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Liga da Justiça | Zack Snyder critica cena do Superman regravada

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Ao longo dos últimos 3 anos, o diretor Zack Snyder deixou bem claro aos fãs que a versão que chegou aos cinemas de “Liga da Justiça”, tem pouco de sua ideia e corte. O que deixou o público em dúvida do que foi filmado por ele e o que foi criado pelo diretor substituto, Joss Whedon.

Com a reação de Snyder, referente a uma pergunta de um fã, podemos ter certeza que uma cena, em questão, não estará no novo corte do filme. Na rede social Vero, o diretor foi questionado se a cena em que Superman segura Batman pelo rosto, foi uma referência à “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça”, já que Kal-El profere a famigerada pergunta “Você sangra?”, para o Morcegão. Zack Snyder além de negar que a cena estava no roteiro original, também diz que aquilo não faz sentido.

Uh não, isso literalmente não faz sentido.

E cada dia ficamos mais ansiosos para conhecer de fato como será o Snyder Cut de Liga da Justiça. O filme será lançado em 2021, no streaming HBO Max. E provavelmente teremos um novo trailer da produção durante o DC FanDome, que ocorre dia 22 de agosto.

The Flash | Diretor Andy Muschietti confirma a presença do Batman de Ben Affleck e Michael Keaton no filme

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O Homem-Morcego de Ben Affleck está de volta! Affleck concordou em retornar como Bruce Wayne no filme The Flash, conforme apura a Vanity Fair.

O filme do Flash está previsto para ser lançado em 2022 e contará com o herói Barry Allen, interpretado por Ezra Miller, quebrando os laços da física para colidir em várias dimensões paralelas, onde ele encontrará versões diferentes dos heróis clássicos da DC. O filme será dirigido por Andy Muschietti, o cineasta por trás das recentes adaptações de It e It Chapter Two de Stephen King.

“Seu Batman (Ben) tem uma dicotomia que é muito forte, que é sua masculinidade — por causa da aparência dele, e da figura imponente que ele tem, e sua mandíbula — mas ele também é muito vulnerável.”, disse Muschietti em uma entrevista. “Ele sabe como entregar de dentro para fora, essa vulnerabilidade. Ele só precisa de uma história que lhe permita trazer esse contraste, esse equilíbrio.”

“Ele é uma parte muito substancial do impacto emocional do filme. A interação e a relação entre Barry e Wayne de Affleck trarão um nível emocional que nunca vimos antes.”, acrescentou o diretor. “É o filme de Barry, é a história de Barry, mas seus personagens são mais relacionados do que pensamos. Ambos perderam a mãe em um assassinato, e esse é um dos pontos emocionais do filme. É aí que o Affleck Batman entra em ação.”

“Estou feliz por estar colaborando com alguém que esteve em ambos os lados da câmera também.”, disse Muschietti. “Ele entende.”

Affleck não será o único Batman a fazer um retorno; mais alguns dos heróis do Multiverso que aparecem no filme do Flash serão figuras que já vimos antes. O Batman de Michael Keaton, do filme de Tim Burton de 1989 também aparecerá no que Muschietti diz ser uma parte “substancial”.

Há outra razão pela qual o Flash precisava do personagem, carinhosamente conhecido pelos fãs como Batfleck. No universo cinematográfico da DC, Bruce Wayne, de Affleck, é o único que o Flash de Ezra consideraria “o Batman original”, aquele que ele já lutou ao lado nos filmes anteriores de Zack Snyder.

Muschietti disse que não funcionaria tão bem para ele se aventurar na companhia de outros Batmen sem ter Affleck como ponto de partida. “Ele é a linha de base. Ele faz parte desse estado antes de entrarmos na aventura de Barry.”, disse o diretor. “Há uma familiaridade lá.”

A DC ainda tem outras motivações para explorar essa história. Batman é um personagem muito valioso para deixar na geladeira por muito tempo, e novos atores estarão sempre entrando no papel. Ao apresentar o conceito de Multiverso em seu enredo, a Warner Bros. está tentando criar uma maneira de todas as áreas concorrentes de seu fandom coexistirem juntas.

Até agora, a abordagem do Multiverso ajudou a DC a se diferenciar e revisitar os mesmos personagens sem ser acusada de reiniciar ou apagar os que apareceram recentemente. Programas da DC TV como Arrow, Batwoman, Raio Negro Supergirl fizeram eventos de crossover, e alguns meses atrás o enredo Crise nas Infinitas Terras lançou as bases para o conceito de Multiverso, com Ezra ficando cara a cara com o Flash de TV, interpretado por Grant Gustin.

“Este filme é um pouco de uma dobradiça no sentido de que apresenta uma história que implica um universo unificado onde todas as iterações cinematográficas que vimos antes são válidas.”, disse Muschietti. “É inclusivo no sentido de que está dizendo que tudo o que você viu existe, e tudo o que você verá existe, no mesmo Multiverso unificado.”

Barbara Muschietti, a produtora de The Flash (e irmã e colaboradora de longa data do diretor), disse à Vanity Fair que estava preocupada que a escolha de Affleck o prejudicasse. “Houve alguns tipos de histórias e coisas que ele mesmo disse sobre ter dificuldade em interpretar Batman, e tinha sido difícil para ele”, disse ela. “Eu acho que foi mais sobre um momento difícil em sua vida. Quando nos aproximamos dele, ele agora está em um momento muito diferente. Ele estava muito aberto a isso, o que foi uma surpresa para nós. Foi um ponto de interrogação.”

“Somos todos humanos e passamos por grandes momentos em nossas vidas e tempos terríveis em nossas vidas”, acrescentou. “Agora ele está em um lugar onde ele pode realmente desfrutar de ser Batman.” Além disso, ele não tem que carregar o filme inteiro. “É um papel crucial, mas ao mesmo tempo é uma parte divertida”, disse ela.

Affleck já havia assinado anteriormente com a Warner para dirigir e estrelar um filme independente chamado ‘The Batman’, mas deixou o projeto depois de dizer que suas exigências estavam tomando muito dinheiro. Na época em que ele saiu do filme, ele também estava lidando com o fim de seu casamento com Jennifer Garner e lutando contra o alcoolismo. “Mostrei a alguém o roteiro do Batman”, disse Affleck ao New York Times. “Eles disseram: ‘Eu acho que o roteiro é bom. Eu também acho que você vai beber até a morte se você passar pelo que você acabou de passar novamente.”

O nosso querido Bat-Affleck, retornará também em ‘Liga da Justiça Snyder Cut’, que será lançado em 2021 no streaming HBO Max.

[ATUALIZAÇÃO]

Segundo o TheWrap, o filme “The Batman” de Matt Reeves não será afetado e o Bruce Wayne de Robert Pattinson ainda é visto como o futuro da franquia para Warner.

Liga da Justiça | Warner investigará os comportamentos abusivos de Whedon e Johns no set de filmagens

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O ator Ray Fisher, o Cyborg de ‘Liga da Justiça’, foi até as redes sociais para comentar que a Warner Media e AT&T abrirá investigações sobre o comportamento abusivo do diretor Joss Whedon e do produtor Geoff Johns durante as regravações de ‘Liga da Justiça’. Confira o que disse o ator:

“Após 5 semanas de entrevistas com vários elenco/equipe, a @WarnerMedia abriu oficialmente uma investigação independente de terceiros para chegar ao centro do ambiente de trabalho tóxico e abusivo criado durante as refilmagens da Liga da Justiça.”

“Acredito que esta investigação mostrará que Geoff Johns, Joss Whedon, Jon Berg (e outros) abusaram grosseiramente de seu poder durante a incerteza da fusão da AT&T com a Time Warner. Obrigado @WarnerMedia e @ATT por fazer progressos para garantir um local de trabalho mais seguro para todos!”

O ator havia comentado anteriormente sobre o comportamento abusivo de Joss Whedon, em que Johns foi conivente com as atitudes do diretor. -Leia mais aqui-

Após anos de protestos nas mídias sociais, a Warner Bros anunciou oficialmente que o corte da “Liga da Justiça” do diretor Zack Snyder, será lançado pela HBO Max. Fisher teve diversas cenas como Cyborg/Victor Stone cortadas da versão que chegou aos cinemas, e isso se confirmou com os diversos compartilhamentos de Snyder, em suas redes sociais, que mostraram muito dessas cenas deletadas.

Novidades sobre o filme devem ser reveladas durante o DC FanDome, neste sábado, 22 de agosto.

[Artigo] Aves de Rapina | Muito além de uma “decepção”

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No Oscar 2020, a atriz Natalie Portman trajava um vestido com nomes de diretoras esnobadas pela Academia naquela premiação. Dos dez diretores indicados, nenhuma era mulher, e aliás, em 90 anos de premiação, apenas duas mulheres foram indicadas ao prêmio de Melhor Diretor, dentre elas, uma vencedora. Noventa anos e DUAS mulheres indicadas ao prêmio de Melhor Diretor. Esses dados não são aleatórios, eles explicam claramente como a indústria de Hollywood é dominada por homens e está totalmente dedicada a agradá-los, em primeiro lugar.

Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa, o último filme da DC, carrega com ele algo que podemos nos orgulhar nessa nova leva de produções: é totalmente original, TOTALMENTE. É o primeiro filme de heróis protagonizado e dirigido por mulheres. É uma visão feminina sobre esse mundo onde garotinhos são ensinados desde cedo que quadrinhos é coisa de menino e garotas, bem, vocês devem ficar de escanteio. É essa lógica esdrúxula que Aves de Rapina decide enfrentar, e no final, o maior vilão do filme não está na tela, mas sim do outro lado dela.

Como era de se esperar, muitos garotinhos não gostaram da ideia de um filme protagonizado por mulheres e dirigido por uma. Logo quando foi anunciado, os comentários se espalharam na internet. Algo muito comum era dizer que o filme era descartável, que outros filmes poderiam ser feitos no lugar. Vamos separar o trigo do joio. Alguns que consideraram o filme uma perda de tempo, estavam traumatizados com o Esquadrão Suicida e não dá para negar que é um bom motivo, mas, outros na verdade, estavam sentindo que seus brinquedinhos estavam sendo tirados das suas mãos.

Quadrinhos, assim como boa parte da cultura pop é dirigido por homens. A visão masculina sempre foi impressa na maioria das histórias que lemos e assistimos desde sempre. Uma prova disso é como diversas personagens de quadrinhos vestem roupas super apertadas e decotadas, mesmo que não faça qualquer sentido. Ninguém nunca desenhou o Batman de cuequinha e com os mamilos ressaindo né? Uma pena. Quando mulheres começaram a escrever, desenhar e dirigir personagens femininos, a ótica mudou. Não só o figurino foi modificado como também a forma como elas eram retratadas. Começamos a deixar de lado a donzela em perigo ou a “gostosona” que visa animar os garotinhos, para abrir espaço para mulheres… reais e… diferentes.

Mulheres reais, sabe. Pessoas de verdade que vão além de estereótipos ultrapassados e repetidos. Assim, heroínas ganharam histórias novas e uma independência ou mesmo nenhuma necessidade de homens. Agora, a Mulher Gato não seria O PAR ROMÂNTICO do Batman, mas, a… am… Mulher Gato. E quem é a Mulher Gato? Com certeza, assim como uma pessoa normal (com o perdão da palavra), alguém que não vive para agradar, ”amar”, servir alguém. Sabe quem especificamente precisava de uma nova história? A Arlequina.

Algo que todos concordam é que em Esquadrão Suicida, a Arlequina não pode ser considerada uma decepção como o próprio filme. Margot Robbie domina todas as cenas encarnando a personagem na sua melhor forma. Embora todos tenham amado ela, esse amor é complicado. O cosplay de Arlequina virou o preferido de diversas garotas, enquanto isso, muitos homens ainda a enxergavam como um símbolo sexual e um outro grupo, apenas como a “namorada” do Coringa.

Quando falamos de cinema, nunca podemos nos esquecer que um blockbuster visa agradar ao máximo de pessoas possíveis, e não somente aqueles que leem quadrinhos. Dito isso, muitos tiveram a primeira relação com a Arlequina em Esquadrão Suicida. Prova disso, é como vários casais se fantasiaram de Coringa e Arlequina, talvez acreditando que essa relação seja algo, digamos, “fofo”. É justamente por essa interpretação errada de quem é a Arlequina ou de quem ela deveria ser, que Aves de Rapina se transforma num filme necessário.

Um filme necessário foi como eu descrevi Coringa. Na época, fiz diversos textos sobre o filme e como ele dialogava com nossa realidade e diversos problemas atuais. Mas o mesmo não aconteceu com Aves de Rapina. Esse é o meu primeiro texto sobre o filme, e que por sinal, demorou muito para se ganhar a luz do dia. Infelizmente, eu fui um dos que acreditava que o filme não era necessário. Minha visão, felizmente, mudou rápido.

Ao entrar na sala de cinema, eu não estava acompanhado como de frequência. Esse foi o primeiro filme que eu vi sozinho nos cinemas. Convidei alguns amigos e muitos diziam não ter interesse no filme. Talvez eu precise de amigos melhores e principalmente, de amigas mulheres? Com certeza. A sala estava praticamente vazia. Sentei no fundo e logo avistei umas garotas em algumas fileiras a frente. Em quase todas as cenas, observei as expressões delas. Era uma misto de emoções. Vibravam e se emocionavam, enquanto alguns caras reclamavam entre si balançando a cabeça em negação.

Após o filme terminar, ouvi os comentários dos rapazes. Em geral era algo tipo, o filme é bagunçado demais ou repleto de “muita militância”. Criticaram também as cenas de luta e as cores do filme. Esses comentários, como sabemos, não foi algo isolado e rapidamente tomou conta da internet, em geral, sempre vindo de homens.

Ali naquela sala de cinema, eu percebi como a lógica da cultura pop é exatamente como pude descrever anteriormente – feita por homens e primariamente, para agradar homens. Não só quem está por trás dos filmes em sua maioria, são homens, como quem cuida do marketing, quem aprova ou desaprova os projetos, quem libera o dinheiro para produzir, quem dá o sinal verde e quem também critica os filmes. Não é preciso pesquisar muito para percebermos isso. A indústria é dominada por homens, e esses, acreditam que sua opinião e visão são sempre corretas e melhores.

Aves de Rapina é contra tudo isso. É contra ao que está estabelecido, na indústria e na sociedade. Os comentários negativos ao filme, são na verdade, a prova de que todas essas opiniões são um sentimento de “tomaram o que é meu”. Sabe aquele garotinho que alguém pega o seu brinquedo e não para de chorar até ter de volta? Assim são aqueles que criticaram o filme, com uma grande diferença: são garotos apenas na idade mental.

Aves de Rapina não é perfeito, como a maioria de todos os filmes de quadrinhos não são, mas como é atuado (nas telas e por trás delas) por mulheres, ele precisa ser. Quando algo é feito por mulheres, ele precisa ter um requisito básico: não ter qualquer defeito. Essa métrica não é usada quando se trata de homens. Ninguém questiona se os filmes são necessários quando os protagonistas são homens. Quantos filmes de quadrinhos nós vimos com a mesma fórmula, do mesmo jeito, com atores diferentes? Quantas vezes críticas foram feitas sobre esses aspectos?

Agora, um filme de quadrinhos que foi produzido e estrelado por mulheres. UM filme. São 90 anos de Oscar e apenas duas mulheres indicadas como Melhor Diretor, lembra? Aves de Rapina não é somente “uma produção com mulheres fortes”. Isso virou até mesmo uma marca, algo que tem sido muito produzido nos últimos anos. São várias produções com mulheres REAIS, mas, em sua maioria, quem está por trás das telas, são homens. Alguns podem argumentar que falta diretoras mulheres, mas é um argumento que cai por terra. Falta oportunidades, assim como para negros ou LGBTQ+, por exemplo. Somente quando houver oportunidades para as mulheres dirigirem suas próprias histórias, teremos visões mais amplas.

Não basta ter roteiristas mulheres nas produções para tentar “retratar” o lado feminino. É necessário que elas mesmo, liderem suas histórias e mais do que isso, que possam contar histórias sobre o que quiser. Afinal, mulheres podem e já fazem histórias diversas que vão muito além do que é julgado como senso comum do que é a “ótica feminina”. A mesma diretora que dirigiu Mulher-Maravilha, um filme de uma heroína leve com uma mensagem positiva, também dirigiu um sobre uma prostituta que assassinou sete homens (Monster – Desejo Assassino). Isso mesmo, a mesma diretora. Pode parecer surpreendente para alguns, mas o gênero não define a capacidade de alguém contar uma história.

Quando se dá oportunidades para que pessoas possam contar suas histórias, independente do gênero, conseguimos ter uma diversidade maior e necessária. Cinema é isso: diversidade e o que mais importa no que diz respeito a um filme, é a sua história, não quem o está produzindo. Não amamos o Tarantino por ele ser homem, amamos o Tarantino pela sua visão artística e isso nada está ligado ao fato dele fazer xixi em pé.

Parece brincadeira, que em 2020, tantos garotos fiquem revoltados com um filme produzido por mulheres, mas não é de se surpreender. Lembre-se, são garotinhos que tiveram o brinquedo arrancado das suas mãos. Vão chorar e berrar muito, mas felizmente, não vão ter o brinquedo de volta, pelo menos, não se depender da Arlequina.

Mulher-Maravilha 1984 | Produtores, diretora e elenco dão detalhes sobre o filme

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Falta pouco para, finalmente, o lançamento do filme Mulher-Maravilha 1984. Por isso alguns sites estão divulgando informações obtidas durante os bastidores das filmagens, entrevistas e analises de imagens e trailers. Então, aqui está um compilado com essas informações para você ficar por dentro do filme. Mas cuidado, pois algumas informações podem revelar bastante sobre a trama.

Em primeiro lugar, por que o ano de 1984, especificamente? Pode ter algo a ver com a distopia futurística do autor George Orwell? “Devemos ter essa conversa depois de ver o filme”, disse o produtor Charles Roven. Em qualquer caso, 1984 “estava no auge do poder [da América] e de seu orgulho”, menciona a produtora associada Anna Obropta. “Era tudo comercialismo, paixão, riqueza, até a violência estava em excesso. Foi uma década de ganância e desejo.” Em termos mais simples, “foi a humanidade no seu melhor e no seu pior”, diz ela. A produtora também disse que a intenção com o cenário dos anos 80 não é ser clichê ou zombeteiro, mas sim “celebrar a década” como um momento de grande sucesso e mudança na América. Ela também disse que a diretora Patty Jenkins se inspirou nas obras de Steven Spielberg, o “mestre dos anos 80”.

Onde encontramos Diana Prince (Gal Gadot) no ano de 1984? Ela está em Washington, D.C., trabalhando no departamento de antropologia e arqueologia do Museu Smithsonian de História Natural. “Ela está um pouco desligada do mundo e um pouco solitária enquanto o mundo gira em torno dela”, Obropta diz que Diana “realmente não quer fazer conexões próximas com ninguém. Ela sabe que ou vai machucá-los porque terá que desaparecer um dia ou vai perdê-los porque vão envelhecer. Depois da perda de Steve e de toda a equipe mais tarde, acho que Diana está em um lugar onde ela é feliz onde está. Ela é bastante solitária, mas tomou a decisão de fazer isso.”

Quem é o vilão deste próximo capítulo? Bem, existem vários antagonistas, mas o verdadeiro inimigo, pode-se argumentar, é o capitalismo. Gadot observa que os adversários de Diana não são “vilões óbvios”, que ela começou a torcer por eles tanto quanto torcia por Diana e Steve ao ler o roteiro. O veterano de Game of Thrones, Pedro Pascal, interpreta o vilão dos quadrinhos Maxwell Lord, mas no contexto do filme ele é o presidente da Black Gold International. Ele é o rei dos falsos comerciais. Se as pessoas estão perseguindo sonhos de riqueza, poder e fama, Max está vendendo esses sonhos. Ele é esse “empresário desesperado, obcecado por si mesmo e fraudulento que dirige um negócio que vende o sonho americano”, Obropta. Barbara Minerva, outra antagonista interpretada pela aluna do Saturday Night Live, Kristen Wiig, é seduzida por essa ilusão e eventualmente corrompida por ela. A personagem começará sua transformação em Cheetah, um dos adversários mais famosos de Diana do cânone dos quadrinhos, ao ser vítima do esquema de Max. “À primeira vista, é um sonho que se tornou realidade”, continua Obropta. A antes tímida e estudiosa amiga de Diana no museu agora se sente “fisicamente mais forte. Ela se sente mais vista e respeitada no mundo, mas seu poder dá uma guinada muito rápida e sombria conforme ela se transforma nesta criatura cruel e selvagem, como nada que jamais poderíamos ter imaginado.” Diana, por sua vez, vê toda a ganância e todas as “coisas ruins que estão sendo feitas para chegar ao topo”, diz Gadot. “Acho que ela não gosta muito disso: o preço que as pessoas estão dispostas a pagar para conseguir o que desejam. Mas fora isso, acho que [Diana] ama os anos 80. Belo cabelo, ela está arrasando com os penteados e estilos, é ótimo.”

Espere paralelos entre Max e Trump. Fotos do empresário durante os anos 80, estão no espaço de trabalho da figurinista Lindy Hemming. “Donald Trump, é claro”, diz ela, enquanto discute esboços para o traje de negócios de Max. “Bem, isso é útil de se olhar para Donald Trump, não é? Há algo sobre o período de Donald Trump e ser um empresário, de ser um pouco desleixado, um pouco pateta e falar muito. Então é por isso que ele está lá. Há mais, mas eu deveria apenas…” ela para, e um “não fale mais nada” vem à mente. “O presidente da Black Gold [Maxwell Lord] é um homem que tem bastante… bem, parece ter um pouco de dinheiro, mas não tanto gosto”, explicou Hemming. “Então ele tem uma alfaiataria realmente linda feita por alfaiates adoráveis e tecidos lindos, muito elegantes e caros, mas algo que não está certo. Como? Eles não cabem direito e não estão bem. E eu estou certa de que as pessoas vão pensar que eu não sei nada sobre alfaiataria quando virem, mas a verdade é que é assim que queríamos que fossem. [Pascal] é um ótimo ator, então eu acho que é muito bom. E então, eu não posso te dizer muito sobre ele, a não ser que ele é um personagem principal e tem muitos figurinos e há algumas referências.”

Normalmente não se associaria alguém como [Kristen] Wiig, conhecida por suas pegadinhas em Missão Madrinha de Casamento e Caça-Fantasmas (2016), Charles Roven diz que a equipe sentiu que ela seria capaz de “fazer a Barbara Minerva que conhecemos.” Bárbara é alguém, ele explica, “que não é muito visível, embora queira, porque é meio geek. [Wiig] poderia dar a essa personagem o humor e o calor que Diana vê nela e que nós, o público, vemos nela, de modo que, com sorte, gostemos dela, porque Diana investiu nela. É tão engraçado porque há coisas nela que Diana admira, mas ela também é incrivelmente inteligente e incrivelmente boa em seu trabalho.” Ainda havia uma química lida na parte da audição com Wiig “para ter certeza de que, conforme ela estava progredindo no personagem Cheetah, ela pudesse ter aquela resistência, aquela agressão que vamos acreditar quando ela ficar desagradável. Bem, rapaz, ela pode ser desagradável.” De acordo com Jenkins, ela inicialmente esperava incluir Cheetah “no início do primeiro filme” como uma provocação do que estava por vir. Isso mostra o quão cedo suas ideias para uma sequência começaram durante a produção de Mulher Maravilha de 2017. “Quando Barbara começa sua transição para a Cheetah, ela começa a vestir estampas felinas e outras peças de alfaiataria ousadas. A inspiração foi em Daryl Hannah em Blade Runner foi um look que estávamos tentando dar a ela. E funcionou, você poderia acreditar que ela era extremamente formidável. Ela joga duro em Diana “, acrescentou. A diretora Patty Jenkins disse que ficou fascinada com a personagem de Kristen Wiig não porque ela é o oposto de Diana Prince, mas porque tem ciúme dela. “É o fato de que ela é uma personagem que deseja os poderes de Diana, mas não pode ser confiada a eles”, disse Jenkins. “É como ver um ser humano se envolver com superpoderes e as escolhas que eles fazem com eles. Isso é o que eu sempre gostei no Cheetah.”

Muitas teorias surgiram com a presença de Chris Pine em Mulher-Maravilha 1984. Este é Steve Trevor, o mesmo superespião americano da Primeira Guerra Mundial que aparentemente explodiu em um acidente de avião no final do primeiro filme? Ele é um descendente de Steve, que por acaso se parece exatamente com seu tataravô, ou quem quer que seja? Enquanto Pine falava com os representantes no set da sequência para descobrir o que ele poderia realmente dizer sem receber uma explosão de laser kryptoniana, um representante da Warner Bros. disse: “Sim, ainda é Steve Trevor.” As especificidades de como ele ressuscitou ainda estão por definir. Um traço comum do primeiro ao segundo filme é o cenário do ‘peixe fora d’água’. Em Mulher Maravilha, Diana era uma amazona de Themyscira deslocada no mundo dos homens. Em 1984, agora Steve é um deslocado no tempo encontrando seu lugar no mundo retrô do glam rock, jeans de cintura alta e cabelos enormes. “Esse foi definitivamente um dos momentos cômicos, no primeiro [filme]”, diz Pine. “E nisso, é invertido. Acho que você vê em Steve desta vez, o que é um pouco divertido, é menos o realista entediado que viu os piores lados da humanidade. Há uma brincadeira e um ar de menino nele. Há uma sinceridade nessa visão gloriosa e de olhos arregalados desse papel que ele nunca poderia imaginar, que para um homem, é interessante de interpretar, eu acho, porque os heróis são feitos para ficar com a testa franzida e tudo isso, e esse não é o problema de Steve nisso tudo.” A arma definitiva de Steve é … a pochete. Ele tem todo um arsenal deles. “Oh cara, eu tenho que te dizer,” ele diz. “Meu traje para isso foi muito divertido. Tinha uma pochete de couro com a bandeira americana que eu usei, que não entrou [no filme]. Havia uma pochete de jeans. Infelizmente, nenhuma delas foi usada.”

Gadot e Pine exploram aspectos da relação Diana-Steve deixados sem solução no primeiro filme, em virtude do fato de que acabaram de se conhecer. “Tivemos a oportunidade de continuar de onde paramos pela última vez”, diz Gadot. “Estamos fazendo isso depois que, pelo menos meu personagem, carregou a grande perda dele todos esses anos. Então, ter alguém que você ama tanto depois de tantos anos estar com [você] novamente é ótimo.” Se “o primeiro era sobre se apaixonar”, acrescenta Pine, o segundo filme é “uma exploração dessa falta e dessa saudade e de saber o que é. Então, essa é a força desse vínculo.”

Sim, 1984 é tecnicamente uma sequência de Mulher-Maravilha, mas a equipe não parece gostar muito da palavra “sequência”. Roven refere-se repetidamente a isso como uma “aventura independente”. “[Jenkins] queria ter certeza de que tínhamos a personagem em um universo autônomo para que pudéssemos continuar sua personagem sem ter que tecer os outros personagens. Queríamos ter certeza de que poderíamos lidar com seus temas.” Por isso também foi importante ambientar o filme no ano de 1984, antes dos acontecimentos de Man of Steel. Tudo no universo cinematográfico da DC “evoluiu a partir disso”, observa Roven. “Sentimos que apenas precisávamos nos concentrar nela como fizemos na Mulher Maravilha.” “Não sou um grande fã de fazer o Capítulo 2 de uma história de sete capítulos”, Jenkins menciona separadamente. “Isso simplesmente não é minha. Eu sinto que isso pode acontecer no pano de fundo [da franquia DC], mas cada filme na minha opinião que eu quero fazer deve ser seu próprio grande filme.”

Apesar do foco em ser uma história independente e menos conectada a uma franquia abrangente, as perguntas permanecem. Por exemplo, como Diana veste sua armadura amazônica reluzente para combater o crime em público, mas ainda é descoberta pela primeira vez por Bruce Wayne de Ben Affleck décadas depois, durante os eventos de Batman v Superman: Dawn of Justice. Disseram-nos que Diana tem maneiras de operar em torno dos olhos do público, e o resto teremos que esperar para ver quando o filme chegar.

Embora o filme se passe em 1984, é muito sobre o que estamos passando hoje… ou, mais especificamente, o que estávamos passando por volta de 2017-2018 na época em que o filme estava realmente em produção. Como sabemos muito bem, o mundo mudou drasticamente apenas nos últimos seis meses. “Foi principalmente nos anos 80 por causa do fato de que esse foi o auge de tudo pelo que pagamos o preço agora”, comenta Jenkins. “Foi como se pensássemos com certeza que poderia durar para sempre e que não haveria preço e você poderia apenas ter um crescimento exponencial. Então ele poderia continuar, e todo esse excesso. Estamos falando sobre o que estamos enfrentando agora porque essa luta está muito viva em nossa própria psique.”

O filme tem uma cena em Themyscira com as “Olimpíadas da Amazônia”, e vemos Diana Prince competindo no grande evento aos 10 anos de idade. “É como se o American Ninja Warrior conhecesse o Cirque Du Soleil e os esportes radicais e, na verdade, nada disso”, disse Obropta. “É como nada que você já viu antes.” A primeira batalha que vemos com Diana é quando ela vem se chocando contra a claraboia de um shopping para salvar duas meninas de ladrões. “Ela faz tudo com uma piscadela e um sorriso sem vítimas”, Obropta disse. É uma batalha que promete “deixar você sorrindo”. A produção assumiu um shopping em Alexandria, Virginia, para filmar a sequência, que havia sido abandonada cerca de um ano e meio antes das filmagens. “Ninguém queria sair do shopping”, acrescenta a produtora, porque trouxe à vida a infância da equipe nos anos 80. “Temos nossas senhoras de aeróbica fazendo suas coisas. Lá temos de tudo: sacolinhas de compras, hambúrgueres gigantes e o maior refrigerante possível. É tudo exagerado. E [Diana] entra e faz suas coisas silenciosamente, discretamente e desaparece.

Falando sobre o glamour dos anos 80, Hemming encontrou alguns obstáculos ao moldar o mundo em torno de Diana. Por um lado, apesar da prevalência de camisetas gráficas nesta época, ela não podia usar nada com logotipos nelas devido ao drama de autorização de imagem. “Então, tivemos que desenvolver nossas próprias estampas de camisetas”, diz ela. Há também uma roupa no filme que homenageia Lynda Carter, a icônica Mulher-Maravilha dos anos 70, mas na verdade foi uma coincidência. “Comecei a navegar na Internet em busca de lindas roupas dos anos 80, e tinha uma da Brooke Shields que eu encontrei nos anos 80 e então Lindy, nossa maravilhosa figurinista, fez isso”, disse Gal sobre o figurino. “E então, apenas através dos fãs, descobri que Lynda [Carter] tinha uma roupa semelhante.” Quanto a Lindy Hemming, a figurinista explicou que Diana “não fica muito em casa” no filme, e seus figurinos costumam ser elaborados a partir do que ela pode encontrar ao longo de sua aventura.

Será que a Mulher Maravilha 1984 terá um cenário de ação equivalente a “Terra de Ninguém” do primeiro filme? “Esperamos que sim”, diz Roven. “O que foi ótimo nessa cena é que ela tinha apoio, mas ainda era sobre ela descobrir como atravessar, certo?” ele adiciona. “Isso porque era tão importante, não havia como ela não fazer. Ela tinha que ajudar aquelas pessoas e fazer a coisa certa. Então, ela tem que fazer isso neste filme também. É incrivelmente pessoal neste filme.” O produtor ainda disse, “Quando você a viu [Diana] em Mulher Maravilha, ela estava apenas começando a entender suas capacidades, e agora ela está experiente, porque ela tem feito o que tem feito desde o final da Primeira Guerra Mundial até 1984. É tempo de sobra para ela expandir seus poderes. Uma das melhores coisas sobre Diana como personagem é que ela está sempre aprendendo e sempre tendo lições de vida”, acrescentou. “Isso a torna uma personagem melhor, mas também influencia o que ela faz com seus poderes.”

Apesar de todos os efeitos especiais que se poderia presumir que viriam com a armadura dourada alada de Diana e uma gemóloga se transformando em uma criatura felina humanoide, Pine se lembra de suas conversas com Jenkins que ela quer reduzir aquele elemento que veio para marcar muitos super-heróis sucessos de bilheteria. “Estávamos apenas falando sobre ação e menos sobre a imensidão dos efeitos especiais, em vez de fazer os efeitos especiais trabalharem para o realismo do filme, o que eu acho que obviamente muitos filmes de sustentação ficaram loucos com a computação gráfica”, diz ele. “E ela quer tom de volta.” Segundo a figurinista Lindy Hemming, as asas são multifuncionais. Elas podem ser usadas como parapente, mas também são usados para defender a Mulher-Maravilha de invasores. “Em vez de ser agressiva, ela é defensiva”, disse Hemmings. “Seu modus operandi é, ninguém pode chegar até ela, então seu oponente se cansa… Ela não os matou ou machucou ou atacou, ela, como um boxeador, faz com que usassem toda a sua energia.”

Dado o sucesso do primeiro filme, a Mulher-Maravilha será o novo núcleo do universo DC daqui para frente? Essa pergunta foi feita em 2018 e muita coisa mudou desde então. Mas na época, Jenkins disse: “Acho que ela fincou o pé no mundo. Acho que ela é um núcleo muito forte agora, e acho que há muitas outras coisas boas que foram plantadas antes e serão plantadas depois. Mas eu sinto que ela pousou e estabeleceu seu lugar neste mundo, e espero que as coisas sejam influenciadas umas pelas outras quando funcionam dessa forma.” Jenkins tem dificuldade em pensar em um gênero no qual esse filme se encaixa. Sim, é um gênero de super-heróis, mas ela também descreve o filme como uma “comédia romântica que encontra uma grande história de ação que acaba tendo um impacto emocional significativo”.

Mulher-Maravilha 1984 tem previsão de estreia dia 15 de outubro no Brasil.

V de Vingança | Filme ganha Blu-ray 4K e steelbook em edição de colecionador

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O filme V de Vingança de 2005, estrelado por Natalie Portman e Hugo Weaving, com a adaptação de roteiro de Lana Wachowski e Lilly Wachowski (Matrix) está ganhando uma versão Blu-ray 4K Ultra HD. Além disso, o lançamento acompanha um conjunto de presentes exclusivos da Amazon, que já está disponível para pré-venda. Confira:

A edição exclusiva acompanhada do Steelbook custa U$29.99 dólares. A edição padrão custa US$ 24,99. Ambas estão disponíveis para encomendar na Amazon, -através deste link-

 

The Batman | Diretor Matt Reeves revela logo e pôster inédito do filme

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O diretor Matt Reeves revelou o pôster inédito do filme ‘The Batman’ e um logo do novo filme do Homem-Morcego. Confira:

“Estou ansioso para compartilhar o primeiro olhar sobre nosso logo oficial de #TheBatman logo, alguns adicionais muito legais no #DCFanDome. Arte do incrível @jimlee – veja mais de #TheBatman no #DCFanDome evento global no Hall of Heroes neste sábado, 22/08!”

Pela predominância do vermelho, nota-se que “Batman: Ano Um” e “Vitória Sombria” são fontes de referência para a produção.

Possivelmente o primeiro trailer do filme será revelado neste sábado, 22.08, durante o DC FanDome. Acompanhe a cobertura completa aqui no Terraverso!

Mulher-Maravilha 1984 | Figurinista revela detalhes sobre a armadura dourada do filme

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Em Mulher-Maravilha 1984, a aguardada sequência da diretora Patty Jenkins de seu sucesso de bilheteria em 2017, Diana Prince de Gal Gadot enfrentará novos inimigos que desafiarão suas capacidades como uma semideusa Amazona. Isso significa que um novo equipamento está chegando.

A “Golden Eagle Armor” da Mulher-Maravilha, como é comumente conhecida, fará sua estreia em live-action em WW84. A figurinista Lindy Hemming, enquanto faz um tour pelo set de Londres do filme, diz que “o traje em si está há muito tempo no desenvolvimento.”

A armadura apareceu pela primeira vez nas páginas do arco de quadrinhos O Reino do Amanhã de 1996 de Alex Ross e Mark Waid. Diana, se preparando para lutar contra uma onda crescente de super-heróis mais jovens e voláteis, puxa esse traje reluzente da parede de seu quarto na Torre de Vigia e entra em modo de guerra. Desde então, os armamentos de batalha, transformando Diana em uma Vitória Alada viva, reapareceram quando a Mulher Maravilha precisou lutar contra seus adversários mais formidáveis. Nem Hemming nem a própria Jenkins revelaram por que Diana precisa da armadura no contexto de 1984, mas a figurinista apontou algumas características especiais.

“Houve toda essa conversa sobre como, em todas essas ilustrações, existe algum tipo de asa”, ela observa sobre as representações cômicas. “Tem havido quilômetros e quilômetros de debate, que asas realmente não combinam com este [traje], e blá, blá, blá. No final, as asas se tornaram seus escudos.”

Hemming descreve as próprias asas como semelhantes a “parapente”, que então se prendem em volta de Diana para “se tornarem seus escudos”. Mais especificamente, “como escudos romanos”, acrescenta ela. Impressões de pinturas de antigos soldados romanos cobrem as paredes do espaço de trabalho de Hemming. Claramente, a estética causou um grande impacto nela. “Basicamente, seu estilo de luta é com os escudos”, continua Hemming. “Então, estou muito satisfeita agora porque acho que não havia lógica para [eles] serem um par de asas, na verdade. Mas há uma lógica em ser algo em que ela pode deslizar.”

Mulher-Maravilha 1984 mostra Diana anos depois de salvar a humanidade do deus Ares durante a Primeira Guerra Mundial, onde ela vive solitária trabalhando no museu Smithsonian em Washington, DC em … você adivinhou … o ano de 1984. Sua melhor amiga no trabalho é uma gemóloga, Barbara Minerva (Kristen Wiig), que inevitavelmente cumprirá seu destino passando por uma transformação felina para se tornar a mais famosa inimiga de Diana no folclore da DC Comics, a Cheetah. Pedro Pascal também interpreta o vilão Maxwell Lord, um empresário desprezível com notas de Donald Trump. (Fotos do presidente também podem ser encontradas adornando o estúdio de Lemming.) Basta dizer que Diana precisará de algum reforço para lidar com tudo isso … com a armadura dourada.

O desafio, assim como com o visual exclusivo da Mulher-Maravilha do primeiro filme e da Liga da Justiça de 2017, foi desenvolver “um traje feminino leve, móvel e sexy”, diz Hemming. Com a ajuda de técnicos que imprimiram em 3D alguns dos componentes do traje, eles criaram algo que ela descreve como “astuto e vigoroso”.

“Você obtém um pouco o efeito do Superman onde, quando as luzes estão acesas, há um brilho”, diz Hemming. “Não dá para ver lá, mas há um brilho que vai passar por esse tecido, por entre as peças. Isso apenas dá uma dimensão extra a tudo.” Afinal, a Mulher-Maravilha, pode ser o novo centro do universo cinematográfico da DC.

Mulher-Maravilha 1984 tem previsão de estreia dia 15 de outubro no Brasil.

Injustice: Year Zero #4 | Tom Taylor revisita posicionamento do Coringa ao odiar nazistas

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O roteirista da edição Injustice: Year Zero”, Tom Taylor divulgou em seu Twitter uma imagem da edição número #4 da nova saga em que podemos ver uma fala do Príncipe Palhaço do Crime, explicando os motivos pelos quais ele odeia nazistas e não se considera um, mesmo sendo um assassino. Confira:

“Eu sou americano. Eu odeio nazistas pra ca****o! Eu sou um maníaco homicida, não um traidor intolerante.”

A fala é uma referência a um momento do crossover dos anos 90, entre Marvel e DC, onde o Coringa encontra o Caveira Vermelha e fala pela primeira vez que não concorda com os ideais nazistas. Confira:

“Injustice Year Zero” é um prequel da clássica saga Injustice, também escrita por Taylor, e mostra a Sociedade da Justiça durante o período da Segunda Guerra Mundial.

Mulher-Maravilha 1984 | Confira detalhes da épica cena das olimpíadas das Amazonas

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Atenção: Este texto contém SPOILERS de uma cena do filme Mulher-Maravilha 1984.

Mulher-Maravilha 1984, a sequência do blockbuster de super-heroína de 2017, pode se passar nos anos 1980, mas a sequência de abertura nos leva de volta à ilha de Themyscira com a Rainha Hipólita (Connie Nielsen) e a jovem Diana (Lilly Aspell). As Amazonas estão competindo em sua própria cerimônia dos Jogos da Amazônia, testando suas proezas por meio de uma série de desafios que começam com um salto de uma estaca a outra, seguido por uma corrida em uma plataforma sem ser derrubada por um tronco gigante balançando e, em seguida, mergulhando no oceano. A partir daí, é preciso nadar muito e pular em cavalos correndo.

“É apenas esse tipo incrível de sequência de abertura dessas amazonas realizando esses eventos que são como o Cirque du Soleil encontra o American Ninja Warrior, encontra os esportes radicais, mas como nada disso, como nada que você já viu antes.”, a produtora associada Anna Obropta disse no estúdio Leavesden Studios situado no Reino Unido “Elas são graciosas e ferozes e tudo culmina nesta competição de estrelas”.

A jovem Diana é uma das concorrentes, apesar dos desejos da mãe. Porém, sua tia não parece ter problemas com isso; Diana está usando a tiara do Antíope (Robin Wright).

“Tive cinco meses de treinamento, então foi intenso,” Aspell, que faz a maioria de suas acrobacias, diz no set. Dentro da razão, é claro. Ela tinha apenas 10 anos quando filmou esta cena. “Eu me sinto uma Amazona!”

Muitas das atletas profissionais que retrataram as amazonas de Themyscira no primeira Mulher Maravilha (incluindo Jessie Graff do American Ninja Warrior) voltam para enfrentar esta imensa pista de obstáculos. O desafio de toras pode ser um grande obstáculo, mas não para a pequena Diana. Este evento específico é chamado de Kid Flipper. As amazonas são jogadas para fora antes de pousar “nesta plataforma”, diz Obropta. “E então você pula através dessas estacas. Mas no final, para pular no oceano na parte de natação, você tem que subir esta rampa. Não parece tão difícil, exceto que há um grande tronco balançando bem na sua direção. É aqui que Diana, sendo a pequena amazona que é, usa seu tamanho a seu favor.”

O cenário, suspenso bem acima do solo, mostra essas mulheres guerreiras da vida real apoiadas por fios enquanto surfam no topo do pilar de barril, que apresenta o rosto de uma mulher com elmo esculpido na ponta. A maioria das Amazonas perde o equilíbrio, enquanto Diana é pequena o suficiente para deslizar por baixo. Todos estão competindo pelo ouro final: uma coroa para enfeitar a testa do vencedor.

Não é por acaso que o ouro da coroa se assemelha ao ouro da nova armadura dourada da Mulher Maravilha da estrela Gal Gadot. Seu capacete de batalha é como uma “versão de cabeça para baixo” da coroa dos Jogos da Amazonas, diz a figurinista Lindy Hemming. “Então, há uma ligação entre o final do filme e o início do filme, de certa forma”, diz ela.

Em um único dia de filmagem, a produção utilizou 14 guindastes e várias câmeras IMAX.

“Temos três dos Mark IVs, que são as câmeras de alta velocidade; temos um Mark III, que é uma versão mais antiga dessa câmera; e temos quatro MSMs, que são uma espécie de câmera IMAX de trabalho”, explica Scott Smith, o técnico IMAX do filme. “Eles são realmente muito difíceis [de manusear] porque comparamos essas câmeras a carros esportivos de última geração. O que eles estão fazendo aqui são 48 quadros [por segundo], o que é alta velocidade para nós. A velocidade normal é de 24 quadros por segundo. Isso é como dirigir seu carro esporte na linha vermelha o dia todo. Então, estávamos nervosos, mas tem funcionado bem.”

Para as próprias amazonas, Hemming criou o que ela chama de a versão de 2.000 anos da roupa de mergulho. A maioria dos atletas usa roupas marrons colantes para facilitar a manobra, enquanto outras competidoras são adornadas com trajes dourados “em homenagem ao dourado dos jogos”, diz ela. Hemming abordou a estética como uma verdadeira amazona: se as guerreiras de Themyscira tivessem que criar suas próprias roupas esportivas, o que seria? “Elas tratam pele de animal, que é como o melhor material de mergulhador que elas podem ter”, observa ela. “Nós o imprimimos com diferentes estampas de animais: há cobra e há crocodilo e há píton e tudo o mais. Em seguida, alguns detalhes são dourados. Portanto, é um processo muito complexo. A ideia, claro, é que elas sejam fortes e elegantes, e que sejam o topo do topo das Amazonas.”

Mulher-Maravilha 1984 tem previsão de estreia dia 15 de outubro no Brasil.