O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
A DC Comics enfrenta menos uma saturação de super-heróis e mais a perda do privilégio cultural automático, precisando voltar a criar narrativas que justifiquem atenção num ecossistema onde os jovens escolhem por interesse imediato, não por legado.
Sebastian Stan pode interpretar Harvey Dent, o vilão Duas-Caras, em The Batman Parte II, com relatos apontando o ator como escolha ideal para trazer complexidade emocional ao personagem.
A série Batman de 1966 enfrentou um dos piores testes de audiência da história da ABC, mas transformou seu estilo campy e vibrante em um sucesso cultural que resgatou o personagem e influenciou toda a percepção dos super-heróis na TV.
O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
52 é considerada a HQ mais ambiciosa da DC Comics por sua publicação semanal, foco em personagens secundários e uma narrativa que redefiniu o conceito de universo compartilhado.
James Gunn confirmou Senhor Milagre como parte do DCU. O herói será um dos mais poderosos do novo universo e pode introduzir personagens centrais dos Novos Deuses, incluindo Darkseid. A série animada ainda não tem data de lançamento.
Os criadores de Aztec Batman: Clash of Empires comentaram sobre a possibilidade de uma sequência do filme animado, afirmando que existem ideias e espaço narrativo para continuar a história do Batman em um universo alternativo.
A vencedora EGOT, Viola Davis, tem seu retorno confirmado no DCU como a protagonista da série spin-off Waller, que ainda não possui previsão de estreia.
O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
A DC Comics enfrenta menos uma saturação de super-heróis e mais a perda do privilégio cultural automático, precisando voltar a criar narrativas que justifiquem atenção num ecossistema onde os jovens escolhem por interesse imediato, não por legado.
Sebastian Stan pode interpretar Harvey Dent, o vilão Duas-Caras, em The Batman Parte II, com relatos apontando o ator como escolha ideal para trazer complexidade emocional ao personagem.
A série Batman de 1966 enfrentou um dos piores testes de audiência da história da ABC, mas transformou seu estilo campy e vibrante em um sucesso cultural que resgatou o personagem e influenciou toda a percepção dos super-heróis na TV.
O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
52 é considerada a HQ mais ambiciosa da DC Comics por sua publicação semanal, foco em personagens secundários e uma narrativa que redefiniu o conceito de universo compartilhado.
James Gunn confirmou Senhor Milagre como parte do DCU. O herói será um dos mais poderosos do novo universo e pode introduzir personagens centrais dos Novos Deuses, incluindo Darkseid. A série animada ainda não tem data de lançamento.
Os criadores de Aztec Batman: Clash of Empires comentaram sobre a possibilidade de uma sequência do filme animado, afirmando que existem ideias e espaço narrativo para continuar a história do Batman em um universo alternativo.
A vencedora EGOT, Viola Davis, tem seu retorno confirmado no DCU como a protagonista da série spin-off Waller, que ainda não possui previsão de estreia.
A plataforma de streaming DC Universe divulgou um vídeo inédito da segunda temporada da série animada da Arlequina. Confira:
Na série animada da Arlequina, a protagonista é dublada pela atriz Kaley Cuoco, sempre lembrada por The Big Bang Theory.
Na nova temporada teremos as chegadas das vozes de Alfred Molina como Sr. Frio, Wayne Knight como Pinguim e Sanaa Lathan como Mulher-Gato.
O elenco de Arlequina conta ainda com Lake Bell, Diedrich Bader, Alan Tudyk, Rahul Kohli, Christopher Meloni, Tony Hale, Ron Funches, Wanda Sykes, Natalie Morales, Jim Rash, Giancarlo Esposito, Jason Alexander e J.B. Smoove.
A nova temporada contará com 13 episódios e estreia no dia 3 de abril, no streaming DC Universe.
Começando em junho, uma nova escritora assume as revistas mensais da Princesa Amazona.
Mariko Tamaki, que possui experiência com outra super heroína, embarca de cabeça nas próximas edições mensais da Mulher-Maravilha. A escritora revela ao THRque a guerreira de Themyscira sempre foi uma de suas personagens favoritas quando era pequena.
“A Mulher-Maravilha foi a heroína com quem eu cresci, sua armadura era o meu cosplay favorito para usar na sala de casa quando era criança. Eu sempre quis um laço dourado e um jato invisível e agora sinto que, escrevendo ‘Mulher-Maravilha’, estou um passo mais perto de conseguir. “
Responsável pela saga ‘Supergirl: Being Super‘ em 2018, Tamaki afirma estar vivendo seu sonho, e assumindo na edição de #759, a autora toma como desafio trazer o retorno de um vilão complicado e polêmico no histórico da personagem: Maxwell Lord.
Pedro Pascal como Maxwell Lord em Mulher-Maravilha 1984
O retorno do vilão não é por acaso, sua participação misteriosa no próximo grande lançamento da DC nos cinemas, em ‘Mulher-Maravilha 1984‘, tem chamado bastante atenção para o personagem, o momento não seria mais certeiro.
“Escrever quadrinhos é praticamente um emprego dos sonhos pra mim, ponto final” finalizou a artista.
O trabalho de Mariko começará no dia 10 de junho, com a edição #759 da heroína chegando em lojas físicas e digitais, os dois primeiros capítulos serão ilustrados por Mikel Janín, que trabalhou em recentes edições do Batman, e com capas de David Marquez, que desenhou em ”Batman/ Superman.”
Conforme o Full Circle Cinema, uma suposta imagem das gravações de Space Jam 2 podem incluir personagens clássicos da Warner Bros. como o Coringa, Máscara de Jim Carrey e muitos mais no novo filme.
A sequência com o astro da NBA, Lebron James, pode levar as telas mais do que os tradicionais Looney Tunes. Imagens do filme surgiram no Instagram, apresentando vários ícones da cultura pop da Warner. Embora as imagens sejam convincentes, ainda não é possível confirmar a veracidade do vazamento. Confira abaixo:
Não está claro se os atores originais, como Jim Carrey ou Jared Leto, voltarão para retratar seus icônicos personagens na trama. Nenhuma confirmação oficial foi divulgada pelo estúdio, por isso, tratamos apenas como rumor.
Estrelado por Lebron James, Space Jam 2 será lançado em 16 de julho de 2021.
Finalmente a edição de Geoff Johns e Jason Fabok “Batman: Three Jokers #1” ganhou sua data de lançamento. Essa será a primeira edição de três. Confira a sinopse abaixo:
“Depois de anos de antecipação, uma história épica está finalmente chegando: Descubra por que existem três Coringas e o que isso significa para uma batalha de décadas entre Cavaleiro de Trevas e o Palhaço Príncipe do Crime. Nesta história emocional e poderosa, Batman, Batgirl e Capuz Vermelho – todas as ameaças passadas de Coringa – trabalham juntos para resolver um mistério diferente de tudo que já enfrentaram antes!”
Three Jokers é uma história que já dura mais de quatro anos, pois as sementes foram plantadas pela primeira vez em Liga da Justiça nº 42 por Johns e Fabok em junho de 2015. Nessa edição, Batman usou os poderes recém-adquiridos do Trono Mobius para fazer duas perguntas: Quem realmente matou seus pais e qual era o nome verdadeiro do Coringa? No entanto, oito meses depois – no dia em que a Liga da Justiça nº 50 e o Universo DC: Rebirth # 1 chegaram as bancas – finalmente conseguimos nossa resposta sobre o que o Trono Mobius disse a Batman: “Existem três”.
Confira a declaração de Johns:
“O mundo não precisa de mais uma história entre Batman e Coringa. Uma das razões pelas quais nunca fiz uma antes é porque existem tantas incríveis, então eu só faria uma se fosse diferente, surpreendente e focasse no Coringa e em seu significado e efeito no Batman. Não estamos apresentando um multiverso de Coringas, não queremos mudar esses personagens para sempre, mas estamos revirando algumas pedras sobre esses personagens e seus relacionamentos.”
“Isso remonta ao começo quando o Batman encontrou o Coringa pela primeira vez, mas também é sobre “Piada Mortal” e “Morte em Família” que fala com o livro e com o que estamos construindo emocionalmente”, diz Geoff Johns.
“Barbara e Jason passaram por tantas coisas, como Bruce, e estão realmente focados na cura, em cicatrizes e feridas e no que isso faz com alguém. Se você sofre algum trauma, não se limita a seguir em frente e segue em frente com sua vida, isso muda quem você é. Às vezes, você muda para melhor, às vezes, muda para pior. Você pode curar certo, e você pode curar errado. É sobre isso que trata o livro: Curar certo, curar errado e sobreviver. “ conclui Johns.
Confira a prévia:
“Batman: Três Coringas” chegará em 17 de junho nos EUA pelo selo DC Black Label. Sem previsão de lançamento para o Brasil.
No dia 29 de abril, a DC celebrará o 80º aniversário do Coringa com um marco único, a edição “The Joker 80th Anniversary 100-Page Super Spectacular #1″. Desde sua primeira aparição em abril de 1940, o Coringa se tornou um dos personagens mais emblemáticos e atraentes dos quadrinhos e de toda a cultura popular.
Enquanto o Coringa marca oito décadas de loucura, os fãs podem comemorar com uma HQ de tributo que conta com histórias de Brian Azzarello, Lee Bermejo, Paul Dini, Denny O’Neil, Scott Snyder, Tom Taylor e Jock. , José Luis García-López, Mikel Janín, James Tynion IV, Riley Rossmo e muito mais. Confira as capas da edição:
“The Joker 80th Anniversary 100-Page Super Spectacular #1″, com 80 páginas, apresentará variantes da década por:
1940s capa variante de Arthur Adams
1950s capa variante de David Finch e Steve Firchow
1960s capa variante de Francesco Mattina
1970s capa variante de Jim Lee e Scott Williams
1980s capa variante de Bill Sienkiewicz
1990s capa variante de Gabriele Dell’Otto
2000s capa variante de Lee Bermejo
2010s capa variante de Jock
A edição será lançada no dia 29 de abril no mercado americano. Ainda não há previsão para chegar ao Brasil.
Com frequência fazemos matérias especiais sobre personagens femininas e girl power, e falamos pouco das mulheres que interpretam, dão voz e vida as personagens icônicas dos quadrinhos e animações. Poderia citar a Gal Gadot, com sua breve presença na ONU, sua carreira e visitas a hospitais infantis vestida de Mulher-Maravilha. Mas a DC Entertainment tem uma lista enorme de mulheres incríveis representando as nossas queridas personagens. Essas mulheres são extremamente fortes, inteligentes e influentes e usam todo esse poder pra tornar o mundo real um lugar melhor.
Shethority
Perceberam como aumentou o protagonismo e o número de mulheres no universo de séries da The CW? Pois é, elas também perceberam, e resolveram se unir criando a plataforma “Shethority”. Já demos um introdução sobre ela em seu lançamento, você pode conferir aqui. Na plataforma as atrizes falam sobre suas experiências e compartilham realizações de outras mulheres, sejam elas cis, trans e pessoas não binárias que são significativamente identificadas por mulheres, se descrevem como uma “comunidade para todos que desejam fazer parte do movimento em direção à igualdade, independentemente de gênero, sexualidade, religião, raça ou etnia”. Os lucros conseguidos com as vendas dos produtos da marca são revertidos para a Girls Inc. organização sem fins lucrativos destinada a formação e ao desenvolvimento de garotas, a serem mais “fortes, inteligentes e ousadas”.
Dentro do site há diversos relatos sobre aceitação, empoderamento,
ansiedade, abuso mas principalmente sobre sororidade.
Melissa Benoist
Nossa Supergirl também participa do Shethority, engajada socialmente usa suas redes sociais para incentivo ao voto e também conscientização sobre saúde mental. Ela e seu esposo o ator Chris Wood, que interpreta Mon-El em Supergirl criaram a campanha “I Don’t Mind” (Eu não me importo) que tem como objetivo combater essencialmente a vergonha e o medo que cercam as doenças mentais e trazer esperança às pessoas que precisam. Todos os ganhos da campanha são entregues à NAMI, National Alliance on Mental Illness (Aliança Nacional/Americana sobre Doenças Mentais).
No ano passado, Melissa compartilhou seu relato de violência doméstica sofrida em um relacionamento anterior, desde o início com agressões psicológicas até o fatídico episódio em que teve seu rosto e córnea machucados de uma forma que afetaria sua visão para sempre. É possível notar que a atriz tem uma de suas pupilas dilatadas.
https://www.youtube.com/watch?v=MmDrJBECznQ
Ter coragem de compartilhar sua experiência ajuda com que outras pessoas percebam a situação e tenham o incentivo inicial para sair de um relacionamento abusivo.
Viola Davis
A atriz que viveu Amanda Waller nos cinemas é um exemplo de ser humano. Vencedora do Oscar, SAG, Globo de Ouro e outros diversos prêmios, Viola Davis é formada em teatro e com doutorado honorário em Belas Artes. Extremamente influente, seus discursos em premiações sempre pontuam a participação feminina e negra em papéis de destaque. E Viola não fica só no discurso, em 2011 impediu o fechamento da biblioteca de sua cidade natal, em Central Falls, Rhode Island. Desde 2014 é colaboradora da campanha “WhyHunger” de erradicação da fome infantil, esse é um tema que está diretamente ligado a sua infância, a qual afirmou que já dormiu diversas vezes com fome, vasculhou lixo e roubava da loja local para ter o que comer.
Ainda em sua cidade natal, em 2016, participou de um centro de saúde comunitário, o “Vaseline Healing Project”, que fornece cuidados dermatológicos para ajudar a curar a pele das pessoas afetadas pela pobreza no mundo.
Palestrante nos eventos da Marcha das Mulheres de 2018 em Los Angeles, atualmente Viola Davis apoia aproximadamente 10 instituições de caridade que envolvem desde incentivos a cultura, direitos civis a saúde e assistência a desastres.
Amy Adams
Lois Lane nos cinemas desde Homem de Aço, Amy Adams é atriz, cantora e apoiadora das artes. Amy contribui para a “Actors Fund of America” que ajuda todos os profissionais em artes cênicas e entretenimento. Uma rede de segurança, fornecendo programas e serviços para quem precisa, que esteja em crise ou transição.
Segundo a organização “Look to the Stars”, Adams está envolvida em 17 causas, entre elas estão: Adoção, Fomento, Órfãos , AIDS e HIV , Jovens em Risco / Desfavorecidos , Crianças , Direitos Civis , Artes Criativas , Depressão e Suicídio , Educação , Apoio à Família / Pais , Saúde , Direitos Humanos , Fome , Apoio LGBT , Paz , Pobreza , Educação do Eleitor.
Entre as instituições apoiadas pela atriz está a “LeBron James Family Foundation“, que tem como objetivo mudar a vida de crianças e jovens adultos por meio de iniciativas educacionais.
Jurnee Smollett-Bell
Nossa incrível Canário Negro em Aves de Rapina, Jurnee Smollett-Bel, desde os 12 anos faz parte do Conselho de Diretores de Artistas da Nova África do Sul (ANSA), uma importante organização criada em 1989 para apoiar a busca pelo fim do apartheid. Após o fim do apartheid, a ANSA continua a trabalhar nos EUA e na África para combater o HIV e promover os direitos humanos.
Jurnee também é apoiadora
do “Fundo de Defesa da Criança”, que dá atenção às
necessidades das crianças pobres e minoritárias e das pessoas com deficiência, e
do “Fundo Nelson Mandela para Crianças”, que visa a promoção dos
direitos das crianças e jovens através da influência de políticas públicas e
conscientização social.
Anne Hathaway
Mulher Gato em ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge’, Anne Hathaway é extremamente ativa em causas sociais, homenageada pelos direitos das mulheres, pelo tributo “Women in Hollywood” da revista Elle e pela “The Step Up Women’s Network“, uma organização estadunidense sem fins lucrativos dedicada a conectar e promover mulheres e meninas.
Nos primeiros anos de sua carreira participou do “The Lollipop Theatre Network” , uma organização dedicada a levar a experiência dos cinemas para crianças confinadas em hospitais devido a doenças crônicas ou com risco de vida. Hathaway também contribui para pesquisas e tratamentos de doenças catastróficas infantis pela “St. Jude Children’s Research Hospital” .
Desde os 15 anos, ela defende a orientação sexual de seu irmão e, em 2007, discursou na gala da “The Human Rights Campaign” , o maior grupo de defesa de lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros e no comitê de ação política nos Estados Unidos. Em 2012, após seu casamento, Hathaway anunciou que dividiria o dinheiro arrecadado com a venda das fotos do casamento entre a “Freedom to Marry” – que faz campanha para que casais gays tenham o direito de se casar – e as organizações “American Cancer Society” de prevenção ao câncer , “St. Jude Children’s Research Hospital” e “The Girl Effect“, organização sem fins lucrativos que ajuda jovens em situação de pobreza.
Isso é só uma parte das contribuições da atriz que, como vegana, também se preocupa com os direitos dos animais.
Poderia estender ainda mais essa lista, falando como China Anne McClain (Rajada em Raio Negro) participa de programas contra o bullying, como a Margot Robbie (Arlequina) ajuda instituições australianas ambientais e para jovens com deficiências, ou Rosario Dawson, que dublou diversas animações, é engajada em movimentos de direitos latinos e das mulheres. É uma lista extensa de atrizes que tem seu lado heroico fora das telas e que são mulheres realmente maravilhosas.
Nesse dia 8 de março, comemora-se o Dia Internacional da Mulher e ao falarmos de mulheres negras na cultura pop é essencial citar aquela que deu o primeiro passo não só para o protagonismo feminino nos quadrinhos, como principalmente o protagonismo de mulheres negras. O seu nome é Jackie Ormes, a primeira mulher negra a produzir histórias em quadrinhos em meio a uma época que mulheres não chegavam nem perto disso, quem dirá uma mulher afro-americana.
Jackie Ormes teve um papel fundamental em como as personagens femininas são moldadas hoje em dia. Tudo começou no ano de 1937 quando ela publicou sua primeira tirinha para um jornal afro-americano semanal em que ela trabalhava, nesse quadrinho ela apresenta “Torchy Brown”, uma mulher que deixa sua casa no Mississipi e vai atrás do seu sonhos de se apresentar em um palco, já mostrando toda sua autoconfiança por meio dessa personagem, Jackie era completamente a frente do seu tempo. Sempre se reinventava. Não demorou muito para que ela repaginasse sua personagem dessa vez em cores, com mais independência e teor política em suas charges.
Seus quadrinhos abordavam questões como racismo, poluição e injustiça social. Apresentava uma mulher negra abordando temas polêmicos para uma época que só existiam homens trabalhando no ramo, e segundo fontes, apenas dois homens afro-americanos. Ormes em seus quadrinhos mostrava mulheres negras inteligentes, elegantes, e ainda trabalhava com moda, o que não era visto na época onde personagens negros mal tinham destaques em um cartoon e eram vistos de maneira racista e depreciativas.
“Torchy Brown” de Jackie Ormes.
Quando pensamos em Jackie Ormes deixando seu nome na história, me pego pensando sobre a falta hoje de personagens negras em capas solos nos quadrinhos atuais e, também, a falta de mulheres negras desenhando essas personagens. A DC Comics tem feito um grande trabalho em animações e em séries, porém a falta de destaque de personagens negros nas comics, anda gritante mesmo com a variedade de personagens que a editora possui.
A primeira personagem negra da DC Comics foi a Nubia, em 1973, e hoje ela é totalmente esquecida nos quadrinhos, apesar de ter uma importância enorme para história da Mulher-Maravilha, não podemos esquecer também da Vixen, que é a primeira heroína negra da DC Comics a ganhar um título próprio, e hoje são os fãs que precisam lembrar a editora que a personagem existe e tem uma imensa importância representativa nela.
Recentemente, a DC nos presenteou com a Naomi e Far Sector, com edições solos e representativas. Mas a exaltação das mulheres negras nos quadrinhos ainda é muito escassa. Não é porque temos uma edição com uma heroína negra que é o suficiente, por que não podemos ter mais?
Jackie Ormes.
Precisamos lembrar de Jackie Ormes e do seu papel fundamental na história de personagens negras, precisamos de oportunidades a cartunistas negras desenhando uma história, uma luta, e que faça uma mulher negra se identificar lendo, não podemos esperar que mulheres negras tentem se identificar apenas com heroínas brancas por toda sua vida, mesmo tendo um grau significativo ver as personagens nas telas de cinema. A grande escassez de oportunidades para que cartunistas deem vida a personagens de cor, é algo que tem que deve ser debatido com insistência e precisa ser notado, principalmente em uma geração de homens cis brancos que tentam por qualquer motivo destruir qualquer imagem de representatividade e discussão sobre raça.
Apenas após 82 anos de história, Jackie Ormes começou a ser reconhecida. Foi recentemente introduzida no Hall da Fama da Will Eisner Comics, e também veremos uma série documental em breve sobre como essa mulher foi importante para desconstruir a visão estereotipada de personagens negras nas HQ’s. Só devemos esperar, e dar suporte para que artistas negras consigam também deixar seu nome na história.
Feliz Dia da Mulher para você leitora do Terraverso!
Conforme o Newsarama, em junho, a DC publicará em parceria com Kami Garcia, Mico Suayan, Mike Mayhew a edição especial “Joker/Harley: Criminal Sanity Secret Files #1” por Garcia e Ed Kurz M.D., com arte de David Mack, Jason Badower e outros.
Em Criminal Sanity, Arlequina está caçando dois assassinos em série: “O Coringa, um psicopata brutal que matou sua colega de quarto e desapareceu anos atrás, e o assassino que aterroriza Gotham City”, é o que diz a descrição da DC. “Ao longo da aclamada série, Garcia consultou o psiquiatra forense e analista de comportamento, Edward Kurz MD, para garantir a precisão da história e da metodologia da Harley”.
“Criminal Sanity Secret Files #1” acrescenta “peças do quebra-cabeça no quadro de investigações da Harley e dá uma olhada no caderno de escola da John Kelly – um livro que ele ainda carrega até hoje”.
“Eu havia trabalhado em um livro, o X-Files, e meu amigo, Dr. Ed Kurz, era um dos meus consultores“, explicou Garcia em anúncio. “Ele é realmente possui um perfil forense de psiquiatras. Harley Quinn basicamente tem um trabalho muito semelhante. Dr. Kurz trabalha em uma instalação para criminosos insanos. Eu queria brincar com a ideia de Harley ter esse treinamento e trabalhar como analista de comportamento.”.
“Joker/Harley: Criminal Sanity Secret Files #1” será uma HQ para maiores de 17 anos. Conforme a DC, “O trabalho do Dr. Kurz é destacado à medida que revelamos segredos do passado da Harley, detalhes ocultos de cenas de crime e um perfil da vida real do Coringa que levou à progressão de seus assassinatos na história!”
“Conheço uma quantidade absurda de serial killers para alguém que não é serial killer ou psiquiatra”, disse Garcia. A edição chegará às prateleiras dos EUA no dia 6 de junho. A arte da capa é de David Mack. Não há previsão de lançamento no Brasil até o momento.
Além de uma série chegando em breve na Netflix, Sandman ganhará versões em audiobooks da Audible narrados por Neil Gaiman, o criador do personagem nas edições da Vertigo, que começou a ser publicado em 1989. Confira o trailer divulgado pela DC:
Conforme o Comicbook, a proposta é idealizada por Dirk Maggs, que já traduziu obras como ‘O Guia do Mochileiro das Galáxias’ e ‘Juiz Dredd’ para o formato de audiobooks.
No anúncio oficial, Gaiman afirmou que Maggs já havia procurado a DC há 30 anos com a ideia de adaptar Sandman para o rádio, porém sem sucesso. “Fico feliz que não tenha acontecido, porque estamos na Era de Ouro dos audiodramas e Dirk e eu somos muito melhores no que fazemos”
Infelizmente não haverá lançamento para o português. Sandman será lançado em inglês no meio de 2020, para então ganhar versões em espanhol, italiano, alemão e francês.
Conforme o TV Line, o ator Tom Ellis fechou um acordo para estrelar a sexta temporada de “Lucifer“. A renovação da série está muito próxima de ser anunciada oficialmente pela Netflix.
Em recente conversa com os co-showrunners Ildy Modrovich e Joe Henderson, novos acordos podem levar a série Lucifer para uma nova temporada no serviço de streaming. O maior empecilho, anteriormente divulgado também pelo TVLine, era justamente a negociação entre Tom Ellis e Warner ser bem sucedida, algo que foi confirmado agora.
Depois de passar três temporadas na Fox, Lucifer foi “resgatado” pela Netflix em junho de 2018, apenas algumas semanas após seu cancelamento. Na época, a campanha #SaveLucifer nas redes sociais teve seus efeitos, e graças a grande base de fãs, a série foi continuada no streaming.
Atualmente, a 5ª temporada terá 16 episódios que serão exibidos em dois blocos separados de oito episódios. A data de estreia da primeira leva de episódios ainda não foi divulgada oficialmente, mas especula-se que seja no mês de maio.