, devido aos seus conhecidos problemas mentais. Após ser demitido, Fleck reage mal à gozação de três homens em pleno metrô e os mata. Os assassinatos iniciam um movimento popular contra a elite de Gotham City, da qual Thomas Wayne (Brett Cullen) é seu maior representante.

Coringa estreia no dia 3 de outubro nos cinemas!

Coringa | Uma análise do discurso político presente na produção

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Com a estreia de Coringa cada vez mais próxima, surgem na internet muitas polêmicas sobre a violência apresentada no filme e o quanto ela poderia influenciar as pessoas a cometer atos ilícitos. Acredito que toda a discussão sobre o filme seja necessária, mas ainda assim, considero que existem outros questionamentos a cerca da produção que também devem ser discutidos.

Entende-se que a expressão artística possui uma ancoragem na realidade, no nosso contexto social e principalmente, no nosso cotidiano de problemas e frustrações. Não pretendo nesse artigo explorar pontos sobre a estrutura narrativa do filme, mas sim questionar situações e contextos da necessidade dessa produção em nosso atual momento. O ano de 2019.

Desde que o mundo é mundo, os quadrinhos sempre acompanharam lado a lado a conjuntura política dos Estados Unidos. As grandes guerras, a depressão econômica, as questões sociais que envolviam negros e imigrantes no país, o empoderamento feminino, e agora mais recentemente, as questões LGBT. Ou seja, se você que ainda acredita que histórias em quadrinhos sejam apenas um mero entretenimento, está completamente enganado.

Quadrinhos, política e a história sempre andaram lado a lado. O alienígena Superman que na verdade é o reflexo de um imigrante Judeu, ou quem sabe o Lanterna Verde ao lado do Arqueiro, na clássica fase de Neal Adams, não resolvem combater problemas reais na Terra como o consumo de drogas e o racismo sem nenhum motivo. Isso é, sem sombra de dúvidas, quadrinhos, política e história.

Voltando ao Coringa, a necessidade da visão sobre o filme ser alinhada ao discurso político do período em que estamos vivendo, torna-se uma discussão mais que necessária. Em 2016, Donald John Trump é eleito presidente dos Estados Unidos da América. O Republicano prometia uma política ostensiva contra imigração, propondo até mesmo a construção de um muro na fronteira com o seu país vizinho, o México. Um governo extremamente conservador que lembra os piores momentos de Reagan e Nixon no poder. Conforme o The New York Times, Trump disse pelo menos uma afirmação falsa ou tendenciosa em 91 dos seus primeiros 99 dias no cargo de presidente.

Ok, mas o que o Trump tem a ver com o filme do Coringa? História. A nossa tríade de elementos dessa vez é alterada. Os quadrinhos dão lugar ao cinema. Coringa se passa na década de 80. Nossos olhos se voltam não para uma proposta política macro, mas sim micro. O cenário é uma Gotham City envolvida na corrupção de “grandes ratos”. Pessoas desacreditadas, manifestações, caos, criminalidade e uma grande sensação de medo tomam conta da cidade.

A Gotham City de Coringa é idêntica aos problemas atuais da nossa realidade e não apenas algo somente dos Estados Unidos. É também do nosso Brasil. A corrupção, a descrença nas instituições federais e principalmente, a falta de atuação do estado em pontos necessários como saúde, educação e segurança, transformam Coringa em um filme fundamental para o nosso tempo.

Sempre digo que a educação é libertadora e essencial. Entendo o quão necessário é contextualizar nossas atitudes no âmbito social e a prática da empatia em circunstâncias humanitárias. Uma escola de educação infantil, de tempo integral, com professores qualificados, vislumbra uma possibilidade real para evitar que no futuro, pessoas se envolvam na criminalidade. Não devemos olhar o problema pelos seus fins, mas sim compreender como o sistema, o ambiente e a vulnerabilidade social poderia desvirtuar uma pessoa para o crime. Encontrar possibilidades reais para que esse tipo de situação seja evitada e minimizada é papel do estado.

Coringa retrata a ausência do estado em problemas e contextos que necessariamente exigem a sua presença de forma atuante. São problemas reais retratados em uma narrativa fictícia que devem ser discutidos e aprofundados. Até onde vai os limites humanos diante do caos social que estamos vivendo?

Coringa estreia no dia 3 de outubro nos cinemas.

Adam Strange | Herói pode ganhar série para o HBO Max

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De acordo com o The GWW, a Warner Bros. estaria produzindo um seriado focando apenas no arqueologista viajante.

O projeto que anteriormente seria um filme solo, é tratado agora como uma série, onde Adam encontra vida nova no serviço de streaming da Warner, o HBO Max, que tem previsão de lançamento para o ínicio de 2020 nos Estados Unidos. Com o final da série ”Krypton”, o personagem ficou livre para uma nova adaptação.

Shaun Sipos interpretou o herói em sua participação na série ”Krypton”, sendo personagem chave nas duas temporadas da produção para o canal SYFY.

Krypton, 2018

Strange era apenas um terráqueo, que ao ser transportado para o planeta Rann, se torna um defensor viajante. Adam apareceu pela primeira vez na HQ Showcase #17, e desde então vem aparecendo em inúmeras aventuras pelo Universo DC. Tom King vem trabalhando atualmente em uma nova série em quadrinhos do herói para a editora.

DMZ | Ava DuVernay será responsável pela adaptação de HQ da Vertigo para uma nova série

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Segundo a VarietyAva DuVernay ficará responsável pela adaptação da HQ ‘DMZ’ do selo Vertigo para a Warner Bros. e HBO Max.

A história da HQ ocorre num futuro não tão distante onde uma guerra civil transformou a cidade de Manhattan em uma zona desmilitarizada que se isolou do resto do mundo. Nesse cenário, uma médica está procurando por seu filho enquanto lida com gangues, milícias e lordes do crime.

As gravações do episódio piloto começará no início de 2020. A produção será rodada antes de DuVernay assumir a direção de ‘Novos Deuses’, onde ela também assina o roteiro ao lado de Tom King.

A saga ‘DMZ’ foi criada por Brian Wood, com artes de Riccardo Burchielli e publicada entre 2005 e 2011 pela DC Comics/Vertigo.

A série ainda não tem previsão de estreia.

Aves de Rapina | Divulgado o novo trailer do filme repleto de cenas inéditas

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Lançado hoje (01.10), o novo trailer de Aves de RapinaArlequina e sua Emancipação Fantabulosa. Nele, além de cenas inéditas do filme, é revelado também o visual da clássica hiena da Arlequina. Confira abaixo:

Leia a sinopse do filme: Arlequina (Margot Robbie), Canário Negro (Jurnee Smollett), Caçadora (Mary Elizabeth Winstead), Cassandra Cain e a policial Renée Montoya (Rosie Perez) formam um grupo inusitado de heroínas. Quando um perigoso criminoso começa a causar destruição em Gotham, as cinco mulheres precisam se unir para defender a cidade.

Aves de Rapina estreia em 6 de fevereiro de 2020.

Coringa | Produção entrega um nova proposta e visão para filmes do gênero

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Coringa literalmente é um punchline na boca do estômago. O filme é, sem sobre de dúvidas, a melhor produção baseada em quadrinhos da história, e também o melhor da DC. A jornada do herói virou a “jornada do vilão” nas telas de cinema. Você chora, sorri, sente medo e indignação ao mesmo tempo. A produção eleva o padrão de filmes do gênero para outro patamar. O filme direciona sua atenção para um proposta inovadora, que condiciona o seu olhar a compreender e entender como uma pessoa em extrema vulnerabilidade mental e social pode se transformar no maior vilão de todos os tempos.

O filme exige do espectador o máximo de entrega. A compreensão de cada uma das cenas torna-se necessária para analisar como um ser humano, com transtornos psicológicos claros, consegue chegar ao fundo do poço e emergir diante do caos que o cerca. A Gotham City do filme possui um papel fundamental em torno da ascensão do Palhaço do Crime. Além do personagem, a cidade acaba adoecendo de forma simultânea. O filme possui camadas que mesclam os desejos do protagonista, de descoberta de mundo, com sua própria crise existencial e sobre qual o seu real papel na sociedade. Fazer rir? Sempre sorrir? Arthur Fleck entende que essa sim é sua principal função no mundo, entretanto, a realidade acaba tornando-se um espaço cruel para uma pessoa totalmente atormentada.

Joaquin Phoenix merece, sem sombra de dúvidas, a estatueta do Oscar. Impecável atuação. Além disso, a fotografia e a trilha sonora são também marcantes na produção. É como se ambas fossem, ao lado de Joaquin, as protagonistas do filme. A narrativa tira o espectador da zona de conforto. Te faz mexer na cadeira do cinema diversas vezes. E essa insegurança é justamente o que faz o enredo do filme ser esse misto de medo, tristeza e angústia.

Coringa retrata também a ausência do estado em problemas e contextos que necessariamente exigem a sua presença de forma atuante. São problemas reais retratados em uma narrativa fictícia que devem ser discutidos e aprofundados . O discurso político do filme é muito forte e necessário, pois se assemelha e muito a nossa realidade. Problemas sociais como cortes de verbas públicas, crescimento da violência e luta de classes são retratados com maestria na produção.

Sobre as referências com quadrinhos, a estrutura narrativa do filme te propõe a todo o momento buscar um olhar mais atento para elas. Além de Gotham, a família Wayne possui um grande destaque na produção. Também não posso deixar de destacar a atuação de Robert de Niro, seguro e eficiente como já de costume.

Coringa é um filme que certamente se tornará um marco na história do cinema contemporâneo. Todd Phillips entrega a melhor produção da sua carreira e Joaquin Phoenix merece ser um postulante ao prêmio de melhor ator no Oscar.

O filme estreia no dia 3 de outubro em todos os cinemas.

Nota:

Coringa | Pode o personagem ser um incentivador de comportamentos violentos?

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20 de julho de 2012. Aurora, EUA. Cinema lotado para mais uma sessão de O Cavaleiro das Trevas – Ressurge. Um homem de vinte e quatro anos usando uma máscara de gás, lança uma bomba de gás lacrimogêneo contra a plateia. Em seguida, abre fogo. No total, 12 pessoas foram mortas e 70 ficaram feridas. O atirador foi preso em seguida no estacionamento do shopping. Ao ser abordado pela polícia, se proclamou o próprio Coringa.

A repercussão, como já esperado, foi estrondosa. Uma grande parte da mídia acusou o filme de ser propagador da violência com sérias ideias anarquistas que supostamente, não fariam bem a sociedade. O seu predecessor, O Cavaleiro das Trevas, também foi acusado, principalmente pela interpretação do Coringa e a classificação etária ter sido considerada por muitos, principalmente pais, como inadequada.

Muitos anos se passaram e ataques semelhantes se tornaram cada vez mais comuns. Na busca de culpados, filmes e jogos violentos tem sido acusados por muitos de serem motivadores da violência e até mesmo, o principal causador de tais tragédias. Poderíamos encarar filmes como potenciadores da violência? Qual a responsabilidade do cinema e da arte nesse respeito?

A violência não é assunto novo em Hollywood. Ao invés disso, é um dos temas mais explorados por inúmeras produções, seja explicitamente ou não. Alguns diretores altamente venerados pelo público e a crítica, tem como a violência, sua característica principal em seus filmes, como exemplo, temos Tarantino e Scorsese. O próprio Tarantino revelou estar cansado de defender a violência de seus filmes e que não procura o “politicamente correto”.

Um estudo conduzido por investigadores das Universidades americanas de Columbus e da Pensilvânia e da Universidade de Amsterdã na Holanda, analisou 945 filmes com maiores receitas entre 1950 e 2012. Ao todo, o estudo encontrou 17.695 cenas consideradas violentas, com os filmes de 2012 a terem em média, duas vezes mais cenas violentas do que de 1950.

Para Brad Bushman, coautor do estudo, os resultados apontam para uma inversão de valores sociais. “É chocante como o uso de armas disparou em filmes que são frequentemente direcionados ao público adolescente, parece que as cenas de sexo resultam mais em classificações para adultos do que cenas de violência”. Sobre a ligação ao aumento da violência nos filmes e os eventos de violência constantes no mundo real, Bushman afirmou: “Nós não estabelecemos uma conexão direta com o aumento de tiroteios em escolas e outros locais públicos, mas o aumento de violência armada em filmes certamente coincide com esses eventos”.

Entretanto, alguns especialistas discordam sobre a eficácia desses estudos em estabelecer uma resposta afirmativa ao problema. Wanderley Codo, professor do Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília afirma que “Esses estudos existem há muito tempo, mas as conclusões são decepcionantes, pois existem resultados que mostram que cenas violentas podem gerar comportamento violento, porém ,existem outros estudos que afirmam que cenas violentas podem diminuir a violência no público, pois ocorreria uma descarga de violência. É um problema sem solução simples.”

O professor de psicologia da Universidade Stenson (EUA) Christopher Ferguson conduziu um estudo em busca em busca de uma conexão entre a evolução da violência nos filmes e jogos no mundo real. O estudo analisou outras variáveis importantes como nível histórico de renda das famílias, número de policiais em cada momento, a taxa da população juvenil e o PIB. O que ficou provado é que não existe correlação entre as cenas violentas dos filmes e a taxa de homicídios. Pelo contrário, na década de 80, quando a violência explodiu nos cinemas, as taxas de homicídio despencaram.

“Se observamos a tendência global entre a violência no cinema e a violência na sociedade, encontramos algumas pequenas correlações”, disse o professor Ferguson ao El País por e-mail. “Elas são acentuadas a meados do século XX, quando a violência nos filmes e os homicídios aparecem correlacionados. No entanto, esta descoberta é questionada pelas primeiras tendências anteriores a 1940 e desde 1990, quando a violência nos meios e a social experimentam uma relação inversa. É uma forma de comprovar como, embora algumas vezes existam correlações, devemos ser cuidadosos ao fazer uma leitura causal dos efeitos”, acrescenta.

O que todos esses estudos evidenciam é como a influência dos filmes sobre o telespectador ainda é impreciso. Obviamente, isso não é uma carta branca para que Hollywood não possa ser questionada sobre suas obras. O padrão de beleza que é tão imposto na sociedade sempre foi incentivado em filmes, fazendo com que crianças cresçam com ideias erradas sobre como seu corpo não é aceitável perante a sociedade e produzindo problemas que perduram pela vida toda.

Ao analisar a influência de um filme sobre um indivíduo, é necessário claramente que se questione quem é esse indivíduo que está assistindo. As emoções que podemos sentir ao assistir a um filme variam bastante e fatores como escolaridade, a própria criação familiar, o conhecimento sobre a obra em questão e o repertório de filmes anteriormente assistidos, não podem ser ignorados. Por isso, julgar um filme específico como incentivador da violência e um gatilho para alguém, é bastante sensível.

Se analisarmos o personagem Coringa, facilmente podemos perceber a psicopatia no personagem. A violência está ligada ao Coringa tanto quanto o senso de justiça está no Batman. O vilão sempre foi o maior contraponto ao Homem-Morcego por justamente, não ter limites e seu senso moral ser inexistente. Coringa representa, mesmo que não intencionalmente, uma triste parcela da sociedade.

Com seu total protagonismo e sem a figura do Batman para se contrapor, Coringa assume totalmente o palco e muitos sugeriram que essa expressão séria um incentivo para os incels, homens, em sua maioria brancos e heterossexuais, que tem dificuldade em se relacionar sexualmente com mulheres. Em fóruns, depositam ódio a mulheres e minorias. Recentemente, o FBI e as Forças Armadas dos EUA, emitiram um alerta a seus membros sobre o perigo de ataques de incels em cinemas dos Estados Unidos.

Ao site IGN, Joaquim Phoenix falou sobre as acusações de incentivos a comportamentos violentos: “Eu não acho que seja responsabilidade de um cineasta ensinar a diferença entre o certo e o errado para o público. As pessoas podem interpretar letras de músicas de maneira errada, podem interpretar livros de maneira errada. Se alguém está nesse nível de distúrbio emocional, qualquer coisa pode ser um gatilho”. O diretor Todd Phillips também comentou sobre o assunto : “Estou surpreso… Não é bom ter essas discussões? Não é bom ter essas discussões sobre esses filmes, sobre violência? Por que isso é ruim se leva a uma conversa sobre isso?”

Os argumentos de Joaquim e Phillips são bastante interessantes. Ambos não negaram o possível influência que o filme possa ter em algumas pessoas, mas julgar uma obra por isso seria completamente errônea e ineficaz para uma possível solução. Como apontou Philips, é através da conversa que podemos começar a resolver o assunto. Expôr as fragilidades através da arte é um excelente início de uma discussão sobre o quanto nós como membros da mesma sociedade, estamos contribuindo para comportamentos destrutivos.

A Warner também se manisfestou após as acusações contra o filme:

“A violência com armas em nossa sociedade é um problema crítico, e oferecemos a nossa simpatia para todas as vítimas e famílias impactadas com essas tragédias. Nossa companhia tem uma longa história de doações a vítimas incluindo Aurora, e nas semanas recentes, nossa empresa-mãe se juntou a outros líderes de empresas para convocar legisladores para promulgar legislação bipartidária para enfrentar esta epidemia.  Ao mesmo tempo, a Warner Bros. acredita que uma das funções da narrativa é provocar conversas difíceis sobre questões complexas”, argumentou a empresa. “Não se engane: nem o personagem fictício do Coringa nem o filme são um endosso de qualquer tipo de violência no mundo real. Não é a intenção do filme, dos cineastas ou do estúdio enaltecer esse personagem como herói.”

Não podemos prever o impacto do filme na sociedade em geral. O que é certo é que será um grande divisor de águas. Coringa é uma personalidade extremamente controversa digna de diversas análises e visões, assim como os tempos atuais.

Coringa estreia no dia 3 de outubro.

Titãs | Dick Grayson se entrega ao Exterminador em novo teaser

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Divulgado um novo teaser em que Dick Grayson (Brenton Thwaites) se rende a Slade/Exterminador (Esai Morales), na esperança de libertar alguns companheiros de equipe. Confira:

Novas imagens do episódio também foram divulgadas:

Confira um novo pôster do confronto entre os heróis e o Exterminador:

Titãs é exibido todas as sextas-feiras no streaming DC Universe.

The Flash | Imagens dos bastidores podem ter revelado a presença do Flash Negativo

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A 6ª temporada de The Flash teve algumas imagens de bastidores divulgadas pelo portal Hollywood North Buzz. Elas podem confirmar a presença de um icônico personagem dos quadrinhos na série. Confira:

Tanto no uniforme, com os detalhes em brilho mais escuro, quanto nas mãos do herói, percebe-se algumas diferenças ao tradicional Flash. Nos quadrinhos, o Flash Negativo é resultado do Flash Reverso conseguir prender Barry Allen na Força de Aceleração Negativa. Na época, Hemoglobina era o vilão do velocista, assim como acontecerá na série.

A nova temporada estreia no dia 8 de outubro na CW.