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    Liga da Justiça | Edição do grupo de heróis é a mais vendida do mês de junho no mercado americano

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    Liga da Justiça #1 dominou o ranking dos quadrinhos mais vendidos do mês de junho nos EUA. A publicação com o roteiro de Scott Snyder ultrapassou as 200 mil edições no período, informam os dados da Diamond Comics Distributors.

    Ainda no Top 5, temos a edição 49 de Batman, publicação escrita pelo elogiado autor Tom King. Foram 121 mil quadrinhos comercializados no período.

    Os números são estimativas de vendas para revendedores e não inclui, por exemplo, bancas, livrarias e o mercado exterior.

    Confira o top 10:

    1 – Justice League #1 – 200 mil unidades 
    2 – Magic Order #1 – 157 mil unidades
    3 –  Tony Stark: Iron Man – 135 mil unidades
    4 – Amazing Spider-Man #801 – 122 mil unidades
    5 – Batman #49 – 121 mil unidades
    6 – Batman #48 – 112 mil unidades 
    7 – Deadpool #1 – 105 mil unidades
    8 – Thor #1 – 102 mil unidades
    9 – X-Men Gold #30 – 88 mil unidades
    10 – Justice League #2 – 86 mil unidades

    Arrowverso | Produções das novas temporadas de Arrow e Legends já começaram

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    Se você já estava com saudades de Arrow e Legends of Tomorrow, fique tranquilo pois a produção das novas temporadas já começou.

    Em uma foto compartilhada dos bastidores de Arrow, podemos ver os atores reunidos para começar as gravações!

    Já os bastidores de Legends, a atriz Caity Lotz‏ compartilhou várias fotos com seus colegas de elenco Nick Zano (Nate Heywood), Tala Ashe (Zari Tomaz), Dominic Purcell (Mick Rory), Matt Ryan (John Constantine) e do showrunner Phil Klemmer.

    A sétima temporada de Arrow retorna dia 15 de outubro, e a quarta temporada de Legends of Tomorrow estreia dia 22 de outubro, nos Estados Unidos.

    Batman: A Série Animada | Remasterização da animação vai estrear no DC Universe

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    Pelo twitter do DC Universe, serviço de streaming da DC Comics, foi confirmado que as duas primeiras temporadas de Batman: A Série Animada estará no serviço de forma remasterizada.

    O desenho foi ao ar pela primeira vez entre os anos de 1992 e 1995, então esse aperfeiçoamento na animação é muito bem vinda.

    Infelizmente, ainda não temos uma data para o serviço ser disponibilizado em nosso país, mas nos EUA será em agosto. Então tudo o que pode ser feito nesse momento é pedir encarecidamente para a Warner Bros Brasil tentar trazer o serviço o mais rápido possível.

    Durante a New York Comic Con do ano passado foi confirmado que a remasterização de Batman: A Série Animada também seria lançada em Blu-Ray nesse ano.

    Remasterização é a re-criação de algo com o propósito de melhorar a qualidade da gravação anterior.

    Aves de Rapina | Atriz fala que as filmagens devem começar em breve

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    A atriz Margot Robbie, a Arlequina nos filmes da DC, confirmou que as filmagens de Aves de Rapina devem começar em janeiro de 2019, e deve ter um orçamento menor que o de filmes anteriores da casa das lendas.

    A atriz explicou que a obra será um longa “para maiores” e que o definiu como um filme de grupo composto só por mulheres. Confira o que disse a atriz:

    “Ela [a Arlequina], precisa estar com outras garotas, isso tem que ser uma gangue feminina. Eu não estava vendo filmes de grupos femininos o suficiente na tela, especialmente no que que diz respeito a [filmes de] ação”.

    A atriz ainda explicou que exigiu ter uma mulher no cargo de direção. “Claro que tem que ter uma mulher para contar essa história. E dar a chance de uma mulher trabalhar com um grande orçamento”.

    Um dos recentes rumores sobre a produção do filme é que devemos ter informações do elenco em breve. Já estamos querendo ver as imagens dos bastidores!!!

    A Morte do Superman | Entre erros e acertos, nova adaptação do clássico investe na diversão e no drama – mas esquece da ambição

    “Matem logo ele!”. A frase, dita em tom de brincadeira durante as reuniões da equipe criativa das revistas do Homem de Aço, foi responsável por um dos momentos mais icônicos e importantes das histórias em quadrinhos. A Morte do Superman foi uma das mortes mais impactantes das hqs, alcançando grande mídia e exposição internacional, gerando discussões em revistas, jornais e canais de televisão. Foram mais de 3 milhões de edições vendidas em todo o mundo, mantendo a edição 75 de Superman com o recorde de gibi mais vendido da história da DC Comics. A história se tornou um clássico mais por sua importância e repercussão do que, propriamente dizendo, por sua qualidade. Mas a verdade é que A Morte do Superman trouxe um novo frescor para o personagem e para suas vendas, que passavam por maus momentos na década de 90. De lá pra cá, acompanhamos a morte do personagem em diversas mídias diferentes. Em novas HQ’s, em animações para a TV, longas de animação, séries, cinema… Sempre tentando emular o sucesso econômico e a relevância do evento original. E depois de já ter sido adaptada em 2007, A Morte do Superman também ganha sua versão no Universo de Filmes Animados da DC. E o que está nova adaptação traz de relevante, hoje, que justifique uma nova visão sobre a morte de Kal-El? Afinal, existem grandes histórias do Superman que merecem ser animadas. Então, por quê a escolha de adaptar A Morte do Superman mais uma vez?⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

    A história é, em suma, a mesma. Superman/Clark Kent e Lois Lane estão em um momento especial de seu relacionamento, até que a chegada de uma criatura abominável e poderosa leva o Homem de Aço ao limite de suas forças e causa aquilo que ninguém no universo (com exceção do Luthor) acreditava ser possível: a morte do Superman. De imediato, podemos perceber que as principais novidades desta nova versão são as inserções de aspectos mais recentes da história do Último Filho de Kripton e da DC Comics. Inspirações e referências de fases como Novos 52 e Rebirth e ao DCEU são visíveis no visual e roteiro de A Morte do Superman. Além, claro, de situar este acontecimento na cronologia do Universo de Filmes Animados da DC. Nesta nova animação enxergamos também a vontade de recontar a história o mais fielmente possível ao arco de histórias dos quadrinhos. É interessante notar como o roteiro de Peter Tomasi (responsável por grandes runs do Lanterna Verde e Batman & Robin, entre outros tantos títulos) busca adaptar desde Man of Steel #18, edição que traz a segunda aparição de Apocalypse, até Reign of Supermen/O Retorno do Superman, história que fecha a trilogia principal da saga. Uma adaptação tão ampla como esta não havia sido feita, de fato, em nenhuma mídia. A Morte de Superman é, portanto, uma animação que traz uma experiência divertida para aqueles que já leram a saga, pois podem identificar os pontos onde se assemelha e diferencia dos quadrinhos (e decidir se gostam ou não do trabalho realizado).

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    O problema é como a animação conversa com aqueles que ainda não tiveram a oportunidade de conhecer a história original ou mesmo não tiveram contato profundo com o personagem. Por mais que o Superman seja “o primeiro super-herói de todos os tempos” e por mais que sua história e seu símbolo sejam conhecidos no mundo todo, seu cânone e seus elementos não são. Apesar disso ter mudado recentemente graças ao interesse gerado pelo Superman de Henry Cavill e Snyder do DCEU, a fatia que reconhece elementos como a Fortaleza da Solidão, a cidade engarrada de Kandor ou os vilões do Homem de Aço são legitimamente menores do que a de outros heróis, como o Batman e o Homem-Aranha, por exemplo. A grande dificuldade em matar o Superman (não só nesta animação mas em outras mídias) é criar uma conexão com o público forte o suficiente para que esta seja impactante e dolorosa o suficiente. E A Morte do Superman até busca fazer isto, porém, fica á mercê da incerteza. Falta ambição para contar uma história tão ambiciosa. Caberá ao espectador decidir se a morte de um símbolo tão importante quanto o Superman é relevante ou não.⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

    E em A Morte do Superman podemos reconhecer estas escolhas que buscam criar ligações com o espectador. Já nos minutos iniciais da animação somos apresentados a um herói que é símbolo da paz e da proteção. Reconhecemos o Superman como um ser querido e amado pelos cidadãos de Metrópolis, um guardião. Sua relação com outros heróis também é rapidamente explorada, deixando claro como o Azulão é uma inspiração para os outros membros da Liga da Justiça. Na primeira sequência de ação, é interessante notar como o Homem de Aço nos é revelado aos poucos, sendo o reflexo de seu símbolo a primeira parte apresentada ao espectador. A forma como a movimentação em supervelocidade do Superman é retratada remete, intencionalmente ou não, aos curtas animados do personagem lançados no início da década de 40 pela Fleischer Studios. Por último, vemos finalmente o rosto de Kal-El, de forma positivista, antes da introdução do título. É uma estrutura feita para deixar o público apreensivo e refém do destino irreversível do Homem de Aço, e que se será investigada de outras formas ao longo do filme. E a mais interessante e poderosa delas é a relação de Clark Kent e Lois Lane. O casal tem química e carisma, e é muito agradável vê-los juntos. O triângulo amoroso entre Clark – Lois – Superman é retratado de forma bem divertida, como em grandes histórias dos personagens.

     

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    A animação é competente, segue a identidade já estabelecida no DCAMU e tem sequências de ação muito interessantes e empolgantes. Mas, assim como nos filmes anteriores, alguns frames e movimentos são duros e sem fluidez. Apesar de A Morte do Superman possuir qualidade técnica superior a animações anteriores da DC, é natural que alguns espectadores sintam que o filme não apresenta nada de novo neste quesito. Realmente, é hora da DC inovar em suas animações. Se faz necessário descobrir formas de dar personalidade visual própria para cada um de seus filmes, pois a longo prazo isso poderá cansar o público (muitos, certamente, já estão cansados).⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

    A dublagem americana dos personagens também é um ponto positivo. Jerry O’Connell é um ótimo Superman, mas é ainda melhor como Clark Kent. É muito interessante ver como é sua transição entre um personagem e outro. Rebecca Romjin tem um bom timing de comédia e aproveita os momentos inspirados de humor de Lois Lane – sim, Lois tem momentos muito engraçados no filme. Rosario Dawson entra pra invejável lista de profissionais que viveram personagens da DC Comics e da Marvel. Sua Mulher-Maravilha tem pouco tempo de tela, mas o suficiente pra cativar os fãs da amazona com sua voz forte e charmosa. Os outros membros da Liga são dublados pelos mesmos atores dos filmes anteriores, que em A Morte do Superman também fazem um trabalho interessante. A única ressalva seria Rainn Wilson, que não consegue entregar o ponto certo de Lex Luthor. Possivelmente por causa de sua curta participação no filme.

     

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    E Apocalypse/Doomsday? Um dos pontos positivos do filme é a introdução do personagem. Claro, não há muito o que se desenvolver aqui, visto que sua criação nos quadrinhos foi uma espécie de Diabolus ex Machina. O que é digno de elogios aqui é como a animação nos apresenta Apocalypse como uma presença realmente ameaçadora, uma perfeita contraparte do Superman. Se o filme demora para nos mostrar a face do heroí e de toda a esperança que ele representa no início, também usa o mesmo código para nos revelar o vilão e a destruição imparável que ele o é. No fim, para aqueles que se envolverem, A Morte do Superman consegue ser dolorida de assistir. Poderia ser mais? Sim. Mas o resultado final ainda é satisfatório, divertido e deixas pontas para a continuação, Reign of Supermen/O Retorno do Superman, já anunciada para 2019.
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    Enfim…
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    A Morte do Superman busca adaptar o mais fielmente possível um grande marco dos quadrinhos com sequências de ação empolgantes e humor leve, além de criar conexões com momentos recentes da história da DC Comics nos quadrinhos e no cinema. Por mais que o visual da animação possa soar trivial para alguns fãs do Universo de Filmes Animados da DC, A Morte do Superman traz qualidade técnica superior a filmes anteriores, e seu roteiro se propõe a construir uma relação de importância e proximidade com o espectador. Claro que isso não muda o fato de que as animações da DC possam estar entrando em lugar-comum e que, a longo prazo, isso possa cansar o público. A Morte do Superman é uma animação que, verdadeiramente, tem chances de agradar o espectador.⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

    Mas não estamos falando da morte do maior herói do mundo? Essa não deveria ser, assertivamente, uma grande história? O grande problema de A Morte do Superman é, novamente, tentar destruir um símbolo tão poderoso sem preenche-lo de significados antes – afinal, sem analogias, alegorias ou metáforas um símbolo não tem força o suficiente para se transformar, de fato, em um símbolo. Há inúmeras histórias ao longo dos 80 anos do Superman que podem ser transformadas em animações, filmes e outras tanta mídias que tragam novos leitores para o Homem de Aço. E aí, quando todos tiverem relembrado a importância do Superman e de tudo que seu símbolo representa, podem matá-lo de novo. Ou melhor, não matem! Chega de matar o Azulão! Acho que tudo que precisamos no momento é do Superman e de tudo que ele significa para a Terra.

    O Homem do Amanhã nunca precisou estar tão presente no hoje.

    Liga da Justiça | Nova imagem mostra cena deletada dos heróis dentro do STAR Labs

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    Uma imagem divulgada no Reddit mostra uma das cenas deletadas de Liga da Justiça. Na imagem, Mulher-Maravilha, Aquaman e Flash aparecem no STAR Labs. Confira:

    Liga da Justiça estreou dia 16 de Novembro de 2017 e tem no elenco Ben Affleck (Batman), Gal Gadot (Mulher-Maravilha), Henry Cavill (Superman), Jason Momoa (Aquaman), Ray Fisher (Ciborgue), Ezra Miller (Flash), Amber Heard (Mera), Willem Dafoe (Vulko), J.K. Simmons (Comissário Gordon), Jeremy Irons (Alfred) e Amy Adams (Lois Lane), entre outros.

    Steve Ditko | Em nota oficial, DC relembra trajetória do célebre autor

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    Faleceu aos 90 anos o artista Steve Ditko, co-autor de Homem-Aranha e Doutor Estranho. Segundo informações do departamento de polícia de Nova York, Ditko foi encontrado morto em casa no dia 29. Acredita-se que ele já estava falecido dois dias antes.

    Em nota oficial, a DC Entertainment relembrou o artista:

    “A DC Entertainment lamenta a perda de Steve Ditko, uma verdadeira lenda da indústria dos quadrinhos. Ele será lembrado para sempre por co-criar o Homem-Aranha, mas essa foi apenas uma de suas muitas realizações. A carreira de Steve Ditko nos quadrinhos durou mais de 60 anos e ele trabalhou para muitas editoras. Ele é justamente famoso por seu trabalho durante a década de 1960 na Marvel Comics, onde ele co-criou o Homem-Aranha e o Doutor Estranho. Steve também teve duas passagens pela DC Comics.

    “Uma revista em quadrinhos do Ditko nunca se pareceu com a de qualquer outra pessoa”, disse o diretor da DC Entertaiment, Dan DiDio. “Além de seu estilo de arte enganosamente simples – que era exclusivamente o de Ditko – ele era um mestre em traçar e preencher suas histórias com energia.”

    Steve começou a contribuir para o DC em 1968. Ele só ficou um ano, mas deixou sua marca com vários personagens não convencionais. Sua criação de assinatura era o Rastejante, um vigilante combatente do crime com uma aparência sinistra e um senso de humor distorcido. Igualmente incomuns foram Rapina e Columba, dois irmãos brigando em lados opostos do espectro político. Os dois passaram tanto tempo brigando por políticas liberais e conservadoras quanto lutavam contra seus inimigos.

    “O impacto e as conquistas de Steve Ditko são lendários”, disse Jim Lee, Diretor Criativo e Editor da DC Entertainment. “O trabalho que ele criou viverá para as próximas gerações”.

    Sempre uma pessoa intensamente privada, Steve certa vez disse: “Eu nunca falo sobre mim mesmo. Meu trabalho sou eu. Faço o melhor possível e, se quiser, espero que outra pessoa também goste”.

    Hoje nos lembramos das conquistas de um gigante no mundo dos quadrinhos.

    Anatomy of a Metahuman | DC Comics lança livro sobre a anatomia de seus personagens

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    Está aí algo que pouca gente deve ter pensando: um livro trabalhando a anatomia do Superman, Monstro do Pântano e de outros personagens do universo DC.

    Anatomy of a Metahuman é um livro escrito por S.D. Perry & Matthew K. Manning, e é ilustrado por Ming Doyle, e o livro traz informações sobre a anatomia dos heróis e vilões da DC meta-humanos.

    O livro segue a mesma ideia de outras publicações como Os Arquivos Secretos. Anatomy of a Metahuman tem sua origem no desejo do Batman em conhecer as habilidades dos heróis e vilões que o rodeiam. Uma ideia que lembra muito as motivações do personagem na clássica história Torre de Babel.

    O livro tem previsão de lançamento para setembro nos Estados Unidos. Não há nenhuma informações de lançamento no Brasil por enquanto.

    Coringa | Alex Ross fala sobre projeto rejeitado pela DC focado no vilão

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    Alex Ross é um artista da nona arte que dispensa apresentações. O desenhista revelou que uma de suas artes mais famosas do Coringa na verdade era a capa de um projeto que a DC rejeitou.

    Alex Ross e Paul Dini criaram uma história dos vilões da DC seguindo o mesmo modelo do que já haviam feito em Os Grandes Super-Heróis do Mundo. O desejo deles era criar uma série focada apenas nos vilões, e a primeira história seria do Coringa.

    Eles chegaram até a apresentar algumas páginas do projeto para a editora, mas a DC não seguiu adiante com o projeto. Anos depois, Ross foi procurado para refazer o projeto, mas o artista já não estava mais interessado.

    Titãs | Demônio Trigon pode ser o vilão da série, segundo rumores

    O ator Seamus Dever foi escalado para a série Titãs, mas não foi anunciado qual seria seu papel, apenas que poderia ser o vilão. E agora, de acordo com o site Fandom Wire, ele deve interpretar o demônio Trigon, o pai da Ravena mesmo, que realmente seria o vilão da série.

    Mas o papel de Dever ainda continua sob sigilo, e tudo não passa de um rumor por enquanto. Caso se confirme, parece que essa primeira temporada não terá o Exterminador como vilão principal. Mas o que você acharia de ter Trigon como vilão em Titãs?

    O elenco da série ainda conta com os atores Brenton Thwaites como Robin, Anna Diop como Estelar, Teagan Croft como Ravena, Ryan Potter como Mutano, Alan Ritchson como Rapina, e Minka Kelly como Columba. E a série deve estrear em agosto, quando o streaming DC Universe for lançado!