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#airbmoSagiLlaicepsE | A asoredop annataZ

Se você não entendeu o título, então eu traduzo aqui para você: #EspecialLigaSombria | A poderosa Zatanna. E se você conhece um pouco da heroína, sabe que ela fala as palavras ao contrário para lançar seus feitiços.

Zatanna Zatara é uma poderosa feiticeira da raça Homo magi, que é uma subespécie dos humanos que consegue controlar magia. Filha do famoso mágico Giovanni Zatara e Sindella, antes de conhecer seus poderes verdadeiros, ela trabalhava como uma simples ilusionista, até que descobriu seus talentos para a mágica e então entrou no mundo dos super-heróis.

Seu pai não era o único familiar famoso da personagem. Leonardo da Vinci, Nostradamus, Alessandro Cagliostro, os alquimistas Nicholas Flamel e Evan Fulcanelli, e Lorde Arion de Atlantis são alguns dos ancestrais da Zatanna. Ou seja, o poder e conhecimento corre na família há muito tempo.

Não se sabe exatamente qual é a extensão dos seus poderes, mas sabemos que ela pode, além de fazer magia, manipular mentes através da telepatia, mover e controlar objetos com a telecinese, controlar o clima, o tempo e os elementos, distorcer a realidade, fazer projeção astral, teletransporte, auto-cura e curar os outros, voar, e criar campos de força. Além de também saber jogar tarot, ver o futuro na bola de cristal, é versátil em luta, e até faz algumas profecias. Ou seja, ela tem muitos talentos e ainda podemos ver muitos feitos grandes e inéditos vindos da Zatanna.

Uma curiosidade, como já dito antes, é que a heroína lança seus feitiços falando as palavras ao contrário, assim ela consegue controlar melhor seus poderes, além de ser uma homenagem ao seu pai, que também falava assim. E isso leva ao super autocontrole que Zatanna sempre demonstra, já que ela não pode deixar emoções muito fortes tomarem conta de seus pensamentos.

A primeira vez que a personagem apareceu nas HQs foi em novembro de  1964 em Hawkman #4, de Gardner Fox e Murphy Anderson. Ao longo dos anos ela foi ganhando mais e mais destaque no universo DC, até se tornar uma das principais usuárias de magia.

A primeira ‘aventura’ de Zatanna foi a busca por seu pai, que estava desaparecido. Assim que descobre seus poderes, ela começa a investigar o que aconteceu e onde Zatara estaria. Com a ajuda do Gavião Negro e Mulher-Gavião, ela partiu nessa missão, encontrando no meio do caminho Batman e Robin, Eléktron, Lanterna Verde e Homem-Borracha. Depois de resgatá-lo do mundo Kharma, a personagem não se junta oficialmente aos heróis, seguindo sua carreira de ilusionista.

Depois de um tempo, Zatanna finalmente vira membro oficial da Liga, mas a heroína também fez parte de outros grupos como a Liga da Justiça Sombria e Sentinelas da Magia. A personagem também teve envolvimento romântico com John Constantine, e com Dick Grayson.

Além das várias aparições nas HQs, Zatanna também está presente em Liga da Justiça Sem Limites, Batman, os Bravos e Destemidos, Justiça Jovem e nos mais recentes filmes animados Liga da Justiça Sombria e Liga da Justiça Sombria: Guerra de Apokolips. Mas a heroína também já apareceu em live-action, em Smallville, interpretada pela atriz Serinda Swan.

Uma última curiosidade de Zatanna é que ela tem uma mansão chamada Shadowcrest onde armazena muitos livros e relíquias de magia. Lá dá para praticar magia e estudar sobre o assunto, e ela é protegida para que pessoas comuns não vejam a mansão, além de ter outros sistemas de proteção.

Patrulha do Destino | Crítica da 2ª temporada

— ATENÇÃO: O texto abaixo contém spoilers da segunda temporada da série Patrulha do Destino —

O segundo ano da série original HBO Max mantém o ritmo desacelerado com o mesmo charme e choque do ano anterior, focando em personagens chave, sem esquecer daqueles que tornaram a produção uma favorita entre os fãs do gênero.

Facilmente com uma das melhores temporadas de 2019, Patrulha do Destino chega forte, com uma identidade marcante e personagens extremamente complexos, principalmente pra época  que o gênero vive, uma heroína que vira uma bolha gigante e quase engole uma cidade inteira  não condiz exatamente com o que o  público classificaria como heroísmo, exatamente no ano que um time de heróis domina o topo do box office. Sua primeira temporada estreia sem expectativas, mas surpreende até os mais duvidosos e incrédulos com seu charme encantador.

Atuações impecáveis, personagens e enredo bem desenvolvidos, fotografia e trilha sonora admiráveis e muito (mas MUITOOO) nonsense nas telas, Patrulha do Destino é a série do momento! ” – Crítica Terraverso sobre a primeira temporada em 2019. 

Com isso, sua temporada seguinte teria algo para provar: não decepcionar seus fãs conquistados no primeiro ano e manter satisfeito os que vieram diretamente dos quadrinhos em busca de representatividade em tela daquilo que acompanham por anos. A segunda temporada de Patrulha do Destino chega em meio a pandemia do Covid-19, em junho de 2020, dessa vez pelo streaming novato, HBO Max.

E porque é importante mencionar a pandemia em uma crítica de um seriado que não lida com esse evento infeliz em sua trama? Bom, Patrulha do Destino foi uma das vítimas entre inúmeras produções que precisaram encerrar ou suspender suas atividades antes do previsto, devido as medidas de segurança para evitar a proliferação do vírus, a Patrulha ficou sem seu último episódio, terminando sua temporada em um cliffhanger maldoso, que pode demorar um bom tempo para ser resolvido.

Mas não deixe essa ponta solta te impedir de acompanhar o que se tornou mais um ano brilhante para a produção, que teve sucesso novamente quando dedica seus 9 episódios na construção pessoal de cada personagem em tela, seja para um caminho negativo com alguns, ou positivo para outros.

Ainda em busca do controle sobre suas habilidades, Rita Farr e Larry Trainor precisam enfrentar fantasmas do passado para conseguir seguir em frente. No contexto de Rita, seus fantasmas se manifestam na figura de sua problemática mãe, que não media esforços para tornar Rita uma estrela, assim, marcando a Mulher-Elástica pelo resto de sua vida. April Bowlby, que interpreta Rita, perde um pouco de sua figura rígida presente no ano anterior, podendo brincar mais vezes, não só com os poderes elásticos, mas com seu lado cômico. Ela sempre se sentiu a vontade no papel da personagem quebrada, mas é muito satisfatório assistir a atriz tendo mais espaço para explorar maiores nuances de Rita na busca para se tornar uma heroína, no momento se chamando de ”beekeeper”, mas quem sabe futuramente tomando seu verdadeiro nome: Mulher-Elástica.

Larry, o Homem-Negativo, ainda precisa enfrentar fantasmas bem reais ao descobrir que seu filho mais velho ainda acredita que seu pai está vivo. Assim como na temporada anterior, Larry precisa acertar contas com a família que deixou para trás após seu acidente e sequestro pelo Bureau of Normalcy. Aqui o caminho não é nada satisfatório de acompanhar.

Com Cliff, o nosso Homem-Robô, as coisas parecem estar mais estagnadas. Seu corpo de ferro começa defeituoso, e sua atitude referente a mais nova moradora da Doom ManorDorothy Spinner. Seu relacionamento com o Chefe vai de mau a pior após as revelações da temporada anterior. Cliff é o personagem mais vocal sobre sua infelicidade, e após 3 episódios mantendo a mesma postura destrutiva, seus momentos de fúria passam de humor e se tornam um tanto quanto irritantes. Mas ao final da temporada, Cliff se torna praticamente o único personagem que conquista uma realização pessoal, o que deixa aqueles que torciam pelo personagem desde a temporada anterior com o coração quente, isso antes dos eventos finais do último episódio, claro.

Joivan Wade continua como o Cyborg sem rumo, mas que encontra conforto em Roni Evers (Karen Obilom), uma nova adição misteriosa para o segundo ano da série. Enfrentando seus traumas do passado, Victor e Roni se conectam de modo pessoal graças as similaridades de seu passado. Mas enquanto Victor está pronto para abrir seu coração, Roni se mantém relutante. Karen, a atriz que dá vida a personagem que já é bem conhecida pelos fãs do Cyborg nos quadrinhos (aqui como mulher), entrega uma ótima performance que mistura confiança e mistério, puxando o Cyborg de Joivan cada vez mais distante da Patrulha, sem mencionar a química em tela que o casal transborda durante a maioria das cenas que compartilham.

Mas o protagonismo da série fica bem claro quando temos Diane Guerrero em cena. Sendo a cabeça que comanda e caminha o enredo do seriado para frente, Jane mantém seu posto de personagem mais complexa e profunda da produção. Dessa vez, Jane precisa provar para as outras personalidades de Kay, que ela precisa ser mantida como a personalidade primária, e ”dirigir” o corpo que carrega todas as outras personalidades da criança no mundo de fora. Não é novidade nenhuma que Diane possui a maior carga emocional do seriado, sendo presenteada com INÚMERAS cenas dramáticas que sempre exigem o máximo da atriz, que por sua vez, continua entregando performances dignas dos maiores prêmios da TV americana.  Diane consegue emular, em poucos segundos, qualquer personalidade de Jane com êxito, e em destaque para o último episódio dessa temporada, em que presenciamos mais uma cena pesada onde não só a atuação da atriz, como o roteiro brilhante chamam atenção e deixam claro que Patrulha do Destino não é uma produção qualquer com episódios fillers de ‘vilão da semana’.

Uma nova e bem vinda adição ao grupo foi a da jovem Abigail Shapiro, que dá vida a misteriosa Dorothy Spinner, a filha do Chefe. Personagem central na trama da segunda temporada, Dorothy precisa ser protegida de tudo e todos, mas justamente por ser a fonte do perigo. Seus poderes são um mistério, e a constante vigilância de seu pai  atrapalha no desenvolvimento social com sua nova família. Dorothy é apenas uma criança, que viveu a vida toda em cativeiro com seus amigos imaginários, mas agora é obrigada a encarar o mundo real e a possibilidade de perda. A maquiagem protética no rosto de Abigail não esconde as melhores cenas da atriz durante a trama, e sua atuação nos leva em uma montanha russa de emoções. Em um minuto você não consegue deixar de sentir pena e compaixão por Dorothy, em outro, raiva e desespero por todos afetados por ela.

Os efeitos visuais também merecem ser destacados. Seja de cenas modestas como a breve participação da Mulher-Negativa, o constante vilão Candlemaker, o time de VFX não se limitou e veio com as melhores adaptações possíveis de personagens só vistos nas páginas dos quadrinhos até o momento. Com cenas de tirar o fôlego como asas explodindo nas costas dos nossos heróis, ou cada detalhe no corpo de cera do vilão, fica claro que a maior liberdade oferecida para o novo ano trouxe apenas melhorias para o que já era espetacular no primeiro ano.

Infelizmente a conclusão mais esperada vai ter que aguardar até a possível terceira temporada, mas se o que te prendia no primeiro ano do show era descobrir quais caminhos seus favoritos heróis desajustados seguiriam, a segunda temporada de Patrulha do Destino é definitivamente uma experiência indispensável para qualquer fã do gênero.

Nota:

 

DC FanDome | Liberado teaser do DC FanDome Kids explorando a Torre dos Jovens Titãs em Ação

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A DC liberou um teaser para o DC Kids FanDome. Confira abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=LxRpLdO98Xk

“Explore a Torre dos Jovens Titãs, visite o Sweet Justice Café das DC Super Hero Girls, vá até a Batcaverna e veja todos os seus heróis animados favoritos neste mundo feito para crianças de todas as idades celebrarem, brincarem e criarem. O DC KidsVerse é seguro e adequado para todas as crianças, e toda a diversão pode ser encontrada aqui” diz a descrição.

O DC FanDome ocorre no dia 22 de agosto. Acompanhe a cobertura completa aqui no Terraverso. Mais detalhes -neste link-.

The Flash | Grant Morrison afirma que o roteiro dele e de Ezra Miller era como ‘De Volta para o Futuro’

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Em entrevista ao Collider, Grant Morrison revelou detalhes sobre o roteiro que ele e o ator Ezra Miller haviam escrito juntos para o filme solo do Flash.

O desenvolvimento do filme teve origem em outubro de 2015, e desde então passou por quatro diretores diferentes, incluindo Seth Grahame-Smith e Rick Famuyiwa. A Warner Bros. havia escolhido também John Francis Daley e Jonathan Goldstein para dirigir, mas os cineastas estavam supostamente com diferenças de opinião sobre a direção da história com a estrela Ezra Miller. Então, no ano passado, Miller se juntou ao escritor de quadrinhos Grant Morrison para escrever seu próprio rascunho do roteiro.

Enquanto Daley e Goldstein acabaram deixando o filme por diferenças criativas, a Warner Bros. também optou por não usar o roteiro de Miller e Morrison sobre a história. Christina Hodson (Aves de Rapina) foi contratada para desenvolver o roteiro, enquanto Andy Muschietti (It) é o responsável pelo direção, com data de lançamento nos cinemas previsto para junho de 2022.

Morrison disse que ele e Miller se divertiram trabalhando na história, mas que não passaram de muitos rascunhos:

“Sim, quero dizer, Ezra Miller e eu escrevemos isso no ano passado, mas meio que, você sabe como é? Foi só uma daquelas coisas que todos nós… Bem, eu pensei que tínhamos uma versão muito boa para The Flash e nós escrevemos tão rápido quanto o Flash, porque era necessário, e foi muito bom. E eu acho que depois de alguns rascunhos, teria sido ótimo. Mas do jeito que alguns estúdios funcionam, essas coisas vêm e vão. Acho que cerca de 15 pessoas já escreveram versões para The Flash. Mas parece que está indo em frente agora, mas não com a versão que fizemos. Eu me diverti. Ezra veio até a minha casa e nós tivemos uma explosão real e criamos a história. E talvez um dia o roteiro vaze para o mundo.”

Morrison chegou ao ponto de dizer que sua proposta estava mais próxima de uma história de ficção científica como De Volta para o Futuro do que um filme de super-herói tradicional:

“Sim, foi muito bom. Não sei o que estão fazendo com ele. Mas foi muito bom. E era um tipo muito diferente de super-herói. Era mais como De Volta para o Futuro, eu diria, do que um filme de super-herói.”

Embora tenha sido originalmente relatado que Miller queria uma versão “mais sombria” da história, Morrison disse que não era realmente o caso:

“Não, não era [mais sombrio] realmente. Quero dizer, elementos da escuridão estavam lá e o material que eles queriam que usássemos era o material de Flashpoint. Então, Ezra e eu estávamos realmente tentando fazer algo que era um pouco mais – como eu digo, como uma grande história de ficção científica. E se você não conhece [os quadrinhos], faria sentido. Mas eu tenho que dizer, eu não quero falar sobre isso, porque alguém fez seu próprio trabalho sobre isso e eu tenho certeza que vai ser ótimo. E talvez, como eu digo isso vai vazar um dia e então as pessoas podem julgar.”

Novidades sobre o filme solo do Flash teremos na convenção DC FanDome, no dia 22 de agosto.

DC FanDome | Val Kilmer, o Homem-Morcego de Batman Eternamente, comenta sobre o evento

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O ator Val Kilmer é presença confirmada no DC FanDome. Kilmer, que interpretou o Homem-Morcego no filme ‘Batman Eternamente’ de 1995, usou as redes sociais para comentar sua participação no evento. Confira:

Bem, a notícia foi divulgada.

Os amigos da Warner Bros. perguntaram se eu gostaria de fazer parte do DC FanDome e eu perguntei se isso significava vestir o velho traje de morcego. Eles disseram que é opcional. Hmmm.

Em 22 de agosto, junte-se a mim e a centenas de pessoas incrivelmente talentosas que moldam o Multiverso DC. Estamos aqui para celebrar tudo da DC e o mais importante, todos vocês. Que maneira divertida de ajudar a nos unir a todos. Esperamos vê-lo.

O DC FanDome ocorre no dia 22 de agosto. Acompanhe a cobertura completa aqui no Terraverso. Mais detalhes -neste link-.

DC FanDome | Toonami divulga propaganda sobre programação especial de aquecimento para o evento, nos EUA

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A Toonami revelou em uma nova propaganda que exibirá nos EUA quatro filmes animados do Batman como aquecimento a convenção virtual DC FanDome, que ocorre no dia 22 de agosto.

Conforme o vídeo promocional, a programação começa no sábado à noite, 15 de agosto a meia-noite (então, tecnicamente domingo de manhã). Confira abaixo:

O DC FanDome ocorre no sábado, dia 22 de agosto.

Arqueira Verde e as Canárias | Produtor comenta sobre o atual status do projeto

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O produtor executivo do piloto da série “Arqueira Verde e as Canárias”, Marc Guggenheim, foi até as redes sociais para comentar o status atual da produção, respondendo se haveria alguma data de anúncio em breve. Conforme resposta de Marc a um fã, tudo está nas mãos da Warner e CW;

“Infelizmente, não sei quando um anúncio será feito. Achei que seria “em breve”, mas infelizmente não foi tão cedo. No final das contas, no momento está nas mãos da Warner Bros. e da CW.” disse o produtor.

O penúltimo episódio de Arrow serviu como piloto para a série. A produção segue uma pós-crise, com Mia Queen vivendo em uma versão não distópica do ano de 2040 em Star City, tendo construído uma vida bem-sucedida, mas ainda lutando para cumprir o legado de seu pai, o Arqueiro Verde. Isso muda quando as atuais Canários Laurel Lance (Cassidy) e Dinah Drake (Harkavy) aparecem e resgatam as memórias dos momentos pré-crise de Mia.

A oitava temporada de Arrow foi finalizada em outubro de 2019.

Canário Negro | Misha Green, roteirista de Lovecraft Country, revela desejo de escrever série sobre a Canário Negro de Jurnee Smollett

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A roteirista da série Lovecraft Country, Misha Green, respondeu no Twitter a um fã que pediu uma série da Canário Negro com a atriz Jurnee Smollett-Bell na HBO. A atriz interpretou o personagem no filme Aves de Rapina e atualmente trabalha na série Lovecraft Country, na HBO Max. Confira:

O que você acha @jurneesmollett? Talvez depois #LovecraftCountry?

Lovecraft Country estreará no streaming HBO Max no dia 16 de agosto. ‘Aves de Rapina’ estreou em fevereiro de 2020 e arrecadou U$201,9 milhões nas bilheterias do mundo todo.

Mulher-Maravilha 1984 | Ilustradora responde a críticas sobre o seu trabalho em capa variante da edição

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Foi revelada pela DC uma capa variante para a HQ que servirá de prelúdio do filme ‘Mulher-Maravilha 1984’. O desenho da personagem feito pela ilustradora Robin Eisenberg gerou críticas de alguns fãs no perfil DC Nation, que compartilhou a capa no Twitter,

Robin Eisenberg publicou no seu Instagram uma nota a respeito das críticas;

“Entãããão … Devido ao assunto da minha arte, muitas vezes me pedem para desenhar personagens inspirados por mulheres icônicas. Recentemente, fui convidada a criar uma peça inspirada na Mulher-Maravilha, no meu próprio estilo, para uma colaboração única de uma artista. Eu amo desenhar alienígenas com tipos de corpo realistas, vivendo suas vidas, confortáveis ​​coma elas mesmos. Então, desenhei um personagem alienígena com um corpo realista, vestindo uma versão mais cotidiana da roupa da Mulher-Maravilha. A DC decidiu que queria usar esta peça para uma capa alternativa, além da colaboração. Eu não sabia que apresentar uma personagem inspirada na Mulher-Maravilha com um tipo de corpo realista seria controverso. Aparentemente é!

O perfil The DC Nation postou a capa no Twitter, e foi imediatamente recebida com centenas de comentários odiosos sobre o corpo dela (assim como sobre o estilo de arte não tradicional … e sobre mim pessoalmente 😎). Acho que uma das razões pelas quais me pediram para fazer isso é que não sou uma artista de quadrinhos tradicional, então apresentaria algo de uma perspectiva diferente. O fato de que isso foi tão controverso só me faz querer continuar a desenhar diversos tipos de corpos e criar mais artes na qual as pessoas possam se ver. Força e beleza podem vir em formas incríveis! Eu não acho que uma forma nega as outras? 😘

ESTES SÃO MEUS PENSAMENTOS.”

A edição será lançada no dia 29 de setembro, nos EUA.

 

Mestres do Tempo | Uma viagem com Rip Hunter

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O tempo é mesmo um mistério, o passado pode ser há muito conforme uma memória ou, então, estar logo ali, como no caso de Rip Hunter, Protetor do Tempo e Aventureiro Cronológico. Essa é uma das formas que servem para o apresentar na edição ‘Mestres do Tempo – A Busca por Batman’, uma reunião dos volumes 1 ao 6 de Time Masters – Vanishing Point, publicada no Brasil em outubro de 2011 pela editora Panini.

Ligada aos eventos de ‘O Retorno do Homem-Morcego – Bruce Wayne’ e ‘Ponto de Ignição’, neste escrito que segue sobre ‘Mestres do Tempo’ o mote não será divagar sobre a busca pelo Batman, perdido temporalmente após um embate com Darkseid. Nem uma análise sobre a relevância do quadrinho. Poderia ser sobre a reunião do quarteto que vaga em busca do Homem-Morcego, que tem o Superman, que por diversas vezes se vê tentado em cumprir com a sua missão de salvar pessoas em um passado mesmo que elas já estejam mortas há anos para o seu presente, e, assim, cometer o ato de intervir na ordem das coisas. Também tem a relação mal resolvida de outros tempos entre o Gladiador Dourado e o Lanterna Verde, motivo de risos, muitas indagações, alguma vergonha alheia e etc. E, para fechar a formação, tem o próprio Rip Hunter, o mediador de todos os contratempos dessa aventura, que simultaneamente aos caóticos problemas compartilha suas memórias. Então, podemos ir por aí!

Do que acontece se entende que não se pode partir para um outro tempo se não houver a lembrança de onde se quer chegar e nem para quando se tem que voltar. E está aqui, o foco desta viagem textual, voltar no tempo para falar do agora. Uma das conexões, talvez a mais humana delas, e que não tem como deixar de ver com interesse e curiosidade é o encontro de gerações, pai e filho, no início de cada uma das seis partes de ‘Mestres do Tempo’. Em uma sequência de quadros, o pequeno Rip tem a oportunidade de passar um dia no trabalho do seu pai viajante, com isso visita uma das cenas mais emblemáticas da história da cultura pop, presencia e compreende que o ofício do seu genitor é, naquele momento, “proteger o foguete recém-chegado de Krypton com um dos seres mais importantes a caminhar sobre a Terra.”

O privilégio de Rip é parte de um legado, será ele dono dessa responsabilidade logo logo, assim, entende que “manter a integridade do passado é uma prioridade”, essa será sua luta. Mas engana-se quem pensa que só de passado vive um guardião do tempo, para prevenir desastres soma-se a sua tarefa manter o sinal de alerta também com o presente, afinal, ataques contra a realidade podem estar acontecendo agora. Se na hq “pessoas más querem mudar o tempo, alterar a realidade para conseguir tudo que querem”, fora delas vivemos um enérgico embate para validar os ensinamentos da ciência durante uma pandemia. Ficção confunde-se no meio de tanta realidade.

Já que chegamos ao hoje, estamos no Dia dos Pais, e se temos em ‘Mestres do Tempo’ uma bela relação entre Rip Hunter e o Gladiador Dourado, podemos também separar um tempinho para fazer uma menção para algumas outras dinâmicas do universo DC tão afetuosas quanto, como Alfred Pennyworth na sua relação muito além de um mordomo com Bruce Wayne. Já pelos lados do Kansas tem Jonathan Kent, responsável com Martha pela herança de valores apreendidos e praticados por Clark. Em The Flash, a série do Arrowverso, tem o detetive Joe West que ocupa no dia a dia o papel de pai para Barry Allen. E a lista poderia ser extensa com tantos outros nomes, cada um com a sua importância, na sua formação de família e em comum a essência de transmitir experiências cientes que no presente cada jovem é a esperança para um futuro melhor.

Em ‘Mestres do Tempo’ Rip tem seus momentos de lições com o seu “velho”, entende que é importante “pisar no passado sem deixar uma pegada permanente”, que há diferença entre o que se quer que aconteça e o que deve acontecer, e, pensando bem, isso vale para qualquer que seja o plano. Ele sabe que não se é senhor do tempo para si, mas não deixa de tirar alguns proveitos, como quando Rip visita suas memórias, seja pelas constantes mudanças com sua família, o medo de serem perseguidos e, talvez a melhor parte, visitar o antes da humanidade, a natureza pura cumprindo seus ciclos, ou o futuro de invenções e revoluções que antes de serem vistas não poderiam jamais serem detalhadas. Muito disso, dito por ele, fica a cargo da nossa capacidade em imaginar daqui do presente.

‘Mestres do Tempo – A Busca por Batman’  tem roteiro e arte de Dan Jurgens, Norm Rapmund e Rodney Ramos são responsáveis pela arte final, com as cores por HI-FI Designs. Assim, encerro essa viagem por uma hq conectada em um tempo da cronologia do universo DC Comics, que mais para analisar sua relevância nesse cenário fez-se portal para identificar um tempo que passa, que volta e que fica. Nesse ciclo de passado – presente – futuro o que se sabe é que um não existe sem o outro, e que nada melhor que a memória para nos fazer circular por todos os tempos.