Em novo formato visual e de roteiro, as Super garotas da DC voltam com tudo para combater o mal em diversas formas. A nova série DC Super Hero Girls traz a versão adolescente das nossas heroínas.

Barbara, Diana, Jessica, Kara, Karen e Zatanna, tem que equilibrar suas vidas de super-heroínas com todas as responsabilidades da vida adolescente, ou seria o contrário?

Diferente da versão anterior, bem fofinha e onde quase todos praticamente são amigos, os vilões são mais malvados, e com a licença poética incorporam os desafios da vida real. Na segunda parte da temporada ela foca principalmente em questões com o bullyng.

A música de abertura em português merece destaque. É divertida, empolgante, dá vontade de cantar junto e combina com o ritmo da série. Comparando novamente com a anterior, a música era muito mais calma e até mesmo inspiradora, mas como ouvinte ficava difícil de entender sem a letra que era cantada “Vista a capa”.

Veja as duas versões:

Música de abertura anterior:

Vista a capa
Vamos voar
Pois podemos fazer
Basta acreditar
Vista a capa
Vamos lá
Para a luz caminhar
E o mundo salvar
Vista a capa.

Música de abertura atual:

A super Eu
Vira Super Nós
É Rápido, mágico, meio automático
Juntas somos de arrasar
Mais que meninas Super-Heroínas
Dessa super-vida ninguém pode nos parar!

É interessante notar como a personalidade de cada personagem está marcada, mostrando mais diversidade e profundidade, mesmo que com histórias rápidas e não necessariamente interligadas. Não é uma realidade onde todas são plenamente boazinhas e resolvem seus problemas genéricos de forma pré-formuladas com lições de moral que mais parecem conselhos do He-man.

Zatanna é extremamente talentosa nas artes mágicas, apresentada como a patricinha do grupo, adora atenção, levemente narcisista, e por conta disso em algumas vezes as coisas fogem do controle.

Karen é genial em tecnologia, porém extremamente insegura de suas próprias criações e conquistas por conta de seu tamanho. Se acha muito pequena para grandes feitos.

Kara é praticamente uma valentona, apresentada de maneira robusta, lembra um pouco a Poderosa, ela é um tanto quanto preguiçosa, despreocupada, inconsequente, impaciente e competitiva. Tudo isso somado a super-força faz dela uma máquina de destruição. As heroínas tem muito trabalho pela frente com ela.

Jessica é um raio de luz de tão ponderada, parece ser a voz de sabedoria do grupo, mesmo com incertezas sobre se realmente merece o anel da Tropa dos Lanternas Verdes.

Diana não sabe os costumes do mundo dos homens, e as outras garotas precisam ensinar tudo pra ela agir como uma pessoa “normal”. É enérgica e empenhada em ajudar as suas novas amigas a se tornarem super-heroínas.

Barbara é efusiva, ativa, atrapalhada com suas responsabilidades. Mas extremamente empenhada em manter suas mais novas amigas unidas na luta contra o crime e as forças do mal.

A proposta diferente torna a série cativante para todas as idades. Divertidamente poderosa e inspiradora para todas as crianças, meninas e meninos!

Toma aqui suas 52 Terras! (A nota máxima do Terraverso!)

Dessa super-vida ninguém pode nos parar!

Sobre Rebeca

Rebeca Vilas Boas

Uma deusa, uma louca, uma feiticeira.

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