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Crise nas Infinitas Terras | Visual do Pária é revelado em nova imagem dos bastidores

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Em nova imagem de parte do elenco de “Crise nas Infinitas Terras“, o próximo evento do Arrowverse, o ator Tom Cavanagh aparece pela primeira vez como Pária. Nos quadrinhos, ele é um aliado do Anti-Monitor. Confira:

O crossover “Crise nas Infinitas Terras” estreia no dia 8 de dezembro.

Titãs | Novo trailer destaca a chegada de Krypto e Superboy na série

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O herói que foi apresentado na cena pós-créditos da primeira temporada de Titãs, o Superboy, interpretado pelo ator Joshua Orpin, chegará à série no próximo episódio acompanhado do super-cão Krypto.

Em um novo teaser do sexto episódio da 2ª temporada, intitulado “Conner”, o clone do Superman enfrenta alguns soldados encarregados de capturá-lo. Confira:

Em outro trecho divulgado nas redes sociais da série, Krypto faz uso da sua visão de raios. Confira:

A série está sendo transmitida pelo streaming DC Universe.

Crise nas Infinitas Terras | Conforme produtor, Barry Allen poderá morrer durante o crossover

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showrunner Eric Wallace, durante uma sessão especial para a estreia da nova temporada de The Flash, indicou que Barry Allen (Grant Gustin) poderá morrer durante o crossover Crise nas Infinitas Terras.

O produtor afirmou que a chegada do arco não poderia ser melhor para a série do velocista, pois propõe um clima de imediatismo na história, já que conforme sua declaração; “em 10 de dezembro [dia em que The Flash exibirá sua parte do especial] o Flash morrerá”. Esta é a profecia do Monitor (LaMonica Garrett), citada pelo produtor durante a entrevista, afirmando que morte de Barry levará os personagens ao seu limite.

O crossover Crise nas Infinitas Terras estreia em dezembro.

Coringa | Jared Leto teria ficado chateado com produção do filme de Todd Phillips

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Escalado como Coringa em ”Esquadrão Suicida” em 2016, no filme dirigido por David Ayer, o cantor e ator Jared Leto sofre um dilema: não ter ideia de seu futuro dentro da franquia.

Pelo menos é o que o THR afirma em recente matéria sobre a produção de Todd Phillips e Joaquin Phoenix lançada na última semana.

Kevin Tsujihara e Toby Emmerich aprovaram a produção de ‘Coringa’ com custos menores que 70 milhões de dólares, deixando Jared Leto, intérprete do personagem na produção de 2016 ‘Suicide Squad’ alienado e chateado pela decisão do estúdio.” – Afirma a fonte ao site de notícias.

Com o anúncio do elenco presente na sequência da produção de 2016, dessa vez comandada por James Gunn, a falta de Jared foi notada por fãs e grande parte da mídia, que se pergunta agora com a aclamação de Joaquin no papel, se ainda existe espaço para Leto nas próximas produções da DC.

Em Aves de Rapina, o próximo lançamento da DC nos cinemas, Arlequina avisa que ela e o Coringa de Jared não estão mais juntos. Imagens do set de gravações do longa mostram um duble de corpo do personagem bem similar a versão representada pelo ator, mas ainda não existe confirmação se ele chegou a gravar cenas novas para o filme, ou se cenas excluídas do longa de 2016 foram utilizadas no novo filme, visto que David Ayer, está confirmado como um dos produtores de Aves de Rapina.

Coringa está em exibição nos cinemas. ‘

Coringa | Produção é um retrato máximo da dor

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O que você sente ao observar essa imagem? A obra O Grito foi criada em 1893 por Edvard Munch. Pelo que tudo indica, a fonte de inspiração para a obra, fora a própria vida pessoal do autor. Munch foi criado por um pai controlador e que quando criança, presenciou a morte da mãe a irmã. Para se dedicar à pintura, Munch deixou o pai, entretanto, não obteve paz e sim o contrário, o caos. Ele se tornou presente em sua vida. 

No seu diário, Munch escreveu: “Eu caminhava com dois amigos – o sol se pôs, o céu tornou-se vermelho-sangue – eu ressenti como que um sopro de melancolia. Parei, apoiei-me no muro, mortalmente fatigado; sobre a cidade e do fiorde, de um azul quase negro, planavam nuvens de sangue e línguas de fogo: meus amigos continuaram seu caminho – eu fiquei no lugar, tremendo de angústia. Parecia-me escutar o grito imenso, infinito, da natureza.” 

Expressar a dor, sentimentos inimagináveis e toda a complexidade que poderia sobrevoar na mente humana, não é o dever da arte, mas sim sua obsessão. Artistas tendem a ter o seu lado sentimental mais aflorado e a arte é uma ferramenta que transforma a dor pessoal em uma tela em branco, onde aquilo que vemos é exatamente aquilo que sentimos e nem sempre sabemos descrever.

“A pior parte de ter uma doença mental é que as pessoas esperam
que você se comporte como se não tivesse”.

Coringa é um exemplo claro de um retrato da dor. Qual dor?  “A pior parte de ter uma doença mental é que as pessoas esperam que você se comporte como se não tivesse”. Essa é a frase que Arthur Fleck anota no seu diário/caderno de piadas. Essa frase dita é umas das tramas mais interessantes do longa. Desde o início, acompanhamos um homem que tenta melhorar, buscando ajuda nos meios que encontra. 

Como Arthur é recebido? Sua terapeuta é apática, boa parte pela falta de recursos e apoio do governo. Em determinado momento, Arthur a questiona se realmente ela está lhe ouvindo e em seguida ouvimos um pensamento sufocante que sai das entranhas de um homem extremamente destruído internamente. “Se eu estou tendo pensamentos negativos? Tudo o que eu tenho são pensamentos negativos”.

Coringa sempre foi um vilão venerado por muitos. Para uma grande parte dos amantes de quadrinhos é tido como o maior vilão. Boa parte desse clamor é derradeiro do espírito anárquico, niilista e amoral do personagem. Em tantas mídias, já vimos um coringa que explode o caos em Gotham enquanto questiona o significado da ética, moral e justiça. Mas nunca antes, vimos uma análise tão profunda e pessoal do Palhaço do Crime. Aqui, o conceito de vilão se torna questionável e quando a produção questiona, expõe um homem vítima da própria sociedade.

É óbvio que o roteiro se preocupou em tomar cuidado para não justificar atitudes do Coringa e tampouco, se calcar no pensamento fácil do personagem ser um mero homem que por falta de apoio, se transforma num monstro.

O sofrimento de Arthur é visível e enxergá-lo é um processo angustiante. Quanto mais nos aprofundamos nas suas dores, mais entendemos o quanto fazemos parte do mesmo processo. Nas risadas forçadas devido a sua doença, nos encolhemos nas poltronas dos cinemas e nas nossas próprias angústias.

Em determinado momento da trama, Arthur se apresenta como convidado no programa do Murray Franklin. Durante a entrevista, o Coringa expõe claramente o que sente, sendo até mesmo didático, o que deve ter sido uma opção do diretor. Além de culpar a sociedade pelo descaso com pessoas que tem problemas psicológicos e emocionais, temos, o que foi para mim o momento mais interessante nos diálogos durante a entrevista. Coringa questiona as reais intenções do convite de Murray. Ele o indaga se não foi levado ali apenas para ser motivo de piadas, o que obviamente, é verdade. Neste momento, a crítica não é somente a sociedade como a ideia de um governo que não presta assistência adequada a pessoas que precisam. Nem tampouco a milionários que, no palácio das suas riquezas, não lhe sobram vontade para olhar para baixo. A crítica é a todos nós.

Nos acostumamos a rir do outro, muitas vezes de forma vexatória, exaltando falhas e problemas como se realmente fosse algo engraçado. Nos diálogos, principalmente em redes sociais, o desejo de tentar mostrar que o outro está errado, sobrepõe a possibilidade de qualquer conversa no real sentido da palavra. E quando alguém tenta nos falar como está se sentindo, em muitos casos nem mesmo tornamos essa tarefa mais fácil. Ao contrário, dificultamos ainda mais e buscamos o humor acima de tudo.

Em Coringa, o riso é amargo porque o que dói é maior do que o que faz rir. O filme que foi acusado de supostamente ser um propulsor da violência e ainda romantizar-la, mostrou-se como uma clara evidência da violência que estamos cometendo constantemente e não nos damos conta. O maior mérito de Coringa é a sua capacidade de nos fazer pensar e sentir muito depois que a película termina. Nesse circo somos todos palhaços. Palhaços repletos de apatia.  

The Joker: Year of the Villain | Confira a prévia da edição de John Carpenter

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A DC lançou ontem, terça-feira (8), a edição The Joker: Year of the Villain #1, que marca a estreia do cineasta John Carpenter (Halloween, Fuga de Nova York) como roteirista de quadrinhos.

Confira a prévia abaixo:

Confira a sinopse oficial:

“O Coringa, sendo o Coringa, não está esperando ao lado do telefone por Lex. Isso coloca o Palhaço do Crime em uma missão para conseguir seu brilho de volta em um mundo caótico, sendo mais mau que todos os outros, provando que o maior mal é aquele que sempre deixa os outros gargalhando”

Além do roteiro de John Carpenter, a edição é ilustrada por Philip Tan e Marc Deering. The Joker: Year of the Villain #1 já está disponível nas bancas dos Estados Unidos.

The Batman Grave | Nova HQ do Homem-Morcego coloca ele de frente com a morte

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A minissérie de 12 edições intitulada The Batman’s Grave, colocará o Homem-Morcego em uma situação de extrema dificuldade.

Confira o release da edição:

O maior detetive do mundo deve tentar habitar a mente de uma vítima de assassinato para resolver um caso – sem encher a cova vazia ao lado de seus pais. Batman pode imaginar a vida de um cadáver com um rosto meio deteriorado sem morrer por conta própria?

A edição fala a sobre vida, morte e as perguntas que a maioria das pessoas tem tem medo de fazer.

A edição é escrita por Warren Ellis e com artes de Bryan Hitch, The Batman’s Grave #1 chega hoje as bancas de quadrinhos norte americanas.

Aves de Rapina | Ewan McGregor afirma que longa fala sobre misoginia

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Em entrevista para o site PREMIERE, o ator afirma que ”Aves de Rapina” será um filme feminista.

Dando vida a primeira encarnação do vilão Máscara Negra nos cinemas, McGregor diz que o longa tenta explorar a relação entre homem e mulher na sociedade, com esperanças de inspirar a mudança no jeito que a sociedade trata as mulheres.

“O que me interessou em ‘Aves de Rapina’ é que é um filme feminista. É muito bem escrito, no roteiro existe uma visão realista sobre misoginia, e acredito que precisamos disso, precisamos ficar mais conscientes sobre a maneira que tratamos o sexo oposto. Precisamos aprender a mudar.”

“Misoginia em filmes são quase sempre extremas: Eles estupram, eles batem em mulheres… e é feito com legitimidade pois representa pessoas que passam por isso, pois elas existem e são horríveis, mas em Aves de Rapina, tem sempre um toque de misoginia nos diálogos, aquelas coisas que você homem diz e nem percebe, mansplaining… Tudo está no roteiro de maneira bem sutil, eu acho isso BRILHANTE.

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Ewan em cena do trailer de ”Aves de Rapina”

Aves de Rapina chega aos cinemas em fevereiro de 2020.

The Batman | Mafioso Falcone deve estar presente no filme solo do Homem-Morcego

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O jornalista Umberto Gonzalez, do portal The Wrap, revelou que o mafioso Carmine Falcone deve estar presente em The Batman, novo filme solo do Homem-Morcego com Robert Pattinson no papel principal. A revelação veio através de um tweet do jornalista.

Falcone é o líder da mais poderosa família de mafiosos de Gotham City. Ele controla o narcotráfico e o tráfico de armas da cidade.

Lembrando que informações já foram reveladas de que o filme solo do Homem-Morcego adaptaria a edição O Longo Dia das Bruxas, publicada entre 96 e 97 e vencedora do prêmio Eisner em 1998 como melhor minissérie. Na trama, Batman, Jim Gordon e Harvey Dent lutam contra os crimes de Carmine Falcone enquanto uma série de assassinatos, do misterioso vilão Holiday, acontecem a cada feriado em Gotham.

The Batman tem previsão de estreia para 25 de junho de 2021.

Coringa | Membros da Academia assistem ao filme

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O filme “Coringa“, dirigido por Todd Phillips e com o protagonista Joaquin Phoenix, já vem sendo cotado a estar presente em alguma categoria do Oscar há um certo tempo. Rendendo elogios em diversos festivais de cinema, a lógica é que ele esteja presente na premiação que acontece em fevereiro. Conforme o site THR, a academia do evento já assistiu ao filme.

O site informa que Coringa foi exibido para aproximadamente 600 pessoas e pelo menos três delas falaram com o THR sobre. O filme dividiu a opinião de quem assistiu.

“Ele conseguiu uma reação muito boa. Três quartos [de quem assistiu] gostaram. Muita gente acabou abandonou o filme. Houve um bom aplauso ao fim da exibição. Incluindo para os créditos do filme.” contou ao THR uma das pessoas que estava presente no evento.

O crítico brasileiro Waldemar Delenogare esteve presente na sessão e comentou sobre as reações:

Coringa está em exibição nos cinemas!