O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
A DC Comics enfrenta menos uma saturação de super-heróis e mais a perda do privilégio cultural automático, precisando voltar a criar narrativas que justifiquem atenção num ecossistema onde os jovens escolhem por interesse imediato, não por legado.
Sebastian Stan pode interpretar Harvey Dent, o vilão Duas-Caras, em The Batman Parte II, com relatos apontando o ator como escolha ideal para trazer complexidade emocional ao personagem.
A série do Lanterna Verde na HBO pode ser o divisor de águas que o personagem sempre precisou. Entenda por quê esse é o momento mais importante da história do herói nas telas.
A série Batman de 1966 enfrentou um dos piores testes de audiência da história da ABC, mas transformou seu estilo campy e vibrante em um sucesso cultural que resgatou o personagem e influenciou toda a percepção dos super-heróis na TV.
O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
Batman Cruzado Encapuzado é a segunda temporada da animação antológica que estreou em 2024 acompanhando as aventuras do Homem Morcego em um universo noir.
James Gunn confirmou Senhor Milagre como parte do DCU. O herói será um dos mais poderosos do novo universo e pode introduzir personagens centrais dos Novos Deuses, incluindo Darkseid. A série animada ainda não tem data de lançamento.
Os criadores de Aztec Batman: Clash of Empires comentaram sobre a possibilidade de uma sequência do filme animado, afirmando que existem ideias e espaço narrativo para continuar a história do Batman em um universo alternativo.
A vencedora EGOT, Viola Davis, tem seu retorno confirmado no DCU como a protagonista da série spin-off Waller, que ainda não possui previsão de estreia.
O Superman ainda daria conta de tudo sozinho? A análise mostra como a complexidade moderna exige coordenação e transforma o papel do herói na DC Comics.
A DC Comics enfrenta menos uma saturação de super-heróis e mais a perda do privilégio cultural automático, precisando voltar a criar narrativas que justifiquem atenção num ecossistema onde os jovens escolhem por interesse imediato, não por legado.
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A vencedora EGOT, Viola Davis, tem seu retorno confirmado no DCU como a protagonista da série spin-off Waller, que ainda não possui previsão de estreia.
A lista de junho dos lançamentos da DC para os EUA saiu, e a ausência de duas importantes edições chamou bastante a atenção. “DC Generation“, que seria o ponta pé para uma grande reformulação no Universo DC -Leia mais aqui- e “Three Jokers” de Geoff Johns e Jason Fabok ficaram de fora da lista.
Questionada pela imprensa americana sobre a ausência de “Three Jokers“, a DC emitiu a seguinte nota: “Teremos mais informações sobre a data de lançamento dessa série em breve”. Three Jokers foi originalmente solicitada para 17 de junho, e como a DC marcou para o próximo mês o lançamento de “Dark Knights: Death Metal“, sua ausência não é tão inesperada neste momento.
Sobre a edição “DC Generation”, a DC não comentou sobre e parece que a situação é mais delicada.
Anunciada como ‘A Energia para o Futuro da DC‘, a Generation One foi originalmente solicitada (sem arte da capa) ao longo de Death Metal # 1 em maio, e apesar de ter sido anunciada oficialmente pouco tempo antes como um evento “mensal” em cinco partes, Generations Two (subtítulo: Era dos Metahumanos) não foi originalmente solicitada para junho, com a DC se recusando a comentar sobre sua ausência também naquela época.
Sua divulgação complicou de vez pelo fato de que o lançamento do evento deveria ser precedido por uma edição Zero, no dia 2 de maio, durante os eventos do Free Comicbook Day. O evento foi cancelado devido à crise do coronavírus e a Diamond e os editores participantes não anunciaram planos de distribuir os títulos criados para o evento.
O evento DC Generation completo contaria com o envolvimento de grandes nomes da editora; Os escritores Brian Michael Bendis, Dan Jurgens, Andy Schmidt, Robert Venditti, Joshua Williamson e os artistas (Doug Mahnke, Bryan Hitch, Mikan Janín, Mikel Janín, Ivan Reis, David Marquez , e mais.
O porta-voz de maior destaque da HQ foi o ex-co-editor Dan DiDio, que saiu da DC no final de fevereiro, pouco mais de uma semana após ‘DC Generation’ ser oficialmente anunciada.
A dúvida que fica é: DC Generation foi embora junto com Dan DiDio, ou o projeto está sofrendo uma nova reformulação? Ou ainda, ele foi completamente cancelado pela editora? Aguardamos novas atualizações sobre a situação.
O escritor/artista Dan Schkade, conhecido por sua webcomic indicada ao Eisner, Lavender Jack, e seu trabalho em The Spirit, publicou uma história em quadrinhos de recriando a primeira aparição de Senhor Destino em maio de 1940 na edição “More Fun Comics #55” – marcando o 80º aniversário do personagem este mês . Confira a thread no Twitter publicada por Dan. Clique para ver toda a história de dez páginas:
May 2020 marks the 80th birthday of DC Comics' DOCTOR FATE, and it seemed a shame to let his diamond anniversary pass unacknowledged. I give you — "WOTAN!" A modern retelling of Gardner Fox and Howard Sherman's original Dr Fate story from MORE FUN COMICS #55. Enjoy! (1/5) pic.twitter.com/FoHwuCXVBo
O Senhor Destino ainda no mês de maio ganhará uma matéria especial aqui no Terraverso em comemoração aos seus 80 anos. Leia todos os textos lançados até o momento clicando -aqui- .
Uma imagem dos bastidores do filme “Mulher-Maravilha 1984” mostra que as Amazonas terão tatuagens douradas na produção. No camarim, detalhes do processo de maquiagem de uma das guerreiras com as marcas na própria pele são revelados. Confira abaixo:
AVISO: O texto a seguir contém spoilers da graphic novel do selo DC Zoom ‘Diana: Princess of the Amazons’, de Shannon Hale, Dean Hale e Victoria Ying, disponível no mercado americano.
‘Diana: Princess of the Amazons’ leva os leitores de volta a uma época em que Diana Prince era criança, explorando sua adolescência antes de se tornar uma das maiores heroínas do planeta. Aqui, ela é apenas uma criança que descobre a vida em Themyscira e tenta aprender o que significa ser uma verdadeira Amazona. Diana é criada por poderosas guerreiras, mas ela e sua mãe, a rainha Hipólita, têm crescido um pouco distante ultimamente, e isso acaba abalando a confiança da jovem princesa. Via [CBR].
A feiticeira e vilã, Circe, vê isso como uma oportunidade perfeita para usar Diana para abrir a ‘Doom’s Doorway’, um portão gigante que leva ao Tartarus, uma prisão que abriga todos os tipos de criaturas monstruosas. Logo, Themyscira se torna invadida por criaturas perigosas, e a única esperança das Amazonas para salvar o mundo é fechar a porta e enviar todas as criaturas de volta ao Tartarus. E, para fazer isso, Diana recria uma cena do filme “Liga da Justiça” – porém com os papéis invertidos.
Antes que a vilã Circe possa trancar Diana, ela abre a porta e solta uma legião de monstros na pequena ilha. Várias Amazonas que estavam guardando a porta tentam combater os monstros, mas são facilmente derrotadas. Então elas precisam pedir ajuda e, para fazer isso, devem acendem um sinal de fogo no topo da montanha.
Com as Amazonas sentinelas ocupadas, a jovem Diana decide subir na montanha e acender o sinal de fogo. Ela consegue ascender o sinal de alerta e avisa as Amazonas da ilha principal para ajudar na invasão de monstros.
A cena é semelhante a algo que acontece no filme de 2017, Liga da Justiça. No filme, o Lobo da Estepe e seus parademônios atacam Themyscira para recuperar a Caixa Materna. O vilão é consegue, e Hippolyta sabe que isso significa uma invasão completa do planeta. Portanto, com as Amazonas presas em sua ilha, Hipólita solta uma flecha que acende um sinal de fogo no continente. Enquanto as notícias na televisão não têm ideia do que significa o incêndio, Diana reconhece como um aviso de sua mãe que uma invasão está chegando. Com esse conhecimento, Diana se junta a Bruce Wayne para unir a Liga da Justiça, os únicos heróis poderosos o suficiente para impedir uma invasão de Apokolips.
A cena de ‘Diana: Princess of the Amazons’ desempenha o mesmo papel, mas inverte os personagens do filme. Em Liga da Justiça, foi Hipólita quem acendeu um sinal para avisar Diana de uma invasão alienígena que se aproximava. No entanto, na graphic novel, é Diana quem acende o farol, para alertar sua mãe e as outras Amazonas para impedirem um ataque de monstros perigosos. E em ambos os casos, a invasão é interrompida.
Completando 80 anos de sua criação no ano de 2020, o Lanterna Verde e sua vasta mitologia carregam um grande peso dentro do grande acervo da DCComics. Entre sagas e aventuras, HalJordan e a Tropa de dos Lanternas coletam inúmeras histórias consideradas clássicas para qualquer fã da editora, e aqui, reunimos alguns exemplos que reforçam a importância do herói, e celebra 80 anos de triunfo.
Essenciais:
A Nova Fronteira
Amanhecer Esmeralda
Lanterna Verde
DC: A Nova Fronteira – A visão da DC sobre a Guerra Fria, A Nova Fronteira é dita por muitos como uma das melhores histórias em quadrinhos já escrita. Mesmo não sendo uma história solo do Lanterna Verde, Hal Jordan claramente é a estrela, e nas mãos do escritor Darwin Cooke, o piloto da Era de Prata ganha um papel de importância e relevância que serve de exemplo para colocá-lo como membro essencial na Liga da Justiça.
Lanterna Verde: Amanhecer Esmeralda (Emerald Dawn) – Minissérie que revisita as origens de Hal Jordan, Amanhecer Esmeralda I & II, reconta as origens do piloto e serve de pontapé inicial para tudo que veio a ser pavimentado pelo herói e a Tropa nas seguintes décadas. Criado por Keith Giffen e Gerad Jones, a primeira edição apresenta como Jordan consegue o anel do poder, já a segunda parte mostra Hal aos cuidados de seu até então mentor, Sinestro, antes do vilão se tornar seu grande arqui-inimigo.
Lanterna Verde por Geoff Johns – Conhecida por fãs como a melhor saga do Lanterna Verde, Geoff Johns chega nas revistas do herói com propriedade, propondo mudanças necessárias e fazendo história ao longo do caminho. Geoff trouxe os Lanternas de volta ao mapa e redefiniu as histórias do herói para a geração atual, alavancando a relevância para novos picos e trazendo repercussões que duram até hoje.
Sagas marcantes
A Noite mais Densa
Guerra Sinestro
Cavaleiros Esmeralda
A Noite mais Densa – Geoff Johns dando seu nome novamente para outra saga icônica do herói intergaláctico. Em BlackestNight, seus heróis favoritos do Multiverso DC enfrentam Nekron, a personificação da morte, que ressuscita heróis mortos de forma grotesca e sem pudor. O protagonismo dos Lanternas é bem claro durante a saga, que se inicia com uma antiga profecia do livro de Oa, a escritura sagrada dos Guardiões do Universo, se tornando realidade e atingindo a Tropa dos Lanternas verde e a Liga da Justiça com força total. Considerada um dos maiores clássicos do herói, a saga foi desenhada pelo brasileiro Ivan Reis.
Guerra dos Anéis – A Guerra Sinestro consegue alcançar níveis inimagináveis. Novamente escrita por Geoff Johns, a HQ que mais parece um roteiro de filme de ação é uma das histórias mais puras no acervo da Tropa dos Lanternas Verde, inteiramente contada com os Lanternas, a saga é repleta de monstros gigantes, reviravoltas chocantes e coloca Hal Jordan, mais uma vez, no centro de tudo, lugar onde ele jamais deveria ter saído.
Cavaleiros Esmeralda – Conhecida como uma das histórias mais marcantes protagonizadas pelo lanterna KyleRayner, cavaleiros Esmeralda forma uma dupla inesperada quando Hal Jordan, em um momento complicado em sua carreira, após a perda de seu melhor amigo, sofre desconfiança de seus colegas na tropa, enquanto Kyle se sente ofuscado por Jordan e seu retorno. Os heróis são obrigados a trabalhar juntos, colocando Hal Jordan no papel de mentor.
Sagas que merecem atenção
Terra Um
Lanterna Verde/Arqueiro Verde
Far Sector
Lanterna Verde Terra Um – Fazendo parte de uma linha de revistas que apresenta versões alternativas das origens dos heróis mais famosos da editora, Terra Um foi uma grande surpresa positiva para os fãs do herói. Modernizando a história de Hal Jordan, Corina Bechko e Gabriel Hardman já começam com o personagem no espaço, como um astronauta que minera asteroides. Seu encontro com o destino acontece por acaso, quando Jordan encontra um Lanterna e um Anel, que ele descobre pertencer a já falecida Tropa dos Lanternas Verdes, colocando Jordan em uma posição inesperada: restabelecer a Tropa. A saga foi elogiada pela ambição e cores únicas do artista Jordan Boyd.
Lanterna Verde/Arqueiro Verde – Lendas do Universo DC, a coletânea de histórias do Lanterna Verde com o Arqueiro Verde são o mais próximo que a DC já chegou da realidade. Conhecida por ser uma das poucos a tratar dos problemas da vida real. Unir dois personagens tão distintos foi uma surpresa favorável para a editora nos anos 70, onde Hal Jordan passava por um grande momento de popularidade. A coleção foi criada por Dennis O’Neal e desenhada por Neal Adams, e traziam os heróis tratando de problemas sérios e mundanos. Foi nessa coletânea, que a polêmica edição com Roy Harper, o ajudante do Arqueiro, esteve viciado em drogas.
Far Sector – Fugindo das indicações com Hal Jordan, Far Sector é um título introduzido pela DC’s Young Animal, selo indie da DC. Na revista, somos apresentados a Jo Mullein, a mais nova protetora de City Enduring. Escrita por N.K.Jamisin, a HQ triunfa em apresentar um rosto novo e cheio de atitude para a Tropa, conquistando milhares de fãs desde o seu lançamento, a história de Jo começa aqui com artes de tirar o fôlego do artista JamalCampbell.
Outras mídias
Lanterna Verde: Primeiro Voo
Lanterna Verde: A Série Animada
Lanterna Verde
Ao longo dos anos, inúmeras produções originais surgiram para adaptar alguma parte do legado do herói para outras mídias. Em destaque, Lanterna Verde: Primeiro Voo, filme animado de 2009, foi a primeira produção solo do Lanterna para a DC Animation. Adaptando os primeiros passos de Jordan com o anel, o filme animado foi seguido pelo ambicioso Lanterna Verde, uma produção em live-Action protagonizada por Ryan Reynolds e lançada em 2011 pela Warner Bros. Recebido por muitas críticas, o filme falha na hora de capturar a essência que faz o herói e sua Tropa tão importante para a mitologia do Universo DC. Mas nem tudo pode ser jogado fora, para quem tem curiosidade, o filme mostra o planeta Oa, o lar dos Guardiões, dando um gostinho do que possíveis produções do herói podem entregar no futuro.
Hal Jordan também tem uma série animada chamada Lanterna Verde: A Série Animada, uma produção de 2 temporadas exibida pelo Cartoon Network, que focava nas primeiras aventuras de Hal e seu time com a Tropa dos Lanternas Verde.
No dia mais claro, na noite mais densa, nenhum mal escapará à minha presença. Todo aquele que venera o mal há de penar, quando o poder do Lanterna Verde enfrentar.
Desde o primeiro Lanterna Verde a levantar seu anel para o céu até o mais recente, todos os super-heróis da tropa espacial ocupam um espaço importante e integral dentro do Universo DC. Muitos fizeram o juramento, se comprometendo a defender seu setor de qualquer ameaça. Agora, em 2020, o grupo de policiais espaciais, formado por seres de todas as raças e lugares, está comemorando 80 anos de sua criação!
O primeiro Lanterna surgiu em 1940, Alan Scott, criado por Martin Nodell, apareceu na edição All-American Comics #16, desenhado por Sheldon Moldoff. Alan carregava um anel com poderes místicos, com capacidade de transformar seus pensamentos em energia física, construindo tudo que o herói pudesse imaginar. Um dos membros fundadores da Sociedade da Justiça, Scott não faz parte da Tropa dos Lanternas, mas a fonte de energia de seu anel é a mesma de seus colegas.
Mas foi no ano de 1959 que o Lanterna mais conhecido e popular foi criado, na edição Showcase #22, Hal Jordan fazia sua estreia. Criado por John Broome e desenhado pela primeira vez pelas mãos de Gil Kane, Jordan, um piloto de segunda geração, foi o segundo terráqueo escolhido pelo anel para proteger a Terra. Criado como uma reinvenção de Alan Scott, Jordan explodiu em popularidade, sendo figura fixa em todos os momentos marcantes da mitologia da DC. Chegando ao topo da Tropa, Jordan é um dos membros fundadores da Liga da Justiça.
Outro nome que predomina quando o assunto é popularidade é o John Stewart, o quarto Lanterna Verde da Terra, que surgiu em 1971, poucos anos após a criação de Guy Gardner, o terceiro Lanterna. Sua primeira aparição aconteceu em Green Lantern Vol. 2 #87, quando o artista Neal Adams sugeriu um substituto para Hal Jordan, e que o mesmo fosse preto. “Devemos ter um Lanterna Verde preto, não porque somos liberais, mas porque faz sentido.” – afirmou Adams sobre a criação do herói.
Desenhado com inspiração na imagem do ator da época, Sidney Poitier, John cresceu em popularidade nos tempos modernos da DC, sendo marcado por ser o rosto principal nas HQ’s do Lanterna após a saída de Hal Jordan. Além da representatividade, Stewart é importante na continuidade das historias dos Lanternas de diversas maneiras, ficando extremamente popular durante sua participação nas séries animadas da Liga da Justiça e Liga da Justiça: Sem Limites.
All-American Comics#16 (July 1940)
Showcase #22 (October 1959)
Green Lantern vol. 2 # 87
A Tropa dos Lanternas Verde
Green Lantern Corps é uma organização intergaláctica militarizada que patrulha os lugares mais distantes do Universo DC. Liderados pelos Guardiões do Universo, a Tropa é formada por seres de todas as partes da galáxia, humanos ou alienígenas.
Ela foi criada pelos Guardiões, após sua primeira ideia de proteção ao universo, os Caçadores Cósmicos, terem se rebelado contra eles. Os Guardiões decidiram que sua nova força de soldados consistiria em seres vivos, que possuem livre-arbítrio e caráter moral. Para formar essa nova legião de guerreiros, os Anéis do Poder foram criados, anéis de tecnologia inconcebivelmente avançada que permitiam que seus usuários projetassem raios verdes de energia com os quais o portador pudesse conjurar objetos de qualquer tamanho ou forma, limitados apenas pela imaginação daquele que o possui.
Inicialmente constituído por apenas algumas dezenas de Agentes por vez, a Tropa aumentou radicalmente seu número nos últimos 1000 anos, com os Guardiões procurando trazer ordem ao planeta conhecido como Apokolips, a casa de Darkseid. Convencidos pelo Lanterna Verde Raker Qarrigat, que após a sua visita ao planeta de Darkseid, retornou a Oa exigindo um exército, iniciaram-se um recrutamento massivo, com os primeiros Lanternas induzindo milhares de novos membros, entre eles, os terráqueos famosos na mitologia da DC.
SINESTRO
Conhecido como o arqui-inimigo de Hal Jordan, Thaal Sinestro do planeta Korugar foi um membro exemplar da Tropa dos Lanternas. Corrompido pela ganância de poder, Sinestro foi preso por crimes contra seu próprio povo, após tentar tomar o controle de seu planeta natal, Korugar. Banido para o planeta Qward, no Universo de Anti-matéria, Sinestro entra em contato com a luz amarela e toda sua força de impureza, descobrindo suas habilidades de afetar e derrotar a força de vontade e coragem que é representada pela luz verde dos Lanternas criados pelos Guardiões. Desenvolvendo uma bateria que aprisiona forças da impuridade diretamente de Parallax, uma entidade demoníaca, Sinestro cria a Lanterna Amarela, mais tarde criando sua própria Tropa dos Lanternas Amarelos, também conhecida como Tropa Sinestro.
OUTROS PERSONAGENS:
Entidade Parallax
Guardiões do Universo
Caçadores Cósmicos
Parallax – Entidade cósmica demoníaca parasita conhecida como representação física do medo no espectro emocional. Sua criação surgiu no início da existência de tudo. As influências da entidade provocaram a formação de seres vivos que, por sua vez, formaram um espectro eletromagnético emocional. Parallax mostrou-se a segunda personificação da emoção que foi formada quando os seres vivos começaram a temer por sua existência, viajando de mundo em mundo e fazendo com que civilizações inteiras se destruam por paranoia. A entidade já chegou a ser aprisionada pelos Guardiões na central das baterias das Lanternas em Oa, onde a energia contrária era usada para criar a força de vontade, uma força que vitaliza as lanternas usadas pelos Lanternas Verde. Com isso, Parallax vivia dormente por bilhões de anos, com sua existência mantida em segredo pelos Guardiões, voltando a ser acordado por Sinestro.
Guardiões do Universo – Uma raça de imortais que residem no planeta Oa, os Guardiões surgiram nos primeiros dias do Universo, primeiramente nativos do planeta super-populado Maltus. Sua inteligencia e resiliência levaram eles a evolução, se tornando seres imortais e de grande poder. Após experimentos proibidos de um dos seus irmãos, o cientista Krona, consequências terríveis para o universo os obrigam a se mudarem para o planeta Oa, onde eles se declaram os Guardiões do Universo.
Caçadores Cósmicos – Androides criados pelos Guardiões a 3.5 bilhões de anos. Eles patrulhavam o universo defendendo as crenças e leis estipuladas pelos seus criadores. Em certo momento, os Caçadores se provaram defeituosos pelos Guardiões, quando os androides acabaram se ressentindo de sua servidão, unido com sua incapacidade de sentir medo. Se rebelando contra os Guardiões, uma guerra milenar que culminou com um ataque ao planeta Oa fez com que os Guardiões banissem seus androides, tirando seus poderes e caçando os sobreviventes no universo. Eventualmente, eles formaram sua própria sociedade robótica, que vive interferindo nos planos da Tropa.
Kyle Rayner
Jessica Cruz
Simon Baz
Kyle Rayner – Conhecido como o “Primeiro Lanterna Verde Moderno,” Kyle é um membro de notoriedade na Tropa, tomando a liderança diversas vezes. Criado para substituir Hal Jordan, Rayner foi presenteado com um anel por um Guardião, alegando que Rayner estava no lugar certo e na hora certa. Integrando a Liga da Justiça de GrantMorrison, Kyle protagonizou momentos importantes das últimas duas décadas nas histórias principais da Tropa.
Jessica Cruz – Criada por Geoff Johns, Jessica foi a primeira mulher terráquea a entrar para a Tropa. Vítima de um trauma, Jessica se tranca em um quarto durante 4 anos após presenciar a morte de seus amigos. Escolhida por um anel que também passou por um trauma, Jessica encontra conforto em seu novo ‘companheiro’ que assim como ela, precisa encontrar forças e lutar através sua ansiedade, aceitando seu papel de vítima mas crescendo para algo além disso. Treinada por Hal Jordan, Jessica também faz parte da Liga da Justiça.
Simon Baz – Libanês-Americano, Simon tinha apenas 10 anos quando assistia aos eventos do trágico World Trade Center na televisão. Nos anos seguintes, Simon tomou para sí a responsabilidade de proteger sua família muçulmana dos ataques de vizinhos e estranhos. Piloto de corridas clandestinas, Simon fazia o que podia para se sustentar; Após se envolver em um roubo que deu errado, Simon vira suspeito de possuir um veículo repleto de explosivos. Sem conseguir provar sua inocência, o jovem é deportado e torturado. E foi assim que um anel do poder o encontrou, vendo nele um bom candidato para integrar a Tropa dos Lanternas Verde. Baz e Jessica Cruz formam um casal.
Novos Rostos
Pouco se sabe sobre os novos rostos da Tropa, mas os grandes destaques vão para SojournerMullein, que tem sua própria série de HQs em “DC’sFarSector” e os adolescentes Tai Pham e KeliQuintela. Tai se torna herdeiro do anel do poder de sua avó, o tornando um Lanterna na HQ “Green Lantern: Legacy”, enquanto Keli faz parte da JustiçaJovem, se unindo ao time após conseguir hakear a bateria de um anel do poder.
O Universo DC do futuro, desbravado pela Legião dos Super-Heróis está prestes a introduzir uma nova cor no espectro dos Lanternas. Via [CBR].
O escritor Brian Michael Bendis revelou uma prévia das obras de arte de Ryan Sook, Wade Von Grawbadger e Jordie Bellaire para “Legion of Super-Heroes #6, que apresenta um Lanterna de Ouro voando pelo espaço. Bendis legendou a obra de arte com: “Em breve #legionofsuperheroes lançará seis Lanternas de Ouro! Por @rsookart @wade_von_grawbadger @whoajday @thedcnation @dccomics #icantwait”, disse o autor.
O misterioso Lanterna de Ouro parece estar no meio de uma batalha, enquanto ele mostra seus anéis em seu voo: um do Lanterna de Ouro e o outro da Legião, um em cada mão. O traje do Legionário também exibe o emblema do Lanterna Dourada no peito, um novo símbolo que deve ser acrescentado na mitologia dos Lanternas em breve. Resta descobrir qual das emoções o Lanterna Dourada comanda.
Até o momento, as cores que compõem a Corporação de Lanternas da DC são: Verde, vermelho, laranja, amarelo, azul, índigo, violeta, branco e preto. É claro que os Lanternas Verde são os policiais da galáxia e se alimentam da Força de Vontade. Os outros espectros são representados pela Raiva (Lanterna Vermelha), Avareza / Ganância (Lanterna Laranja), Medo (Lanterna Amarela), Esperança (Lanterna Azul), Compaixão (Lanterna Índigo), Amor (Lanterna Violeta), Vida (Lanterna Branca) e Morte (Lanterna Preta).
A San Diego Comic-Con 2020, cancelada devido a pandemia do novo coronavírus, vai ganhar uma apresentação no formato digital chamada “Comic-Con At Home”, a Comic-Con em Casa. Confira o anúncio:
ALERTA: O texto a seguir contém spoilers da segunda temporada de Harley Quinn, episódio 6, “All the Best Inmates Have Daddy Issues“, transmitido no streaming DC Universe.
A série animada “Harley Quinn” apresenta uma versão singular da Palhacinha do Crime no Universo DC. Às vezes, a série parece estar em dívida com uma história mais aprofundada conforme o universo dos quadrinhos originais, mas também está mais do que provado que a produção está disposta a mudar muita coisa. Agora, um momento infame da história do Batman também foi confirmado como cânone, da maneira mais cruel possível. [Via: CBR.]
Durante um interrogatório fracassado entre Batman e Coringa, o Palhaço zomba do herói pela morte de Jason Todd – confirmando que os eventos de “Morte em Família” aconteceram nesta versão de continuidade da DC.
“Morte em Família”, de Jim Starlin, Jim Aparo e Mike DeCarlo, é uma das histórias mais importantes do Batman. A história gira em torno da morte do segundo Robin, Jason Todd. Depois de atrair o jovem herói para uma armadilha graças à sua mãe biológica, o Coringa amarrou Jason e passou a espancá-lo com um pé de cabra antes de deixá-lo morto. Apesar dos esforços do Batman, o Robin não conseguiu escapar do prédio antes de ser destruído em uma explosão. Isso matou Jason e sua mãe, e seu corpo foi rapidamente encontrado por um Batman completamente em luto.
O impacto da morte de Jason há muito tempo paira sobre a identidade do Robin, servindo como um lembrete do possível custo que se tem em ser super-herói na cidade de Gotham City. Isso teve um sério impacto para o Batman, tornando o personagem mais sombrio ainda, por um longo período de tempo. Juntamente com o ataque a Barbara Gordon em “A Piada Mortal”, que a deixou paraplégica, esse evento também transformou para sempre o Coringa no mais temível e assassino dos inimigos de Batman. Embora Jason Todd tenha ressuscitado e se tornado o Capuz Vermelho, sua morte ainda é uma peça vital na tradição do Homem Morcego e inspirou elementos que apareceram em programas de TV, filmes e videogames – e agora, incluímos Harley Quinn na lista.
O mais novo episódio de Harley Quinn, “All the Best Inmates Have Daddy Issues“, em tradução livre algo como “Todos os melhores presos têm problemas com o pai“, explora o passado desta versão da vida de Harley Quinn. A história destaca como Harley foi apresentada pela primeira vez a Hera Venenosa, Coringa, Duas Caras, James Gordon e Batman quando ela conseguiu um emprego no Asilo Arkham. É revelado que o Coringa escondeu uma bomba em algum lugar de Gotham. Apesar da oferta de Harley para interrogar o Coringa e tentar convencê-lo a desistir, Batman escolhe um confronto mais físico. Ele brutalmente vence o Coringa enquanto pede as informações. Gargalhando o tempo todo, o Palhaço do Crime menciona especificamente como ele matou Jason Todd no passado.
Uma versão do Robin já apareceu na série animada Harley Quinn. No entanto, é bastante evidente que é o filho de Bruce Wayne, Damian. A série mostra também a Batgirl se tornando uma heroína no presente, então é possível que não exista outros companheiros nesta versão do Batman. No entanto, a confirmação da vida (e da morte) de Jason, prova que Robin tem sido uma presença mais consistente em Gotham há anos, e confirma por que Batman e Coringa realmente se odeiam na animação.
Isso também confirma que essa versão do Batman tem sido um herói por um período muito longo, tendo lutado ao lado de outros parceiros durante suas carreira de vigilante. Durante o final da primeira temporada, foi revelada que a idade do Coringa é trinta anos. Isso confirma que, naquela época, houve outros Robins – embora ainda seja preciso ver se havia outros Robins, como Dick Grayson ou Tim Drake.
Harley Quinn, do streaming DC Universe, tem exibição de novos episódios todas às sextas-feiras nos EUA.
A edição “Death Metal“, uma continuação de “Dark Nights: Metal“, agora com nova data de lançamento nos EUA marcada para o dia 16 de junho, ganhou uma prévia de sua primeira edição. Confira:
Dark Nights: Death Metal #1
Escrito por SCOTT SNYDER; Artes de GREG CAPULLO e JONATHAN GLAPION; Capa por GREG CAPULLO e JONATHAN GLAPION.
Prepare-se para um bis incrível! A equipe lendária por trás de Dark Nights: Metal e Batman: Last Knight on Earth ocupa o centro do palco e se reúne para uma última turnê. Quando a Terra é envolvida pelo Multiverso das Trevas, a Liga da Justiça está à mercê do Batman-Que-Ri. A humanidade luta para sobreviver em uma paisagem infernal distorcida, enquanto Batman, Mulher-Maravilha e Superman foram separados e lutam para sobreviver.