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#Especial80Anos | Conheça produções essenciais sobre o Lanterna Verde

Completando 80 anos de sua criação no ano de 2020, o Lanterna Verde e sua vasta mitologia carregam um grande peso dentro do grande acervo da DC Comics. Entre sagas e aventuras, Hal Jordan e a Tropa de dos Lanternas coletam inúmeras histórias consideradas clássicas para qualquer fã da editora, e aqui, reunimos alguns exemplos que reforçam a importância do herói, e celebra 80 anos de triunfo.

Essenciais:

DC: A Nova Fronteira – A visão da DC sobre a Guerra Fria, A Nova Fronteira é dita por muitos como uma das melhores histórias em quadrinhos já escrita. Mesmo não sendo uma história solo do Lanterna Verde, Hal Jordan claramente é a estrela, e nas mãos do escritor Darwin Cooke, o piloto da Era de Prata ganha um papel de importância e relevância que serve de exemplo para colocá-lo como membro essencial na Liga da Justiça.

Lanterna Verde: Amanhecer Esmeralda (Emerald Dawn) – Minissérie que revisita as origens de Hal Jordan, Amanhecer Esmeralda I & II, reconta as origens do piloto e serve de pontapé inicial para tudo que veio a ser pavimentado pelo herói e a Tropa nas seguintes décadas. Criado por Keith Giffen e Gerad Jones, a primeira edição apresenta como Jordan consegue o anel do poder, já a segunda parte mostra Hal aos cuidados de seu até então mentor, Sinestro, antes do vilão se tornar seu grande arqui-inimigo.

Lanterna Verde por Geoff Johns – Conhecida por fãs como a melhor saga do Lanterna Verde, Geoff Johns chega nas revistas do herói com propriedade, propondo mudanças necessárias e fazendo história ao longo do caminho. Geoff trouxe os Lanternas de volta ao mapa e redefiniu as histórias do herói para a geração atual, alavancando a relevância para novos picos e trazendo repercussões que duram até hoje.

Sagas marcantes

A Noite mais Densa – Geoff Johns dando seu nome novamente para outra saga icônica do herói intergaláctico. Em Blackest Night, seus heróis favoritos do Multiverso DC enfrentam Nekron, a personificação da morte, que ressuscita heróis mortos de forma grotesca e sem pudor. O protagonismo dos Lanternas é bem claro durante a saga, que se inicia com uma antiga profecia do livro de Oa, a escritura sagrada dos Guardiões do Universo, se tornando realidade e atingindo a Tropa dos Lanternas verde e a Liga da Justiça com força total. Considerada um dos maiores clássicos do herói, a saga foi desenhada pelo brasileiro Ivan Reis.

Guerra dos Anéis – A Guerra Sinestro consegue alcançar níveis inimagináveis. Novamente escrita por Geoff Johns, a HQ que mais parece um roteiro de filme de ação é uma das histórias mais puras no acervo da Tropa dos Lanternas Verde, inteiramente contada com os Lanternas, a saga é repleta de monstros gigantes, reviravoltas chocantes e coloca Hal Jordan, mais uma vez, no centro de tudo, lugar onde ele jamais deveria ter saído.

Cavaleiros Esmeralda – Conhecida como uma das histórias mais marcantes protagonizadas pelo lanterna Kyle Rayner, cavaleiros Esmeralda forma uma dupla inesperada quando Hal Jordan, em um momento complicado em sua carreira, após a perda de seu melhor amigo, sofre desconfiança de seus colegas na tropa, enquanto Kyle se sente ofuscado por Jordan e seu retorno. Os heróis são obrigados a trabalhar juntos, colocando Hal Jordan no papel de mentor.

Sagas que merecem atenção

Lanterna Verde Terra Um – Fazendo parte de uma linha de revistas que apresenta versões alternativas das origens dos heróis mais famosos da editora, Terra Um foi uma grande surpresa positiva para os fãs do herói. Modernizando a história de Hal Jordan, Corina Bechko e Gabriel Hardman já começam com o personagem no espaço, como um astronauta que minera asteroides. Seu encontro com o destino acontece por acaso, quando Jordan encontra um Lanterna e um Anel, que ele descobre pertencer a já falecida Tropa dos Lanternas Verdes, colocando Jordan em uma posição inesperada: restabelecer a Tropa. A saga foi elogiada pela ambição e cores únicas do artista Jordan Boyd.

Lanterna Verde/Arqueiro Verde – Lendas do Universo DC, a coletânea de histórias do Lanterna Verde com o Arqueiro Verde são o mais próximo que a DC já chegou da realidade. Conhecida por ser uma das poucos a tratar dos problemas da vida real. Unir dois personagens tão distintos foi uma surpresa favorável para a editora nos anos 70, onde Hal Jordan passava por um grande momento de popularidade. A coleção foi criada por Dennis O’Neal e desenhada por Neal Adams, e traziam os heróis tratando de problemas sérios e mundanos. Foi nessa coletânea, que a polêmica edição com Roy Harper, o ajudante do Arqueiro, esteve viciado em drogas.

Far Sector – Fugindo das indicações com Hal Jordan, Far Sector é um título introduzido pela DC’s Young Animal, selo indie da DC. Na revista, somos apresentados a Jo Mullein, a mais nova protetora de City Enduring. Escrita por N.K. Jamisin, a HQ triunfa em apresentar um rosto novo e cheio de atitude para a Tropa, conquistando milhares de fãs desde o seu lançamento, a história de Jo começa aqui com artes de tirar o fôlego do artista Jamal Campbell.

Outras mídias

Ao longo dos anos, inúmeras produções originais surgiram para adaptar alguma parte do legado do herói para outras mídias. Em destaque, Lanterna Verde: Primeiro Voo, filme animado de 2009, foi a primeira produção solo do Lanterna para a DC Animation. Adaptando os primeiros passos de Jordan com o anel, o filme animado foi seguido pelo ambicioso Lanterna Verde, uma produção em live-Action protagonizada por Ryan Reynolds e lançada em 2011 pela Warner Bros. Recebido por muitas críticas, o filme falha na hora de capturar a essência que faz o herói e sua Tropa tão importante para a mitologia do Universo DC. Mas nem tudo pode ser jogado fora, para quem tem curiosidade, o filme mostra o planeta Oa, o lar dos Guardiões, dando um gostinho do que possíveis produções do herói podem entregar no futuro.

Hal Jordan também tem uma série animada chamada Lanterna Verde: A Série Animada, uma produção de 2 temporadas exibida pelo Cartoon Network, que focava nas primeiras aventuras de Hal e seu time com a Tropa dos Lanternas Verde.

#Especial80Anos | O Lanterna Verde e sua mitologia

No dia mais claro, na noite mais densa, nenhum mal escapará à minha presença. Todo aquele que venera o mal há de penar, quando o poder do Lanterna Verde enfrentar.

Desde o primeiro Lanterna Verde a levantar seu anel para o céu até o mais recente, todos os super-heróis da tropa espacial ocupam um espaço importante e integral dentro do Universo DC. Muitos fizeram o juramento, se comprometendo a defender seu setor de qualquer ameaça. Agora, em 2020, o grupo de policiais espaciais, formado por seres de todas as raças e lugares, está comemorando 80 anos de sua criação!

O primeiro Lanterna surgiu em 1940, Alan Scott, criado por Martin Nodell, apareceu na edição All-American Comics #16, desenhado por Sheldon Moldoff. Alan carregava um anel com poderes místicos, com capacidade de transformar seus pensamentos em energia física, construindo tudo que o herói pudesse imaginar. Um dos membros fundadores da Sociedade da Justiça, Scott não faz parte da Tropa dos Lanternas, mas a fonte de energia de seu anel é a mesma de seus colegas.

Mas foi no ano de 1959 que o Lanterna mais conhecido e popular foi criado, na edição Showcase #22, Hal Jordan fazia sua estreia. Criado por John Broome e desenhado pela primeira vez pelas mãos de Gil Kane, Jordan, um piloto de segunda geração, foi o segundo terráqueo escolhido pelo anel para proteger a Terra. Criado como uma reinvenção de Alan Scott, Jordan explodiu em popularidade, sendo figura fixa em todos os momentos marcantes da mitologia da DC. Chegando ao topo da Tropa, Jordan é um dos membros fundadores da Liga da Justiça.

Outro nome que predomina quando o assunto é popularidade é o John Stewart, o quarto Lanterna Verde da Terra, que surgiu em 1971, poucos anos após a criação de Guy Gardner, o terceiro Lanterna. Sua primeira aparição aconteceu em Green Lantern Vol. 2 #87, quando o artista Neal Adams sugeriu um substituto para Hal Jordan, e que o mesmo fosse preto. “Devemos ter um Lanterna Verde preto, não porque somos liberais, mas porque faz sentido.” – afirmou Adams sobre a criação do herói.

Desenhado com inspiração na imagem do ator da época, Sidney Poitier, John cresceu em popularidade nos tempos modernos da DC, sendo marcado por ser o rosto principal nas HQ’s do Lanterna após a saída de Hal Jordan. Além da representatividade, Stewart é importante na continuidade das historias dos Lanternas de diversas maneiras, ficando extremamente popular durante sua participação nas séries animadas da Liga da Justiça e Liga da Justiça: Sem Limites.

A Tropa dos Lanternas Verde

Green Lantern Corps é uma organização intergaláctica militarizada que patrulha os lugares mais distantes do Universo DC. Liderados pelos Guardiões do Universo, a Tropa é formada por seres de todas as partes da galáxia, humanos ou alienígenas.

Ela foi criada pelos Guardiões, após sua primeira ideia de proteção ao universo, os Caçadores Cósmicos, terem se rebelado contra eles. Os Guardiões decidiram que sua nova força de soldados consistiria em seres vivos, que possuem livre-arbítrio e caráter moral. Para formar essa nova legião de guerreiros, os Anéis do Poder foram criados, anéis de tecnologia inconcebivelmente avançada que permitiam que seus usuários projetassem raios verdes de energia com os quais o portador pudesse conjurar objetos de qualquer tamanho ou forma, limitados apenas pela imaginação daquele que o possui.

Inicialmente constituído por apenas algumas dezenas de Agentes por vez, a Tropa aumentou radicalmente seu número nos últimos 1000 anos, com os Guardiões procurando trazer ordem ao planeta conhecido como Apokolips, a casa de Darkseid. Convencidos pelo Lanterna Verde Raker Qarrigat, que após a sua visita ao planeta de Darkseid, retornou a Oa exigindo um exército, iniciaram-se um recrutamento massivo, com os primeiros Lanternas induzindo milhares de novos membros, entre eles, os terráqueos famosos na mitologia da DC.

SINESTRO

Conhecido como o arqui-inimigo de Hal Jordan, Thaal Sinestro do planeta Korugar foi um membro exemplar da Tropa dos Lanternas. Corrompido pela ganância de poder, Sinestro foi preso por crimes contra seu próprio povo, após tentar tomar o controle de seu planeta natal, Korugar. Banido para o planeta Qward, no Universo de Anti-matéria, Sinestro entra em contato com a luz amarela e toda sua força de impureza, descobrindo suas habilidades de afetar e derrotar a força de vontade e coragem que é representada pela luz verde dos Lanternas criados pelos Guardiões. Desenvolvendo uma bateria que aprisiona forças da impuridade diretamente de Parallax, uma entidade demoníaca, Sinestro cria a Lanterna Amarela, mais tarde criando sua própria Tropa dos Lanternas Amarelos, também conhecida como Tropa Sinestro.

OUTROS PERSONAGENS:

Parallax – Entidade cósmica demoníaca parasita conhecida como representação física do medo no espectro emocional. Sua criação surgiu no início da existência de tudo. As influências da entidade provocaram a formação de seres vivos que, por sua vez, formaram um espectro eletromagnético emocional. Parallax mostrou-se a segunda personificação da emoção que foi formada quando os seres vivos começaram a temer por sua existência, viajando de mundo em mundo e fazendo com que civilizações inteiras se destruam por paranoia. A entidade já chegou a ser aprisionada pelos Guardiões na central das baterias das Lanternas em Oa, onde a energia contrária era usada para criar a força de vontade, uma força que vitaliza as lanternas usadas pelos Lanternas Verde. Com isso, Parallax vivia dormente por bilhões de anos, com sua existência mantida em segredo pelos Guardiões, voltando a ser acordado por Sinestro.

Guardiões do Universo – Uma raça de imortais que residem no planeta Oa, os Guardiões surgiram nos primeiros dias do Universo, primeiramente nativos do planeta super-populado Maltus. Sua inteligencia e resiliência levaram eles a evolução, se tornando seres imortais e de grande poder. Após experimentos proibidos de um dos seus irmãos, o cientista Krona, consequências terríveis para o universo os obrigam a se mudarem para o planeta Oa, onde eles se declaram os Guardiões do Universo.

Caçadores Cósmicos – Androides criados pelos Guardiões a 3.5 bilhões de anos. Eles patrulhavam o universo defendendo as crenças e leis estipuladas pelos seus criadores. Em certo momento, os Caçadores se provaram defeituosos pelos Guardiões, quando os androides acabaram se ressentindo de sua servidão, unido com sua incapacidade de sentir medo. Se rebelando contra os Guardiões, uma guerra milenar que culminou com um ataque ao planeta Oa fez com que os Guardiões banissem seus androides, tirando seus poderes e caçando os sobreviventes no universo. Eventualmente, eles formaram sua própria sociedade robótica, que vive interferindo nos planos da Tropa.

Kyle Rayner – Conhecido como o “Primeiro Lanterna Verde Moderno,” Kyle é um membro de notoriedade na Tropa, tomando a liderança diversas vezes. Criado para substituir Hal Jordan, Rayner foi presenteado com um anel por um Guardião, alegando que Rayner estava no lugar certo e na hora certa. Integrando a Liga da Justiça de Grant Morrison, Kyle protagonizou momentos importantes das últimas duas décadas nas histórias principais da Tropa.

Jessica Cruz – Criada por Geoff Johns, Jessica foi a primeira mulher terráquea a entrar para a Tropa. Vítima de um trauma, Jessica se tranca em um quarto durante 4 anos após presenciar a morte de seus amigos. Escolhida por um anel que também passou por um trauma, Jessica encontra conforto em seu novo ‘companheiro’ que assim como ela, precisa encontrar forças e lutar através sua ansiedade, aceitando seu papel de vítima mas crescendo para algo além disso. Treinada por Hal Jordan, Jessica também faz parte da Liga da Justiça.

Simon Baz – Libanês-Americano, Simon tinha apenas 10 anos quando assistia aos eventos do trágico World Trade Center na televisão. Nos anos seguintes, Simon tomou para sí a responsabilidade de proteger sua família muçulmana dos ataques de vizinhos e estranhos. Piloto de corridas clandestinas, Simon fazia o que podia para se sustentar; Após se envolver em um roubo que deu errado, Simon vira suspeito de possuir um veículo repleto de explosivos. Sem conseguir provar sua inocência, o jovem é deportado e torturado. E foi assim que um anel do poder o encontrou, vendo nele um bom candidato para integrar a Tropa dos Lanternas Verde. Baz e Jessica Cruz formam um casal.

Novos Rostos

Pouco se sabe sobre os novos rostos da Tropa, mas os grandes destaques vão para Sojourner Mullein, que tem sua própria série de HQs em “DC’s Far Sector” e os adolescentes Tai Pham e Keli Quintela. Tai se torna herdeiro do anel do poder de sua avó, o tornando um Lanterna na HQ “Green Lantern: Legacy”, enquanto Keli faz parte da Justiça Jovem, se unindo ao time após conseguir hakear a bateria de um anel do poder.

Legião dos Super-Heróis | Equipe introduz uma nova cor na Tropa dos Lanternas

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O Universo DC do futuro, desbravado pela Legião dos Super-Heróis está prestes a introduzir uma nova cor no espectro dos Lanternas. Via [CBR].

O escritor Brian Michael Bendis revelou uma prévia das obras de arte de Ryan Sook, Wade Von Grawbadger e Jordie Bellaire para “Legion of Super-Heroes #6, que apresenta um Lanterna de Ouro voando pelo espaço. Bendis legendou a obra de arte com: “Em breve #legionofsuperheroes lançará seis Lanternas de Ouro! Por @rsookart @wade_von_grawbadger @whoajday @thedcnation @dccomics #icantwait”, disse o autor.

O misterioso Lanterna de Ouro parece estar no meio de uma batalha, enquanto ele mostra seus anéis em seu voo: um do Lanterna de Ouro e o outro da Legião, um em cada mão. O traje do Legionário também exibe o emblema do Lanterna Dourada no peito, um novo símbolo que deve ser acrescentado na mitologia dos Lanternas em breve. Resta descobrir qual das emoções o Lanterna Dourada comanda.

Até o momento, as cores que compõem a Corporação de Lanternas da DC são: Verde, vermelho, laranja, amarelo, azul, índigo, violeta, branco e preto. É claro que os Lanternas Verde são os policiais da galáxia e se alimentam da Força de Vontade. Os outros espectros são representados pela Raiva (Lanterna Vermelha), Avareza / Ganância (Lanterna Laranja), Medo (Lanterna Amarela), Esperança (Lanterna Azul), Compaixão (Lanterna Índigo), Amor (Lanterna Violeta), Vida (Lanterna Branca) e Morte (Lanterna Preta).

Comic-Con At Home | San Diego Comic-Con terá evento digital

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San Diego Comic-Con 2020, cancelada devido a pandemia do novo coronavírus, vai ganhar uma apresentação no formato digital chamada “Comic-Con At Home”, a Comic-Con em Casa. Confira o anúncio:

A data e a programação do evento ainda não foram divulgadas.

Harley Quinn | Série confirma que uma grande morte é cânone na trama da animação

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ALERTA: O texto a seguir contém spoilers da segunda temporada de Harley Quinn, episódio 6, “All the Best Inmates Have Daddy Issues“, transmitido no streaming DC Universe.

A série animada “Harley Quinn” apresenta uma versão singular da Palhacinha do Crime no Universo DC. Às vezes, a série parece estar em dívida com uma história mais aprofundada conforme o universo dos quadrinhos originais, mas também está mais do que provado que a produção está disposta a mudar muita coisa. Agora, um momento infame da história do Batman também foi confirmado como cânone, da maneira mais cruel possível. [Via: CBR.]

Durante um interrogatório fracassado entre Batman e Coringa, o Palhaço zomba do herói pela morte de Jason Todd – confirmando que os eventos de “Morte em Família” aconteceram nesta versão de continuidade da DC.

“Morte em Família”, de Jim Starlin, Jim Aparo e Mike DeCarlo, é uma das histórias mais importantes do Batman. A história gira em torno da morte do segundo Robin, Jason Todd. Depois de atrair o jovem herói para uma armadilha graças à sua mãe biológica, o Coringa amarrou Jason e passou a espancá-lo com um pé de cabra antes de deixá-lo morto. Apesar dos esforços do Batman, o Robin não conseguiu escapar do prédio antes de ser destruído em uma explosão. Isso matou Jason e sua mãe, e seu corpo foi rapidamente encontrado por um Batman completamente em luto.

O impacto da morte de Jason há muito tempo paira sobre a identidade do Robin, servindo como um lembrete do possível custo que se tem em ser super-herói na cidade de Gotham City. Isso teve um sério impacto para o Batman, tornando o personagem mais sombrio ainda, por um longo período de tempo. Juntamente com o ataque a Barbara Gordon em “A Piada Mortal”, que a deixou paraplégica, esse evento também transformou para sempre o Coringa no mais temível e assassino dos inimigos de Batman. Embora Jason Todd tenha ressuscitado e se tornado o Capuz Vermelho, sua morte ainda é uma peça vital na tradição do Homem Morcego e inspirou elementos que apareceram em programas de TV, filmes e videogames – e agora, incluímos Harley Quinn na lista.

O mais novo episódio de Harley Quinn, “All the Best Inmates Have Daddy Issues“, em tradução livre algo como “Todos os melhores presos têm problemas com o pai“, explora o passado desta versão da vida de Harley Quinn. A história destaca como Harley foi apresentada pela primeira vez a Hera Venenosa, Coringa, Duas Caras, James Gordon e Batman quando ela conseguiu um emprego no Asilo Arkham. É revelado que o Coringa escondeu uma bomba em algum lugar de Gotham. Apesar da oferta de Harley para interrogar o Coringa e tentar convencê-lo a desistir, Batman escolhe um confronto mais físico. Ele brutalmente vence o Coringa enquanto pede as informações. Gargalhando o tempo todo, o Palhaço do Crime menciona especificamente como ele matou Jason Todd no passado.

Uma versão do Robin já apareceu na série animada Harley Quinn. No entanto, é bastante evidente que é o filho de Bruce Wayne, Damian. A série mostra também a Batgirl se tornando uma heroína no presente, então é possível que não exista outros companheiros nesta versão do Batman. No entanto, a confirmação da vida (e da morte) de Jason, prova que Robin tem sido uma presença mais consistente em Gotham há anos, e confirma por que Batman e Coringa realmente se odeiam na animação.

Isso também confirma que essa versão do Batman tem sido um herói por um período muito longo, tendo lutado ao lado de outros parceiros durante suas carreira de vigilante. Durante o final da primeira temporada, foi revelada que a idade do Coringa é trinta anos. Isso confirma que, naquela época, houve outros Robins – embora ainda seja preciso ver se havia outros Robins, como Dick Grayson ou Tim Drake.

Harley Quinn, do streaming DC Universe, tem exibição de novos episódios todas às sextas-feiras nos EUA.

Dark Nights: Death Metal #1 | Confira a prévia da primeira edição

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A edição “Death Metal“, uma continuação de “Dark Nights: Metal“, agora com nova data de lançamento nos EUA marcada para o dia 16 de junho, ganhou uma prévia de sua primeira edição. Confira:

Dark Nights: Death Metal #1

Escrito por SCOTT SNYDER;
Artes de GREG CAPULLO e JONATHAN GLAPION;
Capa por GREG CAPULLO e JONATHAN GLAPION.

Prepare-se para um bis incrível! A equipe lendária por trás de Dark Nights: Metal e Batman: Last Knight on Earth ocupa o centro do palco e se reúne para uma última turnê. Quando a Terra é envolvida pelo Multiverso das Trevas, a Liga da Justiça está à mercê do Batman-Que-Ri. A humanidade luta para sobreviver em uma paisagem infernal distorcida, enquanto Batman, Mulher-Maravilha e Superman foram separados e lutam para sobreviver.

The Joker: 80th Anniversary | Confira a prévia da edição que conta a origem da vilã Punchline

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A edição “DC’s The Joker: 80th Anniversary 100-Page Super Spectacular #1“, será lançada no dia 9 de junho nos EUA, e a mais nova aliada, Punchline, está preparada para roubar a cena enquanto seus criadores, os escritores James Tynion IV e Mikel Janin, mostram a sua origem nesta antologia.

Confira a prévia:

Confira a descrição da DC das três histórias da edição:

“O QUE VEM NO FINAL DE UMA PIADA?” – Girando para fora das páginas de da edição do Batman, o escritor da série James Tynion IV conta a história de origem da sensacional nova personagem Punchline! Com a arte da aclamada dupla Mikel Janín e Jordie Bellaire.

“BIRTHDAY BUGS” – O Coringa vira um palhaço de aniversário nesta história de Tom Taylor e Eduardo Risso. Quando o Coringa vai à casa de um cúmplice, ele encontra o filho do homem sentado sozinho, separando insetos em sua varanda. O garoto assume que o Coringa é o palhaço da sua festa de aniversário e diz que ninguém está vindo para sua festa. O Coringa acha isso inaceitável e percorre o bairro, “convencendo” as famílias a comparecer à festa de aniversário e torná-la o melhor dia que ele já teve. Quanto ao pai do menino, ele está no pior momento de sua vida!

“KILL THE BATMAN” – Em uma história ambientada em um futuro não tão distante, o Coringa finalmente realizou seu sonho de matar o Batman e vemos todo o universo da DC em luto. Mas esse ato não fornece a catarse que o Coringa pensou que teria … ele precisa de um bis … algo no memorial público do Batman, talvez? Escrito pelo aclamado roteirista Gary Whitta e Greg Miller e com artes de Dan Mora.

The Joker: 80th Anniversary 100-Page Super Spectacular #1” será lançada nos EUA no dia 9 de junho. Sem previsão de chegar no Brasil até o momento.

Batwoman | Confira 5 motivos para assistir a série Batwoman na HBO

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“Batwoman” é mais uma grande produção da DC que chegou ao catálogo da HBO e também na HBO GO na América Latina. Com 22 episódios, a série é protagonizada por Ruby Rose no papel de Kate Kane, que nos conduz pelas sombrias ruas de Gotham, com muita atitude, senso de justiça e compaixão. A HBO em nota, elegeu cinco motivos que fazem da série “Batwoman” um programa imperdível.

  1. RUBY ROSE E SUAS HABILIDADES DENTRO E FORA DA TELA

Ao ser escalada para o papel de Batwoman, Ruby Rose precisou passar por um intenso treinamento físico e aprender a pilotar motocicletas. Todo esse preparo e sua dedicação se refletem na tela ao realizar suas próprias cenas de ação, com acrobacias e perseguições desenfreadas pelas ruas de Ghotam.

  1. PODER FEMININO

Desde o primeiro instante, ela deixa claro que as mulheres são a força deste mundo. Kate vai mostrar sua posição e não deixará que homem algum receba os créditos pelos atos de uma mulher.

  1. UMA HEROÍNA LGBTQIA+

Batwoman é primeira heroína LGBTQIA+ a estrelar uma série de televisão. Mesmo que a sua orientação sexual não seja o centro da narrativa, a questão está presente em vários momentos e permeia toda a série, mostrando que não importam suas preferências, e sim suas atitudes pelo próximo.

  1. UMA HISTÓRIA CATIVANTE

Com uma trama espontânea, bem estruturada e personagens cativantes que parecem ter saltado das páginas dos quadrinhos, Batwoman tem todos os ingredientes de uma boa série. Além da luta de Kate contra seus demônios antes de se tornar a justiceira que a cidade precisa, surgirá uma vilã digna desta super-heroína: Alice. A personagem transita entre a sensatez e a loucura junto com sua gangue “Wonderland Gang”.

  1. O MELHOR DO UNIVERSO DC NA HBO

Com Batwoman, a HBO continua ampliando seu catálogo de títulos do universo DC inspirados nos quadrinhos, na América Latina, como WATCHMEN, KATY KEENE, MONSTRO DO PÂNTANO e PATRULHA DO DESTINO. Desta vez, a série protagonizada por Ruby Rose tem em seu núcleo o poder das figuras femininas e como elas se destacam.

Batwoman e todas as produções estão disponíveis na HBO e na HBO GO.

Texto: Assessoria de Comunicação HBO América Latina.

The Suicide Squad | John Murphy será o responsável pela trilha sonora do filme

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Um relatório recente afirmava que Tyler Bates, compositor que já trabalhou em muitos projetos com James Gunn, estaria se reunindo com o diretor para compor a trilha sonora de “The Suicide Squad“. Embora o relatório tenha sido de uma fonte normalmente confiável, pessoas próximas à produção informaram ao Slash Film que estava incorreto.

John Murphy (Kick-Ass: Quebrando Tudo, Extermínio e Sunshine) é o nome que estará trabalhando na trilha sonora do filme.

Escrito e dirigido por James Gunn, “The Suicide Squad” é estrelado por David Dastmalchian, John Cena, Jai Courtney, Joaquín Cosío, Nathan Fillion, Joel Kinnaman, Mayling Ng, Flula Borg, Sean Gunn, Juan Diego Botto, Storm Reid, Pete Davidson e Taika Waititi. Alice Braga, Steve Agee, Tinashe Kajese, Daniela Melchior, Peter Capaldi, Julio Ruiz, Jennifer Holland, Viola Davis, Idris Elba, Margot Robbie e Michael Rooker.

O filme será lançado nos cinemas no dia 6 de agosto de 2021.

HBO Max | América Latina será o primeiro mercado internacional do streaming após o lançamento nos EUA, afirma site

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Conforme o site LABS, a primeira expansão internacional do streaming HBO Max ocorrerá na América Latina, e a empresa está priorizando a região em relação a outros mercados estrangeiros, como a Europa por exemplo. A plataforma de streaming será lançada nos EUA no dia 27 de maio e chegará aos países da América Latina antes de 2021.

No início desta semana, a WarnerMedia, empresa controladora da HBO, adquiriu participações minoritárias em subsidiárias da América Latina e assumiu o controle de todas as operações da marca HBO no Brasil e nos países de língua espanhola da região. Antes da aquisição, os serviços regionais eram executados em joint-ventures. De acordo com as informações coletadas pelo site LABS, após a estréia nos EUA, “a próxima região ou os próximos países que a empresa está procurando [para lançar o HBO Max], estão todos na América Latina”.

A empresa não específica onde será o país que a primeira expansão da HBO Max ocorrerá, mas a transação recente é o primeiro passo para implantar a plataforma de streaming na América Latina, como afirma Gerhard Zeiler, Diretor de Receita da WarnerMedia International Networks: “Em primeiro lugar, com essa aquisição, planejamos lançar nosso próximo serviço de streaming, HBO Max, para consumidores em toda a região”.

A HBO Max deve se tornar um dos maiores players no cenário de streaming de vídeo, ao lado da Netflix, Disney + e Amazon Prime Video.

A expansão internacional que a HBO Max está planejando, com foco na América Latina, difere do Disney+, que estreou em novembro do ano passado nos EUA, na Holanda e no Canadá, alcançando outros mercados europeus em março, antes de chegar à Índia no mês passado. O Disney+ será lançado na América Latina no final de 2020.

A HBO Max chegará na região um pouco mais tarde, mas a prioridade que está dando ao mercado latino-americano pode estar relacionada aos seus fortes vínculos com o público local. A WarnerMedia e a Ole Communications trouxeram serviços de programação da HBO para a região pela primeira vez em 1991 e lançaram um canal premium da marca HBO em espanhol no mesmo ano. Em 1994, um serviço em português foi lançado no Brasil.

Leia mais sobre as produções da DC no HBO Max aqui.