O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
A DC Comics enfrenta menos uma saturação de super-heróis e mais a perda do privilégio cultural automático, precisando voltar a criar narrativas que justifiquem atenção num ecossistema onde os jovens escolhem por interesse imediato, não por legado.
Sebastian Stan pode interpretar Harvey Dent, o vilão Duas-Caras, em The Batman Parte II, com relatos apontando o ator como escolha ideal para trazer complexidade emocional ao personagem.
A série do Lanterna Verde na HBO pode ser o divisor de águas que o personagem sempre precisou. Entenda por quê esse é o momento mais importante da história do herói nas telas.
A série Batman de 1966 enfrentou um dos piores testes de audiência da história da ABC, mas transformou seu estilo campy e vibrante em um sucesso cultural que resgatou o personagem e influenciou toda a percepção dos super-heróis na TV.
O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
Batman Cruzado Encapuzado é a segunda temporada da animação antológica que estreou em 2024 acompanhando as aventuras do Homem Morcego em um universo noir.
James Gunn confirmou Senhor Milagre como parte do DCU. O herói será um dos mais poderosos do novo universo e pode introduzir personagens centrais dos Novos Deuses, incluindo Darkseid. A série animada ainda não tem data de lançamento.
Os criadores de Aztec Batman: Clash of Empires comentaram sobre a possibilidade de uma sequência do filme animado, afirmando que existem ideias e espaço narrativo para continuar a história do Batman em um universo alternativo.
A vencedora EGOT, Viola Davis, tem seu retorno confirmado no DCU como a protagonista da série spin-off Waller, que ainda não possui previsão de estreia.
O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
A DC Comics enfrenta menos uma saturação de super-heróis e mais a perda do privilégio cultural automático, precisando voltar a criar narrativas que justifiquem atenção num ecossistema onde os jovens escolhem por interesse imediato, não por legado.
Sebastian Stan pode interpretar Harvey Dent, o vilão Duas-Caras, em The Batman Parte II, com relatos apontando o ator como escolha ideal para trazer complexidade emocional ao personagem.
A série do Lanterna Verde na HBO pode ser o divisor de águas que o personagem sempre precisou. Entenda por quê esse é o momento mais importante da história do herói nas telas.
A série Batman de 1966 enfrentou um dos piores testes de audiência da história da ABC, mas transformou seu estilo campy e vibrante em um sucesso cultural que resgatou o personagem e influenciou toda a percepção dos super-heróis na TV.
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Batman Cruzado Encapuzado é a segunda temporada da animação antológica que estreou em 2024 acompanhando as aventuras do Homem Morcego em um universo noir.
James Gunn confirmou Senhor Milagre como parte do DCU. O herói será um dos mais poderosos do novo universo e pode introduzir personagens centrais dos Novos Deuses, incluindo Darkseid. A série animada ainda não tem data de lançamento.
Os criadores de Aztec Batman: Clash of Empires comentaram sobre a possibilidade de uma sequência do filme animado, afirmando que existem ideias e espaço narrativo para continuar a história do Batman em um universo alternativo.
A vencedora EGOT, Viola Davis, tem seu retorno confirmado no DCU como a protagonista da série spin-off Waller, que ainda não possui previsão de estreia.
Aves de Rapina é um filme lançado justamente num ano eleitoral nos EUA. Com isso, os fãs não devem se surpreender se a produção apresentar alguma referência política, justamente nessa época tão importante para a democracia americana.
— ALERTA PARA SPOILERS! (Caso não tenha assistido ao filme, pare aqui!) —
No filme, Arlequina está tentando se lembrar por que o vilão Máscara Negra a odeia e está tentando matá-la. Harley percorre uma lista de razões. Uma dessas razões é revelada como o fato da Palhacinha do Crime ter votado em Bernie Sanders, confirmando a existência do senador no Universo DC.
Conforme o Comicbook, a diretora de ‘Aves de Rapina’, Cathy Yan, falou sobre a ideia de levar Bernie para um filme da DC, explicando que é somente uma proposta de humor, ao invés de fazer qualquer grande declaração política.
“Com as razões, estávamos meio que apresentando diferentes queixas, e eu colocava algumas idéias, e a [roteirista] Christina Hodson jogava algumas outras ideias”, disse Yan. “Eu acho que a ideia do Bernie eu vou dar todo o crédito a Christina nessa. E todos nós apenas rimos disso, então pensamos, por que não? E eu acho que em termos de tom e estilo este é um filme que pode pagar esse tipo de coisa – com um pouco de autoconsciência – ou muita autoconsciência, devo dizer.”
É interessante perceber que as tendências políticas de Harley tenham surgido enquanto ela contava todas as coisas terríveis que fez diante do olhar do Máscara Negra, o que é exatamente um ponto interessante a se observar, porque Harley é uma vilã com um grande coração. Margot Robbie falou anteriormente com o CinemaBlend sobre esse ponto, explicando que eles não queriam torná-la uma heroína.
“Acho que há a tentação de, pelo menos nesta versão, porque Cathy estava definitivamente interessada em ver uma versão mais vulnerável da Harley. Todos queríamos ver como: ‘O que Harley pede no café da manhã quando está de ressaca? Como é o apartamento da Harley? Queríamos ver esse lado da vida real dela. Mas acho que houve uma tentação. Eu acho que Cathy estava amando a versão vulnerável, divertida e doce da Harley e eu tinha que continuar sendo assim; ‘Ela ainda é uma pessoa ruim’. Ela não pode ser boa, ela é uma pessoa foda.”
Aves de Rapina está em exibição nos cinemas e acumula aproximadamente US$ 188.4 milhões em bilheteria no mundo todo até o momento.
Justice League Dark: Apokolips War, a sequência da animação de 2017, Liga da Justiça Sombria, ganhou o seu primeiro trailer completo. Assista abaixo:
Dirigida por Matt Peters e Christina Sotta, Justice League Dark: Apokolips War possui o maior conjunto de super-heróis dos seis anos de história do universo compartilhado de animações da DC.
Produzida pela Warner Bros. Animation, DC e Warner Bros. Home Entertainment, “Justice League Dark: Apokolips War” estreia em Blu-ray, DVD e no formato digital com lançamento previsto para 18 de maio de 2020.
O editor-chefe da DC Comics, Jim Lee, se pronunciou na C2E2 em Chicago, sobre os rumores recentes de incertezas que fala do futuro da editora, que circularam desde a saída de Dan Didio, anunciada na semana passada. Entre as mais absurdas das informações, a venda da DC caso a iniciativa 5G seja um fracasso. Confira o que disse Lee:
“Para tratar destas coisas que estão circulando por aí, são rumores… especulações. Eu não colocaria fé em nada disso. A DC está viva há 85 anos, e continuaremos por mais 85 anos. Eu espero estar fazendo este painel daqui a 85 anos.’
“A estratégia real da DC é colocar suas publicações no centro do que fazemos. É o motor de todos os filmes, TV, desenhos animados produzidos e, portanto, é minha intenção avançar como Publisher, avançando por muitos anos de forma coletiva com minha equipe.“
Sobre a iniciativa 5G, Jim comenta que não é um reboot da editora:
“É difícil falar sobre coisas que não anunciamos. Não há nenhuma intenção de reiniciar a linha inteira de publicações. Nosso objetivo é continuar o que fazemos de melhor: Histórias baseadas em personagens.”
Lee comentou também sobre a Snyder Cut de “Liga da Justiça”.
“Precisamos de todos os fãs de quadrinhos por aí. Quer você queira ou não queira o #SnyderCut, você é um fã da DC. E eu quero que todos sejam fãs da DC”.
Ao falar dos filmes da DC, Lee ressaltou os lançamentos para 2020, com 3 produções e inclui “The Batman” dentro do universo de filmes compartilhados da editora.
“Temos um filme incrível do Batman chegando. Esquadrão Suicida é simplesmente assassino e Adam Negro chega no próximo ano. Tudo isso depois de um no ano que vem com Mulher-Maravilha 1984, que tem um tremendo impulso desde o primeiro filme, que aliás foi incrível.”
“Portanto, muitas coisas positivas acontecem à medida que o universo da DC continua a seguir em frente. Eu acho que no próximo ano será a primeira vez que teremos três lançamentos cinematográfico em um ano. E Walter Hamada é o responsável pela DC Films. Ele é um ótimo parceiro. Ama a DC. É super criativo e tem ótimos relacionamentos com cineastas. Então, somos muito otimistas e esperançosos sobre o futuro do Universo Estendido de filmes da DC.“
Lembrando que Lee e Hamada podem estar trabalhando em conjunto nas produções cinematográficas da editora, conforme uma declaração recente de Marc Guggenheim. -Leia mais aqui-
Conforme a Variety, o ator Ben Schnetzer assumirá o papel de Yorick Brown na série “Y: O Último Homem” da FOX. Ele assume o papel de Barry Keoghan, que saiu da série no início deste mês.
A série é baseada na premiada graphic novel da DC Comics de Brian K. Vaughan e Pia Guerra, com o mesmo nome. Nela, um evento cataclísmico mata todos os homens cisgêneros do planeta, com exceção de Yorick (Schnetzer) e seu companheiro macaco. A série segue os sobreviventes neste novo mundo, enquanto eles lutam para restaurar o que foi perdido e assim construir algo melhor.
Schnetzer estrelou recentemente o piloto de drama da FX, “Gone Hollywood”. O ator acumula interpretações em filmes como O Trote, contracenando ao lado de James Franco e Nick Jonas, fez parte do exército humano de Warcraft e também participou da adaptação cinematográfica de A Menina Que Roubava Livros.
‘Y: O Último Homem’ tem uma longa história de desenvolvimento. Em 2013, Dan Trachtenberg havia sido escolhido para dirigir uma adaptação cinematográfica da New Line que nunca se concretizou. Depois que os direitos da New Line expiraram, a FX começou a trabalhar em uma adaptação da série que está em desenvolvimento há quase três anos.
O elenco conta com Lashana Lynch (Capitã Marvel, Still Star-Crossed), Juliana Canfield (Succession), Diane Lane (Divertidamente), Amber Tamblyn (127 Horas), Imogen Poots (Sala Verde) e Marin Ireland (A Qualquer Custo).
Superman é um herói que possui diversas histórias clássicas, tanto em seu universo cânon quanto em Elseworlds. Dentre elas, algumas se destacam como ‘O Reino do Amanhã‘, que foi a inspiração para muitas outras histórias de heróis, e ‘Superman: Entre a Foice e o Martelo’, que recentemente foi lançada como parte do universo de animações da DC.
A direção de Sam Liu, responsável por boa parte das animações mais recentes, joga seguro mantendo os traços que se tornaram a característica marcante deste universo, e procura adaptar em uma hora e vinte e cinco minutos todos os eventos que tornam a história escrita por Mark Millar conhecida pelos temas ideológicos que aborda. Talvez este tenha sido o equívoco do diretor..
A animação não consegue atingir a mesma intensidade que vemos na HQ, toda aquele viés ideológico que por trás das figuras como o Superman e Lex Luthor, são resumidas a meros estereótipos e frases de efeito que empobrecem a história em seu significado.
Um fator que pode explicar esta falta de intensidade foi resumir as participações de personagens, como a versão anarquista do Batman, o exército de Lanternas Verdes e até mesmo a própria Mulher-Maravilha, em apenas personagens pequenos na trama, sendo que seriam imprescindíveis um maior envolvimento para que o espectador pudesse compreender a tensão ao redor do reinado pelo Camarada de Aço.
Visualmente a animação chama atenção com cenas bem trabalhadas, destacando o início aonde conhecemos a origem do Superman. As cenas de luta e a caracterização dos personagens segue os traços que somos acostumados a ver em animações passadas da DC.
A história conta a trajetória deste Superman, desde a sua ascensão como um garoto comum ao descobrir seus poderes, para um herói visto como a grande ameaça para a nação e ideologia americana e, posteriormente, um ditador da União Soviética, que passa superficialmente por fatos que reforçariam a convicção do herói nos ideias aos quais ele seguiria tradicionalmente.
Alguns outros personagens que trariam um novo charme para a trama são apenas “colocados”, sem explorar de fato suas motivações, tornando a ambientação enfraquecida, talvez pela necessidade de se contar muitas coisas em um espaço de tempo não muito curto. Isso forçou o roteirista a escolher com mais cuidado o que deveria ser explorado ou não sem descaracterizar a narrativa. Entretanto, estes elementos tornam a história sem a mesma força que a sua versão em quadrinhos possui.
Por fim, a mudança no desfecho é um tanto frustrante pois tudo é simplesmente simplificado para a vitória de um lado sobre o outro, evitando assim criar alguma polêmica sobre a animação que aborda temas muito sensíveis da atualidade. Superman Red Son é uma animação interessante como um Elseworld de um universo compartilhado, mas deixa um sabor amargo ao apresentar uma das histórias mais famosas do Superman sem todo o peso que lhe é merecido.
O herói Icon, do selo de publicações da Milestone, ganhou um curta-metragem live-action feito pelo fã David Kirkman. Ele mesmo dirigiu e produziu o filme. Confira abaixo:
Pensando nos fãs brasileiros, o filme conta com legenda em português. Antes, Kirkman já havia produzido um outro curta, mostrando o herói Super-Choque – confira aqui – Leia a sinopse de Icon:
Em 1839, um ser alienígena cai na Terra no extremo sul, assumindo a forma de um homem afro-americano com habilidades sobre-humanas. Hoje, esse alienígena continua vivo, sob o disfarce do advogado bem-sucedido Augustus Freeman. Em parceria com a sua nova amiga ROCKET, eles protegem o povo de Dakota de sua maior ameaça jamais vista.
Icon é um dos principais personagens introduzidos pelo selo Milestone nos anos 90. Sendo de outro planeta, ele assumiu a forma de um homem afro-americano, mas possui habilidades como fuga, super-força e invulnerabilidade. O personagem já teve uma aparição na animação “Liga da Justiça Jovem”.
Quando se iniciou a fase “Os Novos 52”, as origens de muitos heróis foram recontadas, dentre elas a origem do Superman. Nesta fase, ele perde os pais em um acidente de carro ainda adolescente, mas, após os eventos do Relógio do Apocalipse, Dr. Manhattan modificou diversos detalhes da história do universo DC e da história do Homem de Aço.
Em “Superman: Villains #1” mostra que estas alterações são canon no universo DC, revelando que os pais adotivos de Clark Kent, Martha e Jonathan, estão vivos em um momento em que o Superman vai ao encontro deles para falar sobre contar a sua identidade secreta. Confira as imagens:
“Superman: Villains #1” é escrito por Brian Michael Bendis, Matt Fraction, Greg Rucka, Jody Houser e conta com a arte de Steve Lieber, Mike Perkins, Bryan Hitch e Eduardo Pansica. A capa fica por conta de Bryan Hitch com previsão de lançamento para o dia 4 de março.
Quando Ben Affleck foi anunciado como Batman, os fãs foram a loucura, não no sentido positivo. O ator já tinha no currículo a interpretação de outro herói, o Demolidor. O filme claramente não foi bem recebido, e isso aumentava ainda mais a suspeita de Ben no papel de um dos heróis mais populares de todos os tempos.
Em 2016, Batman vs Superman estreou nos cinemas e o público ficou totalmente dividido. De um lado, aqueles que amaram um Batman amargurado, se questionando sobre o real efeito do seu trabalho e bem violento, do outro, muitos se perguntavam se aquilo era mesmo o Batman. Entrando no mérito da discussão ou não, Ben Affleck entregava um novo Batman nos cinemas, que mais tarde sofreu pela falta de planejamento da Warner, junto com ideias questionáveis da parte de roteiristas.
Foram três aparições como Batman e o futuro filme solo nunca aconteceu. Affleck chegou a escrever um roteiro que foi bem elogiado, sendo descrito pelo Jay Oliva (diretor de diversas animações da DC) como “o melhor roteiro que [ele] havia lido”. No Twitter, Affleck lançou um pequeno vídeo com a aparição do Exterminador, o que leva a acreditar que esse seria o principal vilão. Até então, Ben estava a cargo do roteiro e direção do filme, o que mudou quando Matt Reeves assumiu a direção do projeto. Pelo que tudo indica, Reeves trabalharia com o roteiro de Affleck.
Vários rumores surgiram indicando que Matt queria um Batman mais novo e no início de carreira, sendo o Ben, impróprio para o papel. Todos os rumores acabaram quando Robert Pattinson foi anunciado como o novo Morcego. O que não sabíamos, era que Ben Affleck já estava afastado do papel há muito tempo e o motivo não tinha nada a ver com a troca de comando do filme ou diferenças criativas.
Numa entrevista recente, com uma franqueza rara entres os astros do cinema, Ben explicou ao The New York Timeso real motivo que o levou a desistir de interpretar o Batman. “As pessoas com comportamento compulsivo, e eu sou uma, têm esse tipo de desconforto básico o tempo todo que estão tentando fazer desaparecer. Você está tentando se sentir melhor em comer, beber, fazer sexo, jogar, fazer compras ou o que for. Mas isso acaba piorando sua vida. Em seguida, você faz mais do que isso para diminuir esse desconforto, então, a verdadeira dor começa. Torna-se um ciclo vicioso que você não pode quebrar. Foi pelo menos o que aconteceu comigo.”
“Eu bebi relativamente normalmente por um longo tempo. O que aconteceu foi que eu comecei a beber mais e mais quando meu casamento estava desmoronando, isso foi em 2015, 2016. Minha bebida é claro, criou mais problemas conjugais.” Nesse período, Ben interpretava o Batman e logo em seguida lidava com as críticas negativas e em alguns casos, absurdamente exageradas.
Affleck era casado com a atriz Jennifer Garner com quem tem três filhos. “O maior arrependimento da minha vida é esse divórcio. A vergonha é realmente tóxica. Não há subproduto positivo da vergonha. É apenas um sentimento tóxico e hediondo de baixa autoestima e autoaversão.”
Ele continua na entrevista. “Não é particularmente saudável para mim ficar obcecado com as falhas – as recaídas – e me derrotar. Certamente cometi erros. Certamente fiz coisas das quais me arrependo. Mas você precisa se recompor, aprender com isso, aprender um pouco mais, tentar seguir em frente.”
Affleck explica que mostrou seu roteiro para The Batman a alguém (ele não identifica) e ouviu como resposta: “ Eu acho que o roteiro é bom. Também acho que você beberá até a morte se passar pelo o que acabou de passar.”
Ben confessa ter exemplos negativos na família a respeito do alcoolismo. Seu pai era alcoólatra, seu irmão também, o ator Casey Affleck admitiu lutar contra o alcoolismo. A avó paterna tirou a própria vida em um motel aos 46 anos. O seu tio se matou com uma espingarda. Uma outra tia era viciada em cocaína.
“Demorei muito tempo para fundamentalmente, profundamente, sem um pingo de dúvida, admitir para mim mesmo que sou alcoólatra.”
Todas essas falas se alinham ao personagem que Affleck encarnou. Bruce Wayne não era alcoólatra, mas em sua vida, a busca por justiça se tornou um vício, lhe provocando várias desgraças e a quem ele ama. Um ator que buscou interpretar um homem quebrado, com um senso de justiça que mascara a sua necessidade urgente de tratamento, enfrentou durante anos um triste mal.
Eu conheço o alcoolismo de perto
e sei do seu potencial destrutivo. Sou filho de um alcoólatra, que infelizmente
não luta contra o vício. Esse triste mal, trouxe bastante dor ao meu próprio
pai e também a sua família. A Organização Mundial de Saúde (OMS), trata o
alcoolismo como doença e cerca de 3 milhões de pessoas morrem todos os anos por
uso excessivo de álcool.
“Muitas pessoas, suas famílias e comunidades sofrem as consequências do uso nocivo do álcool por meio de violência, lesões, problemas de saúde mental e doenças como câncer e acidente vascular cerebral.” explica o Diretor- geral da OMS, Adhanom Ghebreeyesus.
Estamos bem acostumados a ligar o
álcool com a diversão e a romantizar o uso abusivo dele. O número de jovens que
acabam se tornando alcoólatras tem aumentado em todo o mundo e largar o vício
tem sido cada vez mais complicado. Problemas emocionais como a depressão, tem
potencializado diversos casos de alcoolismo, fazendo do álcool um falso
refúgio, com uma sensação de alívio passageira.
Eu experimentei um pouco desse mal na prática quando passei por um momento horrível na minha vida repleto de pensamentos negativos, fruto da não aceitação da minha sexualidade. Nesses momentos, eu bebia demais e de uma forma cada vez mais constante. Não havia nem sequer notado que o uso do álcool tinha deixado de ser algo recreativo para uma necessidade diária. Sentia falta do álcool e cada vez mais eu me aproximava do meu pai, o que eu havia prometido para mim mesmo, nunca fazer.
Felizmente, depois de um tempo e tirando forças de onde nem sabia que tinha, consegui retomar o controle. Hoje, ainda faço uso, mas de uma forma consciente. No fim das contas, é como Ben disse “Você precisa se recompor, aprender com isso, aprender um pouco mais, tentar seguir em frente.”
Conforme o THR, o verdadeiro amor do Batman ganhará um especial de aniversário em abril. Ao lado do Cavaleiro das Trevas há oito décadas, a DC estará comemorando o aniversário da personagem de Selina Kyle com uma edição especial “Catwoman 80 anos” de 100 páginas. Confira as capas:
A edição estará disponível com várias capas representando as diferentes décadas da história da personagem, além da capa principal de Jones, Adam Hughes contribuirá com a capa dos anos 40, com Travis Charest nos anos 50, J. Scott Campbell nos anos 60, Frank Cho nos anos 70, Stanley “Artgem” Lau nos anos 80, Gabriele Dell’Otto nos anos 90, Jim Lee e Scott Williams nos anos 2000, e Jeehyung Lee nos anos 2010.
Catwoman 80th Anniversary 100-Page Super Spectacular #1 será lançada em 15 de abril nos Estados Unidos.
Um pequeno teaser de “Liga da Justiça Sombria: Apokolips War”, foi revelado. O novo longa animado reúne os Titãs, Esquadrão Suicida, a Liga da Justiça, e a Liga Sombria contra Darkseid. Confira: