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Coringa | Artista faz ilustração de Joaquin Phoenix como o vilão

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Desde que Joaquin Phoenix foi anunciado como o Coringa no filme solo do vilão, várias ilustrações imaginando o ator como o Príncipe Palhaço do Crime tomaram a internet.

Desta vez, o ilustrador português, Tiago Dontrinti, divulgou uma arte sua transformando Phoenix no Coringa. Confira:

Coringa será dirigido por Todd Phillips com roteiro de Scott Silver. O filme está previsto para estrear no dia 4 de outubro de 2019.

DC Filmes | Henry Cavill e Zachary Levi falam quem venceria numa lutra entre Superman e Shazam

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Superman e Shazam já possuem uma história de embates nos quadrinhos e em filmes animados, porém com a chegada de Shazam nas telonas, os atores Henry Cavill e Zachary Levi, em entrevista para o portal Yahoo Entertainment, falaram quem sairia vencedor em um combate entre os super-heróis.

“Shazam é mágica, então acho que somos do time de Shazam”, disse Levi lembrando dos poderes sobrenaturais que seu personagem possui. Cavill também comentou nesse sentido: “Shazam tem mágica, o que, supostamente, falando de quadrinhos, é a fraqueza do Superman, ou, ao menos, ele é mais vulnerável a isso do que à outras coisas.”

Agora se o Batman fosse inserido no combate entre os dois, Cavill comentou como seria:

“Bem, se forem três caras lutando, Batman tem uma chance, porque Shazam e Superman vão focar em lutar um com o outro. Aí que o Batman traz as coisas furtivas dele.”

Henry Cavill concluiu dizendo que dificilmente os dois se enfrentariam já que o Shazam tem o Superman como uma grande ídolo.

 

 

Superman | Alex Ross desenha Tom Welling ao lado de Christopher Reeve

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Alex Ross, através do seu perfil no seu Instagram, divulgou uma arte onde representava o ator Tom Welling ao lado de Christopher Reeve. Confira:

Christopher Reeve imortalizou-se ao interpretar o  Superman nos cinemas. Tom Welling ganhou fama mundial ao viver o jovem Clark Kent em Smallville. Os dois atores chegaram a trabalhar juntos na série, onde Reeve interpretou o Dr. Virgil Swann.

Tom Welling é uma das novidades na edição deste ano da CCXP. O ator estará presente no evento durante os dias 07, 08 e 09 de dezembro.

DC Filmes | Afinal, Dick Grayson está morto ou não?

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Você já deve ter visto que desde ontem vários sites comentaram uma resposta do diretor Zack Snyder dada a um fã a respeito do Robin morto no universo cinematográfico da DC. Não sabia? Calma.

Lembre que em Batman vs Superman: A Origem da Justiça, precisamente na Bat-caverna, Bruce Wayne olha para o traje de Robin queimado e pichado “Ha Ha Ha! A piada é você, Batman”. Qualquer “quadrinheiro’ de longa data sabe que a cena é uma referência ao Jason Todd, que nos quadrinhos foi morto pelo Coringa. Até aí, tudo normal visto que Batman vs Superman nos apresenta um Homem-Morcego mais abatido (ele já estava atuando há 20 anos em Gotham) e depressivo, provavelmente, traumatizado pela perda do Robin. Vinte anos já seria tempo suficiente para os Robins terem tido sua trajetória nesse universo cinematográfico. Mas essa história não acabou por aí.

Morte de Jason Todd nos quadrinhos.

Há alguns meses atrás, Snyder foi questionado por um fã se a identidade do Robin morto era Jason Todd. O diretor respondeu com outra pergunta: “O que te faz pensar que é o Jason Todd?

Chegamos então ao que estava sendo noticiado desde ontem. Questionado por outro fã, a respeito de uma cena deletada de Esquadrão Suicida, onde o Batman dizia “Coringa levou algo importante de mim, agora eu vou tirar alguma coisa dele” se o “algo importante” era Jason Todd. Snyder respondeu que a identidade do Robin morto era Richard [Grayson], o primeiro Robin, que nos quadrinhos se torna o Asa Noturna.

Evidentemente que essa resposta dividiu opiniões. Alguns gostaram e outros odiaram a ideia de Dick Grayson estar morto no universo cinematográfico da DC. Ainda no dia de ontem, Snyder chegou a comentar que estava em seus planos introduzir Carrie Kelley nos cinemas como Robin. A personagem surgiu na graphic novel “O Cavaleiro das Trevas”, de Frank Miller. Segundo o próprio diretor, a personagem seria introduzida como um dos efeitos de “Ponto de Ignição”: Kelley seria a nova Robin e Grayson continuaria morto.

Carrie Kelley

Porém com a má recepção de seus filmes, Zack Snyder foi afastado da DC no cinema. É evidente perceber o peso de sua mão no caminho que os filmes estavam tomando. Desde a desconstrução do Superman em “O Homem de Aço” até a confusão dos bastidores de “Liga da Justiça”, o diretor mostrava que seus planos era levar os personagens da DC para caminhos um tanto quanto distantes e sombrios daquilo que o público esperava ver. Isso não quer dizer que seja ruim, mas acabou sendo.

O detalhe é que nem Batman vs Superman e nem Esquadrão Suicida, em suas versões finais, revelam a identidade do Robin morto, deixando em aberto a possibilidade de qual identidade irá preencher esse óbito. Um filme do Asa Noturna foi anunciado durante esse tempo e o diretor do filme,  Chris McKay, diz que o projeto “vai muito bem, obrigado”. Ponto de Ignição, que chegou a ser anunciado como o filme do Flash, já foi descartado pela Warner. Inclusive o ator Jeffrey Dean Morgan, que interpretou Thomas Wayne em BvS, disse que o filme “não estava mais indo nessa direção e que seria mais uma história de origem do Flash”.

Com a saída de Snyder do controle criativo da DC Filmes, com os anúncios feitos posteriormente e com uma  retomada do projeto cinematográfico pela Warner, podemos perceber que a única coisa que morreu nisso tudo foram os planos do diretor. Para a alegria dos fãs de Dick Grayson.

Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas | Nicolas Cage revela que adorou sua participação no filme

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Em Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas, o ator Nicolas Cage emprestou sua voz ao Superman. No filme, o Homem de Aço chega a repreender os Jovens Titãs para que saibam sobre o que precisam fazer para serem heróis de verdade. Apesar dessa posição mais rígida do super-herói, Cage disse ao USA Today que adorou sua participação no filme.

“Não foi realmente a versão que Tim Burton e eu tínhamos em mente, mas foi tão divertida”, comentou Cage fazendo referência ao filme do Superman no qual iria interpretar o super-herói e Burton iria dirigir. “Foi ótimo”, continuou Cage. “Foi legal estar envolvido em algo que meu filho ama e nós temos que fazer juntos.”

Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas estreia nos cinemas brasileiros no dia 30 de agosto.

Coringa | Bryan Callen entra para o elenco do filme

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Bryan Callen (Se Beber, Não Case) entrou para o elenco do filme solo do Coringa. O ator e comediante comentou sobre a novidade ao participar do podcast The Fighter & The Kid:

“Estou no elenco de Coringa. Me ofereceram um papel. Será divertido, mas creio que será algo de apenas alguns dias. Vou interpretar um dançarino velho, um stripper. Não quero dar detalhes e nem posso, mas tenham certeza de que será bom. Vestirei uma sunga! Mal posso esperar. Tenho muitas ideias sobre isso.”

Coringa será dirigido por Todd Philips com roteiro de Scott Silver. O filme está previsto para estrear em 4 de outubro de 2019.

Preacher | Terceira temporada estreia hoje no Brasil

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O serviço de streaming Crackle vai começar a transmitir os episódios da mais nova temporada de Preacher a partir de hoje (1° de agosto). Nos EUA a terceira temporada estreou em 24 de junho e já está no sexto episódio.

As duas temporadas anteriores também estão disponíveis no serviço. O canal AXN também transmite a série. Aqui você pode conferir o que achamos da primeira temporada. -Clique Aqui-

Preacher | Primeira temporada da série brilha pela ousadia e show de um elenco inspirado

Os fãs ficaram extremamente preocupados com a adaptação de Preacher, a obra está na seleta lista de títulos inadaptáveis. O receio nem recaia sobre as mudanças na transposição para as telas. Basta algumas páginas para sacar que Preacher caberia perfeitamente em uma série. O clima pé na estrada do quadrinho é por si só cinematográfico. O fato complicador sempre foi o conteúdo polêmico. Os criadores Garth Ennis e Steve Dillon conceberam o santo graal da blasfêmia em formato de quadrinhos. Recheado de palavrões, sangue, sexo e degenerados de toda espécie era muito difícil imaginar a história chegando ao grande público sem ser mutilada pela censura. Mas verdade seja dita, a série consegue ser tão visceral e bizarra quanto sua contraparte.

A aclamada série da linha Vertigo narra a história de Jesse Custer, reverendo de uma cidadezinha do interior do Texas que durante uma crise de fé acaba tendo contato com a entidade Gênesis, fruto da união de um anjo com um demônio. Ao se fundir com a criatura, Custer passa a ter contato direto com os mistérios da criação e ao descobrir a verdade sobre Deus ele parte em uma jornada para encontrar pessoalmente o criador e tirar satisfações sobre o destino da humanidade. Em meio a toda bagunça, Jessé reencontra Tulipa, uma antiga namorada e Cassidy, um excêntrico vampiro irlandês.


A adaptação de Preacher também é uma série esquisita, mas de um jeito diferente. Do tipo que quando me perguntam o que achei não sei bem o que dizer. Não dá pra recomendar sem algumas ressalvas, eu nem saberia dizer se faz sentido para quem nunca ouviu falar da série na qual ela se baseia. Para quem já é fã do material como eu, posso dizer que o resultado pode surpreender, mas só por que tenho certeza que ninguém imaginava a obra de Ennis ganhando as telas sem ser descaracterizada.

Bom, vamos com calma, antes que você me deixe aqui falando sozinho vou tentar ser mais claro. Em primeiro lugar preciso confessar: Eu quero gostar de Preacher. Ele é um cara gente boa, do tipo esquisito, mas na medida pra atiçar a nossa curiosidade. É aquele amigo estranho que quando estamos com ele nos perguntamos, mas por que diabos sou amigo desse maluco? Até que de repente acontece alguma parada do tipo uouuu!!! Então a gente lembra o porquê deixamos ele por perto. Porém preciso ser franco aqui, na maior parte do tempo esse maluco é um tanto quanto desnecessário, seja para quem o conhece de outras paradas ou pra quem nunca ouviu falar do sujeito.

Para quem já está familiarizado vai sacar de cara a enrolação do figura. Dez episódios tentando explicar onde esses personagens estavam antes dos acontecimentos da HQ para no fim ficarmos com a impressão de que não fez diferença nenhuma saber disso. Esse prequel muda algumas coisas na relação entre o trio principal, de cara deixa pequenas pistas antecipando coisas que só se esclarecem na últimas edições dos quadrinhos. Essas mudanças, no entanto, são mínimas e no fundo não acrescentam nada de relevante ao material original. A melhor coisa desse material inédito são os personagens novos. A maioria tem arcos divertidos de acompanhar como a relação esquisita entre Donnie, braço direito de Odin Quincannon, e sua esposa Betsy. Os dilemas da rotina da dona de casa dedicada Emily e sua peculiar friendzone com o prefeito. Para termos uma noção do quanto Annville é interessante até os mascotes do time da cidade têm seu arco. Infelizmente todas essas tramas não são aproveitadas como deveriam e no final todas essas histórias são mandadas literalmente a merda.

Bom para quem nunca ouviu falar desse degenerado as coisas se complicam ainda mais. Tente acompanhar a equação: Padre em crise+vampiro+assassina de aluguel+agentes do governo+anjos+empresário inescrupuloso+cowboy+Cara-de-Cu+Deus= Mas puta que pariu o que diabos está acontecendo aqui??? A dificuldade em acompanhar como a série passa de um drama a uma esquete bizarra de Monty Python é compreensível. Complica para isso o fato da própria produção não ter certeza de que tom adotar. Em alguns momentos é extremamente pesada e sombria, como na briga de Jesse com Donnie no banheiro. Em outras trata de coisas pesadas com um sarcasmo cruel, como na morte de uma das garotas de programa. Ok, os quadrinhos também faziam essa salada e alternavam momentos assim o tempo inteiro, o diferencial era a habilidade rara de Garth Ennis em dar veracidade às coisas mais absurdas como misturar Jesus e Marquês de Sade na mesma pessoa. E a série acerta em cheio quando segue os caminhos do mestre e opta pelo sarcasmo, maior qualidade da obra de Ennis, que brilhava ao mirar sua metralhadora de deboche literalmente para deus e o mundo. A briga de Jesse, uma dupla de anjos versus outro ser celestial, que mais parece um Exterminador, é um dos pontos altos da primeira temporada e deveria servir de régua para os produtores guiarem o tom do programa.

Agora você deve estar pensando por que caralhos perderia meu tempo com esse escroto. Bom amigo, se você chegou até aqui acho que posso te chamar assim, vou precisar de seu voto de confiança, vai valer a pena. Em termos de produção a série sabe o que está fazendo. Começando pela fotografia maravilhosa capaz de encontrar beleza até no cu do mundo. Alternando entre tons vivos e coloridos durante o dia que dão aquela cara de cidadezinha do interior, faz tudo parecer bonito e limpinho contrastando com toda a esquisitice que se esconde por trás da aparente normalidade da cidade. A noite as cores são engolidas pelos tons cinzas e depressivos ampliando a sensação de que é hora da perversidade sair debaixo do tapete. A trilha sonora é um personagem a mais na trama, sempre dialogando com as cenas e as situações. Fora isso não é todo dia que ouvimos Cash e Willie Nelson em uma série de TV.

Agora chega a hora de falar da cereja do bolo, o elenco. Aqui está um raro caso em que não dá pra reclamar das escolhas da produção ( desculpe haters não vai ser dessa vez). Dominic Cooper, Ruth Nega e Joseph Gilgun estão perfeitos como Jesse, Tulipa e Cassidy respectivamente. Os três nitidamente compraram a história e toda sua maluquice e estão totalmente entregues aos personagens desde primeiro minuto. A primeira aparição de Gilgun no papel do vampiro Irlandês é insana, envolve uma briga contra caçadores de vampiros em um avião e termina com um deles servindo de filtro de sangue para matar a sede da criatura. O ator entrega um Cassidy escarrado das páginas dos quadrinhos. A aparência permanentemente chapada do personagem parece esconder a verdadeira natureza do bebedor de sangue, em meio aos trejeitos e o sotaque maluco, o ator consegue deixar escapar pequenas pistas de que há muito mais ali dentro do que só a completa falta de interesse pelo mundo. Jesse é a personificação do dilema que vive, sempre entre a cruz e a espada. Essa primeira temporada exige bastante de Cooper que transparece a luta interna de Jesse contra sua própria natureza e a dificuldade que ele tem de aceitar a si mesmo (o ator acabou queimando a língua de muita gente, que o achavam almofadinha demais para o papel). A Tulipa de Ruth Nega é exatamente como sua contraparte nas HQs, resumindo um mulherão da porra, dura, briguenta e porra louca. Seu único ponto fraco é seu amor, parece clichê, mas Ruth Nega segura muito bem a peteca e faz com que mesmo nas cenas em que a personagem abaixa a guarda, a atriz não nos deixa esquecer que ela ainda é capaz de fazer uma bazuca com latinhas de comida em conserva. Os elogios ao elenco principal podem ser estendidos a praticamente todo elenco. Com destaque para Jackie Earle Haley que aparece como o inescrupuloso Odin Quincannon e rende momentos hilários como a reunião com um grupo de ecologistas. Outros que aparecem muito bem são a dupla Anatol Yusef e Tom Brooke, que interpretam uma dupla de anjos responsáveis por cuidar da entidade Gênesis. Os dois atores em cena tem um jeito estranho e engraçado de se comportar e a todo tempo ficamos com a impressão que apesar da aparência ali não são humanos, mas alguma coisa tentando se passar por gente.

Acho que a esta altura você deve estar achando que estou te enrolando certo? Certo, preciso confessar: Sim, estou tentando te empurrar uma parada que nem eu sei se é tudo isso. E porque faço isso? Vamos lá, olhe nos olhos desse carinha. Diz para mim se ele não tem potencial? Hoje ele pode ser só um doidinho confuso, mas ele vai chegar lá, eu sinto que vai. Só de ver uma série que apesar dos erros manteve o espírito de Preacher ganhar as telas, já temos um mérito aí. Ver uma obra controversa como está sendo representada por ótimos atores e com uma produção dessas é do caralho. O maior erro de toda adaptação não são as mudanças, estas são necessárias afinal adaptar exige modificar. O erro estar em negligenciar e desrespeitar o espírito do material original. Em não entender sua alma e achar que sabe fazer melhor. Via de regra os produtores engravatadinhos são um bando de escrotos que deveriam manter suas mãos gananciosas longe de histórias com culhões. Mas este obviamente não é o caso aqui, pois Evan Goldberg, Seth Rogen e Sam Caitlin pegaram o espírito da coisa, eles não são Garth Ennis e Steve Dillon, mas pegaram o jeito. Afinal como diria Cassidy;

Então é isso, espero ver vocês na próxima temporada.

#CCXP2018 | Gabriel Picolo, Bilquis Evely e mais artistas da DC confirmados no evento

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A CCXP anunciou quatro artistas da DC Comics para o evento deste ano, e os DCnautas já estão animados e se preparando para encontrar os ídolos!

O brasileiro Gabriel Picolo, que foi contratado recentemente pela editora para o selo DC Ink, estará presente nos quatro dias de evento com uma mesa no Artists’ Alley e também participará de painéis especiais. Lembrando que ele ficou conhecido por fazer artes com os Jovens Titãs modernos.

A quadrinista Bilquis Evely também estará na CCXP 2018, mas apenas nos dias 8 e 9 de dezembro. A brasileira trabalhou em grandes projetos da DC como BombshellsSugar & SpikeBatman Annual 2016 Mulher-Maravilha. E atualmente ela é a ilustradora de The Sandman Universe – The Dreaming. Bilquis participará de sessões de autógrafos e painéis.

Quem também está com presença confirmada é Tom Grummet! O escritor e desenhista vai marcar presença em todos os dias da CCXP, com uma mesa no Artists’ Alley, e também vai participar de painéis e da comemoração dos 80 anos do Superman. Isso porque ele foi o responsável, entre outros trabalhos, pela saga Morte e Retorno do Superman.

Peter Milligan é outro artista que vai animar os fãs da DC no evento. Ele é bastante conhecido por seu trabalho com Hellblazer Homem-Animal, e ele estará no Artists’s Alley e participará de painéis especiais.

A CCXP 2018 acontece de 6 e 9 de dezembro e os ingressos já estão sendo vendidos no site oficial do evento. E a agenda completa de cada um dos artistas estará disponível em breve.

Noites de Trevas: Metal | Panini anuncia como publicará os tie-ins da saga no Brasil

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Já está em publicação no Brasil a saga “Noites de Trevas: Metal“. Uma das dúvidas dos leitores era como seria a publicação das edições tie-ins do evento. Através de seu hotsite, a Panini respondeu tal questão. Confira o anúncio:

“Gotham resiste!

Para quem estava doido pra saber como seriam lançados os tie-ins de Noites de Trevas: Metal, vamos agora a maiores detalhes sobre o primeiro deles… A Resistência de Gotham!

O crossover que envolve Jovens Titãs, Esquadrão Suicida, Asa Noturna e Arqueiro Verde sairá em agosto no especial Batman: Metal Especial 1(formato americano, capa cartão, miolo LWC, 100 páginas, R$ 17,90), que lançará por aqui as histórias originalmente publicadas em Teen Titans 12, Nightwing 29, Suicide Squad 26 e Green Arrow 32.

O arco mostra, como já diz o nome, como as forças heróicas restantes da cidade do Batman vão tentar se organizar para resistir ao Batman Que Ri e seus Cavaleiros das Trevas. E não bastasse essas terríveis ameaças vindas do Multiverso das Trevas, a Resistência ainda precisará encarar versões tenebrosas dos inimigos do Homem-Morcego!

Quem vai viver? Quem vai morrer? Quem vai se voltar contra seus amigos?! Descubra muito em breve!”