Histórias de origem chamam bastante atenção, e para o Batman, elas não são exatamente algo inovador. Mas para Shea Fontana, autora de ‘DC Super hero Girls‘, ainda existe uma história de origem que ainda não foi contada, a do Batmóvel.

Em entrevista para a Newsrama, Fontana conta sobre sua primeira paixão nos quadrinhos, e seu primeiro contato com o Batman em suas aventuras animadas.

Quando eles anunciaram a nova linha para leitores juvenis, fiquei muito empolgada com isso.” revelou a autora, que teve seu primeiro contato com quadrinhos justamente com o Batman: “Quando eu era criança, a primeira exposição que tive ao mundo dos quadrinhos foi através do lado infantil com Batman: The Animated Series, e foi isso que me levou a começar todo o mundo dos quadrinhos e onde comecei a aprender sobre os personagens e todas essas coisas incríveis que acompanham os quadrinhos.”

Interessada em explorar os anos em que o Bruce ainda estava lidando com a morte de seus pais, “Batman Overdrive” detalha o relacionamento de Bruce com Alfred e seu primeiro contato com o carro de seu falecido pai. Para a autora, a oportunidade de trabalhar com o Batman foi tudo que ela precisava após o sucesso de Super Hero Girls.

Eu realmente queria fazer algo que trouxesse Bruce Wayne em sua adolescência, quando ele estava lidando com a morte de seus pais. Não é exatamente uma história de origem, é sobre o seu primeiro carro e como ele está usando isso para se conectar com o pai.

Em Batman: Overdrive, Bruce Wayne encontra na coleção de antiguidades de Thomas Wayne, um carro que seu pai amava. E ele começa a tentar restaurá-lo e reformá-lo para a condição original que seu pai tinha quando ele tinha a sua idade, com a esperança de se conectar mais com seu já falecido pai. Completando 16 anos, Bruce descobre que pode fazer muito mais com o carro do que seu pai, e começa a dar seus primeiros passos como vigilante.

Com arte de Marcelo Di Chiara, “Batman Overdrive” chegou as livrarias americanas no último dia 26 de fevereiro.

Sobre Juan

Juan Almeida

"Lembrai, lembrai, o cinco de novembro. A pólvora, a traição e o ardil; por isso não vejo porque esquecer; uma traição de pólvora tão vil" - “V for Vendetta”

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