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    Monstro do Pântano | Maria Sten irá interpretar Liz Tremayne na série

    A atriz Maria Sten, que esteve em filmes como Straight Outta of Compton, irá interpretar a jornalista sensacionalista Liz Tremayne na série Monstro do Pântano. A personagem investiga a misteriosa morte do casal Alec e Linda Holland.

    Baseado nas histórias de Len Wein e Nernie Wrighston, Monstro do Pântano terá seu roteiro escrito por Mark Verheiden e Gary Dauberman, enquanto a produção fica por conta da Atomic Monster, produtora do diretor James Wan, que esta na produção executiva ao lados dos dois roteiristas e Michael Clear. A direção do episódio piloto esta a cargo de Len Wiseman, responsável pela franquia Anjos da Noite.

    O seriado irá ser lançado em 2019 junto com o serviço de streaming DC Universe, que já anunciou as série Titãs, Arlequina e uma nova temporada de Justiça Jovem.

    Arrow | Ator revela retorno de vilão para a próxima temporada

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    Arrow está voltando para as telinhas, e a cada dia que se aproxima da estreia da nova temporada, novas informações chegam para os fãs. A novidade dessa vez é o retorno do vilão Derek Sampson. O anúncio foi feito no Instagram do ator Cody Rhodes, que postou uma foto onde mostra que pintou o seu cabelo para reviver o personagem. Em Arrow, Rodhes vive Derek Sampson, um gangster que ganhou os poderes de regeneração e de não sentir mais dores. Atualmente Derek encontra-se preso, após ser pego pelo Arqueiro Verde na última temporada.

    Quem também está na prisão é Oliver Queen, que se entregou para a polícia no final da sexta temporada. O trailer da nova temporada mostra Oliver vivendo durante esses cinco meses em que esteve na cadeia, e vemos que o vigilante de Star City está com um semblante mais sombrio.

    Arrow retorna para a televisão no dia 15 de outubro, no canal The CW, nos Estados Unidos. No Brasil a série é exibida pelo canal pago Warner.

    Injustice 2 | Brasileiro KillerXinok conquista etapa da Liga Latina do game

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    Durante a Game XP, realizada no Rio de Janeiro, o player brasileiro Bruno “KillerXinok” levou para casa o título da etapa nacional da Liga Latina de Injustice 2, que reuniu os melhores jogadores após seletiva online durante o mês de agosto.

    A trajetória de KillerXinok e o seu Flash no Game Park no último sábado (8) não foi das mais tranquilas, com derrota em combate contra Wellington “Konqueror” a campanha foi de recuperação dentro da repescagem. Daí em diante KillerXinok precisou superar todos seus adversários e inclusive uma revanche contra o Lanterna Verde de “Konqueror”, guardando ainda mais emoção para a grande final, muito disputada contra o Ciborgue de Dark Michael 666, vencida apenas no match point.

    Com a conquista, KillerXinok garantiu o troféu da competição, o prêmio de R$ 7 mil e a vaga para as finais da Liga Latina de Injustice 2, também cedida ao vice-campeão Dark Michael 666, Competição acontece no dia 28 de setembro, na Cidade do México.

    Lanterna Verde | Grant Morrison pretende expandir os poderes do anel

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    Como se sabe, Grant Morrison e Liam Sharp assumirão a nova revista do Lanterna Verde, e existe muita expectativa sendo criada para a mesma. A história que pretendem contar irá em direção oposta do longo run de Geoff Johns. Ao invés de sagas cósmicas gigantes envolvendo todo o universo, Morrison dará um foco na carreira de policial do espaço de Hal Jordan. Em entrevista para a revista DC Nation, ele revelou algumas ideias de expansão dos poderes do anel; ele quer que eles sejam muito mais do que criadores de construtos de energia.

    “(O anel) não faz apenas construtos, pois ele é até certo ponto um anel de desejo mágico e pode fazer quase tudo. Existem diferentes tipos de raios, e diferentes tipos de coisas que podem ser feitas, que não dependem necessariamente de construir formas tridimensionais.” disse o autor à revista.

    Anéis de Lanternas Verdes algumas vezes exibiram poderes além das construções de energia. O anel do Lanterna Verde original, Alan Scott, foi retratado em histórias da Era de Ouro com uma variedade de habilidades incluindo encolhimento, permitir a travessia de paredes, invisibilidade, entre outros.

    A revista O Lanterna Verde (The Green Lantern #1) tem previsão de estréia para novembro deste ano, nos EUA.

    PS: Expectativa está lá em cima. In Morrison we trust.

    Monstro do Pântano | Atriz de Gotham estará na nova série do DC Universe

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    A atriz Crystal Reed, que interpretou Sofia Falcone, estará em outra série da DC. Ela se juntou ao elenco de Monstro do Pântano, projeto do streaming DC Universe. A informação é do portal Deadline, e ela será a protagonista Abby Arcane.

    Baseado nas HQs de Len Wein e Nernie Wrightson, a trama acompanhará Abby Arcane, uma pesquisadora da Coordenadoria de Controle de Doenças que precisa investigar um vírus originado de um pântano em Houma, Louisiana, com a ajuda do cientista Alec Holland. Quando Holland some misteriosamente, a cidade é então tomada por forças poderosas com o objetivo de explorar as peculiaridades do pântano, o que faz Arcane perceber que talvez seu colega e interesse romântico não tenha desaparecido – e sim se tornado um protetor monstruoso.

    O projeto será roteirizado por Mark Verheiden (ConstantineAsh vs. Evil Dead) e Gary Dauberman (It: A Coisa), com produção pela Atomic Monster, a produtora de James Wan (Invocação do Mal). Wan assumirá a produção executiva ao lado de Verheiden, Dauberman e Michael Clear (Quando as Luzes se Apagam).

    A série de TV do Monstro do Pântano é prevista para 2019 e será lançada no DC Universe, serviço de streaming da DC que também terá seriados dos Novos TitãsArlequina e Justiça Jovem.

    Raio Negro | Tobias Whale estará de volta na segunda temporada da série

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    A segunda temporada de Raio Negro teve uma nova foto divulgada pelo portal TV Line que apresenta o vilão Tobias Whale (Marvin “Krondon” Jones III). Confira:

    A segunda temporada de Raio Negro estreia no dia 9 de outubro nos Estados Unidos. No Brasil, o serviço de streaming Netflix se encarrega da transmissão.

    Superman | Diretor de God of War comenta como faria um possível jogo do Homem de Aço

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    Qual é o fã do Homem de Aço que já não desejou um jogo do super-herói semelhante à franquia “Arkham”, de Batman? Imagine o quão épicas seriam as missões que exigissem a vastidão de superpoderes do azulão para completá-las… Seriam feixes de luz saindo pelos olhos e super-socos distribuídos por aí a rodo!

    E sabemos que, quanto mais especulado é um assunto, maiores são as chances de as produtoras pensarem com carinho no desenvolvimento de um filme, uma série e, por que não, um game. Foi Cory Barlog, diretor de God of War, quem trouxe a pauta à tona, ao divulgar, em um painel da PAX WEST, como ele faria um jogo do Superman se tivesse a oportunidade.

    Para ele, Superman é um herói pronto, perfeito e cuidadoso, idealizado para inspirar e, portanto, que não comete falhas. Sua ideia é justamente desconstruir essa visão prefixada, e colocar o jogador na pele de um Clark Kent que ainda está descobrindo seus superpoderes.

    A ideia disso é que, conforme você começa o terceiro ato do jogo, você percebe que, como Superman, a força bruta, a ideia de constantemente tentar salvar cada indivíduo, não é algo que está funcionando. Você precisa descobrir uma maneira diferente de fazer isso, porque o principal objetivo do jogo, psicologicamente, é manter algum tipo de sanidade, e realmente tentar e salvar todo mundo. É algo incrível, idealizado e fantasioso, mas basicamente impossível”, diz Barlog.

    Sem ter desenvolvido sequer a capacidade de voar, Barlog criaria situações decisivas para o personagem que, conforme descobre a grandeza de seus poderes, também tem de lidar com suas limitações e o fato de não ser capaz de salvar absolutamente todo mundo.

    Os jogadores teriam de decidir salvar um cidadão ou outro, e essa seria a principal dificuldade do jogo, pois testa o psicológico do herói e do próprio jogador.

     

    Shazam | Geoff Johns comenta sobre o que podemos esperar do filme inspirado na HQ dos Novos 52

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    O diretor David F. Sandberg já divulgou que o filme Shazam! será uma adaptação cinematográfica divertida dos quadrinhos do herói. Ainda que sem “sacadinhas rápidas”, como o próprio diretor definiu, o longa promete ser o lançamento leve e divertido do catálogo da DC Comics nos cinemas.

    Recentemente, durante a San Diego Comic Con, foi a vez de Geoff Johns fazer uma declaração sobre o filme. Segundo ele, o nova longa da DC seguirá o ritmo original do quadrinho que introduz o leitor às aventuras de Billy Batson, o alter-ego do herói.

    O filme que nós produzimos é muito interessante – e Henry Gayden fez um ótimo trabalho naquele roteiro – ele traz muito do que Gary Frank e eu fizemos em Shazam. Então nós colocamos no filme, e agora ele está se alimentando dos quadrinhos. Os dois meio que alimentam um ao outro. Eles todos vivem no mesmo local tonal. E as crianças que nós introduzimos estão no filme também”, disse Geoff Johns.

    A HQ que o roteirista se refere é Shazam! Com uma palavra mágica, publicada em parceria com o desenhista Gary Frank em 2013, durante a fase dos Novos 52 da DC, que reformulou o personagem e o tornou mais popular entre os leitores.

    Alguns dos eventos já revelados no trailer do filme são cenas idênticas à narrativa de Johns – como a cena do metrô que se transforma em portal para levar Billy ao encontro com o Mago Shazam; e a própria caracterização do personagem, que apresenta um capuz junto do uniforme do herói, visual idealizado por Frank.

    Shazam! chega aos cinemas em abril de 2019 e conta com Asher Angel e Zachary Levi interpretando o herói.

    Superman | Deborah Sampson, Maria Quitéria e Maria Felipa: as mulheres na história

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    Depois de enfrentar ameaças cósmicas e apocalípticas, Superman e família resolvem tirar umas “férias”. Aproveitando o feriado de 4 de julho, Clark e Lois conduzem o filho Jonathan em uma viagem que passa por diversos pontos turísticos e históricos dos Estados Unidos. A viagem ao passado se torna um resgate da memória daqueles que lutaram por seus ideais e que acabaram caindo no esquecimento. Não é surpresa quando tais figuras se tratam de mulheres.

    O roteiro de Peter Tomasi e Patrick Gleason é um fôlego após tantas ameças que a superfamília enfrentou, mas não menos empolgante. O arco publicado aqui no Brasil pela Panini na edição #15 de Superman é um convite para um estudo e descobertas das figuras femininas que atuaram e se destacaram na história.

    Durante a viagem, a família Kent para no Cemitério Rock Ridge, localizado na região onde ocorreu uma das batalhas campais mais sangrentas de toda Guerra Civil Americana, em Gettysburg, na Pensilvânia. No cemitério, Lois leva Jonathan até o túmulo de Deborah Sampson e conta sua história:

    “Ela se disfarçou de homem e lutou durante um ano e meio com a Exército Continental contra os ingleses. Deborah tinha 1,79 m e se alistou na Companhia de Infantaria Leve do Quarto Regimento de Massachusetts. Ajudou a fornecer cobertura ao flanco, além de assumir deveres de reconhecimento de território. Numa batalha foi ferida nas duas pernas e, antes que o médico pudesse examiná-la, fugiu pra ninguém descobrir que não era homem.

    Ela retirou uma das balas de mosquete com um canivete e uma agulha de costura. A outra estava funda demais, então deixou lá e prosseguiu na luta. Deborah foi ferida de novo um ano depois, mas dessa vez um médico descobriu sua identidade. Em vez de ser repreendida, foi exonerada com honras em 1783.

    Mas continuou lutando, dessa vez pelo seu pagamento e sua pensão, que o exército reteve porque ela era uma mulher. Peticionou ao congresso duas vezes e finalmente ganhou os 1536 dólares que o país lhe devia.”

    Deborah Sampson

    Ao ler sobre a história de Deborah Sampson em “Superman #15”, relacionei sua trajetória com a de outras mulheres que seguiram o mesmo caminho. Romperam com convenções de sua época e mostraram valentia e bravura num universo exclusivamente masculino. Você pode até pensar na Mulan do filme da Disney, onde a heroína se veste de guerreiro para enfrentar o exército huno que ameaça invadir a China. Porém, não fui muito longe. Aqui mesmo no Brasil, temos a história de mulheres que se assemelha a de Deborah Sampson. Estou falando de Maria Quitéria e Maria Felipa.

    Maria Quitéria de Jesus nasceu no dia 27 de julho de 1792, no arraial de São José de Itapororocas, Bahia. Filha de Gonçalo Alves de Almeida, Maria Quitéria perdeu a mãe aos 10 anos e a relação com sua segunda madrasta não era nada harmônica. A menina passava a maior parte de seus dias fora de casa. Aprendeu a montar cavalo, manejar armas e pescar. Um comportamento que fugia aos padrões impostos as mulheres da época.

    No dia 7 de setembro de 1822, D. Pedro, com o “Grito do Ipiranga”, proclamava a independência do Brasil. Porém até o reconhecimento formal desse novo status político do país, o primeiro imperador do Brasil contou com o desafio de manter a unidade territorial portuguesa na América intacta.

    Algumas províncias não quiseram aderir a independência. Cisplatina, Bahia, Piauí, Maranhão e Grão-Pará, onde se registrava grande concentração de portugueses, queriam continuar a manter os laços com Portugal. Coube a D. Pedro I combater essa resistência e providenciou a compra de armas e navios, contratou mercenários estrangeiros e recrutou tropas nacionais.

    Em 1822, o Conselho Interino da Bahia passou a recrutar voluntários para as forças de apoio a Independência. Quando mensageiros chegaram a fazenda de Gonçalo Alves, o pai de Maria Quitéria não quis se envolver no conflito de forma alguma. Porém sua filha demonstrou grande interesse pela proposta. Quitéria pediu permissão ao pai, que negou.

    Mas Maria Quitéria estava disposta a participar das forças voluntárias pró-independência e com a ajuda de sua irmã, Tereza Maria, e seu cunhado, José Cordeiro Medeiros, ela pegou o uniforme dele, cortou os cabelos e se apresentou como homem ao Exército. Quitéria se alistou como o soldado Medeiros e fez parte do batalhão “Voluntários do Príncipe Dom Pedro”.

    Após duas semanas, o pai de Maria Quitéria descobriu que a filha havia se alistado e delatou a situação ao major Castro e Silva, comandante da divisão. Porém, Quitéria já era conhecida por seus esforços no Exército, ganhou fama entre os militares por sua bravura, manejo com armas e assim, o major Castro e Silva não aceitou seu desligamento do Exército.

    Maria Quitéria de Jesus Medeiros. Domenico Failutti. 1920.

    Após ser descoberta e permanecer no Exército, Maria Quitéria passou a usar seu nome verdadeiro, trocou as vestes masculinas por saias e adereços. Inspirou outras mulheres a segui-la e formaram um grupo comandado pela própria Quitéria. Pela gola verde que usavam no uniforme, ficaram conhecidos como “Batalhão dos Periquitos”.

    No batalhão, Maria participou de batalhas como na defesa da Ilha da Maré e na Barra do Paraguaçu, na Bahia, onde liderando um pelotão de mulheres impediu o desembarque de tropas de Portugal.

    Em julho de 1823, com a derrota das tropas portuguesas na Bahia, Maria Quitéria foi promovida a cadete e reconhecida como heroína da independência. Foi homenageada pelo próprio D. Pedro I ao dar a ela o título de “Cavaleiro da Ordem Imperial do Cruzeiro”.

    Após o fim das guerras pela independência, Maria Quitéria retornou para casa e D. Pedro, a pedido de Quitéria, escreveu a Gonçalo reconhecendo sua importância para o Brasil e pedindo que perdoasse a fuga da filha.

    Maria Quitéria casou-se com Gabriel Pereira de Brito com quem teve uma filha, Luísa Maria da Conceição. Ao ficar viúva, mudou-se para Feira de Santana. Em 1834, foi para Salvador e faleceu no dia 21 de agosto de 1853, no anonimato. Ela foi enterrada na Igreja Matriz do Santíssimo Sacramento, na capital da Bahia.

    100 anos após sua morte, o Exército Brasileiro resolveu homenageá-la: decretou que seu retrato estivesse presente em todas as repartições e unidades do Exército.

    Estátua em homenagem a Maria Quitéria, na Bahia.

    Maria Quitéria de Jesus foi a primeira mulher a fazer parte do Exército Brasileiro. Tornou-se heroína da Independência do Brasil e símbolo da emancipação feminina. Mas não somente Maria Quitéria merece destaque nesse conflito. Entre as várias mulheres que lutaram contra os portugueses também é importante evocar o nome de Maria Felipa.

    Pescadora, marisqueira que morava na Ponta das Baleias (Bahia), Maria Felipa era uma mulher negra que organizou  resistência contra as tropas portuguesas. Felipa liderou mulheres e homens de origens distintas: índios, negros, pobres e trabalhadores.

    Fortificou praias, construiu trincheiras e enviou suprimentos para o Recôncavo. Maria Felipa junto com o povo chegou a queimar quarenta navios portugueses. Como armas usavam seus instrumentos: facas de cortar baleias ou peixeiras, assim também como pedaços de pau e galhos com espinhos. “As mulheres seduziam os portugueses, levavam pra uma praia, faziam com que eles bebessem, os despiam e davam uma surra de cansanção”, conta a historiadora Eny Kleyde Farias, no livro Maria Felipa de Oliveira: heroína da independência da Bahia (2010).

    A história de Maria Felipa estava fadada ao esquecimento se não fosse a ação dos moradores de Itaparica. A população incluiu o nome dela em um monumento entre os heróis da independência.

    “Nós tivemos a ousadia, tomamos a liberdade e contratamos um calígrafo que fez uma letra rigorosamente igual à que está lá e acrescentou o nome de Maria Felipa entre os nossos heróis”, confessa, aos risos, o pesquisador Augusto Albuquerque, morador de Itaparica.

    As trajetórias de vida de Maria Quitéria e Maria Felipa, assim como a de Deborah Sampson, se somam a tantas outras trajetórias de mulheres que romperam com as convenções de suas épocas e se destacaram em ambientes destinados apenas ao homens.

    É interessante uma reflexão desse tipo em uma história vindo das páginas de Superman. Pois tanto Deborah Sampson quando Maria Quitéria e Maria Felipa, em sua valentia, bravura e enfrentamento as convenções, nos lembra Lois Lane, personagem de destaque no universo do Homem de Aço que completa em 2018 seus 80 anos.

    Ao saber sobre Deborah Sampson, John Kent questiona ao pai porque ele nunca tinha ouvido falar sobre ela nas aulas de história. Pergunto o mesmo em relação a Maria Quitéria e Maria Felipa. Como professor de História, tanto Quitéria quanto Felipa ganham seus espaços em minhas aulas, mesmo que o livro didático sequer lembre delas. Não se trata apenas de destacar o papel das mulheres na história, mas sim de justiça e resgate da nossa memória.

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    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

    GOMES, Laurentino. 1822: como um homem sábio, uma princesa triste e um escocês louco por dinheiro ajudaram D. Pedro a criar o Brasil, um país que tinha tudo para dar errado – Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2010.

    TOMASI, Peter J. & GLEASON, Patrick. Superman 15 – “Superman 27-28”. Editora Panini, 2018.

    RUY, Carlos José. As Mulheres na Guerra pela Independência. Portal Vermelho. 2016. Disponível em: <https://www.vermelho.org.br/noticia/283127-1> Acesso em: set. 2018.

    PACHECO, Clarissa. Quase um século depois, moradores de Itaparica incluem o nome de Maria Felipa entre os heróis. Geledés. 2017. Disponível em: <https://www.geledes.org.br/quase-um-seculo-depois-moradores-incluem-nome-de-maria-felipa-entre-os-herois/> Acesso em: set. 2018.

    Maria Felipa, a Heroína negra da Independência. Os Heróis do Brasil. Disponível em: <https://osheroisdobrasil.com.br/herois/maria-felipa-a-heroina-negra-da-independencia/> Acesso em: set. 2018.

    JÚNIOR, Demercino José Silva. Maria Quitéria. Mundo Educação. Disponível em: <https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/historiadobrasil/maria-quiteria.htm> Acesso em: set. 2018.

    Deborah Sampson (1760-1827). National Women’s History Museum. 2015. Disponível em: <https://www.womenshistory.org/education-resources/biographies/deborah-sampson> Acesso em: set. 2018.

    The Batman | Joe Manganiello confirma informação sobre o roteiro de Ben Affleck

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    Na última terça-feira o diretor de animações da DC Comics, Jay Oliva, postou em seu twitter um elogio a respeito do roteiro que havia escrito por Ben Affleck para o filme solo The Batman.


    No dia seguinte Joe Manganiello, que participou em uma cena pós-créditos de Liga da Justiça como o Exterminador e irá estrelar um filme solo do personagem, respondeu a publicação com um sinal positivo. Segundo os rumores a respeito do roteiro, o Exterminador seria o vilão do filme The Batman com direção e roteiro de Ben Affleck.

    Após alguns meses Matt Reeves assumiu a direção do filme e segue trabalhando em um novo roteiro que só deve ser entregue em 2019. O longa ainda não tem previsão de estreia.