O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
A DC Comics enfrenta menos uma saturação de super-heróis e mais a perda do privilégio cultural automático, precisando voltar a criar narrativas que justifiquem atenção num ecossistema onde os jovens escolhem por interesse imediato, não por legado.
Sebastian Stan pode interpretar Harvey Dent, o vilão Duas-Caras, em The Batman Parte II, com relatos apontando o ator como escolha ideal para trazer complexidade emocional ao personagem.
A série do Lanterna Verde na HBO pode ser o divisor de águas que o personagem sempre precisou. Entenda por quê esse é o momento mais importante da história do herói nas telas.
A série Batman de 1966 enfrentou um dos piores testes de audiência da história da ABC, mas transformou seu estilo campy e vibrante em um sucesso cultural que resgatou o personagem e influenciou toda a percepção dos super-heróis na TV.
O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
Batman Cruzado Encapuzado é a segunda temporada da animação antológica que estreou em 2024 acompanhando as aventuras do Homem Morcego em um universo noir.
James Gunn confirmou Senhor Milagre como parte do DCU. O herói será um dos mais poderosos do novo universo e pode introduzir personagens centrais dos Novos Deuses, incluindo Darkseid. A série animada ainda não tem data de lançamento.
Os criadores de Aztec Batman: Clash of Empires comentaram sobre a possibilidade de uma sequência do filme animado, afirmando que existem ideias e espaço narrativo para continuar a história do Batman em um universo alternativo.
A vencedora EGOT, Viola Davis, tem seu retorno confirmado no DCU como a protagonista da série spin-off Waller, que ainda não possui previsão de estreia.
O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
A DC Comics enfrenta menos uma saturação de super-heróis e mais a perda do privilégio cultural automático, precisando voltar a criar narrativas que justifiquem atenção num ecossistema onde os jovens escolhem por interesse imediato, não por legado.
Sebastian Stan pode interpretar Harvey Dent, o vilão Duas-Caras, em The Batman Parte II, com relatos apontando o ator como escolha ideal para trazer complexidade emocional ao personagem.
A série do Lanterna Verde na HBO pode ser o divisor de águas que o personagem sempre precisou. Entenda por quê esse é o momento mais importante da história do herói nas telas.
A série Batman de 1966 enfrentou um dos piores testes de audiência da história da ABC, mas transformou seu estilo campy e vibrante em um sucesso cultural que resgatou o personagem e influenciou toda a percepção dos super-heróis na TV.
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James Gunn confirmou Senhor Milagre como parte do DCU. O herói será um dos mais poderosos do novo universo e pode introduzir personagens centrais dos Novos Deuses, incluindo Darkseid. A série animada ainda não tem data de lançamento.
Os criadores de Aztec Batman: Clash of Empires comentaram sobre a possibilidade de uma sequência do filme animado, afirmando que existem ideias e espaço narrativo para continuar a história do Batman em um universo alternativo.
A vencedora EGOT, Viola Davis, tem seu retorno confirmado no DCU como a protagonista da série spin-off Waller, que ainda não possui previsão de estreia.
— Alerta para SPOILERS da primeira temporada de ‘Stargirl’ —
O portal TVLine conversou com o criador da série “Stargirl”, Geoff Johns, sobre seu sentimento ao final da 1ª temporada e o que esperar da 2ª temporada. A série foi finalizada recentemente, e o produtor revela empolgação ao comentar a receptividade do público.
“Bem, estou muito feliz que as pessoas responderam a série. E estou feliz por termos um elenco incrível. Estou realmente emocionado que nós tivemos um tempo tão divertido fazendo este show, e todos nós vamos fazer uma segunda temporada. Acho que estou muito orgulhoso que as pessoas abraçaram os personagens – especialmente porque pegamos alguns personagens que estão fora do caminho tradicional e os colocamos na frente e no centro. É divertido ver as pessoas dizerem: “Eu amo o Dr. Meia Noite” [Risos] É tão legal, porque como fã de quadrinhos você quer que as pessoas validem seus personagens favoritos, e os meus sempre foram esses caras obscuros.” disse Johns.
Questionado sobre os vilões, ele foi direto “Henry Jr. está morto e não voltará.”. Outro personagem que Johns confirmou que morreu de fato foi o vilão Onda Mental. Ambos, pai e filho, não retornarão para uma segunda temporada.
Sobre a segunda temporada, o produtor comenta sobre a chegado do Eclipso.
“Eclipso é um dos meus vilões favoritos nos quadrinhos, e ele é alguém que nas HQs realmente matou Beth Chapel e Yolanda Montez – e elas nunca voltaram, até recentemente. Elas estavam mortos antes de eu entrar nos quadrinhos nos anos 90, mas eu os trouxe de volta no final da saga Relógio do Juízo Final. Eclipso é um personagem muito interessante porque ele encarna a escuridão e a corrupção. E há mais outras surpresas que nem sequer sugerimos ainda para a 2ª temporada.” disse o produtor.
Eclipso apareceu pela primeira vez em House of Secrets #61 (agosto de 1963) e foi criado por Bob Haney e Lee Elias.
A segunda temporada de ‘Stargirl’ será produzida pela emissora The CW e ainda não possui previsão de estreia.
A série focada em Courtney Whitmore (Brec Brassinger) e a na nova geração da Sociedade da Justiça da América exibiu ontem (10) seu final de temporada, deixando para os fãs um gosto de “quero mais” e alguns ganchos inesperados, que falarei ao longo desta crítica, mas cuidado, está recheada de spoilers.
Desde seu primeiro episódio, vimos a protagonista de Stargirl buscando respostas sobre o passado de seu pai. Já o seu padrasto Pat Dugan (Luke Wilson), por sua vez, além de investigar a Sociedade da Injustiça da América, vivia como o guardião de um poderoso artefato, o Cajado Cósmico. Por coincidência (ou destino) Court acaba sendo escolhida pelo Cajado como sua nova dona. Este fato contribuiu para que a adolescente acreditasse que Sylvester Pemberton (Joel Mchale) fosse seu pai e como filha do Starman, ela teria o direito e o dever de continuar seu legado.
Com a missão de apresentar uma nova geração de heróis, diria que “legado” é a palavra que define a primeira temporada de Stargirl. Logo nos primeiros minutos da série, vemos a Sociedade da Justiça sendo morta pelos vilões e o Starman pede a Pat que encontre alguém para manusear o Cajado. Mas a Stargirl não foi a única personagem a ter um legado para seguir.
Stargirl
Após Pat Dugan agir como S.T.R.I.P.E. e Courtney como Stargirl, Yolanda Montéz (Yvete Monreal) foi a terceira integrante da SJA a assumir uma identidade heroica. A adolescente, após envolver-se com Henry King Jr. (Jake Austin Walker), teve sua vida praticamente arruinada, mas Court viu nela um grande potencial para ser uma heroína e a presenteou com o uniforme do antigo Pantera. Utilizando as habilidades concedidas pelo traje e seus conhecimentos em lutas, a personagem mostrou-se digna de levar adiante o nome de Pantera e continuar seu legado. Infelizmente a série deixou a desejar quando não mostrou um embate/acerto de contas entre Yolanda e Cindy (Meg DeLacy), mas esperamos que isso ainda aconteça na segunda temporada.
Yvete como Pantera em Stargirl
A personagem esteve envolvida em algumas cenas chave e até mesmo dramáticas, como por exemplo a morte de Henry King Jr. e a morte do Onda-Mental. Sobre o último, no episódio final, foi interessante vermos ela falando ao Homem-Hora (Cameron Gellman) que matar pessoas era errado, mas instantes depois acaba matando o Onda-Mental (Christopher James Baker) com as próprias mãos. A cena mostrou esta dualidade da personagem, que mesmo acreditando que matar pessoas era algo errado, ela fez.
Pantera mata Onda-Mental
Outra personagem que teve um crescimento pessoal durante a temporada foi Beth Chapel (Anjélika Washington). Apesar de ter pouco destaque no início, ela foi mostrando ser digna de ser a Doutora Meia-Noite e de utilizar os óculos fonte de seus poderes, carinhosamente chamados de (Chuck).
A heroína, que antes era alguém que tinha os seus pais como únicos amigos, agora faz parte de algo maior e tem na Sociedade da Justiça um grupo “para chamar de seu”. A Dra. Meia-Noite ainda teve um papel crucial no triunfo dos heróis no final da temporada e mesmo não se envolvendo em cenas de ação, como os outros membros da equipe, mostrou-se ser uma grande super heroína. Se nos primeiros episódios ela era uma garota introvertida e sem amigos, no final vimos uma Beth capaz de liderar a SJA em algumas missões e agir como “a voz da razão” do grupo, contrastando com a impulsividade da Stargirl e a “cabeça- quente” do Homem-Hora.
Rick Tyler, o Homem-Hora era o único membro da nova SJA que de fato tinha relações sanguíneas com a antiga Sociedade da Justiça da América, afinal ele era filho do Homem-Hora original, diferente da Stargirl, que apenas acreditava ser filha do Starman. Se pudesse definir o Rick em uma frase seria “força bruta pode botar tudo a perder se não tivermos uma mente no lugar”. Ele foi apresentado no mesmo episódio que a Dra. Meia-Noite, fazendo um contraste entre “cérebro e músculos.”
Em algumas missões, o personagem quase colocou os planos da equipe a perder, movido por um sentimento de vingança contra Solomon Grundy, por causa do assassinato dos seus pais. Porém no final, o vimos poupar a vida do vilão. Talvez isso deixe em aberto que na segunda temporada ele comece a pensar nas consequências de seus atos antes de agir impulsivamente. Ele, assim como os outros membros do grupo fazia parte daquilo que é clichê em toda série ou filme, que retrate o ensino médio estadunidense, a famosa “mesa dos excluídos”.
Elenco de Stargirl
Não apenas o núcleo adolescente merece destaque, mas também os personagens adultos, como Pat Dugan e Bárbara Whitmore (Amy Smart).
Pat, o S.T.R.I.P.E., teve um importante papel durante a primeira temporada, por muitas vezes atuando como um mentor para a nova Sociedade da Justiça da América, porém, apesar de ter construído um enorme robô de combate e ter um passado como ajudante do Starman, ele também deveria lidar com sua nova vida e sua relação inicialmente conturbada com sua enteada.
Pat Dugan
Bárbara, esposa de Pat e mãe de Court, nos primeiros episódios da série era retratada como a típica “mãe dos heróis adolescentes”, ou seja, não sabendo da verdadeira identidade de sua filha. Como eu disse anteriormente, Stargirl não foge de alguns clichês. Mas isso acabou mudando enquanto o história avançava e no fim vimos ela atuar como um dos membros da SJA, não no meio da ação como os outros, mas realizando algumas investigações por conta própria, com a finalidade de resolver algumas dúvidas que ficaram em sua cabeça.
Bárbara
Outro membro de apoio de Stargirl, que infelizmente teve sua participação reduzida, talvez por culpa do roteiro, foi Mike (Trae Romano), o filho do S.T.R.I.P.E. e enteado de Bárbara. O garoto, em todo arco da primeira temporada sentia-se excluído e com ciúmes da relação do seu pai e de Courtney, isso por que os dois acabaram se aproximando e compartilhavam diversos segredos relacionados às suas identidades heroicas.
Mike
Não apenas os heróis merecem destaque, o grupo de vilões também. Neste caso, apesar de o “Rei Dragão”, o “Onda Mental” e o “Geada” serem as principais mentes por trás dos planos para uma “Nova América”, aqui, resolvi focar em seus filhos. Cindy e Henry, ou melhor, Shiv e Onda- Mental Jr. são exemplos de personagens que assim como os heróis, também tinham um legado para carregar (aqui excluímos Cameron (Hunter Sansone), filho do Geada porque ele teve uma participação reduzida durante a temporada e nem mesmo descobriu seus poderes).
Cindy/ Shiv
Cindy, inicialmente era a patricinha clichê de um colégio norte-americano, mas nos episódios “Shiv parte 1 e parte 2” tivemos a chance de conhecer a fundo sua personalidade e suas motivações. Ela a todo custo buscava provar ser digna de uma cadeira na sala de reuniões da Sociedade da Injustiça, mas mesmo com superpoderes sua vontade era ignorada por seu pai. A série acabou pecando ao deixar a personagem trancada por alguns episódios, mas no final vimos que isto serviu de justificativa para ela matar seu pai.
Henry King Jr. era filho do Onda-Mental e foi um dos responsáveis por arruinar a vida de Yolanda. Ele mantinha um relacionamento com Cindy, mesmo não sabendo que era apenas um plano da Sociedade da Injustiça. Ao descobrir seus poderes ele teve uma escolha a ser feita, seguir o legado do seu pai como um vilão ou tornar-se um herói, ao lado de Courtney e seus amigos. Como podemos perceber nas redes sociais ele passou de um personagem detestado a elogiado pelas suas últimas ações, mostrando que “as pessoas podem ser boas”, como ele diz em suas últimas palavras.
A temporada de Stargirl entregou ao público alguns temas como a paternidade e as relações familiares em meio à uma série sobre super-heróis adolescentes em uma pequena cidade do interior. Este primeiro ano não teve medo de brincar com os clichês de qualquer obra voltada ao público jovem, como falei anteriormente, que por muitas vezes serviu como um alívio cômico. Outro ponto positivo foi o fato dela não ter arrastado a identidade civil dos heróis e vilões por um longo tempo.
A fotografia e a trilha sonora, assim como os efeitos visuais merecem serem mencionados, assim como as acrobacias e coreografias que envolviam as cenas de luta. Estas são qualidades que esperamos que continuem na segunda temporada.
Alguns pontos negativos acabaram atrapalhando um pouco o andamento da história. Como a participação de Justin (Mark Ashworth), o Cavaleiro Brilhante, que mesmo tendo um episódio com seu nome, acabou sendo reduzido ao alívio cômico em diversas situações. Além disso, não teve seu passado devidamente explicado.
Justin / Stargirl
Outro ponto negativo foi a utilização de alguns diálogos extensos ou cenas mais genéricas, apenas para cumprir tempo de tela, não que isso tenha atrapalhado a história como um todo, mas a direção poderia utilizar este tempo para dar um foco maior em algumas outras coisas e personagens.
Uma outra falha foi terem deixado o Mike um pouco apagado durante o primeiro ano, como mencionei anteriormente. Apesar do episódio final ter redimido a série quanto a isso. Na primeira parte de “Star and Stripe”, vimos o garoto descobrindo tudo que estava acontecendo em Blue Valey e sobre a SJA e além disso, quando menos esperávamos, ele ainda ajudou seu pai a nocautear o “Mestre dos Esportes”. Ainda neste episódio, em uma conversa com a Stargirl, o roteiro fez o público perguntar se ele também seria alguém com a habilidade de manusear o Cajado Cósmico, fato que não se concretizou segundos depois. Apesar de reconhecer a importância de todos do grupo dos heróis, dou a ele os devidos créditos pela morte do “Geada”. Em uma cena, que pode dividir algumas opiniões, sendo encarada como cômica e inesperada, ou até mesmo “bobinha”.
Sobre a morte dos vilões, foi interessante vermos a SJA derrotá-los um a um, porém devo destacar que foi algo rápido. Mas acabou contrastando com a primeira batalha entre os grupos, onde a Sociedade da Justiça foi facilmente derrotada, isso mostrou o amadurecimento da equipe e a capacidade deles de agirem em conjunto.
Certamente a maior surpresa do final da temporada ficou guardado para a cena pós-creditos, pois vimos que o Starman ainda está vivo e procurando pelo seu antigo parceiro e amigo Listrado.
Por fim, devemos voltar ao início de tudo, a personagem em si foi uma criação de Geoff Johns em homenagem à sua falecida irmã, Courtney Elizabeth Jhons e ver sua foto em uma das cenas finais, assim como no episódio piloto e uma dedicatória nos créditos finais, além de dar um significado ainda maior para a criação da personagem e da série, serviu para homenagear o criador da Stargirl.
A série desde seu episódio piloto recebeu diversos elogios tanto pela crítica quanto pelo público, destacando-se por diversos pontos positivos. Mesmo pecando em algumas situações pontuais, deixo aqui meus parabéns para toda a equipe de Stargirl. A primeira temporada provou que heróis podem vir de qualquer lugar, até mesmo da “mesa dos excluídos” e merece 52 Terras.
A WarnerMedia iniciou uma rodada de desligamentos hoje cedo em meio a reestruturação, que supostamente afetaram a DC Entertainment. O site CBR confirmou que as demissões são reais, mas ainda não há detalhes concretos sobre quem foi dispensado e quem está sendo mantido.
“Em meio a demissões em massa na Warner Bros, estou recebendo notícias de um banho de sangue absoluto na DC Comics.”, afirmou o jornalista Asher Elbein. “Bob Harras foi aparentemente desligado, assim como os editores Mark Doyle, Brian Cunningham e Andy Khouri.” . Elbein afirma ainda que Jim Lee, ilustrador consagrado de diversas histórias da DC, perderá seu cargo de Publisher/Editor e será substituído por um gerente “do mundo do e-sports”.
[ATUALIZAÇÃO]
O Bleeding Cool, afirma queJim Leepermanecerá como Chefe Criativo, fazendo uma transição para fora da função de editor.
Eddy Choi,assistente executivo de Jim Lee, Sandy Resnick,International Publishing, Ad Sales & Custom Creative Studio eSara Haskell,diretora de marketing, estão fora.Assim comoMichael Shelling, diretor de publicação da DC.Jonah Weiland,vice-presidente de marketing e serviços criativos eJim Sokolowski,vice-presidente de vendas de quadrinhos e banca de jornal, também foram desligados
O THR, endossa as informações acima afirmando que Jim Lee continua sendo o Chefe-Criativo da DC.
As grandes mudanças na área dos quadrinhos, principalmente cargos relacionados a edições físicas, pode significar um novo posicionamento da DC no mercado, que anteriormente já havia quebrado o seu monopólio de distribuição com a gigante Diamond e deverá investir cada vez mais em histórias no formato digital.
A Variety informou anteriormente que cerca de 800 funcionários da WarnerMedia seriam demitidos, com aproximadamente 650 funcionários da Warner Bros. e 150 a 175 colaboradores da HBO.
Conforme o THR, cerca de um terço das fileiras editoriais da DC estão sendo demitidas. O site afirma também que a maioria da equipe do serviço de streaming ‘DC Universe’ foi desligada, um movimento que era amplamente esperado à medida que a WarnerMedia muda seu foco para o novo serviço de streaming do momento, o HBO Max.
“O DC Universe foi encerrado assim que a fusão da AT&T aconteceu.”, disse uma fonte ao THR.
Também vítima das demissões: o DC Direct, fabricante de mercadorias e colecionáveis da empresa. A divisão foi fechada após 22 anos de atuação. Um movimento previsto quando rumores apontavam que a Warner Bros. Consumer Products começou a assumir um papel mais ativo no merchandising da DC.
Um porta-voz da DC se recusou a comentar sobre as mudanças. No dia 22 de agosto, o DC FanDome deve apresentar novidades significativas sobre os rumos que a DC deverá tomar no futuro. O escritor de ‘DCeased’ e ‘Injustice’, Tom Taylor, comentou sobre os desligamentos;
Should say, for all those taking this the wrong way, this is in response to rumored job losses. DC Comics aren’t going anywhere. We have a LOT planned. Just feeling for any friends affected.
“Mandando lembranças a todos da DC Comics hoje. Muitas pessoas boas estão tendo um dia difícil em um ano de dias difíceis.
Devemos dizer que, para todos aqueles que estão interpretando isso da maneira errada, isso é uma resposta a rumores sobre perda de empregos. A DC Comics não vai a lugar nenhum. Temos MUITO planejamento. Apenas sentindo por algum amigo afetado.” disse Taylor.
O produtor das séries do Arrowverso, Marc Guggenheim, também comentou sobre os desligamentos;
A dark day for @DCComics and for the industry as a whole. I’m heartbroken for many friends and colleagues.
Na tarde de hoje, alguns atores e atrizes do universo DC compartilharam alguns cosplayers de seus respectivos personagens em preparação para o evento DC FanDome. Confira:
Se você não entendeu o título, então eu traduzo aqui para você: #EspecialLigaSombria | A poderosa Zatanna. E se você conhece um pouco da heroína, sabe que ela fala as palavras ao contrário para lançar seus feitiços.
Zatanna Zatara é uma poderosa feiticeira da raça Homo magi, que é uma subespécie dos humanos que consegue controlar magia. Filha do famoso mágico Giovanni Zatara e Sindella, antes de conhecer seus poderes verdadeiros, ela trabalhava como uma simples ilusionista, até que descobriu seus talentos para a mágica e então entrou no mundo dos super-heróis.
Seu pai não era o único familiar famoso da personagem. Leonardo da Vinci, Nostradamus, Alessandro Cagliostro, os alquimistas Nicholas Flamel e Evan Fulcanelli, e Lorde Arion de Atlantis são alguns dos ancestrais da Zatanna. Ou seja, o poder e conhecimento corre na família há muito tempo.
Não se sabe exatamente qual é a extensão dos seus poderes, mas sabemos que ela pode, além de fazer magia, manipular mentes através da telepatia, mover e controlar objetos com a telecinese, controlar o clima, o tempo e os elementos, distorcer a realidade, fazer projeção astral, teletransporte, auto-cura e curar os outros, voar, e criar campos de força. Além de também saber jogar tarot, ver o futuro na bola de cristal, é versátil em luta, e até faz algumas profecias. Ou seja, ela tem muitos talentos e ainda podemos ver muitos feitos grandes e inéditos vindos da Zatanna.
Uma curiosidade, como já dito antes, é que a heroína lança seus feitiços falando as palavras ao contrário, assim ela consegue controlar melhor seus poderes, além de ser uma homenagem ao seu pai, que também falava assim. E isso leva ao super autocontrole que Zatanna sempre demonstra, já que ela não pode deixar emoções muito fortes tomarem conta de seus pensamentos.
A primeira vez que a personagem apareceu nas HQs foi em novembro de 1964 em Hawkman #4, de Gardner Fox e Murphy Anderson. Ao longo dos anos ela foi ganhando mais e mais destaque no universo DC, até se tornar uma das principais usuárias de magia.
A primeira ‘aventura’ de Zatanna foi a busca por seu pai, que estava desaparecido. Assim que descobre seus poderes, ela começa a investigar o que aconteceu e onde Zatara estaria. Com a ajuda do Gavião Negro e Mulher-Gavião, ela partiu nessa missão, encontrando no meio do caminho Batman e Robin, Eléktron, Lanterna Verde e Homem-Borracha. Depois de resgatá-lo do mundo Kharma, a personagem não se junta oficialmente aos heróis, seguindo sua carreira de ilusionista.
Depois de um tempo, Zatanna finalmente vira membro oficial da Liga, mas a heroína também fez parte de outros grupos como a Liga da Justiça Sombria e Sentinelas da Magia. A personagem também teve envolvimento romântico com John Constantine, e com Dick Grayson.
Além das várias aparições nas HQs, Zatanna também está presente em Liga da Justiça Sem Limites, Batman, os Bravos e Destemidos, Justiça Jovem e nos mais recentes filmes animados Liga da Justiça Sombria e Liga da Justiça Sombria: Guerra de Apokolips. Mas a heroína também já apareceu em live-action, em Smallville, interpretada pela atriz Serinda Swan.
Uma última curiosidade de Zatanna é que ela tem uma mansão chamada Shadowcrest onde armazena muitos livros e relíquias de magia. Lá dá para praticar magia e estudar sobre o assunto, e ela é protegida para que pessoas comuns não vejam a mansão, além de ter outros sistemas de proteção.
— ATENÇÃO: O texto abaixo contém spoilers da segunda temporada da série Patrulha do Destino —
O segundo ano da série original HBO Max mantém o ritmo desacelerado com o mesmo charme e choque do ano anterior, focando em personagens chave, sem esquecer daqueles que tornaram a produção uma favorita entre os fãs do gênero.
Facilmente com uma das melhores temporadas de 2019, Patrulha do Destino chega forte, com uma identidade marcante e personagens extremamente complexos, principalmente pra época que o gênero vive, uma heroína que vira uma bolha gigante e quase engole uma cidade inteira não condiz exatamente com o que o público classificaria como heroísmo, exatamente no ano que um time de heróis domina o topo do box office. Sua primeira temporada estreia sem expectativas, mas surpreende até os mais duvidosos e incrédulos com seu charme encantador.
”Atuações impecáveis, personagens e enredo bem desenvolvidos, fotografia e trilha sonora admiráveis e muito (mas MUITOOO) nonsense nas telas, Patrulha do Destino é a série do momento! ” – Crítica Terraverso sobre a primeira temporada em 2019.
Com isso, sua temporada seguinte teria algo para provar: não decepcionar seus fãs conquistados no primeiro ano e manter satisfeito os que vieram diretamente dos quadrinhos em busca de representatividade em tela daquilo que acompanham por anos. A segunda temporada de Patrulha do Destino chega em meio a pandemia do Covid-19, em junho de 2020, dessa vez pelo streaming novato, HBO Max.
E porque é importante mencionar a pandemia em uma crítica de um seriado que não lida com esse evento infeliz em sua trama? Bom, Patrulha do Destino foi uma das vítimas entre inúmeras produções que precisaram encerrar ou suspender suas atividades antes do previsto, devido as medidas de segurança para evitar a proliferação do vírus, a Patrulha ficou sem seu último episódio, terminando sua temporada em um cliffhanger maldoso, que pode demorar um bom tempo para ser resolvido.
Mas não deixe essa ponta solta te impedir de acompanhar o que se tornou mais um ano brilhante para a produção, que teve sucesso novamente quando dedica seus 9 episódios na construção pessoal de cada personagem em tela, seja para um caminho negativo com alguns, ou positivo para outros.
April Bowlby (Rita Farr)
Matthew Bomer(voz) / Matthew Zuk (Dublê) (Larry Trainor)
Ainda em busca do controle sobre suas habilidades, Rita Farr e Larry Trainor precisam enfrentar fantasmas do passado para conseguir seguir em frente. No contexto de Rita, seus fantasmas se manifestam na figura de sua problemática mãe, que não media esforços para tornar Rita uma estrela, assim, marcando a Mulher-Elástica pelo resto de sua vida. April Bowlby, que interpreta Rita, perde um pouco de sua figura rígida presente no ano anterior, podendo brincar mais vezes, não só com os poderes elásticos, mas com seu lado cômico. Ela sempre se sentiu a vontade no papel da personagem quebrada, mas é muito satisfatório assistir a atriz tendo mais espaço para explorar maiores nuances de Rita na busca para se tornar uma heroína, no momento se chamando de ”beekeeper”, mas quem sabe futuramente tomando seu verdadeiro nome: Mulher-Elástica.
Já Larry, o Homem-Negativo, ainda precisa enfrentar fantasmas bem reais ao descobrir que seu filho mais velho ainda acredita que seu pai está vivo. Assim como na temporada anterior, Larry precisa acertar contas com a família que deixou para trás após seu acidente e sequestro pelo Bureau of Normalcy. Aqui o caminho não é nada satisfatório de acompanhar.
Com Cliff, o nosso Homem-Robô, as coisas parecem estar mais estagnadas. Seu corpo de ferro começa defeituoso, e sua atitude referente a mais nova moradora da Doom Manor, Dorothy Spinner. Seu relacionamento com o Chefe vai de mau a pior após as revelações da temporada anterior. Cliff é o personagem mais vocal sobre sua infelicidade, e após 3 episódios mantendo a mesma postura destrutiva, seus momentos de fúria passam de humor e se tornam um tanto quanto irritantes. Mas ao final da temporada, Cliff se torna praticamente o único personagem que conquista uma realização pessoal, o que deixa aqueles que torciam pelo personagem desde a temporada anterior com o coração quente, isso antes dos eventos finais do último episódio, claro.
Joivan Wade continua como o Cyborg sem rumo, mas que encontra conforto em Roni Evers (Karen Obilom), uma nova adição misteriosa para o segundo ano da série. Enfrentando seus traumas do passado, Victor e Roni se conectam de modo pessoal graças as similaridades de seu passado. Mas enquanto Victor está pronto para abrir seu coração, Roni se mantém relutante. Karen, a atriz que dá vida a personagem que já é bem conhecida pelos fãs do Cyborg nos quadrinhos (aqui como mulher), entrega uma ótima performance que mistura confiança e mistério, puxando o Cyborg de Joivan cada vez mais distante da Patrulha, sem mencionar a química em tela que o casal transborda durante a maioria das cenas que compartilham.
Diane Guerrero (Jane)
Abigail Shapiro (Dorothy Spinner)
Mas o protagonismo da série fica bem claro quando temos Diane Guerrero em cena. Sendo a cabeça que comanda e caminha o enredo do seriado para frente, Jane mantém seu posto de personagem mais complexa e profunda da produção. Dessa vez, Jane precisa provar para as outras personalidades de Kay, que ela precisa ser mantida como a personalidade primária, e ”dirigir” o corpo que carrega todas as outras personalidades da criança no mundo de fora. Não é novidade nenhuma que Diane possui a maior carga emocional do seriado, sendo presenteada com INÚMERAS cenas dramáticas que sempre exigem o máximo da atriz, que por sua vez, continua entregando performances dignas dos maiores prêmios da TV americana. Diane consegue emular, em poucos segundos, qualquer personalidade de Jane com êxito, e em destaque para o último episódio dessa temporada, em que presenciamos mais uma cena pesada onde não só a atuação da atriz, como o roteiro brilhante chamam atenção e deixam claro que Patrulha do Destino não é uma produção qualquer com episódios fillers de ‘vilão da semana’.
Uma nova e bem vinda adição ao grupo foi a da jovem Abigail Shapiro, que dá vida a misteriosa Dorothy Spinner, a filha do Chefe. Personagem central na trama da segunda temporada, Dorothy precisa ser protegida de tudo e todos, mas justamente por ser a fonte do perigo. Seus poderes são um mistério, e a constante vigilância de seu pai atrapalha no desenvolvimento social com sua nova família. Dorothy é apenas uma criança, que viveu a vida toda em cativeiro com seus amigos imaginários, mas agora é obrigada a encarar o mundo real e a possibilidade de perda. A maquiagem protética no rosto de Abigail não esconde as melhores cenas da atriz durante a trama, e sua atuação nos leva em uma montanha russa de emoções. Em um minuto você não consegue deixar de sentir pena e compaixão por Dorothy, em outro, raiva e desespero por todos afetados por ela.
Candlemaker
Mariana Klaveno (Negative Woman)
Os efeitos visuais também merecem ser destacados. Seja de cenas modestas como a breve participação da Mulher-Negativa, o constante vilão Candlemaker, o time de VFX não se limitou e veio com as melhores adaptações possíveis de personagens só vistos nas páginas dos quadrinhos até o momento. Com cenas de tirar o fôlego como asas explodindo nas costas dos nossos heróis, ou cada detalhe no corpo de cera do vilão, fica claro que a maior liberdade oferecida para o novo ano trouxe apenas melhorias para o que já era espetacular no primeiro ano.
Infelizmente a conclusão mais esperada vai ter que aguardar até a possível terceira temporada, mas se o que te prendia no primeiro ano do show era descobrir quais caminhos seus favoritos heróis desajustados seguiriam, a segunda temporada de Patrulha do Destino é definitivamente uma experiência indispensável para qualquer fã do gênero.
A DC liberou um teaser para o DC Kids FanDome. Confira abaixo:
https://www.youtube.com/watch?v=LxRpLdO98Xk
“Explore a Torre dos Jovens Titãs, visite o Sweet Justice Café das DC Super Hero Girls, vá até a Batcaverna e veja todos os seus heróis animados favoritos neste mundo feito para crianças de todas as idades celebrarem, brincarem e criarem. O DC KidsVerse é seguro e adequado para todas as crianças, e toda a diversão pode ser encontrada aqui” diz a descrição.
O DC FanDome ocorre no dia 22 de agosto. Acompanhe a cobertura completa aqui no Terraverso. Mais detalhes -neste link-.
Em entrevista ao Collider, Grant Morrison revelou detalhes sobre o roteiro que ele e o ator Ezra Miller haviam escrito juntos para o filme solo do Flash.
O desenvolvimento do filme teve origem em outubro de 2015, e desde então passou por quatro diretores diferentes, incluindo Seth Grahame-Smith e Rick Famuyiwa. A Warner Bros. havia escolhido também John FrancisDaley e Jonathan Goldstein para dirigir, mas os cineastas estavam supostamente com diferenças de opinião sobre a direção da história com a estrela Ezra Miller. Então, no ano passado, Miller se juntou ao escritor de quadrinhos Grant Morrison para escrever seu próprio rascunho do roteiro.
Enquanto Daley e Goldstein acabaram deixando o filme por diferenças criativas, a Warner Bros. também optou por não usar o roteiro de Miller e Morrison sobre a história. Christina Hodson (Aves de Rapina) foi contratada para desenvolver o roteiro, enquanto Andy Muschietti (It) é o responsável pelo direção, com data de lançamento nos cinemas previsto para junho de 2022.
Morrison disse que ele e Miller se divertiram trabalhando na história, mas que não passaram de muitos rascunhos:
“Sim, quero dizer, Ezra Miller e eu escrevemos isso no ano passado, mas meio que, você sabe como é? Foi só uma daquelas coisas que todos nós… Bem, eu pensei que tínhamos uma versão muito boa para The Flash e nós escrevemos tão rápido quanto o Flash, porque era necessário, e foi muito bom. E eu acho que depois de alguns rascunhos, teria sido ótimo. Mas do jeito que alguns estúdios funcionam, essas coisas vêm e vão. Acho que cerca de 15 pessoas já escreveram versões para The Flash. Mas parece que está indo em frente agora, mas não com a versão que fizemos. Eu me diverti. Ezra veio até a minha casa e nós tivemos uma explosão real e criamos a história. E talvez um dia o roteiro vaze para o mundo.”
Morrison chegou ao ponto de dizer que sua proposta estava mais próxima de uma história de ficção científica como De Volta para o Futurodo que um filme de super-herói tradicional:
“Sim, foi muito bom. Não sei o que estão fazendo com ele. Mas foi muito bom. E era um tipo muito diferente de super-herói. Era mais como De Volta para o Futuro, eu diria, do que um filme de super-herói.”
Embora tenha sido originalmente relatado que Miller queria uma versão “mais sombria” da história, Morrison disse que não era realmente o caso:
“Não, não era [mais sombrio] realmente. Quero dizer, elementos da escuridão estavam lá e o material que eles queriam que usássemos era o material de Flashpoint. Então, Ezra e eu estávamos realmente tentando fazer algo que era um pouco mais – como eu digo, como uma grande história de ficção científica. E se você não conhece [os quadrinhos], faria sentido. Mas eu tenho que dizer, eu não quero falar sobre isso, porque alguém fez seu próprio trabalho sobre isso e eu tenho certeza que vai ser ótimo. E talvez, como eu digo isso vai vazar um dia e então as pessoas podem julgar.”
Novidades sobre o filme solo do Flash teremos na convenção DC FanDome, no dia 22 de agosto.
O ator Val Kilmer é presença confirmada no DC FanDome. Kilmer, que interpretou o Homem-Morcego no filme ‘Batman Eternamente’ de 1995, usou as redes sociais para comentar sua participação no evento. Confira:
Bem, a notícia foi divulgada.
Os amigos da Warner Bros. perguntaram se eu gostaria de fazer parte do DC FanDome e eu perguntei se isso significava vestir o velho traje de morcego. Eles disseram que é opcional. Hmmm.
Em 22 de agosto, junte-se a mim e a centenas de pessoas incrivelmente talentosas que moldam o Multiverso DC. Estamos aqui para celebrar tudo da DC e o mais importante, todos vocês. Que maneira divertida de ajudar a nos unir a todos. Esperamos vê-lo.
O DC FanDome ocorre no dia 22 de agosto. Acompanhe a cobertura completa aqui no Terraverso. Mais detalhes -neste link-.
A Toonami revelou em uma nova propaganda que exibirá nos EUA quatro filmes animados do Batman como aquecimento a convenção virtual DC FanDome, que ocorre no dia 22 de agosto.
Conforme o vídeo promocional, a programação começa no sábado à noite, 15 de agosto a meia-noite (então, tecnicamente domingo de manhã). Confira abaixo: