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    Batman do Futuro | Edição que apresenta nova Batgirl chega ao Brasil

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    Neste mês, a Panini lança o volume 2 de Batman do Futuro. A publicação revela que Terry McGinnis não é o único vigilante de Neo-Gotham. A edição focará em uma nova Batgirl chamada Nissa. Ela usa um traje semelhante ao da fase atual do herói, que é escito por Tom King. Confira a capa:

    A história também é escrita por Steve Orlando Vita Ayala, com desenhos de Siya Oum. A edição expande o universo do Batman do Futuro e mostra o personagem e Bruce Wayne fora da cidade. Barbara Gordon será raptada, fazendo com que a Batgirl apareça para salvá-la.

    Superman Lives | Divulgado vídeo que mostra teste de figurino do longa cancelado de Tim Burton

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    Foi divulgado um novo vídeo de Superman Lives, que mostra o teste de figurino do longa. A produção teria Tim Burton na direção e Nicolas Cage como o super-herói principal. Assista:

    O projeto inicial era que o filme adaptasse a HQ da Morte do Superman e o vídeo acima mostra o que seria o traje de regeneração que o herói usa depois que volta à vida. O projeto era de 1998 e nunca chegou a ser filmado. A história inspirou o documentário Death of Superman Lives: What Happened?, que investiga o que impediu a realização do longa.

    Asa Noturna | Personagem retoma a parceria com o Robin de Damian Wayne em nova edição

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    Panini lançará este mês no Brasil o Volume 3 de Asa Noturna, publicação que mostra Dick Grayson retomando a parceria com o Robin de Damian Wayne para enfrentar um vilão em comum. Confira a prévia da edição:

    Como o Robin original, Dick Grayson permaneceu por muito tempo na sombra do Batman. Agora, como Asa Noturna, ele finalmente tem sua individualidade, com uma nova cidade para proteger, Blüdhaven, e um novo amor, a ex-vilã Shawn Tsang.

    Mas alguém não acha que o Asa Notruna é o herói que poderia ser e envia um sósia distorcido, o Asa Mortal, à Blüdhaven para sequestrar Shawn… colocando Dick em uma caçada ao redor do globo para resgatá-la antes que algo nefasto aconteça. Para tanto, Grayson se une a seu antigo companheiro, Damian Wayne. Mas essa nova parceria emergencial pode trazer velhas lembranças e evidenciar o quão difícil é escapar da influência do Cavaleiro das Trevas.

    A dupla trabalhou junta na época em que Dick Grayson assumiu o manto do Batman quando Bruce foi “morto” após Crise final.

    Superman | Henry Cavill revela ansiedade pelo retorno do personagem as telas

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    Henry Cavill foi questionado pelo portal Fandango, em uma entrevista na CinemaCon, sobre quando viverá Superman novamente nas telas. O ator afirmou sobre o início de uma nova produção, mas foi misterioso sobre o desenvolvimento.


    “Não posso responder isso definitivamente agora. Espero que seja em breve e não daqui a muito tempo. Eu tenho conversado com algumas pessoas e espero falar com outras pessoas que são responsáveis por determinar estas coisas. Veremos”.

    Ansiosos também pelo retorno do Superman? Diga nos comentários!

    Aquaman | Filme ganha teaser inédito exibido durante a CinemaCon, confira descrição

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    A espera pela chegada de Aquaman aos cinemas ainda é longa, mas um teaser exibido no painel da Warner Bros na CinemaCon, deu uma breve ideia do que está por vir. O portal ComicBook divulgou uma descrição da prévia exibida. Confira:

    “‘Eu não posso acreditar que você finalmente está aqui’, alguém diz. A câmera mergulha na água. Um navio acelera na água. Uma briga de gladiadores parece estar próxima. O navio entra em Atlantis, enquanto vários navios entram e saem. O Mestre do Oceano está na arena, reunindo a multidão contra seu irmão que o desafiará para o trono. Arthur treina na praia. Ele é jovem e pega o tridente com suas próprias mãos, bem perto do rosto. Ele tira um submarino da água. Ele bate em todo mundo dentro do submarino. Na superfície, ele diz a Mera que ele é ‘muito bom no que faz’. Mera implora por socorro a Arthur para que ‘milhões de pessoas’ não morram. A água bate na terra. O personagem de Dafoe diz a ele para ir “mais fundo” para descobrir seus instintos Atlantes, antes de ser revelado em um traje preto de couro. Arraia Negra parece saído de uma história em quadrinhos, com brilhantes olhos vermelhos. Uma guerra entre um exército debaixo d’água e homens montando tubarões começa. O Mestre dos Oceanos promete trazer a ‘fúria dos sete mares’“.

    O filme conta com um elenco de peso! Jason Momoa no papel principal, Amber Heard (Mera), Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna). James Wan dirige o filme e o roteiro é de Will Beall. O lançamento está previsto para 21 de dezembro de 2018.

    Shazam! | Pequeno trecho do filme é exibido na CinemaCon

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    A CinemaCon está a todo vapor e trazendo muitas novidades para os fãs da DC. Nesta quarta (25) o painel da Warner Bros. exibiu vídeos dos bastidores e trechos de Shazam!. Conforme divulgado pela ComicBook, o estúdio mostrou uma cena em que Billy Batson grita ‘Shazam’, dá alguns socos e um caminhão cai do céu. Durante o painel o diretor David F. Sandberg definiu a produção como “acessível para toda a família” e também como o personagem Shazam tendo uma história muito rica.

    Anteriormente Zachary Levi que interpretará Shazam! (Capitão Marvel) no filme declarou “É basicamente o filme ‘Quero ser Grande’ com super poderes”. Essa declaração indica que o filme pode seguir a abordagem mais recente do herói que em vez de uma entidade separa de Billy, seja a mente de Billy no corpo do super-herói com a influencia da sabedoria de Salomão.

    Billy Batson é interpretado por Asher Angel, Shazam! por Zachary Levi. O elenco ainda conta com Mark Strong como o vilão Doutor Silvana.

    Batman 1966 | Crossover entre Archie de Riverdale e o Homem Morcego é destaque em nova edição

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    A editora Archie Comics confirmou para julho o lançamento de uma minissérie que marcará o encontro entre Archie e o Batman de 1966, que foi imortalizado por Adam West. Confira a primeira imagem da edição:

    Uma batalha em Gotham City fica cada vez maior e acaba em Riverdale – com o Sr. Lodge virando o inimigo número 1 da Dupla Dinâmica. Agora cabe a Verônica recrutar ajuda fazer uma ligação para Batcaverna.

    A HQ terá o roteiro de Jeff Parker Michael Moreci, além dos desenhos de Dan ParentJ. BoneKelly Fitzpatrick e Jack Morelli.

    Superman: O que aconteceu ao Homem de Aço? | Confira nossa resenha da clássica edição de Alan Moore e Curt Swan

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    Superman O que aconteceu ao Homem de Aço é um compilado de histórias escritas por Alan Moore (Watchmen, A Piada Mortal, Do Inferno) e desenhadas por Curt Swan (Legião dos Super-Heróis), Dave Gibbons (Watchmen, Kingsman), George Pérez (Mulher-Maravilha Deuses e Mortais, Os Novos Titãs), e outros, sobre o Superman com o objetivo de fazer uma grande homenagem ao personagem. Confira a resenha:

    Roteiro: Alan Moore

    Desenhos: Curt Swan, Dave Gibbons, Rick Veitch, George Pérez

    Arte-Final:  Curt Swan, Dave Gibbons, Rick Veitch, George Pérez

    Cores: Gene D’Angelo, Tom Ziuko e Tatjana Wood

    Editor Original: Julius Schwarts

    Tradução: Fabiano Denardin e Jotapê Martins

    Letras: Denise Araújo e Silvia Lucena

    Editores: Bernardo Santana

    Número de páginas: 132

    Editora: Panini

    Volume: Único

    Preço de capa: R$ 19,90

    Publicada em 1986, com a história intitulada O que aconteceu ao Homem de Aço?, Alan Moore pretendia homenagear toda a história do Superman nos quadrinhos, apresentando uma trama onde Lois Lane narra para um jornalista do Planeta Diário os acontecimentos ocorridos dez anos antes e que marcaram o final da carreira do Superman assim como a sua morte.

    Esta primeira edição apresenta aventuras emocionantes vividas pelo Superman que buscam mostrar  a essência do personagem, assim como sua importância para os quadrinhos e para a cultura pop.

    O encadernado, no entanto, apresenta mais duas histórias escritas por Alan Moore, “A linha da selva“, onde Superman conhece e luta contra o Monstro do Pântano, e “Para o homem que tem tudo“, clássica história da DC Comics onde Superman, Batman, Mulher Maravilha e Robin enfrentam o terrível Mongul.

    É brilhante a forma como Alan Moore conduz todos os personagens com que trabalha com perfeição. As histórias contidas nesse volume não são consideradas as melhores do Superman à toa, mesmo para quem não é fã do personagem, é impossível não se emocionar com sua trajetória.

    Este encadernado é recomendado a todos fãs do Superman e da DC Comics e para os não fãs também, já que não é necessário a leitura de mais nenhuma outra história para que se entenda esta, basta apenas ter um mínimo conhecimento acerca do personagem.

    Sobre o Autor

    Alan Moore é um escritor de livros e quadrinhos britânico, nascido em 18 de novembro de 1953 em Northampton, Inglaterra. É mundialmente conhecido pelas obras Watchmen, Monstro do Pântano, V de Vingança, Marvelman, Batman A Piada Mortal e muitas outras obras.

    Sobre os Ilustradores

    Curt Swan foi um artista e ilustrador de histórias em quadrinhos americano nascido em 1920, em Minnesota, EUA. Dentre as obras mais conhecidas de Swan estão Jimmy Olsen, SuperBoy, Legião dos Super-Heróis, Crise nas infinitas terras e O que aconteceu ao homem de aço.

    Dave Gibbons é um artista de histórias em quadrinhos britânico, nascido em 14 de abril de 1949. Ficou mundialmente conhecido por seu trabalho em Watchmen em parceria com Alan Moore, mas foi através do personagem Lanterna Verde que Gibbons começou o seu trabalho na DC Comics. Trabalhou também em Legião dos Super-Heróis, Doctor Who e Judge Dredd. George Pérez é um desenhista de histórias em quadrinhos americano, nascido em 9 de junho de 1954. É conhecido pelos trabalhos que fez na Marvel e da DC Comics para Os Vingadores, Novos Titãs, Quarteto Fantástico e Liga da Justiça. Seus trabalhos mais conhecidos, no entanto, foram da saga Crise nas infinitas terras e Mulher Maravilha.

    Mas e aí? Já leram Superman O que aconteceu ao Homem de Aço? Não esqueçam de deixar suas opiniões nos comentários e até a próxima resenha!

    Batman Ninja | Um espetáculo visual e cheio de energia que leva Gotham até o Japão Feudal

    O quão desafiador e intimidador deve ser trabalhar personagens, já a tempos conhecidos do público, e entregar um material realmente inovador e único. Talvez essa seja a primeira percepção racional minutos após absorver toda a insanidade e vitalidade de Batman Ninja, animação da DC Comics em produção desde 2014 e que visa incorporar e explorar os elementos das animações japonesas em uma história do Homem-Morcego. E aqui o desafio não é só buscar novas visões para Batman e Coringa, personagens com mais de 75 anos, e outras grandes figuras do cânone do herói, mas também inovar dentro da estrutura das animações da DC Comics. Buscar novos caminhos estéticos, narrativos e técnicos que também trouxessem um frescor para as produções da DC Animation.

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    Com direção de Junpei Mizusaki (diretor de Zoo e com experiência no departamento de animação de jogos da série Megaman) e reunindo um time de peso e com grande experiência em animes, Batman Ninja se prova como um grande espetáculo visual, sustentado por um roteiro divertido, direto e empolgante. Tudo começa com uma noite normal em Gotham onde, após o confronto da Bat-família com o Gorila Grodd no Asilo Arkham, um acidente com um dispositivo temporal acaba jogando heróis e vilões no Japão Feudal. A história escrita por Kazuki Nakashima (roteirista de Kill La Kill, Tengen Toppa Guren Lagan, Kamen Rider) e Joe Chu (Afro Samurai) é cheia de energia e em menos de 30 minutos já consegue construir toda uma nova lógica, que é utilizada no tempo restante para brincar com conceitos e possibilidades (ou mesmo para destruí-los em seguida). O maior mérito do roteiro é de jogar com as novas abordagens dos personagens, em especial com Batman e Coringa, sem perder sua essência original e até trazendo um pouco do que parece ter sido esquecido já faz certo tempo. Usando bem do contraste presente no tempo retratado e na cultura japonesa, Kazuki/Chu buscam revisitar o mito dos arqui-inimigos e aproveitar tudo que surge destes novos pontos de vista. Outro ponto interessante a se observar no roteiro é como a obra referencia a cultura, tradição e história japonesa. Mais do que apenas citação ou inspiração, esses elementos constroem a história e a maneira de contá-la, permitindo que Batman Ninja se dê ao direito de entregar-se para as loucuras e exageros típicos das obras japonesas, que vão da pacata era feudal até os turbulentos Super Sentais. Essas liberdades narrativas, assim como a proposta da animação em si, farão com que Batman Ninja possa não agradar fãs mais “puristas” e tradicionais, e que precisam de mais justificativas para conseguir imergir em universos alternativos. Batman Ninja poderia até se dar mais tempo de tela para se aproveitar, se curtir, ou explicar melhor alguns acontecimentos e informações para estes espectadores. Por outro lado, os que gostam de novas perspectivas e de abordagens Elsewords terão grande facilidade.

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    A maior qualidade de Batman Ninja está em seu visual. Tudo é belo e fantástico, de causar sentimento de contemplação no espectador. A fotografia busca cores quentes e vivas, e cenas de explosões e paisagens enchem os olhos. E não é só o grandioso que chama a atenção, os detalhes também são fundamentais. Isso é visível no design dos personagens, feito por Takashi Okazaki (Afro Samurai, Furi), que dá personalidade e charme próprios a cada um dos heróis e vilões, com figurinos que são verdadeiras pinturas. Mas o melhor de tudo é que nada disso é estático, tudo é vivo, tudo tem movimento e texturas. Os animadores não tem preguiça de mover todos esses tecidos, armaduras e penteados em sequências de ação gloriosas, que não desperdiçam um frame sequer. As cenas de luta foram filmadas com atores de verdade e depois animadas minuciosamente com base em seus movimentos. Isso por si só já seria o suficiente para conseguir nossa atenção, mas o grande trunfo aqui é que esses movimentos viscerais e virtuosos são feitos por personagens que já conhecemos e que nunca vimos nesse estado. Já vimos Batman e Coringa se enfrentando antes, mas nunca com katanas e nunca com os movimentos e energia que temos em Batman Ninja. O mais interessante é que o filme não se limita na identidade visual que constrói e busca sempre inserir elementos novos para chamar o espectador ainda mais para dentro da história, seja utilizando novas formas e texturas de uso do CGI, com a introdução de mapas ou em uma sequência de aquarela, que também já introduz em Batman Ninja o característico trato emocional que as animações japonesas possuem. E tudo isso embalado pela trilha sonora de Yugo Kanno (Ajin, JoJo Bizarre Adventure, Psycho-Pass) que busca o épico e o ancestral das músicas japonesas com toques que remetem a trilhas clássicas e conhecidas do Batman.

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    Em japonês ou em inglês, a dublagem de Batman Ninja é um espetáculo á parte. Além de caírem perfeitamente com os personagens, o mérito se dá pela movimentação da boca, que é de um cuidado raro de se ver. Kôichi Yamadera e Roger Craig Smith assumem bem o manto do Morcego. Rie Kugimiya/Tara Strong como Arlequina e Ai Kakuma/Grey DeLisle no papel de Mulher-Gato também merecem destaque, assim como Adam Croasdell, que faz as vozes de Alfred e Asa Noturna, que são bem diferentes entre si. Porém, como já é de se esperar, são os Coringas que roubam a cena. Wataru Takagi na versão japonesa e Tony Hale (famoso por interpretar Buster Bluth em Arrested Development) na versão americana. Tony Hale é, possivelmente, a melhor voz para o Coringa desde Mark Hamill, conseguindo imprimir muito bem o aspecto bobo e brincalhão do personagem que reinou nas Eras de Prata e Bronze, cheio de trocadilhos e piadas linguísticas. Porém, Hale também consegue nos entregar o Príncipe Palhaço psicótico e visceral que todos amamos, que começou a ser mais explorado da década de 80 até os dias atuais. O acerto também é do roteiro, que consegue escrever linhas realmente divertidas para o Coringa (como há muito tempo não se via) e uma sequência no terceiro ato que é de tirar o fôlego. É nessa sequência que Batman Ninja concretiza sua missão com sucesso: levar ao espectador um filme enérgico e dinâmico, que consegue explorar a rivalidade de 75 anos do Batman e do Coringa sob uma ótica renovada, com um visual que abre ainda mais o campo para as futuras animações da DC Comics. E, se é possível sonhar, torçamos para que Batman Ninja venha a se tornar um jogo algum dia. Potencial neste universo e neste visual existe. E muito.

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    Enfim…

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    Batman Ninja é excitante e frenético, cheio de energia e vitalidade. É uma animação enlouquecida mas, ao mesmo tempo, muito sóbria. Com um visual maravilhoso e contando com alguns dos artistas mais talentosos das produções japonesas, a animação explora todas as possibilidades que seus personagens oferecem quando transportados para o universo dos animes e suas lógicas. Um espetáculo de cores e explosões ensandecidas, Batman Ninja nos apresenta novas formas de olhar não só para o Batman, mas para as próprias animações da DC Comics. Um frescor, que abre novos caminhos para o futuro. Em tempos onde os filmes de herói e universos cinematográficos tem recebido o grande foco dos fãs, Batman Ninja chega com força e estilo – e pode muito bem ser a obra mais atraente do gênero de super-herói no ano de 2018.

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    CCXP18 | Quadrinista John Romita Jr. é confirmado nos quatro dias de evento

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    Confirmada pela organização da Comic Con Experience (CCXP), a presença do quadrinista americano John Romita Jr. Esta é a primeira vez do artista no Brasil. Romita estará no evento todos os dias no Artists’ Alley, em horários pré-definidos e em painéis especiais nos auditórios.

    Confira um resumo das obras de Romita junto a DC Comics:

    Após uma longa carreira de 30 anos na Marvel onde foi responsável pelo crossover de 1994, Justiceiro e Batman, John Romita Jr. foi convidado pela DC Comics para ser um dos artistas exclusivos da editora. Entre os títulos em que trabalhou estão Superman (2014) com o escritor Geoff Johns. Ao lado de Scott Snyder, participou de DC Rebirth (Renascimento) com a revista All-Star Batman, de 2016. No mesmo ano, desenhou Dark Knight Returns: The Last Crusade (O Cavaleiro das Trevas: A Última Cruzada), uma história do Coringa escrita por Frank Miller e Brian Azzarello que integra a cronologia do clássico O Cavaleiro das Trevas.

    No ano seguinte, ele e o escritor Dan Abnett lançaram a série The Silencer, como parte da linha Dark Metal da DC Comics. Atualmente, o artista está trabalhando com Frank Miller em Superman: Ano um, série que mostrará as origens do Homem de Aço e será lançada ainda neste ano.

    O evento irá ocorrer de 6 a 9 de dezembro de 2018, no São Paulo Expo. Preparem suas HQ’s!